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quinta-feira, 24 de março de 2011

Agreste Pernambucano Produz Moda do Pop ao Top

O total de 15% das vitrines de todo o Brasil são abastecidas por confecções produzidas na região

Nas cidades de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama, empresários de todo o Brasil compram confecções e abastecem suas lojas (Luana Ribeiro)

O polo de moda do agreste pernambucano vem ganhando destaque por democratizar a moda. Nas cidades de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Tanutama, empresários de todo o País compram confecções e abastecem suas lojas. Muitos compradores vão até a região atraídos pelo preço, que varia de R$ 8,50 a R$ 40 a peça, no atacado.

A qualidade dos produtos, porém, não é deixada de lado e as últimas tendências também fazem parte das araras. “O Agreste produz moda do pop ao top”, disse a consultora de mercado, Christiane Fiúsa, durante a 11ª Rodada de Negócios da Moda Pernambucana, que encerrou essa semana na cidade de Caruaru.

“Por conta da tradição, grande parte da produção é popular, ainda pensando nas classes C, D e E. Mas muitas fábricas aqui já migraram do popular para o mercado de luxo, com moda para a classe A e B”, conta o estilista Luiz Clerio. “O mercado está esteticamente plural, o que você vê nas lojas de ‘fast fashion’ é moda plural. Isso significa que o popular hoje não é qualquer coisa”, completa.

Luiz Cleiro, que faz o trabalho de consultoria de moda para fábricas do Polo de Moda do Agreste Pernambucano, diz que grande parte do mercado busca inspiração nos desfiles de moda internacionais, mas adverte: “A moda é planetária, mas o consumo é regional. É preciso entender a cabeça do consumidor”. Não a toa, é preciso agradar diversos públicos, afinal, 15% das vitrines de todo o Brasil são abastecidas por confecções produzidas na região.


Fonte:acritica.uol.com.br








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