quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Biquíni em Formato de Coração Conquista Famosas e Promete Bumbum Empinado


Apesar de muitos considerarem charmosa a “ajeitadinha” que as mulheres dão na calcinha para evitar que o biquíni revele demais, uma grife desenvolveu um modelo com a intenção de acabar com esse incômodo feminino na praia. Com uma modelagem que realça as curvas e já é sucesso entre as americanas, a linha “ripple”, da marca Vix, chegou ao Brasil e é aposta para o verão 2012.

Nas areias cariocas

  • Jefferson Ribeiro/AgNews
    A atleta do nado sincronizado Bia Feres escolheu um modelo "ripple" para aproveitar a tarde de sol na praia da Barra da Tijuca, na última quinta-feira.
Franzido nas laterais, com elástico central que dá um efeito drapeado na parte traseira da calcinha, a peça faz um desenho em formato de coração no bumbum e evita que fique cavada demais. A criação é da empresária capixaba Paula Hermanny, que fez o caminho inverso no mundo da moda praia: lançou primeiro sua grife nos Estados Unidos e só agora começa a vender no Brasil.

Bumbum empinado

Biquíni tem elástico central que dá efeito drapeado à calcinha

“Há 10 anos fui morar na Califórnia para estudar. Quando ía à praia, minhas amigas americanas ficavam loucas com os meus biquínis, então comecei levar modelos brasileiros para vender”, conta Paula. “Mas quando elas experimentavam, achavam ousados. Eu já sabia um pouco de costura e fazia adaptações.”
Cameron, Demi, Beyoncé...
Não demorou muito para Paula começar a criar seus próprios biquínis e abrir loja. Os modelos com cara de brasileiro, mas com medidas comportadas para os padrões americanos, conquistaram famosas como as atrizes Cameron Diaz, Demi Moore, Sienna Miller e a cantora Beyoncé – todas já fotografadas usando alguns dos modelos nas praias.
“Acho que a Jennifer Aniston foi a primeira a ser clicada por paparazzi usando um Vix. Depois disso, a procura disparou”, conta Paula. “Até hoje não sei como um biquíni meu foi parar na mão dela... Nunca a vi na loja”.
Segundo a empresária, o modelo “ripple” nasceu de mais uma das tentativas de criar um biquíni com cara de brasileiro, mas na medida para as americanas. “Acho engraçado a relação que elas têm com o biquíni. Ou vestem aquelas calçolas da vovó ou aquele modelo ‘g-string’, que é uma calcinha bem mais escandalosa que o nosso fio-dental.”

Celebridades

  • Divulgação
    As atrizes Cameron Diaz e Siena Miller e a top model Kate Moss: todas já foram fotografadas usando os modelos da estilista Paula Hermanny
A modelo carioca Daniella Sarahyba foi uma das que já experimentaram - e aprovaram o modelo. "Logo depois da gravidez, eu estava louca para emagrecer e usar o 'ripple'", conta Daniella, mãe de Gabriela, de 1 ano e 3 meses. "E de fato ele cumpre o que promete: tem um desenho que deixa uma sensação de que o bumbum está mais empinadinho. Fora que tem umas estampas lindas".  
Lançado há dois anos, o “ripple” é um dos campeões de venda lá fora e costuma vestir as modelos que estampam os ensaios da Sports Illustrated - revista esportiva, mas considerada uma divulgadora de tendências de moda praia.
  • Divulgação
    Do básico ao colorido: modelo "ripple", da grife Vix, tem diversas opções de estampas
“Em dezembro passado acabaram todos na loja! Se a Gisele Bündchen chegasse aqui querendo comprar o ‘ripple’, eu passaria vergonha, porque não teria no estoque”, brinca Paula.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Modelos de biquíni com estampa de folhagem


Biquínis com Estampa de Folhagem

As estampas reinam absolutas durante esta temporada do verão 2012, elas estão por toda a parte, em praticamente em todas as peças e em todos os formatos e padrões. Mas, uma estampa em especial tem agradado a uma boa parcela das fashionista, trata-se da estampa de folhagem, muito em voga tanto aqui no Brasil, (com nossos estilistas exaltando nossa flora), quanto em outros países, que voltaram os olhos para cá e buscaram inspiração no que temos de melhor, a tropicalidade.
Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem 3 Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem
(Foto: calordapele.com.br)

 

Tanto os biquínis adultos, quanto os biquínis infantis virão com a estampa de folhagem; que estão presentes nas praias e piscinas em todas as cores, e não somente nos tradicionais verdes; as folhagens em tons de marrom, vermelho, laranja, roxo, azul, amarelo, pink, e as estampas de folhagem multicoloridas também têm espaço no verão 2012.
Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem 4 Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem
(Foto: calordapele.com.br)
Você pode usar este tipo de estampa e evidenciar a parte de seu corpo que é menor, como usar um sutiã com estampa de folhagem e uma calcinha de cor lisa e neutra, se tiver seios pequenos, para assim, equilibrar a silhueta. E caso você tenha quadril estreito e seios grandes, use ao contrário, sutiã de cor lisa e neutra e calcinha estampada, para avolumar o quadril.
E biquínis com uma parte lisa e a outra estampada podem ser usados, pois, continuam em alta nesta temporada, porém, é necessário que tenha pelo menos uma cor em comum entre as duas peças.
Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem 5 Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem
(Foto: acquarosanet.com.br)
Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem 2 Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem
(Foto: calordapele.com.br)
Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem 1 Modelo de Biquíni com Estampa de Folhagem
(Foto: calordapele.com.br)

Ética na Moda e Consumo Consciente


Discutir a ética na moda é assunto amplo, que pode se estender às mais diversas áreas, como fator humano, fator ambiental e fator econômico.
Ao adquirir uma nova peça de vestuário e olhar para a etiqueta, dificilmente uma pessoa irá parar para refletir, ainda que por alguns minutos sobre a origem da camiseta, do vestido, da calça, e assim por diante.

Quando criada, uma peça de roupa passa por um longo processo de produção. Este, tem início na criatividade do estilista, que irá desenhar o modelo, escolher o tecido,  a cor, para finalmente enviar o molde para a modelista e assim, iniciar o processo de produção.
Depois de produzida, a roupa será apresentada em um desfile primavera/verão ou outono/inverno e depois de alguns meses estará em inúmeras revistas de moda  e vitrines de lojas, sejam elas nacionais ou internacionais, considerando-se que hoje a moda é global.
Tomemos como ponto de partida a indústria têxtil, matéria prima para a criação de qualquer peça de vestuário. Atualmente, muitas marcas optaram pelo tecido sintético, mesmo assim, o algodão ainda tem sido amplamente utilizado.

Isto nos faz pensar em plantações de algodão. Até que ponto existe hoje uma consciência ambiental ao se extrair da natureza a matéria-prima para se criar uma peça de roupa que em poucos meses  poderá “sair de moda” e acabar sendo esquecida dentro do armário? 
O problema ambiental não se encontra apenas na extração do algodão, mas também na poluição causada pelas fábricas de tecidos sintéticos, que embora favoreçam a economia, oferecendo produtos mais baratos, têm origem em fontes não renováveis, como o petróleo, por exemplo. Além disso,  as fibras não são 100% biodegradáveis, de duvidosa salubridade e, portanto, não recicláveis.

A opção sustentável e, por consequência, ética, são as peças de vestuário provenientes de tecidos orgânicos, naturais, ou reciclados, considerando-se que respeitam o meio ambiente e não agridem a natureza. No entanto, por ser uma nova forma de confecção, este tipo de tecido encarece o produto final, dificultando a atração de possíveis consumidores, preocupados com o alto preço.
O que fazer para  construir uma nova ética na moda? Parece-me razoável o incentivo ao consumo consciente.

O consumo consciente deve partir de cada indivíduo, que deverá ter um olhar mais crítico sobre aquilo que consome. Isto pode ter início em pequenos gestos, como por exemplo, olhar a etiqueta e verificar qual a matéria prima da peça de vestuário em questão, procurar se informar se a mão-de-obra utilizada não é explorada, como infelizmente acontece em muitos países emergentes, como Brasil, Índia e China. Além disso, evitar o consumo de produtos de origem animal, como peles. Entidades como a PETA (www.peta.org) já demonstraram a crueldade com que estes produtos são fabricados.

É com este propósito, que foi criado na França no ano de 2004, o Ethical Fashion Show (http://www.ethicalfashionshow.com/efs2/efs_2009.html), que acontece em Paris e tem duração de quatro dias. O evento procura mostrar a emergência de uma consciência global e despertar o desejo do consumidor por uma moda responsável, tanto ética, quanto ecologicamente, por meio de desfiles e conferências.

Este tipo de iniciativa é muito importante, pois promove discussões sobre o consumo consciente e valoriza uma visão mais ética da moda, na medida em que incentiva o respeito à mão-de-obra, reivindicando melhores condições de trabalho para aqueles que costumavam ser explorados. Defende a natureza ao falar sobre os impactos ambientais que são causados pela indústria têxtil e promove parcerias com comunidades que fabricam produtos artesanais, pois além de ser um importante projeto social, valoriza a cultura local e gera empregos.

Vale lembrar que o comércio justo não é o da produção desenfreada favorecida pelos baixos custos de matérias primas que agridem o meio ambiente ou de pessoas cuja mão de obra é explorada, mas sim, o que oferece produtos sustentáveis a um preço acessível.

Uma última idéia de como usar moda consciente, é a customização de suas próprias roupas, é saber reutilizar peças que ficaram esquecidas com o passar do tempo, seja costurando uma lantejoula, colocando um broche ou fazendo uso de um acessório que dê nova vida à produção.
Se não estiver contente com o que tem no guarda-roupa, promover trocas entre amigos é dar uma nova chance à aquilo que percorreu um longo caminho até chegar às nossas mãos. Quantos de nós não tem peças que estão abandonadas há um certo tempo no armário e que poderiam ser reutilizadas, ainda que por um novo dono? Não precisamos comprar tudo o que vemos.

Devemos ter a consciência global de que tudo o que consumimos está sendo descartado muito rapidamente, mas para onde está indo todo esse lixo? Para o meio ambiente, que sofrerá cada vez mais se não começarmos a agir agora.
 
Paula Fernanda Prado Pereira
é graduada em Comunicação com ênfase em Marketing pela ESPM e Mestre em Administração pela PUC-SP

Empresa Aposta no Público Gay e Cria 'Cuelcinha', a Calcinha para Homens


Foi para presentear um amigo que a jovem estilista Beatriz Rouce, 21 anos, fabricou sua primeira peça de lingerie masculina. "Eu tenho vários amigos homossexuais, e um dia um comentou que seria interessante se houvesse um produto como esse", conta a empresária de Americana, no interior de São Paulo.
"Ele gostou, mais amigos pediram, e eu abracei a ideia", diz Beatriz, que viu no interesse do amigo uma oportunidade de se especializar e abrir a própria empresa.
A estilista Beatriz Rouce, 21 anos, criadora das "cuelcinhas". (Foto: Flavio Moraes)A estilista Beatriz Rouce, 21 anos, criadora das "cuelcinhas". (Foto: Flavio Moraes)
Nasceram daí as "cuelcinhas" (de cueca + calcinha), batizadas assim por serem criadas para se adequarem à anatomia do homem, mas com todos os babados, rendas e delicadezas das tradicionais lingeries femininas. Hoje, ela contabiliza a venda de cerca de 50 peças por dia, confeccionadas por uma empresa de costura terceirizada. É dela, no entanto, a escolha dos desenhos, tecidos, aviamentos, acabamentos e moldes de toda a produção.
O empreendimento contou com o total apoio dos pais de Beatriz. Donos há 23 anos de uma metalúrgica na cidade, eles financiaram a abertura, em outubro do ano passado, da Comum de Dois, empresa criada para a filha. Hoje, a mãe de Beatriz cuida também da administração da empresa ao lado de seu outro filho, Rodrigo, que é responsável pelos estoques, logística, emissão de notas fiscais e envio da mercadoria aos clientes.

"Meus pais viram uma oportunidade de crescimento e resolveram investir". Abriram um site na internet, procuraram quem fabricasse as peças e já começaram a receber pedidos e encomendas. As vendas acontecem por Skype e MSN e os produtos são entregues pelos Correios - tudo com a máxima discrição, garante a empresária. Os preços variam de R$ 40 a R$ 55.

A reação ao lançamento da marca, conta Beatriz, foi imediata - tanto dos consumidores quanto dos críticos. Nas primeiras semanas, a "cuelcinha" repercutiu nas redes sociais e o site chegou a cair por conta do alto e inesperado número de acessos. "Não precisamos nem fazer propaganda. Logo já estávamos em blogs e recebendo muitos comentários", conta a estilista.
Peças têm modelagem feita para o corpo masculino. (Foto: Flavio Moraes)Peças têm modelagem feita para o corpo masculino. (Foto: Flavio Moraes)


A mãe de Beatriz e gerente da Comum de Dois, Edy Rouce, diz que o filão de homossexuais que gostam de usar peças de roupas femininas existe e é praticamente ignorado no Brasil. "Como empreendedores, é claro que pensamos no resultado. Mas tudo isso surgiu porque esse mercado é carente de coisas exclusivas para eles", diz Edy que, junto com a filha, planeja lançar uma nova linha de produtos no início de fevereiro, sempre ligada ao universo das roupas femininas. "Vamos manter esse conceito".

Tanto na opinião da mãe quanto da filha, grande parte das críticas ao produto vem de pessoas que não entenderam o conceito da marca, destinada a atender um nicho específico de consumidores.
"Não é um produto para homens heterossexuais, para o namorado de nenhuma mulher. É para um nicho dentro do público gay, e vi que em alguns momentos isso não foi compreendido. Mas não vou me esforçar para que isso seja entendido, quem é o público sabe", diz Beatriz.
Empresária aplica tendências femininas para criar a lingerie para homens. (Foto: Flavio Moraes/G1)Empresária aplica tendências femininas para criar a lingerie para homens. (Foto: Flavio Moraes/G1)
Segundo Edy, a gerente, a marca oferece produtos que se diferenciam de itens vendidos em sexshops, dedicados a fetiches, porque a ideia é que as calcinhas sejam usadas também no dia a dia, a exemplo das mulheres. "Tem a vertente da noite, a que você usa para a balada. E tem aquela de usar para o escritório que não vai marcar nada, não vai denunciar nada. Um executivo, por exemplo, não vai gostar que apareça um lacinho. Tem modelos mais básicos", diz.
Peças são embaladas discretamente. (Foto: Flavio Moraes/G1)Peças são embaladas discretamente. (Foto: Flavio Moraes/G1)
A jovem empreendedora, que até então acumulava no currículo alguns cursos técnicos e trabalhos pontuais na costura, diz que precisou pesquisar e aprender para desenhar as lingeries masculinas. "É difícil porque você tem que aplicar o conceito masculino, com a anatomia diferente, mais a parte da sensualidade". As redes sociais e a internet são as principais fontes de inspiração da empresária para saber das preferências do público e até do que é tendência nas lingeries femininas para aplicá-las às coleções. "É um público exigente, detalhista, que presta atenção no acabamento e vê para onde está indo o dinheiro dele".
Justamente pelo inusitado dos produtos que fabrica, Beatriz entende que a seriedade na produção e no relacionamento com os clientes é fundamental para o crescimento da empresa. "É um trabalho sério, é muita responsabilidade. De não fazer feio, de não vulgarizar, de não me denegrir, nem aos meus clientes", afirma a empresária.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Designer Cria Calça Jeans Com Teclado e Mouse Integrados


Fotos: Reprodução: Toxel

A Beauty and the Geek também vem com um par de alto-falantes embutido. Conceito já tem protótipo e está pronto para o mercado – só falta quem fabrique…
Por Fernanda Morales
Se você achava que já tinha visto todos os tipos de teclados desde os ecológicos até os feitos de ’vidro":http://henrique.geek.com.br/posts/18399-designer-desenvolve-teclado..., você vai se surpreender com a criação do designer Erik de Nijs: uma calça jeans equipada com um teclado e um mouse, a Beauty and the Geek.
A Beauty and the Geek une em uma única peça a tecnologia e a moda – mesmo que poucas pessoas tenham coragem de usá-la na rua – para promover maior praticidade na hora do usuário interagir com seu laptop.
De acordo com o Ubergizmo, o teclado se conecta com o computador via Bluetooth e vem com um mouse sem fio embutido, permitindo que os usuários tenham total autonomia de navegação em sua calça.
calça com teclado ainda vem com um par de alto-falantes embutido, facilitando aos usuários ouvirem músicas, assistirem vídeos e jogarem em seus computadores.
“A ideia era que você poderia entrar em seu computador e controla-lo sem estar sentado atrás de uma mesa em um ambiente fechado”, afirmou o designer ao Web Pro News.
A calça possui um corte moderno e cada elemento presente em seu desenho foi desenvolvido para acoplar um determinado equipamento do seu teclado como, por exemplo, o bolso direito na parte de trás da calça foi desenvolvido para armazenar com segurança o mouse sem fio.
O designer afirmou que agora busca uma empresa que tenha capital suficiente para investir no projeto e levar a Beauty and the Geek ao mercado mundial.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A Empresa Não Anda Sozinha


A Empresa Não Anda Sozinha

 

 
Não se administra uma empresa com base nas habilidades pessoais, e sim com base em um sistema.
Extraído do livro "Socorro, eu tenho uma empresa"
 

 
(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)
 
 
Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se acomoda pensando que o mundo por si só resolverá todos os seus problemas.
Vejam algumas situações interessantes que vivencio com frequência:
 
- “o vendedor não percebe que quanto mais ele vende, mais ele ganha?”. Parece óbvio, mas será que a empresa está fazendo a parte dela em se divulgar, tornar a sua imagem mais forte ou até mesmo se aparecer para o mercado? Quais as condições que a empresa proporciona ao seu vendedor trabalhar? Estas condições o motiva a vender ou a procurar outro emprego?
 
- “...quando comecei, procurei aprender tudo sozinho e quando tinha dúvidas ia buscar as respostas...”. Parece óbvio, mas as pessoas são diferentes, quando o Administrador começou tinha interesses diferentes, seja porque era o proprietário da empresa, seja porque era ambicioso. Será que pequenas atitudes como dizer ao funcionário “se vira” ou contar os seus resultados com ares de arrogância não o afasta mais dos objetivos da empresa?
 
- “Contratei vários profissionais, mas nenhum deles foi capaz de resolver os meus problemas”. Será que os vários profissionais são incompetentes? Será que a empresa não consegue definir exatamente quais são as suas estratégias de planejamento, organização, direção e controle? Lembre que tudo tem um custo ou investimento, é como a melhor tecnologia, ela pode custar mais cara, mas pode resolver. Será que a empresa sabe contratar ou atrair os melhores talentos?
 
- “invisto na pessoa, quando ela começa a dar resultados, vai embora”, confesso que na empresa de quem escreve este artigo há este problema, mas será que o Administrador sabe reter talentos? Será que o Administrador da pequena empresa não deveria tirar proveito desta situação? No meu caso, já aceitei este cenário e me planejei para treinar profissionais e entregar ao mercado, para empresas que oferece mais do que a minha, mas o que procuro fazer é ter uma política de treinamento rápida através de procedimentos sempre revistos e tirar o máximo do profissional que passará uma temporada comigo, de modo que quando este saia, deixe também algo melhorado. Sei que será difícil ficar na praia esperando o dinheiro chegar na minha conta, por isso tenho que "arregaçar as mangas", por a "mão na massa", pensar estrategicamente e trabalhar muito, procuro ir pessoalmente atrás das grandes oportunidades e negócios, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Brasil é o País Que Mais Consome Moda Praia no Mundo


Brasil é o país que mais consome moda praia no mundo, movendo cerca de US$ 1,5 bilhão anualmente. Foto: Shutterstock/Terra
Brasil é o país que mais consome moda praia no mundo, movendo cerca de US$ 1,5 bilhão anualmente
O verão - estação mais desejada e aguardada do ano -, além de fazer o maior sucesso entre os brasileiros, é a principal inspiração do setor de moda praia do País, que, atualmente, tem se tornado referência no mercado internacional e um dos principais braços da economia nacional.

Apesar de parecer novidade para muita gente, o beachwear made in Brasil vem evoluindo nos últimos anos, devido principalmente ao mercado interno. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), os brasileiros são os que mais consomem moda praia no mundo, movendo cerca de US$ 1,5 bilhão anualmente - um número significativo quando considerado o contexto do mercado internacional de moda praia que movimenta cerca de U$ 12 bilhões por ano, segundo levantamento do Global Market Review of Swimwear and Beachwear.

"O alto consumo da população brasileira aos itens de moda praia se dá pelo fato de nós termos uma extensa área de litoral e um clima quente que permite um fluxo constante de produtos do setor ao longo de todo o ano", explica Emerson Otsuka, professor e coordenador do curso de Negócios da Moda da Universidade Anhembi Morumbi. Além disso, o mercado brasileiro de moda praia avançou em tecnologia e em modelagem, tornando o nosso biquíni reconhecido em todo o mundo, seja pelo seu estilo mais ousado, qualidade ou até mesmo pela sua criatividade.

E os números do setor não param por aí. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, a produção de vestuário brasileiro cresceu 7,17%, e o mercado varejista, 10%. O mercado da moda no Brasil emprega 1,7 milhões de pessoas e movimenta R$ 50 bilhões.

SPFW e Fashion Rio
A boa atuação do País no segmento de moda praia pode ser percebida nos eventos promovidos pelo setor, como o São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio, que há muito tempo deixaram de ser meros desfiles e entraram no calendário da moda de todo o mundo, mostrando a força e o respeito do mercado internacional à produção fashion brasileira. "Hoje em dia, esses eventos são esperados não só pelo público consumidor, mas também por estilistas, lojistas e por todas as pessoas que integram nacional e internacionalmente essa indústria", analisa Otsuka. 

Mercado internacional
De acordo com dados da ABIT, o Brasil exportou em torno de um milhão de peças de moda praia em 2010, principalmente para os EUA, Portugal e Japão - nossos principais consumidores. Fortemente impactada pela sazonalidade, a vantagem é que quando as vendas para o mercado interno terminam, é hora de buscar compradores no outro hemisfério e exportar as peças produzidas. Mas ainda há muito que crescer. "Apesar de a moda brasileira despontar no mercado internacional, o setor tem potencial para exportar muito mais, principalmente se levarmos em conta a quantidade de peças produzida", finaliza o professor.
Moda praia brasileira avançou em tecnologia e em modelagem, tornando nosso biquíni reconhecido em todo o mundo Foto: Getty Images
Moda praia brasileira avançou em tecnologia e em modelagem, tornando nosso biquíni reconhecido em todo o mundo
Setor de moda praia tem se tornado referência mundial e um dos principais braços da economia nacional Foto: Shutterstock/Terra
Setor de moda praia tem se tornado referência mundial e um dos principais braços da economia nacional
Segundo dados do IBGE, em 2010, a produção de vestuário brasileiro cresceu 7,17% Foto: Shutterstock/Terra
Segundo dados do IBGE, em 2010, a produção de vestuário brasileiro cresceu 7,17%
Brasil exportou em torno de um milhão de peças de moda praia em 2010, principalmente para os Estados Unidos, Portugal e Japão Foto: Shutterstock/Terra
Brasil exportou em torno de um milhão de peças de moda praia em 2010, principalmente para os Estados Unidos, Portugal e Japão

Agência Hélice,
Especial para o Terra

Dicas Para Usar o Terno no Verão


Luiz Aziz Neto, consultor de estilo da Alfaiataria Persona, ensina algumas dicas para usar o terno na estação mais quente do ano sem perder o conforto
Peça essencial no guarda-roupa masculino, o terno é um item básico que favorece a silhueta do homem e cai bem em diversas ocasiões.
Em muitas profissões, o terno é um item indispensável e faz parte do dress-code da empresa. Mas é durante o verão que o traje incomoda alguns homens.
Para driblar o calor, típico da estação, é preciso investir em materiais que se adaptem com as altas temperaturas, além de optar por roupas mais claras.
De acordo com o consultor de estilo e proprietário da Alfaiataria PersonaLuiz Aziz Neto, os tecidos composto de fibra natural, linho, seda, algodão ou lã fria, são mais indicados para o calor. Já os tecidos sintéticos devem ser evitados.
Para os que vestem costume todos os dias, como os advogados, por exemplo, a dica é apostar em tecidos mais leves, utilizando sempre de fibras naturais tais como a lã fria, o linho ou até mesmo as duas fibras misturadas.
Mas para manter a sensação de frescor não basta só acertar na escolha do terno, é preciso investir em uma camisa de algodão ou linho.
As cores também influenciam. A melhor pedida para usar um terno de verão sob o sol escaldante é usá-lo em cores claras. “A luz solar vem branca, mas na verdade é composta de sete cores diferentes: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Um objeto é verde porque absorve todas as outras, menos o verde, que devolve ao ambiente. O branco não absorve nenhuma, reflete todas. E o preto? Bom, o preto absorve todas, e não devolve nenhuma. Por isso se diz que o preto é ausência de cor. E por isso, esquenta mais, porque cada um dos raios traz uma certa quantidade de calor. Soma- se todos eles e dá um calorão! Quanto mais claro for seu costume, menos calor ele absorverá sob o luz do dia”, explica Luiz Aziz Neto.
Os trajes masculinos do verão vão contar com cores claras, como cinza, de tonalidade média à clara, e o bege.
Mas caso a profissão exija um terno escuro, prefira tons de azul marinho ou cinza mediano e evite tons escuros que se confundem com o preto.
Para esclarecer as dúvidas de como se vestir corretamente em um ambiente corporativo, o consultor de estilo Luiz Aziz Neto presta o serviço de consultoria empresarial. Totalmente personalizado, o atendimento leva os profissionais da Alfaiataria Persona até o cliente, para instruir os profissionais da empresa com o que pode e o que não pode dentro de cada organização.
A consultoria de moda pode ser realizada tanto para um grupo de funcionários, como também, pode ser feita apenas para uma única pessoa.
Além disso, a Alfaiataria Persona oferece diversas opções de trajes masculinos, além de oferecer serviços sob medida de ternos, costumes, smokings, elaborados com tecidos finíssimos e de alto padrão, tais como Ermenegildo Zegna, Reda, Loro Piana, entre outras marcas.
Localizada em uma região conceituada da cidade de São Paulo, a Persona oferece um ambiente agradável e atendimento diferenciado a todos os seus clientes. Dirigida por Aziz, o estabelecimento tem o foco no homem que não abre mão da sofisticação e dos serviços exclusivos aliados à precisão e comodidade do mundo moderno.