domingo, 12 de dezembro de 2010

Na capital do jeans, desemprego zero

Cleisse, Cosme, Amara, Wedja, Daniel, Jae Ho Lee, Natália, Priscila, Eriky, Paulo, Niedja são novos moradores de Toritama, no agreste setentrional, a 173 quilômetros do Recife. Atraídos pelo mercado de trabalho local, eles são microempresários, vendedores e prestadores de serviços que engrossam o contingente de pessoas responsáveis por um dado constatado na última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): município com menor território do Estado - 34,6 metros quadrados -, Toritama teve o maior aumento populacional no período de 2000 a 2010.

De 21.800 habitantes, em 2000, pulou para 35.631, em 2010 - um aumento de 63,4%.

O pleno emprego explica a migração de mão de obra de outros municípios de Pernambuco e de outros Estados brasileiros para a cidade batizada de 'capital do jeans'. Responsável por 16% da produção de jeans do País, Toritama possui, de acordo com a prefeitura, 2.500 fábricas de confecção - a maioria doméstica - que geram 25 mil empregos diretos e produzem cerca de 60 milhões de peças em jeans por ano.

 
O Produto Interno Bruto (PIB) não é expressivo em termos absolutos (R$122,9 milhões em 2007), mas de 1999 a 2007 foi o município do agreste que mais subiu no ranking estadual - escalou 25 posições, saindo do 79.º lugar em 1999 para o 54.º em 2007.

O município é fonte de emprego em um raio de até 150 quilômetros, o que também o faz ter uma população flutuante - formada por pessoas que diariamente se deslocam de municípios vizinhos para trabalhar em Toritama - pelo menos duas vezes maior que sua população fixa, segundo estimativa do secretário municipal de Indústria e Comércio, Niéliton Martins.

'O desemprego aqui é zero', assegura o prefeito Flávio de Souza Lima (DEM), entusiasmado com o início da concretização de um de seus sonhos, o projeto Rua do Jeans, que engloba a construção de três ruas cobertas no entorno do Parque das Feiras. Situado à margem da BR-104, o parque abriga cerca de 700 boxes e lojas e funciona como uma vitrine do que é fabricado e comercializado no município.

O prefeito se inspirou em projeto que viu e aprovou em Santo André, São Paulo, e prevê que em abril do próximo ano, sua cidade já contará com um espaço com mais requinte e conforto.

O crescimento físico de Toritama tem ocorrido em função da rápida expansão dos negócios, mas sem maior planejamento urbano. A obra está sendo realizada com recursos próprios.

A duplicação da BR-104, em andamento, no trecho de 40 quilômetros que liga Caruaru - polo regional - a Toritama, vai facilitar o acesso e abre ainda mais as perspectivas de futuro. Na visão do prefeito, o município é caracterizado pelo espírito empreendedor do seu povo.

Sustentabilidade

Ainda marcadA pela informalidade, Toritama tem buscado se preparar para atender às exigências de qualidade e sustentabilidade do mercado. O secretário de Indústria e Comércio lembra que, até cinco anos atrás, a cor do Rio Capibaribe, que margeia a cidade, mudava de acordo com a tendência da moda. As lavanderias- na época, cerca de 100 - jogavam a água usada para beneficiamento do jeans diretamente nos rios. Cada calça de jeans utiliza entre 70 a 90 litros de água. Em uma região semiárida, a poluição se tornava ainda mais escandalosa.

Hoje, são 56 lavanderias, todas formalizadas, que reciclam 60% da água utilizada - toda adquirida em carros pipas - e a tratam antes de lançá-la ao Capibaribe. Quatro vezes no ano, é feita análise de amostra da água do rio, sob a supervisão da companhia de controle do meio ambiente estadual (CPRH).

'Todos saíram ganhando', diz Niéliton Martins, ele próprio dono de uma confecção e de uma lavanderia e incluído, assim como o prefeito, nos 93% da população economicamente ativa de Toritama envolvida com confecção.

Novos moradores

A presença, mesmo que discreta, de coreanos em Toritama é tida como indício do poder de atração da sua economia. Eles chamaram a atenção da população ao abrir lojas de aviamento e de 'strass' no centro da cidade. Eriky Jang, 37 anos, disse ter vindo de São Paulo com os pais depois que um amigo lhe deu a dica do município pernambucano. Jae Ho Lee, 64 anos, que trabalha há dois anos com o mesmo produto na cidade, queixou-se da concorrência de brasileiros e coreanos, que vendem produtos similares e provocaram redução no seu lucro. 'Ano passado foi bom, este ano caiu', reclamou.

Luiz Carlos da Silva, 47 anos, era cortador de cana em Porto Calvo (AL). Desempregado, há um ano mudou-se para Toritama com a mulher e dois dos filhos. O primeiro emprego na cidade foi como costureiro de uma fabriqueta de jeans. Atualmente, é porteiro da lavanderia Nova Aliança. 'Aqui só não trabalha se não quiser.'

Cleisse Almeida mudou-se há seis anos da cidade de Olinda, vizinha ao Recife, acompanhando o marido pedreiro. Já trabalhou em padaria, mercadinho e hoje é vendedora de uma loja de confecção. Está satisfeita.

Já as irmãs Rosângela e Rose Maria do Nascimento e Natália Alves de Araújo fazem parte da população flutuante de Toritama. Diariamente, as duas primeiras viajam de Santa Maria do Cambucá, onde moram, para trabalhar na capital do jeans. Natália vem de Vertentes.

Os empreendedores investem e arriscam. Os trabalhadores informais ganham por produção. Grande parte dos contratados recebe em torno do salário mínimo. De acordo com o Sebrae, a média salarial da cidade é de R$ 700. Em contrapartida, a classe média de Toritama põe os filhos para estudar em Caruaru, a cerca de 40 quilômetros, onde há melhores colégios e faculdade. Toritama possui 16 escolas e somente um hospital municipal. Com infraestrutura precária, não tem saneamento básico.


FONTE: http://estadao.br.msn.com/economia/artigo.aspx?cp-documentid=26713302

As dificuldades do PCP (Planejamento e controle de produção)

Uma das maiores dificuldades para o desempenho da função PCP refere-se a relacionamentos. Por administrar informações de diversas áreas, o PCP está em constante processo de negociação com os diferentes agentes dentro do processo produtivo. O PCP é o representante da área de vendas dentro da fábrica, é ele quem sabe das prioridades e prazos de entrega dos produtos aos clientes e faz a programação de modo que atenda a esse objetivo. No entanto, os interesses são antagônicos, enquanto a Produção quer uma programação estável e antecipada de grandes lotes, Vendas quer maior flexibilidade e diversidade para atender as constantes mudanças no mercado. Como manter níveis de produção estáveis se a demanda é totalmente instável? Talvez algum dia alguém queira responder a essa questão, ainda mais quando se trata de administrar recursos escassos. O PCP precisa ponderar esses diferentes interesses fazendo com que a produção atenda ao planejamento, otimizando ao máximo os recursos sem deixar de atender ao cliente, no caso, o departamento de Vendas.

Outra grande dificuldade do PCP refere-se ao planejamento de matéria-prima, a falta de algum material para a produção pode acarretar inúmeros problemas e inviabilizar o plano de produção e de vendas. Os diferentes materiais, nas diferentes quantidades, em prazos diferentes, com diferentes fornecedores e com uma demanda instável é um desafio para o PCP, sem contar que é preciso manter os estoques nos níveis mais baixos possíveis e preocupar-se em não imobilizar demasiadamente os recursos financeiros.

 

Fonte:administradores.com.br



sábado, 11 de dezembro de 2010

Conheça os 10 perfis de liderança mais comuns

Especialistas em recursos humanos e gestão pessoal falam quais são os tipos de líderes existentes e explicam cada um deles. Veja em qual perfil você se encaixa!

No ambiente corporativo é possível encontrar diversos estilos de liderança nas equipes. Existem aqueles mais liberais, outros autoritários, alguns gostam de construir laços mais próximos com seus comando, e existem aqueles que apenas delegam funções.

Essas diferenças ocorrem pelas variadas personalidades, níveis de formação e estilos de cada um. Não é possível apontar qual é o melhor estilo para liderar uma equipe. Dependendo das tarefas realizadas, da necessidade atual da organização e o ritmo de serviço, um estilo de liderança pode se encaixar melhor do que outro.

Há casos, por exemplo, que o líder "estilo mandão" é necessário para tirar empresas de crises e solucionar problemas. Já em outras situações, o líder "democrático" pode ser ideal para alavancar resultados.

Mais de um estilo

Às vezes, o mesmo líder deve também saber adaptar seu estilo de comando dependendo da situação no trabalho. "Por exemplo, se a casa está pegando fogo e o líder for fazer uma eleição para ver se evacua ou não a sala porque entende que a liderança ideal é a democrática, ele será ineficaz em uma situação como esta. Nessa situação, o adequado é usar o estilo autoritário, ou seja, ter comando firme", destaca o professor e palestrante em liderança, Jamil Albuquerque, autor do livro "A arte de lidar com pessoas" . Para ele, a liderança emerge da situação. "Como um artesão que domina um grande número de ferramentas, o líder deve também dominar ao máximo seus estilos de liderança".

Paulo Queija, consultor e diretor da MQS Treinamento e Consultoria Empresarial, também destaca que é importante saber dosar as ações e o momento de utilizar cada modelo de liderança. Isso pode variar de acordo com a complexidade da situação, a maturidade da equipe e a urgência da solução. "Normalmente, utilizar somente um estilo de liderança gera problemas. Temos pessoas e equipes diferentes com o passar do tempo e, por isso, é preciso ter flexibilidade de atuação para obter o melhor resultado, lembrando sempre da maturidade de cada um".

Mas você sabe dizer exatamente como é o seu estilo de liderança? Sabe adaptar esse estilo para liderar uma equipe da melhor forma possível em diferentes situações?

Com a ajuda de especialistas em recursos humanos e gestão pessoal, o Portal Administradores elencou os dez tipos de liderança mais comuns e quais são seus pontos fortes e fracos no comando de uma equipe. Descubra qual é o seu estilo principal de liderança e quando se deve adaptar novos estilos para melhorar o desempenho da sua equipe.

■Coercitivo - É um tipo muito comum nas empresas. Comanda amedrontando as pessoas. Estilo mandão, do tipo "faça como eu mando". É movido por resultados, tem habilidades para lidar com colaboradores problemáticos. Ponto fraco: muito voltado a dar feedbacks negativos.

■Democrático - Consegue cooperação da equipe, confia na mesma e é muito comunicativo. Cria consenso por meio da participação do grupo. Esse estilo considera que os membros da equipe tem uma certa maturidade e conhecimento para poder participar. Ponto fraco: às vezes é indeciso.

■Autoritário - Comanda com firmeza, provoca mudanças na equipe, está à frente, mobiliza as pessoas para um ideal. É do tipo que motiva as pessoas a fazerem algo juntamente com ele. Ponto Fraco: Muito critico com quem não apresenta resultados.

■Marcador de ritmo - É de alto desempenho, do tipo que lidera pelo exemplo, voltado a resultados rápidos. No entanto, o resultado geral pode ser negativo, nem sempre as pessoas estão no mesmo patamar de energia. Ponto fraco: muito impaciente com pessoas de ritmo mais lento, costuma sofrer muito por esta razão.

■Paternal - constrói laços fraternais, coloca a necessidade das pessoas em primeiro lugar, e é capaz de construir uma equipe voltada aos relacionamentos. É muito bom em resolver conflitos internos. Ponto fraco: cria pessoas dependentes emocionalmente. Tem dificuldade de dar feedback negativo.

■Treinador - Costuma desenvolver muito bem as pessoas, líder de muita ação, tipo: "tente de novo", "você pode", capaz de identificar pontos fortes e fracos com extrema rapidez. Ponto fraco: Geralmente alega falta de tempo e acredita que tudo se resolva numa sala de treinamento. Muitas vezes é preciso olhar nos olhos num dialogo verdadeiro e definitivo.

■Centralizador - As decisões são normalmente tomadas pelo líder. Este estilo pode ser utilizado em momentos de urgência e principalmente quando os profissionais envolvidos possuem baixa maturidade para caminhar sozinhos, ou seja, estão em processo de capacitação para tal. Ponto Fraco: A falta de delegação nas atividades pode desestimular a equipe e causar queda no rendimento final da tarefa.

■Liberal - O líder delega poderes para um ou mais membros da equipe e fica a disposição para o que for necessário. O nível de maturidade e conhecimento das tarefas pelos profissionais da equipe, nesse caso, precisa ser bem alto para que possam desenvolver um bom trabalho. Este tipo de liderança pode funcionar bem quando os seguidores são pessoas instruídas e maduras. Ponto Fraco: Caso não aja um acompanhamento constante do líder na orientação e monitoramento das atividades, a equipe pode ficar completamente perdida e o projeto final completamente comprometido.

■Inspirador - Serve de exemplo para os empregados. Raramente precisa dar ordem, cada um sabe o que fazer e aonde ir. Encaixa perfeitamente em equipes muito motivadas. Ponto Fraco: Estes profissionais possuem necessidade de status, por isso, em alguns casos, acha que o seu caminho traçado é o melhor e perde a oportunidade de ouvir seus comandados. Pode ter problemas com profissionais mais experientes ou talentos jovens de personalidade forte.

■Visionário – Cria projetos em longo prazo construtivos e atraentes para a organização. Para ele, o futuro é que dá sentido à ação do presente. Liderança capaz de reconhecer talentos com facilidade. Ponto Fraco: Pode ter problemas na realização de tarefas em curto prazo e de manter a motivação constante em sua equipe.

Todos os estilos apresentados possuem prós e contras e saber utilizá-los apropriadamente no trabalho é o grande desafio dos profissionais.

Além disso, o professor Jamil Albuquerque destaca que independente de qual seja o estilo de cada um, existem características comuns que todo o líder deve possuir. "Um líder deve ser estudioso, empreendedor, ensinável, e ter uma confiança acima da média. Além disso, deve delegar bem para que cada membro da equipe realize com qualidade suas tarefas, ou seja, embora o colaborador não entenda sempre o que o líder fala, ele deve entender muito bem tudo o que faz".

Quanto mais completo o líder, maior será sua capacidade de reconhecer a forma mais produtiva de lidar com determinada situação, de assumir a postura adequada para fazer as coisas acontecerem.

Fonte:administradores.com.br













Cia de Marcas investe em 2011 mais R$ 40 milhões

Há oito meses associada à InBrands, holding de moda do fundo PCP, a Richards vive sua maior expansão desde que foi fundada, em 1974. Os investimentos quadruplicaram neste ano e vão se manter no patamar de R$ 40 milhões em 2011. Com o vento soprando a favor, a Cia de Marcas, dona da Richards, da Salinas e da Bintang, prevê chegar em 2015 com um faturamento na casa do R$ 1 bilhão.

"Estou muito entusiasmado em trabalhar com a InBrands. É uma turma jovem, bem preparada. Eles são capitalizados e têm um ritmo acelerado. Isso me deu uma renovada", disse Ricardo Ferreira, fundador da Richards e membro do conselho de administração da InBrands. "Com a associação, nossa expansão está acontecendo mais rápido", observou Ferreira.

Ele e seus outros seis sócios trocaram ações de suas três grifes com a InBrands. Esta é dona das grifes Ellus, Isabela Capeto e Herchcovitch;Alexandre, e da Luminosidade, organizadora de desfiles de moda como São Paulo Fashion Week e Fashion Rio.

Questionado sobre o choque de cultura entre estilistas e banqueiros, Ferreira conta que há dez anos vivenciou esse dilema com seu sócio engenheiro, Frederico Luz, e que agora está mais preparado. "Em 2000, nós dois fomos fazer um MBA no Ibmec com vários executivos. Foi bom porque aprendemos que precisamos trabalhar com perspectiva de lucro e que a criação muitas vezes é um componente incerto, mas importante na área da moda", afirmou o fundador da Richards.

Richards, Salinas e Bintang estão recebendo investimento anual de R$ 40 milhões para abertura e reforma de lojas. Somente neste ano, foram inauguradas e reformadas 12 lojas da Richards e 10 da Salinas. "Nossa média histórica é de três a quatro unidades por ano. Para 2010 e 2011, o investimento previsto é de R$ 80 milhões", enumera Carlos André de Laurentis, diretor-geral da Cia de Marcas.

Hoje, a Richards conta com 45 lojas próprias e 25 franquias. A Salinas tem 30 unidades, sendo a maior parte franquia. "Nossa estratégia para a Richards é abrir lojas próprias. Na Salinas, vamos mesclar, mas vamos dar mais prioridade para unidades próprias", diz Laurentis.

Com a abertura dos novos pontos de venda, a Cia das Marcas deve encerrar o ano com uma receita de R$ 300 milhões, sendo que R$ 240 milhões vêm da Richards. Nos próximos cinco anos, a previsão é que a Cia de Marcas atinja um faturamento de R$ 1 bilhão. O carro-chefe continuará sendo a Richards, representando R$ 700 milhões da receita total do grupo. Com a Cia de Marcas, o faturamento da InBrands deve ser de R$ 540 milhões neste ano.

Entre os projetos vislumbrados por Ferreira está a abertura de lojas da Richards na América Latina e o aumento das exportações da Salinas, que faz moda praia, a partir de 2012. "Antes desses projetos, precisamos aumentar nossa demanda interna e conseguir importar tecidos e outros materiais em grandes quantidades para ter escala e oferecer um custo acessível", disse Ferreira. Ele explica que hoje não há variedade maior de produtos porque o custo dos tecidos diferenciados no Brasil é elevado e não há escala suficiente para importar.

Com a Cia de Marcas, o faturamento da InBrands dobrou para R$ 540 milhões neste ano.


Fonte:valoronline.com.br







quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O fim da hierarquia?

Muitos empreendedores acreditam que, para o bom andamento do negócio, é preciso ter uma gestão altamente baseada na disciplina. Sendo assim, eles adotam uma estrutura engessada dentro do grupo e esperam que o colaborador desempenhe suas funções com maior eficiência. Porém, o que se percebe na prática é que esse modelo de gestão convencional está obsoleto, embora infelizmente ainda seja predominante na maioria das empresas brasileiras. O excesso de burocracia dentro das companhias limita a criatividade dos funcionários, além de desmotivá-los. Por outro lado, uma gestão inovadora pode aumentar consideravelmente a vantagem competitiva do negócio e fazê-lo prosperar.

Segundo o professor inglês Gary Hamel, um dos mais renomados especialistas do mundo em gestão, o comportamento das pessoas sofreu mudanças significativas desde o surgimento da internet. Elas estão 24 horas conectadas e recebem informações de toda parte do mundo, e isso tem refletido na maneira com que trabalham e nas expectativas que nutrem em relação a cargos e funções. Foi-se o tempo em que o funcionário dava-se por satisfeito ao receber ordens, agir como robô e ter um bom salário no final do mês. Agora, ele quer se sentir responsável pelo que faz e ser empreendedor dentro da corporação.

O modelo de gestão conservador faz com que pessoas arrojadas se adaptem a uma serie de condições e regras, mas, para isso, quantidades imensas de imaginação e iniciativas humanas são desperdiçadas. Algumas organizações mais antenadas já revolucionaram a maneira como lidam com os colaboradores. No Google, por exemplo, os projetos são desenvolvidos por equipes pequenas de, no máximo, sete pessoas. Assim ocorre maior interação entre os membros do grupo e eles se sentem mais envolvidos nos projetos. Toda semana, os funcionários escrevem na intranet o que estão fazendo para que os outros deem sugestões. O processo é criativo e transparente.

A WL Gore & Associates, gigante americana do setor de tecidos, foi além e aboliu a hierarquia. Lá não existem diretores, superintendentes e gerentes, mas líderes que são eleitos pelos próprios funcionários. Estes também decidem em quais projetos aplicar recursos e não são obrigados a comparecer a palestras e reuniões. Uma reunião é considerada bem- sucedida pelo numero de presentes. No final do ano, os lideres não apenas avaliam como são avaliados por todos os colaboradores. O trabalho em equipe é bastante valorizado, e os colegas também avaliam uns aos outros.

Ao analisar o modelo da Gore, o que se percebe é que a falta de hierarquia, quando bem fundamentada, não faz com que os funcionários tenham um desempenho pior, já que eles estão de fato comprometidos com os princípios da empresa. A Gore fatura US$ 3 bilhões anuais e tem 8 mil funcionários e clientes de peso como Nike e Procter&Gamble.

Exemplos como o Google e a Gore mostram que, para prosperar em um mundo constantemente inovador, vale a pena testar novos recursos gerenciais. Se as empresas quiserem durar em um mercado cada vez mais competitivo, será essencial aprender a inspirar seus funcionários para que deem o melhor de si todos os dias.

E você, caro leitor, acha que a hierarquia deve ser abolida dentro das empresas? Que medidas implementa para incentivar funcionários? Dê a sua opinião


Fonte:papodeempreendedor.com.br

Liderança Questionada

“Lidere, siga ou saia do caminho.” (Ted Turner)

A cada dois anos, o mês de outubro é marcado em nosso país pela ocorrência de eleições. Já dentro dos muros das empresas, as eleições não têm data agendada. Elas acontecem constantemente, em campanhas não declaradas de candidatos a cargos hierarquicamente mais elevados. Chefes que querem se tornar supervisores, que desejam assumir gerências, que sonham com diretorias, que pensam estar preparados para a presidência da companhia. Acredite, seu cargo pode, neste momento, estar sendo alvejado por terceiros, provenientes do seio da empresa ou de fora dela.

Afinal, toda liderança é situacional e transitória.
É da natureza humana postular sempre o “mais”. Se você tem um carro popular, trabalha para adquirir um mais completo. Se reside em um imóvel alugado, quer comprar sua casa própria. Se ocupa um cargo operacional, tenciona uma posição estratégica e de maior remuneração.

Analogamente, as empresas esperam maior participação de mercado (market share), maior reputação de marca (share of mind), maior lucratividade e rentabilidade (Ebitda). Assim, para potencializar os resultados, acredita-se que o caminho ideal seja promover mudanças.

Neste caso, invariavelmente o atalho é trocar a liderança.

Uma pesquisa sobre os motivos das demissões, realizada em maio de 2000 pela H2R e Right Management, a pedido da revista Você S/A, apontou que 61% dos profissionais acreditavam que poderiam perder seus empregos por problemas de atualização, conhecimento e habilidade técnica ou por falta de experiência. Entretanto, 87% das organizações declararam, naquela ocasião, demitir profissionais por causa de suas atitudes, temperamento, falta de garra ou por problemas de relacionamento interpessoal.

Em junho de 2007 pesquisa similar voltou a ser realizada. Desta vez, apenas 32% das organizações informaram demitir profissionais devido às suas atitudes; porém, 29% apontaram como principal motivo os resultados gerenciais não alcançados. De fato, o nome do jogo é “fazer acontecer”.

Quando um time de futebol não vai bem, o técnico é demitido e não todo o elenco. Se em uma sala de aula o rendimento da maioria dos alunos em uma disciplina é insatisfatório, o professor é modificado. Quando cai o número de fiéis em uma igreja, o pastor é substituído. Se a empresa não atinge suas metas, são os líderes que pagam o pato!

A esta altura, você deve estar se questionando sobre o que deve ser feito para defender sua posição. A resposta está em reinventar-se. Seu maior risco é a acomodação. Acreditar que o bom é suficiente onde o ótimo é esperado. Contentar-se com o azul da última linha do balanço, quando a expectativa era cravar indicadores com dois dígitos.

O segredo do sucesso está em demonstrar real interesse pelas pessoas, descobrindo o valor e potencial individual de cada membro de sua equipe, inspirando-os e despertando-lhes a vontade de fazer, e não de cumprir ordens.

Abraham Shashamovitz, ex-vice presidente da Nextel, dizia que para gerenciar uma organização você utiliza os músculos e a razão, mas para liderar de verdade deve usar também o coração.

O mais difícil não é alcançar a liderança. É permanecer no topo. O alto da montanha é de acesso restrito, normalmente de trajeto íngreme, repleto de armadilhas e emboscadas. Mas lembre-se: nunca há lugar para sentar!

Autor: Tom Coelho é educador, conferencista e

escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas –

Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela

Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.

Fonte:ogerente.com.br







Escolha certa da roupa íntima é fundamental para garantir o conforto durante a malhação

O que não falta no mundo da moda fitness são opções para se vestir na hora de malhar.

Tudo tem que ser muito confortável, nada de calcinhas ou tops apertados. Também nem pense em algo muito folgado. As peças precisam ser firmes para dar a sustentação necessária, principalmente na parte de cima, mas não podem deixar marcas na pele ou causar incômodo.

O mastologista Roberto Vieira explica que o uso da lingerie errada pode provocar dor nos seios por causa da falta de sustentação.

— As mamas precisam estar bem amparadas para não sofrer com o impacto dos exercícios. De preferência, os tops devem ser de algodão, para facilitar a liberação do suor, e sem armações ou bojos — aconselha o médico.

 
Ele lembra que um top firme induz a mulher a ficar na postura certa.

— Sem a roupa ideal, ela pode acabar tendo problemas de coluna, pois terá uma postura inadequada devido à falta de equilíbrio do corpo.

A dermatologista Adriana Rabelo Isaac reforça a necessidade de o tecido deixar a pele respirar.

— Se o suor fica acumulado e a umidade permanece no corpo por muito tempo, a chance de a mulher ter uma dermatite é muito grande, principalmente nas áreas de dobra, como a virilha — relata Adriana.

A dermatologista ressalta a importância de trocar a roupa logo depois de terminado o exercício.

Nos casos de roupa inadequada, um dos problemas mais comuns é a dermatite de dobra, que causa descamação e vermelhidão da virilha. Outras doenças decorrentes do uso de uma calcinha inapropriada são a candidíase na virilha e o intertrigo, micose que causa a descamação da pele.

Pensando nas mulheres que gostam de malhar, algumas marcas de lingerie já lançaram linhas especiais para esse público. São modelos e tecidos que tentam atender às necessidades das frequentadoras de academia sem deixar de lado a moda. A maioria dos tops dessas linhas é minuciosamente desenhado para dar firmeza nos pontos certos.

1. Evite tecidos antitranspirantes. Procure usar peças de algodão, pois elas permitem que o suor evapore e não fique em contato com a pele. Os tecidos dry-fit também são recomendados, já que facilitam a evaporação do suor.

2. Calcinhas devem ser sempre de algodão por estarem em contato com uma parte muito sensível do corpo.

3. As peças sem costura são uma boa opção. Além de não apertar, não marcam na roupa.

4. Nunca use sutiã para praticar exercícios físicos, pois eles não foram feitos com essa finalidade e não garantem sustentação adequada para resistir ao impacto. Armações e bojos não são recomendados. Eles podem causar ferimentos durante as atividades.

5. Os tops devem dar firmeza e não apertar em excesso. Alças mais largas dão melhor sustentação. O modelo nadador e as tiras cruzadas nas costas costumam ser mais confortáveis e deixam a mulher mais livre para fazer os exercícios.


FONTE: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,0,3130028,Escolha-..

O que levar? O que usar?

A roupa que a gente escolhe para ir aos parque, bem como os sapatos, são super importantes. Isso porque um sapato apertado pode arruinar seu dia. O mesmo acontece com uma roupa pesadona (tipo jeans) que molhe e não seque nunca mais ou que incomode, afinal você passará o dia todo (e às vezes emendando à noite) com a mesma roupa. Então escolha roupas leves e de preferência de tecidos naturais (algodão, malha, linho) que além de serem frescas tem a facilidade de secar rápido. Shorts, regatas, blusinhas leves, vestidos são ótimas escolhas no verão.

Todos os parques são bemmm grandes e as atrações bem diversificadas, porém é fato que em todos eles tem pelo menos uma atração que você irá se molhar, o que no verão é um ponto positivo pois faz a gente se refrescar.

Para as crianças o ideal é ir de roupa de praia por baixo: sunga ou maiô porque em quase todos os parques tem “fontes”no chão onde eles podem brincar na água – e eles adoram! Para os meninos shorts de tac-tel são ótimos. Outra dica é sempre levar uma troca de roupa e uma toalha para eventualidades como pancadas de chuva, derramamento de coca cola em você e outros possíveis acidentes.

Para as mocinhas (nóssss) o ideal é escolher uma roupa que não seja transparente e que te deixe a vontade mesmo molhada, usar camisetes com estampas em vez de sutiã, parte de cima de biquini ou 2 regatas te deixa a vontade para curtir atrações molhadas sem ter que ficar preocupada .

Dois acessórios indispensáveis são: óculos escuros e chapéu (ou boné). O sol é mega forte então vale a proteção. Para quem tem problemas com mudanças bruscas de temperatura (eu!) vale levar uma cardigan fininho ou pashmina para brinquedos in door onde o ar condicionado é em média 10 graus.

A bolsa ideal é a mochila que cabe bastante coisa e fica em você ou no carrinho, não correndo o risco de perder as coisas. Lembre-se de levar água, filtro solar, máquina fotográfica (com pilha e bateria carregada),lip balm, lencinho umedecido e pente (para quando sair encharcada dos brinquedos rs).

Sapatos TEM QUE SER confortáveis, isso significa que cada um sabe o que é confortável para si, pode ser tênis, crocs, sandálias, havaianas, botas cowboy, enfim um calçado que fará você terminar o dia cansanda mas não com bolhas nos pés, nem com dores na coluna, etc. Não adianta estar arrumada e um caco afinal você terá muitos parques e outlets pela frente.

( no meu caso como ando muito de saltos não consigo usar flats por serem muito retas e nem tênis por serem quentes minhas opções foram bota cowboy e sandália com mini salto embutido, jás as da Jane foi Melissa e Tênis).

Acessórios são ótimos para dar um toque a mais nas produções (cinto e pulseiras foram as minhas opções).

Não invente de usar roupas novas, tênis novos, ( o que é tentador uma vez que a gente adquire muitas coisas) MAS a probabilidade desta roupa/sapato te incomodar é grande uma vez que você não está intíma desta peça. No parque é melhor usar peças que você já conhece e se reconhece nelas.

Agora é só treinar o carão para a pose nas fotos!

FONTE: http://blogs.band.com.br/esmaltenope/2010/12/07/o-que-levar-o-que-u...

Nike libera software para calcular impacto ambiental da roupa

O uso da ferramenta é gratuito, com o aplicativo ficando disponível dentro do site internacional da marca, e baseado no Considered Design Index

A Nike, que na década passada teve a imagem arranhada por práticas que iam na contramão da responsabilidade corporativa nas áreas ambiental e social, anunciou ontem, 01, que vai liberar uma ferramenta de software que tem dado suporte à empresa no desenvolvimento de produtos inovadores, no sentido de reduzir o impacto ambiental das roupas que criam. A Nike Environmental Design Tool pode ser usada diretamente a partir do site internacional da marca.

O uso do aplicativo é livre. Funciona como uma planilha, com resultados em tempo real. O usuário vai preenchendo os campos, como o público a que se destina a roupa (homem, mulher, criança); seleciona o tipo de tecido a ser empregado entre 21 opções, o percentual de material reciclado ou orgânico na composição do artigo; tipo de acabamento; a quantidade de peças a serem fabricadas; em seguida, indica o tipo de beneficiamento a que peça será submetida.

O sistema calcula os pontos das duas sessões em termos do impacto ambiental de acordo com o Considered Design Index, desenvolvido pela Nike ao longo dos últimos sete anos. A ferramenta mostra na tela os tipos de acabamento e a quantidade de pontos acumulados de acordo com eles. Diante da pontuação – quanto mais alta, pior – o usuário pode testar variações e ver a diferença.

“Nos últimos quatro anos, essa ferramenta provou ser inestimável na Nike e nos ajudou a criar produtos com um padrão mais alto de sustentabilidade”, afirmou em comunicado Hannah Jones, vice-presidente de inovação e negócios sustentáveis da Nike. De acordo com a empresa, os uniformes para as seleções da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, foram concebidos a partir desse sistema. Feitos com poliéster 100% reciclado, a escolha de material removeu treze milhões de garrafas plásticas de aterros sanitários, garante o comunicado.

No ano que vem, a Nike planeja lançar versões da ferramenta para design de calçados, para avaliação de material e avaliação de consumo de água.

Fonte:gbljeans.com.br



















Coteminas planeja nova rede de varejo

A Springs Global, grupo têxtil que controla a Coteminas e a rede varejista MMartan no segmento de cama, mesa e banho, quer avançar sua atuação até o consumidor final, dentro de uma estratégia de integrar cada vez mais a atividade industrial ao varejo. Ontem, o presidente da companhia, Josué Gomes da Silva, informou que o próximo passo nesse caminho é a criação de uma nova bandeira, a Casa Moysés, em 2011. Hoje, a Casa Moysés, é apenas um "cantinho" dentro da rede MMartan.

O empresário, que falou durante conferência com analistas de mercado, não revelou montante de investimento para a operação. Segundo ele, trata-se de uma projeto importante que tem potencial para abranger de 50 a 100 lojas. "A rede Casa Moysés será voltada para um público consumidor A1 e AA, com elevado poder de consumo", afirmou.

Gomes informou que a bandeira Casa Moysés vai concorrer com redes sofisticadas como Trousseau e Paola da Vinci. "Seu padrão será acima do de Le Lis Blanc, enquanto o da MMartan fica logo abaixo". Como vantagem, destacou, a nova rede trará três marcas que são comercializadas pela Springs Global nos Estados Unidos: uma delas é a Court of Versailles.

"Temos condições únicas de fazer isso, pois contamos na subsidiária americana com portfólio de marcas, design e escala".

O presidente da Springs destacou que a nova bandeira sai da sombra da MMartan, adquirida em maio do ano passado, num momento em que a rede-mãe também está em ampla expansão. "A MMartan tem potencial para alcançar 250 lojas no futuro", informou. Na época da aquisição, tinha 71 lojas: no fim de setembro fechou com 121 e a previsão é encerrar o ano com 139. Para o próximo ano está prevista a abertura de mais 37 lojas.

Segundo Gomes, a MMartan fatura o correspondente a R$ 400 milhões. "É uma rede com margem operacional [lajida sobre receita líquida] de 18% a 19%, muito boa para o negócio têxtil". A criação da Casa Moysés destacou, é apenas um primeiro passo para transformar a MMartan em uma grande cadeia de varejo.

"Vamos buscar outras bandeiras, em outras categorias de consumidor. Temos marcas, design, produção e capital", afirmou Gomes. Segundo ele, a integração indústria e varejo traz rentabilidade maior, além de outras vantagens às companhias têxteis.

Criada em 1930, a Casa Moysés tinha 12 lojas quando passou ao controle da MMartan, em 2003. Foram comprados os pontos de venda e a marca, que compunham a massa falida da antiga grife de cama, mesa e banho, que foi à falência. Mas a MMartan utilizou o nome apenas em uma linha de produtos. A marca chegou a ter uma rede expressiva de pontos de venda, inclusive com loja no Shopping Iguatemi, em São Paulo.

O retorno ao varejo, na opinião do consultor Eugênio Foganholo, tem tudo para ser bem sucedido. "Todo o varejo têxtil está partindo para a segmentação e o mercado de cama, mesa e banho não é diferente", diz o especialista. Hoje, segundo ele, o maior varejista dessa área é a Casas Pernambucanas, que vendem para um público de classe média. "Mas as classes de maior poder aquisitivo não estão atendidas, têm pouquíssimas opções", diz. Uma delas seria a Trousseau, que tem nove pontos de venda.

Mas tudo indica que a ambição da MMartan com a Casa Moysés é maior do que isso.

"O segmento de cama, mesa e banho sempre foi um apêndice, restrito a lojas de departamentos, e, por isso, muito pouco explorado, especialmente pelas grifes", afirma Foganholo. (Com Beth Koike, de São Paulo)

Fonte:economia.ig.com.br

Redes foram compradas pela Springs Global, do vice-presidente da República José Alencar, que quer crescer no varejo doméstico

A MMartan, maior varejista especializada no segmento de cama, mesa e banho no Brasil, vai lançar lojas com a bandeira da sua marca premium  Casa Moysés a partir de 2011. Segundo Josué Gomes da Silva, presidente  da Springs Global e filho do presidente da República José Alencar, que  detém cerca de 70% da marca, a iniciativa vem ao encontro dos vários  lançamentos de shopping centers no Brasil, que necessitam de lojas  exclusivas voltadas para classe.

Josúe Gomes da Silva, presidente da Springs Global e filho do vice-presidente da República José Alencar

A empresa prevê que há espaço para a inauguração de de 50 a 100 lojas no País nos próximos anos com a marca Casa Moysés.

O executivo reconhece que não é fácil criar uma loja de varejo exclusivo, principalmente porque não há economia de escala, ou seja, não é possível produção em massa para custos menores. Mas para o grupo, que detém parcerias e marcas americanas, como a Court of Versailles,  Springsmaid e Wansutta, ficará mais tranquilo oferecer itens com  exclusividade, “pois já dispomos desses produtos nos Estados Unidos”, afirma Silva.

As lojas Casa Moysés ainda não possuem endereços, mas certamente estarão instaladas em shoppings voltados para a classe alta brasileira,  como os shoppings Iguatemi, o Cidade Jardim, em São Paulo, ou o Village  Mall, no Rio de Janeiro.

Assim como a classe C, a classe A brasileira também vem ganhando terreno. Segundo pesquisas, nos últimos anos, mais de 300 mil famílias  entraram para o grupo dos abastados no Brasil, compostos por famílias  com rendas superiores a R$ 20 salários mínimos.

A MMartan conta atualmente com 121 lojas e planeja inaugurar no próximo ano cerca de 40 lojas. “A meta é chegarmos ao número de 250 lojas no País”, disse Silva. Segundo ele, as vendas  domésticas do grupo cresceram 22,5% no terceiro trimestre de 2010 na  comparação com o mesmo período de 2009. A participação de mercado da  MMartan aumentou também cerca de dez pontos percentuais nos últimos três anos.

A Springs Global, união da marca mineira Coteminas e da americana Springs, é dona também das marcas Artex e Santista no Brasil.

Vendas

A receita líquida da Springs Global caiu 3,4% no terceiro trimestre, totalizando R$ 580,1 milhões. O volume comercializado pela fabricante de artigos de mesa, cama e banho foi 10% menor em igual trimestre de 2009, mas o preço médio dos artigos vendidos pela companhia foi 7,2% maior.

Entre janeiro a setembro, as vendas líquidas totalizaram R$ 1,8 bilhão, o que representou uma queda de 4,2% sobre os nove primeiros  meses do ano passado. Em volume, as vendas foram 2,7% menores.

Segundo a empresa, o crescimento nas vendas no Brasil no segmento de "fashion bedding" (roupa de cama de maior valor agregado) não foi  suficiente para compensar a queda da demanda no mercado  norte-americano.



Fonte:valoronline.com.br




quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Linhas Corrente abre novas áreas de negócios

O diretor de vendas e marketing da Coats Corrente, Antônio Carlos Longuini, não encontra uma sala de reuniões livre para a entrevista com o Valor. "Mas é por um bom motivo: algumas salas foram realocadas para receber novas áreas de negócio", diz o executivo que é prata da casa, há 31 anos na empresa. Há mais de 100 anos, a fabricante inglesa de linhas e zíperes ocupa o mesmo espaço no bairro do Ipiranga, na zona sul de São Paulo, mas os últimos tempos têm sido especialmenteagitados.

Pressionada pela concorrência dos importados têxteis chineses - que gera redução das encomendas das confecções locais -, a antiga Linhas Corrente tenta se reinventar. Nos últimos três anos, investiu US$ 150 milhões em tecnologia, marketing e produção. Hoje, é possível encontrar produtos da Coats Corrente em artigos que vão muito além das linhas para costurar ou dos fios para tricotar um cachecol: desde absorventes íntimos internos e suturas usadas por cirurgiões, passando por uniformes de bombeiro e coletes à prova de bala, até linhas que percorrem os cabos de fibra óptica, sua mais nova investida.

"O segmento de especialidades, que reúne os novos usos da linha, ainda representa pouco (10%) na receita da divisão industrial, mas é nesse segmento que está o maior potencial de crescimento da empresa", diz Longuini, que não revela o faturamento. Em especialidades, estão ainda as linhas aplicadas em calçados, móveis, estofados (inclusive automóveis), saquinhos de chás e encadernação de livros.

A grande aposta está nas linhas especiais para altas temperaturas, usadas em uniformes e acessórios não só de bombeiros, como de profissionais que trabalham em redes elétricas e nas indústrias siderúrgica e petrolífera. "Infelizmente devido ao aumento da violência, há também uma demanda crescente pela linha para coletes à prova de bala", diz Longuini, explicando que, nesse produto, é o emaranhado da linha que retém o projétil. A Inbratêxtil, do grupo de segurança Inbra, é um dos clientes dessa linha especial.

Depois de China, Índia e Estados Unidos, o Brasil é o maior mercado da multinacional inglesa Coats, que está presente em 67 países. Mas, com a crise, o Brasil não tende a superar o mercado americano? "Lá a receita é maior porque eles só produzem especialidades, não fabricam linhas ou zíperes, que representam 70% e 20%, respectivamente, das nossas vendas", afirma. No ano passado, a receita global da companhia caiu 14%, chegando a US$ 1,4 bilhão. "Mas este ano vamos retornar ao patamar de US$ 1,6 bilhão", diz. No país, seus principais concorrentes são a Bonfio (em linhas) e a YKK (em zíperes).

Enquanto busca a diversificação em produtos de maior valor agregado, a Coats Corrente procura adotar uma nova postura em relação às confecções. Entre elas, grifes como Ellus, M. Officer, Forum e as fabricantes Hering, Marisol e Malwee. A empresa presta consultoria técnica aos clientes, para aumentar a produtividade em pelo menos 5%, e está presente desde o desenvolvimento de produto, na escolha de cores e materiais adequados para cada tipo de tecido. "Antes, nossa atuação se resumia à área técnica", diz Longuini.

Para fazer parte do mundo fashion, vale até ir às salas de aula. A empresa mantém parceria com algumas das maiores faculdades de moda do país. Em São Paulo, na Santa Marcelina, FAAP e Senac, foi instalada uma Sala Coats, contendo boa parte do portfólio da empresa. Lá, os futuros estilistas têm à disposição linhas, zíperes, entretelas e outros aviamentos para criação. A Coats também foi a patrocinadora da sétima edição do concurso de moda da FAAP e vai bancar a viagem de uma semana a Paris da aluna vencedora, que receberá ainda € 1.000 de prêmio da fabricante. "A partir de 2011, vamos premiar o melhor aluno do curso de graduação de moda da FAAP, que vai conhecer as fábricas e os clientes da Coats na Europa".

Existem duas grandes divisões na Coats Corrente: a industrial e a doméstica, onde estão as tradicionais linhas para tricô, crochê e bordados. Cada uma delas responde por cerca de 50% da receita, mas os passos da divisão industrial seguem mais rápidos. Há cerca de dez anos, a participação da divisão doméstica era de 60%. Isso não significa que a empresa esteja deixando de lado as fieis consumidoras das linhas de Anchor, Camila, Cisne e Esterlina, seus produtos para tricô e crochê. As marcas vêm sendo anunciadas pela apresentadora Ana Maria Braga, no programa Mais Você, da Rede Globo.

"Quando há apresentação de novos produtos nas ações de merchandising, as ligações congestionam o nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor", diz a supervisora de marketing, Izabel Gallina. Sinal que mesmo a despeito de toda a mudança de comportamento das últimas décadas, o sexo feminino continua fazendo jus ao slogan da divisão de produtos domésticos: "Coats Corrente – o ponto forte das mulheres".

 





Fonte:valoronline.com.br







domingo, 5 de dezembro de 2010

Pelo de rato em alta na moda norte-americana

São típicos da América do Sul, mas foram importados para o Luisiana, nos Estados Unidos. São ratos e estão a ser cada vez mais usados na indústria da moda.

O objectivo era usá-los nas confecções norte-americanas, mas a crise económica mundial levou à quebra na procura destes produtos, e os investidores soltaram-nos nas típicas zonas pantanosas do sudeste do país.

Contudo, assim que se apanhou em liberdade, o caxingui multiplicou-se de forma descomunal, tornando-se uma verdadeira praga, noticia a Folha online.

Diversos organismos que actuam na área do ambiente têm agora de pagar a serviços externos para controlarem essa praga que, ironicamente, acabam por ser usados naquilo a que estavam inicialmente destinados.

É que alguns estilistas argumentam que dados os contornos desta situação, as roupas que fabricam são ética e ambientalmente legítimas.

Segundo a modelo Paige Morgan, os animais «não são electrocutados, não são torturados ou criados em gaiolas. Viveram vidas felizes ao natural nos pântanos. Não é o mesmo que criá-los pelas peles».

Quem não está nada de acordo são as associações de defesa dos animais. A PETA, por exemplo, deixa claro que a erradicação dos animais se reveste de crueldade e que pior que isso só mesmo permitir desfiles com roupas em que as suas peles sejam usadas.

 
Fonte:sol.sapo.pt







sábado, 4 de dezembro de 2010

Avaliação de Desempenho! - Uma ferramenta de gestão ou um transtorno?

Quer ver pessoas torcendo o nariz? Simples, diga que este mês haverá avaliação de desempenho!

A questão é muito mais abrangente do que se imagina e do que deve ser.

Vejamos sob o ponto de vista estratégico.

O CEO nos diz: – Temos que produzir a custos mais baixos.

Baixos quanto?

Temos que vender por preços mais altos.
Altos quanto?

Evidentemente que o objetivo é aumentar a rentabilidade, mas onde e quanto?

Caso a empresa aumente o preço e perca volume, o resultado poderá provocar redução na margem de contribuição total, o que fará com que o prejuízo aumente ainda mais.

Já me deparei com a situação inversa também, várias vezes, onde os gestores, na ânsia de conquistar clientes e colocar maior volume de produtos no mercado, reduziram os preços e fabricaram com horas extras, elevando os custos de produção. O esforço, entretanto, não trouxe a contribuição desejada, e ainda prejudicou outras operações.

Qualquer avaliação precisa de um referencial, um padrão. Quando falamos um metro, um quilo, a referência está muito clara.

Quando lhe disserem que você não foi muito bem, a pergunta é muito simples: Bem em relação a que padrão?

Estudando o projeto de um equipamento eletrônico, que fez muito sucesso há alguns anos, destaquei alguns pontos cujos referenciais foram determinantes para o sucesso por terem metas e padrões definidos:

O preço não deveria ser superior a R$ 299,00.

As funções não deveriam exceder a um número determinado;

A simplicidade deveria ser suficiente para dispensar a leitura do manual;

O orçamento para o projeto estava determinado e não poderia ser gasto um centavo a mais;

O fracasso determinava a demissão de toda equipe e o encerramento da empresa;

O prazo para cada fase não poderia ser alterado;

Cada peça tinha sua expectativa orçamentária e não poderia ser alterada para manter o preço de venda estabelecido.

Quanto mais eu lia o projeto mais padrões e metas encontrava.

A pressão para seu desenvolvimento foi total, a ponto de não permitir a influencia das vaidades.

Em determinados momentos as respostas foram muito duras: – Você está questionando, insistindo nesse ponto, aspecto sobre o qual ninguém concorda, então se não tem outra solução afaste-se.

Os padrões e as metas determinavam o modo e a urgência. Os prazos apertados estabeleciam foco e impediam divagações.

As pessoas trabalhavam como em uma marcha, ao ritmo do tambor. Todo tempo ganho servia como reserva para eventuais dificuldades.

O objetivo estava claro, todos queriam dar a melhor contribuição e superar as próprias limitações.

A informalidade era formalizar cada passo com comunicação escrita e demonstração dos avanços.

A formalidade era não ter hora para começar nem terminar e enviar ideias para crítica.

Durante o processo, todos e todas as ideias tinham sido avaliadas e criticadas inúmeras vezes, sem que vitórias e derrotas fossem contabilizadas, apenas os avanços.

O preço final foi de R$ 199,00, alavancando ainda mais o volume vendido.

Todo projeto bem sucedido é alicerçado por metas, padrões e um “sentido certo” de urgência.

Quer vencer?

Ora, então não trate projetos com se fosse viver cem anos e a humanidade dependesse exclusivamente de você.

Comece a avaliar seu próprio desempenho já!


Fonte:ogerente.com.br













sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Denim bom para a circulação sanguínea

Essa foi uma das constatações apresentadas pela pesquisa encomendada pela Tavex para testar a eficácia do acabamento biocerâmico.

Como parte da divulgação dos benefícios em torno do uso de peças confeccionadas com denim usando acabamento biocerâmico, a Tavex encomendou uma pesquisa à Kosmoscience. Ontem, 29, a empresa divulgou os principais pontos destacados pelo estudo. De acordo com o relatório, 88% do grupo que aceitou fazer o teste relataram aumento significativo da temperatura corporal nas partes que ficaram em contato com o Denim Therapy.

Outros 80% apontaram redução de inchaço, além de perceber melhoria da aparência geral da pele, sensação de bem-estar e conforto, afirma a empresa em comunicado à imprensa. O teste para confirmar as propriedades do produto durou 30 dias e envolveu o uso diário de calça, que tinha uma das pernas com o novo acabamento e a outra, sem biocerâmica. Ao final do período e sem saber qual perna recebeu o acabamento, as pessoas deveriam relatar se sentiram alguma diferença de sensação entre uma perna e outra.

O acabamento biocerâmico estreou no mercado com a coleção Denim Therapy em julho, durante a Première Brasil. O primeiro produto da nova coleção é o Balance, mas o acabamento biocerâmico pode ser aplicado em qualquer base em linha da empresa, afirmou Maria José Orione, gerente de marketing da Tavex para a América do Sul, por ocasião do lançamento. Ela também destaca a influência positiva da tecnologia da biocerâmica incorporada ao denim sobre a ativação da circulação sanguínea, proporcionando sensação de bem estar a quem veste a roupa com esse acabamento.



Fonte:gbljeans.com.br







A Negligencia com Planejamento de Produção e Controle de Custos

Preço quem determina é o mercado? Depende!

O que a sua marca e seu produto representam para consumidor? Se eles fazem parte de um sonho, para consegui-los é que as pessoas trabalham. E chegam a pagar fortunas.

Mas, se você não tem esse privilégio, enfrentará enormes barreiras para conquistar um pequeno espaço em suas mentes e para se posicionar entre os concorrentes.

Nesse caso, realmente, o mercado lhe dirá quanto está disposto a pagar.

A questão é simples: Quem escolhe paga o preço!

Com frequência nos deparamos com o termo “controle de custos”. Ao analisar a situação verificamos que o trabalho está restrito a contabilidade.

Pense comigo: O setor contábil acumula os valores em contas específicas e informa os gestores. Não age sobre os fatores que os geram.

As matérias-primas são negociadas pelo setor de compras com aprovação dos responsáveis pela área de materiais. A mão-de-obra e suas horas extras são aprovadas pelos gestores fabris. Os gastos de produção ocorrem de acordo com o volume e determinações técnicas e políticas.

A equipe contábil prepara informes e comparativos. Apenas quando permitida provoca debates, mas não tem a função de agir sobre a operacionalização fabril.

O trabalho é de inventário de valores, sem que possa efetivamente agir no processo de contenção.

Claro que em algumas empresas, quando o processo organizacional permite, ações são conduzidas pelos controllers.

A separação de atribuições deve existir para evitar o conflito de interesses.

A palavra controle, portanto, quando tratamos de custos, não tem o sentido de autoridade, domínio, governo, contenção, mas de aconselhamento, aviso. Isso deve estar muito claro sob a pena de se ter uma zona cinzenta ou terra de ninguém.

Infelizmente isso acontece mais do que gostaríamos e não é por interferência, e sim por falta de atenção.

Perdas e defeitos de produção geram muitos debates e acabam sob os ombros da área de qualidade porque esta continua mal definida.

O que levou os gestores no Japão ao rigor nos controles de produção e abertura mental para aprender conceitos e adicionar competências foi a escassez.

Sempre ouvi que os ocidentais gastam 20% planejando e 80% executando. Isso leva a imperícia e a falhas na execução, enquanto os orientais trabalham de forma inversa. Investem 80% do tempo em planejamento e 20% na execução, obtendo maior produtividade, qualidade e menores perdas.

Esse conceito não precisa estar ligado a orientais e ocidentais, mas a locais onde a escassez impera.

Os leões passam o dia descansando, economizando energia e, se necessário, horas espreitando a presa, porque sua taxa de sucesso é menor que 30%. Por isso não saem correndo atrás de qualquer zebra que encontram.

O custo por unidade, ao ser apenas acumulado e não calculado dentro de um conceito de meta, deixa de levar em conta o potencial de produção da empresa e a contribuição das margens. Por essa razão, os preços nas listas são meros resultados aritméticos e não argumentos estratégicos.

Na última página ou última linha vêm os descontos “negociáveis”, sempre concedidos.

O setor responsável pelos custos faz a acumulação dos gastos que o setor fabril teve para produzir uma determinada quantidade. Esta tem que ser vendida pela área comercial a preços fixados por outra área como um exercício de poder: Custos gerados acrescidos do lucro desejado e dos impostos indesejados.

Os argumentos para emissão da tabela são “inquestionáveis”: Não importa o que o mercado diz, esses são nossos custos, esses nossos preços.

O mercado tem uma resposta curta e objetiva para esse argumento: O temido “não“.

Há um diálogo interessante sobre gastos em uma guerra desinteressante. O comandante, ao lado do rei, acompanha a debandada do inimigo. Vendo a possibilidade de dizimar o exército adversário diz ao soberano: – Meu senhor, podemos aniquilá-los de vez com nossos arqueiros.

O rei, um tanto irritado, responde: – A batalha está ganha, deixe que se vão. Flechas custam dinheiro.

Controles precisam de metas. Não há outra forma de saber se os resultados são bons ou ruins.

Metas determinam se a operação pode e deve ser feita. Metas antecipam respostas.

Ter custos menores que os meses anteriores pouco significa se os custos dos concorrentes são substancialmente inferiores.

Compradores costumam fazer pelo menos três cotações para aquisição. O que isso significa sem meta? Em muitos casos a perpetuação do erro.

O desastre reside no desconhecimento dos valores limites para negociação e a não permissão de interferência em seu trabalho, afastando-os da realidade.

O problema só não é maior porque as empresas são reativas, umas seguem as outras e copiam o modus operandi.

Para alguns setores a realidade é bem mais dura.

Os exportadores que enviam seus containeres do outro lado do oceano há muito têm outro enfoque e experiências fabril, tecnológica, tributária e contábil.

Ora, fundamental não é saber quanto custou uma flecha, mas quanto poderia custar com planejamento de produção e efetivos controles de custos.



Fonte:ogerente.com.br






















Organização lança relatório sobre trabalho infantil na indústria têxtil

Grande parte dos produtos das redes de fast fashion como a Zara (foto) são produzidos em países como China e Índia.

Segundo informações publicadas no relatório Child Labour Index 2011 (Índice de Trabalho Infantil 2011) e compilado pela empresa britânica Maplecroft, mercados emergentes como Bangladesh, Índia, Nigéria e Paquistão são os principais países onde ainda se utiliza mão de obra infantil na indústria, principalmente na indústria têxtil.

Dos 196 países estudados, 68 foram classificados como de extremo risco devido ao nível de abuso. Entre eles, 12 nações receberam nota zero em uma escala que ia até 10, foram eles Bangladesh, Índia, Nigéria, Paquistão, Chade, Congo, Etiópia, Libéria, Myanmar, Somália, Sudão e Zimbabwe.

A China, normalmente tida como o país com as piores condições de trabalho, teve o 13º pior resultado e recebeu nota 0,02. Mas a Maplecroft afirmou não haver estatísticas oficiais quanto ao trabalho infantil no país, pois o governo classifica essa informação como “segredo de estado”. Entretanto, o número de crianças exploradas na China é estimado entre 10 e 20 milhões.

Recentemente, uma série de varejistas europeus, como a Primark e a Monsoon, se envolveram em escândalos devido à utilização de trabalho infantil pelos fornecedores de seus produtos. Visando erradicar esse tipo de problema, os Estados Unidos lançaram nessa semana um certificado que exige das empresas boas condições de trabalho e responsabilidade social. As informações são do jornal britânico Guardian.

Fonte:modaspot.abril.com.br













quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Nike reforça seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação

December 01, 2010 10:40 AM Eastern Time

Nike reforça seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação aberta com lançamento de ferramenta de design de roupas ecológicas.

BEAVERTON, Oregon--(BUSINESS WIRE)- -Num esforço para ampliar as iniciativas de sustentabilidade da indústria, a NIKE, Inc. (NYSE:NKE) lançou hoje a ferramenta de design de roupas ecologicamente corretas. Com base no Índice Considerado de Design (Considered Design Index) da Nike, o lançamento da ferramenta visa a acelerar a colaboração entre empresas e a inovação sustentável e reduzir o uso de recursos naturais, como óleo e água.

“A decisão da Nike de abrir essa ferramenta de design traz benefícios para todos, porque promove um importante capital intelectual para ajudar toda a indústria”

.Projetada e construída pela Nike durante sete anos, com um investimento de seis milhões de dólares, a ferramenta de design de roupas ecológicas baseada em software ajuda os designers a fazerem escolhas em tempo real que reduzam os impactos ambientais do seu trabalho.

Reconhecendo a diminuição de recursos naturais e a necessidade de mudar para uma economia de baixas emissões de carbono, a ferramenta é uma forma prática de classificar o nível de redução de desperdício dos designs de roupas e aumentar o uso de materiais ecologicamente corretos, além de permitir que os designers façam ajustes em tempo real.

A Nike está comprometida com a inovação aberta e está aberta a todos que estejam construindo e aperfeiçoando essa ferramenta.

“Esta ferramenta simplifica o processo de escolhas sustentáveis corretas por designers já no início do processo de criação de produto. Nos últimos quatro anos, essa ferramenta provou ser inestimável na Nike e nos ajudou a criar produtos com um padrão mais alto de sustentabilidade”, disse Hannah Jones, vice-presidente de inovação e negócios sustentáveis da Nike.

“Ao lançar a ferramenta, esperamos estimular aperfeiçoamentos e inspirar novas colaborações para criar padrões globais na indústria para um campo de atuação equilibrado, incentivar a ampla adoção de práticas de design sustentáveis na indústria e oferecer novos produtos sustentáveis disponíveis para o consumidor.”

Os uniformes de futebol da Nike produzidos para a Copa do Mundo na África do Sul, em 2010, foram um exemplo de como a ferramenta ajudou os designers a produzir os kits mais avançados tecnologicamente e mais corretos ecologicamente da história do futebol. Feitos com poliéster 100% reciclado, a escolha de material removeu treze milhões de garrafas plásticas de aterros sanitários.

Só no ano passado, a Nike dobrou o uso de poliéster reciclado, economizando oitenta e dois milhões de garrafas plásticas de aterros sanitários. Se todos os fabricantes de roupas adotassem o poliéster reciclado em um terço dos seus produtos de poliéster, a demanda por poliéster reciclado seria maior do que a produção anual de garrafas plásticas, o que eliminaria as garrafas PET dos aterros sanitários.

“A decisão da Nike de abrir essa ferramenta de design traz benefícios para todos, porque promove um importante capital intelectual para ajudar toda a indústria”, disse Mindy Lubber, presidente da Ceres, uma importante coalizão de investidores e grupos ambientais. “Tanto para tênis como automóveis, é extremamente importante integrar considerações sobre água, químicos, energia e resíduos ao design do produto. Se todos os fabricantes de roupas usarem essa ferramenta, os impactos poderão ser extraordinários, incluindo desde aterros menos entupidos até a expansão nossas indústrias de materiais sustentáveis.”

Mike Barry, chefe de sustentabilidade da Marks & Spencer, que trabalhou com a Nike durante vários anos sobre questões de sustentabilidade, disse: “Como empresa comprometida com o desenvolvimento de negócios sustentáveis, acolhemos esse tipo de colaboração na indústria. A ferramenta da Nike vai ajudar as empresas e os varejistas de roupas a desenhar produtos mais sustentáveis. Acreditamos firmemente que um conhecimento compartilhado como esse nos ajuda a avançar para um futuro sustentável com mais rapidez.”

Além da ferramenta de design de roupas ecológicas, a Nike vai também lançar a ferramenta de design de calçados, a ferramenta de avaliação de material e a ferramenta de avaliação de água, em 2011.

Essas iniciativas chegam depois do anúncio da Nike feito no início do ano sobre o GreenXchange (GX), um mercado baseado na internet onde as empresas podem colaborar e compartilhar propriedade intelectual que conduza a novos modelos de negócios com sustentabilidade e inovação. A Nike está comprometida com a colocação de mais de quatrocentas patentes no GX para pesquisa, demonstrando sua crença de que a melhor maneira de estimular a inovação sustentável é através da inovação aberta.

A ferramenta de design de roupas ecológicas pode ser encontrada em www.nikebiz.com/responsibility/nikeenvironmentaldesigntool.

Um anúncio informativo pode ser encontrado na internet, em http://www.nikeresponsibility.com/.

Para inscrever-se nos próximos seminários via internet sobre a ferramenta de design de roupas ecológicas, acesse www.nikebiz.com/responsibility/nikeenvironmentaldesigntool.

Sobre o Considered Design da Nike

A meta do Considered Design é criar produtos inovadores de alto desempenho que minimizem o impacto ambiental, reduzir o desperdício através de um processo de desenvolvimento e design, usar materiais ecologicamente corretos e eliminar os produtos tóxicos. Para outras informações, acessewww.nikebiz.com/crreport/content/environment/4-1-0-overview.php?cat=overview.

Sobre a NIKE, Inc.

A NIKE, Inc., com sede próxima a Beaverton, estado de Oregon, EUA, é a empresa líder em design, comercialização e distribuição de calçados, roupas, equipamentos e acessórios esportivos autênticos para uma ampla gama de esportes e atividades físicas. Entre as subsidiárias integrais da Nike, estão a Cole Haan, que cria, comercializa e distribui sapatos, bolsas, acessórios e casacos de luxo; a Converse Inc., que cria, comercializa e distribui calçados, roupas e acessórios esportivos; a Hurley International LLC, que cria, comercializa e distribui calçados, roupas e acessórios para esportes de ação e estilo de vida jovem; e a Umbro Ltd., marca líder do futebol global com sede no Reino Unido. Para obter mais informações, acesse www.nikebiz.com.

Para outras informações, incluindo material de multimídia, acesse: www.nikemedia.com

Galeria de fotos/multimídia disponível em: http://www.businesswire.com/cgi-bin/mmg.cgi?eid=6528524&lang=pt

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

 
Contacts

NIKE, Inc.

Erin Patterson, 503-532-2648

 
FONTE: http://www.businesswire.com/news/home/20101201006266/pt