sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Indústria do vestuário define ações para garantir competitividade

Para garantir competitividade a médio e longo prazo, a indústria têxtil e de confecção do Paraná deve apostar em qualificação de mão-de-obra, inovação, modernização do parque fabril, fortalecimento da Marca Paraná e no reforço da união entre toda a cadeia produtiva.

Essas são algumas das conclusões do relatório final da reunião de planejamento estratégico do setor, realizada em agosto, em Curitiba, e que contou com a participação de mais de 70 empresários e representantes de instituições paranaenses ligadas ao segmento. O documento foi validado em setembro, na última reunião do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), órgão que promoveu o encontro e vai acompanhar a execução das ações prioritárias para que o setor garanta crescimento.



O planejamento estratégico foi discutido em dois dias de reuniões, em que participaram representantes dos 11 sindicatos industriais que compõem o Conselho Setorial da Fiep, além de integrantes das governanças dos sete arranjos produtivos locais de vestuário implantados no Estado. Participaram também técnicos do Senai e do Sebrae Paraná, fornecedores de matérias-primas, professores de escolas de estilismo e moda, estilistas e entidades representativas.



Atualmente, o setor têxtil e do vestuário é o segundo que mais emprega na indústria paranaense, sendo responsável por cerca de 15% das vagas. No total, são 5,5 mil empresas em atividade, que respondem por 2,6% do PIB industrial do Estado e geram cerca de 95 mil

postos de trabalho. As reuniões para traçar ações conjuntas de longo prazo para alavancar o setor começaram a ser realizadas em 1998, quando empresários das regiões Norte e Noroeste, que concentram 61% do total de indústrias do vestuário do Estado, uniram-se em busca de estratégias conjuntas. Nas reuniões seguintes, o planejamento passou a abranger todo o Paraná.



Para garantir competitividade no futuro, os empresários consideram fundamental traçar estratégias de médio e longo prazo que estruturem a indústria paranaense para que possa continuar crescendo e gerando desenvolvimento. Por isso, levando em conta ameaças e oportunidades que se apresentam ao setor, durante as reuniões de agosto foram traçados 15 objetivos estratégicos que precisam servir de guia para suas ações nos próximosanos.

Um dos principais diz respeito ao desenvolvimento de um programa de valorização e qualificação dos trabalhadores do setor. "A qualificação de mão-de-obra para o chão de fábrica é uma questão emergencial", afirma o coordenador do Conselho Setorial da Fiep, Marcos Koslovski, que também é presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário do Paraná (Sivepar), com sede em Londrina.

Estimativas apontam que, atualmente, só no Paraná faltam mais de 20 mil profissionais para operarem máquinas de costura na indústria do vestuário. A criação de um programa de capacitação continuada para lideranças empresariais também foi apontada no planejamento estratégico como mais uma prioridade.

Inovação - Outro ponto em que o setor deve investir, segundo o relatório, é na integração de uma rede de competências em pesquisa, desenvolvimento e inovação. A intenção é identificar pessoas e instituições brasileiras que desenvolvem pesquisas para a indústria de confecção, além de investir em laboratórios no Estado e na criação de relações com centros internacionais de P&D&I.



Implantar a cultura da inovação nas empresas é um passo para que o setor torne sua produção sustentável, adequando-se à tendência de mudança da cultura dos consumidores, que devem se tornarcada vez mais preocupados com os aspectos sócio-ambiental no momento de realizar uma compra. Para isso, o planejamento estratégico define como um de seus objetivos desenvolver mecanismos de avaliação dos impactos socioeconômicos e ambientais do setor, criando, por exemplo, um banco de dados sobre o ciclo de vida dos produtos. Outra meta é sensibilizar o setor sobre a importância da certificação da produção, coa implantação de selos de qualidade e de gestão ambiental.

Em paralelo a isso, o relatório coloca como mais uma necessidade o estímulo a investimentos em modernização e equipamento das indústrias. Criar uma rede de inteligência competitiva e de mercado e capacitar as empresas para que sigam normas e regulamentações técnicas são outros objetivos.

Para os representantes da indústria do vestuário, os avanços na produção e nos processos das empresas devem vir aliados a uma campanha de fortalecimento da Marca Paraná, com estratégias de marketing e comunicação que ressaltem a qualidade dos artigos do Estado. Deve-se, também, fortalecer as açõescooperativas e o associativismo, atraindo mais empresários para as entidades de representação do setor e unindo toda a cadeia produtiva em torno de objetivos comuns.









Para Marcos Koslovski, a forte mobilização em torno do planejamento estratégico será fundamental para os rumos da indústria do vestuário paranaense nos próximos anos. "Esse debate nos dá uma visão dos anseios do segmento e mostra a união do setor com a apresentação em conjunto das suas principais propostas e necessidades", conclui o coordenador.

Cenários apontam ameaças e oportunidades,além de apontar os caminhos que devem ser trilhados pela indústria têxtil e do vestuário do Paraná, o planejamento estratégico coordenado pelo Conselho Setorial da Indústria do Vestuário da Fiep traça ainda alguns cenários, que levam em conta diferentes variáveis para mostrar oportunidades e ameaças que o segmento terá no futuro.

Entre os riscos, destaca-se a forte concorrência com produtos chineses a que a indústria brasileira está exposta. Entre 2002 e 2007, a China teve um crescimento de 144% em suas vendas de artigos têxteis e de confecção para outros países, alcançando a soma de US$ 173,1 bilhões ao ano. O resultado fez com que o país asiático dominasse quase 30% das vendas mundiais, afetando o Brasil e outros grandes mercados, como o dos Estados Unidos. Além disso, a China teve um salto de qualidade em sua produção. Além de dominar setores de menor valor agregado e de consumo de massa, passou também ainvestir em produtos mais sofisticados, consumidos pela classe média norte-americana e européia.

Para enfrentar essa concorrência, que além de afetar as exportações brasileiras também influencia no mercado interno, a receita apontada pelo planejamento estratégico é justamente o investimento em criatividade, inovação e desenvolvimento de processos produtivos mais eficientes.



Mais otimistas, outros cenários apontam oportunidades e nichos de mercado que podem ser aproveitados pela indústria do vestuário paranaense. Um deles mostra que as tendências de mobilidade social e de melhor distribuição de renda registradas nos últimos anos, com milhões de pessoas sendo incorporadas à classe média, devem representar em um crescimento de 30% no mercado do vestuário do Brasil até 2014.

O planejamento estratégico aponta também o comércio eletrônico - modalidade de negócios que deve ter um incremento de 30% ao ano na próxima década - como uma boa alternativa para a indústria do vestuário. A inserção do setor nas vendas pela internet deve ser facilitada pelo trabalho de padronização de tamanhos e medidas das peças de vestuário brasileiras, que está sendo feito atualmente pelo Inmetro.

Com uma etiquetagem coerente, as empresas do setor terão mais facilidade e segurança para comercializar seus produtos pela rede.

Vestido com chip aceita ligações de celular

Em vez de fazer roupas com bolsos de tamanho suficiente para carregar um celular, a empresa britânica CuteCircuit resolveu criar um vestido que é o próprio aparelho de telefone. A ideia é que as mulheres "continuem conectadas e continuem estilosas".


Na etiqueta da roupa, que se chama M-Dress, é possível colocar um chip de celular convencional. Fios especiais inseridos no vestido também fazem com que ele funcione como antena. Quando o telefone toca, basta levar as mãos aos ouvidos – um sensor "entende" o movimento e atende a ligação. Na hora de encerrar a conversa, basta abaixar os braços.



O problema é que, apesar de aceitar ligações de todo mundo, o vestido só pode ser programado para ligar para um número de cada vez, já que não há teclado nele. Francesca Rosella, estilista que criou o traje, disse ao jornal canadense The Star que sempre perde as ligações porque não consegue achar o aparelho na bolsa, por isso resolveu criar uma alternativa.









Para falar ao celular pelo vestido, basta levar as mãos ao ouvido.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Roupas ganham outras funcionalidades com a ajuda da nanotecnologia

Tecidos já podem proteger dos raios solares, afastar mosquitos e até combater os efeitos da idade


Stephanie Kohn

Já foi o tempo em que roupas eram simples peças de vestuário ou uma forma de expressão. Atualmente, com a tecnologia agregada a praticamente tudo o que temos contato, até a moda e rendeu a outras funcionalidades.



Atualmente já existem indústrias têxteis que utilizam a nanotecnologia - manipulação de elementos em níveis moleculares - para vender roupas om outros atributos, desde uma camiseta que protege a pessoa dos raios ultravioletas é um conjunto com proteção anti-mosquito.

E não para por aí, a nanotecnologia também migrou para artigos de cama, mesa e até beleza. Na Europa já existem lençóis antiaging com microcápsulas de vitamina E, e tecidos de toalhas
de mesa que mantém as formigas bem longe das guloseimas.



Atualmente a integração da nanotecnologia não é mais uma ideia e sim uma tendência. Alguns especialistas na área, como Vinicius Mediato Fagundes, do departamento técnico da CHT Brasil Química, acreditam que no futuro nanotecnologia fará parte do nosso dia-a dia. "Nossa matriz na Alemanha tem umdepartamento de inovação que está sempre buscando novos produtos, conceitos
e tecnologias inovadoras. E aqui no Brasil estamos começando a fazer o mesmo",
diz.



Segundo Vinicius, estes produtos já são realidade na Europa e, aos poucos, começam a ser descobertos pelas pessoas que viajam e estão ligadas nas tendências. "ACHT está atenta aos acontecimentos do mundo da moda,tecnologia e química, para poder oferecer às empresas têxteis [seus clientes
diretos] a possibilidade de inovar e buscar vantagem competitiva no mercado".



O custo é um pouco mais caro, como é de se esperar, mas de acordo com Vinicius o ideal é falar em
valor e não em custo. O valor agregado em uma roupa nanotecnológica éinfinitas vezes maior do que em uma peça convencional, portanto quando opreço é avaliado quanto a performance, durabilidade e funcionalidade da roupa, vale a pena.

Em 2007, cientistas da Força Aérea norte-americana já haviam criado roupas a partir da nanotecnologia. Eles desenvolveram uma espécie de capa que remove suor e sujeira dos tecidos. A Força Aérea iniciou o desenvolvimento dessa alternativa com o objetivo de oferecer proteção aos combatentes em guerras biológicas, pois o tecido poderia matar anthrax e também outras
bactérias utilizadas como arma.



Mas, são empresas, como a CHT, que inserem os produtos químicos - com estas tecnologias - aos tecidos que serão vendidos aos consumidores finais. As opções de criação, no entanto, ficam por conta dos estilistas, que vão utilizar diferentes estampas, cortes e tendências da moda para deixar os tecidos mais atraentes. "Um dos nossos ramos de negócio é o acabamento têxtil. É nesta fase de finalização que é possível incorporar efeitos e funcionalidade aos tecidos", explica Vinicius.


No Brasil os tecidos nanotecnológicos ainda são raridade, mas especialistas acreditam que com o aumento da renda do cidadão, os consumidores vão buscar novidades, e isto inclui produtos que agreguem valores adicionais. Algumas lojas já investem no filão.

Fonte:olhardigital.uol.com.br

domingo, 3 de outubro de 2010

Procedimentos para o desligamento

Como proceder na hora de demitir um colaborador? Qual é a hora de tomar esta decisão e as melhores formas de comunicá-la? Estas são situações que nenhum profissional gostaria de passar, porém são inevitáveis e fundamentais para o bom andamento de uma corporação. Existem técnicas para realizar este procedimento e elas partem desde o início de uma contratação.

Desde o ingresso do funcionário na empresa, cabe ao departamento de Recursos Humanos informar de forma clara quais os direitos, os deveres a abrangência da função que a pessoa está sendo contratada naquela empresa. Uma maneira bem usual e prática de comunicar esses tipos de informações são por meio de manuais de integração. Outro recurso bastante utilizado para esse intuito é o documento de descrição da função: lá estão relacionados todos os aspectos técnicos, comportamentais, tarefas e responsabilidades da função que a pessoa irá exercer. Desta maneira, profissional e organização têm bem clara a expectativa da contratação.


Normalmente, o comunicado de desligamento deve ser efetuado pelo gestor da área ou da equipe em questão. O profissional que está sendo desligado precisa de um feedback sobre o motivo pelo qual está sendo desligado para que tenha a possibilidade de mudar técnicas e/ou comportamentos, para que ele se desenvolva quando for atuar em outras empresas. Elsimar Gonçalves, Tecnólogo em Processos Gerenciais da Leme Consultoria explica que isso só se torna interessante quando o gestor aplica a técnica de feedback ativo, ou seja, está sempre acompanhando, mensurando e se empenhando com os colaboradores. “Se o gestor usar essa dinâmica no ato da demissão será com certeza mais tranquilo para a companhia e para o colaborador, pois tanto o gestor como o funcionário saberão que a demissão vem do não enquadramento nas necessidades da empresa e não somente no ato de demitir sem uma razão realmente clara”, afirma.

O feedback constante durante a jornada do profissional é essencial para que o desligamento não se torne um fato traumático para ambas as partes. A melhor técnica é estar sempre embasado nos empenhos de desenvolvimento que foram dedicados ao colaborador, além de todas as avaliações e ocorrências que foram relatadas. Ter dados exatos e fatos concretos são importantíssimos para que haja transparência.


Em alguns casos, é solicitada a presença de uma pessoa do Departamento Pessoal da empresa para que haja uma imparcialidade no ato do comunicado final. Mas, se a empresa possuir gestores capacitados e preparados para realizar o desligamento não há a necessidade desse acompanhamento. “É interessante o acompanhamento para que possa ser realizada a demissão de forma tranquila, buscando sempre esclarecer todas as dúvidas do funcionário desligado, tais como data de recebimento da rescisão de contrato, realização de exame demissional, agendamento de homologações, etc”, observa Washington Ribeiro, supervisor de gestão de pessoas da Camp Jato Limpeza Técnica Industrial.

Toda demissão implica em um vazio na equipe e na ausência de um profissional desenvolvendo determinada atividade. Na posição do gestor, é necessário fazer um plano de como será o futuro sem determinado funcionário. “Um gestor precisa procurar estudar os pontos mais frágeis de sua equipe, e com base nestas fragilidades deve procurar estruturar para que eventuais saídas de colaboradores não atrapalhem muito os processos, porém isso se torna bastante complicado em empresas onde não existem métodos de trabalhos definidos, processos bem elaborados e equipes muito enxutas”, observa Elsimar. Segundo ele, cabe ao gestor trabalhar com uma equipe bem comprometida, procurando estar sempre alinhada tanto quanto às expectativas dos colaboradores como as da empresa.

Continuidade no mercado

Muitas empresas ao demitir um funcionário se preocupam em dar uma sequência na carreira do mesmo no mercado. Este tipo de atitude mostra que ainda existem empresas que pensam no colaborador também no momento de seu desligamento. E estas acabam se tornando referências no mundo corporativo.

“Esse tipo de atitude é muito nobre das empresas, no entanto tem esbarrado no problema do custo porque a empresa investiu no colaborador, não deu certo, e agora tem que contratar um novo colaborador e investir novamente”, completa Elsimar.





Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 406ª Edição

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Setor têxtil qualifica seus fornecedores

Para reverter práticas como emprego de trabalho infantil e de estrangeiros ilegais no país, o varejo têxtil lançou programa para qualificar e monitorar fornecedores dentro de critérios de responsabilidade social. "O objetivo é estabelecer um novo ambiente de negócios nessa cadeia produtiva, garantindo a lojistas e consumidores a procedência dos produtos", informa Sylvio Mandel, presidente da Associação Brasileira para o Varejo Têxtil (ABVTEX), que congrega 1,4 mil lojas no país. "A perspectiva é essa qualificação ter efeitomultiplicador em todo o setor de moda e confecções, ecoando novasatitudes e modelos produtivos", acrescenta Mandel.

Com apoio do Ministério da Indústria e Comércio, Sebrae e centros de capacitação como o Instituto Euvaldo Lodi, entre outras entidades, a iniciativa terá auditorias independentes com foco principal nas questões trabalhistas, cuja conformidade é exigência básica para confecções participarem da qualificação e estar aptas a negociar com rede varejistas.

O setor tem cerca de 10 mil fornecedores, que serão cadastrados. A meta é concluir as auditorias até dezembro de 2012 no Estado de São Paulo, atingindo todo o Brasil um ano depois. "A compra conscientechegou à moda, engajada com os problemas sociais", destaca Mandel, informando que os aspectos ambientais, como a geração de resíduos, serão tratados na segunda fase do programa.

Entre as redes de varejo que participam do novo programa está a C&A, que criou há quatro anos uma empresa independente, a Organização de Serviço para Gestão de Auditorias de Conformidade (Socam), com objetivo de coibir mão de obra irregular e buscar a melhoria das condições de trabalho na cadeia produtiva.

Presente no Brasil há 34 anos com 180 lojas, nas quais há coletores para o descarte de celulares, pilhas e baterias, o grupo lançou pela primeira vez neste ano o relatório de sustentabilidade, com base nas diretrizes da Global Reporting Iniciative (GRI), inaugurando a prática no setor têxtil varejista. A empresa adota biodiesel em toda sua frota e, no fim do ano passado, iniciou as operações da loja construída em Porto Alegre com critérios de ecoeficiência, reduzindo consumo de água e energia.



No caso da rede Pernambucanas, com 269 lojas e três centros de distribuição no país, as ações envolvem projetos ambientais e campanhas de voluntariado, beneficiando comunidades do entorno. Cerca de 48% dos resíduos das lojas, separados para coleta seletiva, são enviados para cooperativas de catadores. (S.A.)

 

Fonte:valoronline.com.br














DEFINIÇÃO DE CRITÉRIO DE APURAÇÃO

CUSTEIO INTEGRAL, GLOBAL, COMPLETO (FULL COSTING)


DEFINIÇÃO DE CRITÉRIO DE APURAÇÃO.doc

 
Corresponde à forma tradicional de custeio, em cujo centro está o pós-cálculo de custos, no qual se apropriam todos os custos sucedidos no período sobre os produtos.

Os custos sucedidos no período correspondem às quantidades de insumo/consumo reais, a preços reais.

É o Método de Custeio que apropria todos os custos indiretos fixos industriais aos produtos, em função do Nível de Atividade Real.

O Custo Ocioso da Capacidade não aproveitada fica incluído na avaliação do Custo de Produção. O nível de atividade da empresa sempre será fundamental e indispensável para situá-la no contexto.

Poderá apresentar resultados inesperados, sempre que o Nível de Atividade Real divergir substancialmente da capacidade normal e quando, simultaneamente, os Custos Indiretos Fixos são elevados, em confronto com os

Custos Diretos e Indiretos Variáveis. Esta condição se torna cada vez mais comum, devido às modificações da estrutura tecnológica, em conseqüência da automação dos processos industriais. Contudo sempre será a apuração do custo real da empresa.

Todos os custos e despesas operacionais, diretos e indiretos, fixos e variáveis, de todas as funções, de produção, comercialização, e administração, (exceto tributos) são apropriados aos produtos.

Por conseqüência, em termos rigorosamente técnicos, os custos dos produtos apresentam validade para o grau de ocupação da empresa, no momento da apuração.

Se confrontados todos os Custos Operacionais com todas as Receitas Operacionais, o Esquema de Cálculo proposto pelo Custeio Integral permite determinar o que, na Contabilidade Geral, se denomina Lucro Operacional Líquido.

O método de custeio global, integral ou completo, sustenta que todos os gastos em que incorre a empresa para produzir e vender são cargas de custos de tal produção e venda e que, portanto, todas as cargas de custos devem incorporar - se ao custo final.

Em outras palavras, o custo final dos produtos absorve todos os custos operacionais normais e correntes da empresa, tanto de produção, quanto de comercialização, e administração. As características essenciais do método de custeio proposto são:

1. Realizar uma análise das cargas de custos, classificando-as em diretas e indiretas.
2. Atribuir ao custo final dos produtos todas as cargas de custos operacionais do período, diretas e indiretas.
Os custos indiretos são atribuídos ao custo dos produtos através de um instrumento contábil de distribuição ou rateio, utilizando o Mapa de Localização de Custos, que classifica e aloca os custos indiretos inicialmente por Centros de Custos.

Os Custos Indiretos alocados nos Centros de Custos são ainda agrupados, para facilitar a apropriação destes, em Centros de Apoio e em Centros principais da Produção, Comercialização, e Administração. (exceto tributos)

Assim, por exemplo, para fins de custeio, apuração do resultado operacional bruto do período ou exercício e formação de preço, são considerados os Custos de Produção, incluindo os custos dos Centros de Apoio a eles distribuídos ou rateados e as despesas de comercialização, e administração. (exceto tributos)

As amortizações de investimento deverão ser tratadas de forma isolada, pois não é uma despesa comum a todas as empresas.

A rota de uma blusa da passarela às lojas


As várias semanas da moda ao redor do mundo (este mês teve as de Nova York e Milão) levam à passarela roupas dramáticas e radicais. Mas depois delas as peças têm de se transformar em blusas, saias e calças que as mulheres possam usar de verdade.

A jornada da blusa Look 6, de Donna Karan - do dia em outubro em que a estilista a criou num rascunho a carvão e aquarela, até sua chegada às lojas permite vislumbrar como essa transformação de desenrola.
Os estilistas sugerem uma série de alterações para tornar as roupas da passarela usáveis e vendáveis. Às vezes mudam-se os tecidos ou os ornamentos são alterados para baixar o preço. Geralmente as peças originais - criadas para modelos magérrimas e esculturais - precisam se rajustadas para as pessoas de tamanho normal.

A Look 6, uma blusa branca altamente decotada cheia de babados da coleção outono 2010 de Donna Karan, estreou nas passarelas em fevereiro. A versão para o varejo custa US$ 1.295 em lojas de luxo americanas como Saks Fifth Avenue, Neiman Marcus, NetAPorter.com e na própria DannaKaran, onde cerca de 60% das peças no estoque têm sido vendidas, segundo uma porta-voz da grife.

"Ela é tanto diurna como noturna", diz Karan sobre a blusa. "Tem a ver com levar o clássico para uma nova dimensão."

A Look 6 foi ajustada com base num tamanho pequeno. O busto foi aumentado 5 centímetros, as mangas encurtadas também 5 cm e o punho diminuiu 2,5 cm. A acentuada gola V ficou mais conservadora e agora tem mais um botão de pressão e dois ganchos. "Ficou um pouco mais fechada,mantendo a sensualidade sem expor demais", diz Karan. A estilista de celebridades Rachel Zoe escolheu a blusa para a mais recente seção de favoritos em seu site: "É pura perfeição, com uma impressionante alternativa chique-rebelde, gola exagerada e decote lá embaixo."


Enquanto isso, a peça original caiu na estrada, para integrar uma campanha de marketing com desfiles seletos, sessões de fotos e eventos como viagens ao sul da França, a Sevilha, a Vancouver e a Dallas. Como outras peças originais das passarelas, a última parada será nos arquivos de Donna Karan.

 





Fonte:valoronline.com.br



Hering Store tem potencial de atingir 604 lojas

SÃO PAULO – A Hering vê potencial para dobrar o tamanho da rede Hering Store, formada por lojas próprias e franqueadas.

Um estudo encomendado pela companhia de varejo de vestuário identificou a possibilidade de elevar o número de lojas de 292 pontos - divulgados no balanço do segundo trimestre - para 604 unidades. Com isso, a empresa adiantou que poderá revisar seu programa de expansão, que prevê 405 lojas até o fim de 2012.







“Com base nas informações levantadas pelo estudo, estão sendo avaliadas as implicações de uma eventual aceleração no plano de expansão de rede Hering Store”, disse a companhia,ponderando que tal decisão levará em conta fatores como a disponibilidade de pontos comerciais e possíveis impactos adversos no crescimento das vendas pela rede como um todo.



Segundo a empresa, o estudo levou em consideração as premissas de penetração da marca Hering e dados socioeconômicos, como renda, potencial de consumo e distribuição geográfica.

Em sua conclusão, o levantamento indicou maior potencial de crescimento nas regiões Norte e Nordeste. "Por outro lado, as regiões Sul e Sudeste, onde a rede Hering Store já possui forte penetração, também demonstram grande potencial para abertura de lojas”, diz.

A Hering acrescenta que 277 cidades brasileiras têm condições de abrigar ao menos uma loja da Hering Store. Até o fim do ano, quando a rede prevê atingir 325 lojas, a bandeira estará presente em 147 municípios.

Fonte:valoronline



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A arte de improvisar: as lições do Jazz para o mundo corporativo



O Brasil está entre os países que mais adotaram aplicativos de rede social da Internet -- como Facebook e Twitter -- como ferramentas de negócios, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira. Segundo um estudo feito pela fabricante de softwares McAfee em 17 países, empresas do Brasil, Índia e Espanha estão entre as que mais adotaram as tecnologias conhecidas genericamente como Web 2.0, que incluem redes sociais como Facebook e Twitter.
Nos 17 países, mais de 75% das empresas pesquisadas utilizam algum tipo de software como Facebook ou Twitter nos seus negócios. Em Brasil, Espanha e Índia, o índice superou 90%.

Três entre quatro empresas que utilizam ferramentas Web 2.0 afirmam que estão conseguindo ganhar dinheiro com os aplicativos. No Brasil, nove em cada dez empresas afirmam que estão lucrando com as ferramentas. O mesmo índice foi registrado na Índia, Emirados Árabes Unidos e México. Segundo o estudo da McAfee, o Brasil e a Índia foram os únicos paísesdo estudo onde as empresas disseram receber pressão do mercado para adotar ferramentas como Facebook e Twitter nos seus negócios. No Brasil, 58% das empresas pesquisadas afirmam que seus consumidores ou clientes exigem aplicativos Web 2.0.

De acordo com a consultora brasileira em informática Vanda Scartezini,citada no relatório da McAfee, o fato de os brasileiros "amarem novidades e se adaptarem rapidamente a novas tecnologias" explica o sucesso da Web 2.0 no país. A analista de tecnologia Charlene Li, também citada no relatório, destaca que o uso empresarial das ferramentas Web 2.0 reflete a penetração das redes sociais nos países. Uma grande parcela de internautas no Brasil e na Coreia do Sul, por exemplo, participam de redes sociais. FACEBOOK Apesar de funcionarem como plataformas importantes de negócios, o estudo sugere que os empresários não veem com bons olhos o uso de redes como Facebook pelos seus empregados durante o horário de trabalho. O Facebook é bloqueado por quase metade das empresas pesquisadas. Na Itália e na Espanha, mais de 60% das empresas restringem o uso do Facebook. Já no Brasil, Japão e Alemanha, menos de um terço das empresas impõe restrições ao site.

A pesquisa afirma que as empresas de Índia e Brasil também estão entre as mais preocupadas com os riscos de segurança e golpes na internet

através de aplicativos. Segundo o estudo da McAfee, cada empresa brasileira perde, em média, US$ 2,5 milhões devido a problemas de segurança relativo à Internet. O valor é superado apenas pelo Japão, onde cada empresa perde em média US$ 3 milhões. O estudo foi encomendado pela McAfee à universidade americana de Purdue. Os pesquisadores ouviram 1.055 empresários em 17 países diferentes, dos setores público e privado.



Fonte: BBC Brasil
Fonte:fiec.org.br







Empresas do Brasil lideram no uso de redes sociais para negócios, diz estudoPostado por Erivaldo Cavalcanti

O Brasil está entre os países que mais adotaram aplicativos de rede social da Internet -- como Facebook e Twitter -- como ferramentas de negócios, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira. Segundo um estudo feito pela fabricante de softwares McAfee em 17 países, empresas do Brasil, Índia e Espanha estão entre as que mais adotaram as tecnologias conhecidas genericamente como Web 2.0, queincluem redes sociais como Facebook e Twitter. Nos 17 países, mais de 75% das empresas pesquisadas utilizam algum tipo de software como Facebook ou Twitter nos seus negócios. Em Brasil, Espanha e Índia, o índice superou 90%. Três entre quatro empresas que utilizam ferramentas Web 2.0 afirmam que estão conseguindo ganhar dinheiro com os aplicativos. No Brasil , noveem cada dez empresas afirmam que estão lucrando com as ferramentas. O mesmo índice foi registrado na Índia, Emirados Árabes Unidos e México. Segundo o estudo da McAfee, o Brasil e a Índia foram os únicos  paísesdo estudo onde as empresas disseram receber pressão do mercado para adotar ferramentas como Facebook e Twitter nos seus negócios. No Brasil, 58% das empresas pesquisadas afirmam que seus consumidores ou clientes exigem aplicativos Web 2.0. De acordo com a consultora brasileira em informática Vanda Scartezini, citada no relatório da McAfee, o fato de os brasileiros "amarem novidades e se adaptarem rapidamente a novas tecnologias" explica o sucesso da Web 2.0 no país. A analista de tecnologia Charlene Li, também citada no relatório, destaca que o uso empresarial das ferramentas Web 2.0 reflete a penetração das redes sociais nos países. Uma grande parcel de internautas no Brasil e na Coreia do Sul, por exemplo, partic ipam deredes sociais.

FACEBOOK



Apesar de funcionarem como plataformas importantes de negócios, o estudo sugere que os empresários não veem com bons olhos o uso de redes como Facebook pelos seus empregados durante o horário de trabalho. O Facebook é bloqueado por quase metade das empresas pesquisadas. Na Itália e na Espanha, mais de 60% das empresas restringem o uso do Facebook. Já no Brasil, Japão e Alemanha, menos de um terço das empresas impõe restrições ao site. A pesquisa afirma que as empresas de Índia e Brasil também estão entre as mais preocupadas com os riscos de segurança e golpes na internet através de aplicativos.


Segundo o estudo da McAfee, cada empresa brasileira perde, em média, US$ 2,5 milhões devido a problemas de segurança relativo à Internet. O valor é superado apenas pelo Japão, onde cada empresa perde em média US$ 3 milhões. O estudo foi encomendado pela McAfee à universidade americana de Purdue. Os pesquisadores ouviram 1.055 empresários em 17 países diferentes, dos setores público e privado.







Fonte:fiec.org.br










terça-feira, 28 de setembro de 2010

Rede mineira de lingerie aposta em produtos de moda praia

O verão ainda não chegou, mas o mercado de moda praia não para durante o ano, movimentando bilhões e atraindo cada vez mais empresas de outros segmentos. No  mundo, o segmento movimenta mais de US$ 12 bilhões por ano, segundo o Global Market Review of Swimwear and Beachwear. Por sua vez, o mercado interno  brasileiro é o primeiro no consumo de beachwear no mundo, produzindo US$ 1,5 bilhão por ano em produtos do segmento, revela pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT).  Com um cenário tão favorável, a rede mineira de moda íntima Água Fresca Lingerie vai apostar pela primeira vez neste mercado, com a representação da marca Água Doce. A empresa investiu cerca de R$200 mil nas 60 diferentes peças  da nova coleção, que serão vendidas nas quatro lojas de Belo Horizonte. Além dos biquínis e maiôs, serão oferecidos shorts, saídas de praia e vestidinhos.

“Moda íntima e praia estão muito próximas. Ambas despertam o anseio e desejo das mulheres. E para dar mais conforto e oferecer maior variedade para nossas clientes, resolvemos investir neste mercado. A nova coleção da Água Doce está lindíssima, super colorida, com belas estampas e diferentes modelos. Ela é feita para uma mulher moderna e feminina, que ama se diferenciar e inventar seu próprio estilo”, destaca Juliana Moraes, proprietária da Água Fresca Lingerie. De acordo com ela, as peças estão divididas nas linhas Étnico, Rendados e New Navy.

Dados da Associação Brasileira de Indústria Têxtil (ABIT), informa que 2,3 mil empresas são voltadas ao segmento de beachwear no Brasil, em 2009 foram produzidas 273.538 peças de moda praia no país.



Fonte:revistafator.com.br



segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Banese financia implantação de nova indústria têxtil em Sergipe

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) realizou nesta quarta-feira, 22, contrato de financiamento para a implantação em Sergipe da empresa Santa Mônica Indústria Têxtil e Comércio Ltda. Pertencente ao empresário Ricardo Leite Franco, a indústria, que deverá entrar em operação no início do próximo ano, vai gerar cerca de 70 empregos diretos, em sua primeira fase, absorvendo profissionais que ficaram desempregados com o fechamento da antiga Fábrica Confiança, de Aracaju.


Segundo o presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, o contrato definanciamento prevê a aquisição de máquinas e equipamentos nacionais e importados, bem como construções civis, instalações e capital de trabalho permanente para o desenvolvimento das atividades da indústria.



“A assinatura deste contrato, dentro de um setor de atividade importante para a economia de Sergipe, que é o setor têxtil sergipano, reforça a importância do Banese no fomento das atividades produtivas sergipanas, na sua função de banco múltiplo. O financiamento deste empreendimento está também inserido no planejamento estratégico do Banese de ampliação da participação do banco na economia sergipana”, disse Saumíneo.



Contrato



O contrato de financiamento da nova indústria foi assinado na Agência São José, do Banese, que realizou a operação. Além do presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, e do empresário Ricardo Leite Franco, participaram do ato os diretores do banco Edson Caetano, de Crédito de Desenvolvimento, Carlos Alberto Tavares, de Crédito Comercial, o diretor Financeiro da nova empresa, Alberto Nunes de Melo Oliveira, o gerente geral da agência, José Marques, o gerente da Área de Crédito Industrial, Lauro Rocha, e a gerente de Negócios Gicelma Menezes Melo.










Fonte:infonet.com.br








domingo, 26 de setembro de 2010

PROGRAMA CAFÉ FASHION: MODELAGEM - PARTE 2 - 12/08/2010

PROGRAMA CAFÉ FASHION: MODELAGEM - PARTE 1 - 12/08/2010

Vender é a questão

Em estudo divulgado pelo Sebrae no mês agosto, sobre sobrevivência e mortalidade de empresas, as principais razões apontadas pelosempreendedores para o fim de suas iniciativas foram falta de clientes e falta de capital.

Nada mais natural: sem vender negócio nenhum se sustenta. A pergunta - como incrementar suas receitas? - inspirou dezenas, talvez centenas, de obras e continua a estimular novos livros com abordagens principalmente motivacionais.

Entre os empreendedores existe um mito recorrente do supervendedor, que sozinho carrega a empresa nas costas e, eventualmente, lidera os companheiros a resultados triunfais. Sem entrar muito nessa discussão, gostaria de expor outra abordagem para a questão.

 Algumas das melhores respostas se baseiam em modelos e não e habilidades pessoais. O empreendedor deve diversificar canais, formatos e estratégias para ampliar o alcance das vendas. Não é preciso focar apenas no balcão. Um exemplo está na edição de setembro da Pequenas Empresas & Grandes

Negócios. A reportagem “O Oráculo do Vale do Silício” mostra a história do guru da internet Tim O’Reilly, que antecipou os principais movimentos tecnológicos surgidos na última década. Entre várias histórias, o empresário e escritor revela como vende seus livros. Livrarias são apenas uma parcela – a de menor participação – dos canais por meio dos quais o inventor comercializa as obras.

Ele revela que a Amazon é o principal. Até aí, nenhuma novidade. Mas, um pouco atrás da vitrine virtual e bem à frente das obras vendidas em livrarias físicas, está um portal que oferece leitura de títulos on-line através de uma assinatura mensal de 42 dólares. Em uma jogada surpreendente, Tim vende livros na forma de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad comercializados na Apple Store.

Esses apps literários são vendidos a US$ 5 cada e já tiveram mais de 100 mil downloads (faça as contas 100 mil vezes 5 = 500 mil dólares). Ok, Tim é uma celebridade do mundo virtual. Mas se tivesse optado apenas pelo jeito tradicional de vender teria deixado de faturar no mínimo 1 milhão de dólares, se levarmos em consideração que a receita do clube de leitura on-line é ainda maior que a dos aplicativos.

Transformar um produto em serviço também é possível em alguns casos. A Brastemp, por exemplo, há sete anos oferece seu mais completo purificador de água por aluguel, em lugar de vender o aparelho. A
companhia vende água pura em lugar de um filtro. Por uma taxa mensal, o cliente recebe o equipamento e a manutenção. Quando quiser, pode cancelar o serviço e devolver a engenhoca. Empresas de tecnologia também apostam no modelo de software como serviço: em lugar de vender o pacote, o consumidor paga por mês ou por ano para usar a solução. Exemplos desse formato são os firewall e antivírus fornecidos pelos provedores de internet.

A forma de vender também pode ser abordada. A Nestlé é um caso bem-sucedido. Há quatro anos inaugurou um canal de vendas de porta em porta. Conta hoje com 7 mil distribuidoras. E não precisa ser gigante para inovar. A operadora de turismo Embarque Nessa entrou no sistema há quatro anos. As vendas diretas representam 50% do faturamento de R$ 5 milhões da empresa.



Iniciativas já famosas como os clubes de compras grátis também mostram como inovar no modelo de vendas. Em lugar de produtos essas vitrines comercializam espaço de exposição para lançamentos e pesquisas customizadas para as marcas. A lista continua: os sites de compras coletivas também têm como negócio vender divulgação. O mais interessante é que o conceito de oferecer produtos de qualidade sem custo existe há décadas nos grupos de mídia, em especial, na televisão aberta.



Por exemplo, uma padaria que tivesse produtos próximos de vencer, em lugar de apenas vendê-los com desconto, poderia calcular as perdas (qual o percentual de produtos jogados fora por prazo de validade vencido) e simplesmente presenteá-los como brinde, antes, é claro, de perderem a validade, para quem comprar x peças ou y peso. Ou fazer um café da manhã de graça para quem comprar a partir de x valor. Poderia ainda vender pães por assinatura – um fornecimento diário em troca de mensalidade. E assim por diante. Além da diversificação de canais, soluções para as vendas passam pela maneira de reempacotar produtos na forma de vantagem.

 





Fonte:papodeempreendedor.com.br







sábado, 25 de setembro de 2010

Brasil sediará fórum internacional de debates relativos ao setor têxtil

É possível para as indústrias do setor têxtil e de confecção serem éticas, sustentáveis e terem lucratividade em seu segmento? Este é o tema que norteará a International Textile Manufacturers Federation

(ITMF) - o maior fórum internacional relativo ao setor têxtil -, que, pela terceira vez, acontece no Brasil. A primeira foi em 1922 e, a segunda, em 1994.O evento será realizado em São Paulo de 17 a 19 de outubro, quando os maiores players do setor mundial estarão juntos com as pequenas emicro empresas brasileiras, discutindo as perspectivas para os próximos anos.

“É uma grande oportunidade para debater a evolução sustentável do setor têxtil com representantes mundiais de todos os elos da cadeia têxtil e de confecção”, destaca o presidente do Sintex, Ulrich Kuhn. A previsão é de que cerca de 350 delegados de várias partes do Brasil e do mundo participem da edição 2010 da ITMF. Além do Brasil,já sediaram o evento países como Áustria, Egito, China, Bélgica, Índia,Finlândia, Turquia, Inglaterra e Canadá.
Na edição 2010, além de os delegados se reunirem para discutir temas de grande relevânciapara a cadeia produtiva têxtil, bem como suas relações com a indústria de confecção e com o varejo, será escolhido o novo presidente quecomandará a instituição nos próximos dois anos.Atualmente, a ITMF é presidida por Halit Narin (Turquia) e tem como vice-presidentesos senhores Bashir H. Alimohammad (Paquistão) e Josué C. Gomes daSilva (Brasil). Por tradição, o primeiro vice assumirá a presidência,portanto, o empresário paquistanês comandará a instituição internacionaldos têxteis até 2012, quando então assumirá o brasileiro Josué Gomes da Silva (para a gestão 2013-2014), presidente da Coteminas. Sobre a ITMFA International. Textile Manufacturers Federation (ITMF) é uma instituição que possui mais de 100 anos e dela fazem parte as principais associações têxteis de mais de 30 países. A cada ano, os temas maisrelevantes do setor têxtil e de confecção são debatidos em uma reunião mundial em um dos países membros.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) é co-responsável pela realização ecoordenação do evento em 2010, juntamente com a diretoria da ITMF. O encontro conta ainda com a parceria do Texbrasil, Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira desenvolvido pela ABIT em parceria com aAgência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), além de mais de 20 outros patrocinadores.

Clique aqui para se inscrever http://www.itmfbrazil.com.br/index.php?page=inscrevase





Fonte:sintex.org.br







sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ponto de Vista: A tecnologia têxtil está na moda

O varejo de moda no Brasil é um dos setores que mais tem se expandido nos últimos anos. Segundo dados do IBGE, o crescimento nos segmentos tecidos,
vestuário e calçados, somente no primeiro semestre de 2010, foi de 10,1%. Este  crescimento faz com que estes setores tornem-se cada vez mais atrativos, principalmente em regiões com menor oferta de produtos. Além disto, exige que o desenvolvimento de produtos seja mais eficiente, a fim de que o varejo possa oferecer uma ampla variedade de produtos, a valores mais competitivos. Sem dúvida alguma, investir em pesquisas, design, modelagem é primordial.




quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Gabriella Pascolato: Conheça a história da primeira dama da indústria têxtil brasileira

Adeus à primeira dama da indústria têxtil brasileira, por Laïs Pearson

Oficialmente, conheci Dona Gabriella Pascolato em1968, quando fui à Tecelagem Santaconstancia promover os fios da Lurex International, onde trabalhava como coordenadora de moda.

Tanto Dona Gabriella, como seu marido, Comendador Michele Pascolato, foram extremamente gentis e pacientes comigo, explicando-me para que tipos de têxteis meus produtos se adequavam – eu nada entendia dos intricados processos de fabricação de tecidos.


Eu já tivera contato com Dona Gabriella no show room da Santaconstancia, na rua Vieira de Carvalho, que eu visitara com minha mãe. Cliente de Dener Pamplona de Abreu, o costureiro sugerira a minha mãe escolher na Santaconstancia os tecidos para seus próximos modelos. Desde aqueles longínquos dias, Dona Gabriella e eu nos entrosamos muito bem: ela, sempre solicita e eu ávida por absorver suas palavras.

Durante o tempo que trabalhei na Lurex International, por força de minhas funções, tive que pedirduas vezes a Dona Gabriella grandes metragens de seu famoso shantung Dior. Zuzu Angel pretendia oferecer um manto bordado com águas marinhas à rainha Elizabeth II,durante sua visita ao Brasil.Sem pestanejar, Dona Gabriella me cedeu o tecido. Porém, jamais se teve notícia do tal manto, que se perdeu nas brumas da história da moda!


Noutra oportunidade, um conhecido costureiro carioca, pediu-me para solicitar outros tantos metros do precioso shantung para fazer um suntuoso vestido de baile para um grandioso evento. Mais uma vez, Dona Gabriella atendeu a meu pedido.



E o vestido? Jamais entrou na passarela. O costureiro desculpou-se dizendo que a esposa do então Presidente da República se apossara do tecido. Muito a contra gosto, tive de novo que explicar a Dona Gabriella o destino que, a minha revelia,haviam dado a seu tecido.


Recebi uma bem merecida bronca pela minha ingenuidade: “duas vezes é o bastante”, disse-me. “Não me venha pedir mais nada”. Aprendi a lição: nunca mais pedi nada a ninguém, adotando o mote “se quiser, peça você”.



Várias vezes a visitei na tecelagem, no show room do Rio de Janeiro. Encontrávamos nos salões, feiras e desfiles em Paris, Milão, Florença, Londres, Frankfurt… E Dona Gabriella sempre me tratava com carinho, convidando-me para um chá, um café,um vinho


Porém, foi a partir dos eventos da Phytoervas, Morumbi Fashion, São Paulo Fashion Week que nossos encontros se amiudaram, pois gostávamos de curtir uma… ou mais taças de Champagne nos lounges dos patrocinadores, entre um e outro desfile.


Eu adorava sua companhia, sempre enriquecedora, tanto em termos profissionais como de vida. Éramos, às vezes, saudosistas em relação à moda: lembrávamos de Dener, Clodovil, Guilherme Guimarães, José Ronaldo Zuzu Angel, Zé Nunes, e tantos outros.



Falávamos de nossos filhos, netos; ela contava-me as “gracinhas” de seu bisneto, o trabalho do filho Alessandro na direção da Santaconstancia e na ABIT, as conquistas profissionais (e outras) de sua filha Costanza…



Se já sentia saudades de Dona Gabriella durante as últimas edições da SPFW, mais falta vou sentir, agora que sei que não está mais conosco. Sua partida deixa um grande vazio entre todos que a conheceram. E a indústria têxtil brasileira ficou mais pobre,mais triste e sem brilho.


A empresária italiana Gabriella Pascolato faleceu aos 93 anos em São Paulo, no dia 21 de agosto de 2010. Fundadora da tecelagem SantaConstancia e importante personagem da história da moda brasileira, ela deixa saudades e uma importante contribuição para a indústria têxtil brasileira.

Sobre o falecimento da mãe, Costanza Pascolato declarou à imprensa: “Minha mãe foi – e será sempre – a maior inspiração. Hoje, posso realmente entender, no sentido mais completo, toda a profundidade de sua poderosa influência, nafamília – alcançando até a linhagem mais jovem –, estimulo para seus colaboradores e, sempre, impulso de coragem, dignidade e humanidade para todos a que a conheceram. Ela se perpetuará na nossa memória”.



Nascida em Tortona, na Itália, em 1917, Gabriella estudou em Poggio Imperiale, um dos internatos mais tradicionais de seu país, localizado em Florença. Foi em Veneza, no entanto, que conheceu seu marido, o advogado Michele Pascolato.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os dois tiveram dois filhos: Costanza e Alessandro. Depois de a família chegar a viver em um campo de refugiados, em 1945, o casal decidiu embarcar em um navio rumo ao Brasil. “Depois de quarenta dias num campo de refugiados na Suíça, onde trabalhava na horta, vim para o Brasil com marido, dois filhos e governanta. Aos 28 anos, minha maior preocupação era proteger minha família”, declarou a própria


No país, a primeira parada foi o Rio de Janeiro. Logo depois, a família se mudou para São Paulo, onde todos se tornaram grandes amigos da família Matarazzo. Gabriella declarou que os Matarazzo eram bons amigos e acolheram os Pascolato muito bem.



Em 1948, os Pascolato fundaram a tecelagem Santa Constancia, uma das maiores indústrias do setor no Brasil. O legado da marca é tão grande que, tempos depois, a filha de Gabriella, Costanza Pascolato, se tornou referênciimportante para o mundo da moda, tanto que hoje é conhecida como a papisa da moda brasileira”.


Responsável por transformar o sobrenome Pascolato em referência na moda brasileira, Gabriela foi representante de Salvatore Ferragamo no Brasil, antes de abrir, em 1946, a tecelagem que se transformaria em das mais importantes do país.

 
A Editora Jaboticaba lançou o livro Gabriella Pascolato – Santa Constância e outras histórias, para celebrar os 90 anos da empresária que, como vários imigrantes, contribuíram pela construção do Brasil. Sem nunca ter trabalhado antes (era obcecada pelo estudo de idiomas), abriu, em 1948, uma fábrica de tecidos finos que sobreviveu às muitas crises do setor e está entr as mais importantes tecelagens do país.


Ao longo de um ano, em mais de 50 horas de entrevistas, Gabriella revelou algumas histórias fascinantes ao autor do livro, Sérgio Ribas. Em 256 páginas, estão os episódios de uma vida extraordinária acompanhados de uma “biografiafotográfica”, que tem desde Gabriella pequenininha, na Toscana, já cheia de estilo, passando por cenários cinematográficos em que viveu (Florença, Veneza, Roma), o nascimento dos filhos Costanza e Alessandro e a chegada ao Brasilatual, quando ela foi homenageada, na São Paulo Fashion Week, como a rainha da moda.


No livro, Gabriella revela com elegância, humor e força característicos de sua personalidade, alguns episodios marcantes de uma vida fabulosa. Fala de personagens interessantíssimos, como seus amigos, Ciccillo Matarazzo, Salvatore Ferragamo, Emilio Pucci, entre outros.

Também conta, entre outras histórias, que Costanza Pascolato, sua filha que virou estrela na moda brasileira, pegou piolhos num campo de refugiados na Suíça, no pós-guerra, depois de passar parte da infância brincando com Juanito, que seria rei da Espanha, porque a família real espanhola estava refugiada e Roma por causa do Franquismo.



Retrata a Itália em um de seus momentos mais marcantes e contextualiza sua vida ao longo da história do Brasil da segunda metade do século XX. Uma vida intensa de desafios e conquistas que fizeram com que Dona Gabriella fosseadmirada e reverenciada por todos os profissionais de moda no mundo.



Elegância e competência ainda são marcas da família 1 e 2: Costanza Pascolato. Hoje, a empresária segue os passos da mãe com a mesma elegância e competência.





fonte:fashionbubbles.com

Estilista belga lança coleção de véus islâmicos modernos

Uma estilista belga está ganhando reconhecimento internacional com uma coleção de véus islâmicos feitos para a mulher moderna. As peças utilizam tecidos maleáveis e trazem detalhes inusitados, que os diferenciam dos hijabs
tradicionais.

"Já passou da hora de as pessoas entenderem que o hijab não é um símbolo de opressão contra a mulher muçulmana, mas uma escolha que ela faz", diz Fatima Rafiy.

A estilista belga acredita que o hijab (que cobre parcialmente o rosto) é um acessório que pode ser usado não apenas por jovens muçulmanas como também por não-islâmicas. Para provar isso, ela criou, juntamente com a sócia Inge
Rombouts, a grife NoorD'Izar.

Na coleção de Rafiy, as cores sóbrias dão lugar a tons de roxo, verde e prata. Um modelo indicado para a prática de esportes é feito de tecido mais maleável, de fibras sintéticas como elastano e viscose stretch.

Outros hijabs trazem detalhes inusitados como pele falsa de animal e espaço para encaixar os óculos (tarefa mais complicada nos véus tradicionais).

"Com as minhas criações quero dar às muçulmanas algo novo, contemporâneo, que elas possam usar com orgulho", diz a estilista.

A ideia deu certo. E os hijabs criados por elas extrapolaram a comunidade muçulmana e começaram a fazer sucesso entre não-islâmicas.

O reconhecimento começou na própria Bélgica assim que lançaram a coleção, em abril de 2009. Em seguida, vieram elogios e encomendas de outros países, principalmente depois que elas apresentaram as peças na Semana de Moda de Paris,
neste ano.

A editora de moda do site Tribaspace, Catherine Levy, disse que "os véus combinam alta-costura com conforto". "Adorei a faixa na cabeça presente em todos os hijabs, colocando fim naquela dificuldade que era enrolar os lenços, cheio de
alfinetes", disse ela.

Segundo Rafiy, sua coleção tem apelo para o público não-muçulmano.

"Acho que elas (não-muçulmanas) gostam porque são peças diferentes de tudo. Alguns modelos, como o Jazz e o Jady, podem ser um ótimo acessório para não-muçulmanas que querem acrescentar algo ao visual", diz Rafiy. Para a

estilista, a nova coleção, que será lançada em dezembro, faria sucesso no
Brasil.

"São hijabs coloridos e divertidos, que combinariam perfeitamente com a personalidade dinâmica das brasileiras."
Fonte:oglobo.globo.com



Geração NeYmar

O craque do Santos mistura ousadia e deboche numa explosiva mistura. Tudo funciona quando as coisas vão bem. Mas e quando começam a dar errado? Isso seria
um retrato do comportamento da Geração Y?

O assunto da semana foi a birra de Neymar que, depois de ser preterido na cobrança de um pênalti, fez malcriação dentro e fora de campo. Desacatou seu técnico e desrespeitou seus colegas. Agiu como uma criança mimada de quem foi
tirado um privilégio que não merece mais.


Antes mesmo de deixar a adolescência, o santista recebe tratamento de supercraque com salário idem. Vive as delícias de ser um astro, mas recusa-se a encarar suas dores. Gosta da fama e da fortuna, mas evita as responsabilidades.
Quer ser tratado como adulto, mas sem a obrigação de comportar-se como tal.
Neymar representa, por esta descrição, o típico jovem da geração
Y.


Assim como muitos da sua idade, Neymar rejeita autoridades e despreza hierarquias. Rebelou-se contra uma ordem de seu superior, sem qualquer razão para isso. Ele não estava batendo pênaltis bem, simplesmente porque não levava
isso a sério.



Zidane - exemplo para Neymar - em seus últimos lances em Copa do Mundo

Quando bateu com cavadinha na mão do goleiro, deveria ter aprendido. Mas não aprendeu. Disse que Zidane fizera o mesmo na Copa. Verdade. Fez isso minutos antes de dar uma cabeçada em Materazzi e receber cartão vermelho no jogo mais
importante do futebol mundial, encerrando melancolicamente sua carreira.


A jovem promessa do Santos, aliás, não é reconhecida por adotar bons ídolos nem modelos. Como Robinho, por exemplo, que não deveria ser espelho para ninguém*. O que muitos chamam de irreverência e descontração, vejo como deboche
e narcisismo. Considero suas dancinhas comemorativas extremamente desrespeitosas
e provocativas. São jogadores de futebol, não animadores de torcidas.


* * * * * * * * * *




Em duas ocasiões Neymar deu chapéus em adversários com a bola parada. Adversários que não estão esperando dribles. Dribles que não armam jogadas de ataque nem deixam ninguém mais perto do gol adversário. Para que servem, então?
Para humilhar o adversário. Cavadinha e paradinha também servem para humilhar o
goleiro - além de representar um pulo fácil na lista de artilheiros.


No mesmo jogo, atletas do Avaí acusaram-no de provocações comparando seu salário com os do clube do Sul. Outra humilhação. Rodadas adiante, brigas com jogadores do Ceará. E agora esse fiasco com seu próprio técnico e demais
companheiros.



Neymar e Robinho fazendo cara de bobo sem nenhum esforço
Imediatamente o Santos impôs-lhe uma multa de 30% do seu salário a qual, diga-se, não fará nenhuma diferença para ele.


O forçado pedido de desculpas foi muito mais um evento de Relações Públicas do que o reconhecimento de um erro. A mídia interpretou o pedido de desculpas de Neymar como "constrangido". Mas a bem da verdade ele estava contrariado, porque
não achava que devia desculpas a quem quer que fosse.


* * * * * * * * * *




Juntando os dois, Neymar e Robinho, temos o retrato de uma geração que já quer tomar conta do mundo. Dois moleques que exigem seus direitos sem se preocupar com seus deveres.


Independentemente da letra da sua geração, você só tem direito a alguma coisa nesta vida depois que provar o seu valor. Repetidamente. Antes disso você é apenas mais um. Pode ter muito talento e uma série de habilidades inatas. Mas
isso não faz de você um fora-de-série.


Até lá você precisará comer muito feijão com arroz e ser muito, mas muito mais humilde.


* * * * * * * * * *




Para que os demais Y não fiquem revoltados comigo, admito que há exceções. No futebol, por exemplo, Paulo Henrique Ganso, companheiro de Neymar no Santos é um exemplo. Ganso (como Diego) quer botar a bola pra dentro do gol e ir para casa,
ao contrário de Neymar (e Robinho). Sorte sua estar machucado e não ter tido o
desprazer de participar desta palhaçada.


No mais, essa geração Y ainda vai tomar muito na cabeça antes de aprender alguns valores que seus pais não lhe ensinaram.


____________________


* Mesmo se achando o melhor jogador do mundo, ele não conseguiu se firmar na Europa - e isso é sintomático. Quando surgiu no Santos tinha a companhia de Diego, de futebol muito mais objetivo e decisivo, mas igualmente destrambelhado
(conseguiu a proeza de ser expulso numa disputa de pênaltis). Juntos, Robinho e
Diego protagonizaram o lamentável episódio em que um arriou as calças do outro
durante uma entrevista coletiva, na frente dos fotógrafos, na fracassada
campanha da seleção pré-olímpica que sequer se classificou para os Jogos de
2004.



Fonte:administradores.com.br
A ABIT, o Sinditêxtil – SP e a ABRAFAS realizaram, em agosto, a segunda pesquisa de Sondagem Industrial. O estudo, elaborado pelas entidades, tem como objetivo apresentar um panorama do setor têxtil e de confecção brasileiro.
“Obtivemos respostas de empresas associadas de diversos segmentos, tais como
tecelagem, malharia, beneficiamento e confecção”, comenta o economista Haroldo
Silva, que coordenou o trabalho.
A amostragem traz que 40% das empresas consideram que houve aumento no volume de produção em julho, na comparação com o mês anterior. Outras 30% registraram estabilidade, enquanto 30% constataram queda na produção e 10%,
queda acentuada. No entanto, a pesquisa identificou que o nível de utilização da
capacidade instalada de metade das empresas ouvidas ficou abaixo do usual, com
relação ao normal para meses de julho; 30% se mantiveram igual e 20% ficaram
acima do usual. Ao fim de julho, os estoques de produtos finais das empresas
consultadas, ao fim de julho, com relação ao planejado mostrou-se igual ao
planejado para 40% das empresas e acima do esperado para 30% delas. Outras 30%
responderam que não operam com estoques.
A sondagem também investigou o índice de confiança do empresário industrial. Os resultados mostram que, em comparação com os últimos seis meses, as condições gerais da economia brasileira não se alteraram para 50% dos
entrevistados, melhoraram para 30% e pioraram para 20% deles. Já as condições
gerais da própria empresa melhoraram para 40% dos empresários, não se alteraram
para 50% e pioraram para 10%.
A pesquisa mostrou que 10% dos empresários estão pessimistas em relação à economia brasileira nos próximos seis meses, enquanto 40% estão confiantes e 50% acreditam que deve permanecer nas mesmas condições. No que se refere à própria
empresa, no mesmo período, 50% mostraram que estão confiantes, 40% disseram que
deve permanecer igual e apenas 10% mostraram pessimismo.
Ainda sobre os próximos seis meses, a amostragem revelou que 20% dos empresários esperam um aumento na demanda por seus produtos, 50% estimam
estabilidade e 30% acreditam que haverá queda. No que se refere ao número de
empregados, 60% dos entrevistados acreditam que haverá estabilidade, 10%
apontaram para aumento, 20% sinalizaram queda e outros 10% indicaram queda
acentuada. No item compras de matérias primas, 40% dos empresários afirmaram que
haverá queda, enquanto 30% defendem estabilidade e 30%, aumento. A quantidade
exportada deverá permanecer estável para 20% dos industriais e queda para outros
20%. O restante informou que não exporta.


Fonte:abit.org.br

Governo chinês fecha fábricas


A China ordenou o encerramento compulsivo de 2.087 empresas – incluindo na tinturaria e estamparia – devido às suas capacidades de produção
ultrapassadas.

Uma directiva do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação ordenou que as empresas – entre as quais 200 de tinturaria e estamparia e 80 de peles –
encerrem até ao final de Setembro. As suas licenças de negócio serão revogadas e
não terão acesso a crédito bancário nem aprovação para novos projectos de
investimento se não fecharem neste prazo.

A acção faz parte dos esforços do governo para reestruturar a economia tendo em conta o abrandamento da
produção industrial e para atingir os padrões ambientais sob o actual Plano
Quinquenal. O Ministério afirma que as fábricas que deverão encerrar têm elevada
poluição ambiental, desperdiçam muita energia ou não cumprem os requisitos de
segurança.


Fonte:br.fashionmag.com