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sábado, 24 de setembro de 2011

As marcas de maior participação nas redes sociais

20% das marcas no país, cerca de 60, são responsáveis por concentrar 80% de toda a audiência das redes sociais

Guaraná Antarctica: marca já passou de um milhão de fãs no Facebook

São Paulo - O Facebook é a rede social que tem mais representatividade no Brasil quando o assunto é publicidade. De acordo com o indicador Index Social, lançado ontem pela Espalhe no Social Media Week SP, 68% das marcas estão na plataforma com as chamadas Fan Pages.
Os dados apontam que em abril deste ano 177 empresas se conectavam com 7,9 milhões de pessoas. Nesta época, o Twitter tinha 54% da participação, enquanto o Facebook possuía 45%.
Agora, em setembro, já são 309 conectadas. O Facebook passou a ter uma representação de 68% e o Twitter caiu para 31%. O YouTube se manteve com 1%.
Em cinco meses, o crescimento total foi de 182%. Neste período, o Facebook saltou 311%, o Twitter 68% e o YouTube 84%. As marcas, segundo a ferramenta, estão conectadas a 22,2 milhões de pessoas.
Foi constatado ainda que menos de 20% das marcas no país, cerca de 60, são responsáveis por concentrar 80% de toda a audiência. E este número em abril era menor, apenas 30. Os setores de alimentação, e-commerce, bebidas, veículos e higiene/limpeza são responsáveis por 58% delas.
As marcas que têm mais consumidores em média em seus canais proprietários são as de telecomunicações e aviação. Telecom está disparado em primeiro lugar; vale lembrar que Ronaldo contribui para a causa. A conta do Twitter do ex-jogador é patrocinada pela Claro (@ClaroRonaldo).
Desde abril, bebidas, produtos de uso pessoal, higiene e limpeza foram os que mais cresceram no Index.

E para provar que o número não é necessariamente sinônimo de sucesso. De acordo com o indicador, quanto menor a audiência, maior a média de engajamento, com exceção do Guaraná, Smirnoff e Brahma Futebol RJ. Para verificar o engajamento, são medidos os “curtir” e comentários no Facebook, além das menções e RTs no Twitter.
Em agosto, as 22 milhões de pessoas que acompanham as 309 marcas se engajaram 3,1 milhões de vezes. O Index Social tem no sistema as 309 marcas mais representativas. Pouco mais da metade, 164, marcam presença nos 3 canais.


Veja a classificação de branding por setor:


Bebidas alcoólicas
Crescimento de 196%
Smirnoff
Brahma
Johnnie Walker


Bebidas não-alcoólicas
Crescimento de 929%
Guaraná Antartica
Gatorade
Ades


Produtos de uso pessoal

L’oreal
Natura
Nivea


Higiene Pessoal e Limpeza
Oral-B
Axe
Johnson’s baby



FONTE: 

terça-feira, 31 de maio de 2011

Empresas devem rever a postura com redes sociais

Evento da Totvs reuniu público de 26 cidades para debater tecnologias.
Mercado ainda não acordou para o atual momento digital
Mais do que entreter, reunir amigos e estimular o relacionamento profissional online, as redes sociais viraram uma arma engatilhada nas mãos de consumidores e profissionais insatisfeitos. Ainda navegando meio sem rumo em meio a sites como Facebook, Twitter e Orkut, as empresas podem estar tentando conter o ímpeto dos usuários de forma equivocada.
O alerta é do psicólogo e coordenador do programa de dependência virtual do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), Cristiano Nabuco de Abreu. "As redes sociais apenas ajudam a propagar o que já acontece nas companhias. Se uma corporação tem uma perspectiva negativa dos funcionários ou dos seus clientes, esses sites são usados para divulgar isso", observa. Dessa forma, é preciso parar de culpar a tecnologia e começar a olhar mais atentamente para as suas posturas corporativas. O especialista participou na semana passada de um evento promovido pela Totvs, transmitido e debatido simultaneamente através de videoconferência em 26 cidades brasileiras, entre elas Porto Alegre, Brasília, São Paulo, Cuiabá, Goiânia, Salvador, Belém, Fortaleza e João Pessoa.
Abreu observa que o mercado corporativo ainda não acordou para esse momento digital que os usuários, por sua vez, já utilizam plenamente. "Cruzar os braços e atribuir o sucesso desses sites a algo momentâneo é um erro. Se continuarem assim, as empresas poderão sofrer um revés devastador", alerta.
Na relação das marcas com os consumidores, o que mais acontece são situações nas quais as pessoas usam esses sites para reclamar de mau atendimento e mercadorias não entregues. Geralmente, partem para essa alternativa depois de não conseguirem resolver seus problemas através das formas tradicionais. E acabam angariando, entre seus amigos e seguidores, mais e mais críticos.
O mesmo tem se verificado na relação funcionário e empregador. Se as empresas não estão atentas para os colaboradores, as pessoas acabam externalizando esse mal-estar na internet. "Funcionários encantados não falam mal das empresas onde trabalham e, até mesmo, são capazes de propagar boas ideias", comenta Abreu.
Google abre inscrições para programa de estágio no Brasil

O Google recebe até o dia 8 de junho inscrições para seu programa de estágio. São 24 vagas para universitários das áreas de marketing, finanças, recursos humanos e setores técnicos. As inscrições devem ser feitas no site da

Cia de Talentos (http://www.ciadetalentos.com.br/jovens).
Em seu anúncio, a empresa diz procurar por jovens que amem inovação, tenham excelente desempenho acadêmico, grande capacidade analítica e habilidade em focar em resultados.
Os estudantes devem estar matriculados em uma graduação - curso com duração de quatro ou cinco anos, ou seja, cursos tecnológicos não servem - e com data de conclusão de curso prevista para dezembro de 2011. É preciso ter inglês fluente. O estágio inclui salário acima da média de mercado, seguros de saúde e vida, auxílio-transporte e alimentação de graça na empresa, de acordo com a empresa.
Twitter revela dados pessoais de um usuário pela primeira vez

O Twitter concordou, pela primeira vez, em liberar os dados pessoais de um dos usuários da rede social por pressão da Justiça. As informações de Ahmed Khan, conselheiro municipal da cidade inglesa de South Shields, foram abertas pelo site no âmbito de um processo por difamação movido na Califórnia, sede do Twitter.
Três conselheiros e um funcionário público da cidade South Tyneside, também na Inglaterra, moveram uma ação contra Khan nos Estados Unidos acusando-o de ser o responsável por declarações difamatórias publicadas em um blog e disseminadas pelo Twitter.
Khan, que nega qualquer envolvimento com as ofensas, diz que foi contatado pelo Twitter em abril por causa do processo. O site de microblog teria, segundo ele, lhe dado um prazo de 21 dias para submeter uma contestação legal. Caso contrário, dados como números de IP e de telefone e endereços de e-mail seriam liberados - o que acabou acontecendo. "Sinto que meu direito à privacidade foi violado, junto com a privacidade de qualquer pessoa que tenha se comunicado comigo pelo site", disse Khan, que admite ser um crítico ferrenho dos querelantes.
O Twitter, por meio de uma porta-voz, não deu detalhes sobre o processo. "Não podemos comentar sobre mandados ou solicitações específicas. Como preveem nossas regras de colaboração com a Justiça, nossa política é notificar os usuários antes da abertura de seus dados cadastrais."
Fonte:jcrs.uol.com.br


domingo, 13 de fevereiro de 2011

5 dicas para não comprometer sua carreira nas redes sociais

É preciso organização, objetividade, foco e persistência

Com a internet e as redes sociais, as pessoas estão cada vez mais conectadas, o que facilita o chamado networking, instrumento poderoso para abrir as portas do mercado de trabalho e do mundo dos negócios. No entanto, com a diversidade de ferramentas, o fantástico número de usuários e a tendência ao caos que a rede sugere, os profissionais têm dificuldades de administrar de forma eficiente e tirar proveito dos relacionamentos virtuais.

Afinal, como ganhar visibilidade e aparecer de forma diferenciada na rede social, quando todos se apresentam com clichês como motivado, inovador, dinâmico, focado em resultados? Como se conectar a pessoas certas e tornar produtivos esses relacionamentos? Como entrar em grupos sem se sentir ou ser considerado um "penetra" chato e indesejável?

A rede social tem uma lógica: o usuário aumenta o número de conexões com pessoas que realmente conhece ou com quem mantém algum tipo de relacionamento – e, a partir desses contatos, ele se conectará progressivamente a pessoas que não conhece no mundo físico. Ou seja, no networking virtual, o céu é o limite.

Mas, apesar desse caráter, digamos permissivo, da rede, o profissional precisa ter organização, objetividade, foco e persistência. Alguns conselhos:

Planeje sua entrada na rede social

Não caia na rede apenas porque todo mundo está lá. Defina objetivos, avalie as ferramentas, calibre a imagem e as mensagens que queira transmitir. Não convide desconhecidos apenas para alavancar sua rede. Procure se conectar a pessoas e grupos com os quais tenha interesses em comum.

Não confunda alhos com bugalhos

Todas as ferramentas contribuem para o networking, mas cada uma tem uma funcionalidade específica. Se você quiser apresentar seu currículo, procurar contatos em sua área, prospectar negócios ou participar de discussões profissionais de seu interesse, o LinkedIn é a melhor ferramenta, pois tem um foco mais corporativo. O Facebook é mais democrático e serve para você compartilhar novidades, idéias, falar de sua vida, do jogo do domingo, de sua paixão por cachorros. Isso não quer dizer que a ferramenta deva ser descartada para relacionamento de caráter profissional, pelo contrário.

Vá além dos clichês

Procure, quando oportuno, mostrar suas experiências profissionais concretas, como projetos que liderou, resultados que obteve, desafios que superou. Compartilhe conhecimentos, pois essa é uma forma de você se diferenciar na rede.

Tenha bom senso

Não entre em grupos de discussões de temas que não o interessam, que você não domina ou com o qual não tem familiaridade. Você será visto como bobo, ingênuo e oportunista.

Tente trazer para o mundo real os relacionamentos virtuais

Aproveite oportunidades para conhecer pessoalmente pessoas com as quais mantém contatos virtuais – em eventos, congressos, feiras, festas corporativas, campeonatos ou happy hours, mas sem forçar a barra. Se você acha que albatroz, birdie e eagle só existem no mundo da ornitologia, não convide ninguém para jogar golfe.

Por fim, trabalhe as redes de forma sistemática e metódica, pois incursões eventuais não constroem relacionamentos.

Marcelo Mariaca - é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.

 
Fonte:administradores.com.br



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

2011: Use as redes sociais para contratar e se projetar na carreira


As empresas estão de olho nas redes sociais. Entre os benefícios para caçar talentos estão a facilidade de contato com os profissionais, maior número de candidatos e agilidade na divulgação da vaga. Em 2011, invista neste canal!

O Brasil tem despontado no uso de redes sociais no mundo. O infográfico 'Acesso das mídias sociais no mundo' publicado na última semana no Portal HSM mostra que o país é TOP em consumo de internet, com 86% de visitas nas redes sociais. Outros levantamentos e estudos mostram ainda que uso de redes sociais para seleção é visto como tendência para 2011.

Um estudo realizado pela Robert Half com 2.819 executivos de média e alta gerência aponta que 21% das empresas nacionais afirmaram que utilizam ferramentas de redes sociais para contratações. O Brasil lidera e está na frente de países como Espanha (18%), Itália e a Holanda, ambas com 13%.

Atualmente, as redes sociais voltadas para uso profissional e networking mais disseminadas no País são LinkedIn e Plaxo. Contudo, há ainda um aumento do uso do Twitter e Facebook para esta finalidade.

De acordo com pesquisa da Jobvite, empresa de aplicativos e recrutamento, realizada com 825 profissionais do ramo, 78% usam o LinkedIn, 55% usam o Facebook (representa 15% a mais que no ano passado) e 45% usam o Twitter (32% mais que em 2009) nos processos seletivos.A forte tendência do uso de redes sociais para seleção é percebida pelo resultado desta pesquisa. Cerca de 92% dos profissionais entrevistados já usam ou planejam adotar ferramentas sociais no recrutamento de candidatos.

De acordo com Karin Parodi, diretora geral da Career Center, hoje um candidato consegue ampliar sua exposição para o mercado com muito mais agilidade e amplitude do que no passado. Porém, é preciso escolher ferramentas seguras. “É importante limitar a quantidade e natureza da informação a ser divulgada àquela realmente necessária para despertar o interesse para um contato pessoal”, sugere.

Para a executiva, a divulgação de currículo online pelas redes sociais é um benefício para os headhunters. Contudo, os candidatos precisam fazer o uso criterioso. “Os exageros de informação de natureza pessoal, fotos pouco profissionais, confusão entre sites de relacionamento mais pessoal (como Orkut e Facebook) e sites de relacionamento profissional (como Linkedin ou Plaxo) são erros cometidos com alguma freqüência”, aponta Karin.

O uso de redes sociais profissionalmente foi impulsionado com o lançamento do LinkedIn, em 2003. No início, havia certo predomínio dos profissionais e carreiras ligadas a área de tecnologia, que com mais facilidade aderiram a este tipo de ferramenta. Segundo Karin, como os sites eram quase sempre em inglês, havia também uma predominância de posições mais altas e perfis de profissionais mais seniores ou com formação mais sofisticada.

“Hoje, praticamente essa predominância deixou de existir e encontramos representantes e vagas de todas as carreiras e níveis. As ferramentas se tornaram muito fáceis de utilizar e estão disponíveis em diversos idiomas”, conta.

Se você ainda não começou a utilizar as redes sociais para buscar talentos, aproveite e reveja seu planejamento para o próximo ano. Você pode ter mais facilidade no contato com os profissionais, aumentar o número de candidatos para uma vaga e ainda ganhar agilidade na divulgação de vagas.



Fonte: Portal HSM



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Empresas do Brasil lideram no uso de redes sociais para negócios, diz estudoPostado por Erivaldo Cavalcanti

O Brasil está entre os países que mais adotaram aplicativos de rede social da Internet -- como Facebook e Twitter -- como ferramentas de negócios, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira. Segundo um estudo feito pela fabricante de softwares McAfee em 17 países, empresas do Brasil, Índia e Espanha estão entre as que mais adotaram as tecnologias conhecidas genericamente como Web 2.0, queincluem redes sociais como Facebook e Twitter. Nos 17 países, mais de 75% das empresas pesquisadas utilizam algum tipo de software como Facebook ou Twitter nos seus negócios. Em Brasil, Espanha e Índia, o índice superou 90%. Três entre quatro empresas que utilizam ferramentas Web 2.0 afirmam que estão conseguindo ganhar dinheiro com os aplicativos. No Brasil , noveem cada dez empresas afirmam que estão lucrando com as ferramentas. O mesmo índice foi registrado na Índia, Emirados Árabes Unidos e México. Segundo o estudo da McAfee, o Brasil e a Índia foram os únicos  paísesdo estudo onde as empresas disseram receber pressão do mercado para adotar ferramentas como Facebook e Twitter nos seus negócios. No Brasil, 58% das empresas pesquisadas afirmam que seus consumidores ou clientes exigem aplicativos Web 2.0. De acordo com a consultora brasileira em informática Vanda Scartezini, citada no relatório da McAfee, o fato de os brasileiros "amarem novidades e se adaptarem rapidamente a novas tecnologias" explica o sucesso da Web 2.0 no país. A analista de tecnologia Charlene Li, também citada no relatório, destaca que o uso empresarial das ferramentas Web 2.0 reflete a penetração das redes sociais nos países. Uma grande parcel de internautas no Brasil e na Coreia do Sul, por exemplo, partic ipam deredes sociais.

FACEBOOK



Apesar de funcionarem como plataformas importantes de negócios, o estudo sugere que os empresários não veem com bons olhos o uso de redes como Facebook pelos seus empregados durante o horário de trabalho. O Facebook é bloqueado por quase metade das empresas pesquisadas. Na Itália e na Espanha, mais de 60% das empresas restringem o uso do Facebook. Já no Brasil, Japão e Alemanha, menos de um terço das empresas impõe restrições ao site. A pesquisa afirma que as empresas de Índia e Brasil também estão entre as mais preocupadas com os riscos de segurança e golpes na internet através de aplicativos.


Segundo o estudo da McAfee, cada empresa brasileira perde, em média, US$ 2,5 milhões devido a problemas de segurança relativo à Internet. O valor é superado apenas pelo Japão, onde cada empresa perde em média US$ 3 milhões. O estudo foi encomendado pela McAfee à universidade americana de Purdue. Os pesquisadores ouviram 1.055 empresários em 17 países diferentes, dos setores público e privado.







Fonte:fiec.org.br










sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucessoPostado por Erivaldo Cavalcanti em 13 agosto 2010 às 12:30


Há tempos, as redes sociais são apontadas como uma tendência para complementar as ações empresariais. Mas o fato é que essa tendência está a cada dia se transformando em realidade. Uma pesquisa realizada recentemente pelo instituto Nielsen Ibope revelou que 86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais.


O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook, Orkut ou LinkedIn deixou de ser apenas passatempo e conquistou um novo público. Hoje, empresários, candidatos, empresas, meios de comunicação, usam essas ferramentas como uma ferramenta de informarem e serem informados.


Para Cristiano Miano, sócio diretor da DigiPronto, agência que atua há mais de 10 anos em estratégias vencedoras na internet, esses canais são excelentes ferramentas para medir as estratégias da empresa. "O Twitter, por exemplo, pode ser um grande observatório, assim como pode ser um palco para conversas entre empresas e consumidores. Também podem fazer o acompanhamento de suas marcas, produtos e assuntos relacionados a eles".


Vitor Elman, diretor de criação da Cappuccino, empresa especializada em ações corporativas para comunicação digital, indica que nesses canais as marcas devem ser sempre transparentes com o público. "Não adianta mais você querer falar bem de um produto que não é. A via é de mão dupla e a resposta do consumidor é imediata". Para Elman, dar atenção ao seu consumidor é um fator de sucesso. "As pessoas compartilham sentimentos e experiências e estão ávidas por relacionamentos. Quanto mais humana for sua marca, melhor", ressalta o executivo.


Cases na redes


O diretor de criação da Cappuccino indica que saber o objetivo da ação deve nortear a estratégia utilizidada nas mídias sociais. "Um exemplo é nosso caso com o cliente Mucoangin. Nosso objetivo era aumentar as vendas e associar a marca com a dor de garganta. Para isso, criamos uma ação que monitora quem menciona 'dor de garganta' no Twitter e respondemos essas pessoas com uma mensagem calorosa de conforto nesse momento chato, além de chamarmos para visitar um endereço na Internet", destaca Elman.


O executivo explica que ao mesmo tempo foi criada uma sala de tratamento personalizada com um boneco animado que possui a foto do Twitter do usuário, uma simulação do tratamento, dicas de melhorar as dores e opções de compartilhamento com os amigos. Vitor Elman explica que em um mês de ação, o site atingiu mais de 32 mil participantes, as vendas do produto cresceram em 90% e obteve mais de 1500 citações espontâneas no Twitter.



Datas comemorativas


Datas comemorativas também são geralmente aproveitadas para ações variadas com o consumidor. Um exemplo foi o Melhor da Vida, empresa pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, que aproveitou o potencial das mídias sociais para alavancar as vendas e divulgar sua marca no Dia dos Pais. Para isso, promoveu o concurso cultural "Dia dos Pais EMOÇÃO", além de promoções especiais para os seus seguidores no Twitter, Orkut e Facebook. O resultado foi o aumento em 33% nas vendas comparado ao mesmo período do ano anterior.













Existem boas práticas para uma empresa se destacar frente aos concorrentes com a utilização das redes sociais. Baseado em casos do mercado, veja algumas receitas indispensáveis para utilizar essas redes corporativas apontadas pelos especialistas:


Transparência: É extremamente importante ser transparente com seus consumidores e com agentes formadores de opinião do meio como administradores de comunidades, etc. Estamos na época da transparência na relação entre marca e consumidor. Nessa época não é possível querer falar bem de um produto que não é, porque a via de mão dupla faz a verdade vir a tona.


Contexto: O Twitter é uma ferramenta onde o usuário segue quem quer. Ele tem o comando. No caso de redes sociais, a segmentação é um diferencial importantíssimo. Mas ao trabalhá-la sua mensagem tem que ter total coerência com o que o usuário / consumidor está esperando.


Engajamento: Essa é uma prática que serve para toda ação bem feita. Mas em redes sociais temos um ambiente mais aberto, pessoas mais disponíveis a se engajar. Uma ação que dê um estalo, um momento de epifania, ou que seja uma experiência inesquecível e contagiante, em uma rede social, tem o fator boca a boca elevado à quinta potência.


As ferramentas já estão lá, a um clique para comunicar à toda a sua rede de contatos. É o que faz aplicativos sociais, ações de relacionamento e até mesmo anúncios (Sim!! Anúncios! No Facebook, por exemplo, você pode "Curtir" um anúncio, compartilhando com todos os seus amigos).


Frequencia: Antes de iniciar qualquer ação de relacionamento em redes sociais é preciso avaliar se você terá 'musculatura' suficiente para mantê-la. Não adianta criar um perfil no Twitter, por exemplo, conseguir diversos seguidores com promoções se, no final, você não terá conteúdo para mantê-los. É aí que entra a frequência de posts, twittadas, etc. Ela é essencial para o sucesso do relacionamento e da fidelidade do seu consumidor. Ela deve ser balanceada para não ser uma cachoeira de informação e não ser tão escassa que pareça falida. Existem até pesquisas de melhores horários para se Twittar.


Personalização: Uma grande vantagem de redes sociais é a comunicação "one to one", cara a cara mesmo. Quanto mais a marca assume um caráter humano e mais próximo, maior o estreitamento da relação com o consumidor e maior o sucesso dela com esse público. Saber ouvir o que está se falando, interpretar e utilizar isso seja em uma sincera resposta, seja aplicando em uma implementação de um produto ou até para sua campanha é um diferencial muito importante. É o caso da Old Spice, que, através de vídeos personalizados com o protagonista do comercial da marca respondendo diretamente às menções de usuários no Twitter, criou um dos maiores casos de sucesso das mídias sociais.


Fonte:administradores.com.br