terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conheça os 10 mandamentos de um vendedor de sucesso

Trabalhar como vendedor não é uma atividade tranquila. Estes profissionais têm de cumprir metas, conhecer os produtos e serviços, atender e principalmente conquistar os clientes. Mas por que alguns vendedores são bem-sucedidos e outros não são?

O presidente do CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas) e autor do livro "Histórias dos Verdadeiros Campeões de Vendas" (Ed. Ferreira Negócios), Diego Maia, explica que o que diferencia estes profissionais é a maneira como lidam com os desafios da carreira.

"É possível diferenciá-los pela forma como estas pessoas encaram seu serviço. Um vendedor de sucesso faz além das suas possibilidades. Ele também tem comprometimento com a sua carreira", explica o especialista.

Conhecimento

Ele acrescenta que um vendedor bem-sucedido busca ter conhecimento e informações além do que é exigido pela profissão. Maia aconselha que estes profissionais façam cursos na área ou até mesmo livres, já que em algum momento as informações extras podem ajudá-los em uma venda.

Ele conta que um vendedor de vinhos conquistou uma rede de restaurantes porque ouviu os funcionários conversando sobre qual a diferença entre enólogo, sommelier, entre outras nomenclaturas.

Como esta pessoa tinha conhecimento da área devido aos cursos realizados, ele explicou a diferença para os funcionários, o que despertou o interesse de um comprador por este profissional. "Ele tinha um diferencial, por isso conquistou o cliente", diz.

O especialista declara ainda que a realização de cursos aumenta o networking do profissional. Mesmo em cursos não relacionados a vendas, conhecer outras pessoas amplia as possibilidades de realizar negócios.

Mandamentos

 
O autor indica 10 atitudes que podem diferenciar um vendedor medíocre de um profissional de sucesso. "Estas dicas não servem somente para área de vendas, mas para as outras profissões", informa.

■Preparação: Além de cursos como graduação, pós-graduação, cursos livres de vendas, marketing, negócios e cursos livres, é aconselhável a leitura de livros e revistas;

■Planejamento de carreira: tenha em mente aonde deseja chegar. Por isso, estabeleça metas palpáveis. O especialista aconselha que as pessoas escrevam seus planos, assim não estarão somente no plano das ideias;

■Planejamento financeiro: organização financeira é fundamental, já que muitos profissionais dependem da comissão de vendas. Pense no futuro. Faça seguro especializado para área e um plano de previdência privada;

■Comprometimento: Tenha comprometimento com a empresa, com o produto e com os clientes. "É mais do que vestir a camisa", declara Maia;

■Aprender com os erros: ao errar, peça o feedback, desde o chefe até o cliente;

■Inovação: inovação não deve ser no sentido técnico ou científico. O vendedor deve colocar em prática todos os dias alguma ideia nova, como enviar artigos ou reportagens aos clientes que possam interessar, não

almoçar sozinho, conhecer outros lugares, entre outras coisas;

■Networking: deve ser feito tanto com profissionais da mesma área como com os de setores diferentes. Além de manter contatos com os clientes. "É se fazer presente. É estar permanentemente em contato com as pessoas", afirma Maia.

■Faça com os outros o que você gostaria que fizessem com você: é fundamental ter ética. Ajude o cliente a crescer;

■Venda e negocie benefícios: é importante enfatizar o que o produto pode proporcionar ao cliente;

■Seja um portador de boas notícias: ninguém faz negócios com pessoas desmotivadas, por isso deixe os problemas de lado, e não os leve para o cliente.


Fonte:administradores.com.br







segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Custos Fixos e Mão de Obra - Abraham Shapiro

ABRAHAM SHAPIRO

Recebi de meu amigo e jornalista Gelson Negrão um comunicado divulgado semana passada pela Apple informando que o quadro de funcionários da companhia americana liderada por Steve Jobs cresceu cerca de 30% no último ano. O maior acréscimo ocorreu no varejo, setor da empresa que agora conta com quase 27 mil profissionais – 10 mil a mais do que em 2009.

A empresa obviamente só fez este informe oficial adiantando ao mercado que espera uma queda em sua margem bruta de lucro nos próximos trimestres.

Vamos aproveitar a notícia para entender algo importante. Custos fixos são os custos necessários para manter a empresa em funcionamento. Não estão associados à quantidade de produtos processados, e ficam no mesmo patamar tanto com o aumento quanto com as quedas da produção ou das vendas.

As empresas de quase todos os setores convivem hoje com um aumento crescente da concorrência. Isto as força a reduzir custos continuamente, pois só assim podem negociar com competitividade. Achatar lucros – como a Apple anunciou aos acionistas esta semana – é um problema, já que lucrar é o propósito de qualquer empresa.

No entanto, geralmente quando uma empresa precisa reduzir custos os funcionários sofrem porque a primeira atitude consiste quase sempre no corte de uma parte do quadro.

Mas há como fazer isto de modo mais eficaz, inteligente, contínuo e independente da concorrência.

Uma das ações mais saudáveis em qualquer negócio é a permanente análise da eficiência da mão de obra atual - em termos de desempenho e competências. O que vem a seguir são os treinamentos. Quando se investe em treinamentos que aperfeiçoem o desempenho do pessoal, uma seleção natural começa a ocorrer, isto é, os bons prevalecem sobre os incompetentes.

Isto é positivo, pois, quem não melhora o tempo todo está destinado pela própria vontade a ser eliminado dos ciclos de que participa. O trabalho talvez seja o principal deles, e muito mais nos dias de hoje, quando o que mais importa é o rendimento real do conhecimento e da técnica.

 
Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de

trabalho, em uma só palavra, é:

simplicidade.



Fonte:





Fonte:groups.google.com/group/profissaoatitude







domingo, 14 de novembro de 2010

Zé Alencar quer retomar trabalho na Coteminas

Ao deixar a vice-presidência no próximo dia 1º de janeiro, José Alencar Gomes da Silva – que sofreu enfarte na quinta-feira – pretende seguir conselho que o pai, Antônio Gomes da Silva, lhe deu quando, aos 14 anos, deixou sua casa em Itamuri para buscar trabalho em Muriaé, na Zona da Mata mineira. “O importante na vida é poder voltar”, disse, lembrando o ditado, em entrevista ao JT em 28 de outubro de 2002, um dia após ser eleito vice-presidente na chapa de Lula.

Passados oito anos, Zé Alencar, como é tratado na intimidade, não esconde dos amigos mais próximos seu desejo: “só quero que Deus me dê saúde para voltar para a Coteminas”. A indústria têxtil – que registrou em 2009 patrimônio liquido de R$ 1,5 bilhão e emprega cerca de 12 mil funcionários – foi fundada em 1967 em Montes Claros pelo jovem empreendedor mineiro, que aos 18 anos já havia criado na cidade de Caratinga a loja “A Queimadeira” embrião da gigante de tecidos.

A bem sucedida trajetória no mundo dos negócios se repetiu na política. Em 1998 – após perder sua única eleição, em 1994, para o governo de Minas –, Alencar foi eleito senador pelo PMDB. Três anos depois, o empresário trocou a sigla “decepcionado com o desapreço da executiva” pelo PL e começou a articular com o sindicalista Lula a chapa presidencial que, um ano depois, ficaria conhecida como a aliança entre o trabalho e o capital. “Eu e o Lula viemos de um começo humilde e difícil e temos várias afinidades”, disse, já em 2002, antes de iniciar a caravana pelo país ao lado do, desde então, companheiro de luta.

Porém, já no primeiro mês de governo, as afinidades de berço não se refletiram na questão econômica e Alencar se colocou como espécie de ombudsman do conservadorismo de Antonio Palocci à frente do Ministério da Fazenda. “Nós estamos encabrestados. Pelo mercado, pelos juros, pela dívida”, reclamou, entre tantas outras ponderações. Sem se desfazer dos ataques, que irritavam membros do governo, Alencar provou a lealdade prometida a Lula, quando assumiu o Ministério da Defesa, em 2004. Com bom trânsito entre militares, o vice presidente acalmou a caserna, que se rebelara durante a gestão de José Viegas Filho.

Mensalão

As críticas cessaram em 2005. Durante as denúncias do mensalão, Alencar viu membros do seu partido admitirem recebimento de propina para votar a favor do governo, que ele também comandava, no Congresso Nacional. “A coisa tá ruim. Tá tudo esquisito. Até a vaca está estranhando o bezerro”, confidenciou a assessor ao saber da renúncia do deputado Waldemar da Costa Neto, presidente do PL, envolvido no caso.

“Aborrecido”, Alencar rompe com o PL. “Quando saio por aí, fico desconfiado, vejo as pessoas me olhando de lado, de banda, como se eu tivesse cometido algum ilícito”. Mesmo sem saber qual seria seu destino filia-se ao nanico PMR – primeira denominação do atual PRB – às vésperas do prazo final para a filiação aos que pretendiam se candidatar nas eleições de 2006.

Que é isso, Zé?

Sentindo-se preterido pelo governo, Alencar só aceitou ser novamente candidato a vice na chapa à reeleição encabeçada por Lula quando presidente o chamou para um tête-à-tête. “Que é isso, Zé? Você é e vai ser meu vice”. Após subir mais uma vez a rampa do Planalto, em 2007, Alencar atuou em estilo mineiro, sem muitas críticas no segundo mandato. A turbulência veio na vida pessoal, quando a Justiça obrigou-o a reconhecer a professora aposentada Rosemary de Morais, de 55 anos, como filha. Desconfiado, Alencar não fez o exame de DNA. “Não vou me submeter a uma coisa dessas. Não estou habituado a ceder a chantagens”, disse.

Fonte:blogs.estadao.com.br



















Vicunha Têxtil registra lucro líquido de R$ 63 milhões de janeiro a setembro de 2010

São Paulo, 12 de novembro de 2010 – A Vicunha Têxtil, líder na produção de índigos e brins na América Latina, registrou lucro líquido consolidado de R$ 63 milhões de janeiro a setembro de 2010, melhora expressiva se comparada ao mesmo período de 2009, quando apresentou prejuízo líquido de R$ 207 milhões. Após esses meses, a receita líquida alcançou R$ 620 milhões, crescimento de aproximadamente 21% em relação aos mesmos meses do último exercício (R$ 512 milhões). A margem EBTIDA foi 50% superior ao mesmo período de 2009 (R$ 92 milhões), totalizando R$ 137 milhões.

A retomada da lucratividade da Vicunha Têxtil é consequência da estratégia traçada em 2009 e consolidada em 2010 em focar seus negócio exclusivamente na fabricação e na comercialização de tecidos índigo e brim. Além da alienação dos ativos no segmento de malharia, realizada no ano passado, a empresa alienou, neste ano, seus demai negócios. “As estratégias adotadas pela Vicunha desde o ano passado mostraram-se extremamente eficazes, porque foram determinantes na retomada e no aumento da lucratividade da companhia. A partir de agora, a grande meta é o nosso fortalecimento com investimentos nos negócios internacionais, no aumento de capacidade produtiva e na modernização das fábricas nacionais”, afirma José Maurício D´Isep, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Vicunha Têxtil.

Os bons resultados da Vicunha em 2010 são também reflexos da redução da dívida líquida de R$ 491 milhões, registrada no final do ano de 2009, para R$ 263 milhões até setembro deste ano, passando de uma relação / múltiplo de dívida por EBITDA de 4,2 para 1,7 vezes, respectivamente.

Investimentos

 
Os números positivos do período são decorrentes do posicionamento da Vicunha em se fortalecer no setor em que atua tanto em âmbito nacional quanto no internacional. Para atingir essa meta, importantes ações estão sendo implementadas:

§ Investimento total de R$ 430 milhões nos próximos três anos para modernização das unidades fabris brasileiras situadas no Nordeste (três no Ceará e uma no Rio Grande do Norte); desse montante, R$ 90 milhões já estão sendo aplicados neste ano.

No período, a companhia consolidou sua operação internacional ao comprar a empresa LA Internacional, localizada no Equador. Em 2010, estão sendo investidos US$ 25 milhões para duplicação da capacidade de produção de índigo na unidade instalada em Quito.

§ Assinatura de Protocolo de Intenções com o governo de Mato Grosso e prefeitura de Cuiabá para instalação nos próximos anos de indústria das atividades de fiação, tinturaria, tecelagem e acabamento, voltadas para o beneficiamento e produção de índigo. O investimento projetado é de R$ 350 milhões, com previsão de geração de dois mil empregos diretos e seis mil indiretos, processamento anual de 65 mil toneladas de algodão e produção anual de 72 milhões de metros lineares de tecido.

Expectativas

A Vicunha aposta em seu fortalecimento por meio dos investimentos que já vem sendo realizados em suas unidades fabris em operação no Nordeste.

Com isso, a companhia reforça sua importância no mercado brasileiro de produção de índigo e brim. E, nos próximos anos, a empresa prepara a expansão de sua capacidade produtiva no Brasil, com o projeto de instalação de fábrica em Mato Grosso.

Em âmbito internacional, com a operação da subsidiária LA Internacional no Equador, a companhia pretende aumentar sua participação no mercado da América Latina, visando às exportações para os países signatários do Pacto Andino, México e, consequentemente, Estados Unidos e Europa. Além da produção no Equador, a empresa também atua na Argentina com escritório comercial e analisa o mercado local para possíveis aquisições e plantas industriais.

Contudo, o ramo têxtil enfrentou, nos últimos meses, um aumento significativo do preço do lgodão, sua principal matéria-prima. Frente à perspectiva da manutenção os valores elevados desta commodity para 2011, a Vicunha, neste último rimestre, vem reajustando os preços de seus produtos com o objetivo de reservar as margens de lucratividade.

“A reestruturação nos negócios da empresa trouxe a conquista de resultados ositivos com a elevação de seus lucros. Porém, com o aumento de suaprincipal matéria-prima, a Vicunha terá de rever os preços de seus idngos e brins para garantir que o setor têxtil mantenha uma margem de ucratividade adequada”, comenta D´Isep.

 



fonte:valedoivihemagora.com.br









sábado, 13 de novembro de 2010

Cidade do Jeans - IBGE destaca Toritama como menor cidade de Pernambuco com maior crescimento populacional

O crescimento econômico de Toritama é considerada a principal causa do crescimento populacional. Conhecida como a terra do jeans, o município superou todos os outros 183 de Pernambuco, além de Fernando de

Noronha no censo 2010.

Por ano, a população de Toritama aumentou 4,8% e alcançou 59% de crescimento em toda a década. De 21.800 habitantes no ano de 2000, a população da cidade chegou a 34.938 em 2010 até agora, todo esse crescimento populacional se deve a vinda de pessoas de outras cidades e estados atraídas pela produção de jeans e investem na potencialidade do município.
"A cidade tem uma importante economia da região e tem também a BR 232 que só aumenta o crescimento e é possível que o número chegue a 35 mil", relatou Paulo Salvador, coordenador do IBGE em Toritama.

Foi a visão de boa economia que fez com que uma construtora da capital pernambucana investisse na região. Há pouco mais de um ano, 50% dos 300 lotes de um condomínio clube que fica às margens de BR 104 já

foram vendidos.

São mais de 200 mil metros quadrados ao dispor daqueles que moram ou pensam em se mudar para Toritama. "Foi uma visão futurista, há cinco anos os donos da construtora fizeram uma pesquisa e perceberam que o crescimento dessa região ia acontecer em breve, pela duplicação de BR e pelas fábricas que estavam crescendo muito", falou Elenir Nichel gerente de vendas do condomínio.

Toritama não atrai só investidores, muita mão de obra também vem de fora. "Eu sou de São Paulo, estou aqui há dois anos. Eu vim a passeio e trabalhei no fim de ano, ganhei um bom dinheiro e resolvi ficar aqui", contou a vendedora Janine Dyane.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Toritama, 80% dos investidores são de fora e o crescimento é inevitável, uma explosão demográfica em uma cidade que tem a menor extensão territorial do Estado.

"Muitas pessoas vêm trabalhar e depois terminar se mudando para cá por conta das oportunidades de emprego e de crescimento, mas a cidade já está ficando pequena pra tanta gente", concluiu Nieliton Martins.

 
fonte:jc.uol.com.br













sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A nova linha da moda sustentável

O preto é um clássico, mas o verde está cada vez mais na moda.

No London College of Fashion, conjugam-se ciência e criatividade para tornar a moda mais sustentável.

“A minha ideia de sustentabilidade é encorajar os jovens a estarem mais conectados à roupa que possuem, que usam e que querem mudar”, diz Julia Faye Roebuck, aluna do London College of Fashion. A sua colega, Yu Qian Huang, tem outra abordagem: “Basicamente, no campo da moda, o que me interessa é a fase de reutilização e de reciclagem”. Sustentabilidade é também a palavra de ordem de Una Hussey: “O meu projecto nasceu do ponto de vista da poupança doméstica de energia. É um projecto que se afasta dos principais sistemas de produção de massa, existentes no mundo da moda.”

Criatividade, investigação, educação e negócio. Tudo se combina para antecipar uma mudança sustentável na indústria da moda.

No London College of Fashion não se trata apenas de imaginação. Em 2008, a escola lançou o Centro de Moda Sustentável, para questionar o ‘statu quo’ da moda.

Um centro pioneiro que visa novas soluções de design que permitam integrar ambiente, sociedade e negócio. A directora, Dilys Williams, explica o conceito: “Não se trata de ver se um produto – uma peça de roupa, por exemplo – é ou não sustentável. Trata-se de ver como foi feito, como é usado, como é encarado, o que se passa quando deixamos de usá-lo – é isso que o torna, ou não, sustentável. Olhamos para os materiais, para os processos, pensamos nos métodos de produção e nas pessoas envolvidas. Se o ‘designer’ pensar de que forma o produto vai ser lavado ou que cuidados teremos com ele, todas essas coisas podem ser, igualmente, novas oportunidade de negócio.”

A ciência desempenha um papel importante na moda sustentável, ao criar, por exemplo, novos materiais que evitam desperdícios. O uso de scanners corporais é outro exemplo. A professora Sandy Black lançou o conceito “tricotado à medida”. O scanner tira as medidas a três dimensões e uma máquina de tricotar automática produz as roupas por medida. Um método que, defende a professora, tem um verdadeiro potencial de redução dos desperdícios na cadeia de produção de roupas.

“A moda tem um desperdício endémico e muitas coisas são feitas por antecipação”, admite Sandy Black, que acrescenta: “Agora, estamos realmente a tentar reduzir a quantidade produzida. Só fazemos o que as pessoas querem realmente comprar. Assim, há menos produto. E o processo de produção também é mais sustentável, porque é um processo passo a passo.”

À tecnologia de ponta soma-se um velho método muito ecológico: a reciclagem. Julia Faye Roebuck é uma verdadeira especialista nesta área: “É o ‘up-cycling’: reciclar com valor acrescentado. Através da criatividade, transformamos as peças de roupa em algo diferente. As roupas atravessam diferentes etapas. Não pensamos que ‘isto são umas calças de ganga que vão para o lixo’. Pensamos antes que são umas calça que depois podem transformar-se num casaco e depois numa saia.”

O ‘up-cycling’ não é apenas uma ideia. E a prova é que Ross Barry fundou uma loja ecoconceptual, em Londres. A matéria-prima é a roupa velha que as pessoas deitam fora. Os estudantes e os designers do Fashin College fazem o resto. “Estas calças”, diz Ross Barry, mostrando um modelo bastante cl’assico, “foram desenhadas por um estudante especializado em alfaiataria. Desmanchou um casaco de homem e fez umas calças. Também temos calças feitas a partir de t-shirts. Todos os panos destes ‘leggings’ foram costas de t-shirts. Depois de serigrafadas e cosidas de outra forma, transformaram-se nestes ‘leggings’.”

Reexplorar a moda de maneira sustentável: um velho hábito das nossas avós que surge agora, com roupa nova.

 


Fonte:pt.euronews.net













A INFORMAÇÃO NA INFOERA

De todas as inovações que surgiram nos últimos trinta anos, a Internet sem sombra de dúvidas é das maiores. Um marco no mundo atual, a tal ponto que o sociólogo e estudioso da rede, Manuel Castells, afirma em seu livro “A Galáxia da Internet”, que “...a internet é, acima de tudo, uma criação cultural, pois sugere mudanças nas bases da sociedade moderna”.



Sua existência está disseminada e influenciando todos os níveis da comunidade mundial, direta e indiretamente, e mudando o paradigma da comunicação, em todos os níveis. Pois ao diminuir as distâncias, propaga a informação pelos quatro cantos do mundo, de forma muito rápida, tornando-a acessível a todos os povos e transformando a terra no “quintal de nossa casa”, conforme frisa Frank Fiore em “E-business na infoera”.



Entretanto, paradoxalmente, a principal mudança sensível causada por ela, refere-se mais ao poder de interação entre “quem produz” e “quem consome”, do que como meio de comunicação ou multiplicador de ideias. A rede de computadores revelou e abriu a porta de um mundo novo, no qual já é realidade a não concentração dos conhecimentos do ser humano, ao mesmo tempo a popularização da informação entre todos.



A informação de moda é um exemplo forte dessa mudança. Já não há mais um grupo privilegiado, que pode autoproclamar-se “dono” do conhecimento. A moda, conforme bem frisa Renata Miranda, é o “aqui e o agora”. Suas prospecções se pulverizam em segundos, quando acontecem, não permitindo que a tomemos como nossas, não porque não queiramos, mas porque não podemos mais dominá-las: a “tendência” já nasce livre e envelhecida...O Fast Fashion dos grandes centros mundiais estão aí para corroborar minha tese.



Apesar da maioria das pessoas estarem acostumadas a navegar diariamente, seja a trabalho ou diversão, não perceber, é impressionante o que é possível fazer quando se está conectado.



Nossa capacidade de previsão não consegue vislumbrar o que acontecerá nos próximos anos. Já não há mais obstáculos e os limites estão condicionados à criação de novas “infotecnologias”, que facultarão maior força e o aumento de novas possibilidades, para quem acessar a web.



E nessa corrida acirrada, ganha quem souber fazer, primeiro, a melhor leitura de todas elas. Não como proprietários, mas como disseminadores de conhecimento.

PRODUTO-MEDUSA

Segundo a mitologia grega, a medusa era um monstro cujo olhar petrificava a quem quer que olhasse para ela.



Traçando um paralelo com o produto de moda, é exatamente isso, que todos gostaríamos, que não acontecesse quando alguém olhasse para a nossa peça exposta na vitrine, mas instigar a quem quer que fosse a se movimentar e consumir o nosso produto. “Deixar, literalmente, todos que passarem em frente à loja com vontade de entrar e comprar”.



Seria fácil, se ao desenvolver o produto, quem o fizesse se preocupasse com o seu pré-encantamento. Ou seja, a idéia primeira, deveria ser de fácil entendimento a quem o produz. Digo isso, sem medo de errar, de que se o pessoal do "chão da fábrica" ficar maravilhado e não alheio ao produto desenvolvido, já será por volta de 99% de certeza o sucesso da venda de tal moda.



Quando o “ti-ti-ti” começa pela mesa do modelista, passa pelas máquinas das costureiras e se estende para os outros setores, não resta dúvidas, que se trata de um “modelo de movimento”. Tem o poder de incomodar...



O fatídico 1% se esbarra no mau treinamento dos vendedores, que, na maioria das vezes, a cada nova estação, não sabem o que lhes chega à loja. O que nos leva a crer, que é de todo importante, que se façam encontros periódicos, quando do lançamento do mostruário, entre o estilista e os vendedores, para serem apresentados os conceitos da estação e explorados à exaustão o que se quer exprimir no produto criado, para que esses profissionais, também, abracem a idéia e comprem, de antemão, o espírito da temporada.



O investimento, por parte do empresário, será infinitamente menor, e evitará dissabores mais tarde, se for lançada mão desse estratagema.



Muito melhor “gastar” tempo e dinheiro, com informação e treinamento antes, do que ter que conviver com uma coleção encalhada no estoque, depois. Uma tragédia previsível, que pode ser evitada!



Em Atenas, em meados do século VI a.C., algumas taças de vinho apresentavam perto do fundo, figuras de rapazes nus a servirem vinho aos convidados, enquanto que na base da taça, estava estampado o símbolo da Medusa, que queria dizer que quem bebesse por essas taças, no momento em que o vinho chegasse a um nível onde era permitido poder se ver esses desenhos,significava que a taça necessitava de ser enchida. A cabeça da Medusa depositada no fundo, seria uma mensagem humorística que indicava ao convidado manter a taça do vinho sempre cheia durante a festa, caso contrário, viria a figura dela desvendada e o bebedor seria transformado em pedra.



Que tal, ao desenvolver seu produto, nunca deixar essa taça de vinho vazia?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tropa de Elite 2: a elite da podridão

Que qualquer sistema é passível de corrupção, todos concordam. Mas como combater esse mal se aqueles que pensam diferente são vetados pelos influenciadores mau caráter?

Resolvi assistir Tropa de Elite 2 e saí com algumas questões na cabeça, principalmente comparando o sistema público às empresas privadas. Será que a banda podre que influencia negativamente está relegada apenas ao ESTADO (como sentido amplo).

Que qualquer sistema é passível de corrupção, todos concordam. Mas como combater esse mal se aqueles que pensam diferente são vetados pelos influenciadores mau caráter? É possível acabar com esse status intocável de que todo poder corrompe?

Vi no CORONEL NASCIMENTO (outrora CAPITÃO), uma espécie de atitude que todos nós, gestores ou não, gostaríamos (ou teríamos) que ter perante os fatos. Não se esconder, não se omitir e partir para cima do problema com todas as forças. Porém, isso dá trabalho, gasta muita energia e pode ser extremamente perigoso. Daí então é mais cômodo ficar apenas observando e tentando sobreviver à dura realidade.

Cultura e Atitude: palavras que podem mudar um ambiente. É preciso fazer com que as pessoas pensem da forma correta a partir de exemplos e espalhar a cultura do certo. E mais do que isso, é preciso muito atitude por meio de líderes que façam acontecer para que tudo caminhe para o rumo correto. Isso é algo raro nos dias de hoje. Desligar o botão pode custar seu emprego, sua saúde, seus contatos.

A máquina pública influenciou a iniciativa privada ou ao contrário? Realmente é impossível datar tais fatos com precisão. O que temos que pensar é no presente e como vamos mudar essas atitudes. Pode parecer um pouco de SOBERBA da minha parte, mas tenho uma visão clara (apesar das fatias podres nos dois sistemas): A iniciativa privada anda a passos largos, enquanto a pública, engatinha.

Isso se deve ao fato da máquina estatal sempre privilegiar grupos restritos, que já tem a cultura do errado entranhado em suas câmaras e plenários. Por sua vez, a privada, por mais que visse interesses puramente econômicos, ajuda a manter índices de desenvolvimento e ajudar iniciativas sociais (muitas vezes apenas para parecer bonzinho, porém esse papel é do ESTADO).

Em suma, NASCIMENTO é um líder sem pudores, capaz de fazer acontecer. Uma pena que a realidade nos mostre que figuras raras (e fictícias) como esta estejam tão longe das nossas visas. Quando todos pensarem como CAVEIRAS, quem sabe possamos pensar em ter um futuro com igualdade social e paz.

Eles fazem o que todos queremos, mas não temos coragem para tal. No dia que tivermos, tudo mudará e o medo passará para o lado de lá, onde estão os corruptos, bandidos e todo o resto da corja. Chegará o dia que eles terão que nos temer e tenho dito.

Bruno Coelho - Gerente de Marketing da AGIS, uma das principais distribuidoras de TI e Telecom do país.

 
Fonte:administradores.com.br







Relacionamento com clientes

Entenda o conceito de Gestão de Clientes e veja como sua empresa pode utilizá-lo para melhorar o atendimento e crescer

A febre do Twitter

Quem é usuário do microblog Twitter certamente já viu – mais de uma vez – em sua timeline uma pessoa retuitando alguma promoção. As mídias sociais vêm sendo cada vez mais usadas na divulgação de ações e campanhas das empresas. Não se discute o enorme potencial de alcance que o Twitter possui. Mas é preciso saber lidar com essa ferramenta.

Para Ívia Marin, uma das sócias da Lumina Sul, muitas empresas têm “entrado na onda” do Twitter. “Em muitos casos elas nem sabem como utilizar esta ferramenta, mas criam contas porque virou moda, pra dizer que têm”, analisa. A especialista reconhece os benefícios da comunicação instantânea, mas faz algumas ressalvas. “É preciso saber os momentos certos para tuitar”, ensina.

Outro ponto a ser observado é em relação à manutenção da conta. O responsável por ela deve ser um profissional apto a captar o perfil de quem segue ou conversa com a empresa pelo Twitter. E deve estar treinado para responder eventuais dúvidas e reclamações. “É importante que as empresas avaliem e busquem informações sobre o público com que interage. Muitas vezes são pessoas que não são clientes, mas que podem vir a ser se desenvolvidas ações específicas”, conta Ívia.

 
Dizem, apesar de algumas controvérsias, que eles sempre têm razão e que leva-se meses para conquistá-los, mas apenas poucos segundos para perdê-los. A realidade é que as empresas estão cada vez mais atentas – e preocupadas – com o que os clientes pensam, falam e divulgam sobre elas. E a inquietação faz todo sentido. O consumidor nunca esteve tão exigente e ciente daquilo que quer e daquilo que a empresa deve lhe oferecer. Para especialistas, isso se deve principalmente ao acesso facilitado a informações, sobretudo com a popularização da internet e com a constante troca de impressões e experiências entre usuários de produtos e serviços.



Fidelizar e manter clientes deixaram de ser simples diferenciais. Tornaram-se obrigações – e acima de tudo uma questão de sobrevivência no mercado. “Hoje qualquer cliente não vai fazer compras sem ter no mínimo as informações básicas sobre aquilo que precisa. E já não é tão fácil para o vendedor empurrar um produto ou serviço para um consumidor tão crítico”, avalia Ívia Marin, especializada em Gestão de Marketing e uma das sócias da Lumina Sul, empresa de Blumenau que atua com terceirização nas áreas de vendas, marketing e treinamentos in company.



Diante de um consumidor tão independente, as empresas têm investido e apostado cada vez mais na Gestão de Clientes. Em entrevista ao Noticenter, Ívia explica que esse conceito engloba uma série de ações que envolvem desde processos internos que as organizações adotam para prestar um bom atendimento ao cliente até ações de marketing de relacionamento. “As empresas existem por causa dos clientes. É em função deles que elas devem atuar”, conta a especialista. Nada mais natural. Sem clientes uma empresa não fatura. Quem não fatura não tem fôlego financeiro para investir em desenvolvimento, não cresce e é sucumbido pela concorrência.

SEGREDO NADA SECRETO

Atender bem um cliente e mantê-lo fiel depende quase que exclusivamente de um único fator. Trata-se de um segredo nem um pouco secreto, que as empresas sabem qual é, mas em muitos casos custam a enxergar. “Gestão de clientes é, primeiramente, saber ouvir o que o cliente tem a dizer”, conta Ívia. A solução pode parecer simples até demais, mas muitas organizações não se dão conta disso.

Pesquisa realizada pela própria Lumina Sul aponta que apenas 5% dos clientes reclamam diretamente à empresa quando estão insatisfeitos com um produto ou serviço. Esse número sobe consideravelmente se forem consideradas queixas feitas em mídias sociais, que nem sempre são diretas. Mesmo assim os casos são raros. E isso tem justificativa. “Quem é mal atendido simplesmente troca de fornecedor ou de loja, sem dar explicação. A pessoa irá procurar uma nova opção, já que a oferta do mercado, hoje, é muito grande”, explica Ívia.

Essa falta de feedback espontâneo faz com que quem oferece um produto ou serviço nem sempre tenha condições de avaliar a opinião de um cliente insatisfeito. E pior: se os erros persistirem, as chances de outros consumidores também ficarem descontentes crescem ainda mais. Os riscos de a empresa perder credibilidade também. “Por isso é importante que exista interação com os clientes. Não basta apenas vender. É preciso conhecer quem compra, mapear o seu perfil, saber o que ele quer, o que precisa e como atender suas necessidades. O marketing de relacionamento estreita a relação com o cliente e fornece subsídios para que a empresa possa oferecer serviços e produtos personalizados”, ensina Ívia.

A especialista alerta ainda que as empresas precisam ter o cuidado de disponibilizar tratamento igual aos seus diferentes tipos de clientes. “Algumas organizações tratam os poucos clientes que reclamam diretamente como inconvenientes e muitas vezes o ignoram. Não importa se a queixa é individual ou geral. É dever de quem se coloca à disposição do mercado mobilizar suas equipes para resolver o problema”, reforça Ívia.

APRENDIZADO MÚTUO

Uma boa maneira de administrar os clientes de uma empresa é implantar soluções de CRM (Customer Relationship Management, em português Gestão de Relacionamento dos Clientes). Trata-se de um conjunto de softwares que ajudam a empresa a controlar os contatos feitos e a preservar e prospectar clientes. O CRM cria uma metodologia de atendimento que traz a informação para a empresa. A organização passa a ter informações sobre o cliente em todos os pontos de contatos que ele realiza desde da compra até a solicitação de um atendimento para suprir suas dúvidas ou até mesmo seu contato para resolver um problema com a área de faturamento da empresa ou qualquer outro departamento. “Com isso a empresa sabe exatamente pelo que o cliente passou, e poderá desenvolver ações para melhorar o atendimento. O cliente também sai ganhando”, avalia Ívia.

Empresas de menor porte, que eventualmente não possuem recursos para investir em sistemas de informação, também podem – e devem – apostar na Gestão de Clientes para crescer. “Nestes casos, ao invés de um CRM, é possível realizar reuniões semanais, produzir relatórios de atendimento e colocar, nesses encontros, o que pode e o que precisa ser melhorado”, finaliza a especialista.


Fonte:Noticenter.com.br

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Problemas não tiram otimismo do setor têxti

Apesar da competitividade dos produtos importados, do câmbio desfavorável e do aumento nos custos de produção - com altas históricas no preço do algodão - o setor têxtil está otimista com o último trimestre do ano. A fabricante de itens de cama, mesa e banho Lepper, com sede em Joinville, espera alcançar 10% de crescimento nas vendas de fim de ano. No Nordeste, a fabricante de lingerie Hope manteve o ritmo forte da produção em outubro, em linha com a estimativa de alta de 40% no faturamento em relação a 2009.

Com foco nas classes C e D, a Lepper possui mais de 20 marcas infanto-juvenis no seu portfólio. Os licenciados são o carro-chefe da empresa em vendas. O aquecimento nas vendas de fim de ano já é sentido no nível de produção da Lepper. "O mês de setembro foi o melhor do ano em faturamento e também conseguimos atingir um ótimo nível de ocupação em nossa produção", diz Osmair Rossi, diretor-financeiro da Lepper.

A empresa não informa o valor do faturamento. Segundo Rossi, a Lepper trabalha com 90% da capacidade tomada. O bom nível de ocupação deve se manter em novembro, projeta o diretor.

Rolf Buddemeyer, diretor-comercial da indústria têxtil que leva seu sobrenome, diz que a empresa sustenta uma visão "moderadamente otimista" com relação ao resultado do último trimestre do ano. "O setor de cama, mesa e banho não acompanha o mesmo ritmo de crescimento do que outros produtos, como eletrodomésticos, que dependem mais de oferta de crédito", explica.

Ele afirma que em volume a Buddemeyer deve apresentar crescimento, mas o resultado de vendas pode ser impactado pelos custos do algodão, que dobraram de preço nos últimos 12 meses. Apesar do cenário, a empresa, que tem sede em São Bento do Sul, trabalha com capacidade tomada e em ritmo 20% superior do que no mesmo período de 2009. A estimativa da companhia é fechar o ano com faturamento de R$ 160 milhões, cerca de 15% de crescimento em relação ao exercício passado.

Os níveis de estoque, segundo Buddemeyer, não são motivo de preocupação. "Gostaríamos de ter até mais estoque para podermos nos proteger melhor da alta do algodão", diz. Segundo ele, há dificuldade de repassar o aumento para o consumidor final.

A alta do algodão também preocupa a Lepper. "A alta constante do preço do algodão nos últimos meses vem impactando negativamente nos resultados, visto que não estamos conseguindo repassar integralmente em nossos preços finais", diz Rossi.

O diretor-comercial da Hope, Carlos Eduardo Padula, conta que o mercado brasileiro e mundial de lingerie vive um momento de forte demanda e que a Hope está conseguindo tirar proveito da situação.

Com três unidades no município de Maranguape, região metropolitana de Fortaleza, a companhia está produzindo aos sábados para dar conta das encomendas de fim de ano e poderá repetir o trabalho em outros domingos, como já ocorreu no dia 31. Segundo Padula, a operação dominical poderá ser implantada à medida que chegarem os pedidos emergenciais de fim de ano, o que não é raro no setor. "O setor varejista de lingerie ainda não trabalha com um planejamento tão bem definido. Por isso é comum que surjam pedidos de última hora", explicou o executivo.









Fonte:valoronline.com.br









segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O Medo de Errar

- E se eu errar? pergunta o funcionário a seu gerente, antes de  iniciar uma tarefa para a qual foi instruído.

- Não haverá problema algum. Aliás, espero que você cometa algum! finaliza o líder.

Só pessoas grandes aprendem com seus erros. Elas sabem que erros ajudam  a fazê-las mais fortes e capazes.

A maioria das pessoas que eu conheci detesta correr riscos. Preferem ficar do lado seguro. Por causa do medo, da frustração ou fracasso, nós  tendemos a não tomar iniciativa.

É claro que ninguém gosta de parecer errado ou de passar por idiota,  mas as pessoas que têm intenções sinceras raramente são acusadas, se  agirem visando aos interesses da organização.

Conheci um empresário com pouco mais de trinta anos que devido aos  traços de personalidade perfeccionista e obcecado por superar o pai,  fundador da empresa, padece de um temor mortal de errar. Sentindo-se  superior aos irmãos e co-herdeiros, ele adotava a postura fechada e  autoritária de um déspota.

 Por ser um medroso, contudo, todos à sua  volta percebiam sua insegurança e as enormes debilidades que ele não  conseguia esconder por mais que se iludisse. Seus prejuízos eram  frequentes: perdia todas as oportunidades de realizar uma gestão  autêntica e alinhada a seu tempo devido à ânsia incontida e escancarada  de superar o pai. Submeteu-se a viver seus dias amarrado a propósitos  impossíveis, sem evoluir sua visão comercial. Em curto tempo de  “reinado”, os concorrentes que anteriormente eram desprezíveis  suplantaram sua empresa e, por mais recursos que ele investisse, não  conseguiu superar a agilidade e perspicácia daqueles que estabeleciam  suas gestões sobre o relacionamento e a flexibilidade, pois ele mesmo  jamais conseguiu adotar tais modelos por medo e orgulho fútil.

Enfrente os seus medos. Comece perguntando-se qual seria a pior coisa  que poderia acontecer com a sua atitude. Após descobrir isso, minimize  esta possibilidade e em seguida aja.  Todos têm de fracassar, porém as pessoas bem sucedidas aprendem a  transferir seus medos para as ações que aumentam suas chances de sucesso.

Se não expandirmos nossos limites, dificilmente teremos  desenvolvimento. E isto só é possível com atitude.  Se o seu medo de errar não lhe deixa tentar, aprender e crescer  lembre-se que, em última instância, você perderá de qualquer forma.

Portanto, em vez de lamentar, você pode se concentrar no que aprendeu.  E saiba que até mesmo nas piores situações sempre há algo de positivo.

Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de  trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade.

 
Fonte:groups.google.com/group/profissaoatitude







Jeans ganha etiqueta de menor consumo de água

O uso de materiais recicláveis e fibras renováveis já está presente no mercado em diversas marcas, incluindo as de jeans. Mas o gasto de água para produção de uma calça jeans é um dos principais desafios da indústria. Por isso, a Levi's prepara o lançamento de uma linha que gasta menos do recurso natural na fabricação do produto.

A linha chega ao mercado em janeiro e virá com um símbolo indicando que em vez dos 42 litros necessários para se fazer um par, o item foi feito com percentual menor de água, variando entre 28% e 96%, dependendo da lavagem e acabamento.

A empresa divulgou que 20% da produção que atende os mercados da América do Norte e do Sul, incluindo o Brasil, será feita sob o novo processo.

Para o consumidor, não haverá mudanças nos produtos. Modelos tradicionais, como a 501, chegam às prateleiras com cores, tons e detalhes diferenciados. Segundo a Levi's, a alteração que permitiu a economia de água foi feita no processo de fabricação, incluindo a união de diversos ciclos em um e a troca da água pelo ozônio na hora de deixar o jeans mais estonado (desgastado).

A Levi's também divulgou que não haverá alteração nos preços dos produtos por conta do novo processo.




Fonte:olhardireto.com.br









sábado, 6 de novembro de 2010

Quando elas comandam

De gerentes a presidentes de nações. Mulheres quebram tabu e conquistam altos cargos antes dominados exclusivamente pelo homens. Confira entrevista com a executiva Alessandra Zanettique que superou os preconceitos através da competência.

O tabu de que os homens são os mais eficientes para altos cargos executivos, enfim, está acabando. Cada vez mais mulheres estão ganhando espaço em cargos gerencias, como principais executivas de empresas e até como chefes de Estado.

No último dia 31 de outubro, o Brasil demonstrou esse fato e elegeu a primeira presidente mulher de sua história. Dilma Rousseff vai entrar para um restrito "clube" de líderes de nação que conta hoje com 17 mulheres. Entre elas estão a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, e ...

Outras duas mulheres também exemplos dessa transformação e que ocupam altos cargos empresariais são: Maria das Graças Foster, diretora de Gás e Energia da Petrobras, e Luiza Trajano, diretora do Magazine Luiza. Essas duas brasileiras se tornaram símbolos de competência e sucess....

Por sinal, até em áreas consideradas restritamente "refúgio dos homens", essa realidade está se alterando. Na Inter.net, agência de tecnologia que oferece serviços na área de Tecnologia da Informação, por exemplo, a competência venceu o machismo. A filial da empresa aqui no Brasil foi construída em 2001, e desde o início quem preside é a Alessandra Zanetti. Ela, por sinal, é a única mulher a ocupar o cargo de CEO em todas as 13 filiais da empresa e uma das raras executivas no cenário da tecnologia, incluindo TI, Telecom e Digital.

Em um bate papo exclusivo com o www.administradores.com.br, Alessandra falou da difícil trajetória de chegar e manter-se no cargo, além dos desafios e transformações da mulher de hoje.

1 - A área de TI é conhecida por ser uma área de atuação quase exclusiva de homens. Como foi chegar ao cargo de presidente da Inter.net e manter-se a tanto tempo na função?

Não foi fácil chegar a este cargo. Foi necessário muito trabalho duro e determinação para provar que eu seria capaz de administrar e reerguer uma empresa do porte da Inter.net brasileira. Manter-se na

função foi ainda mais complicado. Superamos a crise da bolha "pontocom" no início de 2000, em que fui responsável por toda a reestruturação da Inter.net para adequar a empresa a um modelo de empresa multifuncional, versátil e inovador que continua até hoje. Como mulher profissional, tive que mostrar muito mais resultados do que o esperado para provar que eu merecia permanecer onde estava.

2 - Chegou a sofrer algum tipo de preconceito machista durante esse período?

Acredito que todo bom profissional, seja homem ou mulher, deve ter comprometimento, senso de liderança e responsabilidade. Como há uma predominância de homens no mercado de tecnologia, é normal haver uma dificuldade a mais para as mulheres em se posicionar e destacar neste setor em específico. Mas, no meu caso, nunca tive que provar que sou competente pelo fato de ser mulher apenas, e nem de sofrer preconceito machista declarado. Já senti uma hesitação e até surpresa por parte de quem me conhece pela primeira vez e vê que sou CEO de uma empresa de tecnologia, pelo próprio motivo de ser raro encontrar mulheres presidentes no ramo em que atuo. Mas, felizmente, nunca passei por uma situação de tratamento discriminatória e ofensiva.

3 - É difícil gerenciar uma equipe recheada de homens?

Não, pelo contrário, é uma convivência harmoniosa, respeitosa e bastante enriquecedora. Prezo pelo trabalho com homens dedicados, criativos e proativos. Na Inter.net, temos uma seleção rigorosa de quem irá trabalhar conosco. Nossa escolha não é só baseada em diferenciar pessoas capacitadas na área de TI e Telecom, mas profissionais comprometidos e que saibam trabalhar em equipe. Assim, aprendo muito com eles e não deixo qualquer desentendimento ou dúvida atrapalhar o relacionamento e a comunicação entre nós. Além disso, os homens têm uma visão extremamente pragmática e focada dos negócios, além de ter um posicionamento mais equilibrado e ponderado na forma de pensar e agir.

Isso faz toda diferença quando você tem que gerenciar e liderar um equipe.

4 - O que você acredita ser eficaz para gerar mais produtividade entre esses colaboradores? Para isso é preciso ter pulso firme ou utilizar o perfil "mãezona"?

Estimular a criatividade e novas ideias, valorizar o bom desempenho e estabelecer, sempre, uma comunicação aberta e colaborativa com todos. Há ocasiões em que é preciso ser rígida e ter pulso firme, principalmente quando se tomam as decisões ou surgem conflitos. Mas, da mesma forma, é necessário saber compreender e ouvir, afinal, você lida com pessoas, que têm sentimentos e emoções e são iguais a você. Isso é mais fácil para as mulheres, que costumam demonstrar um lado afetivo e emocional maior, o que é uma grande vantagem sobre os chefes homens.

Saber equilibrar o emocional e racional é a chave para as executivas e líderes mulheres.

5 - Maria das Graças Foster (pela Petrobrás) e Luiza Trajano (pela Magazine Luiza) são líderes internacionalmente respeitadas pelo brilhante trabalho que fazem em seus setores. Elegemos também nossa primeira presidente. Você acredita que, enfim, as mulheres estão sendo mais reconhecidas pelo seu trabalho e, por isso, conquistando mais cargos gerenciais?

Sim, não tenho dúvidas disso. A inserção das mulheres no mercado de trabalho vem ocorrendo com grande força nos últimos anos, o que é excelente para o crescimento da independência e autonomia feminina na sociedade atual. As mulheres de hoje estão desenvolvendo seus estudos  sua carreira, atingindo o posto de liderança que, antigamente, er restrito apenas aos homens. Acho isso uma conquista extraordinária  tenho orgulho disso como mulher, pois, apesar dos entraves dificuldades que as mulheres sofrem ainda, conseguimos avançar muito em termos de perspectiva profissional, pessoal e financeira.

6 – E sobre o mercado de Tecnologia da Informação? Você acredita que será possível desassociar essa profissão como "área geralmente para homens" e ter uma igualdade de profissionais de ambos os sexos em breve?

Sim, certamente. Já estamos observando um número expressivo de mulheres assumindo cargos de liderança nesta área de TI e isso é uma tendência para os próximos anos. Vamos ver cada vez mais mulheres se destacando em suas respectivas posições, o que inspira e estimula novas mulheres a se aventurarem por este mercado, que não necessariamente deixará de ser dominado por homens, mas contará com brilhantes contribuições femininas.





Fonte:administradores.com.br







quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O perigo dos chefes egocêntricos

O que fazer se você trabalha com um chefe egocêntrico, arrogante ou com vaidade exacerbada? Como lidar com um chefe que rouba o crédito de sua ideia, reduz sua autoestima ou reprova seus projetos, negando a promoção para um novo cargo ou delegando para outros seu projeto mais sonhado?

Chefes inseguros e egocêntricos podem prejudicar os subordinados, principalmente os melhores talentos, envenenar o clima organizacional e comprometer os resultados da empresa. Em geral, executivos com esse perfil ofuscam o brilho dos profissionais mais talentosos porque, de forma maquiavélica ou mesmo inconsciente, enxergam neles uma grande ameaça a seu poder. Na vida real, as situações em que o ego e a vaidade das chefias se sobrepõem ao brilho dos melhores profissionais são muito comuns, mesmo na era em que a liderança, trabalho em equipe e retenção de talentos são palavras de ordem numa organização.

Maturidade emocional não é requisito para alguém se tornar chefe. Não é a regra, mas, muitas vezes, pessoas mais disciplinadas, dedicadas e inteligentes, ou aquelas que souberam conquistar posições graças à habilidade de lidar com a intrincada teia política da empresa, são exatamente aquelas que menos desenvolveram equilíbrio emocional ideal. Aliás, em algumas empresas, ser egocêntrico é quase um requisito para progredir na vida profissional.

Mas o que fazer se você trabalha com um chefe egocêntrico, arrogante ou com vaidade exacerbada? Como lidar com um chefe que rouba o crédito de sua ideia, reduz sua autoestima ou reprova seus projetos, negando a promoção para um novo cargo ou delegando para outros seu projeto mais sonhado?

Dou vários conselhos no meu livro "Erre Mais". Primeiro, não confronte um chefe inseguro em público; isso pode ser extremamente perigoso, pois aguça ainda mais a sua insegurança. Fale sobre suas ideias reservadamente com ele antes de discuti-las em público. Também é inteligente compartilhar o mérito de suas melhores ideias com ele – aí, sim, em público –, solicitando sua opinião. Agindo assim, você estará tornando-o um aliado, e não um inimigo. Pessoas inseguras e egocêntricas costumam se sentir muito sozinhas e podem, portanto, valorizar uma atitude aliada.

Um erro frequente é tentar conquistar esse tipo de executivo com elogios exagerados. Ele não é bobo e pode se sentir manipulado. E, muito importante, respeite a própria dignidade e não permita que ninguém o maltrate, nem em público nem a portas fechadas. Quando um chefe egocêntrico torna-se inconveniente ou desrespeitoso, fale com ele primeiro, mas, se necessário, procure outros aliados dentro da organização, até falando com o chefe do próprio chefe nas situações limite.

Um bom ambiente, liderado por um profissional que saiba conduzir com maestria sua equipe, é fator-chave para aumentar a coesão interna, garantir a retenção dos talentos e melhores índices de produtividade. De maneira geral, manter a linha de comunicação sem ruídos é um passo importante para o entendimento e a integração da equipe.

Relacionamentos em geral são complicados e ninguém tem a garantia de que encontrará, no próximo emprego, um chefe dos sonhos. Portanto, antes de se demitir por causa de um chefe inseguro ou egocêntrico, aposte suas fichas na melhora da comunicação e do relacionamento. Afinal, muitas vezes o emprego atual é a melhor oportunidade de crescimento de uma carreira.

Marcelo Mariaca - presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.



Fonte:administradores.com.br





segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Caminho aberto

São bem nascidas, jovens e empreendedoras. Algumas cresceram em meio a cortes de tecido, estilistas, costureiras e referências de moda. Ou, melhor ainda, dentro de negócios já bem sucedidos e estruturados nesse ramo.

Outras tiveram boa formação, orientações precisas e o que é fundamental, um empurrão financeiro. Mas isso não tira o mérito de meninas que souberam aproveitar as oportunidades para transformar seus planos pessoais em marcas que hoje são referências no mercado de moda.

Saiba um pouco sobre essas empresárias da moda.

Carina Duek
Ela é filha de um dos maiores estilistas do Brasil, Tufi Duek, cuja grife Forum continua no mercado, mas da qual ele já não faz mais parte. É certo, porém, que Carina herdou dele algo precioso: o olhar apurado para criar roupas de muito bom gosto. Não é à toa que sua grife está crescendo rapidamente, de uma loja inaugurada em 2009 para cinco que serão abertas no primeiro semestre de 2011.

Quando e como descobriu que queria atuar na área de moda?

A minha convivência com meus pais estilistas sempre foi uma inspiração para mim e, de certa forma, foi uma influência na hora de escolher minha profissão. Segui o conselho dos meus pais e fui para Londres estudar, para ver se realmente era isso o que eu queria.

Sente dificuldades no mercado?

Quando você procura ter um produto de qualidade e design, você enfrenta várias dificuldades. A busca pela melhor mão de obra e fornecedores é difícil, e demanda cuidado, tempo e dinheiro. Mas, com bons parceiros, consigo ter o produto de qualidade, com custos honestos para o consumidor final.

O que a cliente espera encontrar na grife?

Uma roupa que ela possa usar dia e noite e que reflita sua personalidade. Diante da minha coleção, desejo que ela se sinta em seu próprio closet, sempre com novidades, shapes, cores.

Tem alguma grife ou estilista que seja referência para você?

Há muitos estilistas que admiro, mas Chanel – e a continuação do trabalho na Maison por Largerfeld – acho impecável.

Onde busca inspirações?

Sempre de fontes que fazem parte do meu universo: música, artes, cinema, brechós.

Carina Duek, 32 anos, dona da grife que leva seu nome.

Erika dos Mares Guia

Ela é mineira, de família tradicional na política do seu estado. É também quase uma celebridade na high society local. No ano passado, resolveu vir para São Paulo, com o objetivo de expandir os negócios da família e trazer um pouco do seu know how na moda.

Quando entrou efetivamente no mercado profissional?

Comecei aos 17 anos, estagiando na fábrica da minha mãe, que pertencia ao Grupo Mineiro de Moda. Passei por todos os setores da empresa, da produção ao showroom. E o curso de Administração, área na qual me graduei, foi importante.

Como nasceu a M&Guia?

Com a mudança no cenário econômico do Brasil, resolvemos abrir uma marca de varejo, e propus misturarmos marcas locais com grifes internacionais. Pedimos um empréstimo para a obra, fizemos um planejamento, compramos a mercadoria a prazo e começamos a vender.

Como é a cliente da grife?

É uma mulher antenada, que consome informação de moda, gosta de peças estilosas, mas, ao mesmo tempo, valoriza a durabilidade e a qualidade. Quais as referências para seu trabalho?

Admiro estilistas como Christophe Decarnin, Tom Ford, Nicolas Ghesquiére, que tiveram a capacidade de renovar marcas. Adoro o trabalho do Aläia também. Balmain hoje é uma marca que tem influenciado muito a moda. Busco ainda inspiração nas ruas, nas pessoas, na arte, devoro livros e revistas.

Erika dos Mares Guia, 38 anos, da grife M&Guia.

Fabiana Justus

Difícil falar dela sem associá-la ao pai, Roberto Justos. Em seu DNA, duas características são evidentes: o carisma e a capacidade empresarial. Não é à toa que sua loja é parada obrigatória para meninas descoladas da cidade e, com menos de um ano de existência, já está se expandindo para uma segunda unidade.

Quando e como descobriu que queria trabalhar com moda?

Sempre amei moda, mas como um hobby. Logo depois de me formar em Comunicação Social, passei o verão em Nova York estudando moda na FIT e, quando voltei, resolvi fazer uma pós-graduação em negócios de moda e varejo. Então, comecei a trabalhar no ramo, primeiro na grife Ricardo Almeida, depois na Iódice.

Como foi o planejamento, antes de se lançar no mercado? Teve ajuda familiar?

Associei-me a pessoas do mercado que têm bastante experiência e com quem tive muita afinidade. Montamos um business plan, e aperfeiçoamos o conceito. Fizemos uma apresentação para o meu pai e para uma das minhas sócias, e eles nos emprestaram capital para começar o negócio. E nos ajudaram a afinar o projeto. Temos um plano de pagamento para devolver tudo a eles.

Há alguma grife ou estilista que tenha sido uma influência?

Não nos baseamos somente em estilistas, mas também em comportamento, lifestyle, na moda de rua, cinema, seriados, livros, exposições, shows, artistas, personalidades, enfim, tudo o que está fazendo sucesso mundialmente tem que ser traduzido para os produtos da Pop Up Store. Uma loja que temos como referência em termos de ambiente e personalidade é a americana Urban Outfitters.

Fabiana Justus, 24 anos, dona da Pop Up Store

Luciana e Marcella Tranchesi

Elas são crias da Daslu, e filhas de Eliana Tranchesi, dona da grife. E estão por trás, junto com o irmão e mais uma sócia, de uma marca badalada e criativa.

Diferentemente do produto elitizado produzido pela grife-mãe, a 284 quer ser uma marca de fast fashion, daquelas que vendem as últimas tendências de moda a preços acessíveis (mas não muito!) Quem responde à entrevista é Luciana (a morena da foto acima).

Como foi o planejamento, antes de se lançar no mercado?

Temos o privilégio de contar com uma mãe que sabe tudo o que precisa para administrar um negócio nessa área. Então, tivemos muita ajuda dela, mas nós seguimos bastante as nossas próprias opiniões e conhecimentos. O Dinho, meu irmão, teve um grande papel no desenvolvimento do projeto.

Quais as dificuldades para viabilizar o negócio?

Eu não diria dificuldades, mas sim desafios. O dia a dia é um desafio quando se abre o primeiro negócio, mas soubemos ultrapassar todos eles.

Como é a cliente da grife?

A 284 tem roupa para todos os tipos de clientes. A nossa intenção é suprir todos os estilos e fazer coleções abrangentes dentro do que acreditamos ser bacana.

O que essa cliente espera encontrar na loja?

Diversidade e muita novidade nas prateleiras sempre!

Onde vocês buscam inspirações para criar as coleções da grife 284?

Nas ruas, nas passarelas, no dia a dia, na vontade das clientes e, principalmente, no trabalho da nossa equipe de criação, que é eclética, cada uma tem um estilo. Essa mistura gera inspiração!

Luciana e Marcella Tranchesi, de 21 e 18 anos, sócias da 284.


Fonte:estadao.com.br








Jeans que imitam couro caem no gosto dos fashionistas

Jeans que imitam couro. A nova linha de produtos da Vicunha, a CARBOLumen composta por tecidos que aliam o conforto e a respirabilidade do algodão, ao brilho, textura e toque frio do couro natural, tem conquistado o mercado. A empresa, agora, lança mais três opções de cores no brim Spears: azul-marinho, cinza e marrom.

Novos modelos lançados pela Vicunha

O Spears tem composição algodão/elastano e o visual refinado da construção cetim. O seu peso leve é ideal para roupas que exigem caimento impecável, sofisticação, flexibilidade e conforto.

O acabamento CARBOLumen é uma tecnologia desenvolvida exclusivamente pela Vicunha. É perfeito para se obter o autêntico “lustrous look”, uma das maiores apostas nas passarelas nacionais e internacionais, com um simples trabalho de amaciamento em lavanderia.

“A Vicunha busca sempre desenvolver novos tecidos para oferecer ao mercado linhas de produto completas e com o máximo de opções em cores, mantendo a versatilidade de seus índigos e brins”, afirma Renat Guarniero, gerente de Marketing da Vicunha Têxtil.


 
Fonte:br.fashionmag.com