quarta-feira, 14 de abril de 2010

Chefes ou funcionários imaturos: saiba reconhecê-los e lidar com eles


Imaturidade emocional no ambiente de trabalho é considerada um problema grave, dizem especialistas.


A imaturidade emocional no ambiente de trabalho, se identificada, é considerada um problema grave. Isso porque, dizem especialistas, ela pode impactar os resultados da equipe e até mesmo a carreira do profissional.

De acordo com a gerente de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, de modo geral, profissionais imaturos estão mais preocupados com a própria visibilidade, sendo que são pessoas que não possuem paciência para atingir objetivos.


Além disso, diz ela, estes funcionários possuem pouco senso corporativo, ou seja, têm excesso de informalidade, não seguindo as normas da empresa; e são excessivamente inseguros, visto que sentem sua posição constantemente ameaçada pelos colegas.


No mais, acrescenta a consultora de RH (Recursos Humanos) do Grupo Soma, Jane Souza, tais profissionais têm dificuldades para aceitar críticas e separar o profissional do pessoal.


Líder


No caso de líderes emocionalmente imaturos, diz Jane, os prejuízos para a empresa são ainda maiores. Pois, segundo ela, quando a imaturidade atinge o chefe, além de impactar a produtividade, a empresa pode perder bons profissionais.


Como líderes imaturos, dizem as especialistas, podem ser incluídos aqueles que costumam criticar em momentos inadequados, chamar a atenção das pessoas na frente de outros membros da equipe, além daqueles que demonstram preferência por um ou outro funcionário e costumam avaliar levando mais em consideração o pessoal do que o profissional.


Como lidar?


Assim, na opinião de Priscilla, a melhor maneira de lidar com um líder emocionalmente imaturo é mostrar-se uma pessoa companheira. “Dessa forma, o líder se sentirá menos ameaçado e se tornará uma pessoa mais maleável”, diz.


Já o líder que possui um funcionário imaturo, segundo Jane, deve tentar ajudar este profissional a reconhecer suas limitações, mostrando por meio de fatos concretos, para que a pessoa tente melhorar.


As causas da imaturidade


Ao contrário do que muitos possam imaginar, a imaturidade não está preponderantemente ligada à idade, mas sim, às experiências e vivências daquele profissional, tanto no âmbito pessoal como no profissional.

Por fim, dizem as especialistas, seja qual for a posição ocupada pelo profissional, é importante que ele preste atenção às suas atitudes e tente sempre desenvolver a capacidade analítica e a ponderação.

Fonte:administradores.com.br

China confisca Zara


As autoridades chinesas de Zhejiang confiscaram importações de vestuário da Zara, Versace e Hugo Boss, entre outras marcas ocidentais, argumentando que estas não cumpriam os seus requisitos de qualidade e segurança. As empresas em causa discordam e garantem que os produtos cumprem todos os padrões de qualidade.


As autoridades chinesas da província de Zhejiang confiscaram diversos lotes de vestuário de marcas ocidentais com o argumento de que os artigos falharam os testes de qualidade e de segurança realizados pelas autoridades locais. A Administração de Indústria e Comércio de Zhejiang, realizou testes em 85 lotes de artigos de vestuário importados, chegando à conclusão que apenas 44% da mercadoria cumpria os seus padrões de qualidade.

O anúncio efectuado via o site da autoridade chinesa referia que estes artigos não cumpriram os requisitos quer em termos de instruções de utilização, quer em termos da informação sobre as fibras utilizadas. Outros artigos não cumpriam com os padrões de qualidade ou continham químicos tóxicos, refere o comunicado.

As empresas ocidentais de artigos de luxo e de moda estão a reforçar a sua aposta no mercado chinês para que o crescimento neste país os ajude a sair da crise. O consumo mundial de artigos de luxo e de vestuário deverá crescer 6% este ano, motivado essencialmente pela China, onde os super-ricos e a classe média utilizam este tipo de artigos para demonstrar o seu sucesso e status na sociedade. Para os analistas, 25% do crescimento esperado deverá vir directamente do mercado chinês.

Para além das marcas referenciadas, H&M, Dolce & Gabanna, Roberto Cavalli e um conjunto de outras marcas também falharam nos testes. Segundo o comunicado das autoridades chinesas, estes artigos provinham maioritariamente de fábricas localizadas em França, Itália, Roménia e Turquia.

«É absolutamente normal que determinados artigos de vestuário, como é o caso de jeans escuros, desbotem um pouco quando são sujeitos a lavagem», afirmou Hjoerdis Kettenbach, porta-voz da Hugo Boss. «A Hugo Boss entrega os mesmos produtos em qualquer parte do mundo», acrescentou Kettenbach, referindo também que os testes não encontraram evidências de produtos tóxicos nos lotes da marca germânica.

As outras marcas envolvidas foram prudentes nas suas explicações sobre o sucedido, realçando sempre os elevados padrões de qualidade das suas produções e o escrupuloso cumprimento das normas de segurança, composição e identificação dos seus artigos.

A Zara, através de Jesus Echevarria, recusou comentar o comunicado das autoridades chinesas que acusam a empresa galega de não cumprir as instruções de lavagem numa linha de calças e em outros dois tipos de vestuário. Já a H&M referiu que o problema dos seus artigos se prendia com um erro de tradução da designação do poliéster. Dolce & Gabanna, Roberto Cavalli e Versace não emitiram qualquer resposta ao comunicado das autoridades chinesas.


Fonte:portugaltextil.com

domingo, 11 de abril de 2010

Minutos que valem R$ ou Produto X Ganho PARTE 1



Existe hoje no mercado inúmeras maneiras de premiação associados a produção, em se tratando de Confecção de Roupas.Muitos falam em sistemas produtivos eficientes remetendo a ideia de célula de produção ou lay out.
Esquecem estes, que muitas das vezes do verdadeiro e eficaz conceito de célula de produção.Adotam políticas de remuneração vinculando a eficiência do grupo, e pasmem vocês,atrelam a premiação a eficiência individual.Desvirtuando totalmente do sentido correto de célula de produção.
Eu já presenciei premiação por assiduidade,por eficiência,por mensuração e outras tantas.
Todos estas formas podiam ou podem ser eficazes nas suas épocas,quando não se pensava em fazer com que o grupo se auto administra-se.
Nos sistemas tradicionais se usam inúmeros cálculos para se chegar a premiação,controla-se as costureiras como se fosse um quartel general.Observa-se se as operadoras estão conversando,quantas vezes foram ao banheiro e o que efectivamente as operadora ou o grupo já produziu.
Quando a forma de premiação é por grupo,existe outros pontos que são peculiares:
1-Espírito de equipe
2-Força a poli valência das operadoras
3-R$ é o objectivo
4-As operadoras desqualificadas se sentem mau no grupo,por não poder contribuir, e pedem para sair da empresa.
5-O próprio cronometro são as operadoras com esta metodologia de grupo,remetendo a nova forma de premiação.
6-O grupo é alto administrável.
Pode haver envolvimento, mas não comprometimento.Existe uma diferença tamanha, também em cobrança da produção individual da de grupo.
Quando o prêmio é individual existe alguns pontos que precisam ser observados:
1-Rivalidade entre as operadoras.
2-Desmotivação entre as operadoras em virtude da rivalidade.
3-A menos talentosa, se senti desprezada e pedem para sair muitas das vezes da empresa
4-Normalmente a operadora faz a parte que lhe cabe e não têm a preocupação de ajudar ao grupo.
5-As costureiras tendem muito a viver no tempo do ISTA(retista,overloquista, colaretista e etc..)A famosa especialista de máquina.

Na se vê nenhuma melhora na remuneração destes profissionais que justifiquem atrair mais candidatas para atender a demanda de vagas das confecções de roupas. Para não ir muito longe, nem a preocupação de muitas confecções em tentar transformar o ganho atrelado a incentivos motivadores, onde a roupa seja transformada em dinheiro.Ideologia esta que defendo, quebrando todos os paradigmas de eficiência,meta ou quaisquer coisa do gênero, aonde consigo enxergar o ganho do profissional na base da Meritocracia.Se esquecermos tudo isso, há um número muito pequeno daquelas corporações que mau, dão uma cesta básica,vale alimentarão ou até um plano de saúde.
Por tudo isso,cai por terra todas as maneiras de premiação citadas no início do texto.Porque não complementar também com os sistemas produtivos já existente na indústria fabril.Quinq Rsponse,Just in Time,TSS,VAC ou até mesmo o raciocínio de célula de produção empregado de forma errada.
Neste novo conceito de premiação que envolve minutos trabalhados,dias do mês e custo fixo da empresa.Na verdade quem sai ganhando é o empresário, e algumas situações as operadores saem em desvantagens.
Cada produto(peça) terá um valor em R$, de acordo com o tempo que foi cronometrado anteriormente.De posse deste valor o total é dividido com todo o grupo de costura.
As operadoras vão acompanhando o ganho R$ na produção, de acordo com aquilo que está produzindo.Na verdade são as operadoras que determinam quanto R$ querem ganhar.O aumento de peças no final do mês, é considerável podendo ultrapassar seus 30%.
Quando o comercial não vá lá muito bom, ou há sazonalidade de vendas.Fica muito transparente na cabeça das operadoras que não houve um ganho maior por não haver venda ou que elas foram ineficientes.
O empresário consegue perceber realmente,quanto precisa que o grupo produza.Quando a produção está abaixo daquilo que o grupo produz.É notório que o grupo não conseguiu se pagar-se naquele mês.Mostrando para as operadoras(costureiras) que a empresa precisou retirar do seu caixa para pagá-las e não o conceito de pagamento da remuneração,porque elas produziram abaixo do ponto de equilíbrio.Cada produto têm um valor,por esta razão fica fácil de mensurar o ganho R$.
Diversas vezes, elas(operadoras) pedem para trabalhar aos sábados e ficam quase todos os dias duas horas excedentes.
A única coisa que algumas empresas implementam, que não é uma regra, é pagar com esta nova metodologia de acordo com os minutos,que uma ou outra operadora do grupo trabalha a mais ou a menos,fazendo uma regra de três para efeito de pagamento.
Pela CLT, o que é problemático é não pagar esta nova forma de premiação na CTPS.Por que muitos afirmam, que aumentam o valor dos já estabelecidos encargos sociais.Por outro lado há um ganho considerável no aumento da produção e o fim por definitivo das horas excedentes(horas extras).O mês para a operadora começa com valor R$ zerado de remuneração,ela vão se pagando na medida que vai produzindo.
Deixo uma pergunta para todos vocês leitores do meu Blog.Quanto
suas operadoras,cortadores,acabadeiras precisam efetivamente produzir para pagar aquilo que ela se propoz a receber á título de salário.Mil peças,cem peças,cinquenta peças,quanto?
A nova forma que expus neste artigo é exclusivamente para costureiras, mas não deixa de ser tudo aquilo que está ligado a produção.
Respondendo,não conheço até aqui,nada que se possa envolver não só a operadora(costureira), mas todas os colaboradores da corporação.



Continuarei dando mais enforque deste artigo,mais para frente.

Indústria têxtil prevê crescimento de 4% para 2010


Após o registro de perdas econômicas em 2009, o setor têxtil está otimista para os próximos meses do ano.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), a expectativa para 2010 é de crescimento de 6% na indústria de transformação, 4% no setor têxtil, 3,7% no de confecção e geração de mais de 40 mil novos postos de trabalho

Após o registro de perdas econômicas em 2009, o setor têxtil está otimista para os próximos meses do ano. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) estima crescimento de 6% na indústria de transformação, 4% no setor têxtil, 3,7% no de confecção. Na geração de empregos, espera-se que sejam criados mais de 40 mil postos de trabalho. Segundo dados da associação, o faturamento anual do setor superou a marca de US$ 47 bilhões em 2009, com cerca de 1,7 milhão de trabalhadores empregados nas mais de 30 mil empresas do País.


Para este ano a entidade ainda prevê um crescimento de 10% nas exportações. No ranking mundial, o Brasil é o sexto maior produtor da indústria têxtil e de confecção. Segundo a ABIT, um dos principais diferenciais brasileiros em relação aos outros países está na sustentabilidade do setor.


Em Santa Catarina, segundo lugar do ranking nacional de exportadores do setor, a produção no segmento representa mais de 15% do PIB têxtil brasileiro. Em Brusque, principal pólo catarinense, com 290 fábricas, esses dados refletem não só na economia, mas também na crescente preocupação ambiental. Mais de 30 empresas da região encontraram na terceirização do serviço de tratamento de efluentes líquidos industriais uma alternativa para a adequação à legislação ambiental, sem deixar de lado a economia de custos.


Responsável pela administração da Estação de Tratamento de Efluentes Industriais de Brusque, a Riovivo Ambiental tem 34 quilômetros de rede destinada a atender seus clientes. Os maiores são servidos por essa rede, com contratos garantidos de 20 anos, e os demais são por caminhões-tanques coletores. Para o diretor comercial Guilherme Ennes, optar pela terceirização significa associar sustentabilidade com a queda da informalidade.

"O tratamento de efluentes é essencial para a preservação do meio ambiente e a sua terceirização possibilita que pequenas empresas estejam de acordo com as leis ambientais, reduzindo a informalidade no setor", garante.

Para o supervisor de manutenção da SBA Surfwear, Sérgio de Oliveira, optar pela terceirização traz também o melhor aproveitamento de espaço nas empresas. "Possuíamos nossa própria estação de tratamento, mas optamos por terceirizar o serviço devido à praticidade na manutenção e ao know-how da Riovivo. Com isso, podemos aproveitar o espaço que a estação ocupava na empresa", explica o supervisor.


Fonte:administradores.com.br

O LADO SOMBRIO DAS FRANQUIAS


Eu já publiquei um texto meu aqui nesse espaço sobre assunto e principalmente no meu blog www.mostradanus.zip.net/ "cairam de pau" em cima de mim. Agora essa reportagem no site UAI que reproduzo e que, em outras palavras referenda tudo que eu escrevi anteriormente. Eu repito, muito melhor dar uma de Paulo Coelho, clonar aquilo que já está pronto e não pagar nada, do que se tornar um cachorrinho nas mãos de alguém que quer expandir o proprio negócio e quer se livrar de pagar um alto salario a um executivo ou pagar o aluguel de um excentente ponto e simplesmente inverte a situação. Risco nenhum, pelo contrário, recebe do "pato", que se torna seu empregado de luxo.


Mas vejam o que a reportagem diz:





Franqueado corre risco de virar empregado dentro do próprio negócio




Sandra Kiefer - Estado de Minas

Publicação: 11/04/2010 08:13 Atualização: 11/04/2010 08:51



Beto Magalhães/EM/D.A press
As multinacionais redescobriram o Brasil por meio das franquias e inundam o país com sabores e marcas consagrados nas outras línguas. Em menos de cinco anos, o faturamento do setor mais que dobrou, saltando de R$ 31,6 bilhões em 2005 para R$ 63,2 bilhões no ano passado, segundo cálculos da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Diante das apetitosas promessas do mercado, parece fazer sentido quebrar o porquinho, raspar o Fundo de Garantia ou o PDV e investir as economias de uma vida na abertura de uma loja de grife, o que pode custar a partir de R$ 90 mil a mais de R$ 1 milhão, dependendo do nome do seu ‘sócio’.



Saiba mais...
Veja o raio X do setor de franquias no Brasil Água de Cheiro tem novos donos Uma aposta alta de R$ 5 milhões
Só que ninguém avisa que, a partir desse momento, o franqueado está abrindo mão de ter um negócio próprio, onde vai mandar e desmandar, para seguir as regras de uma marca que já está consolidada na praça. Quem dá as rédeas é, na verdade mesmo, a franqueadora. Em outras palavras, ele vai se sentir como um funcionário dentro da própria empresa e, em alguns casos-limite, poderá até ganhar como tal. “A pessoa aposta todas as economias dela naquilo, pois confia que a ideia já está testada e vai render mais que o comércio isolado. Mas não estou tirando mais de R$ 4 mil”, compara Z., franqueado da Cacau Show no interior de Minas. “Como empregado, a gente investe só o tempo. Na minha franquia deposito meu tempo, dedicação e meu dinheiro. Se tivesse aplicado R$ 120 mil, tirava R$ 1 mil sem fazer nada”, diz.

Z. e outros donos de lojas ouvidos em diversos pontos do país participam de movimento nacional de mais de 150 franqueados para formar entidade capaz de se defender contra as extravagâncias da Cacau Show, que concorre diretamente com a Doce Cacau. “Sei que loja do interior é diferente de loja da capital, mas a franqueadora não tem abertura para diálogo. A última deles foi colocar uma câmera filmando a gente 24 horas por dia. Não posso tirar férias nem folga. Arrisquei no carnaval, sob o risco de levar advertência. Com duas advertências, perco a loja”, afirma Z.. A entidade acusa a Cacau Show na Justiça de negar o fornecimento de chocolate como forma de coerção (leia matéria adiante) e já tem sentenças favoráveis. A paulista Cacau Show nega.

OVOS DE OURO

“A relação da franquia tem de ser um tripé, onde todos ganham. O franqueador não pode se unir com o fornecedor e se esquecer do franqueado, porque ele é quem vende o produto. Não adianta espremer a galinha dos ovos de ouro”, alerta Mauro Pinhel, masterfranqueado do Bob’s, à frente de 14 das 15 lojas da marca em Belo Horizonte, com 500 funcionários. Ele já enfrentou graves dificuldades financeiras e jurídicas em relação a outra rede do mesmo setor. Quem o conhece sabe que se trata da maior rede de lanchonetes do mundo, mas Pinhel não quer nem dizer o nome, prefere tentar apagar 11 anos do seu o passado. “Com todas as dificuldades, posso dizer que venci, ganhei dinheiro e continuo fazendo o que sei fazer. Sou um fazedor de hambúrgueres”, diz.

Para este ano, Pinhel aprovou plano de negócios de aumentar em quase 50% o número de lojas Bob’s. Só em BH, serão mais cinco. Para cada loja aberta, porém, ele ainda tem de ir pessoalmente pedir permissão aos tribunais devido às pendências deixadas em aberto por sua franqueada anterior. “Quero ajudar as pessoas que pensam em entrar no negócio. Antes de se decidir, é preciso pesquisar muito. Ver se os fornecedores atendem, se a empresa tem logística pontual para entregar os produtos, se tem escala de fabricação, conversar com franqueados de sucesso e principalmente com quem está tendo problemas”, ensina.

Se houver desentendimento na relação comercial, Pinhel recomenda um divórcio amigável. “Em um possível desligamento da rede, é melhor procurar o franqueador e explicar os motivos de peito aberto e encontrar uma saída negociada, antes de buscar os meios jurídicos. Tem de ter equilíbrio para entrar e para sair”, diz ele, que não está se referindo ao Bob’s. Ao contrário, Pinhel se mostra surpreendido positivamente em relação à rede norte-americana, que, segundo ele, é “parceira” para os únicos quatro franqueados de Minas, dos 600 no Brasil. Eleito por 40 franqueados no país para fazer parte do conselho consultivo, Pinhel afirma que, na prática, o órgão se revela deliberativo, apesar de o estatuto não ter sido alterado. “Cerca de 70% das sugestões dos franqueados foram aceitas”, jura.

Na época, ao sair do McDonald’s, 23 franqueados no Brasil rejeitaram a proposta de acordo com a rede, movendo um pesado processo contra os norte-americanos, que incluiu acusações de canibalismo comercial. A franquia foi formalmente acusada de usar os franqueados para crescer no Brasil. Em Minas, apenas um dos franqueados comprou a briga. Saiu ganhando (dinheiro, inclusive) e hoje é dono de agradáveis restaurantes em bairro nobre da capital, mas prefere não se envolver mais com problemas. “Aprendi muito com o McDonalds, pois eles testam você para saber se vai dar conta daquilo. Vi pessoas dispostas a investir R$ 1 milhão que desistiram do treinamento em três dias porque não suportavam cheiro de pão. Tem de ter perfil corporativo e muita paciência para pregar o cartaz na parede que eles determinam, na posição vertical e com o prego que eles mandam. Não pode mudar um milímetro”, explica. “Não sei como suportei isso”, sorri amarelo.

sábado, 10 de abril de 2010

Eles chegaram lá - Veja como alguns executivos alcançaram o cargo mais desejado por todos os reles mortais.

O que é preciso para ser um deles:
QUOCIENTE DE INTELIGÊNCIA (QI)
a inteligência é um claro indicador do sucesso. Afinal, ao ocupar cargos de liderança, é preciso estar pronto para lidar com grande quantidade de informações - muitas vezes desencontradas e incompletas -, ter boa memória e ainda ser capaz de criar e alimentar relacionamentos nunca antes requeridos. Além disso, a inteligência também ajuda a prever cenários e preparar estratégias para manter a empresa em uma posição de destaque entre os principais players do mercado.


QUOCIENTE TÉCNICO/ OPERACIONAL (QT)
esta habilidade permite que o líder esteja pronto para gerenciar projetos, operações e entregar aquilo que se espera.


QUOCIENTE MOTIVACIONAL (QM)
esta habilidade se refere ao índice de motivação do executivo para liderar, conquistar e, muitas vezes, se sacrificar para construir uma trajetória bem-sucedida. Esta habilidade envolve sua vontade de trabalhar duro e fazer sacrifícios pessoais para conquistar seus objetivos.


QUOCIENTE DE EXPERIÊNCIA (QX)
este índice se refere ao acúmulo de experiências e referências que o executivo acumulou durante sua trajetória profissional. Isso inclui cursos, feedbacks, bons e maus chefes, mentores, projetos e desafios. Essa habilidade ajuda o líder a ampliar seu repertório para lidar com novos desafios.


QUOCIENTE PESSOAL (QP)
esta habilidade inclui quatro diferentes aspectos.


Autoconhecimento (autogerenciamento) - o executivo precisa entender quais são seus pontos fortes e fracos e saber trabalhar esses atributos a seu favor. Isso implica trabalhar sempre buscando feedback das interfaces para entender quais os impactos de suas próprias ações, crenças, valores e intenções, procurando sempre corrigir eventuais problemas. Esse atributo também envolve ser íntegro e não ser comandado por paixões pessoais.


Ser aberto ao outro - o líder precisa entender quais são as motivações de cada grupo com que se relaciona e tentar adaptar seu discurso e comportamento de acordo com elas. Isso implica ser genuinamente interessado nas pessoas, respeitando suas opiniões e, na medida do possível, envolvendo-as nas decisões.


Habilidade Interpessoal - pessoas que têm essa habilidade conseguem inspirar e motivar equipes a trabalhar juntas em prol de uma missão. São estes líderes que as pessoas querem seguir para todos os lugares. São hábeis em lidar com conflitos e estabelecer relacionamentos onde a máxima é o ganha-ganha. Além disso, são divertidos, leves e capazes de construir times de alta performance por sua habilidade de combinar diferentes perfis para atender as múltiplas variáveis do atual mercado global.


Quociente de Agilidade de Aprendizagem (QA) - este índice está relacionado à habilidade do executivo em entender o que fazer quando está diante de um cenário novo, ou, em outras palavras, saber o que fazer quando você efetivamente não sabe o que fazer. Essa capacidade ajuda o líder a aprender novas maneiras de pensar, resolver problemas, se comportar, entender novas técnicas e traçar o perfil de um novo mercado/setor.

Boas atitudes podem fazer diferença na carreira profissionalConseguir construir uma carreira profissional sólida e gratificante é desejo de todos. No entanto, além de buscar qualificação adequada, há uma série de dicas de especialistas para que, no cotidiano das empresas, os funcionários possam buscar ascensão profissional de forma ética e responsável. A maioria delas diz respeito ao comportamento que se deve ter no ambiente de trabalho. São sugestões simples, mas que podem fazer toda a diferença na carreira. Confira aqui:


1. Vista-se com discrição, mesmo que o ambiente de trabalho não exija formalismos. As mulheres devem evitar roupas decotadas;


2. Respeitar e cumprimentar os colegas, independente do cargo, além de demonstrar educação, são sinais de companheirismo no trabalho. Evite também falar alto e usar palavras de baixo calão;


3. Não ouça música em volume alto, pois pode atrapalhar a concentração dos que estão a sua volta;


4. Procure deixar os problemas pessoais em casa, para que eles não atrapalhem o seu desempenho profissional e também para não ocupar o tempo dos colegas durante o horário de trabalho;


5. Evite fofocas sobre atitudes de outros funcionários, sejam elas pessoais ou profissionais, inclusive sobre as chefias. Você pode passar a impressão de que se acha mais qualificado que o chefe;


6. Não seja oportunista, utilizando-se de privilégios de sua função para tirar proveito de alguma situação. Isso é muito mal visto no mercado de trabalho;


7. A sociabilidade, a atenção e a paciência são também comportamentos esperados de um bom profissional, que deve saber ouvir e não se envergonhar de pedir opinião aos colegas;


8. Seja pontual, pois chegar atrasado ao trabalho, a alguma reunião ou até mesmo não estar preparado para uma apresentação pode comprometer a sua imagem;


9. Exerça sua função com ética, responsabilidade e competência, pois estes são os principais instrumentos para construir uma carreira sólida.

Temperamento explosivo? Saiba como lidar e até transformá-lo a seu favor


Para especialista, temperamento explosivo é prejudicial quando o profissional tem dificuldades de lidar com as próprias emoções.

Existem pessoas que são naturalmente competitivas, estressadas, ansiosas e até mesmo agressivas, comportamentos que, conforme especialistas, se trabalhados, podem até ser positivos no ambiente de trabalho. Entretanto, quando essas características passam do limite e a pessoa passa a adotar uma postura intimidatória, de enfrentamento, é melhor ligar o sinal amarelo.

De acordo com o gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, o temperamento explosivo torna-se prejudicial quando o profissional começa a ter dificuldades para lidar com as próprias emoções. Nessas horas, diz ele, é preciso parar, refletir e tentar reverter a situação.

“Uma dica que pode mostrar ao profissional que ele está com este tipo de problema é o andamento das relações interpessoais. Se a pessoa percebe que está sendo excluída dos eventos sociais, por exemplo, ela deve repensar a própria postura. Contudo, se a dificuldade for grande, vale procurar a ajuda de um coach ou mesmo de um terapeuta”, diz.


O que leva à explosão?


O estresse do dia a dia, juntamente com algumas situações que podem ocorrer no ambiente de trabalho, podem levar uma pessoa à explosão. Dentre estas situações, a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, destaca o ambiente hostil, a injustiça, o assédio moral, a falta de reconhecimento, de autonomia para tomar algumas decisões, e até mesmo de comunicação clara.

“A pessoa precisa saber claramente o que o chefe espera dela. Trabalhar em um ambiente hostil e constantemente engolir sapos podem fazer com que, uma hora, a pessoa se manifeste de maneira agressiva”.


Entretanto, antes de chegar a esta situação, diz ela, é preciso tentar resolver a situação, procurando, por exemplo, conversar sobre o motivo com a pessoa causadora do estresse. Porém, caso isso não resolva e acabe acontecendo a explosão, Raffa orienta ao profissional que ocorra à famosa desculpa.

“Somos humanos e momentos de raiva podem ocorrer com qualquer um. Se houver o exagero, um pouco de humildade não faz mal e o melhor a fazer é pedir desculpas. Contudo, antes que isso ocorra, é melhor tentar conversar e reverter a situação”.


A raiva é sempre má?


Como já dito anteriormente, contudo, se bem trabalhada, a raiva pode trazer resultados positivos ao profissional, que podem se traduzir em aumento de criatividade e produtividade.


Assim, diz Raffa, algumas situações podem ser utilizadas como estímulos para que o profissional melhore. Porém, para que isso aconteça, acrescenta Sâmia, ele precisa adotar uma postura conciliatória e desenvolver a assertividade.


Além disso, diz ela, é importante que o profissional saiba se observar, seja honesto em suas colocações e diga claramente o que pensa e deseja.


Ainda no que diz respeito à transformação da raiva em algo positivo, dizem os especialistas, o líder pode ajudar, administrando conflitos, estimulando um ambiente tranquilo e conhecendo cada membro da equipe para saber como e quando intervir.


“É importante entender que a liderança é o modelo. Na maior parte das vezes, o clima da equipe reflete a postura do líder”, finaliza Sâmia.

Fonte:administradores.com.br

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Programa SENAI de Gestão do Design


A dinâmica da informação na atualidade requer que profissionais e indústrias capacitem-se constantemente frente à competitividade interna e global, além desta premissa encontramos no design o fator moderador que pode distinguir a inovação nos diversos setores da cadeia produtiva, dentre eles o setor do vestuário.

Visando atender às industrias da cadeia têxtil e vestuário aproximadamente 40 pesquisadores e consultores de moda de 16 estados brasileiros participam do Programa SENAI de Gestão do Design criado pelo Departamento Nacional do SENAI (Brasília).

Esta equipe desenvolve pesquisas relacionadas à identidade do consumidor com o objetivo de facilitar o desenvolvimento de produtos competitivos, sinalizando macro tendências globais e referências brasileiras como inspiração.

Os profissionais visitam as feiras mais conceituadas, da matéria prima ao produto acabado, perpassando pelos grandes criadores e magazines. O resultado deste trabalho transforma-se no Caderno Perfil Moda para cada estação. O SENAI-SP realizará palestras sobre a estação Primavera Verão 2010/2011.

O Caderno Perfil, já conhecido pelo segmento profissional do vestuário, estabelece 05 tipos distintos de perfis de consumo, agrupados para os setores femininos, masculinos e infantis.

Atemporalidade e sustentabilidade definem o perfil contemporâneo. Os produtos que atraem estes consumidores devem ter histórias agregadas ao seu valor estético, seja no aspecto do design, que sobrevivam ao tempo, com economia de detalhes e forma primorosa, seja em peças criadas com matérias primas de procedência ecologicamente correta ou por trabalhadores que possuem condições dignas para exercer seu ofício. As modelagens clássicas ganham novas configurações através da alfaiataria e detalhamento de costura sobre tecidos como linho.

O perfil esportivo remete ao universo navy, onde listras são combinadas em peças confortáveis que privilegiam os movimentos para a prática de alguma modalidade ou para um momento casual e descontraído. O xadrez nos leva ao clima mais campestre, nos remete ao contato do indivíduo com a natureza, o look safári indica um público que deseja novas fronteiras, além do espaço urbano.

Formas e cores diferenciadas influenciam o perfil irreverente, tendo como principal referência os anos 80. Uma concentração de trabalhos artesanais elaborados evidencia o colo feminino. Padrões étnicos são revisados e algumas peças são literalmente destruídas em pontos estratégicos, tudo isso para quem não tem medo de assumir uma atitude através do vestuário.

Perceber a poesia que existe no cinema e na música, trazem a nossa mente roupas fluídas com rendas e laços, peças que envolvem o corpo com detalhes delicados, complementados com padronagens florais, a memória resgata o passado com frescor de jovialidade.

A mulher assume o papel de uma guerreira urbana, enquanto o homem encontra-se com a neo-virilidade, novos papéis para gêneros que não querem perder de vista a sensualidade, despojada do excesso que leva ao vulgar: mangas estruturadas, decotes que revelam ombros, peças justas e ao mesmo tempo confortáveis despertam nossas sensações para o corpo e a mente.

Associado ao vestuário, o Caderno Moda apresenta, também, o segmento de calçados e acessórios destinados a este setor industrial, direcionando o artesanato e padronagens de estamparia, além das cores da estação.

Serão realizadas palestras e workshops, com vagas limitadas, para os profissionais enriquecerem ainda mais as informações fornecidas pelo Caderno Moda, desta forma o SENAI atende ao fortalecimento das indústrias do setor visando seu crescimento e inovação.

INSCRIÇÕES:
www.sp.senai.br/americana


Fonte: http://www.polotectex.com.br

Falta mão-de-obra


As empresas de vestuário na China, localizadas nas principais zonas de exportação, estão a registar dificuldades em encontrar trabalhadores. A situação resulta não apenas das políticas de controlo da natalidade, mas também dos incentivos governamentais destinados a promover a sua localização de empresas no interior.


Um ano depois dos fabricantes chineses despedirem milhões de trabalhadores para lidarem com o declínio das exportações, muitos estão agora a sofrer com a escassez de mão-de-obra, necessária para responder à retoma na procura dos retalhistas ocidentais. Face a este cenário, as empresas chinesas temem ser forçadas a aumentar os salários este ano, para conseguirem atrair trabalhadores suficientes.

O problema é comum nas semanas após o Ano Novo Chinês, quando os trabalhadores migrantes viajam de férias para casa. Mas, ao contrário do que era habitual, milhões de trabalhadores não regressaram aos centros de exportação.

James Fu, director geral da Quanzhou Green Garments, na província de Fujian, no Leste da China, referiu que apenas 70% dos seus trabalhadores tinham regressado. «É melhor do que em muitos outros casos nesta cidade, mas ainda precisamos encontrar mais. Agora o plano de produção está muito apertado», acrescentou Fu

Em Guangdong, algumas fábricas estão a ficar atrasadas nos planos de produção, porque não conseguem encontrar trabalhadores suficientes. Muitas estão a oferecer bónus e salários mais elevados.

Uma das razões porque os trabalhadores não regressaram às fábricas deve-se a um enorme programa de estímulos do governo chinês para a criação de postos de trabalho no interior do país. Mas outros apontam que o problema não é novo. Esteve encoberto pela crise e simplesmente regressou. «Apareceu no ano passado e no ano anterior houve um pequeno sinal. Mas este ano é muito grave», afirmou John Wong, director de exportação da Red Kids, outra empresa com sede em Quanzhou.

O número de operários da China está em declínio, com a política do filho único a reduzir a quantidade de jovens que exige trabalho. A geração mais jovem possui também mais formação e não está disposta a aceitar as mesmas condições que os seus pais. «Os trabalhadores jovens estão a tornar-se cada vez mais exigentes. Para aceitarem um emprego na cidade, tem que haver um valor acrescentado», explicou Geoffrey Crothall, porta-voz da China Labour Bulletin, uma ONG que defende os direitos dos trabalhadores. Crothall adiantou ainda que a actual situação de escassez de mão-de-obra deve ser atribuída aos baixos salários nas fábricas: «os salários nas principais áreas de produção não estão a subir o suficiente». «O salário básico no Delta do Rio Pérola é ainda pouco mais do que o salário mínimo, que foi congelado entre os 770 e 1.000 yuan (83,64 e 108,63 euros) desde que a crise atingiu os mercados no final de 2008», prosseguiu Crothall.

Algumas empresas estão a considerar migrar para o interior, mais perto da oferta de trabalho rural. Estas podem beneficiar dos baixos impostos e de outras políticas governamentais destinadas a reduzir a diferença de rendimentos entre os residentes nas cidades costeiras e os das regiões mais pobres. Mas muitas fábricas terão simplesmente de pagar mais aos seus trabalhadores e esses custos adicionais serão transferidos para os clientes. «Vamos precisar de aumentar o salário, provavelmente em cerca de 10%, para atrair trabalhadores», revelou Fu. «Isso vai afectar certamente o preço de venda», sublinhou o responsável.

Segundo Crothall, com o aumento da inflação a tornar-se uma preocupação, os governos provinciais são susceptíveis de aumentar o salário mínimo este ano. A província de Jiangsu já reagiu, aumentando os salários em 13%. «As empresas têm eventualmente de acordar e perceber que tiveram tudo de feição ao longo dos últimos 20 a 30 anos e que chegou agora a altura disso mudar», concluiu Crothall

Fonte:portugaltextil.com

quinta-feira, 8 de abril de 2010

INVESTIR NO CONHECIMENTO!


A qualificação dos recursos humanos é hoje um fator-chave da competitividade de uma empresa e a sua alavanca para subir na escala de valor.

Considerando a importância do setor e a necessidade fundamental que representa a formação qualificada como motor da inovação, o Jornal Têxtil convida-o a participar neste suplemento dedicado ao conhecimento.

A reportagem “Investir no Conhecimento” constitui uma excelente oportunidade para promover a oferta formativa da sua Instituição de Ensino.

Está na altura de colocar a sua instituição na linha da frente para vencer num mercado cada vez mais concorrencial.

Quem não aparece, não é lembrado… e pode mesmo ser esquecido!

Para obter mais informações contacte Marisa Guimarães (Jornal Têxtil) através do e-mail


Reposições com base na procura!


Empresas como a Levi Strauss descobriram que uma abordagem baseada na procura tem um papel importante a desempenhar. A Levi’s implementou um sistema informático para a reposição de produtos que permitiu reduzir custos de mão-de-obra, bem como excessos e falhas de stocks.

Descrevendo a Levi Strauss como um retalhista ainda jovem e em amadurecimento nos EUA, Lee Robertson, diretor de tecnologia de informação nos sistemas de retalho multicanal, explica que cresceu das 30 lojas no mercado norte-americano para uma cadeia de 150 lojas no espaço de três anos. «À medida que entravamos no retalho, sabíamos que tínhamos de lidar com a localização e a reposição ao nível da SKU [Unidade de Manutenção do Stock, do original: Stock Keeping Unit] e percebemos que tínhamos de usar a mesma ferramenta para prever com precisão e repor o produto», afirma Robertson. E, com 25.000 a 30.000 SKUs na dimensão estilo/cor/tamanho em qualquer determinado momento, isto não é uma tarefa fácil.

Para obter «taxas elevadas de preenchimento das encomendas do cliente e melhor precisão nas previsões baseadas em dados em vez de suposições», o que a Levi Strauss realmente queria era «basear a reposição nas restrições de inventário do armazém» nos seus três centros de distribuição nos EUA.

A implementação da solução da JustEnough para a reposição na loja demorou três meses, desde o final de Junho a Outubro de 2008, permitindo um mês de estabilização.

Entre os módulos SaaS (Software as a Service) em uso estão a previsão ao nível do tamanho e da localização, estratégias dinâmicas de armazenagem, que permitem a reposição reativa ao nível do tamanho/local, e a classificação da loja de modo que as melhores classificadas sejam reabastecidas primeiro. A empresa de vestuário também está a ajustar o seu inventário em loja com base em mudanças de sazonalidade e está a fazer uma média de duas reposições por semana.

Entre os resultados mais notáveis, a implementação do software e os custos do primeiro ano de operações foram quase compensados pela redução nos custos de mão-de-obra. Além disso, no ano passado, o valor dos stocks foi reduzido em cerca de 20%, o valor do stock em excesso diminuiu 30% e as falhas de stock, ou perda de vendas, foram reduzidas em 5%.

Decisivamente, a Levi Strauss também melhorou a sua capacidade de reagir a certas lojas que vendem artigos mais rapidamente e tornou-se mais pró-ativa em antecipar as necessidades de stock com base em tendências e sazonalidade.

Mas Robertson salienta ainda que a empresa de jeans e roupas casuais não tem apenas investido em novo software, mas está a atuar em diversos pontos na sua tentativa de melhorar a gestão de inventário. Isto inclui uma gestão mais apertada da logística e transporte e dos tempos de trânsito, otimização do espaço de venda, aumento das expedições para as lojas com espaço de armazenagem mais pequeno e maior frequência nas expedições de reposição.

«O foco tem sido, para nós, no inventário que possuímos. A próxima grande oportunidade está numa melhor gestão das faltas de stock que recentemente estavam na faixa dos 12-17%, conclui Robertson.


Fonte: Just-Style

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Os três perfis de empreendedor.


De modo geral,os três grandes problemas que enfrentam as empresa de Confecção de roupas,são de certa forma, a fotografia do empreendedor(comerciante,que costumo dizer).E se tratando em confecção de roupas que milito, posso afirmar que são: Estilo,Comercial ou Industrial.Como muitas das vezes ou quase sempre atendo empresas doente nos seus processos industriais.Que é constiuída industrialmente pelo: Desenvolvimento, PPCP,Produção,Acabamento e Estoque.Diferente às vezes em algum itêm,com mais ou menos etapas,conforme descrito na linha anterior.E posso dizer que só muda o endereço,porque de certa feita os problemas são os mesmos.Quando se percebe que o sintoma é o Estilo é porque o empreendedor(comerciante) tende a ter um perfil voltado para o estilo.Quando é comercial,é porque o empreendedor(comerciante) tende a focar no comercial.E por fim o perfil do empreendedor(comerciante) para a indústria.Como já havia descrito em um artigo colocado no blog.Confecção de roupa, o processo industrial,não pode ser comparado com fornada de pão,que se coloca e daqui a meia hora e a roupa está pronta.Existe inúmeras etapas que precisam ser seguidas criteiosamente.Para não dizer que muitas das vezes contamos com os fatotes externos, que implicam consideravelmente na entrega do produto na loja ou para estoque na prazo acordado em reunião gerencial.Os três perfis de emprendedores quse na sua maioria não entende o processo de uma fábrica com um todo,por isso a razão de afirmar que são comerciantes.Querem saber quanto produziu,ou quando cortou ou até mesmo quando é que vendeu.


Fonte:Ronaldo(Lenny Moda Praia) e Luiz Roberto

iPad está na moda: já cabe no bolso de um casaco especial


Invenção é de uma marca dedicada ao design de roupa adaptada a gadgets.

Está há quatro dias no mercado, mas já conquistou milhares de adeptos. E até a indústria têxtil não resistiu à tentação. Quem não sobrevive sem o novo iPad da Apple, já o pode levar para todo o lado.

A Scottevest, uma marca dedicada ao design de roupa adaptada ao transporte de gadgets, teve no fabrico de um casaco made in iPad o novo (grande) desafio.

Grande porque as dimensões do iPad ultrapassam, em muito, o tamanho dos bolsos dos casacos tradicionais. Resta saber se transportar um tablet daquele porte é um processo confortável.

A ideia ganhou corpo (e tecido) no site da empresa: o iPad está na moda, em todos os sentidos. O bolso interior resguarda o aparelho da tentação alheia e está literalmente «colado» ao seu utilizador.


Veja o vídeo:


http://scottevest.posterous.com/proof-that-ipad-fits-easily-and-com...

Fonte:agenciafinanceira.iol.pt

Hering vai oferecer trabalho a detentos do presídio de Blumenau


Vinte vagas serão preenchidas por apenados, que receberão salário e terão pena reduzida.

A indústria têxtil Hering, de Blumenau, assinou na tarde desta segunda-feira uma parceria com o Conselho Nacional de Justiça, governo do Estado e o Presídio Regional. A assinatura ocorreu na sede da empresa, no Bairro Bom Retiro, e contou com a presença de autoridades locais e nacionais, entre elas o presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, Gilmar Mendes.

O convênio prevê que a indústria têxtil passe a oferecer 20 vagas para apenados do regime fechado. Os presos vão etiquetar, dobrar e embalar peças de vestuário. Eles receberão salário (o valor não foi divulgado) e terão redução de pena. A cada três dias trabalhados, um dia a menos na cadeia. Segundo a Hering, o objetivo é futuramente estender o trabalho aos apenados do regime semiaberto, que poderão trabalhar no parque fabril da indústria.

A direção do presídio ficará responsável por selecionar os presos que poderão participar do programa. A previsão é que o trabalho comece ainda no primeiro semestre.

Fonte:clicrbs.com.br/diariocatarinense

terça-feira, 6 de abril de 2010

Novo comércio de moda é proposto



Clientes financiam peças e investimento é revertido em roupas.

Investir em coleções de estilistas, influenciar seus processos criativos e receber o investimento inicial de volta na forma de roupas da estação. Este é o inovador modelo de comércio de moda que 2 estudantes de administração da universidade de Harvard vão lançar em meados de abril.

Inspirado na interação que redes sociais como Twitter e Facebook proporcionam, o Fashion Stake visa democratizar a moda eliminando a trajetória árdua que novos estilistas costumam trilhar até vender suas criações em grandes redes varejistas. Desta forma, clientes empreendedores também ganham, pois passam a colaborar na criação, capitalização e distribuição das roupas.

Daniel Gulati, presidente-executivo da empresa, afirma que as principais metas do projeto são deixar que o público escolha quem é bom o suficiente para vender seus produtos e dispensar varejistas no processo de venda. Para ele, é questão de tempo até que a novidade mude completamente o cenário do comércio de moda.

Entenda cada etapa deste novo modelo de negócio

1º Consagrado ou não, o estilista cadastra sua coleção no site, com fotos de todas as peças-piloto;

2º É estipulado um valor mínimo para ser arrecadado, para que só então as peças sejam fabricadas na escala desejada e comercializadas;

3º Visitantes cadastrados no site investem determinada quantia na marca que desejam;

4º Até que o valor final seja obtido, investidores podem sugerir alterações na coleção;

5º Com todo o capital necessário arrecadado, as peças são produzidas e vendidas pelo site;

6º O valor aplicado pelos investidores na marca é convertido em crédito para a compra de peças do mesmo estilista

http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=84184

Tempo de profissão x sinônimo de experiência


Tempo de empresa,não significa em absoluto experiência,nem mesmo tempo de profissão significa também experiência.Afirmo isto que muitos profissionais se dão ao luxo de afirmarem que têm x tempo de profissão e y tempo naquela empresa.Muitas coisas contribuem,tecnologias,processos melhores e febre de novos soft e a necessidade de dominar um determinado indioma.Estes pseudos profissionais ficam cegos para tudo isto que está acontecendo ao seu redor,sem ao menos procurar se atualizar.Fazendo cursos,conhecendo mais de perto estas inovações e daí por diante.E triste em ter que afirmar isto,mais tenho visto com muita incidência acontecendo.Lembro quando estava em um detreminado lugar, quando dei de cara cara com amigos que haviam há muito tempo que não os havia.E me deparo com esta triste realidade.No mundo moderno em que vivemos,aonde crianças de seis anos têm feito da informtática seu pilar de conhecimento.Nos faz repensar a cada dia,que porque da perda daquela excelente promoção ou daquela vaga na empresa concorrente.Muitas e muitas das vezes as chances estão do nosso lado,na empresa ou naquilo que submetemos fazer.Mais não somos qualificados para tal tafefa ou gestão daquela empresa ou por falta de pura qualificação.Então analise,pense e chegue a esta conclusão que tempo de empresa ou até mesmo de profissão, não está associado a experiência.

Enxugam tanto que falta toalha


Em se tratando de Confeccção de roupas é muito comum enxugar tanto as empresas,que acrarretam graves problemas industriais, ocasionando sensíveis perdas na produção.Muitas empresas,acreditam que reduzindo seus operadores diretos podem ainda ser competitivas.Enganam-se quem pensam isso.O que tenho visto é o contrário, de que pensam estes empresários, que fazendo isso, reduzindo seus operadores diretos,para que possa ter o seu custo minuto menor.Não resta nenhuma dúvida sobre que muitas das vezes fazendo a redução, reduzem sensivelmente os seus custos fixos.Mais a minha preocupação é fazer isso mexendo nos operadores diretos.Por isto a razão do título ENXUGAM TANTO QUE FALTA TOALHA.

Tem que haver muito cuidado e ser bem apurados também, estes custos fixos, que são meramente despesas,não fazer-se confundir com os famosos custos variáveis.Me deixo à vontade para conversarmos com mais frequência, sobre este assunto tão peculiar na industria têxtil ,devido a esmagadora pressão por parte dos asiáticos.


Fonte:Amauri Maia e Luiz Roberto

Saiba como negar um pedido do seu chefe


Profissional, ao se deparar com algo que não o agrade ou que não concorde, deve procurar o chefe para pedir mais informações sobre a atividade, diz especialista.

Ao longo da carreira, é comum que profissionais sejam surpreendidos pelos seus chefes para cumprir uma tarefa com a qual não concordam, seja na forma de executá-la, no prazo de entrega estabelecido ou, até mesmo, por considerá-la desagradável. Nesse momento, o que deve ser feito? Como escapar dessa "saia justa"?

Segundo o sócio diretor da Compassa Desenvolvimento Humano e Empresarial, Wilson Roberto Lourenço, o profissional, ao se deparar com algo que não o agrade ou que não concorde, deve procurar o chefe para pedir mais informações sobre a atividade, sugerir outra maneira de fazer, e expor sua opinião sobre o que foi pedido.


“É muito importante esse canal de comunicação. Mas isso depende da abertura que existe entre líder e liderado. Os profissionais têm de se colocar, emitir a sua opinião. Mas não é indicado que ele bata de frente com o chefe. A conversa sempre é o melhor caminho” disse.


Assertivo




Lourenço afirma ainda que a situação torna-se mais complicada se o chefe não está disponível para conversa ou se o profissional não tem o hábito de se posicionar em relação ao trabalho. “Ser assertivo no mercado de trabalho é fundamental”.


Mas, para emitir opiniões, os profissionais devem ter um bom relacionamento com o líder. Se a comunicação for um problema, o especialista aconselha que a pessoa busque conversar com os colegas que conseguem falar mais abertamente com o chefe para pedir dicas. Outra maneira é procurar o departamento de RH (Recursos Humanos).


“O RH não foi feito para ouvir reclamação. Ir conversar e não acrescentar nenhuma sugestão ao profissional daquela área não mudará a situação. O RH não resolverá seu problema, mas poderá apoiá-lo de outra maneira”, esclarece Lourenço.


Pedido anti-ético




A situação pode se agravar ainda mais quando o pedido feito pelo líder for considerado anti-ético pelo profissional.


“Quando envolve valores morais, a situação é extrema. Das duas uma: ou o profissional cumpre a tarefa e depois fica se questionando, se culpando e arrependido de ter feito, ou conversa com o chefe e avisa que não irá fazer porque considerada aquele pedido anti-ético”, afirma Lourenço.


Lourenço alerta ainda que, depois, a pessoa terá de arcar com as consequências, como uma demissão ou ser transferido de setor. “O profissional deve seguir seus valores. É a sua imagem e seu nome que podem ficar sujos no mercado de trabalho”, finaliza.


Fonte:administradores.com.br

ITMA 2011 aguça foco em confecções


17 de março de 2010 - Com o têxtil e de vestuário que faz a indústria sofrer uma tremenda mudança na luz da globalização e os atuais desafios econômicos, CEMATEX está fazendo um esforço concertado para apoiar os fabricantes com uma plataforma de soluções que irão ajudar a indústria a permanecer focado e competitivo.
Em linha com esta proposta de valor, o índice de expansão do produto ITMA 2011 inclui um capítulo dedicado a tecnologias de confecções e de máquinas. Bordados e equipamentos braiding também terá seus próprios capítulos separados.
CEMATEX Secretário-Geral Maria Avery, disse: "A ITMA marca foi criada em 1951, e é muito conhecido e respeitado no setor de máquinas têxteis clássica. Embora tenhamos sempre apresentou máquinas para confecções, temos melhorado muito o seu perfil para o show de 2011, adicionando muitas categorias novas para o nosso índice de produtos e com o sector no nosso Fórum, que terá lugar durante o show.
"Com a indústria interessada em explorar-to-end de soluções, a nossa apresentação ITMA prevê uma paragem de uma plataforma de negócios para compradores e vendedores se encontrarem e discutirem oportunidades emocionantes."
"No passado, as máquinas de costura e acessórios foram agrupadas sob a tornar-up sector. Com esta re-classificação, estamos agora ramping nossos esforços para envolver a indústria de vestuário grandes jogadores de todo o mundo", explicou Sylvia Phua, o Chefe do Executivo Officer, MP Internacional, que está organizando ITMA 2011.
Louvar esta iniciativa, o Sr. Rahul Mehta, presidente da Associação de fabricantes de vestuário da Índia (CMAI), declarou: "Em meio a um cenário global de negócios mais desafiador, CMAI está muito preocupado com a construção da vantagem competitiva do nosso sector. Investir em tecnologia avançada e mais eficiente soluções é a melhor maneira de aumentar membros da produtividade e nossa competitividade.
"Portanto, um importante objectivo da nossa associação é ajudar a fabricantes de vestuário indiano manter a par dos últimos desenvolvimentos tecnológicos na peça de decisão. plataformas de produção estabelecida como ITMA é muito importante e estamos muito satisfeitos em saber que ITMA 2011 centrará a sua atenção na roupa e máquinas de processamento têxtil. Esperamos incentivar um grande contingente dos nossos membros para participar do show de fonte a mais recente máquina, e de conhecer e interagir com os líderes do pensamento. "
CMAI foi o pioneiro e mais representativa associação da indústria de vestuário indiano há mais de quatro décadas. Ela representa mais de 20.000 empresas, incluindo fabricantes de vestuário readymade, exportadores, varejistas e indústrias conexas.
Sr. Benny Soetrisno, presidente da Associação Têxtil da Indonésia e Vice-Presidente da ASEAN Federação das Indústrias Têxteis, disse: "Enquanto a automação não é a resposta primária para manter a competitividade, o impacto das novas tecnologias sobre o desenvolvimento da indústria não deve ser ignorado. Há uma riqueza de recursos disponíveis para ajudar a indústria do vestuário do seu nível de tecnologia. Esses recursos incluem fabricantes de máquinas agrícolas, centros tecnológicos, instituições educacionais e organizações de pesquisa.
"Cada vitrine ITMA atrai fabricantes de máquinas de liderança para lançar seus produtos mais recentes, bem como profissionais da indústria de alto nível e investigadores de todo o mundo. Portanto, é um one-stop shop úteis para a indústria nossos membros para saber sobre as tendências da nova indústria e descobrir novas soluções inovadoras para ajudar a impulsionar o seu negócio para a frente. "
ITMA 2011 tem o apoio do líder mundial de têxteis a todos e vestuário associações de máquinas. Exibições são classificados em 17 capítulos distintos, incluindo máquinas e acessórios dos seguintes setores - fiação, enrolamento e texturização, formação web, tecelagem, malharia e meias, bordados, trança, confecção de vestuário e de processamento têxtil, tingimento e acabamento, corantes e produtos químicos, testes e medição, software, reciclagem, logística, operações de plantas, pesquisa e serviços de educação e outros produtos têxteis. Alguns dos destaques da mostra estão a ser lançadas como parte da comemoração do aniversário de 60 ITMA.
O evento será realizado na Fira de Barcelona moderna Gran Vía sede em Barcelona, Espanha de 22 a 29 de setembro de 2011. A exposição líquida 100.000 metros quadrados deverá atrair mais de 1.400 expositores internacionais e mais de 120.000 visitantes profissionais.

São Cristóvão recebe fábrica da Intergriffe’s


Serão geradas cerca de 300 empregos diretos, com a produção de 30 mil peças de vestuário por mês.
Na manhã desta segunda-feira, 5, o governador Marcelo Déda participou da inauguração da unidade fabril da Intergriffe’s São Cristóvão Indústria e Confecção. O empreendimento, que recebeu incentivos do Governo do Estado através do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI), será responsável pela geração de cerca de 300 empregos diretos, com a produção de 30 mil peças de vestuário por mês.

A instalação da unidade havia sido anunciada pelo próprio governador quando, em 2008, apresentou 15 novas indústrias atraídas para o Estado de Sergipe graças aos incentivos oferecidos pelo governo.

A indústria, que passa a operar no histórico galpão onde funcionou a Fábrica de Tecidos São Cristóvão, de 1914 a 1980, será especializada na produção de artigos em jeans, marcando a retomada da atividade industrial na primeira capital sergipana.

Fonte:infonet.com.br/economia

domingo, 4 de abril de 2010

Controle de qualidade em malha acabada


O método pode ser comparativa, aplicado principalmente para quem adquire tecido acabado. Através de controle de recebimento de matéria-prima, manter seu produto final sempre homogêneo, num mesmo nível de qualidade. É conveniente que se criem padrões que possam ser seguidos para diversas construções e assim poder comparar e forçar os fornecedores a manterem a uniformidade na qualidade do produto.

Uma inspeção visual com pontuação de classificação de acordo com a gravidade dos defeitos tais como: barramentos, buracos, diferenças de tonalidade, largura irregular, rugas, entoetamento devido ao acabamento, que irão afetar de maneira significativa e eficiência do corte, montagem de peças e aparência do produto.

Padrões norte - americanos de qualidade para tecidos de malha circular. Estabelecer um método uniforme para medir a qualidade dos tecidos de malha circular.

· Tecidos básicos - Compreendendo, embora não se limitando, a tecidos acabados de malha simples, “Rib”, atoalhados, malha dupla e “interlock”.

· Tecidos com acabamento na superfície - compreendendo, embora não se limitando, aos seguintes produtos acabados: veludo, tecidos lixados, escovados, acamurçados, flanelados, navalhados, estampados e coenizados (2 tecidos colados).

· Tecidos fantasia - Compreendendo, embora não se limitando, a tecidos com acabamento na superfície feitos com fios fantasia ou pontos, bem como tecidos com pontos grossos, pelotas, laçadas aparentes, “bouclé”, “ratiné”, flocos, cerdas e tecidos feitos de misturas múltiplas de fios.

Identificação e classificação dos defeitos

Este método de avaliação da qualidade só se acha relacionado com:

· Defeitos de tecimento de malha;

· Graxa - manchas de óleo;

· Marcas de tingimento;

· Manchas em geral;

· Pontos grossos;

· Repuxameto de malhas.

Os tecidos devem ser submetidos a uma inspeção para que somente sejam detectados defeitos em seu lado direito (a não ser que um acordo Estabelece acima ou entre comprados e vendedor).

A inspeção do tecido deverá ser feita dentro das bordas coladas dos artigos em largura aberta (Os buracos feitos pêlos pinos das armas e as bordas gomadas não se encontram

dentro da largura de corte e, pôr isso, não devem ser classificados).

O melhor Cronograma para sua empresa.


No ramo de confecção de roupas é muito comum observar empresas sem nenhuma preocupação com o CRONOGRAMA.Gerando um maior problema para cumprir suas datas para que sejam colocadas a coleção na loja.É preciso definir quais os colaboradores e datas que precisam ser cumpridas,porque estarão inseridas no CRONOGRAMA.E estes colaboradores são necessariamente cuprindores de suas metas na hora certa.É bem verdade que muitas deles não são qualificadas para tal CRONOGRAMA.O CRONOGRAMA é facil,basta as pessoas interagir com as demais envolvidas no processo para que tudo sai perfeito.Se faz um CRONOGRAMA de frente para trás, com a lista das atividades,responsáveis e duração de cada etapa.Um exemplo claro para seja entendido, é contar quantas etapas estão incluídas em todo processo industrial.Depois disso,quanto cada etapa precisa de tempo para ser cumpridaApartir deste momento se faz a contagem, de realmente quanto tempo leva todo o processo industrial seja colocado em prática.Como milito na área industrial,faço patea da área industrial e como gestor que sou.Se por exemplo, todo o processo demora sessenta dias e eu tenho 20 etapas para cumprir todo o CRONOGRAMA.Divido o número total de dias pela quantidade de etapas envolvidas, obedecendo quanto efetivamente demora cada etapa.Todos os colaboradores envolvidos passam a ser cobrados, porque precisam cumprir as datas colocadas no CRONOGRAMA.O CRONOGRAMA é constituído de datas e tempo para que se colocar em prática.Tudo que envolve números produtivos e tudo que demanda tempo para se cumprir.Corte,costura,modelagem etc...Demadam números de produção.Compra de matéria-prima,aviamentos,bordados artesanais,estes demandam datas.Feito isso ésó montar o CRONOGRAMA e fazer com que os colaboradores envolvidos consigam cumprir o que está sobre sua responsabilidade.Se no exemplo citado com 20 etapas, se sub entende que necessitam 20 colaboradores para cumprir o CRONOGRAMA,um pouco menos de colaboradores,quando os mesmo fazem mais de uma etapa do CRONOGRAMA.Agora todos juntos, vamos mão a obra e fazer com que o Lead Time de ssssenta dias sejam cumpridos criteriosamente,desta feita as coleções entraram nas lojas conforme acordado em reuniões gerenciais.

Industria Têxtil e de Vestuário colombiana enfrenta desafios


Desde as extensões de curto prazo no ATPA até à deterioração das relações com a vizinha Venezuela, a indústria têxtil da Colômbia está a enfrentar momentos difíceis e quer agora orientar a produção para produtos com maior valor acrescentado.


Em 2008, o governo colombiano lançou uma ambiciosa estratégia de crescimento nacional para transformar oito sectores, incluindo a indústria têxtil e vestuário (ITV), em actores de classe mundial. Mas, as exportações da Colômbia para os EUA têm sido prejudicadas por prorrogações de curto prazo no Andean Trade Preference Act (ATPA), em Dezembro a prorrogação por um ano foi concedida a apenas algumas semanas antes da data em que o pacto deveria expirar, o que torna difícil para as empresas investirem e planearem com antecedência.

Em Janeiro, uma visita do presidente colombiano, Alvaro Uribe, à Colombiatex – feira anual para o comércio de têxteis – ilustrou os outros problemas que o sector enfrenta, com vários representantes da indústria e associações de retalhistas a pedirem o seu apoio para uma série de questões. Estas abrangem os problemas comerciais e financeiros na vizinha Venezuela, o contrabando e a subfacturação de vestuário importado, o elevado custo da energia e a política de compras do exército colombiano.

Nos últimos anos, alguns observadores têm olhado o sector com crescente descrença à medida que a vizinha Venezuela se tornou um destino mais importante para os têxteis e vestuário colombianos do que os EUA. Em 2008, a Venezuela absorveu 65% das exportações têxteis da Colômbia e 55% das suas exportações de vestuário. O país vizinho conseguiu esta quota de mercado apesar de diversas marcas norte-americanas, como a Levi Strauss, Liz Claiborne, DKNY, JC Penney, Jones Apparel e Tommy Hilfiger, terem a sua fonte de aprovisionamento na Colômbia e do acesso isento de impostos ao abrigo do ATPA para o vestuário produzido com algodão, fios ou tecidos norte-americanos.

Igualmente surpreendente foi o facto de não serem apenas os numerosos pequenos exportadores colombianos, mas também empresas líderes como Fabricato, Coltejer e Enka de Colombia a colocaram a maior parte dos seus ovos na cesta do presidente venezuelano Hugo Chávez. Durante o primeiro semestre de 2009, 54% das exportações totais da Fabricato e 49% das da Enka de Colombia foram destinadas à Venezuela. Mas, agora que as relações entre a Colômbia e a Venezuela estão num nível historicamente baixo, as empresas de têxteis e vestuário estão a ponderar o que fazer a seguir.

A recente introdução de um sistema de dupla taxa de câmbio pela Venezuela e a decisão de Chávez de nacionalizar a cadeia de lojas da Exito (maior retalhista da Colômbia, na qual o grupo francês Casino tem uma participação maioritária) têm piorado os laços comerciais entre os dois países. «Estamos a aconselhar as nossas empresas a pararem de fazer negócios com a Venezuela, tentarem recuperar o seu dinheiro e procurarem novos mercados», afirmou Carlos Botero, director-executivo da Inexmoda, o instituto colombiano de exportação e moda. A Inexmoda e o Proexport, instituto colombiano de promoção das exportações, insistem que a procura de novos mercados não deve ser um esforço de curto prazo.

Para se tornar um actor mundial (capaz de exportar 28,4 mil milhões de dólares em 2032), o governo quer que a indústria têxtil e vestuário se transforme num produtor de artigos de gama alta e num exportador verdadeiramente global. Paula Trujillo, directora de competitividade e internacionalização na Inexmoda, incentiva os exportadores a ampliarem o seu raio de acção, começando com os mercados regionais, como: México, Equador e Peru. A partir daqui, Trujillo acredita que eles podem entrar no Canadá (que está a negociar um acordo de livre comércio com a Colômbia) e até mesmo no Médio Oriente, Rússia e outros mercados, incluindo a China.

Quando o presidente Álvaro Uribe assumiu o cargo em 2002, os acordos comerciais existentes significavam que os exportadores colombianos tinham livre acesso a 233 milhões de consumidores. A meta de Uribe era garantir o acesso a 1.200 milhões de consumidores em 2010, mas os acordos de livre comércio com vários parceiros comerciais importantes, como os EUA, a UE e o Canadá, ainda não foram concluídos.


Fonte:portugaltextil.com

Cachorros também têm sua semana de moda


Rebeca é uma modelo feliz. Nunca precisou comer apenas folhas de alface na hora do almoço nem acordar às 5 horas para fotografar ou correr o dia inteiro da agência para o estúdio, e dali para a passarela. "Au, au", late, altiva, em sua compleição de miniatura Shnauzer.

Ela é uma das selecionadas que desfilarão na primeira semana de moda para animais domésticos do Brasil, a Pet Fashion Week, que será realizada nos dias 24 e 25 deste mês no Golden Hall do Sheraton WTC. Os organizadores garantem que não haverá cadelas anoréxicas na passarela (pode ser a chance de o empresário Paulo Borges e os estilistas da São Paulo Fashion Week tirarem boas lições de respeito à saúde das modelos).

"Os cachorros vão ficar em jejum antes de se apresentar, mas por poucas horas, para evitar um possível cocô na pista", diz Luís Antônio Rodrigues, do canil Splendido, que trabalha com animais de exposição. No jargão da categoria, Rodrigues é o handler (equivalente ao booker dos modelos humanos). Ele faz o casting, ou a seleção, dos participantes do desfile.

O diretor do evento, Rodrigo Rivellino, cerca os animais de cuidados para que nenhum deles apareça no camarim com olheiras, como as adolescentes que desfilam na SPFW. Ele explica que a patrulha com os pets é muito maior.

"Não existe possibilidade de transformá-los em simples cabides de roupas. Nós, particularmente, conversamos com inúmeras associações protetoras de animais e ONGs, para seguir todas as normas de conduta estipuladas por eles", diz Rivellino, que há um ano negociou em Nova York a produção paulistana do Pet Fashion Week. Lá, o evento já ocorre há cinco anos; em Tóquio, há dois.

DESFILES

No dia 24 serão dois desfiles - um para público pagante (R$ 35, a entrada) e outro para convidados. Rivellino e seus colaboradores esperam receber 8 mil pessoas. "A diferença no desfile para pets é a atmosfera 100% emocional. Ali as pessoas não estão identificadas com as modelos ou suas roupas. Elas vão porque amam seus animais", diz.

Os cachorros serão conduzidos na passarela por modelos humanos, que neste dia deverão vestir tons neutros para não ofuscar o brilho das roupas apresentadas. Com um investimento de R$ 1,5 milhão, a PFW vai disponibilizar todo o aparato de uma semana de moda: camarim, sala de convivência, passarela de 21 metros (três a menos que a da SPFW) e pit de fotógrafos.

Como os participantes do desfile são animais de exposição, supõe-se que estejam acostumados com flashes e aglomerações de gente. Gilda, por exemplo, deve enfrentar bem o desafio de desfilar peças como uma jaqueta de patchwork bordada com cristais Swarovski ou um agasalho de alpaca peruana. Com apenas 2 anos de idade, ela participa de concursos de beleza desde os 3 meses de vida.

OS PEQUENOS

Os melhores modelos para desfile são de raças que produzem cães pequenos, como a mexicana Chihuahua, a espanhola Podengo Ibicenco, a tcheca Cesky Terrier e a inglesa Sealyham Terrier. " É mais difícil imaginar um labrador vestindo uma saia jeans ou um casaco de plush com capuz para passear de iate", diz João Fraga, representante da marca canadense Romy & Jacob, frequentada por celebridades cinófilas, como Barbra Streisend e Mariah Carrey.

"É um evento de tendências e isso não quer dizer que a gente pretenda ficar no oba-oba. Estamos nos empenhando para fazer uma abordagem consistente, profissional, e ainda mostrar que o mercado brasileiro de moda pet tem competência para exportar", explica Rivellino.

GRIFES

Participam do desfile sete grifes estrangeiras, três nacionais. Entre as mais conhecidas está a Manfred of Sweden, que seria uma espécie de Chanel. Um modelinho da grife pode custar U$ 50 mil. Na vitrine da Harrods, em Londres, há uma jaqueta em liquidação por U$ 20 mil.

Os donos das grifes procuram falar o mais sobriamente possível sobre o tema, para não parecer que são simples exploradores de animais. Como nos desfiles acompanhados de chás beneficentes de antigamente, fala-se muito em caridade. "Mandamos roupas e ajudamos diversos grupos que adotam de animais sem dono e vira-latas", diz Manfred.

O próprio PFW pretende patrocinar o treinamento de um animal no Cão Guia Brasil, entidade sem fins lucrativos que trabalha com deficientes visuais.

Ao contrário de Gisele Bündchen ou Ana Cláudia Michels, que cobram fortunas para pisar na passarela, os modelos do PFW desfilam de graça. "Não ganhamos um centavo, só a troca de gentileza", diz, relativamente apaziguada, a treinadora Solange Loiola, do canil Kayla’s.

Sua preocupação é com Savana. A cadela King Charles Spainel, de 2 anos, que chegou há 20 dias dos Estados Unidos, é tímida. "Eu a levo para passear em lugares onde há bastante gente, para ver se a acostumo às vozes das pessoas e buzinas de carros, mas ela só entende quando se fala em inglês." Poor Savana.

O MERCADO DOS PETS

Dados levantados pela consultoria Euromonitor International:



- 12% é a taxa de crescimento mundial registrada por ano



- US$ 9 bilhões é quantidade movimentada no Brasil por ano



- R$ 1,5 milhão é o investimento previsto para o Pet Fashion Week de SP



- 3 grifes nacionais vão participar da versão paulistana do evento

Fonte:diariodopara.com.br

As Roupas Inteligentes


Nos próximos anos, estaremos enchendo os nossos armários com camisas inteligentes, que poderão ler nossa freqüência cardíaca e respiratória, e jaquetas musicais com teclados embutidos de fábrica. Monitores de diodo de baixa emissão de luz (LED) podem ainda ser integrados para mostrar texto e imagens. Roupas computadorizadas serão a próxima etapa para tornar portáteis computadores e equipamentos sem ter de prender dispositivos eletrônicos em nossos corpos ou encher os bolsos com bugigangas. Estas novas roupas digitais não são necessariamente projetadas para substituir o seu PC, mas serão capazes de executar algumas de suas funções.
Roupas computadorizadas são a última palavra em tecnológica portátil. Nesta edição, iremos estudar como estas roupas são feitas, quem as produz e que tipo de produtos poderemos usar na próxima década.
Assim como todas as roupas, o vestuário computadorizado começa com sua própria linha. Algodão, poliéster ou cetim não têm as propriedades necessárias para transportar corrente elétrica às roupas digitais. Entretanto, fios metálicos não são novidade à indústria de roupas. Vimos estes tecidos metálicos, usados para fazer manifestações de moda, durante anos. Pesquisadores estão usando organza de seda, um tecido único que foi usado para fazer roupas na Índia por pelo menos um século.


Organza de seda é ideal para roupas computadorizadas porque é feita de duas fibras que a torna condutora de eletricidade. A primeira fibra é justamente um fio de seda comum, mas na direção oposta do fio da fibra está a linha de seda que é envolvida em uma fina lâmina de cobre. É esta lâmina de cobre que dá à organza de seda a capacidade de conduzir eletricidade. Cobre é um bom condutor de eletricidade e, alguns fabricantes de microprocessador, estão começando a usar o cobre para acelerar estes equipamentos.

O fio metálico é preparado como o fio telefônico de núcleo de pano, de acordo com os pesquisadores do MIT. Se cortarmos um cabo telefônico em espiral, encontraremos um condutor que é feito de uma lâmina de cobre rodeando um núcleo de fios de náilon ou de poliéster. Pelo fato de os fios metálicos poderem resistir a altas temperaturas, eles podem ser costurados ou bordados com o uso de maquinário industrial. Esta propriedade os torna muito promissores para a produção em massa de roupas computadorizadas.

A organza de seda não é apenas um bom condutor elétrico, sendo as suas fibras espaçadas em intervalos adequados. Desse modo, elas podem ser individualmente endereçadas. Uma tira do tecido pode, basicamente, funcionar como um cabo de fita. Cabos de fita são usados em computadores para conectar drivers de disco aos controladores. Um problema em se usar organza de seda pode aparecer se os circuitos tocarem uns aos outros. Por esta razão, os cientistas usam um material isolante para encapar ou sustentar o tecido.

Uma vez que o tecido é cortado no formato desejado, outros elementos precisam ser anexados, como resistores, capacitores e bobinas. Esses componentes são costurados diretamente no tecido. Componentes adicionais, como LEDs, cristais, transformadores piezoelétricos e outros componentes montados nas bases, se necessário, são soldados diretamente nos fios metálicos. Outros equipamentos eletrônicos podem ser presos no tecido usando-se uma espécie de garra, que fura a linha para criar um contato elétrico. Estes equipamentos podem ser facilmente removidos para limpar o tecido.



Na Georgia Tech, pesquisadores desenvolveram outro tipo de linha para fazer roupas inteligentes. Esta camisa inteligente, é feita de fibras ópticas de plástico e de outras fibras especializadas, costuradas no pano. Estas fibras condutoras ópticas e elétricas vão permitir à camisa comunicar-se, sem fio, com outros equipamentos, transferindo dados dos sensores embutidos nela. Muitas companhias já estão explorando a possibilidade de nos vestir com roupas computadorizadas. Podem ser citadas a IBM, Levis, Philips, Nike e Sensatex. Na Europa, a Levis já está testando a jaqueta musical desenvolvida pelo MIT Media Lah


Fonte:correiodopovo-al.com.br

Revista francesa de moda traz modelo GG na capa


Páginas internas da Elle contam com ensaio de Tara Lynn.


Ousadia no mundo da moda e quebra de preconceitos na França. A capa da Elle francesa do mês de abril traz a modelo plus-size Tara Lynn. Na capa, a top aparece usando um macacão branco tamanho 48.

A primeira página do editorial de moda da revista, com 20 páginas internas só de fotos de Tara, traz a modelo completamente nua.

As demais imagens do ensaio trazem Tara em roupas que não escondem suas curvas generosas.

A top tem 1m75cm de altura, 97 centímetros de busto, 81 de cintura e 116 de quadris. Seu peso não é revelado.

Fonte:clicrbs.com.br

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Indústria e comércio apostam no inverno


Frio intenso do ano passado deixou lojas sem estoque e pedidos para fábricas estão até 15% maiores


O frio do inverno passado está aquecendo as vendas do comércio e da indústria este ano. Sem estoques graças às baixas temperaturas da estação em 2009, o varejo intensificou as encomendas e a indústria do vestuário trabalha com projeção de crescimento entre 6% e 15%. As coleções de outono e inverno devem garantir vendas até 7,5% maiores no comércio.

O diretor do Sindicato da Indústria do Vestuário do Sul do Estado, Diomício Vidal, explica que o setor inicia as vendas de coleções outono/inverno ainda em dezembro, em pleno verão. Mas as entregas são realizadas para o varejo entre março e abril.

– Houve uma procura maior este ano, reflexo do frio que fez no inverno passado. Os lojistas ficaram sem estoques e estão comprando mais. Esperamos crescimento de 10% a 15% nas vendas da indústria porque o setor faz reposições até maio.

Vidal afirma que o setor de malharia ainda está produzindo mercadorias alusivas à Copa do Mundo e o reflexo deste mercado só deve ser sentido em abril.

Para o presidente do Sindicato da Indústria Têxtil de Blumenau e Região, Ulrich Kuhn, a perspectiva é positiva porque as previsões são de um inverno com a mesma intensidade de 2009.

– Cada vez mais, a indústria produz muito para o outono e pouco para o inverno rigoroso, que só existe aqui no Sul do país. O setor deve crescer como a economia do país, entre 5% e 6%, isso com o efeito da Copa do Mundo embutido – argumenta.

Os varejistas estão empolgados. O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/SC), Sérgio Medeiros, diz que as vendas de inverno devem fechar com 7,5% de crescimento.

– A confederação do comércio estima crescimento de 10% por causa do clima positivo das pessoas e da recuperação do emprego. O apelo da Copa do Mundo deve contribuir para construir estes números – afirma.

O presidente da CDL de Florianópolis, Osmar Silveira, espera por um inverno mais forte do que o do ano passado e, com isso, vendas até 6% maiores nos artigos da estação.


Fonte:clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp

Site busca revolucionar modelo de negócios no mundo da moda


NOVA YORK (Reuters) - Uma empresa iniciante de Internet chamada Fashion Stake, que será aberta nas próximas semanas, tem a ambiciosa meta de sacudir a indústria da moda, assim como os sites de trocas de arquivos transformaram a música.

O Fashion Stake permitirá que as pessoas financiem diretamente os estilistas depois de visualizar online as coleções: poderão comprar uma participação na coleção em troca de créditos para comprar roupas.

Os "patrocinadores" dos estilistas também poderão enviar ideias para os estilistas e votar nas melhores coleções.

A empresa, inspirada em redes sociais como Twitter e Facebook, aposta em um crescente modelo de negócios que convoca os empreendedores a entrar em contato direto com consumidores, financiadores e distribuidores de conteúdo ou de produtos.

O presidente-executivo do Fashion Stake, Daniel Gulati, é um estudante da Harvard Business School, onde o projeto foi concebido.

Segundo ele, indústrias com alta margem de lucro estão abandonando a crença de que os executivos decidem o que o público consome.

"Acreditamos que pode ser realmente um divisor de águas", disse ele. "O que estamos fazendo, basicamente, é redirecionar a margem para os fãs e talhando os varejistas."

A estilista Althea Harper, de Nova York, disse que o novo modelo poderá ajudar a encontrar financiamento. Além disso, permitirá que os criadores de roupas evitem o canal de vendas via lojistas convencionais.

"É difícil que uma rede de lojas de roupas confie em você quando você é um estilista novo", disse ela.


Fonte:oglobo.globo.com