quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dicas para quem Veste GG

     Truques para quem Veste GG                   


Mesmo estando acima do peso a mulher pode ter um visual arrasador, porém de nada adiantará seguir várias dicas para quem veste GG se a sua autoestima não estiver lá em cima. Por isso o primeiro passo é se aceitar e, principalmente, se amar do jeito que você é, com seus quilinhos a mais. Claro que se o sobrepeso estiver afetando a sua saúde você deve fazer de tudo para eliminar o problema, mas nunca deve querer mudar seu visual somente porque o padrão de beleza atual é tão rígido e exigente, afinal, o mundo está descobrindo a cada dia novas e lindíssimas modelos GG e valorizando o segmento plus size.
                                     Dicas para quem Veste GG 6 Dicas para quem Veste GG
                                    Invista nas dicas para quem veste GG e arrase por onde passar
                                                                     (Foto: Divulgação)

A primeira e grande dica é sempre procurar criar linhas verticais em seu corpo, seja através de colares compridos, de abotoamentos (simples ou duplos) ou de casacos ou cardigãs jogados por cima da produção.
                                        Dicas para quem Veste GG 7 Dicas para quem Veste GG
                                                              (Foto: Divulgação)
                                       Dicas para quem Veste GG 9 Dicas para quem Veste GG
                                                            (Foto: Divulgação)

Quando usar blusas, opte sempre pelos modelos mais alongados, na altura do quadril, assim você alongará toda a sua silhueta. E mesmo que seu paletó ou blazer seja mais curto, use uma blusinha comprida por baixo.
                                       Dicas para quem Veste GG 8 Dicas para quem Veste GG
                                                                    (Foto: Divulgação

Salto alto faz milagres pela silhueta e postura de uma mulher, por isso invista sem medos neste item. E quando for usar calças ou peças longas, use calçados da mesma cor, para não cortar a silhueta.
                                         Truques para quem Veste GG 8 Dicas para quem Veste GG
                                                            (Foto: Divulgação)
                                         
Deixe as estampas e cores vibrantes para a parte de seu corpo que é menor, e na outra parte sempre escolha peças com modelagem mais reta ou com linhas clean e cores mais escuras. E quando a peça for inteiriça sempre opte pela modelagem reta, como as peças de alfaiataria e o vestido-tubo.
                                                           Truques para quem Veste GG 61 Dicas para quem Veste GG
                                                                 (Fotos: Divulgação)
                                       Truques para quem Veste GG 7 Dicas para quem Veste GG
                                                                (Foto: Divulgação)

E a dica mais preciosa é: sinta-se linda, sexy e desejável! Pois se você sentir e agir assim, todos ao seu redor também enxergarão a mulher linda e maravilhosa que você é, independente do seu peso atual. E caminhe sempre com a postura ereta, seguindo o que nossas avós diziam: “barriga para dentro e peito para fora”, pois assim, além de demostrar mais atitude ainda ganhará centímetros extras em sua estatura e alongará seu corpo.
           Truques para quem Veste GG 9 Dicas para quem Veste GG
                                                         (Foto: Divulgação)



   

Por que manter um funcionário é tão caro no Brasil?


 O custo do trabalhador é alvo de grande debate para contadores e economistas brasileiros, fomentando diferentes opiniões sobre o valor real despendido para sustentar um emprego em seu posto. A complexa legislação trabalhista, que impõe pesados encargos para os empregadores, é apontada como fator determinante para explicar por que é tão caro contratar e manter um funcionário no País. As obrigações tributárias e o cumprimento das normas, porém, são apenas parte da questão.
 O vice-presidente de fiscalização do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS), Celso Luft, estima que, considerando apenas os encargos sociais, o custo de um funcionário supera em aproximadamente 70% o valor do salário assinado em carteira, com pequenas variações que dependem do segmento da empresa contratante. Nessa conta, a fatia relativa aos encargos previdenciários é a mais pesada, chegando a 35,8% do total. Férias, 13º salário, auxílio-doença, licença-maternidade e outros encargos e seus reflexos, que também precisam ser provisionados pelo empregador, quando somados, chegam a 35,5%. “Temos uma carga tributária considerada alta em relação a outros países, mas as pessoas admitiriam pagar mais se tivesse uma contrapartida, e essa, sem dúvida, é a principal reclamação”, alega o contador.
 Luft ressalta que, tomando o exemplo de uma empresa do setor de construção civil, o custo com o trabalhador pode chegar a 113,6%, englobando questões como benefícios e treinamento. “Apesar de alguns benefícios obrigatórios, como vale-transporte e alimentação, se o empregador quer dar treinamento e uniforme, isso deve ser agregado ao custo, por isso pode-se dizer que os encargos dobram em relação ao valor do salário”, afirma.
 O dirigente faz uma ressalva: as empresas enquadradas no Simples Nacional têm uma vantagem em relação às obrigações trabalhistas. Para essa modalidade, dentre os encargos, apenas o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (8% do salário) é recolhido. O benefício ajuda, mas não torna o custo do trabalho exatamente baixo, já que as demais obrigações permanecem as mesmas.
 A vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini, argumenta que esse cenário tem raízes na defasagem da legislação trabalhista, que mesmo com revisões, ainda é associada ao período de sua criação no Brasil. Para ela, uma reforma é necessária não apenas para reavaliar a questão tributária, mas porque é preciso considerar a presença da tecnologia no mercado de trabalho e a própria relação entre empregado e empregador. “Temos uma legislação que remonta à década de 1930 aplicada hoje, portanto com seus reflexos e descompassos em relação à realidade das relações de trabalho”, observa.
 Roberta diz que em outros países há maior liberdade contratual entre as partes na relação de trabalho. Nesse contexto, é possível que patrões e funcionários estabeleçam se a remuneração será única ou contará com benefícios. “Isso pode ser mais interessante do que a situação que vivenciamos, com tantos direitos arraigados (numa única legislação)”, acrescenta.
Concorrência e informalidade aquecem debate sobre o peso da folha de pagamento
 Se levada em conta a concorrência pela mão de obra em um cenário de baixo desemprego como o do Brasil e o esforço dos empresários em atrair os melhores talentos, a contratação pode ficar mais onerosa. “As empresas acabam competindo entre elas através dos benefícios, dos diferenciais, para conseguir o melhor colaborador”, sugere a contadora da área de recursos humanos do escritório Lauermann Schneider, Priscila Vier dos Santos. “Acredito que a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) deveria ser revistas, ela vem de uma última revisão em 2002, já são 11 anos, e muitas coisas mudaram”, sentencia.
 Mas a complexidade da legislação também pode fomentar o panorama oposto, da informalidade. O valor despendido pelo empregador com os encargos trabalhistas precisa levar em conta todas as etapas do vínculo empregatício. Admissão, treinamento e uma possível demissão. Cada fase demanda recursos que precisam ser provisionados pela empresa de antemão, fator que pode encarecer ainda mais a contratação. São questões como essa que justificam a tese de que a atual legislação não estimula a formalização do trabalho no Brasil. “No Rio Grande do Sul, temos uma segurança maior em termos do cumprimento da legislação, mas sabemos que é grande a quantidade de pessoas trabalhando em condições análogas à escravidão”, sugere a vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini.
 Estudo aponta que empresas podem gastar até três vezes mais do que o salário
 Pesquisadores do Centro de Microeconomia Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), desenvolveram um estudo que concluiu que o custo de um trabalhador ao empregador pode superar em 2,83 vezes (ou 183%) o valor do salário assinado em carteira. O montante é alto, mas guarda algumas peculiaridades. Esse valor se aplica a um vínculo empregatício de 12 meses, podendo cair para 2,55% (155%) quando o tempo de contratação alcança cinco anos. Os pesquisadores contaram com dados de duas empresas têxteis para elaborar os resultados.
 O levantamento, divulgado no ano passado, não se restringiu a calcular apenas o peso dos encargos. Os pesquisadores identificaram que, em geral, muitos fatores que encarecem a contratação, e por vezes beneficiam o trabalhador, vinham sendo ignorados no debate. O custo estimado pelos pesquisadores também englobou obrigações acessórias, benefícios negociados e até mesmo o custo da burocracia e da gestão do trabalho. “O nosso entendimento é que há muitos itens que normalmente as empresas entendem como encargos e não são puramente encargos”, afirma o economista Eduardo Zylberstajn, um dos autores da pesquisa.
 Além do custo de benefícios obrigatórios como o 13º salário ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o estudo leva em conta diversos benefícios que não estão previstos na legislação, mas que podem ser pagos em função de acordos ou convenções coletivas, a exemplo de treinamento, cesta básica e auxílio-creche, entre outros.
 Também influencia na fórmula a maneira com que o trabalhador vê os benefícios que recebe. Se o colaborador tem consciência de que há mais benefícios agregados aos seus vencimentos, ele acaba custando menos à empresa. Conforme o relatório final da pesquisa, que definiu
valores máximos e mínimos para cada componente do trabalho, foi estimado que a legislação trabalhista tem um peso entre 17% e 48% do custo total do trabalhador. Ou seja, um contrato de trabalho que custe R$ 2.067,00 para a empresa é valorizado em R$ 1.158,00 pelo empregado no caso mais extremo, o que implica em uma diferença de R$ 909,00. Nesse sentido, o custo da legislação trabalhista implica um aumento de 79% na remuneração total do trabalhador. No caso mais conservador, um trabalhador que custa os mesmos R$ 2.067,00 por mês para o empregador percebe um valor de R$ 1.713,00 no contrato de trabalho. Nesse caso, o custo da legislação trabalhista seria R$ 354,00, ou 21% da remuneração percebida pelo empregado e 17% do custo total para o empregador.
 Desoneração não é suficiente
 As recentes desonerações na folha de pagamento promovidas pelo governo federal, que em tese deveriam amenizar o cenário, ainda são contestadas. Serão 22 segmentos de varejo incluídos na medida, que substitui os 20% de alíquota do INSS pelo recolhimento de 1% a 2% do faturamento das companhias. A vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini, afirma que essa dinâmica apenas muda o custo de lugar. “Essa ação não gera uma redução tributária significativa, pois deixou de tributar folha para tributar faturamento. Em mais de 90% dos casos, o custo tributário, na ponta do lápis, aumentou”, calcula a contadora.
 O contador Celso Luft completa que, no caso da atual desoneração da folha, o fato de não ser facultativa pode tornar ainda mais onerante o conjunto de encargos. “Quem investiu em tecnologia, por exemplo, e teve uma redução no quadro de funcionários, acabou sendo penalizado por essa legislação”, diz. Isso porque com um volume menor de colaboradores, os recursos referentes à folha de pagamento já estariam reduzidos, fazendo com que o percentual sobre faturamento seja maior do que o próprio custo dos salários e seus encargos.


Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO/RS

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Um roteiro com as melhores lojas e brechós online de moda

O favorito das fashionistas
asos.com
O badalado e-commerce oferece mais de 50 mil produtos. Não à toa, é o queridinho das it-girls famosas na internet. Bom caminho para as brasileiras comprarem marcas que ainda não pisaram em solo nacional, como Vivienne Westwood, The Row (das gêmeas Olsen) e Alexander McQueen. Não deixe de visitar a seção permanente de peças com descontos de até 70%.
Shopping Online
clickaporter.com.br
Funciona como um agregador de e-commerces, com mais de 30 mil itens disponíveis. Aqui, a vantagem é receber mais resultados na busca por produtos. Fazem parte da rede as lojas virtuais da Marisa, Hering, Dzarm e Carmin, entre outras. Ao selecionar uma peça, o cliente é redirecionado para o site parceiro, no qual efetua o pagamento.
Para inglês ver
ln-cc.com
A descoladíssima multimarcas de Londres entrega em sua casa aquelas grifes too cool for  school, sem nenhuma previsão de aportarem por essas bandas. Ann Demeulemeester,  Maison Martin Margiela, Haider Ackermman, Jil Sander e Dries Van Noten são algumas delas. No tentador cardápio da loja, ainda estão as elogiadas peças de Pedro Lourenço, “o  maravilhoso garoto do Brasil”, segundo a imprensa internacional.
Da passarela ao closet
modaoperandi.com
A empresária Aslaug Magnusdottir, a socialite Lauren Santo Domingo e a exeditora de  moda Taylor Tomasi Hill são as cabeças da loja virtual revolucionária, que coloca à venda  coleções completas das semanas de moda ao redor do mundo em, no máximo, 48 horas após o desfile. No ar, há itens de Marchesa, Giles, Marni e Mawi, entre outros. Como as roupas são confeccionadas de acordo com a demanda, elas demoram até quatro meses  para serem entregues.
Entre os melhores
oqvestir.com.br
O site brasileiro foi eleito um dos cinco melhores e-commerces do mundo no WGSN  Global Fashion Awards. Sua força vem da boa variedade de grifes nacionais: das que  batem cartão nas semanas de moda (Ausländer, Paula Raia, Reinaldo Lourenço) às que marcam presença nos looks das it-girls brasileiras (Schutz, Carina Duek, Bo.Bô).
Clubinho de blogueiras
fhitsshops.com.br
As vendas são temáticas (camisas de seda, calças floridas, spikes) e pontuais (as ofertas  ficam no ar apenas uma semana). A curadoria do que está à venda fica a cargo das  blogueiras da rede F*Hits, capitaneada pela empresária Alice Ferraz. Anna Fasano, Lalá  Noleto e Carla Lemos, entre outras, montam looks inteiros com as peças-chave.
Parcerias exclusivas
gallerist.com.br
Criada há um ano por quatro irmãs, a loja virtual reúne mais de 50 marcas nacionais,  entre nomes novos, como Mylene Sanches e Lia Souza, e outros já consolidados, a exemplo  da Schutz. O grande diferencial, porém, é que, baseadas no perfil das consumidoras, algumas grifes desenvolvem minicoleções exclusivas para o e-commerce.  Há ainda sugestões de looks montados, que podem ser adquiridos inteiros ou em partes.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Grandes CEOs avisam: indústria da moda tem que acabar com a burocracia

O “WWD” organizou mais uma edição do seminário Apparel & Retail CEO Summit, que convida economistas e empresários de vários setores da indústria de moda e têxtil para falar sobre como o mercado deve funcionar para prosperar – hoje e no futuro – em meio a tantas mudanças e competição. Basicamente, as principais respostas são: foco nos detalhes, paixão pelo produto, não ter medo de quebrar as regras e acabar com a burocracia.
Um dos estudos mostrado por Nathalie Remy, da McKinsey & Co, apontou que São Paulo está entre as cinco cidades onde o mercado de vestuário midmarket (composto por empresas com renda entre US$ 10 milhões e US$ 1 bilhão por ano) mais vai crescer no mundo até 2015, junto com Xangai, Moscou e Londres.
Veja abaixo algumas frases dos especialistas que participaram do evento em Nova York.
“Há pouquíssimas empresas hoje que colocam a integridade de seu produto em primeiro lugar e se forçam a serem inovadoras e criativas a ponto de extrapolar a expectativa de seus clientes”, Millard “Mickey” Drexler, CEO do J.Crew Group e ex- CEO da Gap Inc
“A pessoa é o próprio CV e não o que está em um pedaço de papel. Eu conheço todo mundo pessoalmente antes de contrata-los. Para mim CVs não importam. Títulos não importam, assim como não importa a escola onde você estudou. Inteligência emocional e um histórico de trabalho duro são muito mais relevantes”, Millard “Mickey” Drexler
“O mundo mudou muito. As empresas devem ser inovadoras, inspiradoras, devem ter integridade e paixão. Eu aprendi com meu pai como criar um ambiente que seja estimulante, excitante, como vender um produto e inovar. Aqueles eram tempos em que não havia o Google. Se a gente quisesse descobrir algo, saber o quanto uma peça havia sido vendida, tínhamos que ir para a Saks ou Bloomingdale’s no final do dia e conferir os comprovantes de pagamento”, Andrew Rosen, CEO das marcas Theory e Helmut Lang e investidor de marcas como Proenza Schouler, Rag & Bone e Alice + Olivia
“Acredito que toda empresa deve ter sua própria cultura e identidade. Todas as marcas com as quais trabalho operam individualmente. Minha filosofia é: é importante entender a missão de cada companhia, a estética do designer, seus desejos e direções e para onde ele imagina levar a empresa. Temos que criar uma plataforma em conjunto com eles que irá transformar esses sonhos e essa criatividade em realidade”, Andrew Rosen
“Para eu investir em uma marca hoje, ela deve ter inovação e integridade. Tem de ter autenticidade e paixão. A ideia, quando você está em busca de empresas jovens, não é simplesmente fazer roupas para pendurar em uma arara nas lojas, mas sim achar grifes que encontrem um filão no mercado porque têm uma boa ideia”, Andrew Rosen
“Eu acredito que o CEO tem que ser responsável e tem que saber o que está acontecendo. Acho que algumas das melhores ideias vêm das pessoas que estão fazendo o trabalho. Eu quero criar um ambiente onde as pessoas têm vontade de vir trabalhar e onde elas se sintam tranquilas em dividir seu ponto de vista. Eu não tenho que concordar com elas, mas tenho que ouvir. A porta da minha sala está sempre aberta e eu encorajo as pessoas a conversarem comigo sobre problemas ou boas ideias”, Andrew Rosen
“Acredito em dar liberdade criativa aos designers. Você também tem que entender, e fazer com que eles entendam, quais são os objetivos. Meu trabalho é trabalhar com eles e transforma-los em um negócio de sucesso. Minha definição de sucesso é fazer roupas que os estilistas sintam orgulho e que a gente possa ver em lojas importantes mundo afora. O resultado de um bom processo é o lucro”, Andrew Rosen
Ron Johnson, CEO da J.C. Penney ©Reprodução
“Na era da Internet, se uma loja não pode ser um acontecimento, ela não oferece mágica e uma ótima experiência, ela terá dificuldades em sobreviver. Se você entra em uma loja de departamentos, que tem 10 ou 20 anos de vida, elas têm se mantido, mas não foram repensadas para os tempos de hoje”, Ron Johnson, CEO da J.C. Penney Co.
“Parte da resposta para o mercado é se voltar às marcas de verdade. Caso contrário, todos os produtos vão acabar muito parecidos. Há um valor enorme em grifes com identidades únicas. Marcas boas são autênticas e inspiradoras”, Ron Johnson
“Como você cria uma companhia extraordinária quando o seu chefe talvez não seja um Steve Jobs? A resposta é armar o poder intelectual coletivo cativando os trabalhadores”, Gary Hamel, professor da London Business School e diretor do Management Innovation Exchange
“Vemos empresas que, para a maior parte das pessoas, não são tão inspiradoras assim”, Gary Hamel
“Nós temos chutado a burocracia na canela, mas ainda não demos um golpe de nocaute. Nós temos que colocar uma estaca no coração da burocracia”, Gary Hamel

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Dez mil ao mês e cursos têxteis on line

Amigos um feliz Ano de 2013 á todos que acompanham o meu blog e que tem me dado crédito.Antes de mais nada,gostaria de exclarecer com muito cuidado que os quase 70.000 visitantes.Que estudo e valio comm muito,mas com muito cuidado todos  estes anúncios de baneress.Porque além do mais é o  meu nome que está sendo apreciado e todos os que que me respeitam nestes anos  de trabalho.

Por isso,estou inserindo uma postagem aqui para comentar do dez mil ao mês.Fiz inúmeras e incansáveis pesquisas,inclusive de dois empreendedores da web super respeitados,Sr Dani Edson e Rui Ludovino.Muitas ao  apreciarem e de imediato acreditam em se tratar ao olhar na sua essência, ser uma pirâmide,e não é.Mesmo porque os crimes de internet estão muito bem controlados e a polícia federal combate com unhas e dentes.Por isso estou disponibilizando para que possam olhar com calma as excelentes dicas repassadas pelo Sr Carlos Pádua ensina arduamente sobre investimentos.Faça seus cadastros é gratuito e não paga nada.Daqui há um tempo sim, será cobrado um taxa de R$20, ao mês na área Vip.Olhe com atenção na área de Negócios on line e Cursos de Investimentos.


 São vários vídeos,veja aos poucos.Vale a pena conferir e se cadastrar,e depois veja os vídeos gratuitamente.
http://www.10milaomes.com/LuizRoberto




E aproveitando estou comunicando aos Srs que em breve através deste blog,o aviso de um site que entrará no ar com cursos á quem milita na área têxtil,mais especificamente em Confecção de Roupas para empreendedores,consultores,gerentes,encarregados,alunos de moda e a todos a quem interessar.


Fico feliz por gostarem de meu blog,porque faço isso para as pessoas que são apaixonadas por moda.E logo estarei criando um site aonde estarei colocando ferramentas têxtil de moda,como PPCP,Custos,Cronoánalise,entre os outros cursos.Com preços acessíveis.Porque com uma consultoria os valores de transporte,alimentação e mais a hora fica aquém de muita gente.Então já comecem a divulgar.Olhe feliz 2013 para todos. "

Empreendedoras lucram com moda só para os pequenos

Como três empreendedoras construíram um negócio que fatura 20 milhões de reais ao ano vendendo roupinhas para bebês e crianças pequenas.

Mariana Klinger, da Bebê Básico
Mariana Klinger: "Havia espaço no mercado para uma rede de lojas onde as mães encontrassem uma boa variedade de roupas práticas para seus bebês
São Paulo - Numa tarde de outubro de 2012, dezenas de crianças que passeavam com os pais no Shopping da Ilha, em São Luís, no Maranhão, ganharam bolinhos de caneca com glacê colorido, balões em forma de bichinhos e máscaras de personagens infantis.
Era a inauguração de uma das lojas da Bebê Básico, rede carioca de franquias de roupas para bebês e crianças com até 8 anos de idade. Em 2012, a Bebê Básico deve faturar 20 milhões de reais com as vendas em suas 45 lojas, espalhadas por 15 estados. A expectativa de abertura de 15 a 20 novas unidades deve fazer a empresa alcançar 30 milhões de reais de receitas em 2013.
A Bebê Básico nasceu em 2000 com uma parceria entre a psicóloga Flavia Oliveira, hoje com 44 anos, e duas irmãs — a publicitária Mariana Klinger, de 38 anos, e a psicóloga Flávia Klinger, de 45. Na época, as duas Flávias tinham bebês novinhos e sentiam dificuldade para encontrar um lugar que vendesse roupas simples para vestir seus filhos no dia a dia.
"Quase nunca conseguíamos encontrar tudo o que queríamos numa loja só", diz Flávia Klinger, responsável pelo departamento de estilo da marca.
Só entende bem o problema quem é mãe. Especialmente nos primeiros anos de vida, montar o guarda-roupa de uma criança requer certo equilíbrio. A maior parte deve ser composta de peças básicas, aquelas que o bebê usa para ficar em casa e passear por perto.
Desses modelos é preciso ter estoque extra, pois não é raro que eles sujem duas, três mudinhas de roupa na mesma troca. Ao mesmo tempo, não é para comprar demais — a roupa usada no verão não vai servir mais na primavera seguinte, quando o bebê terá crescido um bocado. 
Se na maioria do tempo as crianças vão usar roupas práticas e confortáveis e que logo não servirão mais, o que as mães precisam mesmo — raciocinaram as sócias — é de um lugar para comprar roupa básica e bonita, e só. "Havia espaço no mercado para uma rede onde as mães encontrassem roupas de qualidade e bem práticas, sem nada de bordados e babados", diz Mariana.
Em todas as lojas da Bebê Básico, é possível encontrar 20 modelos para bebês de até 2 anos. São macacõezinhos, camisetas, calças, babadores e gorros em 14 cores bem alegres, como amarelo-manga, verde-menta, azul-turquesa e rosa-choque. Há também opções para crianças de 2 a 8 anos de idade.
Para essa faixa etária, a Bebê Básico oferece seis variedades masculinas e seis femininas, em oito cores que também constam da cartela das roupas para as crianças menores. “Nos dois casos, as roupas não costumam sair de linha, como geralmente ocorre nas demais confecções infantis”, diz Mariana. 
A perenidade e a padronização são os dois grandes pilares que sustentam o modelo de negócios da Bebê Básico. O setor de confecções trabalha com quatro coleções — uma para cada estação do ano. O que não é vendido nos primeiros meses entra em liquidação, e o restante vai para outlets ou volta para as fábricas. Não é o caso da Bebê Básico — suas roupas não saem de moda.
A padronização de modelos permite concentrar a compra de tecidos em poucos fornecedores. "Os volumes relativamente altos, reforçados pela expansão da rede pelo sistema de franquias, aumentam o poder de negociação da marca", afirma Celina Kochen, consultora de moda. "Isso permite obter descontos." Outro fator que ajuda a Bebê Básico é terceirizar toda a produção para confecções especializadas. "Manter a produção fora de casa também contribui para baixar custos", diz Mariana. 
 Os custos menores permitem à Bebê Básico oferecer preços competitivos sem ter de sacrificar demais suas margens. Um macacão simples de manga comprida da Bebê Básico custa em torno de 43 reais numa das lojas da rede. É bastante difícil encontrar uma peça similar e de qualidade semelhante por menos de 60 reais em várias das praças em que a Bebê Básico está presente.  
Numa empresa com esse perfil, chega um momento que fica difícil aumentar as receitas apenas vendendo mais do mesmo — e, nessa hora, o que faz falta é justamente poder vender produtos que não sejam tão triviais e cujas margens sejam mais altas.
No caso da Bebê Básico, paradoxalmente, isso significa produzir peças com algum grau de sofisticação e novidade. Há um ano e meio, a marca passou a lançar duas coleções por ano, estampadas com temas como frutas e circo. "Essas coleções já representam 20% do faturamento", diz Mariana.
Com as coleções temporárias, a estratégia da Bebê Básico lembra a da empresa catarinense Hering. Faça chuva ou faça sol, estarão lá nas lojas da marca as eternas camisetas básicas, organizadas em pilhas conforme a cor e o tamanho. As roupas feitas de malha de algodão foram o único produto da Hering por um bom tempo. Hoje, elas convivem com jeans, vestidos de tecido e até relógios que levam os dois arenques que representam a marca.
As novidades apareceram depois que a It Brands, uma holding do setor de moda, adquiriu participação na Bebê Básico  três anos atrás (as três sócias continuam à frente da administração). Com os aportes, a marca teve um reforço que deve ajudá-la a ganhar investimentos e se tornar mais competitiva — e poder avançar num dos mercados mais promissores do país.
Segundo uma pesquisa do instituto Ibope Inteligência, em 2012 o mercado de roupas e calçados infantis deve alcançar 24 bilhões de reais, um crescimento de 15% em relação a 2011.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Tendências de Moda Evangélica 2013

Confira abaixo as tendências da moda evangélica 2013:
A moda evangélica está deixando trajes mais simples de lado e está apostando em peças que trazem detalhes valorizando mais o corpo da mulher sem ousar.
Respeitando os limites da religião evangélica a moda está trazendo mais variedade em roupas as mulheres que gosta de se vestir bem, deixando peças básicas de lado, muitas marcas apostam no detalhe já que são fundamentais para destacar roupas que não exploram a sensualidade.
Toda mulher sabe que para estar linda e moderna não precisa abusar dos decotes e nem de peças curtas, mas sim de peças modernas e elegantes. Essas peças trazem comprimentos mais compridos e blusas não agarradas ao corpo, porém oferece estilo e sofisticação para mulheres discretas.
A moda evangélica 2013 trás cores lisas e estampas para deixar seu estilo ainda mais feminino.
Sem perder o charme feminino a moda evangélica trás modelos de vestidos lisos e estampados com a opção com ou sem cinto, nas saias o detalhe se repete trazendo tecidos e lavagens diferentes além de recortes modernos que valoriza o estilo.
Apostando em cores mais jovens e alegres, como rosa, amarelo, verde, além das estampas floridas e xadrez que estão em alta nesse ano. As blusas estilo princesa, é mais nova tendência no qual trás um toque delicado a mulher, sendo uma peça certa para combinar com saias longas.
                                    

                       
                                                                                       
       
                                                                      
                          
                                                              
  
        http://www.mulherbeleza.com.br/roupas/moda-evangelica-2013/

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Dicas para avaliar sua empresa e fazê-la decolar em 2013

Todos têm a certeza de que o resultado econômico financeiro depende da qualidade das operações. Entretanto, se esquecem do fato de que a qualidade das operações depende da qualidade e rapidez das decisões dos sócios gestores.

Como está a sua relação com o sócio? Como fluem as decisões entre vocês? Qual o nível de satisfação com os resultados da empresa? Enfim, qual a sinergia que está sendo gerada?
Parece incrível, mas a maioria dos sócios gestores de empresas não pensa nas questões acima e, consequentemente, não saberia respondê-las.
Isto se deve ao fato de que a relação societária não é administrada com a mesma importância com que são as operações da empresa.
Afinal, todos têm a certeza de que o resultado econômico financeiro depende da qualidade das operações. Entretanto, se esquecem - ou desconhecem - do fato de que a qualidade das operações depende, e muito, da qualidade e rapidez das decisões dos sócios gestores.
Sinergia
Qual o seu perfil e o do seu sócio? Quais são as expectativas em relação à empresa?
A complementariedade entre sócios gestores é a principal fonte de coesão. Uma sociedade só se justifica se o resultado do trabalho conjunto entre os sócios for muito melhor do que a soma das competências individuais.
Isto se chama sinergia, que pode originar-se da complementariedade técnica (um sócio expert financeiro e outro especialista em vendas, por exemplo) ou mesmo do estilo pessoal, quando ocorre um equilíbrio natural entre um sócio arrojado e outro sócio conservador.
Dedicação e divisão de poderes
As regras para funcionamento da sociedade estão claras e formalizadas? Quais as rotinas entre vocês para discussão dos assuntos relacionados à sociedade? E em relação aos assuntos do dia a dia?
Além da importância natural dos sócios terem um tempo reservado na agenda para discussão dos assuntos da empresa e de relacionamento, é imprescindível que os critérios de decisão e a divisão de poder estejam devidamente negociados, definidos e formalizados.
Os sócios devem ter consciência de que alguns assuntos são para reunião de sócios e outros para reunião entre diretores, mesmo que as pessoas sejam as mesmas. Os assuntos e definições não devem se misturar.
Respondendo as perguntas deste artigo e levando a sério estes pontos levantados, você tem tudo para fazer sua empresa deslanchar em 2013.
Autor:Por José Carlos Ignácio, Administradores.comDicas para avaliar sua empresa e fazê-la decolar em 2013

A Saúde da sua Empresa Vai Bem?

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)
Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor não cuida tão bem da saúde da empresa. Na realidade, não cuida tão bem nem da sua própria saúde.
Com relação à saúde das pessoas, quando um cidadão vai ao médico, de maneira geral, o médico imediatamente recomenda algumas mudanças de comportamento, dentre elas a redução do peso, diminuição do stress, parar de fumar, beber menos, caminhadas, comer mais alimentos saudáveis, etc... Mas o médico ainda nem pediu os exames para concluir o diagnóstico? O médico e, a maioria das pessoas, sabem o que faz bem para saúde, basta começar a mudar e, depois do diagnóstico, se necessário, faz-se o tratamento.
Com relação à saúde da empresa, o empreendedor pode proceder da mesma maneira, há atitudes que podem ser tomadas imediatamente e outras que serão recomendadas após um diagnóstico.
Dentre as atitudes a serem tomadas que não necessitam do diagnóstico podemos destacar:
            - Gastar menos do que recebe;
            - Negociar o máximo com os credores antes de captar recursos no mercado financeiro;
            - Fazer certo da primeira vez e exterminar a praga dos trabalhos em duplicidades;
            - Reduzir o nível de estoques e se desfazer do que não é necessário;
            - Ir atrás do cliente ante aguardá-lo confortavelmente que ele venha procurar por seu produto ou serviço;
            - Divulgar para todo o mercado o que a empresa faz;
            - Não gastar movido pela emoção ou por modismos;
            - Exigir de todos: RESULTADOS;
            - Dar satisfação ao cliente e também aos fornecedores;
            - Estimular sua equipe a produzir mais com menos recursos;
            - Parar de tratar sua equipe como uma mãe trata seus filhos, seja profissional.
O empreendedor não deve esperar o início do ano para começar aquele “regime”, deve começa-lo imediatamente, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, e por falar nisto, TENHAM BONS NEGÓCIOS EM 2013.

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, CONSULTE UM ESPECIALISTA EM CUSTOS
Edson Carlos de Oliveira
Consultor de Custos e Estratégias
www.consultoriaplanecon.com.br
edson.oliveira@consultoriaplanecon.com.br

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Foi só não mudar nada e a DeMillus se deu bem

O mercado de lingerie vem se transformando no Brasil. A ordem é sofisticar os produtos, partir para o varejo, ter marcas refinadas. Mas a DeMillus decidiu não fazer nada disso. E se deu bem.

André Valentim/EXAME.com
Abdalla Haddad, da Demillus
Abdalla Haddad, da Demillus: sucesso de porta em porta
São Paulo - Ao volante de um Gol ano 2002, o pernambucano Severino José Barboza, de 50 anos, cruza diariamente a zona da mata nordestina com o porta-malas abarrotado de calcinhas e sutiãs. Barboza é vendedor de lingerie porta a porta. Há alguns anos, a atividade causava embaraço entre os 50 000 habitantes da cidade de Timbaúba, a 100 quilômetros de Recife, onde mora.
Ele perdeu a conta de quantas vezes deu com a cara na porta porque as potenciais clientes não se sentiam à vontade em comprar roupas íntimas vendidas por um homem. Mas, de uns anos para cá, a coisa mudou. Barboza, que durante boa parte da vida trabalhou em lavouras de milho e feijão, virou o maior vendedor de lingerie porta a porta do país.
Sua estratégia: chegar aos bairros e regiões mais isolados, onde as moradoras não têm acesso fácil a lojas que vendam lingerie. Além disso, ele abriu uma lojinha no centro de Timbaúba e montou uma equipe de 40 pes­soas (que pagam a ele uma comissão de 5% sobre o valor das vendas e o ajudam a se aproximar das clientes mais recatadas).
Com a força das ajudantes, ele vende 700 peças e ganha mais de 2 000 reais por mês — o suficiente para, em agosto, ter mandado a filha de 15 anos estudar inglês no Canadá. “Vendo para gente muito simples, que não comprava lingerie por falta de dinheiro e de opção”, diz Barboza. “A renda melhorou nos últimos anos. E a opção eu ofereço.” 
Seu sucesso é consequência de uma mudança já conhecida: o aumento do poder de compra da população de baixa renda no interior do país. Com mais dinheiro no bolso, milhares de pes­soas passaram a comprar geladeiras, televisores, roupas, biscoitos. E também calcinhas e sutiãs.
Nenhuma empresa apro­veitou esse momento tão bem quanto a DeMillus, fornecedora de Barboza e a maior fabricante de lingerie do país. Nos últimos três anos, a receita da empresa aumentou 40% e deve fechar o ano em 580 milhões de reais — é quatro vezes a expansão média do setor.
Fundada em 1947 pelo empresário carioca Nahum Manela, ela é a marca líder há mais de duas décadas. Em 2002, o fundador, que morreu em julho deste ano, passou o bastão para o vice-presidente, Abdalla Had­dad. Sua viúva e uma das filhas ainda trabalham na empresa.
A DeMillus vende 40 milhões de peças por ano — cerca de 10% do mercado nacional, segundo dados do Instituto de Estudos e Mar­keting Industrial. São 6 500 funcionários e quatro fábricas: três no Rio de Janeiro e outra em Santa Rita, na Paraíba. Mais uma fábrica será inaugurada no primeiro semestre de 2013, no Rio. Em produção, a DeMillus está muito à frente da segunda colocada, a Duloren, com 18 milhões, e da Hope e do grupo Scalina (das marcas Trifil e Scala), cada um com 8 milhões.
O crescimento recente da DeMillus não é resultado de uma guinada estratégica. A empresa se deu bem ao analisar os movimentos das concorrentes — e ao ficar exatamente no mesmo lugar. Nos últimos anos, Lupo, Hope e Scala, tradicionais fabricantes locais, abriram lojas próprias e passaram a investir pesado em marketing.
A Hope contratou Gisele Bündchen e Juliana Paes como garotas-propaganda. A Lupo contratou Neymar. Quem não seguisse o mesmo caminho, dizia-se, “estava lascado”. Mas a DeMillus continuou a fazer o que fazia desde os anos 80 — fabricar lingerie barata e vender por catálogo, o jeito mais antiquado possível.
“A demanda por esse tipo de produto vem crescendo, especialmente nos estados do Nordeste e na região metropolitana de São Paulo, que responde por 40% de nossas vendas”, diz o presidente Abdalla Haddad. Há quatro anos, a DeMillus contratou uma estilista para rejuvenescer (ou acabar com os 50 tons de bege) suas peças — que ainda são chamadas de bregas pela concorrência.
Puro despeito, segundo os executivos da DeMillus. Desde que lançou uma campanha no programa de Ana Maria Braga, na TV Globo, há quatro anos, o número de revendedores da empresa dobrou e chegou a 160 000 — boa parte deles em cidades onde não há grandes lojas de lingerie e o porta a porta é a melhor opção de compras. 
Como não aderiu à última moda do mercado, a DeMillus também conseguiu evitar um problema que está atingindo todas as concorrentes: o aumento de custos. Além das pioneiras, entre elas Lupo e Hope, recentemente empresas como Puket e Valisere também lançaram suas redes de lojas.
Toda essa turma passou a brigar por poucos espaços comerciais nos shoppings — o que fez o preço do aluguel disparar. Em alguns casos, as empresas são obrigadas a pagar até 5 milhões de reais apenas para se instalar num shopping center. “Com esse preço, é quase impossível recuperar o investimento”, afirma o consultor de varejo Marcelo Cherto. “Há uma guerra entre as marcas por consumidoras e pontos comerciais que só tende a aumentar. E a DeMillus conseguiu ficar de fora.”
Apostar no que está dando certo há décadas tem sido uma fortaleza para a DeMillus. Mas nada garante que colocar todas as fichas nas vendas por catálogo, como vem fazendo até agora, vai continuar a ser um bom negócio para a companhia.
Empresas mais tradicionais desse segmento, como a Natura, estudam há anos formas de entrar no varejo e, com isso, chegar a novos perfis de consumidores. Até porque o mesmo fenômeno que impulsiona as vendas da empresa pode, em pouco tempo, colocar seu negócio em risco.
À medida que aumentam a renda e o emprego formal, menor é a oferta de pessoas a ser recrutadas como revendedoras. Em outra ponta, a expansão de redes como Marisa e Renner para cidades do interior e para a periferia das grandes metrópoles vai oferecer uma nova opção às tradicionais clientes da DeMillus.
“Só vai sobreviver quem vender seus produtos em mais de um canal”, afirma o consultor Marcelo Prado, do Instituto de Estudos e Marketing Industrial. Por enquanto, a DeMillus não tem planos de expandir sua atuação para além dos catálogos. É arriscado demais? A empresa já se recusou a mudar a estratégia antes. Desta vez, é prudente dar à DeMillus o benefício da dúvida.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Nova Calça Jeans Atualiza o Facebook

Batizada de Social Denim, a peça tem um bolso em vinil equipado com um Bluetooth capaz de se comunicar com o smartphone

Calça jeans da marca italiana Replay
Calça jeans da marca italiana Replay
A marca italiana Replay criou uma calça jeans com uma funcionalidade inusitada. Ela é capaz de se conectar nas redes sociais e atualizar o Facebook.
Chamada de Social Denim, a peça tem um bolso em vinil equipado com um Bluetooth capaz de se comunicar com o smartphone. Assim, o usuário só precisa pressionar um botão para compartilhar a sua localização com os amigos, por exemplo.
Há também como publicar como está o humor do usuário. Isso é possível porque a calça tem oito humores pré-programados, que variam de positivo para negativo.
A Social Denim será vendida em modelos femininos e masculinos em azul e preto ainda em dezembro. Na Europa, ela custará entre US$ 196 e US$ 260.
Talvez essa seja uma forma de fazer as pessoas diminuírem o tempo que passam mexendo no celular em eventos sociais. E aí, você usaria?
Fonte:|http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nova-calca-jeans-atua...
.
.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Confecção de Lingerie de Juruaia Veste Atrizes da Novela 'Salve Jorge'

Flávia Alessandra e Bruna Marquezine já usaram peças feitas na região.
Exposição tem feito com que marca registre aumento nas vendas.

Uma confecção de lingerie de Juruaia (MG) tem vestido as atrizes da novela "Salve Jorge", da Rede Globo. As atrizes Flávia Alessandra e Bruna Marquezine já gravaram utilizando as peças fabricadas no Sul de Minas. Com a exposição, o retono tem sido imediato e a marca já registra aumento nas vendas.
"Os clientes ligam querendo todas as peças que saíram na novela, fazem pedidos, o estoque já está praticamente esgotando", disse a empresária Rosana Marques.
As peças são inspiradas na sensualidade da mulher brasileira. "É aquela mulher forte, inteligente, com aquele perfil que gosta de um salto, de uma roupa bonita, que se gosta e que gosta de se olhar no espelho e se sentir bonita", diz a estilista Priscila Lima.
A estratégia já foi utilizada pela marca em outras oportunidade. Elas já vestiram a personagem de Dira Paes na novela "Caminhos das Índias", Norminha, que lançou moda ao deixar as bordas do sutiã à mostra.
Atrizes de "Salve Jorge" já usaram peças confeccionadas em Juruaia. (Foto: Reprodução TV Globo)Atrizes de "Salve Jorge" já usaram peças confeccionadas em Juruaia. (Foto: Reprodução TV Globo)
A aparição das peças na novela das 9 também faz com que as sacoleiras que visitam a cidade se animem em levar as peças para as clientes. "Mulher é assim mesmo né, gosta demais de novidade. Ainda mais quando sai na novela", disse a revendedora Ana Paula Ferreira.
Confecção de Juruaia produz pelas para novela da Rede Globo. (Foto: Reprodução EPTV)Confecção de Juruaia produz pelas para novela da Rede Globo. (Foto: Reprodução EPTV)
.
.

Presa Quadrilha que Falsificava Roupas de Grifes no Ceará

As apreensões foram realizadas em vários endereços nesta Capital depois que a Polícia identificou os líderes da quadrilha através de interceptações telefônicas legais. O grupo ainda vendia os produtos falsos para outros Estados
falsificadores-roupas-ceSete pessoas presas, mais de 30 mil peças apreendidas e a desarticulação de um esquema criminoso que rendia a uma quadrilha cerca de R$ 1,2 milhão por mês.
Este foi o resultado de uma operação policial que durou seis meses e foi concluída, ontem, pela Polícia Civil cearense no combate à falsificação de roupas de marca.
A investigação, chefiada pelo delegado Valdir Cavalcante de Paula Passos, contou com o apoio da Justiça e do Ministério Público Estadual (MPE).
Conforme a Polícia, uma rede de comerciantes se instalou em Fortaleza para fabricar e vender roupas falsificadas, conseguindo ´exportá-las´ também para os Estados de São Paulo, Pernambuco, Amazonas e Distrito Federal.
O volume de mercadorias falsas chegou a uma quantidade tão grande que o Ceará passou a ser procurado por falsificadores de várias partes do País.
Os donos das marcas que estavam sendo fraudadas decidiram se unir contra a ´pirataria´ e fundaram uma associação. Com mais força, procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público do Ceará em busca de providências que estancassem a ação criminosa.
Segundo o delegado Valdir Cavalcante, durante a investigação foi necessária a quebra de sigilo telefônico dos ´cabeças´ da rede de falsificadores.
A ´escuta´ telefônica permitiu a identificação de todos os acusados e medir a extensão da fraude. A interceptação durou cerca de dois meses e foi acompanhada pelo Ministério Público.
Com as provas colhidas pela Polícia, a Justiça decretou a prisão das sete pessoas, que passaram cerca de 40 dias detidas e foram libertadas, mas continuam sendo processadas.
Conforme o delegado Valdir Cavalcante, este foi o desdobramento da ´Operação Surf Wear´, realizada em 2011 e que também resultou na prisão de sete pessoas.
Apreensões
Além das prisões, as equipes da Polícia Civil fizeram a apreensão de 15 máquinas industriais, cinco meses de corte e cerca de 100 mil botões. As 30 mil peças falsificadas (calças, calções, bermudas, blusas e camisas) foram encaminhadas para a Perícia.
Com a chegada da época de Natal e Ano-Novo, as autoridades planejam redobrar as operações contra a ´pirataria´, principalmente no Centro, onde aumenta o fluxo de comerciantes informais de confecções e outros produtos falsificados.
Valor
300 mil reais por semana eram obtidos pelos comerciantes que montaram o esquema de fraude. Roupas falsificadas vinham sendo vendidas em quatro Estados.
.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Dicas de moda para evangélicas

                           
                                                 Dicas de como coordenar looks para mulheres evangélicas. Foto:Divulgação
                         Dicas de como coordenar looks para mulheres evangélicas. Foto:Divulgação
O mercado de moda feminina para evangélicas tem se expandido cada vez mais, e de fato já conquistou seu espaço. As adeptas a essa moda vêm crescendo ano após ano, mulheres que querem se vestir bem sem ter que abrir mão de seus princípios e condutas.


Muitos podem até pensar ser uma tarefa quase que impossível, mas não é, e quando seguido as dicas corretas pode resultar em looks super elegantes de maneira comportada. Sendo assim, confira algumas dicas para Moda Evangélica Renovada e Moda Evangélica Tradicional, e saiba como ficar linda sem tem que abrir mão de seus princípios cristãos!
                                                     
         Look para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação
                          Look para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação
     Para as mulheres que participam de igrejas renovadas, a escolha de certa forma se torna um pouco mais ampla, já que essas podem além de vestidos e saias looks que contenha o uso de calças. Seguem algumas instruções de como combinar looks com peças que estejam dentro de seus padrões morais.

Vestido Curto



Quando esses vierem com decote, tomara-que-caia ou alças finas combinem com boleros, casaquinhos, que deixaram o look mais discreto, lembrando que esses devem respeitar certo comprimento que varia entre o final da coxa até o joelho.

Já quando for mais fechado, poderá tornar o look ainda mais elegante combinando-o com um belo sapato e acessórios, que deixará a sua combinação ainda melhor.
              
Look para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação
       Look para mulheres evangélicas Renovada.          Foto:Divulgação
- Vestido com bolero para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação
- Vestido com bolero para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação

Jeans



O tradicional jeans é essencial, sendo indispensável no guarda-roupa de toda mulher, e quando combinado da maneira correta pode resultar em um look super atual e elegante. Para as mulheres que gostam de utilizar a calça jeans quando optar por calças mais justas, tipo skinny combine-a com casaquinhos, blusas soltas, batas, camisas abertas, pois essas ajudarão a equilibrar o look e também a não deixar as curvas do corpo em evidência.

Já para as que preferem calças mais soltas, uma ótima opção são as calças boyfriend que são mais soltinhas e não marcam tanto o corpo, essas que podem ser combinadas com blusinhas mais curtas.

  
Calça jeans com casaquinho para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação             
 Calça jeans com casaquinho para mulheres evangélicas
      Renovada. Foto:Divulgação
Calça jeans com bata. Foto:Divulgação
          Calça jeans com bata. Foto:Divulgação

Saias curtas e longas



As saias são clássicas no guarda-roupa das mulheres evangélicas e quando combinadas de forma correta pode resultar em looks super elegantes. Para as mulheres que desejam usar saias longas, opte por saias mais soltinhas nada de saias muito agarradas que evidenciem as curvas de seu corpo, essas que podem ser combinadas com bodys de manga, blusinhas mais curtas com coletes ou boleros.

Já para as que preferem saias curtas, esteja atenta ao o comprimento que deve estar entre o joelho ou no máximo três dedos acima, uma opção muito legal para combinar são as meia calças, e na parte de cima blusinhas mais curtas e coletes.
     
Combinação de Saia com terninho para mulheres evangélicas Renovada. Foto:Divulgação
Combinação de Saia com terninho para
mulheres evangélica Renovada. Foto:Divulgação
Saia longa para mulheres evangélicas. Foto:Divulgação
    Saia longa para mulheres evangélicas. Foto:Divulgação
   Lembrando que todos esses looks ficam ainda mais elegantes e charmosos quando combinados com acessórios, sendo assim invista nesses, pois deixaram sua combinação ainda mais bela.

                                                       Dicas para Moda Evangélica Tradicional
          Look para mulheres evangélicas Tradicionais. Foto:Divulgação
                            Look para mulheres evangélicas Tradicionais. Foto:Divulgação
    As mulheres que participam de denominações evangélicas tradicionais devem respeitar um limite de comprimento em suas vestimentas, essas que devem estar no mínimo até os joelhos e os decotes devem ser mais fechados, sendo assim confira algumas dicas que a ajudará a montar seu look de acordo com seus princípios.

Vestidos



As mulheres de igrejas mais tradicionais devem tomar alguns cuidados especiais na hora de se vestir, sendo assim, na hora de escolher o vestido aposte nos que possuam alças mais largas e comprimentos maiores como o ¾ que são ótimas opções, que pode ser utilizado em todas as estações.

Outro fator muito importante é o cuidado que se deve tomar quanto aos vestidos que possuam tecidos mais finos, aposte em usá-los com shortinhos por baixo ou meias finas que ficará super elegante. E ainda para as que desejam montar um look mais sofisticado aposte em boleros, casaquinhos e cintos que formarão belas composições.
            
Vestido para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação
   Vestido para mulheres evangélicas tradicionais.              
               Foto:Divulgação
 Vestido azul para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação
Vestido azul para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação
Vestido com renda preto para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação
Vestido com renda preto para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação

As saias
são sempre bem vindas no guarda-roupa feminino, inclusive para  mulheres que participam de denominações mais tradicionais, essas que são super elegantes e proporcionam as mulheres uma ampla grade de combinações.
Saia com casaquinho para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação
Saia com casaquinho para mulheres evangélicas tradicionais. Foto:Divulgação
Saia plissada com blusinha. Foto:Divulgação
Saia plissada com blusinha. Foto:Divulgação
Vestido com terninho. Foto:Divulgação
Vestido com terninho.
Foto:Divulgação

 Essas foram algumas dicas para todas as mulheres evangélicas que desejam se vestir bem sem ter que abrir mão de suas condutas cristãs.


Se toca, caro empreendedor...

A maioria das empresas não precisam de concorrência para os seus fracassos. A própria administração é auto-suficiente para isto”
 Odete Martins – Executiva de Negócios
(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)
Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor tem dificuldade em admitir sua incompetência à frente de sua empresa. Normalmente este empreendedor age muito mais com a emoção do que com a razão e, não percebe que a solução de seus problemas está na mudança de suas atitudes.
Vejamos exemplos muito comuns que encontro em meus trabalhos de Consultoria:
- Há empreendedores que não percebem que são referência em seus negócios para a sua equipe, então têm comportamentos inadequados para um ambiente profissional e espelha para a sua equipe este comportamento, resultado, dificuldades nos negócios.
- Há empreendedores que não querem entender como trabalham a concorrência, quais os seus pontos fortes e fracos e as diferenças entre o seu negócio e o deles, para em cima deste conhecimento, tirar vantagens competitivas, resultado, dificuldades nos negócios.
- Há empreendedores que não querem perder negócios e abaixam seus preços a níveis incompatíveis com a estrutura de custos de sua empresa, em muitos casos acreditam até que desta forma é possível obter uma “vendinha” para girar o negócio e mantê-lo vivo, resultado, dificuldades nos negócios.
- Há empreendedores que querem manter um padrão de vida incompatível com a capacidade de geração de recursos de sua empresa, normalmente suas retiradas são a maior participação dos custos fixos da empresa, resultado, dificuldades nos negócios.
- Há empreendedores que acreditam que podem contratar quaisquer pessoas para trabalhar na área comercial, pagar uma boa comissão e este profissional morrerá de vontade de ganhar dinheiro e baterá recorde de vendas. Para ser vendedor deve se ter talento, motivação e compromisso; Resultado, não consegue formar uma equipe de vendas coesa e dificuldades nos negócios.
- Há empreendedores que não percebem que sua concorrência não está somente em outras empresas que fazem o mesmo produto ou serviços de sua empresa, mas nas prioridades de gastos dos consumidores, por exemplo, se há uma necessidade de comprar um equipamento eletrônico e também um pacote de viagem, talvez o consumidor opte somente para a compra de um dos dois por questões de prioridades e, a loja que vende o equipamento eletrônico e a loja que vende o pacote turísticos se tornaram concorrentes, resultado, dificuldades nos negócios.
Caro empreendedores, vamos eternamente rever conceitos, pois o mundo gira, muda, evolui e não está nem ai para o que você acha ou pensa. É melhor procurar entender as regras do jogo para jogar da melhor maneira possível, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.


NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, CONSULTE UM ESPECIALISTA EM CUSTOS
Edson Carlos de Oliveira
Consultor de Custos e Estratégias
www.consultoriaplanecon.com.br
edson.oliveira@consultoriaplanecon.com.br

sábado, 8 de dezembro de 2012

Mentalidade de Sucesso

Olá, tudo bem?

Você já reparou que muita gente deseja ganhar dinheiro na Internet, mas a grande maioria não consegue? O que será que está faltando? Dani Edson, especialista no assunto "ganhar dinheiro na Internet", analisou essa questão e chegou à conclusão de que o problema está na nossa MENTALIDADE, ou seja, na nossa MANEIRA DE PENSAR. Ele afirma que, enquanto você  não tiver a mentalidade correta, preparada para o sucesso, não adianta nem tentar começar um negócio on-line: você estará destinado ao fracasso.

Para nos ajudar a cultivar a mentalidade correta para o SUCESSO, o Dani Edson acabou de lançar um e-Book incrível chamado "Mentalidade para o Sucesso". E agora vem a melhor parte: ele está dando esse e-book DE GRAÇA! Isso mesmo. Você não pode deixar de ler. Pegue agora mesmo a sua cópia GRÁTIS po r este link:

  http://www.mentalidadesucesso.com/?id=14430

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mestrado ou MBA?




O mestrado é recomendado, principalmente, para quem quer seguir uma carreira universitária, trabalhar com pesquisa científica ou alguém com muita aptidão para estudar. Assim como o doutorado, o mestrado é indispensável para a carreira acadêmica. Os títulos de pós-graduação contam pontos para os profissionais que buscam fazer carreiras nas empresas, principalmente aquelas que valorizam as áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, o MBA no Brasil não confere o título de mestre e só fornece o atestado de conclusão. Mas é muito valorizado pelas organizações. Por estarem mais sintonizados com o mercado, os MBAs são mais flexíveis que os cursos de mestrado. Por isso, são incentivados pelas empresas. Em alguns casos, as organizações oferecem a seus executivos cursos customizados que são desenvolvidos por instituições de ensino e ministrados às vezes dentro de suas próprias instalações. Em outros casos, as organizações concedem bolsas para que seus executivos cursem o MBA nas instituições de ensino.

No entanto, optando pelo MBA ou pelo mestrado, o executivo deve focar objetivos claros para que a formação acadêmica contribua de fato para sua carreira e não se torne um mero ornamento curricular. 

Outra preocupação é com a qualidade do curso. No caso de mestrados, não há muita margem de erro, pois esses cursos são avaliados pelo Ministério da Educação, por meio da Capes – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Em relação aos cursos de MBA, os candidatos devem procurar as instituições de prestígio e renome, consultar especialistas ou publicações especializadas.

Um cuidado adicional é analisar a grade curricular do curso que pretende fazer. Em algumas instituições, por exemplo, os cursos de mestrado são muito centrados em teoria e pesquisa, já que se voltam mais aos estudantes que buscam a carreira acadêmica. Existem, ainda, outros cursos de pós-gradução latu sensu, de menor duração, focados em áreas de conhecimento específicas, que podem ajudar o executivo no aprimoramento profissional e no desenvolvimento de suas carreiras.

Mas é preciso tomar cuidado: o número de cursos não é o ponto mais valorizado pelas empresas. Pelo contrário, elas querem saber se o profissional tem condições de colocar em prática aquilo que aprendeu em determinado curso e trazer resultados para a organização. Assim, um mestrado em uma determinada área pode não fazer sentido no currículo de um candidato a um cargo de gerência ou direção de uma empresa.
 
 
 
Autor: Marcelo Mariaca é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Um homem público envolvido em traições sexuais

Um homem público ter uma amante é ou não assunto relevante? Nos EUA, basta para liquidar uma carreira política, como estamos cansados de saber. Foi um caso extraconjugal que derrubou o todo-poderoso da CIA e quase herói nacional David Petraeus.
Desde quando estourou o mais recente escândalo da República, todos os jornalistas que cobrem política e toda Brasília sabiam que Rosemary Nóvoa Noronha tinha sido — se ainda é, não sei — amante de Lula. Assim define a palavra o Dicionário Houaiss: “Amante é a pessoa que tem com outra relações sexuais mais ou menos estáveis, mas não formalizadas pelo casamento; amásio, amásia”.
Embora a relação fosse conhecida, a imprensa brasileira se manteve longe do caso. Quando, no entanto, fica evidente que a pessoa em questão se imiscui em assuntos da República em razão dessa proximidade e está envolvida com a nomeação de um diretor de uma agência reguladora apontado pela PF como chefe de quadrilha, aí o assunto deixa de ser “pessoal” para se tornar uma questão de interesse público.
O caso, com todos os seus lances patéticos e sórdidos, evidencia a gigantesca dificuldade que Lula sempre teve e tem de distinguir as questões pessoais das de Estado. Como se considera uma espécie de demiurgo, de ungido, de super-homem, não reconhece como legítimos os limites da ética, do decoro e das leis.
Outro dia me enviaram um texto oriundo de um desses lixões da Internet em que o sujeito me acusava de “insinuar”, de maneira que seria espúria, uma relação amorosa entre Rose e Lula. Ohhh!!! Não só isso: ao fazê-lo, eu estaria, imaginem vocês!, desrespeitando Marisa Letícia, a mulher com quem o ex-presidente é casado. Como se vê, respeitoso era levar Rose nas viagens a que a primeira-dama não ia e o contrário.
Mas isso é lá com eles. A Rose que interessa ao Brasil é a que se meteu em algumas traficâncias em razão da intimidade que mantinha com “o PR”. Lula foi o presidente legítimo do Brasil por oito anos. A sua legitimidade para nos governar não lhe dava licença para essas lambanças. Segue trecho da reportagem da 
A influência exercida pela ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, no governo federal, revelada em e-mails interceptados pela operação Porto Seguro, decorre da longa relação de intimidade que ela manteve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rose e Lula conheceram-se em 1993. Egressa do sindicato dos bancários, ela se aproximou do petista como uma simples fã. O relacionamento dos dois começou ali, a um ano da corrida presidencial de 1994.
À época, ela foi incorporada à equipe da campanha ao lado de Clara Ant, hoje auxiliar pessoal do ex-presidente. Ficaria ali até se tornar secretária de José Dirceu, no próprio partido. Marisa Letícia, a mulher do ex-presidente, jamais escondeu que não gostava da assessora do marido. Em 2002, Lula se tornou presidente. Em 2003, Rose foi lotada no braço do Palácio do Planalto em São Paulo, como “assessora especial” do escritório regional da Presidência na capital. Em 2006, por decisão do próprio Lula, foi promovida a chefe do gabinete e passou a ocupar a sala que, na semana retrasada, foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal.
Sua tarefa era oficialmente “prestar, no âmbito de sua atuação, apoio administrativo e operacional ao presidente da República, ministros de Estado, secretários Especiais e membros do gabinete pessoal do presidente da República na cidade de São Paulo”. Quando a então primeira-dama Marisa Letícia não acompanhava o marido nas viagens internacionais, Rose integrava a comitiva oficial. Segundo levantamento da Folha tendo como base o “Diário Oficial”, Marisa não participou de nenhuma das viagens oficiais do ex-presidente das quais Rosemary participou.
(…)
Procurado pela Folha, o porta-voz do Instituto Lula, José Chrispiniano, afirmou que o ex-presidente Lula não faria comentários sobre assuntos particulares.
Encerro Como se vê, Lula considera Rosemary um “assunto particular”, o que soa como confissão. Só que ela era chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo. O Brasil pagava o salário do “assunto particular” do Apedeuta. Ainda assim, ela poderia ter sido uma funcionária exemplar. Não parece o caso…
É um modo de ver a República. O mesmo Lula que classifica a chefe de gabinete da Presidência em São Paulo de “assunto particular” não distingue a linha que separa o interesse público de seus impulsos privados.
Fonte:.abril.com.br/blog/reinaldo/
Por Reinaldo Azevedo