domingo, 22 de janeiro de 2012

Com fusão, Osklen quer chegar aos R$ 3 bilhões em dez anos



Oskar Metsavaht, dono da grife Osklen, com equipe de criação
Oskar Metsavaht, dono da grife Osklen, com equipe de criação


SPFW 2012

No backstage e na sala de desfile da Osklen, na SPFW, o assunto era um só: a venda ou a fusão da marca.
O diretor criativo da grife, Oskar Metsavaht, negocia com três grandes grupos, mas a exclusividade deve ficar mesmo com a Alpargatas, que produz as sandálias Havaianas. As empresas envolvidas preferiram não comentar o assunto.
Na semana anterior à SPFW, Oskar já havia confirmado à coluna Mônica Bergamo que estaria "avaliando a possibilidade de parceria com três grupos distintos", no entanto não deu mais detalhes sobre a situação da marca.
Após o desfile da Osklen, na última quinta-feira (19), primeiro dia do evento, ele falou com asãopaulo.
*
sãopaulo - A Osklen já fechou a parceria?
Oskar Metsavaht - Ainda não fechei com ninguém. Estou avaliando as propostas.


Existe a possibilidade de a marca ser vendida?
O que vou fazer é uma fusão. Vou entrar para um grupo que vai criar sinergia com o meu trabalho. Estou procurando a equipe que tenha maior capacidade de desenvolver a produção da marca aqui dentro do Brasil e internacionalmente.


Quais as vantagens de uma fusão para a marca?
Ganho outras práticas que não tenho hoje como uma maior distribuição internacional. Além disso, me beneficio em gestão, porque acho importante que junto com uma marca com o potencial da Osklen exista uma gestão maior.


Hoje a Osklen tem lojas na Argentina, no Japão, na Itália e nos Estados Unidos. Deve existir um aumento no número de pontos de venda?
Isso eu ainda não sei. Envolve um plano gigantesco. A ideia é que em dez anos a Osklen seja uma empresa de mais ou menos R$ 3 bilhões.


A venda total da Osklen está descartada?
Está. Tenho um projeto que ainda não foi terminado e quero continuar na marca. Sou o diretor criativo e pretendo continuar nessa posição.



sábado, 21 de janeiro de 2012

Indústria têxtil do Ceará ameaçada pela qualidade chinesa


Tecnologia, organização, eficiência e qualidade das fábricas chinesas fizeram crescer entre os empresários cearenses.

A certeza de que compensa mais encomendar seus produtos no exterior do que produzir a linha no CE.

No final de 2011, cerca de 30 representantes de indústrias de confecção e têxtil do Ceará estiveram na China visitando fábricas e conhecendo seus processos produtivos. O que os empresários viram é preocupante para o futuro das empresas cearenses. Não dá para competir com a qualidade e preços dos produtos chineses. A opção é importar.

Erick Picanço, consultor de negócios e diretor comercial da indústria de lingerie Feminize, de Maranguape, diz que a tecnologia, organização, eficiência e qualidade das fábricas chinesas fizeram crescer entre os empresários cearenses a certeza de que compensa mais encomendar seus produtos, a partir de moldes enviados, do que produzir toda a linha no Estado.

“A ideia é que parte de nossa produção seja substituída, terceirizada na China. Aqui não vamos conseguir ter preço”, diz. Essa medida representaria uma redução de 40%, aproximadamente, dos custos das empresas cearenses, mantendo a mesma qualidade e, inclusive, aceitando encomendas dentro do padrão de produção local.
Vagas perdidas

Mas o dado mais preocupante seriam as vagas de trabalho que seriam perdidas no estado. Em todo o Brasil, o setor de confecção e têxtil emprega 1,7 milhão de pessoas, sendo que 7% desses empregos estão no Ceará – cerca de 120 mil vagas. “Estimamos que, só em Maranguape, geramos mil empregos diretos. Para o município, a substituição da produção pela importação seria terrível”, afirma Picanço.

Em 2010, os produtos chineses representaram 30% das importações de têxtil do Ceará. “E, de lá para cá, não aconteceu nenhum movimento tributário que modificasse este cenário. As estimativas são as de que, em 2011, esse volume de importações tenha sido de 35%”. O sistema tributário chinês e os impostos sobre a produção também seriam bem menores e mais convidativos para os empreendedores que aqui. “Enquanto isso, tivemos uma redução de 20% da alíquota do contrato patronal, além de um novo imposto que recolhe 1,5% do faturamento das empresas”, reclama.

Testes

Até a Copa do Mundo de 2014, o consultor acredita que parte desse processo de produção estará vindo da China. Sem citar nomes, Erick Picanço garante que já há fábricas cearenses fazendo testes. “Ficamos assustados com o nível de competitividade que eles geram”, diz.

Na comitiva estavam representantes não apenas do setor de lingerie, mas também calçadista e de modinha (camisetas e shorts).
Malwee

A Malwee irá construir, este ano, sua fábrica no município de Pacajus, a 49,1 quilômetros de Fortaleza. O terreno - de 11 hectares -já foi adquirido e a previsão é a de que sejam investidos, inicialmente, R$ 52,6 milhões.

A fábrica atual da Malwee funciona em um prédio menor, alugado. Com a nova unidade, a previsão é a de que sejam gerados 2.390 empregos diretos, segundo dados repassados pela Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece).

FONTE: O POVO

Cuidado Para Não se Tornar uma Empresa Filantrópica


Cuidado Para Não se Tornar uma Empresa Filantrópica

 

 
O vendedor esperto apura os ouvidos para as emoções, não para os fatos.
Anônimo
 

 
(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)
 
Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não está atento às atitudes de sua equipe. Tive um cliente que era uma loja. Todos os seus vendedores eram responsáveis e, dentro do limite de cada um, sabiam exatamente os seus papeis e detinham conhecimentos técnicos adequados dos produtos com que a loja vendia.
 
Todos os vendedores eram muitos cordiais e sempre procuravam atender todos os clientes com muita presteza. Tinham como meta resolver os problemas de seus clientes. Um dia, a pedido de meu cliente, fiquei acompanhando o trabalho dos vendedores no balcão, o meu desafio era entender como uma equipe muito bem preparada não conseguia atingir metas de vendas. Não demorou muito para perceber algumas falhas importantes e, que até aquele momento, não eram percebidas pela equipe e também pela Administração da loja.
 
Um cliente chegou à loja procurando determinado material. A loja não tinha aquele material. O cliente
demonstrou frustração, mas insistiu em saber onde poderia encontrar. O vendedor, sempre cortês, começou ajudar o cliente. Pegou uma lista, daquelas de classificados, e começou procurar para o cliente, alternativas de onde se poderia encontrar aquele produto.
 
Passado alguns minutos, o bom vendedor encontrou a sessão onde havia classificados de lojas com potenciais possibilidades de ter aquele produto e, para atender melhor ainda o cliente, ligou para a primeira loja e se informou sobre o tal produto procurado. Não encontrando na primeira loja foi para outras até encontrar. Passou as orientações para o cliente e resolveu o problema do cliente (????)
 
Bela solução, o cliente ficou satisfeito com o serviço prestado e a loja do meu cliente não ganhou nada com isso, além do mais, uma pequena fila de insatisfeitos já se formava em volta do balcão. Sem contar que o vendedor também não ganhou nada com a ação.
 
Este meu cliente, baseado neste ato, parecia setor de informações para clientes que não encontram os produtos que querem.
 
Imediatamente alertei o Administrador e no final do expediente fiz uma reunião com a equipe de vendas para refletir sobre este ato, no qual descobri ser comum, pois imaginavam que tinha que atender bem quaisquer clientes que visitassem a loja, pois um dia o mesmo poderia voltar feliz para comprar algo da loja. A minha dúvida era saber quantos clientes a loja conquistava com esta ação. Quantos Administradores não têm em sua equipe este procedimento e fogem do foco da venda, o que realmente gerará lucro para empresa, cuidado com trabalhos filantrópicos, pois empresas visam LUCRO, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 
 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Use e abuse dos Paetês para o verão 2012


brilho, seja ele conseguido com tecidos ou materiais metalizados, com bordados ou com paetês, está em alta neste verão 2012, por isso, o melhor investimento que você pode fazer é adquirir uma peça com paetê, que dependendo da cor e do local aonde você irá, pode ser usado até mesmo durante o dia. Porém, tenha cuidado com o volume criado pelo brilho do paetê, que se usado em determinadas partes desproporcionais de seu corpo, pode detonar seu visual.
(Foto: basqueworld.net)

Dicas para Usar Paetês Corretamente

Durante o dia, invista em peças com brilho discreto dos paetês (paetês foscos), ou com paetês em pequenas quantidades, como um cinto de paetês, ou como bordado em uma blusa; e aposte nas cores claras que são as melhores opções para o dia a dia. Durante o dia, combine o paetê com peças jeans, para visuais descolados ou com peças de alfaiataria para um look mais arrumadinho.
(Foto: online-wholesale.net)


(Foto: stylehive.com)
Para a noite, ou para eventos glamorosos você pode ousar um pouco mais e investir em vestidos inteiros com paetês ou em cores exuberantes, como as cores do verão 2012, vermelho, roxo, pink, verde, azul-cobalto, laranja, amarelo, coral e magenta; além claro, das cores clássicas, como o branco, preto e o nude. Mas, fuja dos vestidos com paetêsse você estiver acima do peso, pois, o brilho excessivo faz com que sua silhueta pareça mais larga e mais baixa.
(Foto: thisislondon.co.uk)
Se você tem quadril largo, use blusas de paetê, para acrescentar volume à parte de cima de seu corpo e equilibrar a silhueta. Caso seu tipo físico seja inverso, com ombros largos e quadril estreito, invista em
saias e shorts com paetês, para avolumar o quadril e equilibrar sua silhueta
 .
Se você é ultraousada, pode apostar nas lingeries com paetês e usar sob uma blusa semitransparente e combinada com uma saia comportada ou calça jeans; este look é ótimo para baladas descontraídas.
E para que suas roupas com paetês tenham uma duração maior, a manutenção e a forma que você irá guardá-la é muito importante. Guarde a peça do avesso, dobrada e no saco no TNT (tecido não tecido), para que sua roupa “respire”; não guarde em saco de plástico, pois, pode danificar seu paetê. Para lavar as roupas com paetês, coloque de molho na pia, com detergente neutro por vinte minutos, não esfregue, após o tempo de pausa, enxágue muito bem, e coloque no amaciante (bem pouco), para não desbotar a cor do paetê. Para secar, primeiro coloque a peça na toalha (na horizontal) para retirar o excesso de água, depois, pendure no cabide e seque na sombra. Para passar use a temperatura mínina do ferro de passar roupas e passe pelo avesso.
                                                                        
(Foto: thisislondon.co.uk)
                                     
(Foto: thisislondon.co.uk)
(Foto: thisislondon.co.uk)
(Foto: thisislondon.co.uk)
(Foto: tbdress.com)
                                                                                            
(Foto: thisislondon.co.uk)

Grifes Evangélicas Lucram com Público Segmentado


Peças 'direcionadas' evitam decotes, transparências e saias curtas
Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo 
G1
Em meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.

“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.
Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.

"A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (...) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.
Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.
Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.
"A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.

A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. "Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos", conta.
Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante".

Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.

“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.

Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes. “A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.
Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.

“A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.
Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).
Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.

Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido, para a irmã e para a cunhada. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.

Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” O vestido mais barato que Thais vende, na altura do joelho, sai por R$ 180. “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.

Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.

Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.
Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”

Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Tecido Inteligente

A organização japonesa Integrated Microsystems Research Center, da Advanced Industrial Science and Technology (AIST) demonstrou um sensor sensível ao toque de grande área integrado a um considerável pedaço de tecido. Durante a exposição Nano Tech 2011, a AIST mostrou um grande tecido com um teclado QWERTY sensível ao toque embutido, permitindo digitação.

Um revestimento especial foi usado para criar uma camada contínua de polímeros condutores orgânicos em fibras de nylon. Uma máquina, em seguida, tece as fibras em uma grande folha de cerca de 1,2 metros. A folha mede a capacidade estática entre a folha e os dedos do usuário, assim como acontece nas telas de muitos smartphones. A AIST desenvolveu uma tecnologia que lhes permite revestir fibras de nylon de 1 mícron de diâmetro com uma camada orgânica condutiva de mesma espessura. Em cima destes está uma camada não condutora.

A esperança é fazer com que itens de vestimenta possam conduzir informações sobre quem veste. A primeira aplicação pode ser na área da saúde, inicialmente para lençóis. Quando um paciente cai da cama ou sente alguma dor forte, o lençol poderá comunicar o fato aos enfermeiros. Em reabilitações, a tecnologia poderá ajudar as pessoas a aprenderem a andar novamente.

Ainda não há informações sobre quando a novidade será aplicada em produtos comerciais.

Um revestimento especial foi usado para criar uma camada contínua de polímeros condutores orgânicos em fibras de nylon. Uma máquina, em seguida, tece as fibras em uma grande folha de cerca de 1,2 metros. A folha mede a capacidade estática entre a folha e os dedos do usuário, assim como acontece nas telas de muitos smartphones. A AIST desenvolveu uma tecnologia que lhes permite revestir fibras de nylon de 1 mícron de diâmetro com uma camada orgânica condutiva de mesma espessura. Em cima destes está uma camada não condutora.


Fonte:hardware.com.br



Trabalho escravo CeA

A maior rede de varejo de moda do Brasil está agora engajada no enfrentamento do trabalho ilegal e degradante. A C&A Modas assinou o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. É a primeira empresa do setor a assinar o compromisso.



A C&A assinou o pacto junto com 40 de seus fornecedores, que também se comprometeram a monitorar suas cadeias produtivas, de modo a não permitir que em nenhuma etapa do processo exista o uso de mão de obra análoga a escravidão.



A iniciativa da C&A é um marco no enfrentamento do trabalho degradante.



A C&A foi alertada para o problema em maio de 2006, quando a revista do Instituto Observatório Social publicou a reportagem Que moda é essa?, de autoria de Marques Casara, da equipe da Papel Social.



A reportagem mostrou que a C&A usava imigrantes ilegais, em regime de trabalho de até 17 horas diárias, em oficinas clandestinas localizadas em São Paulo.



Na época, ao ser alertada para o problema, a empresa se recusou a conversar com o jornalista.



Após a publicação da reportagem e de uma ampla mobilização que envolveu o Observatório Social e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a empresa reconheceu o problema e iniciou uma ampla reformulação no sistema de controle de fornecedores.



A C&A mudou os protocolos de monitoramento da cadeia produtiva e tornou-se uma empresa empenhada em enfrentar o uso de mão de obra escrava, ilegal ou degradante.



A ação da empresa, que culminou com a assinatura do Pacto Nacional junto com mais 40 fornecedores, é um exemplo concreto de como o jornalismo e o ativismo social podem, juntos, construir um mundo mais justo e sustentável.



A Papel Social acredita que a denúncia jornalística sem sensacionalismo e a disponibilidade dos atores para o diálogo são eficazes para a construção de novas relações de produção e de trabalho.



Clique aqui para baixar a íntegra da reportagem.







Ceará em Foco

Indústria têxtil reclama de maus momentos, mas empresas cearenses de moda enxergam boas oportunidades de negócios e conquistam o mercado lá fora

Apesar de estar entre os gigantes da indústria têxtil brasileira, o setor do Ceará não vai lá tão bem das pernas. O quinto lugar do ranking é nosso, mas já estivemos na vice-liderança. Instituições representativas do setor local reclamam de baixo crescimento e até estagnação, nos últimos três anos. Mas há quem sempre encontre uma solução na hora do aperto. Marcas cearenses de moda investem em maquinaria e profissionais para reunir os subsídios ideais para inovar o mercado e sobreviver.

A indústria têxtil é uma das maiores vocações econômicas do Estado. É responsável por 16% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria local. Só em 2010 as 400 fábricas cearenses movimentaram US$ 3,45 bilhões, número que representa 6,64% de participação no País. Segundo maior gerador de empregos no Ceará, a indústria têxtil ocupa 52.942 profissionais ou 37,6% de todo o contingente empregado na indústria de transformação, segundo dados do Sindicato da Indústria Têxtil do Ceará (Sinditêxtil-CE).

Como se vê, os números são aparentemente expressivos, mas são basicamente os mesmo desde os últimos três anos. Para se ter ideia, em 2007, o Ceará exportou US$ 131,8 milhões. Em 2010, foram só US$ 70,6 milhões, ou seja, 46,3% menos. De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Confecção de Roupas e Chapéus de Senhoras do Ceará (Sindiconfecções-CE), Marcos Vinícius Rocha, a concorrência com outros estados, principalmente, com o vizinho Pernambuco, vem prejudicando as vendas têxteis cearenses.

“Se antes crescíamos de forma sustentável, entre 4% e 5% ao ano, agora, estacionamos”, afirma. Segundo Rocha, a alta carga tributária sobre o mercado cearense abocanha 23% do faturamento das confecções. Enquanto, em Pernambuco os encargos tributários chegam a até 8%. “É basicamente só encargo federal o que as confecções pernambucanas pagam”, diz.

Outra consideração que o presidente do Sindiconfecções faz diz respeito ao grande número de informais no setor cearense, que também são concorrência desleal. Segundo Rocha, entre 30% e 40% das confecções do Estado estão na informalidade.

Por não pagar impostos, esse tipo de negócio sai a preços bem mais competitivos. “Já protocolamos propostas na Secretaria da Fazenda (Sefaz-CE) para alterações do sistema tributário e fiscalização maior dos informais, mas nunca se mostraram sensível ao problema”, acusa.. O POVO tentou contato com a Sefaz, mas, até o fechamento deste edição, ninguém retornou.

Criatividade

Para o Sindiconfecções, o tipo de moda produzida aqui também tem prejudicado o desenvolvimento do setor. “O mercado da moda cearense está vivendo de produtos feitos para grandes magazines do País. Está deixando de ser lançador de tendências para ser mero produtor de modinhas”, ressalta. Mas há quem discorde. Diretor administrativo um dos maiores shoppings de atacado da moda no Nordeste, o Maraponga Mart Moda, Saulo Vieira acredita no Estado como lançador de moda, a preços competitivos. “Não é só criação em massa, é tendência também. 70% dos compradores do shopping vêm do Norte e Nordeste do País conhecer as novidades”, diz.

E completa, “muitas das confecções que começaram no Maraponga, inclusive, já têm lojas espalhadas pelo País e até exportam para fora do Brasil”. Na próximas páginas, O POVO conta a história de algumas delas. Gente inovadora, “de tino para a criação e comércio da moda”.


Fonte:opovo.com.br

Você sabe liderar?

Você sabe liderar? Consultor explica quais são as principais características de um gestor eficaz e prova que a liderança não é um dom.

CINCO MANEIRAS DE DEMONSTRAR LIDERANÇA

A partir das dicas apresentadas pelo consultor Sidney Bohrer de Aguiar, o Noticenter preparou uma apresentação com atitudes que podem ajudar você a impulsionar sua carreira e se tornar um bom líder.


Sidney Bohrer de Aguiar, diretor da SBA Associados: talento de líder pode se manifestar em qualquer um .

Como demonstrar sua liderança

Seja um advogado para seus subordinados. Se existe alguém com alguma reclamação de sua equipe, resolva o problema.



• Seja um porta-voz justo. Uma das funções de um líder é representar seus superiores perante a equipe. No entanto, é importante que ele não se distancie.



• Crie um ambiente de trabalho agradável. Criar um local de estímulo e reconhecimento faz com que o trabalho renda mais e as ideias surjam com mais facilidade.



• Favoreça a inovação. Busque ideias simples. Elas podem vir dos funcionários mais inesperados.



• Proporcione estabilidade. Ninguém pode evitar mudanças na empresa, mas é possível que a equipe se sinta segura para realizá-las através de uma postura de liderança.

Foi o ex-presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln quem disse que “a maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns”. Isso quer dizer que o gestor é a pessoa que reconhece o potencial de sua equipe, supera os obstáculos e faz com que as pessoas dêem o seu melhor. Quando foi eleito, aos 51 anos, o político norte-americano provou de uma vez por todas que uma vida de tropeços e derrotas foi essencial para que chegasse aonde chegou. Segundo Lincoln, você jamais irá falhar se estiver determinado a não fazê-lo. Afinal, um líder de verdade não desiste frente às adversidades, certo? Mas se engana quem pensa que há pessoas predestinadas à liderança: não é preciso nascer com determinadas qualidades e habilidades para se tornar um gestor bem sucedido. Líderes estão constantemente aprendendo, e a capacidade de liderar pode ser aprendida e aprimorada conforme as responsabilidades vão aumentando.

Sidney Bohrer de Aguiar, diretor da SBA Associados, de Blumenau, diz que o talento para liderar pode se manifestar em qualquer um. “A liderança surge nas situações cotidianas. Por isso, você precisa se conhecer e, acima de tudo, saber quais são suas qualidades diante da área na qual está inserido”, explica, em entrevista ao Noticenter. “Um líder é reconhecido pela capacidade de se comunicar, pelo interesse sincero nas pessoas, pelo gerenciamento de conflitos internos, entre outras situações”, complementa.

A POSTURA DE UM LÍDER

Para começar a se tornar um bom líder, entenda qual é, exatamente, o papel das lideranças. Para o consultor, ser líder é treinar, educar e permitir que os outros usem suas habilidades, conhecimento e ideias para gerar resultados. “O bom líder não é apenas quem delega, é quem faz com que as pessoas que estão com ele descubram o que podem fazer de mais ou de melhor pela companhia onde trabalham”, diz Sidney. “A relação e o comprometimento do líder com os resultados é, sem dúvidas, um dos principais aspectos que precisam ser observados”.

Partindo disto, Sidney comenta que um dos aspectos mais importantes de uma liderança é a confiança que tem em seus subordinados e, consequentemente, que recebe em troca. “O líder precisa ter uma postura digna de admiração. É a partir daí que ele começa a se destacar”, afirma o consultor. O importante, segundo Sidney, é atingir esta admiração sem passar uma imagem de arrogância ou querer mostrar que é insubstituível. “Um bom líder também é aquele que estrutura sua equipe para que, quando ele não estiver, o trabalho também seja executado da melhor forma possível”.

Sidney lista cinco maneiras de um líder demonstrar sua liderança:

1. Seja um advogado para seus subordinados

“Se existe alguém com alguma reclamação de sua equipe, resolva o problema. Não deixe que ninguém passe por cima de sua autoridade, leve os problemas para níveis hierárquicos acima de você. Uma equipe pode aceitar muitas coisas de um gestor, mas não tolera ser comandada por alguém que não a defenda”.

2. Seja um porta-voz justo


“Uma das funções de um líder é representar os seus superiores perante sua equipe. No entanto, é importante que ele não se distancie. É mais fácil de trabalhar quando você é gerente, mas não deixe de fazer parte daquela equipe”.



3. Crie um ambiente de trabalho agradável



“Todo mundo quer ter o seu esforço ou sua idéia reconhecidos. Fazer com que cada um tenha orgulho de si mesmo e do seu trabalho, cria um ambiente de trabalho melhor. Não se pode exigir, claro, que este esforço ou estas ideias sejam uma responsabilidade do líder. Mas criar um ambiente de estímulo e de reconhecimento faz com que estes aspectos surjam naturalmente”.



4. Favoreça a inovação



“Na sua empresa e na sua equipe, com certeza existem ideias muito boas esperando que alguém as converta em ação e em resultado. Esta pessoa pode ser você. Ideias simples, vindas dos funcionários mais quietos, podem mudar a rotina de uma companhia. Busque estas ideias, incentive que elas sejam divididas e brigue por elas”.



5. Proporcione estabilidade



“Ninguém pode evitar mudanças nas empresas. Mas é possível que, através de uma postura de liderança, a equipe se sinta segura para realizá-las. Manter uma comunicação sadia com as pessoas tanto da equipe quanto de níveis superiores da organização pode fazer com que você antecipe algumas situações e possa preparar os seus subordinados”.



O consultor da SBA Associados diz que você pode começar a observar estes aspectos na sua rotina. “Só com estas cinco posturas você pode começar a observar uma mudança em como as pessoas enxergam você na empresa”, afirma. “Mas não adianta levantar agora da cadeira e fazer tudo diferente”, pondera. “O melhor é ir com calma”.



Para o consultor, delegar tarefas é fundamental para um bom líder. “É também uma das coisas mais difíceis, já que geralmente as pessoas confiam que, se fizerem elas mesmas, o resultado vai ser bom com certeza. Mas é preciso confiar. Quem não divide o poder de uma ação de sucesso, não receberá mais poder para realizar outros projetos”.



LIDERANÇA SEM RUMO NÃO É LIDERANÇA



Aquela velha máxima de que “quem não sabe pra onde vai, qualquer lugar serve” não é verdadeira para quem quer ser líder. Estabelecer objetivos, fazer um plano de sucesso e investir na melhoria contínua são ações que precisam fazer parte da rotina de um líder. Sidney destaca que é importante que, antes de planejar pra onde você vai, você saiba exatamente onde está.



Com o objetivo da sua equipe e dos projetos dela em mãos – não esqueça que eles devem ser extremamente detalhados! –, o próximo passo para o líder é aprender a tomar decisões. “Você tem um objetivo, tem todas as informações que precisa. Agora é identificar as alternativas (uma etapa que pode e deve contar com o apoio da equipe) e aí decidir por qual caminho seguir”, diz Sidney. Estas decisões devem ser muito pensadas. Pese o impacto que cada uma delas terá sobre os membros da equipe, sobre os resultados finais da empresa.



Outro grande segredo do sucesso é simplificar as coisas. “E é aí que começamos a ver a importância da comunicação. Se um líder tem uma boa relação com os seus subordinados, conversa com eles e realmente presta atenção no que eles dizem, no que sugerem, vai começar a simplificar as rotinas do ambiente. E todo mundo vai passar a trabalhar mais e de forma mais produtiva”, diz Sidney.



A COMUNICAÇÃO: CHAVE PARA O SUCESSO



Ouvir: uma ação simples e muito difícil de ser executada no dia-a-dia das empresas. Falar: outro verbo que não para de acontecer nas companhias. Ouvir e falar são dois processos que fazem parte da comunicação. Mas comunicar, diz o consultor, não é tão comum assim. “Um líder começa a ser desacreditado quando não consegue motivar a sua equipe porque não explica direito o que ele quer, o que pretende, o que precisa. Comunicar-se bem faz com que as pessoas te entendam e também com que você entenda quais são as demandas da sua equipe, as dificuldades dela”, explica Sidney.



E sabe qual é a melhor notícia? Existem diversos cursos especializados em ajudar executivos e líderes a se expressarem melhor. “Para quem planeja uma carreira na área de gestão, de liderança, é um investimento importantíssimo”, explica Sidney. Um dos conselhos dele é usar de forma prioritária a comunicação por escrito. “Nela, as coisas que se diz ficam registradas. Se você precisa de alguma informação para a tomada de decisão e alguém diz ela pra você, pode haver uma comunicação falha, uma decisão falha e ninguém terá responsabilidade sobre o que aconteceu”, explica.



ADMINISTRE O SEU TEMPO (E CONSEQUENTEMENTE O DOS OUTROS)



Um bom líder não desperdiça seu tempo. E muito menos o da sua equipe. Para isso, alguns cuidados são fundamentais. O primeiro deles é com as famosas reuniões. Ou você nunca participou de uma reunião em que você não precisaria estar e onde não foi decidido absolutamente nada? “Uma reunião precisa ser planejada com três focos: necessidade, participantes e objetivo. Estes pontos precisam estar especificados no convite para a reunião”, aconselha o consultor.



Da mesma forma as apresentações. Seja breve, pense no seu público e no objetivo da apresentação, utilize bons materiais de suporte e resuma, ao final, o pedido de ação.



O SUCESSO E AS PESSOAS: INDISSOCIÁVEIS



“O sucesso de um líder está na forma como lida com as pessoas”, destaca Sidney. Isso passa pela forma como você estimula o crescimento profissional delas, como acompanha o seu desenvolvimento, como incentiva e reconhece as ações que cada um tem para que os resultados de sua equipe sejam satisfatórios, como aplica o feedback e como gera conflitos. “Se você quer ser líder precisa pensar: se eu não gosto de lidar com as pessoas, vou liderar quem?”, brinca o consultor.









Fonte: Sidney Bohrer de Aguiar, consultor e diretor da SBA Associados