quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A Pelé o que é de Pelé: finalmente, um museu só para ele — o maior jogador de futebol da história. E confira aqui todos os números OFICIAIS de sua carreira

A PELÉ O QUE É DE PELÉ
Levemente incomodado com a profusão de candidatos a rei que vagam por aí, ele mesmo encomendou um levantamento estatístico – o definitivo – em torno de seus títulos e gols. Será difícil mesmo alcançá-lo
“Até o Edson, que conhece o Pelé desde criança, ficou impressionado com os números.” A indefectível, já clássica e folclórica terceira pessoa do singular é usada pelo Rei do futebol para justificar o espanto com um levantamento estatístico encomendado por ele mesmo para acabar com a dúvida seminal (quem é o maior jogador da história?) – como se fosse necessário dirimi-la.
Pelé pediu a Rogério Lopes Zilli, o estudioso que o ajuda na montagem do acervo de um museu que abrigará sua coleção de peças pessoais, em Santos (SP), que enumerasse todos os títulos e gols de sua carreira.
É, a partir de agora, a contagem oficial, reunida a partir de súmulas, filmes, entrevistas e recortes de jornal. É Pelé por Pelé, em um levantamento entregue com exclusividade a VEJA.
São 61 títulos oficiais, aí incluídos o tri pela seleção e o bi mundial pelo Santos, além de 25 outros troféus em torneios no Brasil e no exterior.
São 1.282 gols – “nem 1 281, nem 1 283, como costuma aparecer”, ressalta – em 1.366 partidas oficiais. A média é de 0,93 gol por jogo. Para efeitos de comparação, Messi tinha até a semana passada 267 gols em 398 partidas (média de 0,67). Neymar, prestes a chegar ao centésimo gol santista, marcou 117 vezes em 204 jogos, contando os da seleção (média de 0,57). Maradona fez 311 gols em 587 partidas (média de 0,53).

pele-trofeu
O ATLETA DO SÉCULO – ”O pessoal brinca porque pelo menos podiam ter posto uma roupinha na taça. Olha, não foi fácil levantá-la, não. Tem 23 quilos e quase 1 metro de altura. Quem me deu foi o jornal francês ‘L’Équipe’, que fez uma votação com gente do mundo inteiro. Fiquei na frente do Jesse Owens, do Paavo Nurmi e do Emil Zátopek – grandes atletas olímpicos -. Não é legal porque foi o Pelé, não. Ali era um brasileiro.” (Pelé teve 178 votos. Owens, 169. Entre os futebolistas, o segundo foi Di Stéfano, com apenas 12 votos.)”
Diz Edson: “Pedi essa investigação, a primeira que realmente fiz, e a mais completa, para ver se param com essa história de sempre dizerem que nasceu um novo Pelé. O Maradona, o Messi e agora o Neymar são todos grandes jogadores, mas o que o Pelé fez não foi qualquer coisa”.
É curioso que ele próprio se preocupe em reunir números para demonstrar seu tamanho histórico. Na boca de qualquer outro atleta soaria arrogante – vindo dele é quase ingênuo, serve apenas para alimentar ainda mais a fogueira de discussões em torno da mais importante das coisas sem importância, o futebol.
Essa estatística, segundo Pelé, é a cereja a colorir o bolo do museu com 2.300 peças que será inaugurado em Santos, no fim do ano, no Casarão do Valongo, construção do século XIX, no centro da cidade, tombado pelo patrimônio histórico. A reforma custou 23 milhões de reais. A instalação da mostra exigirá outros 8,5 milhões.
“Não há, em todo o mundo, nenhum museu dedicado a um único esportista”, diz José Eduardo Moura, diretor do projeto. Serão fotos, camisas, bolas, taças e tudo quanto é tipo de lembrança, com destaque para a inseparável caixa de engraxate que Pelé diz ter usado quando tinha 15 anos, entregue de presente pela mãe – junto com os primeiros 400 réis amealhados ao lustrar sapatos alheios – quando o menino, já campeão do mundo, morava em Santos, chegado de Bauru.
Falta algo? “Sim”, diz Pelé. A devida homenagem ao pai, já falecido, por um recorde que o camisa 10 lamenta nunca ter conseguido bater. “O Dondinho fez cinco gols de cabeça em um único jogo, nos anos 40. O Pelé não passou de dois.” É marca que tira o sono de Edson – mas que não encolhe a súmula oficial de sua espetacular carreira, agora definitivamente compilada para quem quiser cotejá-la com a de outros que andam ganhando títulos e marcando muitos gols, sonhando um dia ser Pelé.

pelé taça
A RÉPLICA DA JULES RIMET – ”Essa ninguém tem, porque a da CBF foi roubada e derretida. A deles era de ouro bruto, a minha é só folheada. Mas o peso é o mesmo. Ganhei da FIFA e do governo mexicano logo depois da vitória contra a Itália, no tri. Nenhum outro jogador recebeu, não. Só o Pelé. Foi uma homenagem e tanto.”
Pelé escolheu dois troféus de predileção na coleção de 2.300 itens que serão expostos em Santos a partir do fim do ano. Ele próprio explica a importância dos objetos – às vezes na primeira pessoa, muitas vezes na inseparável terceira pessoa, nas fotos acima.
A SÚMULA DEFINITIVA DO REI
TÍTULOS – 61 AO TODO
Títulos pelo Santos

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pelé títulos seleção


TODOS OS GOLS DO MAIOR ARTILHEIRO DA HISTÓRIA
gols DE PELÉ

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

As 5 marcas de moda nacionais mais atuantes no Instagram

As marcas mais badaladas do Insagram

Ter 130 milhões de usuários ativos por mês e mais de 16 bilhões de imagens armazenadas em 3 anos é para poucos, ou melhor, só para o Instagram.
A rede social mais utilizada no mundo para compartilhar imagens resignificou o uso das câmeras no celular e acreditou na tendência do mobile.
Só no Brasil, são mais de 27 milhões de usuários de smartphones, mais do que na França e na Alemanha. E como as marcas nacionais tem aproveitado isso?
O mercado da moda é destaque. Suas cores, imagens e formas tem conquistado cada vez mais seguidores, afinal, a plataforma é a melhor maneira de mostrar os detalhes dos produtos, do backstage e trabalhar com desejos e sonhos.
Selecionamos as 5 contas mais badaladas no Instagram de marcas 100% nacionais para vocês:

Instagram

Schutz

TOP 1– Schutz | 368,553 seguidores - Schutzoficial
Compartilha o dia a dia de glamour da marca, das passarelas à badalada loja em Nova York, com fotos super inspiradoras dos sapatos, muitas vezes sendo usados, é claro.

Schutz

Melissa Oficial

TOP 2- Melissa Oficial | 144.960 seguidores - Mellissaoficial
A #melissadodia faz sucesso entre as amantes da marca, mas não é só dos sapatinhos que a marca fala. Compartilha fotos de locais coloridos, momentos felizes da equipe, teasers de novas coleções e das super estrelas que usam Melissa pelo mundo.

Melissa Oficial

Lojas Renner

TOP 3 - Lojas Renner – 111.356 seguidores - lojasrenner
Dúvidas do que vestir? O perfil das lojas Renner resolve. A marca compartilha combinações de looks, acessórios, dicas de produtos de beleza e posters com frases para inspirar suas seguidoras.

Lojas Renner

Colcci

TOP 4 | Colcci – 104.059 seguidores - colccioficial
Coleções, zoom de estampas e detalhes, famosos que usam Colcci e até as promoções são divulgadas no perfil da marca.

Colcci

TOP 5 | Farm - AdoroFarm – 97.478 seguidores - adorofarm
Além do dia a dia da marca, eles publicam paisagens brasileiras de tirar o fôlego, detalhes coloridos, posters personalizados com frases do dia e pinceladas de moda e estampas. A marca criou até a hashtag personalizada #adorofarm usada para quem quer interagir com a marca.
Se o uso de imagens tem caído no gosto das pessoas, esse é um bom momento para pensar em como a sua marca pode se relacionar com os seus públicos nessa rede, agir de forma transparente já é mandatório e o Instagram pode ser um bom canal para aproximar a realidade da marca ao cliente final.
Farm

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Novas formatações no Blog Confecão e Moda:De a sua valiosa opinião



Amigos que me acompanham por este blog quero dividir com todos os visitantes e outros tantos que este blog passará por grandes transformações. Pois de imediato passarei para um plataforma com domínio e hospedagem que anunciarei em breve.Pois adotará ferramentas mais profissionais como auto responder,e-mail marketing,anunciantes,canal direto com o blogueiro,info produtos(e-books e vídeos)

Procurarei dividir a minha experiência profissional como gestor de confecções de roupa na área industrial envolvendo a entrada da matéria-prima,passando pelo PCP Planejamento Estratégico,Avaliação de fornecedores Custos Corte,Costura(interna e externa),Acabamento.Procurarei disponibilizar alguns artigos e e-books sobre o segmento. Abordarei com a minha expertise:Cronoánalise (avaliação do produto,sequência operacional,tempo operacional,métodos de trabalho,máquinas e pessoas,PPCP,Custos e outros tantos artigos.Falarei também sobre o mundo da moda.E mais para frente montarei um curso que será de enorme valia para todos. Com valores justos de uma forma que seja acessível para os amantes deste seguimento.Planejamento estratégico,avaliação de desempenho e muito mais.Administração da produção,nichos de mercado.

Mais confesso que este blog não foi elaborado para uso próprio,mas em especial mais para todos que comungam,trabalham e apreciam este seguimento tão misterioso e apaixonante.Por isso peço a opinião de vcs,Pois terá o antes e depois.Amigos é para vcs que estou fazendo isso.Quero profundamente que deem as suas opiniões aqui no próprio blog ou mandando-me um correio eletrônico:luizrsaraiva@gmail.com

Quero aqui registrar o meu agradecimento as mais de 106.000 visitas.
Aguardo os Srs.

Fiquem todos em paz,Luiz Roberto Saraiva

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Venda de vestidos preço IMPERDÍVEL

 A AQUARIUS BRAZIL -  VENDE


LINDOS VESTIDOS, CONFORTO E QUALIDADE
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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Eleições 2014: Por que Bernardinho canditado ao governo do Rio pode ser uma grande novidade - e um sucesso

Bernardinho: com trajetória profissional espetacular, currículo rico e variado e vida limpa, poderá ser um páreo duro na disputa pelo governo do Rio de Janeiro em 2014 (Foto: Fédération International de Volleyball)
Ou muito me engano, ou uma eventual candidatura de Bernardinho ao governo do Rio de Janeiro, agora que ele está filiado ao PSDB, por costura do presidenciável Aécio Neves, pode ser a grande novidade das eleições estaduais de 2014.
Embora tenha sido um jogador apenas bom, e não ótimo, como treinador de vôlei Bernardo Rocha Rezende, 54 anos, é simplesmente o maior campeão da história do esporte, com mais de trinta títulos importantes à frente das seleções brasileiras feminina e masculina — entre os quais cinco medalhas olímpicas, sendo a principal o inesquecível ouro dos Jogos de Atenas, em 204, e nada menos do que 15 títulos mundiais em competições de diferentes denominações.
É um vencedor nato, um líder, um ídolo nacional. Onde coloca a mão, dá certo.
O que é que se pode dizer CONTRA Bernardinho?
Que é “apenas” um treinador de vôlei?
Bem, pode-se argumentar que gente com muito menos experiência em cargos públicos chegou MUITO mais longe.
Não preciso dar exemplos, não é mesmo?
Agora vejam só outros traços do treinador:
* Bernardinho é economista formado pela PUC do Rio.
* É um palestrante de motivação muito requisitado em todo o país.
* É autor de dois livros de autoajuda que se tornaram best-seller — Transformando Suor em Ouro(Editora Sextante, 2006) e Bernardinho – Cartas a um jovem atleta – Determinação e Talento: O caminho da Vitória (Editora Campus, 2007).
* É empresário bem sucedido, participando como sócio, entre outras empresas, em uma rede de restaurantes, em uma empresa de ensino profissionalizante online e em uma cadeia de academias de ginástica.
* Como outros esportistas de sucesso, também mantém uma ONG, o Instituto Compartilhar, que tem entre outros objetivos o de “atuar em programas e projetos esportivos e educacionais destinados prioritariamente às camadas menos favorecidas da população”.
* E, sobretudo, é algo novo em política. Nunca foi candidato a nada, nunca exerceu mandatos. Tem passado e presente limpos.
As pessoas se dizem cheias dos políticos tradicionais, não é mesmo?
Além do mais, o quadro eleitoral no Rio pode favorecer uma candidatura “límpida” como a de Bernardinho.
O candidato do PMDB, Luiz Fernando de Souza, o “Pezão”, carrega o fardo imenso de ser o vice do hoje impopularíssimo governador Sérgio Cabral.
O PT vai rachar a aliança com o PMDB e está com o senador Lindebergh Farias — mas, além de o PT nunca ter ganho nada sozinho em eleições para governador e prefeito do Rio, Lindbergh sofreu acusações (inclusive pelo Ministério Público) durante sua gestão como prefeito de Nova Iguaçu (2005-2010) que certamente virão à tona em seu prejuízo durante a campanha.
Se, como se imagina, o eleitorado busca algo novo, são mínimas as chances de Anthony Garotinho (PR), hoje deputado, que quer voltar ao governo depois de uma gestão controvertida e de outra, desastrosa, de sua mulher, Rosinha.
O senador Marcelo Crivella (PRB), “bispo” da Igreja Universal e atual ministro da Pesca, carece de estrutura partidária e de alianças para ambicionar o Palácio Guanabara.
O mesmo se pode dizer do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), possível candidato da extrema esquerda.
Quanto a Bernardinho  embora não haja militado em política, sempre opinou com contundência sobre os absurdos do Brasil. “Por que deixar um país, se ainda tenho esperanças que algumas coisas podem ser feitas?”, perguntou ao jornalista Juca Kfouri em uma mesma entrevista concedida ao canal de TV ESPN em 2007. Curiosamente, o jornalista afirmaria no programa que “claro que a gente às vezes pensa em Bernardinho como presidente do Brasil”.
Ao que o entrevistado respondeu taxativo:
– Não tenho nenhuma pretensão de fazer mais do que já faço.
Na mesma entrevista, também, Bernardinho fez uma declaração que hoje faz todo sentido:
– Não me sinto mal buscando uma coisa nova, um desafio.

domingo, 28 de julho de 2013

Loja virtual usa kombi para vender roupa, bota e bolsa nas ruas de SP

Veja a Kombi que é vitrine da empresa olook                  

               
A kombi com mostruário da loja virtual olook circula pelas ruas das zonas oeste e sul da cidade de São Paulo (SP) desde janeiro de 2013; no carro, mulheres podem conhecer e provar as roupas e acessórios femininos; os produtos não são ventidos na rua, mas as clientes podem efetuar a compra por meio de dois tablets disponíveis no veículo Divulgação
A loja virtual olook adotou uma forma diferente para divulgar suas roupas e acessórios fora da internet. A empresa transformou uma Kombi, fabricada em 1968, em uma vitrine móvel e circula pelas ruas da capital de São Paulo para mostrar seus produtos.
Especializada no público feminino, a loja oferece roupas, sapatos, bolsas e bijuterias de marca própria e de marcas famosas como Colcci, Triton, M. Officer e Espaço Fashion.
Os preços variam de R$ 15,90, para lingeries, a R$ 299, para roupas de marca própria. Entre as peças das grifes famosas, é possível encontrar preços acima desse valor, mas, por política da empresa, não há itens por mais de R$ 499.
Na Kombi não são realizadas vendas. A vitrine móvel é usada apenas para que as consumidoras possam avaliar a qualidade dos produtos e provar as roupas e os acessórios.
Para vender os artigos no local, a empresa precisaria obter um alvará com a prefeitura, o que inviabilizaria a operação, segundo André Beisert, 33, dono da olook. "Precisaríamos pedir alvará para cada local que quiséssemos estacionar para vender." 
O empresário diz que considerou a possibilidade de abrir uma loja conceito na rua Oscar Freire, na região central da capital paulista, colocar quiosques em shoppings ou montar uma loja de rua. "Por adorar automóveis, desisti de ter uma loja física e tive a ideia de usar um carro. Além disso, era algo que ninguém tinha feito", diz Beisert.

Empresário demorou dois meses para encontrar Kombi

Beisert conta que levou dois meses para encontrar a Kombi. O veículo foi comprado em Campinas (93 km a noroeste de São Paulo). O empresário não revela o valor da operação, mas diz que investiu R$ 100 mil para viabilizar o negócio –compra e reforma do veículo para transformá-lo em uma vitrine ambulante.
A escolha do modelo do veículo 1968 foi uma estratégia da empresa para chamar mais a atenção do público, segundo Beisert. "A ideia da vitrine móvel é causar impacto nas pessoas. Acredito que uma Kombi clássica causa mais curiosidade do as que circulam pela cidade atualmente", diz.
No interior do veículo, há prateleiras, mostruários, espelhos, um televisor que mostra vídeos com combinações de produtos da empresa e dois tablets para que as clientes possam fazer compras diretamente na loja virtual.
Duas monitoras assessoram as clientes tirando dúvidas sobre os produtos e orientando sobre como efetuar a compra pela internet.
O empresário diz que as vendas feitas nos tablets disponíveis na Kombi representam menos de 5% das vendas totais da empresa, mas que, ainda assim, o investimento valeu a pena.
"A reação das pessoas superou nossas expectativas. Onde a Kombi estaciona, ela desperta curiosidade. A estratégia também nos permite ter um retorno mais rápido das consumidoras e contribui para o desenvolvimento de novas coleções."
O veículo circula entre 10h e 17h nas regiões oeste e sul de São Paulo, em conhecidos centros comerciais da cidade, como os bairros de Pinheiros e Itaim Bibi.
A empresa faturou R$ 10 milhões em 2012 e pretende triplicar este número em 2013.

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Veja vestidos de grifes alugados pela internet                  

               
Este modelo longo azul-marinho, do estilista Reinaldo Lourenço, é o preferido das clientes da Dress&Go; o aluguel da peça sai por R$ 423; para a venda, o preço é R$ 3.225 Leia mais Divulgação

Veículo é boa ferramenta de marketing, mas custo é alto, diz consultor

De acordo com Luis Stockler, sócio-diretor da consultoria de varejo baStockler, usar um veículo como vitrine para os produtos da loja virtual é uma boa estratégia de marketing.
"Ajuda a quebrar a barreira inicial que muitas pessoas têm sobre compras online. No segmento de moda, isto é especialmente importante, pois há a necessidade de provar os itens para ver o caimento e conhecer a qualidade do material utilizado na fabricação", afirma.
No entanto, o especialista diz que não se trata de uma grande inovação, pois o modelo é muito parecido com o de venda porta a porta, utilizado por empresas de cosméticos como Avon e Natura.
Ele afirma, ainda, que manter o veículo circulando tem um custo elevado, pois exige combustível, manutenção, seguro e funcionários, o que contrasta com o baixo custo de uma loja virtual.
"O que atrai os empreendedores para o comércio eletrônico é o baixo custo de operação, já que não exige ponto comercial. Manter um showroom ambulante traz despesas e cria expectativa nos consumidores. É importante a empresa não focar suas vendas nele, pois, se por algum motivo ele deixar de circular, frustrará a expectativa dos clientes."

Veja empresas que investiram nas redes sociais                  

               
A visibilidade das redes sociais levou o sex shop virtual Loja do Prazer a criar uma página no Facebook há dois anos; a  empresa percebeu que a rede social poderia fortalecer sua marca e torná-la mais conhecida; nos últimos seis meses, a página da tem conquistado de mil a 1.500 curtidas por mês; não há dados sobre conversão em vendas, mas o número de acessos à loja virtual cresceu 20% desde a entrada da empresa na rede social 

Serviço:

sábado, 27 de julho de 2013

As 10 personagens mais bem vestidas da TV

Amora (Sophie Charlotte), Juliana (Mariana Ximenes), Ester (Grazi Massafera) e Helô (Giovanna Antonelli) compõem a lista das personagens mais estilosas das novelas. Confira!

Foto: As 10 personagens mais bem vestidas da TV / Crédito: Reprodução / TV Globo
As novelas levam cada vez mais o mundo fashion para a TV. Tanto que as personagens conquistam as telespectadoras e viram moda nas ruas com seus figurinos, peças repletas de tendências e inspirações. Para te ajudar a ir às compras e se vestir como as estrelas da TV, a CARAS Online separou os 10 figurinos das personagens mais bem vestidas das novelas neste primeiro semestre de 2013!
Entre os destaques estão Helô (Giovanna Antonelli), Juliana (Mariana Ximenes), Amora (Sophie Charlotte), Ester (Grazi Massafera), Érica (Flávia Alessandra), Bianca (Cleo Pires), Paloma (Paolla Oliveira), Antônia (Letícia Spiller) e Malu (Fernanda Vasconcellos).
Confira as peças-chaves e as dicas de moda nos looks de sucesso das novelas e inspire-se!
Helô (Giovanna Antonelli), de Salve Jorge
A delegada Helô foi um sucesso na novela de Glória Perez e o seu figurino entrou várias vezes para a lista dos itens mais pedidos da Globo. A personagem arrasou na escolha de suas combinações de roupa. Ela surgiu na telinha com muitas camisas estampadas – incluindo as estampas de lenço -, calças jeans com caimento perfeito em seu corpo, pantalonas, macacões e muitos acessórios. A bolsa amarela era praticamente uma peça-chave em seu armário, além dos óculos escuros, pulseiras e cintos. "Gosto da exuberância dela. Helô anda super na moda. Levo muitas coisas minhas para o figurino dela e vice-versa. Adoro esmaltes, tanto que pinto as unhas das minhas filhas [Sofia e Antônia] e os óculos, por exemplo. Fico muito feliz em representar as delegadas do Brasil. Elas são lindas, bem vestidas e vaidosas. Mereciam esse destaque", comentou Giovanna na época das gravações. 
Helô (Giovanna Antonelli)
Juliana (Mariana Ximenes), de Guerra dos Sexos
Os estilos romântico e moderno foram misturados no figurino de Juliana na trama das 7 da Globo. A inspiração para as roupas da personagem vieram lá da família real britânica, mais precisamente de Kate Middleton, a princesa moderna. Nos looks, a personagem abusou das saias com camisa de tecido leve. Com peças clássicas, a modernidade do visual ficava com os acessórios, que apostaram nas cores fortes e brilhos. “Gosto muito da composição de blusinhas e saias que fizemos. Por exemplo: uma saia quase comportada, com formatos muito interessantes. Ou, blusas com detalhe de laço ou furo nas costas”, revelou a figurinista Marília Carneiro.
Juliana (Mariana Ximenes)
Amora (Sophie Charlotte), de Sangue Bom
A nova trama das 7 estreou há pouco tempo, mas o figurino de Amora já está dando o que falar. A it-girl abusa das influências fashionistas em seus looks. Com roupas encantadoras, ela usa peças com tule, transparência e os tons nudes são os seus preferidos. Na trama, a personagem é apaixonada por sapatos e os modelos são maravilhosos. Os acessórios são destaques a parte, com anéis, bolsas e óculos, ela capricha nos visuais.
Amora (Sophie Charlotte)
Ester (Grazi Massafera), em Flor do Caribe
Em clima praiano, o figurino de Ester destaca as cores solares em suas peças, apostando principalmente no amarelo e no laranja. Uma das principais tendências desta caracterização são as rendas artesanais que surgem em suas blusas e nos vestidos. Outras peças-chaves no look da personagem são as saias de seda, os blazers, as calças e os vestidos em cortes retos. “Eu odiava amarelo e tinha aversão ao laranja. Bata, não! Eu grávida usei tanta bata, não queria bata. Só que no primeiro contato que eu tive com o Severo (figurinista), ele já me convenceu. Ele disse que as cores da Ester são as cores do pôr e nascer do sol. Hoje em dia eu usaria tudo, quero roubar tudo”, afirmou a atriz.
Ester (Grazi Massafera)
Érica (Flávia Alessandra), em Salve Jorge
Veterinária do exército, Érica tirava a farda em seus momentos fora do quartel e arrasava em seus modelitos. As peças românticas eram as suas preferidas, com muitos detalhes, estampas pequenas, rendas e babados. O guarda-roupa dela estava sempre repleto de saias curtas, vestidos e jeans, além das camisas estampadas.
Érica (Flávia Alessandra)
Bianca (Cleo Pires), de Salve Jorge
Moderna é a palavra que define Bianca na trama de Gloria Perez. Com personalidade forte, ela mostrava o seu lado it-girl na escolha de seus looks. Com peças fluídas e que chegavam a inspirar o básico, ela surgiu na telinha e conquistou o coração de Zyah (Domingos Montagner) por boa parte da novela. Em tons sóbrios, a personagem usou muitas saias, vestidos e calças com blusas estilosas.
Bianca (Cleo Pires)
Paloma (Paolla Oliveira), de Amor à Vida
O figurino de Paloma busca o lado romântico da personagem. Muito feminino, o guarda-roupa dela exibe as suas curvas na medida certa, com peças decotadas e em tecidos leves. Mesmo com a seriedade das peças, a leveza e conforto predominam. Um dos visuais que mais ficaram marcados foi o macacão nude“Macacões estão em alta e é ótimo para quem quer alongar a estatura. Sempre muito elegante, pode ser usado por pessoas de todas as idades por ser versátil. Mudando os acessórios, as pessoas podem usar em várias ocasiões e diferentes horários”, disse a personal stylist Eliane Morais.
Paloma (Paolla Oliveira)
Roberta (Gloria Pires), de Guerra dos Sexos
Roberta mostrou que as empresárias e mulheres de negócios não precisam usar peças sérias demais no momento do trabalho. Ela levou para o seu estilo muitos vestidos femininos, cores alegres e vibrantes, como o verde, o laranja e o vermelho. Além disso, apostou nas estampas animais e nos acessórios. Outro item indispensável para ter o look da personagem é o salto alto, na verdade, altíssimo, nas sandálias, scarpins e peep-toes.
Roberta (Gloria Pires)
Antônia (Letícia Spiller), de Salve Jorge
Duas peças foram essenciais na composição do figurino de Antônia: o vestido longo e o macacão. Os looks marcaram a caracterização da personagem em toda a trama. Em tons sóbrios, desde o preto até o azul mais escuro, os vestidos e macacões deram uma seriedade ao visual. Além disso, sempre que aparecia de calças ou saias, a personagem reforçava a ideia de que seguia um visual clássico.
Antônia (Letícia Spiller)
Malu (Fernanda Vasconcellos), de Sangue Bom
As peças básicas predominam no visual de Malu. A personagem não gosta de ostentar o que possui, então segue pela linha mais neutra na hora de se vestir. Jeans, camisas despojadas e blusinhas lisas são as peças-chaves deste look. “Apesar de a Malu ser rica e se vestir muito bem, ela não é muito preocupada com isso. Ela é básica e despojada. Não é adepta da chamada fast fashion. Eu adorei! E estou adorando também o cabelo, superdespojado! Ele não é aquela coisa pensada”, afirmou Fernanda.
Malu (Fernanda Vasconcellos)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Estágios de produção do vestuário: a dinâmica da moda

Elaine Stone é autora do livro The Dynamics of Fashion da editora americana Fairchild Book. A autora afirma que há variações nos estágios de produção do vestuário das empresas de moda. Por isso, organizou um processo com fases simplificadas que cobrem as necessidades de qualquer confecção, seja grande ou pequena. A única diferença neste caso, é o número de pessoas envolvidas e como elas se comunicam.

Os estágios de produção do vestuário sugerido por Stone são seis:

1º estágio - Planejamento de Coleção
É o início do processo e envolve o designer ou a equipe de desenvolvimento, encarregados de criar a coleção ou linha de produtos. As principais atividades desta etapa consistem na pesquisa sobre tendências, tecidos, cores e outros materiais; e o desenvolvimento de painéis de tendências que nortearão os designers durante a criação da coleção.

2º estágio - Criação da Coleção
Nesta etapa, trabalha-se a coleção considerando três pontos principais: a importância da peça individualmente, a sua importância para a coleção, e o custo da peça – que também determina se ela continua ou não na coleção.

3º estágio - Desenvolvimento dos Modelos 
É onde são produzidas as peças-piloto. Os protótipos são apresentados aos gerentes da empresa para a análise e, nesta etapa, avalia-se a viabilidade produtiva da peça, ou seja, se é viável para entrar em produção. As peças aprovadas, recebem um número, um lacre e estão oficialmente na coleção.
No terceiro estágio é feito o desenvolvimento da modelagem para a peça piloto/ Reprodução



4º estágio - Planejamento de Produção
Neste momento é determinado onde e quando os componentes do vestuário serão comprados, cortados e costurados. Decide-se sobre o que será produzido internamente, terceirizado ou importado. Através deste planejamento é possível levantar os custos e o investimento necessário para a produção da coleção.

5º estágio – Produção
Neste Estágios de produção do vestuário, são concentradas as atividades como a graduação, o corte, a preparação, o beneficiamento e a confecção do produto. É importante destacar a importância da precisão no enfesto dos tecidos e do corte. Em seguida o vestuário é embalado e recebe as etiquetas de preço, códigos de barras etc.

6º estágio – Distribuição
Os produtos são divididos em remessas ou lotes e enviados, dependendo da empresa, para lojas próprias, varejistas, exportadas, entre outras. Como consequência das vendas e aumento da demanda, alguns pedidos são refeitos e o processo recomeça a partir do quarto estágio.



Por Samira Troncoso
Designer de Moda e Professora na Feevale/ Novo Hamburgo (RS)

Fonte STONE, E. The Dynamics of Fashion. New York: Fairchild Books, 2008

Confecções automatizadas são mais competitivas

Um dos temas que está em constante debate no setor de vestuário no Brasil é a necessidade que as confecções têm em se profissionalizarmodernizar. Essa atualização pode ser por meios e processos produtivos inovadores e ágeis e com a utilização de sistemas CAD - Computer Aided Design - e CAM - Computer Aided Manufacturing.

A designer de moda, professora e consultora empresarial Ana Luiza Olivete aborda a importância e a atual necessidade que a indústria do vestuário têm em se modernizar e automatizar o processo produtivo, qual o impacto dessa mudança e os principais benefícios dessa atualização.

As empresas que não se modernizarem podem ter problemas (em venda, produção, gestão) no futuro?
Ana Luiza Olivete - A modernização implica diretamente nos resultados e no crescimento das empresas, aquelas que não acompanharem a evolução do mercado tecnológico serão gradativamente e automaticamente postas de lado.

Por que as confecções devem investir em modernização na linha de produção?

Ana Luiza Olivete
 - Porque a não modernização implica negativamente em infinitas vertentes dentro da linha de produção, ou seja, implica na qualidade, que é o mínimo necessário para estar no mercado hoje em dia. Depois, o acompanhamento dos processos produtivos no que diz respeito a planejamento, programação e controle da produção, do desenvolvimento de novos produtos e venda e pós venda. Por fim, na gestão da qualidade total, que significa qualidade em todos os processos, ou seja, em todos os ‘cantinhos’ da empresa.
Para cada etapa do processo produtivo nas confecções, existe um sistema específico para auxiliar na produção/ Reprodução

Quais os principais benefícios para as confecções que investem em modernização?

Ana Luiza Olivete
 - Acredito que além dos itens descritos acima, o benefício maior é um melhor posicionamento no mercado e na mente dos consumidores.

Algumas pessoas têm medo de que a modernização tire seus empregos. Na sua opinião, essa preocupação é realmente relevante? Por quê?

Ana Luiza Olivete
 - Não acredito na perda de postos de trabalho, mesmo porque as máquinas não trabalham sozinhas. Porém, usam menos o capital humano; profissional este que, nas empresas ditas ‘inteligentes’, pode ser remanejado para contribuir com o escoamento do crescimento intrínseco da produção.

Os produtos estrangeiros estão entrando no mercado brasileiro. Em sua opinião, por que este fenômeno está acontecendo?

Ana Luiza Olivete
 - A princípio por uma concorrência desleal focada no trabalho escravo e seu baixo custo. Depois, pelos altos investimentos em tecnologia feitos pelos países estrangeiros, que estão focados na melhoria dos produtos e processos produtivos. Bem como um bom investimento em capital humano de qualidade, criatividade e proatividade.

Isso é algo com o que os empresários brasileiros tenham que se preocupar? Por quê?

Ana Luiza Olivete
- Certamente... Estão cada dia mais sendo passados para trás. Por isso o investimento em melhores processos, melhores equipamentos e melhores ‘cérebros’ são essenciais.

Que dica você dá aos empresários para superarem essa concorrência?
Ana Luiza Olivete - Que sejam antenados nas mudanças que ocorrem diariamente no segmento e tentem ao máximo se adaptarem à essas evoluções, pois só as empresas que acompanham o desenvolvimento da tecnologia e a repassam em melhores produtos ao seu consumidor conseguem permanecer num mercado tão competitivo como o atual.
Acho importante as empresas estarem sempre atentas ao mercado e buscarem acompanhamento das inovações a fim de não se suprimirem por seus próprios meios produtivos.