segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Isenção

A 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo julgou nesta semana procedente ação declaratória de inexistência de relação jurídica c/c repetição de indébito que A.C.R. moveu em face da Fazenda Pública Estadual pleiteando a restituição do ICMS pago na importação de um veículo para uso próprio.
Na sentença, a Juíza Dra. Silvia Maria Meirelles Novaes de Andrade, além de declarar a inexistência de relação jurídica entre as partes, referente ao recolhimento do ICMS sobre o veículo importado pelo autor, condenou a Fazenda Pública a restituir a quantia de R$ 71.114,59 com juros e atualização monetária, valor este recolhido no registro da declaração de importação e desembaraço aduaneiro.
Sobre a matéria, o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do nosso judiciário firmou entendimento no sentido de que, em razão do princípio da não-cumulatividade, aqueles que não são contribuintes do ICMS e do IPI, não devem ser compelidos ao recolhimento desses tributos quando da importação de bens do exterior. Cumpre ainda ressaltar que o mesmo Tribunal editou a súmula 660 que assim dispõe: “Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto”.
Para os advogados Augusto Fauvel de Moraes e Anivaldo Esquelino Junior, do Fauvel & Esquelino Sociedade de Advogados que patrocinam a demanda, a decisão reflete o entendimento dos tribunais superiores e continua abrindo precedentes para que as pessoas físicas que realizam importações para uso próprio fiquem isentas do recolhimento do ICMS.O contribuinte de direito do imposto não deve suportar a carga tributária do imposto, é através do princípio da não-cumulatividade repassa este ônus ao consumidor final, contribuinte de fato.
Portanto, todo o contribuinte pessoa física que realizou importações e já recolheu o IPI e ICMS poderá requerer a repetição do indébito e os que ainda forem realizar as importações, deverão pleitear a não incidência do IPI e ICMS, sempre que a importação for realizada por pessoa física e destinada a uso próprio. Com isso terão uma boa redução nos custos da importação.
AUGUSTO FAUVEL DE MORAES – Advogado do Escritório Fauvel & Esquelino Advogados 11/02/2010

Fonte:augusto@fauvelesquelino.com.br

Justiça de SP declara a não incidência do ICMS na Importação de pessoa física.


A 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo julgou nesta semana procedente ação declaratória de inexistência de relação jurídica c/c repetição de indébito que A.C.R. moveu em face da Fazenda Pública Estadual pleiteando a restituição do ICMS pago na importação de um veículo para uso próprio.
Na sentença, a Juíza Dra. Silvia Maria Meirelles Novaes de Andrade, além de declarar a inexistência de relação jurídica entre as partes, referente ao recolhimento do ICMS sobre o veículo importado pelo autor, condenou a Fazenda Pública a restituir a quantia de R$ 71.114,59 com juros e atualização monetária, valor este recolhido no registro da declaração de importação e desembaraço aduaneiro.
Sobre a matéria, o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do nosso judiciário firmou entendimento no sentido de que, em razão do princípio da não-cumulatividade, aqueles que não são contribuintes do ICMS e do IPI, não devem ser compelidos ao recolhimento desses tributos quando da importação de bens do exterior. Cumpre ainda ressaltar que o mesmo Tribunal editou a súmula 660 que assim dispõe: “Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto”.
Para os advogados Augusto Fauvel de Moraes e Anivaldo Esquelino Junior, do Fauvel & Esquelino Sociedade de Advogados que patrocinam a demanda, a decisão reflete o entendimento dos tribunais superiores e continua abrindo precedentes para que as pessoas físicas que realizam importações para uso próprio fiquem isentas do recolhimento do ICMS.O contribuinte de direito do imposto não deve suportar a carga tributária do imposto, é através do princípio da não-cumulatividade repassa este ônus ao consumidor final, contribuinte de fato.
Portanto, todo o contribuinte pessoa física que realizou importações e já recolheu o IPI e ICMS poderá requerer a repetição do indébito e os que ainda forem realizar as importações, deverão pleitear a não incidência do IPI e ICMS, sempre que a importação for realizada por pessoa física e destinada a uso próprio. Com isso terão uma boa redução nos custos da importação.
AUGUSTO FAUVEL DE MORAES – Advogado do Escritório Fauvel & Esquelino Advogados 11/02/2010

Fonte:augusto@fauvelesquelino.com.br

Produto combina visual do jeans com conforto do pijama


Tecido híbrido é macio e elástico com a aparência do jeans
Divulgação
A empresa norte-americana PajamaGram acaba de lançar no mercado o PajamaJeans. O produto é uma peça de roupa que tem a aparência de uma calça jeans de um azul profundo, com bolsos e botões, mas é macio e elástico como uma calça de pijama, que garante conforto ao usuário. Isso é possível graças ao tecido exclusivo chamado Dormisoft, que foi desenvolvido para ser bastante macio e elástico. O tecido híbrido tem 95% de algodão e 5% do elástico Spandex. Disponível pelo equivalente a R$ 72, a ideia é justamente apelar para a combinação do visual do jeans com o conforto do pijama.

A companhia PajamaGram é especializada na fabricação de pijamas e roupas de cama e é uma das cinco empresas sob a gestão da Teddy Bear Company do estado de Vermont, nos Estados Unidos, que fabrica bichos de pelúcia desde 1981.

Fonte:revistapegn.globo.com

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os supertecidos da moda


O Brasil começa a chamar a atenção internacional para a inovação tecnológica na indústria têxtil. Aqui, vale ter o tecido mais arrojado, bonito e sustentável
LAURA LOPES
Arquivo
A laise em lã, da Huis Clos: uma solução delicada para o inverno

Eles ganham destaque duas vezes por ano, na passarela de cada temporada da São Paulo Fashion Week (SPFW). É ali que ficam sob os holofotes, acariciando o corpo das modelos. Estas, por sua vez, só ficam famosas se conseguem dar a eles sua devida importância. A alma dos desfiles é, ainda que vozes discordantes digam o contrário, a roupa. E, junto com ela, os tecidos, pensados muitos meses antes de serem mostrados ao público. O caimento, a textura, as cores, as possibilidades de recortes e estampas, a mistura de estilos, ou a afirmação de apenas um. O trabalho do estilista é desenhar a roupa, mas também pensar a gama de tecidos que podem ser usados e, se necessário, desenvolver novos materiais.

Esse tipo de pesquisa está avançando no Brasil em todas as fases da cadeia de produção: pequenas e grandes empresas, da fibra ao design da roupa, debruçam-se sobre invenções baratas, práticas e, muitas vezes, sustentáveis. O algodão ganhou coloração no pé, o que diminui o gasto de água com o tingimento do tecido. A lã virou orgânica e o couro, ecológico. O tricô ganhou aspecto de linho e a delicada e vaporosa laise ficou quentinha como uma lã, para o inverno. Alguns tecidos passam a durar por mais tempo, outros ganham novas aplicações. Em qualquer situação, quem ganha é o consumidor.
Arquivo
Em parceria com a Santista, a Ellus criou o leather jeans, uma espécie de jeans bem fininho que parece couro, mas não é

"O Brasil se destaca porque poucos países têm todos os elos da cadeia têxtil – da fibra ao design. Temos todo esse know how na mão", afirma Rafael Cervone Netto, diretor da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, sobre o fato de países desenvolvidos terceirizarem suas confecções em países mais pobres. Nesse ponto, o Brasil sai na frente. Pesquisadores do interior de São Paulo, por exemplo, estudam uma maneira de usar o bagaço da cana-de-açúcar, oriundo das usinas de álcool, para criar uma fibra. Além disso, o país começou a despontar como nome forte na produção de tecidos verdes.

Rony Meisler, um dos sócios da marca Reserva diz que o "investimento constante na pesquisa de novas matérias-primas é fundamental para a indústria de moda". Segundo ele, a pesquisa também abrange produtos mais responsáveis sócio-ambientalmente. A inovação da marca para a última SPFW foi criada a quatro mãos, ao lado da estilista Juliana Gevaerd: o tricot de viscolinho, cujo maior atributo é estético – tem o aspecto granulado comum ao papel reciclado e é usado em cardigans e agasalhos.

A onda "ecológica" já encobriu as araras da Osklen e da Ellus. A marca carioca de Oskar Metsavaht levou às passarelas os e-fabrics. São tecidos ecológicos criados em parceria com o Instituto-e, como a lã orgânica, o couro ecológico com sarja, o tricô de palha de seda, o shantung de seda e o tressê de palha de seda. A ideia da entidade é sensibilizar as pessoas para a causa ambiental, sem radicalismos, mas tentando transformar o discurso em ação. O instituto mapeia matérias-primas e produtos de origem sustentável, feitos por artesãos e indústrias conscientes.

A Ellus, em parceria com a Santana Textiles, criou o BEM (ou Bi Elastic Movement). Todos os tecidos do BEM possuem elastano no sentido da trama (horizontal) e no sentido do urdume (vertical). Segundo a marca, uma garantia de conforto ao movimento. Nessa temporada da SPFW, quem reinou absoluto na passarela da Ellus foi o leather denim, o jeans com aspecto de couro, superleve e de secagem rápida – usado para fazer casacos, calças (justérrimas) ou saias. Para criá-lo, nenhuma vaca foi agredida.

Sara Kawasaki, estilista da Huis Clos e dona de uma das coleções mais elogiadas da semana de moda paulistana, inovou com uma laise de lã. A laise de algodão é toda fresquinha, indicada para dias quentes. Para o inverno, no entanto, foi substituída. O novo tecido tem os famosos "furinhos" da laise de algodão, mas lembrando o peso de uma lã grossa. Segundo Sara, "não é toda empresa que se disponibiliza e tem matéria prima ou maquinário para fazer tecidos novos. Nós achamos essencial".

Mario Queiroz e Reinaldo Lourenço mostraram duas novidades na SPFW. Mario surgiu com o black jeans estampado (inspirado no jeans dos anos 80) e a malha para alfaiataria. Esta é um material próprio para um certo tipo de máquina que não é usada na costura de alfaiataria. A inovação aqui foi criar um tecido que pudesse ser manipulado nas mesmas máquinas que fazem ternos. "Não há novidades na moda sem novos tecidos", diz o estilista. "Cada vez mais as tecelagens e os designers trabalham juntos, dividindo informações, criações e técnicas", afirma. Reinaldo Lourenço investiu no jacquard, um tecido que lembra a tapeçaria e muito procurado por possibilitar estampas e texturas exclusivas (para vestidos, tops e casacos). O estilista também criou uma seda parecida com o lurex: metalizada, com brilho molhado e estrutura leve, para vestidos longos. Em sua pesquisa, Reinaldo e equipe frequentam brechós no Brasil e em Paris e feiras do setor e leem livros: tudo é referência para a busca de novas texturas.


Fonte:revistaepoca.globo.com

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Não congele sua calça jeans!


Quando você chegar em casa, depois de um longo dia de trabalho,estudo,lazer, pense duas vezes antes de colocar a calça jeans no freezer.

Não estranhe o conselho. Uma loja do Rio de Janeiro vem anunciando uma linha de jeans ecológicos que, além de fabricados com tecidos orgânicos, não precisam ser lavados: basta colocar no freezer para que ela fique livre das bactérias.


Segundo Jandira Barone, proprietária da marca Tristar, dá para usar as peças dos dois lados (direito e avesso), colocá-la no congelador e usar de novo. “Vi essa técnica sendo usada em Berlim, em uma feira. Fiz uma calça para mim e só preciso lavá-la quando cai alguma mancha, quando ela suja”, disse.

O ideal indicado pela marca são 24 horas no freezer, e a proprietária diz que é preciso colocar as peças em sacos plásticos, para não contaminar os alimentos no congelador.

Jandira explicou ainda que essa técnica pode ser aplicada a qualquer jeans. “Só aproveitamos que o tecido já era ecológico e fizemos essa peça que não precisa lavar sempre, mas qualquer outro jeans pode ser limpo dessa maneira”, diz.

Parece uma ideia sensacional (afinal, além de não agredir o meio ambiente durante a fabricação, a peça ainda economiza água por não precisar ser lavada sempre – e confesso que fiquei bem animada quando li em vários sites a notinha sobre as calças congeláveis, mas aí…

Bem, aí descobri um pequeno detalhe importante: bactérias não morrem congeladas assim tão facilmente. Quem esclareceu as dúvidas foi o Professor Titular em Microbiologia, Wanderley Dias da Silveira, da UNICAMP.

“Em temperatura normal de congelamento eu não posso dizer que todas as bactérias realmente são eliminadas”, disse ele, que tem doutorado em genética de microrganismos. “Existem algumas bactérias que sobrevivem ao congelamento dependendo do meio em que estão”.

Isso significa que não há uma maneira de dizer que as milhões de bactérias com as quais entramos em contato todos os dias realmente morreram no frio dos nossos freezers.

“O que dá para fazer seria pegar esse tecido específico do jeans, adicionar a ele as bactérias que se deseja testar, congelar e em seguida verificar através de cultura se todas as bactérias foram mortas “, explica o professor.

O docente contou ainda que, durante a lavagem normal, boa parte das bactérias é sim eliminada (e diversos fatores atuam nisso: os agentes antibactericidas do sabão, a pressão da água sobre o tecido).

Moral da história? A Tristar está de parabéns pela iniciativa de uma calça feita com jeans orgânico – mas só pelo jeans, e não pelo método sugerido de limpeza. Aliás, utilizar produtos sem pesticidas e agrotóxicos é tão bacana que nem seria preciso tentar vendê-los com a ideia do congelador.



Fonte:info.abril.com.br/noticias

Você fala uma coisa e as pessoas entendem outra


É possível que você já tenha observado inúmeros desentendimentos por problemas de comunicação. Um diz: não foi nada disso que eu disse. Você está ficando maluco? E o outro responde: maluco é você. Diz uma coisa e depois quer passar a borracha para apagar as asneiras que falou.

O curioso dessa história é que todos estão certos. Foi exatamente o que um falou e exatamente o que o outro ouviu. E a explicação é simples: a mensagem não é formada apenas pelo que é falado, nem somente pelo que é ouvido. A mensagem é o que resulta do encontro do que é falado e do que é ouvido. Por isso, tanta confusão.

Quando você fala, se vale de palavras e conceitos desenvolvidos com sua formação, experiência, preconceitos, medos. Quem ouve o que você diz, interpreta as palavras e conceitos a partir da formação e experiência dele. O encontro dessas duas experiências produz uma mensagem que pode ser distinta de acordo com o ponto de vista de cada um.

Mesmo tendo consciência desse processo da comunicação de vez em quando me surpreendo com o resultado de alguns textos que escrevo. Há pouco tempo fiz uma análise da comunicação do presidente Lula. Como sei que a política desperta sentimentos fortes nas pessoas tive o cuidado de fazer uma análise bem técnica. Deu confusão do mesmo jeito.

Recebi grande quantidade de e-mails me censurando porque elogiei o presidente Lula. E praticamente o mesmo número de mensagens indignadas porque falei mal dele. Quando as minhas palavras se encontraram com a história de vida, crenças e valores dos leitores produziram mensagens diferentes.

Parodiando Nelson Rodrigues, querer unanimidade na opinião dos leitores é desejar o aplauso da burrice. Quem se dispõe a escrever deve ter em mente que as pessoas são diferentes, pensam de maneira diversa, reagem de forma distinta umas das outras.

O processo da comunicação oral pode ir além da escrita dependendo do local, da época, de quem está presente, do que ocorreu antes, do tom de voz e da expressão corporal do orador. Pois temos de considerar que os objetos, ruídos, imagens, cheiros provocam lembranças e reações próprios de cada ambiente.

Ao expor suas ideias tenha sempre o cuidado de levar em conta a formação, a experiência e expectativas dos ouvintes. Avalie o impacto que suas palavras provocarão nessas pessoas e que tipo de mensagem irá prevalecer. É uma cautela que evitará equívocos e proporcionará bons resultados nas apresentações.


Fonte:economia.uol.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Os desfiles da Semana de Moda de Londres serão transmitidos ao vivo pela internet

Se você sempre quis ver de pertinho o que acontece nas passarelas internacionais, saiba que seu sonho pode estar prestes a se realizar – e o detalhe: a um clique. Os organizadores da Semana de Moda de Londres, que acontece entre os dias 19 e 24 de fevereiro, prometem transmitir ao vivo todos os desfiles da temporada no site oficial do evento.

Além do que ocorre na Somerset House, sede da semana de moda, os desfiles externos, em outros pontos da cidade, também serão exibidos em tempo real. A programação do evento ainda prevê a apresentação de coleções de grandes marcas por meio de filmes. A Twenty8Twelve, por exemplo (grife que a atriz Sienna Miller mantém com sua irmã), não vai desfilar, mas mostrará seu vídeo no domingo, dia 21.

Paralelamente, algumas marcas também terão suas transmissões de forma independente. A Burberry anunciou que vai exibir cenas de backstage e fará projeções de seu desfile em versão 3D em salas de Paris, Nova York, Los Angeles, Dubai e Tóquio. Outra marca que promete mostrar ao vivo seu desfile é a Marc Jacobs, direto de Nova York.

A programação é recheada, portanto prepare seu lugar na primeira fila!
Onde assistir

Semana de Moda de Londres: www.londonfashionweek.co.uk

Burberry: http://live.burberry.com (o desfile acontece no dia 23 de fevereiro, às 16h)

Marc Jacobs: www.marcjacobs.com/#/en-us/home (dia 15 de fevereiro, às 20h)

Fonte:revistacriativa.globo.com

Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans


Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU
Por Alister Doyle

OSLO (Reuters) - O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

"As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água", disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

"A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats", disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

"E isso gera potencial para conflitos," disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

"A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar", disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

250 MILHÕES DE PESSOAS

As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.

"Há muito mais exemplos de cooperação internacional bem sucedidos que de conflitos em torno de água", ponderou Nikhil Chandavarkar, do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU e secretário da ONU-Água.

"Estamos tentando aproveitar os exemplos bons de cooperação, como o Mekong e o Indo. Mesmo quando havia hostilidades entre os países em volta, os acordos funcionaram", disse ele à Reuters.

Adeel disse que a água merece um lugar mais central nos debates sobre segurança alimentar, paz, mudanças climáticas e recuperação da crise financeira. "A água é fundamental em cada uma dessas discussões, mas não costuma ser percebida como tal."

E os próprios esforços para combater o aquecimento global vão necessitar mais água, devido às exigências econômicas rivais - como para irrigação, biocombustíveis ou energia hidrelétrica.

Adeel chamou a atenção para os esforços para gerenciar o suprimento de água, contabilizando quanta água é embutida nos produtos, desde a carne bovina até o café.

Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans. Conscientizar as indústrias sobre o consumo de água pode ajudar a promover a conservação.

Ele disse que o mundo pode alcançar uma "meta do milênio" de reduzir pela metade até 2015 a parcela de pessoas que não têm acesso a água potável, mas que está fracassando em uma meta relacionada de melhorar o saneamento. Cerca de 2,8 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico.


Fonte:oglobo.globo.com/mundo

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fábricas têxteis que exploram mão de obra chinesa


Cidade italiana se rebela contra a imigração chinesa
Guy Dinmore, Financial Times

Quando a polícia, bombeiros e diferentes fiscais italianos bateram às portas da fábrica, desfechando a mais recente batida contra fábricas que exploram mão de obra chinesa em Prato, a maioria dos atordoados trabalhadores que ali viviam em cubículos úmidos e sem janelas ainda estava de pijama.

Em poucas horas, mais quatro fábricas de roupas na rua Lazzeretto tinham sido lacradas, e fileiras de máquinas de costura confiscadas. Dois imigrantes chineses ilegais foram arrastados para fora e os demais trabalhadores receberam ordens para sair.

Após anos em que toleraram e também se beneficiaram das ondas de imigrantes chineses que formaram a maior concentração de indústrias chinesas na Europa, o povo dessa antiquíssima cidade toscana decidiu dar um basta.

"A gota derradeira fez o vaso transbordar. A cidade não pode continuar assim", disse Riccardo Marini, presidente da associação empresarial de Prato. "Os chineses podem respeitar as leis na França e no Reino Unido, mas aqui não o fazem, pois isso lhes foi permitido pelo sistema político e empresarial. A coisa escapou de controle."

Tendo votado na esquerda durante 63 anos, Prato pendeu para a Liga Norte, partido de direita e xenófobo, nas últimas eleições municipais, em junho passado.

Roberto Cenni, o novo prefeito e também empresário têxtil e de artigos de vestuário, denuncia as condições "semiescravas" a que se submetem trabalhadores chineses, que recebem baixíssimos salários. Apoiada por Roberto Maroni, o ministro do Interior linha-dura pertencente à Liga Norte, a polícia lançou no mês passado uma ofensiva repressiva contra fábricas ilegais. Helicópteros sobrevoavam a área, para enfatizar a mensagem.

Com sua comunidade em estado de choque, jornais relataram que o cônsul-geral da China em Florença, cidade relativamente próxima, comparou as incursões com as ações da SS nazista.

Orgulhoso da sua história secular de produtos têxteis, mas com sua indústria em declínio, Prato se vê como uma vítima de desregulamentação da abertura das fronteiras e da globalização.

Marini lembra do primeiro grupo de 38 chineses que chegou em 1989 para trabalhar em fábricas têxteis. Agora eles são estimados em até 40 mil, muitos deles ilegais. Um terço dos 180 mil habitantes da cidade é estrangeiro, contra uma média nacional de 6%.

À medida que a indústria têxtil de Prato perdeu um grande número de empregos - incapaz de competir com tecidos mais baratos feitos na China - a comunidade chinesa em Prato usou suas habilidades adquiridas para cavar um nicho independente, produzindo "moda pronto" ou moda rápida.

Enquanto há alguns anos muitos chineses entravam na Itália ilegalmente, agora eles simplesmente chegam ao aeroporto de Frankfurt com vistos de turista para três meses, mas não vão embora. A maioria dos chineses em Prato vem de apenas uma cidade chinesa - a costeira Wenzhou, na província de Zhejiang -, um enclave com uma história de empreendedores dispostos a cruzar o mar.

Fora dos muros da cidade de Prato, a Rua Pistoiese tornou-se uma Chinatown Wenzhou, com restaurantes, casas noturnas (que proíbem o ingresso de não chineses) e supermercados abastecido com produtos da China.

Silvia Pieraccini, uma jornalista local e autora de "O Cerco Chinês", diz que a chave para o sucesso chinês é dupla. Velocidade é o primeiro fator. Uma fábrica na China precisa de dois meses para reproduzir a última moda de Milão e levar produtos mais baratos ao mercado europeu. Em Prato, a mesma coisa leva duas semanas e vem com o rótulo "Made in Italy".

Em segundo lugar, os chineses dominaram toda a cadeia produtiva. Eles importam tecidos chineses baratos, fazem seu tingimento e os estampam. Botões, zíperes e adereços são feitos localmente. Produtos acabados são vendidos a compradores de toda a Europa que visitam pontos de venda atacadistas.

Os preços de camisetas de algodão partem de € 1,70 euro (US$ 2,30). Em plena produção, as estimadas 3.500 fábricas chinesas em Prato podem produzir 1 milhão de artigos por dia. Os chineses se apoiam na experiência criativa italiana em design, marketing e contabilidade.

Mas a combinação de recessão e repressão está virando a maré contra as fábricas chinesas ilegais, que não pagam impostos, contribuições sindicais e taxas municipais. Mas o que vai acontecer em seguida não está claro.

O prefeito - cuja cadeia Sasch de lojas de artigos de vestuário produz e vende na China - quer que os fabricantes chineses em Prato usem os próprios tecidos de elevada qualidade da cidade, em vez de tecido importado, e até mesmo vendam para a China.

Não se sabe se os patrões chineses passarão a operar legalmente, ficando, assim, menos competitivos, ou migrarão sua produção para outros lugares.

Uma grande frustração para a polícia é que a repressão não pode deportar imigrantes ilegais que não têm documentos - porque a China se recusa a aceitá-los de volta. Apenas dois foram deportados no ano passado. "Estamos lidando com uma China sem fronteiras", diz Marini.

Na China, a repressão foi praticamente ignorada. A mídia estatal foi orientada a não investigar os eventos em Prato. Sun Yuxi, embaixador da China em Roma, salienta "a contribuição chinesa para a riqueza de Prato", insistindo que somente uma pequena minoria dos trabalhadores são imigrantes ilegais.

Sentada e desamparada, de pijama quando a polícia invadiu a fábrica exploradora de mão de obra, Lola, uma operária de 23 anos, disse que a recessão está tão forte que quase não havia trabalho desde outubro. Ela gostaria de voltar para casa, mas não pode fazê-lo de mãos vazias.

Fonte:valoronline

A difícil arte de ser você mesmo


“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre”.
Oscar Wilde

Você já se perguntou por que é tão difícil ser você mesmo?

Na realidade buscamos seres humanos iguais ou semelhantes a nós, pessoas com as mesmas opiniões, sentimentos, valores e crenças, por isso a diferença nos outros nos incomoda tanto, eles traem nossos princípios, logo julgamos que devem estar errados e lhes falta experiência ou conhecimento para evoluir até o nosso estado de grandeza.

Poucas pessoas possuem a coragem de realmente ser elas mesmas, a pressão contrária é muito grande e assim a maioria tenta se adequar ao comportamento social vigente e assim aos poucos se transforma naquilo que não é, afundando-se em falsas palavras, atitudes e sentimentos, causando aos outros uma sensação de sempre estarmos senhores da situação. Pura ilusão.

A cada dia distanciamo-nos um pouco mais de nós mesmos, e como numa neblina, um vazio frio e úmido passa a nos envolver. Nossos dias começam a se tornar tristes, nossas amizades vazias, pois nos enterramos em conceitos que não são nossos para parecer agradáveis aos outros, esquecendo de nossa verdadeira essência.

Numa de minhas viagens encontrei com um morador de rua que sempre estava no mesmo lugar, não pedia nada, apenas olhava para o horizonte, um dia parei, lhe dei um sanduíche e sentei para conversar. Ele me contou sua historia, família, trabalho, amigos, ouvi com atenção e finalmente lhe perguntei o que havia lhe acontecido para ele decidir viver assim, nunca esqueci a sua resposta:

“Eu me perdi de mim mesmo”.

Quantas pessoas estão hoje perdidas de si mesmas, vivendo valores, crenças, sentimentos e metas coletivas que não são suas, tentando alcançar um modelo de ser humano que a maioria das pessoas prega, mas não pratica.
Quantas pessoas magoam-se a si mesmos pelo temor gerado diariamente pela sociedade de que alguém possa rir de você, o medo de perder algo ou alguém, que percam o respeito por você, medo da rejeição ou mesmo para não magoar os outros.

Você já parou para pensar o quanto estes medos e ferramentas de manipulação limitam os seus talentos.

Segundo Ralph Waldo Emerson você deve insistir em si mesmo; nunca imite. Seu próprio talento você pode apresentar a cada momento com a força acumulada pelo cultivo de uma vida inteira; mas do talento adotado de outra pessoa você tem apenas uma extemporânea posse parcial. Faça o que foi designado para você, e nenhuma esperança ou ousadia poderão ser demais.

Lembre-se, ninguém é perfeito, você possui qualidades e defeitos como todos os demais seres humanos e por isso devemos aprender a conviver com eles e aceita-los. A beleza e a diferenciação humana estão justamente nestas imperfeições, “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro" diria Clarice Lispector.

Também esqueça a diplomacia, ser diplomático significa ser outra pessoa. Quer melhor sinônimo para hipocrisia do que, diplomacia? Seja simplesmente você mesmo! Não minta para si mesmo. Você não merece!

Não precisa temer uma punição. Porque temos que ser assombrados pelo medo do julgamento alheio?

Ser você mesmo é uma tarefa difícil e exaustiva. É uma tarefa diária, pois a todos os momentos sofremos influências profundas para, de alguma forma, reconstruir nossa personalidade seja da família, da escola, da Igreja, da empresa, do clube, dos amigos e dos inimigos.

Mesmo com este processo de reconstrução constante não somos aceitos pelo que somos. Somos aceitos pelo que os outros querem que sejamos. E então, mudamos. Vivemos mudando. Mudamos nosso jeito de falar, de se vestir, de ver o mundo, nossos gostos musicais, nosso modo de se divertir e de repente você acorda numa manhã qualquer e não se reconhece mais. È neste momento que você descobre que se perdeu de si mesmo.

Tenho consciência de que mudar é a nossa única certeza na vida, é inevitável desde que isso seja feita para o seu próprio desenvolvimento pessoal, não para agradar os outros ou construir personagens politicamente corretos.


Como diria Pablo Picasso “qualquer outro terá todos os meus defeitos, mas nenhuma das minhas virtudes.”


Assuma o seu “EU” verdadeiro, pare de representar papeis socialmente corretos, crie o seu próprio espaço, solte as rédeas do seu verdadeiro talento. Acredite em si mesmo, aceite seus defeitos e qualidades e siga em frente.


Fonte:administradores.com.br

Dia Nacional da Roupa de Baixo


No próximo dia 9 de fevereiro, a partir das 13h, será realizada a quarta edição do Dia Nacional da Roupa de Baixo. A ação é uma iniciativa do site de moda Finíssimo (www.finissimo.com.br) e neste ano tem o shopping Conjunto Nacional de Brasília como co-realizador. A manifestação fashion acontece na capital federal desde 2007 e sempre causa muito alvoroço, curiosidade e admiração em todos que a veem, principalmente de perto.

A grande novidade em 2010 será uma homenagem aos 50 anos de Brasília: o evento será aberto com a exposição ‘O Íntimo Revelado’, do fotógrafo João P. Teles, que traz um ensaio de lingerie feito em preto e branco, e seguirá com o tradicional desfile a céu aberto. Desta vez, 50 modelos usando apenas cueca, sutiã e calcinha farão o trajeto do Conjunto Nacional até a rodoviária. A produção é assinada pelo stylist Marcus Barozzi.

O Dia Nacional da Roupa de Baixo é Inspirado no National Underwear Day, iniciado em agosto de 2003 em Nova York, e tem como objetivo chamar atenção para a moda do dia a dia valorizando a roupa íntima, que ocupa cada vez mais espaço no guarda-roupa e nas exportações do brasileiro. “O Brasil exporta mais de 20 milhões de peças de roupa de baixo por ano. Isso é representativo na balança comercial do país. Mas, as peças exportadas são relativamente simples. Ao conversarmos com especialistas na área, todos acreditam que se o país investir na confecção de roupas de baixo, os rendimentos podem muito maiores. Por isso a roupa de baixo merece uma atenção especial dos brasileiros”, diz Thiago Malva, diretor executivo do site Finíssimo.

O mercado interno é também um grande impulsionador do segmento. Segundo dados do Instituto de Estudos de Marketing Industrial, a produção nacional de cuecas saltou de 122,3 milhões de unidades para 141,9 milhões em cinco anos. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) o Brasil produz uma média de 800 milhões de peças por ano e possui cerca de 6 mil empresas que geram mais de 36 mil empregos diretos. Em 2009, os números superaram a média. O país produziu 960 milhões de peças de moda íntima e faturou R$ 5 bilhões. Em 2008 foram 835 milhões de peças com faturamento de 4,5 bilhões. O crescimento no período é de 10%.

“A ação ressalta o crescimento de Brasília no cenário fashion ao dar visibilidade a modelos, cabeleireiros, maquiadores e produtores de moda de mostrar o seu trabalho para milhões de pessoas por meio da cobertura jornalística que repercute nos quatro cantos mundo, como China, EUA e Emirados Árabes”, explica Thales Sabino, editor-chefe do site Finíssimo.

Neste ano participam do desfile em comemoração ao Dia Nacional da Roupa de Baixo as marcas Jogê, Scala, Levi’s, Taco, Puket, C&A, Riachuelo, Any Any, Colcci, Hering, Marisa, Hope, Polishop, Lupo, Atol das Rocas, Nicoboco e Toulon. Para João Marcos Mesquita, gerente de Marketing do Conjunto Nacional, o objetivo é apresentar ao consumidor os produtos das marcas do shopping que tem investido em qualidade, conforto, beleza e moda. “A ação é importante para lançamento de tendências do segmento e prevemos um crescimento de 15% nas venda. Teremos a participação de 14 marcas do nosso mix de lojas desfilando no evento. Sem dúvida será muito impactante para o shopping”, avalia ele.

Em 2009, o Dia Nacional da Roupa de Baixo foi presenciado por mais de 5 mil pessoas que se acotovelaram para ver o curioso desfile de beldades. “Quem viu o manifesto ao vivo ficou curioso para saber o que acontecia e admirado pela beleza dos modelos. Quem acompanhou pela mídia queria ter visto ao vivo também”, conta Ricardo Lucas diretor de marketing do site Finíssimo.


O ÍNTIMO REVELADO

A abertura do Dia Nacional da Roupa de Baixo (09.02) será às 13h com a exposição ‘O íntimo revelado’, que expecionalmente no dia da abertura estará na praça diante do shopping Conjunto Nacional. A mostra do fotógrafo João P. Teles apresenta modelos vestidos apenas em trajes íntimos fazendo poses e inseridos em imagens que fazem alusão aos 50 anos de Brasília. “Em preto, branco e cinza o fotógrafo trabalha com sombras, curvas e ângulos retos que nos remetem aos traços da capital federal”, diz Maria Thereza Laudares, curadora da mostra.

A exposição brinca com os sentidos e lida com mistério e sedução presentes, ao mesmo tempo, no céu e na arquitetura da cidade. Os modelos selecionados, segundo a curadora, representam a miscigenação, marca registrada dos habitantes de Brasília. Depois da abertura, as fotos ficam expostas nos corredores do shopping até o dia 28 de fevereiro.


Fonte:cerradomix.maiscomunidade.com

Paraná Business Collection impulsiona IndústrIa da moda no Paraná

Setor que emprega mais de 90 mil pessoas quer criar e reforçar marcas do Estado. Evento acontece de 22 a 26 de fevereiro, em Curitiba

A moda produzida no Paraná será o foco da quarta edição do Paraná Business Collection (PBC), que acontece de 22 a 26 de fevereiro no Cietep, em Curitiba. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), através do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário, e Sebrae-PR, o evento reunirá desfiles, showroom de negócios e uma programação paralela que inclui o 7º Prêmio João Turin, o Ciclo de Atualização em Moda, além de exposições, palestras, debates e uma oficina de moda.

“O setor está em crescente expansão, mas queremos tornar o Estado uma referência em moda. Queremos mostrar que o Paraná não produz somente roupas, mas sim moda. Somos um grande produtor de marcas, com produtos de altíssima qualidade”, diz Marcos Tadeu Koslovski, coordenador do Conselho e presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário do Paraná (Sivepar).

Dados do Departamento Econômico da Fiep mostram a dimensão da indústria têxtil e do vestuário no Estado. O polo de confecção do Paraná está entre os cinco maiores do Brasil, representando 7,7% do total de indústrias do setor do país. As 5.588 indústrias, a maioria micro e pequenas empresas, empregam mais de 90 mil trabalhadores, o que representa 6,74% de todos os empregados do setor no País. No Paraná, o setor é o segundo que mais emprega entre toda a indústria do Estado.

Um dos destaques da indústria paranaense é a descentralização da produção. Existem indústrias em todas as regiões do Estado, com destaque para a região Norte, que concentra mais de 2.300 empresas, representando 42% do total de indústrias do setor no Paraná. Também possuem alta concentração de empresas as regiões Noroeste (19,1%) e Metropolitana de Curitiba (15,17%).

Agregar valor para vencer a concorrência

O vestuário, assim como todos os setores da economia, foi afetado pela crise financeira mundial. “2009 foi um ano atípico para a economia. Não podemos negar que fomos atingidos, mas estamos nos recuperando gradativamente”, afirma Koslovski. Ele destaca que para se reerguer e também para vencer a forte concorrência dos produtos chineses, a indústria do Paraná investe em inovação para agregar valor aos produtos locais, fortalecendo marcas já existentes e dando subsídio para a criação de novas grifes.

“O Paraná tem um potencial gigantesco no cenário regional, nacional e internacional da moda. Além da inovação e preocupação com a qualidade, o que diferencia os empresários paranaenses é a união entre os nove sindicatos do setor para o fortalecimento da indústria”, ressalta.

Os sindicatos representam todas as regiões do Estado: Sivepar, Sindivest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Curitiba), Sinvespar (Sindicato do Vestuário do Sudoeste do Paraná), Sinveste (Sindicato do Vestuário de Cianorte), Sivale (Sindicato do Vestuário de Apucarana), Sindvest (Sindicato do Vestuário de Maringá), Sinditêxtil (Sindicato de Fiação e Tecelagem), Sindicouro (Sindicato de Artefatos de Couro) e Sindwest (Sindicato do Vestuário do Oeste do Paraná).

Marcos Koslovski acredita que o PBC contribui para o aumento da visibilidade da produção paranaense. “O showroom de negócios atrai compradores de vários estados. Em 2009, tivemos a participação de 25 marcas paranaenses, que movimentaram mais de R$ 5 milhões em negócios fechados e prospectados”, diz, ressaltando que para 2010 já estão confirmados 48 expositores. “Se seguirmos a tendência de crescimento, em relação aos anos anteriores, vamos ultrapassar R$ 10 milhões em negócios”, destaca Koslovski.

PBC 2010

O Paraná Business Collection acontece de 22 a 26 de fevereiro, em Curitiba. Esta será a primeira vez que o evento será focado na coleção de inverno. Treze marcas e estilistas paranaenses lançam suas coleções na passarela do PBC: Jefferson Kulig, Lafort Collection, Fábio Bartz, Lucia Figueredo, Sinistra, Picnicdelefante, Basic, Raffer, Chita Brasil, Joyful, Basic e Silmar Alves. A programação completa dos desfiles pode ser conferida no site http://www.paranabusinesscollection.com.br



Fonte:hnews.com.br

Liminar livra 500 empresas do novo SAT


As cerca de 500 companhias associadas ao Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem) estão livres da nova metodologia adotada para o cálculo da contribuição ao Seguro Acidente do Trabalho (SAT). Uma liminar da juíza Taís Vargas Ferracini de Campos Gurgel, da 4ª Vara Federal de São Paulo, afastou a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção ( FAP ), instituído pelo Decreto nº 6.957, de 2009, que aumentaria a alíquota do tributo. A decisão livrou as empresas - que pagavam 2% sobre a folha de salários - de um aumento médio de um ponto percentual.

A juíza entendeu que "o método de usar cálculos baseados em projeções de expectativa de vida nos casos de pensão por morte e aposentadoria por invalidez é absolutamente desproporcional." O FAP foi adotado para aumentar ou reduzir as alíquotas da contribuição, com base nos índices de cada empresa. Ele varia de 0,5 a dois pontos percentuais, o que significa que a alíquota de contribuição pode ser reduzida à metade ou dobrar, chegando a 6% sobre a folha de salários. Desde que entrou em vigor, em janeiro, o novo decreto passou a considerar, por exemplo, acidente de percurso como acidente de trabalho. Apesar disso, o Ministério da Previdência afirma que o novo FAP vai beneficiar a maioria das empresas.

A liminar do Sindeprestem poderá ser ainda mais abrangente e alcançar mais três mil empresas. No processo, o sindicato pediu a aplicação do benefício para todas as empresas filiadas. Na decisão, a juíza lembrou-se apenas de citar a palavra associadas, o que só incluiria aquelas que pagam mensalidade para ter acesso aos serviços da entidade. Com a mudança, entrariam também as empresas que apenas recolhem a contribuição sindical e que não têm direito aos serviços oferecidos. "Já apresentamos recurso e acreditamos que, esta semana, teremos um resultado positivo", diz o advogado que representa a entidade, Ricardo Godoy.

Mais de 90% das filiadas ao Sindeprestem tiveram aumento com o novo FAP. "Não teve uma associada que passará a pagar menos", reclama o presidente do Sindeprestem, Vander Morales. Para o empresário, em um momento de retomada da economia um aumento de carga tributária "e ainda por decreto" desestimula a formalidade.

Várias entidades de classe têm recorrido ao Judiciário contra a aplicação do novo FAP. Entre elas, o Sindicato da Indústria Têxtil de São Paulo (Sinditêxtil-SP), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp), o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo (Sescon-SP) e a Federação das Empresas de Serviços de São Paulo (Fesesp). Mais de 16 empresas já obtiveram liminares na Justiça.


Fonte:valoronline

As cerca de 500 companhias associadas ao Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem) estão livres da nova metodologia adotada para o cálculo da contribuição ao Seguro Acidente do Trabalho (SAT). Uma liminar da juíza Taís Vargas Ferracini de Campos Gurgel, da 4ª Vara Federal de São Paulo, afastou a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção ( FAP ), instituído pelo Decreto nº 6.957, de 2009, que aumentaria a alíquota do tributo. A decisão livrou as empresas - que pagavam 2% sobre a folha de salários - de um aumento médio de um ponto percentual.

A juíza entendeu que "o método de usar cálculos baseados em projeções de expectativa de vida nos casos de pensão por morte e aposentadoria por invalidez é absolutamente desproporcional." O FAP foi adotado para aumentar ou reduzir as alíquotas da contribuição, com base nos índices de cada empresa. Ele varia de 0,5 a dois pontos percentuais, o que significa que a alíquota de contribuição pode ser reduzida à metade ou dobrar, chegando a 6% sobre a folha de salários. Desde que entrou em vigor, em janeiro, o novo decreto passou a considerar, por exemplo, acidente de percurso como acidente de trabalho. Apesar disso, o Ministério da Previdência afirma que o novo FAP vai beneficiar a maioria das empresas.

A liminar do Sindeprestem poderá ser ainda mais abrangente e alcançar mais três mil empresas. No processo, o sindicato pediu a aplicação do benefício para todas as empresas filiadas. Na decisão, a juíza lembrou-se apenas de citar a palavra associadas, o que só incluiria aquelas que pagam mensalidade para ter acesso aos serviços da entidade. Com a mudança, entrariam também as empresas que apenas recolhem a contribuição sindical e que não têm direito aos serviços oferecidos. "Já apresentamos recurso e acreditamos que, esta semana, teremos um resultado positivo", diz o advogado que representa a entidade, Ricardo Godoy.

Mais de 90% das filiadas ao Sindeprestem tiveram aumento com o novo FAP. "Não teve uma associada que passará a pagar menos", reclama o presidente do Sindeprestem, Vander Morales. Para o empresário, em um momento de retomada da economia um aumento de carga tributária "e ainda por decreto" desestimula a formalidade.

Várias entidades de classe têm recorrido ao Judiciário contra a aplicação do novo FAP. Entre elas, o Sindicato da Indústria Têxtil de São Paulo (Sinditêxtil-SP), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp), o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo (Sescon-SP) e a Federação das Empresas de Serviços de São Paulo (Fesesp). Mais de 16 empresas já obtiveram liminares na Justiça.



Fonte:valoronline

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lambança


Tem gente que pede o silêncio, tem gente que pede a omissão, tem gente que põe a mordaça, e tem gente que por ser assim ou por ter nascido assim, vive a farra do antagonismo. Tem gente que manipula os sonhos e a arte, praticando o amor pelo esporte, o amor ao próximo e tantas outras virtudes. Tem gente que não rouba no jogo, mas olha a carta do adversário (isso não é a mesma coisa?)



Mas tem gente que pede “novidades”, ao invés de “obviedades” ou “fofocas de crianças”.

Tem gente que pede o inédito.

E tem gente que canta: “Brasil mostra a tua cara”.

E o mais grave, tem gente que sabe “escrever corretamente” e não enxerga um palmo na frente do próprio nariz ou, por exemplo, o sentido mais amplo dessa belíssima frase de Cazuza que citei e que sugere: “mostre a tua foto, a tua identidade”



Tem gente que pede educação e bons modos, ao invés de redundâncias; Leite branco, pedra dura, subir pra cima, descer pra baixo. Importantíssimo frisar que é muito mais grave, você escancarar esse tipo de redundância nos comportamentos e atitudes, como muitos fazem escrevendo “corretamente”. Alguns o fazem e com estilo, mas que eu saiba, seus erros são mostrados de forma respeitosa, como por exemplo:

“Vi com meus próprios olhos. "E rir meu riso e derramar meu pranto / Ao seu pesar ou seu contentamento." (Vinicius de Moraes)” Quem ousaria? (rss)





Muita gente não cometeria esse tipo de erro crasso, (acho que nem eu, com minhas distrações imperdoáveis, exceto claro, as que citaram de Vinicius). Portanto, existem várias ramificações ou derivações do termo redundância, que eu diria, são muito mais comportamentais do que erros de grafia. Como por exemplo: Velho (a), barrigudo (a) e baixinho (a), casado (a) mais de uma vez, etc e citando isso de forma pejorativa. Ora, é preferível tolerar um erro de grafia onde esteja embutida sempre a verdade, a alegria de viver, a vontade de expressar idéias e conviver em harmonia, do que agredir as pessoas com preconceitos tolos e redundância embutida (samba de uma nota só).



Respeitemos nossos próprios pais, nossa grande família, nossos amigos do peito, que envelhecem, ficam barrigudos, abandonam suas “Amélias”, bebem, fumam, e até mesmo “aquelas” que deixam de ser “Amélias” para uma doce vingança, porque não? Por isso lá atrás citei Cazuza. Tinha suas “opções” com as quais pessoalmente não concordo, mas tinha também muita classe e jamais desfilaria no bloco das pavonices na Avenida Paulista e com frases de efeito, tipo “tudo a ver” ampliada pela verborragia e/ou logorreia do BBB.



Tudo bem: concordo, e confesso que me espelho muito na coragem de um ótimo Jornalista que temos por aqui, o Batista Custódio (DM) e que devo dizer não foi a principal referencia inspiradora para esse texto e quisera eu poder ter a inocência inspiradora que ele tem no campo dos sonhos e da esperança de vida pós-morte.



Talvez eu fosse muito mais feliz do que sou se é que sou, como céptico. Mas ele tem se mostrado assim, abraçado a causa Kardecista, se arvora em dizer que conversa e lê regularmente “mensagens” de um filho que morreu precocemente. Eu compartilho de sua dor e tenho a sorte de não ter vivido essa experiência, mas não acho que seres humanos mesmo muito sofridos, ou mesmo com muito estoque de ressentimentos, devam ficar a vida inteira “batendo numa tecla só” (aliás, o mau do século praticado pelos jovens gladiadores do Msn) e tentando dar vida aos mortos.



Rosalina Mucci, nossa querida mestra de datilografia (na minha terra natal), um dos anjos da minha vida quando eu ainda tinha meus 10 anos já mostrava isso. Em outras palavras, ou seja, ensinando a perseverar no teclado, ela preconizava “ir além”, aprender a arte de aglutinar, “juntar peças” (asdfg-hjklc) para a indelével arte de comunicar. Ela ensinou-nos, os primeiros passos para o “beaba” da arte de resolver “palavras cruzadas”. Em outras palavras: A guerra do conhecimento. Ela deixou bem claro que a arte da “pesquisa” é apenas um insignificante complemento da arte de criar (frase minha).



Portanto, eu repito: Saber escrever corretamente é muito importante e estético, mas muito mais valor tem aquele que sabe o real significado de cada uma dessas palavras e saiba que muitas delas e tampouco as atitudes que elas sugerem, “são para serem levadas à sério” no que tange ao seu real significado. E por tabela, aqueles que são seus indignos portadores, se anulam.



Assim, e posto assim, alguns amigos de Batista Custódio aqui em Goiânia, por exemplo, reclamam de sua clausura, mas, devem entender que escrever é uma arte, quase uma magia.

As palavras começam a brotar no nosso pensamento e transportá-las para o papel, ou para a ponta dos dedos no teclado silencioso, novo instrumento da psicografia dos sonhos, e é tarefa difícil, que requer um estado de espírito, um momento que irá de encontro a uma chuva de sentimentos. Você pode saber ler e escrever, pode ser um acadêmico, pode saber fazer a caneta deslizar pelo papel, como se estivesse acariciando um corpo de mulher, mas tem que ter aquele momento só seu.



Se esse momento não existir, nada surgirá e a mágica do inédito não acontecerá. Todos nós temos direito a ficar num quarto escuro sem olhar pra nada, ou então bem sozinho em frente a um espelho tentando buscar coisas novas ou buscar o nada. É um estado natural, muito mais até do que “direito”.



Tem gente que é samba de uma nota só mesmo, e vai morrer assim. Não muda, não evolui, não sabe a arte de ser feliz, de fazer amigos ou de compartilhar sonhos e idéias.



Pra esse tipo de gente aí vai uma receita para ser feliz. Se for de Ponte Nova, dê um passeio de vez em quando em Viçosa, reze três Pais nosso e umas duzentas Ave-Marias ou então faça alguma promessa, como por exemplo, conhecer Sta. Cruz do Escalvado e conhecer o fórum onde se tira certidões negativas, etc, aprimorar conhecimentos jurídicos. Ou então como antigamente, vista um terno xadrez e vá pagar uma promessa em Aparecida e tire uma foto com toda família em frente à Catedral.



Qualquer um de nós faz inimigos deliberadamente; eles se ofereceram e surgem pelos caminhos da vida. Eles cruzam nossos caminhos em busca de uma sombra (para eles). Nas encruzilhadas, eles surpreendentemente estão em todas as estradas que nós escolhemos. E todos eles estão presentes de uma forma ou de outra, nas entrelinhas desse texto que acabamos de ler. Cabe a cada um de nós sabermos onde estamos exatamente inseridos aqui. Mas cabe a cada um de nós principalmente sabermos quais são aquelas pessoas que cruzam o nosso caminho, na base da “roleta russa”, simplesmente pelo prazer de ver o sangue correr na beira dos nossos caminhos ou aqueles que surgem como lobos vestidos em pele de cordeiro..



Por isso, plagiando aquele velho refrão do DETRAN: Todos nós temos que saber dirigir - “Mas não faça do saber, uma arma”. E todos nós temos que ter Amigos, mas que não façamos de cada Amigo, um escudo para as nossas vaidades

Sindicatos ameaçam realizar protestos na Copa por ROUPA do mascote


JOHANESBURGO - Sindicatos da África do Sul têm ameaçado atrapalhar a Copa do Mundo por causa de uma acusação, que vem sendo investigada pela Fifa, de que o mascote do campeonato estaria sendo produzido em uma fábrica chinesa que explora seus funcionários.

A Global Brand Group (GBG), a empresa que gerencia as marcas para a Fifa, disse num comunicado ter tomado conhecimento de uma reportagem da mídia britânica sobre a fábrica chinesa que produz uma roupa do Zakumi, o leopardo de cabelo verde que é o mascote da Copa.

"A GBG tomou as medidas apropriadas para contratar a Intertek, a maior organização do mundo para certificação, inspeção e testes independentes, a fim de conduzir uma inspeção imediata e uma auditoria de adequação social e ética", disse o comunicado.

O documento afirmou que nenhuma questão havia sido levantada com relação à companhia anteriormente, mas acrescentou que o fabricante não produz nenhum dos outros brinquedos, produtos ou mercadorias do Zakumi.

A fabricação do mascote e de outros brinquedos relacionados na China e as acusações de exploração desagradaram os sindicatos da África do Sul, onde o desemprego oficial fica perto dos 25 por cento.

O jornal britânico News of the World divulgou em janeiro que a fábrica pagava aos seus funcionários salários "lamentáveis" e os forçava a trabalhar em péssimas condições.

A federação do trabalho Cosatu, poderoso aliado do Congresso Nacional Africano, exigiu uma investigação e ameaçou atrapalhar a copa.

"A Cosatu tem exigido de forma consistente que toda a parafernália da Copa do Mundo seja fabricada na África do Sul de forma que possamos criar empregos e herdar um legado do torneio que melhorará, de forma permanente, a vida dos trabalhadores sul-africanos", disse a federação em comunicado.

"Os consumidores sul-africanos, achando que estão fazendo um gesto patriótico comprando o mascote caro, não estão cientes de onde ele vem e como é produzido."

Um ramo regional da federação afirmou que pediria o boicote das vendas do mascote e protestaria em todos os eventos da Fifa ou da Copa do Mundo na Cidade do Cabo -- que sediará oito partidas, incluindo uma semifinal, e sofreu aumento no desemprego no setor têxtil -- "até que a Fifa se comporte de forma ética."

A GBG afirmou que a Fifa procurou os melhores fabricantes e distribuidores para todos os produtos da Copa.

"Sempre que possível, a primeira escolha de produção é a África do Sul, porém, nos casos onde isso é impossível, parceiros fabricantes internacionais são considerados," afirmou.

Fonte:estadao.com.br

Governo recebe plano de ampliação de fábrica da Santana Têxtil em MT


O setor industrial de Mato Grosso contará com novos investimentos da Santana Têxtil do Brasil, em Rondonópolis (212Km ao Sul de Cuiabá) neste ano. O plano de investimento da empresa foi apresentado ao governador Blairo Maggi, nessa sexta-feira (05.02), pelo diretor do grupo, Marcos José dos Santos.

A Santana Têxtil irá ampliar o parque fabril no município, com a estimativa de, nos próximos dois anos, investir R$ 176 milhões e ter um incremento de 27 milhões de quilos de fio por ano. Santos lembrou que na primeira fase, da implantação da fábrica em 2006, foram investidos R$ 250 milhões e a produção média anual é de 20 milhões de quilos de fio.

“Teremos aqui, no Estado de Mato Grosso, a fábrica mais moderna e avançada do mundo, com tecnologia suíça e alemã. A produção também será diversificada e, assim, atenderemos mais a área de malharia”, adiantou o diretor do grupo. Hoje, a Santana Têxtil oferece 600 empregos direto. Segundo Santos, a previsão é aumentar para mil nos próximos anos.

Ainda conforme ele, este ano a fábrica faturou R$ 300 milhões. Com esses novos investimentos, até 2011, a empresa em plena capacidade atingirá uma receita anual de R$ 500 milhões, além dos impostos que pode gerar. O grupo deve continuar ainda a consumir o algodão de Mato Grosso, da própria região de Rondonópolis que é considerada a maior produtora do caroço. O apoio do Governo na preparação de mão-de-obra para atender a demanda que deve surgir com esta ampliação foi pedido por Santo ao chefe do Estado.

A fábrica da Santana Têxtil está no Estado há cerca de três anos. Desde 2007, ela consome mais de 12 mil toneladas de algodão/ano produzidos em Mato Grosso. A produção da unidade atende a demanda da região Centro Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.

Acompanhou a audiência ainda, o secretário de Planejamento e Coordenação Geral, Arnaldo Alves, e diretores do Banco do Brasil.

Fonte:odocumento.com.br

Quer ser um líder e alavancar a carreira profissional? Veja dicas de especialista


Ser reconhecido no que faz, ter uma boa situação financeira, assumir um cargo de destaque na empresa, liderar uma equipe. Esses são os desejos de muitos trabalhadores que pensar em prosperar na carreira e expandir suas perspectivas para o futuro.

Só que, com um mercado profissional cada vez mais competitivo e globalizado, alcançar os altos cargos e ter excelentes remunerações, no mundo corporativo, tornou-se um processo ainda mais acirrado.

O Master Coach José Roberto Marques, presidente do IBC Coaching (Instituto Brasleiro de Coaching) explica que os obstáculos do dia-a-dia acabam interferindo na meta inicial. “Uma palavra desmotivadora no trabalho, um problema na família, tudo acaba sendo motivo para a pessoa desviar do foco. A diferença entre uma pessoa bem sucedida e realizada e outra que não consegue o seu lugar ‘ao sol’, é a falta de comprometimento com os seus sonhos, ou seja, suas metas e objetivos”, afirma.
De acordo com o especialista em gestão comportamental e organizacional, Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil, os profissionais que desejam prosperar em suas carreiras devem se ater a duas palavras: foco e determinação. “Em um primeiro momento é preciso que a pessoa analise quais são seus reais objetivos e onde deseja chegar. O foco serve para criar o plano, depois disso é hora de contar com a insistência e a perseverança para chegar lá”, afirma o consultor Rodriguez.

Outro fator de bastante relevância para alcançar os objetivos na carreira e ter a postura de um bom líder, é investir na capacitação profissional. As empresas sempre buscam para o seu quadro de funcionários, profissionais com perfis que agreguem valor a organização e que se encaixem melhor com sua dinâmica de trabalho.

O especialista Edson Rodriguez afirma que cursos, especializações, e outras formas de ‘reciclar’ o conhecimento são ferramentas bem vindas para todos os trabalhadores. “Profissionais capazes de realizar coisas e de entregar resultados mensuráveis são cada vez mais valorizados. É preciso investir em seus diferenciais, capacitar-se e ter em mente que o aprendizado é algo que acompanha toda a vida”.

O consultor Edson Rodriguez aponta dez dicas para ajudar no processo de crescimento na carreira e para formação de bons líderes. Veja:

1 – É preciso se auto-avaliar objetivamente. Quais seus pontos fortes e fracos? Como eles impactam em sua carreira?;

2 – Reflita como foi sua evolução profissional e social nos últimos três anos? O que aumentou, melhorou, modificou-se de modo positivo para você?

3 - Sua empresa/negócio tem um plano para 2010? Qual é esse plano? Como você se encaixa nele?;

4 - Desenvolva projetos relacionados com as diretrizes da sua empresa. Pratique a iniciativa;

5 - Estimule o aprendizado nas novas ferramentas tecnológicas e busque a captação profissional, atualize-se;

6 - Crie/participe de grupos de discussão de interesse para organização, mas com algum complemento social também. Busque socialmente a companhia de seus pares e seus superiores;

7 - Na medida do possível, participe socialmente, aceite os convites de seus subordinados, é uma excelente prática de liderança;

8 - Partilhe conhecimento, seja visto como recurso;

9 - Delegue, arrisque-se mais, procure seguir sua intuição;

10 - Olhe para cima e veja o que você pode fazer para ajudar seu chefe a ser promovido. Busque as responsabilidades mais altas e faça a mesma coisa para baixo, estimule e compartilhe as suas responsabilidades também. Forme um substituto para que você também possa ser promovido.

Tenha em mente que o responsável pela sua carreira e sucesso é você, e para alcançar seus objetivos profissionais é preciso planejar, se preparar e acreditar na sua capacidade e no seu talento.

Fonte:administradores.com.br

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Karsten amplia linha e acirra disputa com a Teka


A indústria têxtil Karsten, de Blumenau, vai entrar no segmento de cama, mesa e banho institucional. Batizada de Karsten Care Health e Karsten Care Hotel, a linha, que será lançada hoje, vai atender hospitais, restaurantes, bares e hotéis. O movimento reafirma a intenção da empresa de aumentar a fatia de vendas para o mercado nacional.

"Acreditamos no crescimento do segmento institucional, principalmente motivado pelos eventos que vêm pela frente, como a Copa do Mundo e a Olimpíada", diz Alvin Rauh Neto, presidente da Karsten. Para atender o novo segmento, a empresa criou uma equipe de vendas, com 40 pessoas.

O presidente da Karsten estima que o segmento institucional represente 10% de todo o mercado de cama, mesa e banho brasileiro. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), em 2009, o faturamento da cadeia têxtil foi de US$ 47 bilhões. Em 2010, a expectativa da Abit é de que o setor atinja faturamento de US$ 50 bilhões.

Para entrar no segmento institucional, a Karsten investiu em tecnologia dos tecidos, o que incluiu toalhas com facilidade para a remoção de manchas e maior durabilidade das cores. De acordo com Rauh, são mais de mil itens desenvolvidos para a nova linha.

A expectativa da empresa é que, em cinco anos, o novo negócio represente 10% do seu faturamento atual. Nos resultados mais recentes enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Karsten apresentou faturamento líquido de R$ 78,4 milhões no terceiro trimestre de 2009 e um lucro líquido de R$ 2,2 milhões - no mesmo período de 2008 houve prejuízo de R$ 481 mil. No acumulado de janeiro a setembro de 2009, a empresa apresentava receita líquida de R$ 223,5 milhões, mas registrava prejuízo de R$ 1,6 milhão, em relação ao lucro de R$ 10,9 milhões de janeiro a setembro de 2008.

Com o lançamento, a têxtil catarinense complementa o portfólio. Hoje, a empresa atua com a Casa In, no segmento popular, e a marca Karsten, na classe B. De acordo com reportagem publicada pelo Valor em janeiro, uma negociação avançada com a Trussardi, indústria têxtil de São Paulo, permitiria à Karsten atender o público de alta renda, com produtos de maior valor agregado. Perguntado sobre o andamento das negociações, Rauh disse que "não havia nada a declarar".

Na briga para conquistar o mercado institucional, a Karsten deve enfrentar a conterrânea Teka. A empresa atua há 15 anos no segmento de profline. Hoje, os produtos voltados para hotéis, bares e restaurantes são o segundo negócio da Teka e perdem apenas para os itens de cama, mesa e banho à venda no varejo nacional.

"Somos pioneiros em atender esse segmento. Hoje, esse é o negócio que mais cresce dentro da empresa", diz Marcello Stewers, vice-presidente da Teka. O empresário acredita na expansão do setor turístico brasileiro, independente dos eventos esportivos que vem pela frente. A Teka encerrou os nove primeiros meses de 2009 com receita de R$ 203,1 milhões, uma queda de 39% em relação aos R$ 283,6 milhões de janeiro a agosto de 2008.

"O Brasil está aparecendo mais como destino turístico, e o setor está se profissionalizando", afirmou Stewers. Segundo o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Norton Lenhart, hoje há 1,2 milhões de empresas ligadas ao segmento no Brasil. De acordo com ele, pelo menos 50% estão na informalidade.

Na terça-feira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou uma linha de crédito voltada para a rede hoteleira. Foram colocados à disposição R$ 1 milhão para melhorias, ampliação e construção de hotéis e pousadas para a Copa de 2014. O valor poderá ser ampliado. O presidente da FNHRBS acredita que os valores servirão para incentivar o desenvolvimento de um setor que já está em crescimento.

Fonte:Valoronline

Vicunha leiloa equipamentos e peças


Os itens de maquinários antigos podem ser adquiridos com até 20% do preço de mercado

A Vicunha Têxtil, maior indústria têxtil da América Latina, está levando a leilão peças industriais de sua unidade fabril de Maracanaú. Os onze lotes que estão sendo ofertados são constituídos por itens como anéis, buchas, molas, parafusos, pinos, porcas, tensor completo, pastilha de freios, resistências, cabos, sensores, capacitores, válvulas, mangueiras, rolamentos, correias, eixos, cilindros, engrenagens, suportes, conexões, dentre outros.

Pessoas físicas ou jurídicas podem dar lances, até o próximo dia 11, às 11h30, através de pregão virtual que está ocorrendo no site do leiloeiro, através do www.superbid.net. Ao todo, está sendo ofertado R$ 85.500 em peças.

"O leilão representa uma ótima oportunidade para quem necessitam de peças sobressalentes para máquinas antigas. Em termos de preço, elas estão custando até 20% do valor da nova", explica o diretor comercial da Superbid, Pedro Barreto. O lote de menor valor, com engrenagens, guarnições e conexões de máquinas já tiradas de produção pela Vicunha está avaliado em R$ 4 mil.

A Vicunha Têxtil está no mercado de fabricação e comercialização de índigos e brins há mais de 40 anos, com fábricas nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Votorantim

Pedro Barreto também informa que o Superbid está leiloando 59 lotes de peças industriais, equipamentos, veículos e outros itens da Votorantim Cimentos, superando R$ 400 mil. Destes, oito lotes estão em Sobral e somam R$ 6.250. Os demais estão espalhados por várias cidades do País. Para o leilão da Votorantim, os lances podem ser dados até o dia 10, às 11h.

Como Participar

As fotos e descrições completas dos ativos estão disponíveis no site www.superbid.net. Mas, para ofertar lances, é necessário estar cadastrado e solicitar habilitação - todo o processo pode ser online.

Os interessados em conferir os ativos antes da compra deverão entrar em contato com a central de atendimento da Superbid, através do (11) 2163-7800 ou no cac@superbid.net. Vale ressaltar que os bens serão vendidos no estado em que se encontram e sem garantia.




Fonte:diariodonordeste.globo.com

Violação dos direitos humanos no Sri Lanka - A UE retirou, os benefícios às exportações de têxteis


Devido às acusações de violação dos direitos humanos no Sri Lanka, a UE retirou, para já, os benefícios às exportações de têxteis e vestuário do país, o que tem levado a um aumento das preocupações dos empresários locais. No entanto, Bruxelas mantém a via do diálogo aberta, não pondo de lado o regresso do GSP+.
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UE negoceia GSP+

O líder da delegação da União Europeia ao Sri Lanka, o embaixador Bernard Savage, revelou que a União Europeia (UE) está empenhada em prosseguir o diálogo com as autoridades do Sri Lanka para assegurar a continuação do esquema de comércio GSP+. Os seus comentários seguiram-se à decisão de Bruxelas de, temporariamente, suspender os termos de comércio preferencial com o Sri Lanka devido ao seu historial de violação dos direitos humanos.

Antes da suspensão entrar em vigor, durante os próximos seis a oito meses, o Sri Lanka e a UE vão analisar as razões da suspensão do GSP+. «Estamos empenhados em prosseguir o diálogo com o governo do Sri Lanka em relação ao GSP+», referiu o embaixador Savage na conferência de imprensa do Tratado de Lisboa. «Estamos a falar de um período de seis a oito meses em que os benefícios do GSP+ não serão retirados. Durante este período vamos continuar o diálogo com o governo para permitir à Comissão rever a sua decisão, antes da suspensão entrar em vigor», referiu.

Embora não haja declarações oficiais do Governo do Sri Lanka, este manifestou a vontade de cooperar com a UE para manter o esquema. Na cerimónia dos prémios da Câmara de Comércio do Ceilão, o Ministro dos Direitos Humanos, Mahinda Samarasinghe, revelou que o Governo está a desenvolver um plano de acção para a protecção dos direitos humanos. O Ministro afirmou que o plano de acção – que deve tornar-se público em breve – deverá também ajudar a manter o esquema de comércio GSP+. «Esperamos que esta iniciativa contribua para assegurar um melhor contexto sobre o qual as concessões como o GSP+ podem ser negociadas e asseguradas», afirmou o Ministro.

Entretanto, os exportadores de vestuário do Sri Lanka estão ansiosos perante esta situação. Os exportadores afirmam que alguns compradores internacionais de vestuário do Sri Lanka estão já a pedir às empresas locais para absorverem os custos resultantes da perda do GSP+. «Alguns compradores já pediram às nossas unidades de produção para suportarem os custos fiscais adicionais, mas alguns concordaram em dividi-los, para que ambas as partes se responsabilizem pelos custos adicionais», revelou Rohan Masakorala, secretário-geral do Joint Apparel Association Forum (JAAF). «De qualquer forma, isso vai ser muito difícil para as nossas empresas porque não estão a operar com grandes margens de lucro, sobretudo as PME’s», acrescentou.

Embora os exportadores de vestuário tenham já encomendas para o primeiro semestre de 2010, a incerteza mantém-se para o segundo semestre e para o futuro.

Fonte:portugaltextil.com