sábado, 17 de novembro de 2012

Problemas de logística consomem quase um quarto da cadeia produtiva

Problemas de logística consomem quase um quarto da cadeia produtiva

Interface Newsletter

O gargalo logístico brasileiro consome até 22,69% da receita bruta de setores da cadeia produtiva nacional. A associação de estradas em condições precárias com a falta de integração dos modais (rodovias, portos, aeroportos e hidrovias) de transporte obriga as empresas a disporem de verba bilionária para deslocar produtos e matéria-prima pelo país, segundo estudo inédito da Fundação Dom Cabral. Os setores de bens de capital, construção e mineração são os que mais sentem os estragos provocados pela péssima infraestrutura brasileira, com custos superiores à média registrada entre as companhias consultadas (13,14%).

O levantamento tem como finalidade avaliar as despesas com logística no país. Foram ouvidas 126 empresas (entre elas, a Petrobras, a Vale e a Fiat), que, juntas, faturam o equivalente a um quinto do Produto Interno Bruto (PIB). O transporte de longa distância corresponde a 38% da composição do custo com distribuição de produtos. E a principal razão são as péssimas condições das estradas. Esse fator é apontado por 54,5% dos entrevistados como fator-chave para os gastos adicionais.

A solução para esse quadro desanimador não está, no entender de mais de 70% dos entrevistados, no investimento em infraestrutura rodoviária, mas, sim, na melhor gestão das ferrovias com integração multimodal. “As empresas estão conscientes que, mesmo se melhorar as rodovias, a concentração de carga mantém o preço em alta por causa do monopólio do frete. É preciso ter maior concorrência entre os modais de transporte para reduzir o custo”, afirmou o coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, Paulo de Tarso Resende.

Outros dois fatores são citados como primordiais para a elevação de custo: burocracia governamental e restrição de carga e descarga em grandes centros urbanos. Esses itens são apontados, respectivamente, por 51,2% e 49,6% das empresas. O primeiro está relacionado, principalmente, aos entraves em portos e aeroportos, o que encare o comércio exterior. Já o segundo significa encargo para diversas cadeias, como a de automóveis e a de construção civil.

Fila de semanas
O presidente da Federação das Empresas de Transportes de Carga de Minas Gerais (Fetcemg), Vander Francisco Costa, disse que, no caso da lentidão do poder público, os transportadores são obrigados a ficar ao longo de semanas nas filas para ingresso e saída de produtos internacionais à espera da liberação de documentos. Além disso, a ineficiência de armazéns torna o sistema ocioso. “O caminhão deveria carregar, descarregar e voltar. Mas não é assim. Mesmo no porto de Paranaguá, é obrigado a ficar quase 15 dias. Com isso, faz-se do caminhão um armazém sobre rodas”, relatou. Como o custo do caminhão em uso é de R$ 100 por hora útil, essa cifra é acrescida ao valor do frete.

Diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Marcelo Veneroso compara o processo de transporte de máquinas no Brasil e nos Estados Unidos. Lá, segundo ele, máquinas com 15 ou 20 metros são colocadas num pranchão e transportadas de forma simples. Aqui, é necessário separar por módulos e ter cuidados com peças e componentes que oscilam com as vibrações nos buracos das estradas.

Diante das más condições das rodovias brasileiras, a privatização é uma unânimidade, segundo a Fundação Dom Cabral. Considerando o aumento de custo proporcionado pela qualidade baixa das estradas, as empresas dizem preferir arcar com os custos do pedágio. Entre as 126 companhias pesquisadas, todas concordaram em pagar a tarifa para ter maior qualidade na infraestrutura rodoviária.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Melhores Aprendizados De Steve Jobs

steve jobs
Como fã de tecnologia, crescimento e desenvolvimento pessoal, não poderia deixar de prestar uma pequena homenagem a um de meus mentores de empreendedorismo e tecnologia, que foi o saudoso Steve Jobs que, infelizmente nos deixou no dia 05/10/2011.
Muitos conheciam o Steve Jobs como uma pessoa muito inteligente, sendo um dos gênios da tecnologia dos tempos atuais, em que nos proporcionou altos níveis de facilidade, entretenimento, praticidade e ferramentas avançadas para manusearmos equipamentos eletrônicos na área da informática. Para você ter uma ideia, Steve Jobs foi a 1ª pessoa que criou um computador de fácil acesso, que foi o Macintosh que, na época, tinha fila de espera de 40 dias até você conseguir adquirir uma unidade.

CARREIRA DE STEVE JOBS:

Como um dos fundadores da Apple, foi o mentor da criação de vários produtos de sucesso, entre eles: iPod, iPhone e iPad.
Mas Steve Jobs não foi somente um gênio nesta área, pois temos vários outros gênios que sempre estiveram junto dele na Apple, como: Steve Wozniak (programador da Apple), Jonathan Ive (designer da Apple),  John Lasseter (criador da 1ª animação em computação gráfica que foi o Toy Story), entre vários outros, pois ele também foi um gênio na arte do desenvolvimento e crescimento pessoal, que são imprescindíveis para um profissional de sucesso.

FRASES DE STEVE JOBS:

Foi feito um filme muito interessante que mostra um pouco do que foi o início até meados da carreira de Steve Jobs e que é muito interessante. Se ainda não viu, lhe aconselho a ver pois irá se surpreender com a história. O filme se chama “Piratas do Vale do Silício”.
Ele possui várias frases marcantes em sua carreira empreendora de sucesso espetacular. Veja algumas delas:
“Eu trocaria toda a minha tecnologia por uma tarde com Sócrates”
“Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa. Ir para a cama à noite dizendo que fizemos algo maravilhoso, isso importa para mim”
“Você quer passar o resto de sua vida vendendo água com açúcar ou quer ter a chance de mudar o mundo?”
“Você não pode conectar os pontos olhando para a frente; você só pode conectar os pontos olhando para trás”
“Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida”
“Seu tempo é limitado. Por isso, não perca tempo em viver a vida de outra pessoa. Não se prenda pelo dogma, que nada mais é do que viver pelos resultados das ideias de outras pessoas”
“A única maneira de ficar realmente satisfeito, é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho”
“Não deixe o ruído da opinião alheia sufocar sua voz interior”
“Se hoje fosse o último dia de minha vida, queria fazer o que vou fazer hoje? E se a resposta fosse Não muitos dias seguidos, sabia que precisava mudar algo.”
Hoje temos diversas biografias sobre Steve Jobs, recentemente li uma delas que é a “Faça Como Steve Jobs e Realize Apresentações Incríveis Em Qualquer Situação” em que gostei bastante e recomendo.
E, para resumir tudo isto, veja neste vídeo os 3 Grandes Aprendizados da vida de Steve Jobs que podemos trazer para nossas vidas também e nos motivarmos sempre para nunca desistirmos de nossos sonhos e nossas metas. Este vídeo é um discurso que ele fez na formatura de uma das melhores universidades (Stanford)  dos Estados Unidos em 2005:

E você, já conhecia a carreira deste gênio da informática que foi o Steve Jobs? Coloque aqui nos comentários o que mais lhe surpreendeu da carreira desta pessoa que foi espetacr tanto como ser humano, quanto profissional…


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Inbrands faz parceria para vender Tommy Hilfiger no Brasil.

São Paulo - A Inbrands, holding detentora de marcas como Ellus, Richards e Alexandre Herchcovitch, anunciou nesta segunda-feira a formação de uma joint venture com a Tommy Hilfiger, cujo controle será compartilhado entre ambas.
A primeira etapa da parceria, com prazo inicial de dez anos, constituirá a joint venture e garantirá a ela os direitos de operar, gerir e comercializar os itens de vestuário da marca Tommy Hilfiger no Brasil. As vendas ao consumidor terão início em janeiro de 2013.
Já a segunda etapa, que será implementada em 1o de janeiro de 2013, prevê a rescisão da licença concedida pela Tommy à American Sportswear para comercializar os produtos no país.
A Tommy Hilfiger é uma subsidiária integral da PVH, uma das maiores empresas de vestuário do mundo, que também comercializa a marca Calvin Klein, e da American Sportswear, grupo distribuidor de produtos das marcas Tommy Hilfiger e Hilfiger Denim para América Latina e Caribe.
Dimitrios Kambouris/Getty Images
Design Tommy Hilfiger
Designer Tommy Hilfiger, responsável pela marca: vendas ao consumidor no Brasil terão início em janeiro de 2013
Fonte:http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/inbrands-faz-p...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Rio Moda Hype.

Veja como foram os desfiles da 17ª edição da premiação de novos talentos.

Com cinco participantes, sendo quatro deles estreantes, o Prêmio Rio Moda Hype aconteceu na manhã de quarta-feira (07.11) mostrando o trabalho de jovens estilistas de várias partes do Brasil. Veja a ficha técnica das apresentações, com uma seleção de três looks de cada coleção:
Wasabi (RJ)
©Zé Takahashi/Agência Fotosite
Estilistas: Ana Wambier e Daniela Sabbag
Tema: “Dentro do mar tem rio”
Stylist: Rogério S.
Materiais: Algodão, seda, organza, tweeds e paetês
Cores: Variações de bege, marrom, cobre, dourado e azul, com poucos vermelhos e verdes
Coleção: Inspirada na estética “wabisabi”, filosofia oriental que destaca o imperfeito e o rústico – daí as costuras propositalmente inacabadas ou aparentes, as formas soltas e assimétricas e as misturas de texturas e estampas que lembram corrosão e ferrugem.
Patrícia Gimenez (SP)
©Zé Takahashi/Agência Fotosite
Estilista: Patrícia Gimenez
Tema: Alma revelada em cores
Stylist: Felipe Dornelles
Materiais: Algodão maquinetado, voil de seda e viscose acetinada
Cores: Dourado, romã, azul turmalina, damasco, rubi, pink lótus e ouro velho
Coleção: Inspirada no trabalho do fotojornalista Steve McCurry, autor da famosa imagem da menina afegã que foi capa da “National Geographic”, a coleção mistura formas ocidentais e orientais com cartela de cor vibrante.
UNAK (SP)
©Zé Takahashi/Agência Fotosite
Estilista: Bruna Cineze Santini
Tema: Gás oxigênio, íons e hidrogênio
Stylist: Leo Neves
Materiais: Jeans e sarja
Cores: Preto, azul, cinza e branco
Coleção: Tendo o jeanswear como fio condutor, a estilista trabalhou com diferentes técnicas de lavanderia, beneficiamento e tratamentos químicos criando vários efeitos de desgaste no jeans e na sarja.
enkb (SP)
©Zé Takahashi/Agência Fotosite
Estilistas: Cínthia Mádero e Mell Barbosa
Tema: Defyning Hunter | Defying man
Stylist: Leo Neves
Materiais: Moletom, viscose, couro, tela, lã, malha sublimada
Cores: Tons de cinza, verde army, laranja, mostarda, turquesa Prússia
Coleção: Inspiradas pela “busca insatisfeita, eterna e instintiva do homem”, as estilistas procuraram criar uma coleção funcional, sugerindo mistura de texturas e de comprimentos.
Sann Marcuccy (DF)
©Zé Takahashi/Agência Fotosite
Estilista: Sann Marcuccy
Tema: Universal Exhibition de Manet
Stylist: Felipe Dornelles
Materiais: Seda, linho, sarja, malha, renda
Cores: Tons de bege, branco e dourados
Coleção: Inspirado no quadro “Universal Exhibition” (1867), de Manet, o estilista Sann Marcuccy, em sua quarta participação no Prêmio Rio Moda Hype, procurou misturar “tradição e vanguarda”.

6 passos para o insucesso e a ruína de sua reputação.

Uma boa reputação potencializa qualquer campanha, estratégia ou plano de marketing e negócio, mas é preciso ter consciência, habilidade e muito "jogo de cintura" para dar continuidade à uma marca já reconhecida.

A árdua tarefa de conquistar uma colocação gratificante no mercado pode ser facilmente destruída e, algo que levou anos para ser construído, pode acabar em ruínas em questão de segundos!
Desta maneira, não é seguro ou prudente assegurar-se na própria reputação, uma vez que qualquer passo em falso pode levar seu empreendimento ao insucesso.
Uma boa reputação potencializa qualquer campanha, estratégia ou plano de marketing e negócio, mas é preciso ter consciência, habilidade e muito "jogo de cintura" para dar continuidade a uma marca já reconhecida.
Sendo assim, listamos a seguir 6 erros que irão, sem dúvidas, "por em xeque" sua credibilidade e, consequentemente, sua reputação. Acompanhe:
1. Falta de compromisso, demagogia e hipocrisia: Não responder às perguntas ou às necessidades dos consumidores;
2. Oportunista e enrolado: Deixar os clientes sem resposta ou tentar tirar proveito de alguma situação de modo a favorecer a si mesmo sem pensar no principal, que é o cliente;
3. Burocracia e protelação: Tornar todas as ações, desde as mais simples, em um caos de dificuldades;
4. Expectativas frustradas: Prometer o que não pode cumprir, desde prazos até o produto em si;
5. Fugir da responsabilidade: Transferir a culpa, de modo a acusar terceiros;
6. "Síndrome do Estrelismo": Nada mais é do que o empreendedor que se faz totalmente inalcançável e inacessível, dizendo ter "brilho próprio".
Analise e questione a si mesmo "eu tenho feito alguma das ações relatadas acima?" Se a resposta for sim, reflita e mude! Mesmo que você tenha se identificado com uma única, saiba algo está profundamente errado e sua reputação já está, provavelmente, em declínio.

Felipe Martins - fundador e presidente da empresa DOTSTORE, especializada em criação e assessoria em Loja Virtual. 

Rich Snippets: Como Colocar sua Foto Junto com seu Site nas Buscas do Google

Com certeza, o link do seu site fica muito mais atraente com a sua foto do lado, e isso aumenta consideravalmente as chances de receber um clique do internauta. Mas como colocar a sua foto ao lado do link do seu site nos resultados das buscas no Google. Siga este roteiro passo-a-passo:
1. Crie um Perfil no Google+
A primeira coisa a fazer é criar um perfil no Google+, se é que você ainda não tem. Para criar o seu perfil, acesse o site do Google+  e clique no botão “Inscreva-se”. Depois preencha o formulário de cadastro com os seus dados. Se você já tem uma conta no GMail, YouTube, Orkut ou em qualquer outro serviço do Google, possivelmente poderá usar essa mesma conta para criar o seu perfil no Google+.
2. Coloque uma Foto do seu Rosto no seu Perfil no Google+
O Google usará a foto do seu perfil para exibir ao lado do seu site nos resultados da busca, então você precisa adicionar uma foto do seu rosto no seu perfil do Google+. Para isso, acesse sua conta no Google+ e clique no botão “Perfil”, depois clique no link “Alterar Foto do Perfil”.
Google+ Alterando Foto do Perfil
Na tela seguinte você terá várias opções para definir sua foto, desde fazer um upload até tirar uma foto na hora usando sua webcam. Repare que a sua foto precisa ter pelo menos 250 x 250 pixels para ser aceita.
Agora um detalhe importante: a foto precisa ser do seu rosto. Não tente trapacear colocando uma foto de um produto ou qualquer outro objeto. Isso pode resultar na suspensão do seu perfil no Google+. Eu sei do que estou falando, hehehehehehehehe…..
3. Adicione um Link para o seu Site ou Blog na Seção “Colaborador de” do seu Perfil.
Agora que você já criou o seu perfil no Google+ e colocou sua foto nele, é preciso adicionar um link para o seu site na seção “Colaborador de” do seu Perfil. Para isso, clique no botão “Sobre” do seu perfil e depois clique no botão “Editar perfil”.
Google+ Sobre
Na tela seguinte, role até a seção “Colaborador de” e clique nessa seção.
Google+ Colaborador
Clique no link “Adicionar link personalizado” e adicione o link do site que você quer que apareça com sua foto nas buscas do Google. No campo “Marcador”, digite o texto que deseja para o seu link e no campo “URL” digite o endereço do seu site ou blog. Depois clique no botão “Salvar”.
Google+ Link Colaborador
4. Coloque no seu Site um Link para o seu Perfil no Google+ com o Parâmetro “Author”
Agora você precisa colocar no seu site ou blog um link para o seu perfil no Google+ com o parâmetro “author”. Esse link precisa ser no seguinte formato:
https://plus.google.com/109319758052727500243?rel=author
Apenas substitua o código 109319758052727500243 do link acima pelo seu ID (código identificador) no Google+. Você pode ver o  seu ID na barra de endereço do seu navegador quando estiver acessando seu perfil no Google+.
Esse link deve aparecer preferencialmente em todas as páginas do seu site ou blog. Se você tem um blog, pode colocar o link na seção de Links ou até no rodapé do seu blog com um texto do tipo: “Siga-me no Google+”, ou apenas “Google” ou “Google+”. Não se esqueça de incluir o parâmetro ?rel=author no final do link, caso contrário não fai funcionar.
Google+ Link Author
5. Faça um Teste
Finalmente, você pode testar se o seu trabalho está correto. Para isso, acesse esta Ferramenta de Teste de Rich Snippets do próprio Google e digite o endereço do seu site ou blog no campo “Enter a web page URL…”, depois clique no botão “Previw”.
Rich Snippets Teste Resultado
Se você ver a foto do seu perfil no Google+ ao lado do link do seu site, conforme o exemplo da figura acima, então está tudo certo! Se isso não acontecer você provavelmente fez algo errado e terá de repassar este tutorial para descobrir onde errou.
Observe que o Google não vai apresentar sua foto imediatamente nos resultados das buscas. Pode levar alguns dias ou até semanas para que isso aconteça.

 http://www.kitganhedinheiro.net/b/?a=rich-snippets-colocar-foto-buscas-google/&i=14430


Varejo e o impacto das constantes mudanças na legislação

Varejo e o impacto das constantes mudanças na legislação
Fonte: Systax
Uma das maiores inseguranças das empresas varejistas atualmente está relacionada a frequente mudança em nossa legislação.

De um lado temos o interesse coorporativo em que as vendas tenham expansão e ultrapassem as fronteiras dos estados, por outro, temos a grande preocupação da área fiscal em garantir a confiabilidade nas informações, que além de serem informadas ao Fisco, também são usadas na própria elaboração do preço de venda do produto. Uma disputa acirrada entre a venda, o prazo curto e a segurança da operação.

Muitas vezes o tempo para que o produto já esteja disponível para a venda não é suficiente para que seja feito um estudo tributário adequado, classificando a NCM adequadamente, e identificando toda a regra tributária na operação.

Pensando nessas dificuldades criamos o Systax, uma ferramenta que possibilita à área fiscal atualizar suas operações diariamente com a mesma agilidade e rapidez exigidas pelo mercado.

O Systax fornece toda a regra tributária para as operações da empresa, incluindo ICMS, ST, MVA, PIS e COFINS, item a item. Tendo como diferencial, ainda, a possibilidade de configurar os regimes especiais, respeitando as diferenças e peculiaridades de cada empresa, cliente ou fornecedor.

As empresas podem contar ainda com o serviço exclusivo de Classificação Fiscal, tanto para a revisão dos itens cadastrados, como para a classificação dos itens novos, contando também com a agilidade de nossos consultores.

sábado, 3 de novembro de 2012

Grande Varejo de Vestuário Tropeça no Gosto do Cliente

O que leva um cliente a escolher determinada loja de roupa em detrimento de outra? Quem imaginou que é apenas a moda se enganou. Pesquisa exclusiva da CVA Solutions para o Brasil Econômico sobre varejo de vestuário mostra que questões simples como a fila do caixa e a disponibilidade de tamanho de roupas podem comprometer a imagem da varejista.
Realizada em outubro com 5.336 consumidores de todo o Brasil, o estudo aponta quais são os principais motivos de atração e rejeição das redes de vestuários. O objetivo foi entender quais redes se destacam em custo-benefício percebido pelo consumidor. De acordo com o estudo, os grandes magazines se destacam em Força da Marca. Trata-se de um índice calculado a partir do percentual de atração da marca menos a rejeição perante a todos os consumidores que responderam a pesquisa. Porém, quando o assunto é custo-benefícios, as grandes varejistas deixam a desejar.
O melhor Valor Percebido (custo-benefício percebido) é das Lojas Americanas, que obteve índice de 1,05. Em segundo aparece Torra Torra com 1,05, seguida de Extra Hipermercados (1,03), Leader (1,02), Hering (1,01) e Riachuelo (1,00). Este índice determina se os produtos e serviços oferecidos pela empresa estão abaixo (até 0,98), na média (de 0,98 a 1,02) ou acima das demais empresas do mercado (1,03 a 1,10).
"No caso das Lojas americanas, por exemplo, o cliente sabe que não vai encontrar tudo o que quer de vestuário, mas o que encontra está em linha com sua expectativa", afirma. No caso da rede de varejo paulista Torra Torra, a questão preço é determinante. Já no caso do Extra Hipermercados, questões como custo dos produtos, variedade e conveniência foram determinantes. "A Hering merece destaque pois, apesar da tradição como fabricante, é nova como lojista, e já apresenta bons resultados em quesitos como imagem, qualidade dos produtos, pouca fila, moda e atendimento".
No caso da carioca Leader, segundo Sergio Griffel, diretor comercial da empresa, o diferencial está no investimento em variedade, alinhado à demanda. "Nosso objetivo é que a mulher moderna faça da Leader o seu espaço e encontre tudo o que precisa em um único lugar."
Mas e quanto às marcas mais famosas de varejo de vestuário. A pesquisa mostra que os grandes magazines ainda têm maior Força da Marca. O primeiro lugar é da Riachuelo com 13,6%. A Renner aparece em segundo lugar (2,9%), seguida pela C&A (7,5%), Hering (7%), Zara (4,9%) e Marisa (4,4%). "O problema é que estas empresas pecam em coisas básicas como atendimento e fila." Tanto Riachuelo, Renner e C&A tiveram altos índices de rejeição por conta da fila no caixa. Já no caso da Zara, o estudo revela que o consumidor está atento às informações na mídia. "A Zara foi vinculada recentemente ao uso de trabalho escravo e isso acabou por influenciar no nível de rejeição da marca", diz Cimatti.
A C&A informou por meio de sua área de comunicação que "a pesquisa aponta fatores essenciais que serão levados em conta, para garantir o objetivo de superar os níveis de satisfação dos nossos clientes. Até o fechamento desta edição, Renner, Riachuelo, Marisa e Zara não se pronunciaram.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Briga entre pai e filha pode fazer Lacoste ter novo controle

            
Michel Lacoste
Michel Lacoste: herdeiro da grife francesa quer vender sua parte no negócio
São Paulo – Quando criou a Lacoste, grife francesa mundialmente conhecida por seus jacarés bordados em camisas polos, René Lacoste não imaginava que, oito décadas depois, seu filho e sua neta disputariam o comando da companhia a tapas e que a briga entre pai e filha poderia tirar o clã Lacoste do controle da empresa. 
A grife francesa está seriamente ameaçada de mudar de dono. Em represália à manobra que levou Sophie Lacoste, sua filha, ao cargo de CEO e à presidência do conselho da companhia, Michel Lacoste ofereceu sua participação na empresa, 30,3%, à suíça Maus Frères. A Maus já concordou em comprar essa fatia. Caso isso aconteça, a empresa passará a controlar a Lacoste, pois já detém uma fatia de 35% da grife, por meio de uma controlada – a Devanlay.
Em setembro, Sophie conseguiu, com a ajuda de outros membros da família, derrubar seu pai do comando da companhia. Michel era presidente da Lacoste havia quase sete anos. Ele assumiu o posto quando seu irmão, Bernard Lacoste, ficou doente, em 2005, e precisou transferir a gestão da marca para outro herdeiro.
Hoje o controle da grife francesa é dividido em três grupos: o liderado por Sophie, que detém quase 35% do capital da empresa, o comandado por Michel, com pouco mais de 30%, e o dirigido pela suíça Devanlay, que possui mais de 35% da companhia.
Além de colocar à venda sua parte no negócio, Michel entrou também na Justiça contra a filha para conseguir destituí-la da função de presidente da Lacoste. Em entrevista recente ao jornal Le Monde, o herdeiro afirmou que Sophie não tem capacidade para tocar uma companhia de sucesso, pois nunca passou um dia de sua vida dentro de uma empresa.  A nova presidente da Lacoste é atriz de teatro na França, embora tenha cursado administração na universidade.

Saída
Para o Le Monde, Michel também afirmou que a disputa familiar pela gestão da companhia não terá fim, por isso, vender sua parte no negócio poderia ser a saída para não colocar ainda mais em risco o futuro da grife francesa. De acordo com a imprensa internacional, o acordo – se fechado de fato com a Devanlay – pode valorizar a marca em mais de 1 bilhão de dólares. A empresa suíça é responsável por 60% do volume de vendas da Lacoste no mundo.
Em 2011, a Lacoste somou vendas globais de 2,1 bilhões de dólares. Com atuação em mais de 110 países, a marca emprega cerca de 20.000 pessoas direta e indiretamente no mundo todo. No próximo ano, a grife francesa completa 80 anos de existência e seu presente pode ser, quem sabe,  uma nova nacionalidade: a suíça.
FONTE: EXAME

Novo e-commerce traz ao Brasil mais de oito mil lingeries.

Novo portal traz lingeries ousadas.
Novo portal traz lingeries ousadas.
As apaixonadas por lingeries ousadas e sofisticadas já tem um novo endereço virtual para compras! Chegou ao Brasil o Provare, e-commerce especializado em moda íntima, com mais de oito mil peças de marcas nacionais e internacionais.
A ideia surgiu da necessidade não atendida da empresária Juliana Borsatto, uma das sócias, que não encontrava na internet produtos dentro de suas expectativas. Entre as etiquetas disponíveis para compra no portal, estão Un.i, Sloggi, De Chelles, 24/7 Intimates, Kandy Privé, Lutecia e Not Naïve, além da americana Baci, totalmente exclusiva.

sábado, 27 de outubro de 2012

Como Funcionam Alguns dos Maiores e-Commerces de Vestuário do Brasil.


Mariana Medeiros, Isabel Humberg e Rosana Sperandeo, sócias do Oqvestir.
Mariana Medeiros, Isabel Humberg e Rosana Sperandeo, sócias do Oqvestir.
Em 2008, quando Mariana Medeiros pensou pela primeira vez em vender roupas pela internet, a ideia parecia fora da realidade. “Durante a gravidez, precisei fazer um repouso absoluto por três meses e comecei a comprar tudo online. Foi aí que senti falta de uma loja na internet que entregasse roupas femininas”, conta Mariana, advogada por formação, que logo dividiu a ideia com a amiga Rosana Sperandeo, que atuava como jornalista.
Na época, os e-commerces de moda estavam despontando nos Estados Unidos, e o Net-a-Porter, o modelo seguido pelo site brasileiro, fundado em 2000, atingia o sucesso no segmento. “No Brasil, ninguém oferecia esse serviço, então a gente não sabia o tamanho do mercado. Tivemos que romper muitas barreiras”, conta Mariana.
A dupla abandonou os empregos formais e começou a trabalhar no projeto. Depois de muitas conversas, investimentos e planos, o Oqvestir entrou no ar no dia 14 de maio de 2009. Mas a equipe ainda não estava completa. Um pouco depois da inauguração, Mariana conheceu Isabel Humberg, também advogada. “Meu marido começou a ajudar as meninas com a parte de tecnologia, porque ele trabalha com internet desde 1999, mas quem acabou entrando para o time fui eu”, lembra Isabel.
Com a tríade formada, o desafio foi conquistar o mercado aos poucos. Com 2 anos de vida, o e-commerce ganhou um investidor para provar que o trabalho feminino estava dando certo: o Tiger Global, acionista de empresas da web, como Facebook, Linkedin e Mercado Livre. “Depois disso, as coisas ficaram mais calmas”, diz Mariana. “Era necessário um investimento pesado para manter o crescimento.”
A sede, que antes ficava em um espaço de 250 m2, ganhou um estoque de 2 mil m2. Comparando agosto de 2011 com o mesmo mês de 2012, o número de marcas cresceu 184% – hoje são 128 –, o faturamento subiu 292%, o número de pedidos, 268%, e a quantidade de peças vendidas, 262% – atualmente são cerca de 16 mil itens vendidos por mês. “O grande desafio é se manter estruturado, sem deixar nenhuma área para trás. Não adianta crescer sem atender o cliente”, conclui Rosana. E detalhes como produção de looks, editoriais, possibilidade de devolução e a revista online, uma novidade do site, são alguns dos mimos que conquistam os 8 milhões de pageviews por mês. E essa ascensão tem tudo para continuar. “A gente sabe que é só o começo. Ainda tem muita gente com medo de comprar pela internet e é aí que mora a certeza de crescimento”, conclui Isabel.

O sucesso deles

Thibaud Lecuyer, Malte Horeyseck, Malte Huf-fmann e Philip Povel são o quarteto multinacional por trás da Dafiti e suas 550 marcas. O francês, os alemães e o brasileiro, respectivamente, são os reis dos sapatos na internet, embora hoje roupas, acessórios e até objetos de decoração também estejam disponíveis no endereço virtual, que nasceu em janeiro de 2011. “Começar com uma categoria foi uma escolha para criar uma relevância específica. E, para a mulher, a compra do sapato é muito emocional”, avalia Malte Horeyseck.
No lançamento, a plataforma já contava com 70 marcas – esse número foi multiplicado quase oito vezes, com mais de 62 mil produtos disponíveis. “Compramos pelo menos 50% da coleção de todas as marcas. Até 80% em alguns casos”, revela Malte. Capodarte, Dumond e Lilly’s Closet são alguns dos sucessos da Dafiti, que contabiliza 35 milhões de acessos por mês. Após a primeira fase, a implantação do site no primeiro ano de vida, a nova empreitada é inspirar a compra por meio de conteúdo e da revista impressa trimestral da Dafiti, que já está em seu quarto número, com 250 mil exemplares de circulação distribuídos nas caixas dos produtos comprados na loja. “O conteúdo não só informa mas também atrai a venda”, diz ele. Além disso, eles acabam de lançar a linha premium, com marcas mais estreladas – e caras.
A ideia de conquistar pela informação também é uma das sacadas do site Olook, e-commerce que, antes de completar 1 ano de existência, já comemora conquistas. Criado pela dupla de empresários Peter Ostroske e André Beisert e com Helena Linhares na direção criativa, o site funciona de maneira diferente: ao entrar na página, você faz um cadastro e preenche um quizz, que gera um perfil. Com base nele, é criada uma vitrine personalizada, que muda mensalmente, com bolsas, sapatos e acessórios que combinem com seu estilo. “Queríamos uma compra divertida, exclusiva e adaptada para cada mulher”, conta André.
Outro diferencial do Olook é o fato de vender apenas a marca própria, produzida em uma fábrica em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, sob a batuta de Helena, o que possibilita um valor abaixo da média do mercado, variando de 69 a 199 reais. No total, são 250 novos produtos por mês e cerca de 10 mil peças vendidas no mesmo período. “Além da própria vitrine, a pessoa pode ver as roupas de acordo com a ocasião, por tendências ou até conferir coleções passadas, que ficam quatro meses disponíveis para compra”, diz. E, para facilitar, dicas de estilo da diretora criativa. “A ideia é descomplicar a moda, fazer uma coisa mais leve. Todas as áreas do site dão suporte a isso. Seja qual for a maneira de compra, nós ajudamos”, conclui.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Não tenha medo de profissionalizar o negócio familiar

Não tenha medo de profissionalizar o negócio familiar
Fonte: Jornal do Brasil
É natural que, durante seus ciclos de vida, todas as empresas enfrentem problemas e corram o risco de permanecerem estagnadas. Além dessas dificuldades, as companhias familiares apresentam outras questões específicas de seu caráter que podem comprometer o desenvolvimento.
Dois processos são fundamentais para a perpetuação de uma empresa familiar. O primeiro deles é a sucessão que, quando mal planejada ou mal conduzida, pode resultar no fracasso do empreendimento. Este processo precisa ser pensado com antecedência para que ocorra da melhor forma.
A presença do fundador é muito importante, pois ele conhece o caráter da empresa, o contorno cultural, imprimiu os valores e os consolidou nas políticas de gestão. Ele é a pessoa adequada para identificar o herdeiro mais preparado para assumir o comando levando em conta, não só suas habilidades, mas também sua capacidade de continuar o modelo cultural estabelecido.
Sucessões determinadas apenas por laços familiares prejudicam o desenvolvimento da companhia. São casos de protecionismo e paternalismo, às vezes existentes nessas organizações, que debilitam seu crescimento.
É comum encontrarmos situações em que o empreendedor tem como sucessor de todo seu império, um filho que não está interessado na administração. Com um planejamento sucessório, todos esses aspectos serão analisados na escolha de um profissional capacitado para gerir a empresa, com todas as competências inerentes ao cargo que irá assumir.
O segundo processo que diminui as dificuldades e melhora a produtividade e o desenvolvimento da empresa é a profissionalização. É um instrumento utilizado para diferenciar os interesses da família e os da empresa, diminuindo possíveis conflitos.
Profissionalizar significa estabelecer critérios gerais que irão nortear as decisões dos diretores, além de criar regras para a definição de papéis corporativos e divisões de tarefas dentro da companhia.
A conscientização da família é o primeiro passo para realizar a profissionalização, pois o processo também se aplicará aos membros por meio de seu enquadramento às regras vigentes, avaliação do seu desempenho e adequação da sua conduta, da mesma forma que qualquer membro da organização.
Para elaborar uma profissionalização nas empresas familiares é necessário conhecer a cultura implantada pelo fundador. Seus posicionamentos e atitudes traduzem os valores e princípios sob os quais a companhia foi baseada. A empresa que agregou sua atuação, o conhecimento do fundador e dos demais colaboradores ao negócio, não perderá a imagem que construiu com a implantação de um programa de profissionalização. Ao contrário, a tarefa do consultor é aperfeiçoar e agregar recursos a fim de melhorar o desenvolvimento da companhia.

Camisas ao gosto do freguês na Blank Label

A Blank Label, alfaiataria virtual fundada por Fan Bi e Danny Wong, faturou mais de 1 milhão de dólares em 2011 ao permitir que os clientes desenhem as próprias camisa      

Fan Bi e Danny Wong, fundadores da alfaitaria virtual Blank Label
Bi e Wong: receitas 40% maiores em um ano

Mesmo para quem não está muito interessado em moda é difícil entrar no site da empresa americana Blank Label sem gastar alguns minutos brincando de estilista. Lá é possível determinar, entre dezenas de tecidos, o que vai servir de base para criar uma camisa masculina sob medida.
No processo de criação, o cliente pode escolher também o estilo da gola, a cor dos botões e se é ou não para incluir um bolsinho. Dessa personalização toda é que vem o nome da empresa — em português, blank label quer dizer "etiqueta em branco" (é mesmo possível desenhar uma etiqueta exclusiva ou bordar as iniciais).
Essa espécie de alfaiataria virtual começou a nascer em 2009 nas mãos do chinês Fan Bi, de 24 anos, e do americano Danny Wong, de 21. Na época, Bi havia contratado Wong para ser um dos vendedores da empresa que ele acabara de criar, uma fabricante de roupas sob encomenda para jovens universitários que frequentavam as faculdades próximas a Boston, onde eles estudavam.
Wong, um aficionado de tecnologia e internet, propôs ao futuro patrão transportar o negócio para o mundo virtual. "Gostei tanto da ideia que o chamei para sócio da nova empresa", diz Bi.
Wong cuida da operação do site, cujas  diversas possibilidades permitem que um cliente forneça nove medidas para adaptar a camisa a seu corpo, como comprimento do braço, do tronco e do ombro e tamanho do punho, do colarinho e da cintura. "Cada cliente pode criar uma peça exclusiva, cuja combinação dificilmente será copiada por alguém", diz Wong. Ele também cuida da divulgação da marca, fortemente apoiada em redes sociais e em blogs.
Por trás dos croquis virtuais, Bi deve garantir que tudo funcione direito. Ele é o responsável por manter uma rede de fornecedores pelo mundo — há componentes de origem italiana e japonesa, por exemplo. As fábricas em que as camisas são montadas ficam na China, onde a mão de obra mais barata viabiliza um negócio com baixa escala.
"Cinco funcionários nossos em Xangai controlam a qualidade das peças", diz Bi. Para fazer as camisas chegar aos clientes, a Blank Label firmou contrato com uma operadora logística de alcance internacional. Em média, uma camisa demora quatro semanas para chegar à casa de um cliente em qualquer lugar do mundo.
Em 2012, a Blank Label deve faturar 1,5 milhão de dólares — 40% mais do que em 2011. No início, Bi e Wong achavam que seu consumidor típico eram jovens em busca de roupas diferentes. Uma pesquisa feita há dois anos mostrou a eles que o mercado é muito maior.
"Quase 90% de nossos clientes são executivos que querem camisas mais bem ajustadas", diz Bi. Os dois sócios pretendem ampliar a atuação em breve. "Já estamos trabalhando no lançamento de uma linha para mulheres ", diz Bi.
Fonte: Exame

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Formação de técnicos no país ainda é insuficiente.

defasagem: Apesar de iniciativas recentes do governo, número de alunos em curso médio especializado é bem inferior ao visto em nações desenvolvidas

A diferença entre o número de brasileiros no ensino superior (6,7 milhões) em relação ao de matriculados em cursos técnicos de nível médio (1,2 milhão) é um "paradoxo com o qual não podemos conviver". Palavras da presidente Dilma Rousseff em abril do ano passado, quando lançou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "No mundo inteiro essa relação é absolutamente diferente."
Apesar do crescimento de 60% nos últimos cinco anos, a quantidade de jovens na educação profissional, proporcionalmente, é inferior não só à de países desenvolvidos, mas também à de Argentina e Chile, segundo especialistas. Uma realidade que impõe ao Brasil uma série de desafios para atender à demanda por mão de obra qualificada de uma economia emergente.
A necessidade de contratar técnicos se intensificou com a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) e em face das projeções de investimentos do setor privado. Só o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) prevê que, até 2015, o país terá de formar 7,2 milhões de trabalhadores em nível técnico e áreas de média qualificação para atuar em profissões industriais.
Enquanto isso, quase oito milhões de estudantes fazem o ensino médio tradicional, com as disciplinas teóricas preparatórias para o vestibular - e distantes da realidade dos jovens e do mercado de trabalho.
Com o Pronatec, o governo quer ampliar a oferta de vagas gratuitas na rede federal de educação, ciência e tecnologia e no Sistema S, entre outras ações. Este ano deve ser investido R$ 1,6 bilhão, com o objetivo de chegar a 1,6 milhão de matrículas no ensino técnico, sobretudo nas modalidades concomitante e subsequente.
- Não temos um apagão de mão de obra, mas é imperativo formar profissionais para setores que visam a ter ganho de produtividade, como a indústria, e de uso intensivo de trabalhadores, caso da construção civil - diz o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antonio de Oliveira, responsável pelo Pronatec.
cultura do "bacharelismo"
Para o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, a lógica educacional do país deve tirar o foco do "bacharelismo":
- Pela lógica do sistema, parece que todos os alunos vão para a universidade, mas pouco mais de 14% dos brasileiros de 18 a 24 anos frequentam o ensino superior. Muitos saem da escola sem uma bússola para o mercado de trabalho.
Inspirado no pai, Jofre Bezerra Felix, de 23 anos, deu uma guinada na vida profissional após fazer um curso no Senai. Começou cedo, no primeiro ano do ensino médio, como aprendiz de mecânico. Especializou-se em ferramentaria de moldes para plásticos e, depois, fez curso técnico em mecatrônica, no Senai do Brás, Zona Leste de São Paulo.
- Minha ideia era fazer faculdade, mas as empresas me diziam que quem era da área operacional e só tinha curso superior demorava mais para chegar aos cargos mais altos - afirma Jofre. - Fiz o técnico para acelerar minha ascensão na carreira e chegar mais perto dos níveis gerenciais.
Já trabalhando, entrou em engenharia mecânica na Universidade São Judas. Preparou-se para a Olimpíada do Conhecimento do Senai - e venceu. Jofre está no segundo ano da graduação e é instrutor no curso técnico em mecânica no Senai em Santo Amaro, Zona Sul. Quer fazer pós-graduação e montar uma empresa:
- A formação técnica me deu uma profissão e um norte na vida.
Para a professora da Faculdade de Educação da USP Carmen Vidigal Moraes, pesquisadora de políticas públicas para o ensino profissional, a expansão das matrículas no ensino técnico deveria dar prioridade à modalidade integrada:
- Precisamos de mais escolas em período integral e professores bem remunerados.
Mas Carmen critica o discurso "pragmático" e "reducionista" que vincula a educação às necessidades do mercado:
- A educação é um direito inalienável de inclusão cidadã que tem objetivos mais amplos - afirma Carmen.
A Lei das Cotas, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em agosto, também vale para as 38 instituições federais de ensino técnico de nível médio. As escolas deverão reservar, no próximo processo seletivo, pelo menos 12,5% das vagas para alunos que tenham cursado integralmente o ensino fundamental na rede pública, chegando a 50% dentro de quatro anos.
Metade deverá ser para estudantes com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita (R$ 933). A outra parte será destinada à soma de negros, pardos e indígenas na população de cada unidade da Federação.
Fonte:Autor(es): Carlos Lordelo. O Globo

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

“Ah não é comigo não, é com outra pessoa ou com outro setor”.



Já não é de hoje que venho notando com muita freqüência,que quando colaboradores são abordados no dia á dia no trabalho. E quando questionado tem respondido esta frase. Pelo menos tenho percebido com muita tristeza e insatisfação profissionalmente falando.
Gostaria de ser um psicólogo para ir mais afundo, mas confesso que me falta expertise no assunto em questão. Porém fico a me perguntar se o que vêm acontecendo é despreparo destes colaboradores, medo de prejudicar alguém,tirar o corpo fora,não querer ter o trabalho de resolver o assunto e etc...
Mas o que percebo é que  muitas das vezes e não são poucas, os assuntos que precisam ser resolvidos está ligado ao tratado no momento, apenas é uma continuação de algo anterior ou da pessoa que interliga o departamento Afirmo.quando estes profissionais se abstém a resolver, dando estas desculpas como citado no parágrafo anterior.
Porque disso tudo, se é quem ganha com estes problemas resolvidos são na sua íntegra a: corporação e o próprio profissional envolvido. Mas quero aqui confessar e com profunda preocupação, é que tenho apurado, é que estes colaboradores têm é medo de perder seus empregos, por isso que agem desta maneira. Pelo menos é isso a impressão que sinto. E vocês meus amigos deste artigo, o que acham?

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Investidores utilizam música e cultura urbana como inspiração. Roupas e acessórios ganham destaque em desfiles dentro de eventos.

 
Transformar gírias e regionalidades em roupas e acessórios é um desafio que muitos jovens do Sul de Minas têm assumido. Eles montam grifes próprias e de maneira independente, por meio das roupas e acessórios recriam expressões e fontes de renda.
“Interiô é mato”. A forma escrita em conjunto com a oralidade da palavra Interiô, que significa interior, resumem o sucesso da grife criada há cinco anos pelo empresário Roberto José de Lima, 26 anos, conhecido como Bebeto, que também é músico.
Com desenhos e frases criativas, ele encontra mercado junto a grupos e artistas da região. “As pessoas se identificam com o orgulho de morar em Minas Gerais e a grife propõe justamente isso”, explica.
Bonés são o novo investimento da grife Interiô (Foto: Arquivo Pessoal/ Interiô)
Bonés são o novo investimento da grife Interiô (Foto: Arquivo Pessoal/ Interiô)

A marca, que começou a ser divulgada no boca a boca, hoje tem adeptos em várias cidades e até mesmo em municípios do interior de São Paulo, para onde Bebeto viaja e expõe as roupas em feiras e eventos de hip-hop.
O crescimento da marca também permite que ele comercialize as roupas em lojas de Poços de Caldas (MG) e as produza também em larga escala para grupos de dança, que adotam moletons e camisetas da marca como figurino em apresentações por todo país.  Recentemente ele lançou, por meio das redes sociais, a campanha “Vista-se por dentro”, que estimula os usuários da marca a tirarem fotos com as roupas e postarem em redes sociais como o Facebook.
 
As pessoas se identificam com o orgulho de morar em Minas Gerais e a grife propõe justamente isso"
Bebeto criador da Interiô
“A maior dificuldade foi no começo. Até conseguir a confiança das pessoas, quebrar a barreira entre uma brincadeira que deu certo e uma marca que as pessoas querem vestir. Hoje eu tenho a minha própria estamparia, funcionários, costureiras e loja virtual. Resolvi sair da informalidade e me profissionalizar”, conta.
A fórmula deu certo. Tanto que hoje, além de confeccionar as roupas da própria grife e vestir alguns artistas locais, Bebeto terceiriza confecções para outras pessoas. “Já fiz roupas para o grupo de rap Inquérito, que é do interior de São Paulo, mas percorre todo país com shows, para a marca Suburbano Convicto, da capital paulista e até mesmo para o Portal Rap Nacional, que fica em Itajaí (SC)”, lembra.
Bebeto, criador da grife Interiô é um dos investidores deste novo mercado (Foto: Jéssica Balbino/ G1)Bebeto, criador da grife Interiô é um dos investidores deste novo mercado (Foto: Jéssica Balbino/ G1)
O economista Rafael Sangiotto acredita que a expansão do mercado para este tipo de grife tem a ver com a identificação que as pessoas encontram nas roupas.
“As pessoas criam uma marca, normalmente, por dos motivos: fortalecer uma ideia e ganhar dinheiro. O que normalmente dá certo quando há planejamento e um público apto a consumir”, considera.
A jornalista Lúcia Ribeiro, 25 anos comprova isso. Ela é uma das adeptas da grife. “Eu visto a marca Interiô porque achei sensacional ideia de sair às ruas com um produto de qualidade, sem falar que a marca tem a mão de alguns amigos meus que batalharam muito para ver as roupas no meio da galera. Eu me sinto muito confortável com as camisetas, tanto que comprei duas de uma vez só. Se o objetivo da marca é deixar a pessoa linda, conseguiu comigo”, dispara.
Para estilista Lorena dos Santos 32 anos, os empresários têm notado que público que acompanha movimentos e é ligado à culturas urbanas é cada dia mais expressivo. “Sabemos que o mercado ainda não atende a necessidade deste público com excelência, por isso vemos tantas marcas investindo, de forma significativa e em larga escala. Vale destacar que o hip-hop preza muito isso e dissemina, através das roupas, mensagens coerentes, atuais e criativas”, pontua.
Zaika, com figurino sustentável feito pela grife Lolita Az Avessas (Foto: Jéssica Balbino/ G1)Zaika, com figurino sustentável feito pela grife Lolita Az Avessas (Foto: Jéssica Balbino/ G1)
Dona de uma grife independente, a Lolita Az Avessas, que também mescla a música com a moda, Lorena acredita que a criatividade é o que impulsiona jovens empresários no ramo da moda. “Eles tem atitude e querem mostrar isso. A roupa é uma das maneiras encontradas para eles se expressarem. Eu mesma mesmo a minha grife com a cultura hip-hop, visto que a rua é a maior fonte de informação que um estilista precisa para construir qualquer tipo de trabalho. É ali que existe a diversidade. Um exemplo é que a grife desenvolve figurinos para a cantora Zaika dos Santos e estabelece esse diálogo ao abordar a sustentabilidade”, considera.
 
Eles tem atitude e querem mostrar isso. A roupa é uma das maneiras encontradas para eles se expressarem"
Lorena empresária da moda
Parcerias, investimentos e moda
O empreendedorismo sempre fez parte da vida de Erison Ribeiro. Aos 22 anos ele é empresário há dois anos e mantém uma loja em uma galeria de Poços de Caldas, voltada ao estilo hip-hop.
Antes disse, ele já se aventurava em confecções próprias e criou a K.O., marca inspirada na expressão “Não vem com caô”, e representada por um diamante quebrado. “Diamante não quebra, logo é mentira. Resolvi fazer esse trocadilho e investir na marca. Graças a Deus tem dado certo, tanto nos figurinos femininos como nos masculinos”, relata.
Ele conta também que tudo começou com uma paixão por moda e por hip-hop e da brincadeira surgiu a profissão. “Hoje tenho também a marca que leva o nome da minha loja, a Dog Style, com confecções masculinas, femininas, estampas e bordados. “Resolvi criar esta nova marca para divulgar a loja e para o pessoal entender um pouco mais sobre o estilo que eu vendo e quero propagar na região”, afirma.
Na loja, ele recebe amigos, conhecidos, promove pequenos encontros e eventos e propaga o ideal contido nas marcas. Além, é claro, de faturar o suficiente para manter-se longe do vermelho. “O mais importante é que trabalho com o que eu gosto, vendo as minhas roupas e invisto no estilo que acredito”, pontua.
Marília e Erison durante o desfile para apresentação da grife K.O. (Foto: Jéssica Balbino/ G1)Marília e Erison durante o desfile para apresentação da grife K.O. (Foto: Jéssica Balbino/ G1)
O bacana é que Ribeiro é parceiro de Bebeto, e muitas das estampas, inclusive da K.O., são feitas na estamparia da Interiô, como um trabalho personalizado. Juntos, inclusive, já estiveram à frente do desfile de modas “Alternativa B.”, realizado em 2011 para adeptos da cultura hip-hop em Poços de Caldas e que reuniu quarto marcas diferentes e 16 modelos.
 
Com o desfile encontramos uma forma de sermos nós mesmos. É algo que está no coração, no nosso modo de viver e de ser"
Erison Ribeiro dono de grife e loja
Quem também faz questão de fortalecer as novas marcas é Marília Wugirl, da cidade de Tatuí (SP). Ela trabalha com moda e sempre que pode, visita Poços de Caldas para participar de eventos, como o desfile Alternativa B. “Eu e meu marido gostamos de fortalecer a cultura hip-hop e nosso trabalha com moda favorece isso. Foi uma honra ser convidada para o desfile”, diz.
E a frase dela é compleada pela de Ribeiro. “Com o desfile encontramos uma forma de sermos nós mesmos. É algo que está no coração, no nosso modo de viver e de ser”, finaliza.


FONTE: PORTAL G1

As lições de Bill Gates para o mundo dos negócios.

Na época em que muito se fala sobre o estilo de inovação de Steve Jobs e da Apple, as pessoas esquecem que um dos precursores da revolução tecnológica foi Bill Gates. Conheça a história desse visionário e as cinco lições que ele deixa para os negócios

Você pode ter 15, 30, 40 ou 60 anos. A verdade é que, independente da sua idade ou geração, em algum momento você já utilizou algum produto ou software da Microsoft. O texto escrito no Word, a planilha salva no Excel, o bate papo no MSN.
Para você ter ideia, a gigante da tecnologia e informática é a detentora da maior fatia de computadores espalhados no mundo. A cada 10 pessoas, pelo menos sete usam o sistema operacional criado pela empresa, o que reforça o slogan da Companhia: "um computador em cada mesa e em cada lar". Sem falar em serviços on-line, venda de licenças, produção de eletrônicos, entre outros.
Se o alcance da Microsoft tem uma proporção difícil de mensurar, tudo isso foi possível pelo visionário Bill Gates. Aos 16 anos, ele já tinha um negócio e mostrava ter uma característica que o acompanharia até hoje: ser um empreendedor-nato. A Microsoft surgiu quando ele ainda estudava na Harvard e decidiu seguir sua vocação para os negócios ao abrir a empresa com Paul Allen, um amigo de infância.
O crescimento da Microsoft foi tão rápido quanto implacável. Na segunda metade de 1980, a Microsoft tornou-se a queridinha da Wall Street. Em vez de apenas desenvolver linguagens de programação, a Microsoft passou a ser uma companhia diversificada e produzia tudo, desde sistemas operacionais, como Windows, até aplicativos, como Word e o Excel, bem como ferramenta de programação. Todo esse sucesso fez com que Gates ficasse classificado regularmente como a pessoa mais rica do mundo, posição ocupada por ele de 1995 a 2007, e em 2009.
Imagem: Wikimídia

Para Erick Vils, fundador da WebSoftware, empresa de tecnologia da informação do Rio de Janeiro, o legado de Bill Gates para o mundo tecnológico é importantíssimo. "Você consegue imaginar as alternativas ao longo destas décadas que as empresas e pessoas teriam de usar caso não houvesse um Windows e milhões de softwares compatíveis? A Microsoft sempre se preocupou com o legado e a compatibilidade entre versões de seus sistemas. Para nós, fabricantes de software, teria sido um pesadelo ter de adaptar todos os sistemas a cada troca de sistema operacional ou lançamento de um hardware fabricado por um asiático", afirma Erik.
Aproveitando oportunidades
Uma das marcas de sucesso de Bill Gates está em aproveitar as oportunidades que aparecem. Para Vidal Olavo Plessmann, coordenador do curso de MBA em Desenvolvimento de aplicativos da Fiap, essa é uma das principais virtudes do CEO da Microsoft. "Gates foi visionário ao buscar a parceria com a IBM para criar o PC nos anos 1980", relembra.
Na época, a IBM, líder no mercado de grandes computadores, resolveu entrar no mercado de computadores e não possuía o sistema operacional. Para isso, fechou contrato com a Microsoft que, na realidade, não possui o software. Então, o ainda jovem Bill Gates comprou por cerca por US$ 50 mil um sistema desenvolvido por uma pequena empresa, personalizou e melhorou o programa transformando no MS-DOS, licenciou o produto e o vendeu por US$ 8 milhões.
Mas o talento de Gates não estava apenas no domínio e o conhecimento do mercado de softwares ou sua capacidade de enxergar oportunidades. A preocupação com as demais áreas ajudaram Bill Gates alcançar tudo que conquistou. "Grandes áreas como logística, distribuição, marketing e comercial precisam ter peso muitas vezes até maiores do que a área de desenvolvimento. A Microsoft soube fazer isso muito bem durante anos", explica Erick Vils.
E até quem não gosta de utilizar a Microsoft reconhece o seu legado. Esse é caso de André Tenenbaum, diretor da agência de soluções digitais ZONAInternet. "Posso dizer que nunca fui um simpatizante do Bill Gates por conta dos seus usuários não enxergarem as vantagens de uma plataforma mais amigável como o Amiga e o Mac. Mas com certeza o admiro como um executivo de visão que soube explorar comercialmente sua ideia e transformar seu negócio e os computadores pessoais em algo para todos", destaca André.
As cincos lições de Gates
Gates, assim como a Microsoft, se transformou em um ícone muito odiado por alguns e amado por outros. No entanto, à frente da Microsoft, deixou um legado que ultrapassa a barreira tecnológica e atinge um modelo singular de administrar uma empresa. Confira cinco lições dele para gerir um negócio:
1 - Fale a linguagem. Gates falava a linguagem dos programadores. Isso é um de seus triunfos como líder. Conversar com colegas técnicos fornece-lhe um canal aberto de comunicação que permite inspirar os empregadores da Microsoft a voar cada vez mais alto.
2 - Esteja no lugar certo na hora certa. Uma crítica frequente feita à Microsoft é que a companhia não é uma grande inovadora e que, ao contrário, apenas rouba ideias dos outros. Contudo, o que a companhia faz bem é reconhecer o potencial das ideias e comercializá-las. Gates sempre estava antenado em tudo que acontecia ao seu redor para poder aproveitar uma oportunidade, potencializá-lo e alavancar o negócio.
3 - Contrate gente muito inteligente. "Gente com alto QI" é uma expressão da Microsoft utilizada para designar as pessoas muito brilhantes. Desde o início Gates sempre procurou as melhores mentes. Ele sabia que ter uma equipe vencedora seria fundamental para obter sucesso, ou seja, ele buscava sempre o melhor time ao seu lado.
4 - Mantenha a sensação de uma companhia pequena. No início da evolução da Microsoft, Gates chegou à conclusão de que o melhor software era criado por pequenos grupos de desenvolvedores. A ideia dele sempre foi valorizar cada equipe para que rendessem mais. "Mesmo que sejamos uma grande companhia", dizia, "não podemos pensar desse modo ou estaremos mortos".
5 - Seja apaixonado pelo que faz. A paixão pela Microsoft e por cada serviço e produto criado estiveram presente durante a trajetória de Bill Gates à frente da Microsoft. Esse foi um dos grandes combustíveis para que a companhia conseguisse manter tanto tempo como uma das empresas líderes da tecnologia.