sábado, 13 de outubro de 2012

Oportunidade de Trabalho



Olá Amigos, Oportunidade de Trabalho.

Com a deficiência cada vez mais latente no ramo têxtil, mais especificamente em confecção de roupas. Como mão-de-obra direta. Como costureiras, cortadores, auxiliares. Agora também para mão-de-obra de indireta, vagas estas de PPCP, Logística, Chefes de Produção, Gerentes. Por isso hoje quem têm uma boa network e pode disponibilizar nas redes sociais pode contribuir de forma incisiva na busca de vagas, o famoso “QI” quem indica. Então para quem é do Rio de Janeiro e está na busca de recolocação no mercado ou conhece alguém, divulguem estas três oportunidades ambas para Chefe de Produção. A primeira vaga é para Campo Grande, a segunda vaga é para São Gonçalo e a terceira e última é para Jacarepaguá.

1-Campo Grande (contato Waldelice) (0xx5521)7457-3739
2-São Gonçalo (contato Amauri Maia) (0xx5521)8625-4946
3-Jacarépagua (contato Marcelo) (0xx5521)8812-6764

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Osklen Deve ser Vendida para Dona da Havaianas


Desfile da Osklen: venda para a Alpargatas seria passo para crescer no exterior, diz blog
São Paulo – Nos próximos dias, a Alpargatas deve assinar o contrato para comprar a grife de roupas Osklen, fundada pelo empresário e estilista Oskar Metsavaht. A informação é do blog Radar Online, de Veja.
O acordo marcaria o final de, pelo menos, um ano de negociações entre a Osklen e potenciais compradores. Quando o negócio surgiu na imprensa, em outubro do ano passado, falava-se de uma possível venda de controle ou, pelo menos, da entrada de um sócio relevante para impulsionar a grife.
Segundo o Radar Online, Oskar continuará como um sócio de peso na nova configuração, além de seguir como o principal executivo. Para a Alpargatas, a ideia é transformar a Osklen em um sucesso no exterior, segundo o blog, a exemplo do que fez com sua marca mais famosa: as sandálias Havaianas.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor tem dificuldade em avaliar e determinar metas de custos, preços e volume de vendas, bem como identificar o potencial do mercado. Vejamos o quadro abaixo:
A empresa ALFA já está no mercado, vende o seu produto por R$14, o qual tem o custo de R$10 e vende, em média, 1.000 unidades mensais. Como já está habituada ao mercado, já ajustou os seus custos fixos ao valor mensal de R$2.000, o que lhe gera um lucro de R$2.000.
A empresa BETA está entrando no mercado agora, porém os seus sócios são mais ambiciosos e ousados e, por conta de diversos fatores, determinaram o custo fixo mensal em R$10.000, ou seja, além de uma estrutura mais cara do que a empresa ALFA, também almejam pró-labores maiores. Têm todo o direito, mas será que atingirão esta meta?
Suponhamos que a demanda do mercado se limite a 3.000 unidades mês. Pois é, nem todos que entram no mercado se preocupam em saber qual é o potencial do mesmo.
Se a empresa BETA necessita conquistar o mercado, retirando fatias da concorrência, por ser desconhecida, terá que ter um atrativo, sendo assim, vejamos o cenário 1. Pelo mesmo custo da concorrência, venderá um pouco mais barato, R$13,50. Esta estratégia faz sentido se analisada isoladamente, mas ao conquistar um terço do mercado potencial, ou seja, 1.000 unidades, com o preço de venda menor e o custo fixo maior, terá um prejuízo de R$6.500.
Cenário 2, se a empresa BETA, após um enorme esforço de marketing conseguir a fatia de 1.000 unidades de venda mensal, para a sua estrutura de custo fixo terá que vender o produto por R$22, ou seja, 57% mais caro do que a concorrência. Será possível?
Se a empresa BETA quiser conquistar o mercado ao mesmo preço de venda do cenário 1, porém aumentando a quantidade vendida, terá que vender 3.429 unidades. Já analisamos que o mercado se limita a 3.000 unidades. Esta empresa sobreviverá por quanto tempo?
Empreendedores, planejamento, organização, direção e controle são quatro ferramentas das quais não se pode desprezar, mesmo que a empresa ainda não esteja funcionando, estas ferramentas podem ser determinantes até para se abortar o empreendimento, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.
 
NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, CONSULTE UM ESPECIALISTA EM CUSTOS
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Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas "Meu pai está aplaudindo, no céu, a redução dos juros" O mineiro Josué Gomes da Silva, 48 anos, é um empresário de fala mansa e com um timbre de voz incrivelmente parecido com o de seu pai, o ex-vice-presidente da República José Alencar, falecido no ano passado. Por Luís Artur NOGUEIRA No comando da Coteminas, um dos gigantes mundiais do setor têxtil, Gomes da Silva tem trânsito fácil em Brasília e, seguindo o legado paterno, é hoje umas das vozes mais atuantes do empresariado brasileiro. “É legítimo e imprescindível que o governo brasileiro adote medidas para conter a valorização do câmbio, gerada por esse tsunami monetário”, diz o empresário, que é um dos conselheiros do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Tenista nas horas vagas e torcedor fanático do Atlético Mineiro, o empresário conversou com a DINHEIRO, no escritório central da Coteminas, em São Paulo. “O Brasil está rompendo com uma cultura que se formou segundo a qual o País tinha de ter um regime de juros estratosféricos”, afirmou. DINHEIRO – O Iedi tem lutado, há anos, pela criação de fontes alternativas de financiamento de longo prazo. O BNDES está sobrecarregado? JOSUÉ GOMES DA SILVA – Sim. É lógico que o papel do BNDES é imprescindível para a economia brasileira. Porém, por mais competente que ele seja, é preciso que nós desenvolvamos outros instrumentos de crédito. O BNDES não pode nem deseja ser o único responsável pelo financiamento de longo prazo no País. DINHEIRO – Como fazer isso? GOMES DA SILVA – Sem poupança de longo prazo não há crédito de longo prazo. Por isso, enquanto a Selic continuava pagando rendimento elevado no overnight, seria impossível convencer alguém a poupar no longo prazo. Com a queda dos juros, esse quadro muda. Além disso, é importante haver um mercado secundário com ampla liquidez para esses títulos, e oferecer benefícios tributários para quem aplicar o dinheiro por mais tempo. DINHEIRO – Os juros baixos no Brasil vieram para ficar? GOMES DA SILVA – Sim. A presidenta Dilma soube aproveitar a oportunidade gerada pela crise para reduzir os juros. E o Banco Central, que foi criticado pelo mercado em meados do ano passado, hoje é elogiado por ter se antecipado a um quadro de piora do cenário internacional. É importante salientar, no entanto, que a Selic ainda é elevada, se compararmos com as taxas reais negativas de vários países. Não estou dizendo que tem de baixar mais, mas apenas que os títulos públicos brasileiros oferecem ampla segurança aos investidores, o que permite pagar taxas menores. DINHEIRO – O seu pai, José Alencar, tinha exatamente a bandeira dos juros... GOMES DA SILVA – Papai tinha a real noção de que o Estado pertence a cada um dos brasileiros. Nesse contexto, ele não se conformava com gastos absolutamente desnecessários que o Estado tinha com o pagamento do serviço da dívida pública. Ele ficava triste e indignado. Então, não tenho dúvida de que meu pai está aplaudindo, no céu, a redução dos juros. O Brasil está rompendo com uma cultura que se formou, segundo a qual o País tinha de ter um regime de juros estratosféricos. DINHEIRO – Como o sr. avalia o discurso da presidenta na Assembleia-Geral da ONU, contra o afrouxamento monetário dos países ricos? GOMES DA SILVA – O que a presidenta Dilma falou na ONU é a mais pura verdade. É óbvio que a emissão de moeda traz consequências para os países emergentes. Portanto, é absolutamente legítimo e imprescindível que o governo brasileiro adote medidas para conter a valorização do câmbio, gerada por esse tsunami monetário. É preciso proteger a indústria. Falar em comércio livre sem que as condições isonômicas de competição existam, na verdade, não é falar em comércio livre. No boxe, por exemplo, você não coloca um lutador peso-pena contra um peso-pesado. O mesmo raciocínio vale em relação à concorrência da China. DINHEIRO – A indústria brasileira é realmente competitiva? GOMES DA SILVA – Posso assegurar que, no caso da indústria têxtil e de outros setores, a nossa produtividade e a nossa qualidade são elevadíssimas, dentro dos muros das fábricas, e podem ser comparadas com as de qualquer país. Nós perdemos competitividade por fatores externos às empresas, como por exemplo a falta de infraestrutura e a taxa de juros ainda elevada. DINHEIRO – Mas o governo tem adotado várias medidas favoráveis à indústria... GOMES DA SILVA – Com certeza são medidas necessárias para sermos competitivos no cenário internacional. Cito a redução dos juros, o novo patamar cambial, a desoneração da folha de pagamento, a depreciação acelerada de bens de capital, a redução do custo da energia e as concessões rodoviárias e ferroviárias, que diminuirão os custos de infraestrutura. 46.jpg Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento no governo Lula DINHEIRO – Ainda assim, o sr. acha correto o governo adotar medidas protecionistas? GOMES DA SILVA – É imprescindível que, durante esse período de transição, enquanto as medidas econômicas não surtem efeito, o governo tome medidas para proteger a indústria nacional. Ainda mais neste momento em que os países desenvolvidos estão liquidando os seus produtos a qualquer preço. O setor têxtil, inclusive, já encaminhou um pedido de salvaguardas para as confecções, o que faz parte das regras da OMC. Posso dizer que, nesse caso, a sinalização do ministro Guido Mantega foi positiva. DINHEIRO – Com tantas medidas de estímulo, a retomada dos investimentos está agora nas mãos dos empresários, certo? GOMES DA SILVA – Não é bem assim. Não se reconstrói a competitividade de um país em tão pouco tempo. O governo está atento e sabe que precisa fazer ainda mais. Agora, o empresário obviamente investe quando há perspectiva de que o mercado vá absorver aquele aumento de produção. Por isso, o governo não deixa o mercado interno encolher. A produção é puxada pela demanda. Se houver demanda, o empresariado continuará investindo. O empresário brasileiro acredita e sempre acreditou no Brasil. Não há desânimo no setor empresarial. O que há é uma análise da realidade como ela é. DINHEIRO – Por que o governo sempre prioriza a indústria automobilística na hora de estimular a demanda? GOMES DA SILVA – Sou a favor de medidas horizontais, ou seja, que valem para todos, porque são sempre as mais eficazes, como juros, câmbio e energia. Mas, em determinados momentos, é preciso estimular alguns setores que têm efeito multiplicador na economia. O objetivo é evitar um ciclo negativo de redução de produção, emprego e massa salarial, que seria ruim para todos os setores. É óbvio que o governo tem de ter cuidado para não criar distorções. Quando você incentiva mais o setor A, há um deslocamento da renda para lá, o que acaba diminuindo, num primeiro momento, o potencial de compra de produtos dos outros setores. Sou a favor de incentivos verticais, ou seja, medidas específicas, para setores nascentes, como aconteceu com a Embraer no passado. DINHEIRO – A propósito, o governo anterior foi criticado por utilizar o BNDES na escolha de empresas campeãs nacionais, como no caso da JBS. Isso é correto? GOMES DA SILVA – Isso é algo mais polêmico. É muito importante que o País tenha grandes grupos nacionais, fortes e competitivos globalmente. Porém, esses grupos têm de ser formados graças à capacidade de gestão de cada um deles e não fruto da escolha do Estado. O Estado precisa tomar mais cuidado porque ele pode escolher errado. Ele precisa apoiar aqueles que estão ganhando. Cito como exemplos de sucesso empresas como Gerdau, Embraer, Natura, Vale, Coteminas, Petrobras, Ambev, WEG e BR Foods, e nenhuma delas foi necessariamente escolhida pelo Estado para ser campeã. Ele tem que apoiar, não tem de eleger. A escolha não é própria de um Estado democrático, não acho correto fazer isso. Quero deixar claro que eu acho que o atual governo da presidenta Dilma não está fazendo esse tipo de escolha. 47.jpg José Alencar, ex-vice-presidente da República DINHEIRO – Uma reportagem recente da revista DINHEIRO mostrou que a educação ainda vai muito mal no Brasil. O que pode ser feito? GOMES DA SILVA – É preciso valorizar muito o professor por meio da meritocracia. Sem isso, é impossível ter educação de qualidade. A valorização deve ser feita a partir de avaliações que mostrem a capacidade do professor de ensinar os alunos. Já existem experiências bem sucedidas no Brasil e devemos disseminá-las. Devemos também usar a revolução tecnológica na melhoria da educação. Para recuperar o tempo perdido, os alunos precisam estudar uma maior quantidade de horas, na sala de aula ou via internet. E tudo isso tem de começar pelo ensino básico, focando na língua portuguesa e na matemática. Uma casa não pode ser iniciada pelo telhado, mas sim pelo alicerce. Sem o básico da língua portuguesa, o aluno não consegue ler nem compreender as demais matérias. E a gente não forma um engenheiro sem um conhecimento mínimo de matemática. DINHEIRO – Que avaliação o sr. faz do julgamento do mensalão? GOMES DA SILVA – Qualquer que seja o resultado, o episódio do mensalão está ajudando o Brasil a se firmar cada vez mais aos olhos do mundo como um país que é um Estado democrático de direito e cujas instituições funcionam. DINHEIRO – O sr. poderia nos falar de uma lição do José Alencar político e outra do José Alencar empresário? GOMES DA SILVA – A lição é a mesma para os dois casos. Papai a recebeu do meu avô, quando saiu de casa, aos 14 anos, para trabalhar. O importante na vida é ter um comportamento digno, seja na pública ou privada, de tal maneira que você possa sempre ser recebido com orgulho, carinho e respeito nos lugares por onde passou. DINHEIRO – O sr. admite a possibilidade de ingressar na política ou ficou algum trauma da experiência do seu pai? GOMES DA SILVA – Não há atividade mais nobre que a política. Em todas os segmentos, inclusive no empresarial, há coisas boas e ruins. Se algum dia eu tiver condições de prestar algum serviço na política, o farei com orgulho e honra. DINHEIRO – O sr. aceitaria um convite para ser ministro, assim como aconteceu com o empresário Luiz Fernando Furlan, no governo Lula? GOMES DA SILVA – Não sei se eu tenho as qualificações do Furlan, que desempenhou um papel espetacular para o Brasil. Mas não descarto um convite para ser ministro. Fonte:|http://www.istoedinheiro.com.br/entrevistas/99073_MEU+PAI+ESTA+APLA...

Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas

"Meu pai está aplaudindo, no céu, a redução dos juros"

O mineiro Josué Gomes da Silva, 48 anos, é um empresário de fala mansa e com um timbre de voz incrivelmente parecido com o de seu pai, o ex-vice-presidente da República José Alencar, falecido no ano passado.

Por Luís Artur NOGUEIRA
No comando da Coteminas, um dos gigantes mundiais do setor têxtil, Gomes da Silva tem trânsito fácil em Brasília e, seguindo o legado paterno, é hoje umas das vozes mais atuantes do empresariado brasileiro. “É legítimo e imprescindível que o governo brasileiro adote medidas para conter a valorização do câmbio, gerada por esse tsunami monetário”, diz o empresário, que é um dos conselheiros do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Tenista nas horas vagas e torcedor fanático do Atlético Mineiro, o empresário conversou com a DINHEIRO, no escritório central da Coteminas, em São Paulo. “O Brasil está rompendo com uma cultura que se formou segundo a qual o País tinha de ter um regime de juros estratosféricos”, afirmou.

DINHEIRO – O Iedi tem lutado, há anos, pela criação de fontes alternativas de financiamento de longo prazo. O BNDES está sobrecarregado? JOSUÉ GOMES DA SILVA – Sim. É lógico que o papel do BNDES é imprescindível para a economia brasileira. Porém, por mais competente que ele seja, é preciso que nós desenvolvamos outros instrumentos de crédito. O BNDES não pode nem deseja ser o único responsável pelo financiamento de longo prazo no País.
DINHEIRO – Como fazer isso?
GOMES DA SILVA – Sem poupança de longo prazo não há crédito de longo prazo. Por isso, enquanto a Selic continuava pagando rendimento elevado no overnight, seria impossível convencer alguém a poupar no longo prazo. Com a queda dos juros, esse quadro muda. Além disso, é importante haver um mercado secundário com ampla liquidez para esses títulos, e oferecer benefícios tributários para quem aplicar o dinheiro por mais tempo. 
DINHEIRO – Os juros baixos no Brasil vieram para ficar?
GOMES DA SILVA – Sim. A presidenta Dilma soube aproveitar a oportunidade gerada pela crise para reduzir os juros. E o Banco Central, que foi criticado pelo mercado em meados do ano passado, hoje é elogiado por ter se antecipado a um quadro de piora do cenário internacional. É importante salientar, no entanto, que a Selic ainda é elevada, se compararmos com as taxas reais negativas de vários países. Não estou dizendo que tem de baixar mais, mas apenas que os títulos públicos brasileiros oferecem ampla segurança aos investidores, o que permite pagar taxas menores.
DINHEIRO – O seu pai, José Alencar, tinha exatamente a bandeira dos juros...
GOMES DA SILVA – Papai tinha a real noção de que o Estado pertence a cada um dos brasileiros. Nesse contexto, ele não se conformava com gastos absolutamente desnecessários que o Estado tinha com o pagamento do serviço da dívida pública. Ele ficava triste e indignado. Então, não tenho dúvida de que meu pai está aplaudindo, no céu, a redução dos juros. O Brasil está rompendo com uma cultura que se formou, segundo a qual o País tinha de ter um regime de juros estratosféricos. 
DINHEIRO – Como o sr. avalia o discurso da presidenta na Assembleia-Geral da ONU, contra o afrouxamento monetário dos países ricos?
GOMES DA SILVA – O que a presidenta Dilma falou na ONU é a mais pura verdade. É óbvio que a emissão de moeda traz consequências para os países emergentes. Portanto, é absolutamente legítimo e imprescindível que o governo brasileiro adote medidas para conter a valorização do câmbio, gerada por esse tsunami monetário. É preciso proteger a indústria. Falar em comércio livre sem que as condições isonômicas de competição existam, na verdade, não é falar em comércio livre. No boxe, por exemplo, você não coloca um lutador peso-pena contra um peso-pesado. O mesmo raciocínio vale em relação à concorrência da China.
DINHEIRO – A indústria brasileira é realmente competitiva?
GOMES DA SILVA – Posso assegurar que, no caso da indústria têxtil e de outros setores, a nossa produtividade e a nossa qualidade são elevadíssimas, dentro dos muros das fábricas, e podem ser comparadas com as de qualquer país. Nós perdemos competitividade por fatores externos às empresas, como por exemplo a falta de infraestrutura e a taxa de juros ainda elevada. 
DINHEIRO – Mas o governo tem adotado várias medidas favoráveis à indústria... 
GOMES DA SILVA – Com certeza são medidas necessárias para sermos competitivos no cenário internacional. Cito a redução dos juros, o novo patamar cambial, a desoneração da folha de pagamento, a depreciação acelerada de bens de capital, a redução do custo da energia e as concessões rodoviárias e ferroviárias, que diminuirão os custos de infraestrutura.
46.jpg
Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento no governo Lula
DINHEIRO – Ainda assim, o sr. acha correto o governo adotar medidas protecionistas?
GOMES DA SILVA – É imprescindível que, durante esse período de transição, enquanto as medidas econômicas não surtem efeito, o governo tome medidas para proteger a indústria nacional. Ainda mais neste momento em que os países desenvolvidos estão liquidando os seus produtos a qualquer preço. O setor têxtil, inclusive, já encaminhou um pedido de salvaguardas para as confecções, o que faz parte das regras da OMC. Posso dizer que, nesse caso, a sinalização do ministro Guido Mantega foi positiva.
DINHEIRO – Com tantas medidas de estímulo, a retomada dos investimentos está agora nas mãos dos empresários, certo?
GOMES DA SILVA – Não é bem assim. Não se reconstrói a competitividade de um país em tão pouco tempo. O governo está atento e sabe que precisa fazer ainda mais. Agora, o empresário obviamente investe quando há perspectiva de que o mercado vá absorver aquele aumento de produção. Por isso, o governo não deixa o mercado interno encolher. A produção é puxada pela demanda. Se houver demanda, o empresariado continuará investindo. O empresário brasileiro acredita e sempre acreditou no Brasil. Não há desânimo no setor empresarial. O que há é uma análise da realidade como ela é. 
DINHEIRO – Por que o governo sempre prioriza a indústria automobilística na hora de estimular a demanda?
GOMES DA SILVA – Sou a favor de medidas horizontais, ou seja, que valem para todos, porque são sempre as mais eficazes, como juros, câmbio e energia. Mas, em determinados momentos, é preciso estimular alguns setores que têm efeito multiplicador na economia. O objetivo é evitar um ciclo negativo de redução de produção, emprego e massa salarial, que seria ruim para todos os setores. É óbvio que o governo tem de ter cuidado para não criar distorções. Quando você incentiva mais o setor A, há um deslocamento da renda para lá, o que acaba diminuindo, num primeiro momento, o potencial de compra de produtos dos outros setores. Sou a favor de incentivos verticais, ou seja, medidas específicas, para setores nascentes, como aconteceu com a Embraer no passado.
DINHEIRO – A propósito, o governo anterior foi criticado por utilizar o BNDES na escolha de empresas campeãs nacionais, como no caso da JBS. Isso é correto?
GOMES DA SILVA – Isso é algo mais polêmico. É muito importante que o País tenha grandes grupos nacionais, fortes e competitivos globalmente. Porém, esses grupos têm de ser formados graças à capacidade de gestão de cada um deles e não fruto da escolha do Estado. O Estado precisa tomar mais cuidado porque ele pode escolher errado. Ele precisa apoiar aqueles que estão ganhando. Cito como exemplos de sucesso empresas como Gerdau, Embraer, Natura, Vale, Coteminas, Petrobras, Ambev, WEG e BR Foods, e nenhuma delas foi necessariamente escolhida pelo Estado para ser campeã. Ele tem que apoiar, não tem de eleger. A escolha não é própria de um Estado democrático, não acho correto fazer isso. Quero deixar claro que eu acho que o atual governo da presidenta Dilma não está fazendo esse tipo de escolha.
47.jpg
José Alencar, ex-vice-presidente da República
DINHEIRO – Uma reportagem recente da revista DINHEIRO mostrou que a educação ainda vai muito mal no Brasil. O que pode ser feito?
GOMES DA SILVA – É preciso valorizar muito o professor por meio da meritocracia. Sem isso, é impossível ter educação de qualidade. A valorização deve ser feita a partir de avaliações que mostrem a capacidade do professor de ensinar os alunos. Já existem experiências bem sucedidas no Brasil e devemos disseminá-las. Devemos também usar a revolução tecnológica na melhoria da educação. Para recuperar o tempo perdido, os alunos precisam estudar uma maior quantidade de horas, na sala de aula ou via internet. E tudo isso tem de começar pelo ensino básico, focando na língua portuguesa e na matemática. Uma casa não pode ser iniciada pelo telhado, mas sim pelo alicerce. Sem o básico da língua portuguesa, o aluno não consegue ler nem compreender as demais matérias. E a gente não forma um engenheiro sem um conhecimento mínimo de matemática. 
DINHEIRO – Que avaliação o sr. faz do julgamento do mensalão?
GOMES DA SILVA – Qualquer que seja o resultado, o episódio do mensalão está ajudando o Brasil a se firmar cada vez mais aos olhos do mundo como um país que é um Estado democrático de direito e cujas instituições funcionam.
DINHEIRO – O sr. poderia nos falar de uma lição do José Alencar político e outra do José Alencar empresário?
GOMES DA SILVA – A lição é a mesma para os dois casos. Papai a recebeu do meu avô, quando saiu de casa, aos 14 anos, para trabalhar. O importante na vida é ter um comportamento digno, seja na pública ou privada, de tal maneira que você possa sempre ser recebido com orgulho, carinho e respeito nos lugares por onde passou. 
DINHEIRO – O sr. admite a possibilidade de ingressar na política ou ficou algum trauma da experiência do seu pai?
GOMES DA SILVA – Não há atividade mais nobre que a política. Em todas os segmentos, inclusive no empresarial, há coisas boas e ruins. Se algum dia eu tiver condições de prestar algum serviço na política, o farei com orgulho e honra.
DINHEIRO – O sr. aceitaria um convite para ser ministro, assim como aconteceu com o empresário Luiz Fernando Furlan, no governo Lula?
GOMES DA SILVA – Não sei se eu tenho as qualificações do Furlan, que desempenhou um papel espetacular para o Brasil. Mas não descarto um convite para ser ministro.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Condomínio Bahia Têxtil vai criar dois mil empregos em Salvador

Vinte e uma empresas do setor têxtil passam a funcionar no Condomínio Bahia Têxtil, localizado no bairro do Uruguai, na Cidade Baixa, em Salvador, a partir desta quarta-feira (3). Inaugurado pelo governador Jaques Wagner, o empreendimento gera cerca de 800 empregos diretos, e quando estiver em pleno funcionamento, serão dois mil postos de trabalho.
A implantação de um polo têxtil em um local onde já funciona um complexo com várias lojas de fábrica permitirá aos empresários baianos uma significativa redução em seus custos. “Aqui vamos formar uma cadeia produtiva na área de confecção, coisa que não existe em lugar nenhum do Brasil. Vamos trabalhar com todas as áreas, produzir calça, camisa, terno, fazer bordados, pintura. Com isso, fechamos a cadeia produtiva e nos tornamos mais competitivos no mercado. Além de vendermos para todo país, podemos exportar nossos produtos”, ressaltou o empresário Marco Aurélio Souza.
O Condomínio Bahia Têxtil visa otimizar o potencial da mão-de-obra local, bem como viabilizar novas tecnologias para obter ganhos de produtividade e enfrentar a concorrência internacional no setor. “Os profissionais do setor ganharam muito com esse novo empreendimento. É uma chance a mais no mercado de trabalho e mais valorização”, afirmou o operador Manuel Benício, 30.
O sistema de produção do Condomínio Bahia Têxtil, feito nos moldes adotados na Itália, permitirá o uso compartilhado de equipamento de tecnologia avançada.
 http://youtu.be/kR_jPF4Yfuw
Desenvolvimento econômico
“Hoje na Bahia temos vários cursos profissionalizantes para qualificar os jovens para o mercado de trabalho e para os investimentos que estão se instalando no estado. O governo apoia as empresas que mais geram emprego e estas são principalmente dos setores de serviço e turismo. Mas, não deixamos de investir em outros setores, porque o que importa é gerar emprego no estado”, enfatizou o governador Jaques Wagner.
Nos últimos cinco anos, a Bahia vem se consolidando como um dos importantes polos econômicos do país. O fortalecimento de atividades já tradicionais, a exemplo da indústria e da agropecuária, combinado com a estratégia de dinamização e integração de setores estratégicos como comércio e serviços superiores, tem contribuído para que o Estado avance para um novo patamar de desenvolvimento econômico e social.
FONTE: GOVERNO DA BAHIA

Firjan inaugura Unidade Móvel para atender comunidades pacificadas com curso de Operador de Máquina de Costura Industrial

Localizado no Largo da Carioca, unidade oferece curso de Operador de Máquina de Costura Industrial gratuitamente

Rio - O Sistema Firjan, através do Senai, inaugurou na quarta-feira a Unidade Móvel Confecção de Roupas, a primeira direcionada exclusivamente ao segmento têxtil, localizada no Largo da Carioca, Centro da Cidade. O espaço oferece curso de Operador de Máquina de Costura Industrial, inicialmente, apenas para moradores de comunidades pacificadas. Contando com 28 máquinas de costura de última geração, a unidade capacitará os alunos para atuarem nas mais variadas áreas do setor têxtil.
“Essa oportunidade é muito importante para os moradores das comunidades pacificadas, que irá ajudar não só jovens, como pessoas na terceira idade. Vai qualificar profissionais para inserção no mercado de trabalho, que poderão atuar em diversos ramos do setor de corte e costura”, afirmou Denize Tavares, chefe de Educação Profissional do Senai Laranjeiras, que será responsável por administrar a nova unidade.
A unidade móvel conta com um ambiente de aprendizagem com tecnologia avançada, modelo industrial, e é voltada para cursos de Educação Profissional. O espaço tem 15,40m de comprimento, 2,60m de largura e x 2,70m de altura e ainda possui um avanço lateral de 2,30m. A unidade é toda climatizada, possui lousa digital, projetor multimídia, computador para o professor e acesso para PCD (pessoa com deficiência).
Um das primeiras alunas da nova unidade, Ana Lúcia Medina, 64 anos, moradora do Chapéu Mangueira, resumiu sua expectativa. “Estou aqui em busca de um futuro melhor e essa oportunidade dada pelo Senai é muito especial”, concluiu.
O curso terá carga horária de 240 horas. A unidade já está em funcionamento e tem capacidade para atender 40 alunos diariamente, dividido nos turnos da manhã e tarde, nos horários das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas, respectivamente.
O curso deve atender cerca de 40 alunos diariamente | Foto: Divulgação
FONTE:  O DIA

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Eike pode ter Murdoch como sócio no SBT

Eike pode ter Murdoch como sócio no SBT
Fonte: PortoGente
A edição desta semana da revista Veja informa que Eike Batista pode ter o magnata australiano Rupert Murdoch como sócio na compra do SBT. O texto publicado na coluna ’Radar’ ainda afirma que o ex-presidente Lula tem incentivado o empresário a fechar o negócio com a emissora de TV.
 De acordo com a publicação da Editora Abril,  Murdoch procurou Eike propondo uma sociedade na qual ficaria com 30% da rede de TV de Silvio Santos. A revista também diz que nenhuma proposta foi feita ao apresentador.
 Há cerca de um mês, Eike falou com jornalistas durante o lançamento do site Powerlook sobre o interesse em meios de comunicação. "Chega certo momento em que ter mídia é bom", disse. Na ocasião, o empresário contou que está cansado de ver notícias ruins na televisão e que essa seria a oportunidade de "de ter um canal que se dedique mais às notícias boas".
 A ideia dele é investir em programação "mais leve" com foco em saúde, educação e documentários. O Grupo EBX diz, por meio da assessoria de imprensa, que Eike não está interessado na compra do SBT.

Próximo colóquio de Moda será no Ceará.

A 9ª edição do evento será realizada em Fortaleza, com organização da Universidade Federal do Ceará e da Faculdade Católica do Ceará.

Dia 21 último terminou o evento acadêmico de Moda mais importante do Brasil – o Colóquio de Moda - deixando-nos com um gosto de quero mais. Promovido pela ABEPEM (Associação Brasileira de Estudos e Pesquisa em Moda), aconteceu no SENAI-CETIQT na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro. O evento que iniciou dia 16 teve duração de oito horas por dia, configurando-se uma verdadeira Semana de Moda Acadêmica. Com mais de 1.250 inscritos, o encontro teve como objetivo pensar, refletir e construir conhecimento na área de Moda - uma área que não diz respeito apenas ao vestuário, mas que está intrinsecamente ligada a inúmeras outras áreas do conhecimento humano, confirmando a sua relevância, principalmente na economia mundial, já que a Moda é segunda indústria na geração de emprego e renda.

O Colóquio ofereceu uma grande oportunidade de discutir o fenômeno Moda a partir de seus alicerces - quer seja no âmbito acadêmico e/ou fora dele, ao tratar de assuntos pertinentes à concepção, criação e desenvolvimento produtos de moda. A participação foi feita por meio de publicação de trabalhos científicos ou apenas como ouvinte. Os artigos científicos foram apresentados oralmente, ou ainda, fazendo parte de grupos de trabalho, nos quais aconteceram debates mais aprofundados sobre o assunto em questão. A programação incluiu mini cursos e seminários ministrados por palestrantes brasileiros e europeus.

Todo esse conteúdo investigatório vem confirmar que Moda se aprende na academia e que a pesquisa na área está cada vez mais acentuada. Sendo o Brasil o país de maior número de cursos Moda do mundo, em nível de graduação, torna-se imprescindível para os atuais, e futuros, profissionais da área ter aporte teórico em nível elevado, o que vem garantir mais conhecimento e, consequentemente, produtos mais competitivos no mercado nacional e internacional.

O evento é itinerante; a cada ano ocorre em um estado brasileiro diferente. Em 2013, o Ceará sediará o IX Colóquio de Moda na sua 6ª edição internacional, que acontecerá na cidade de Fortaleza, sob a responsabilidade de duas instituições com curso de Design de Moda: a UFC (Universidade Federal do Ceará) e a Faculdade Católica do Ceará.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Três perguntas de ouro para quem busca a vaga dos sonhos.


Saiba qual a melhor maneira de fazer um currículo bem feito, se comportar na entrevista e participar da dinâmica de grupo.

Como fazer um currículo bem feito? Como se comportar em uma entrevista? O que fazer em uma dinâmica de grupo? Estas são as três perguntas de ouro para quem busca uma vaga ideal. Como sabemos, qualquer mínimo erro em uma destas etapas costuma sair caro e perder a oportunidade dos sonhos é uma tragédia.
Como fazer um currículo bem feito?
Você precisa entender que embalagens ruins não vendem. E a embalagem de uma pessoa é o seu currículo. Ao incluir o currículo nos sites de empregos ou da empresa, fique atento:
- Preencha todos os campos com atenção, capriche na redação e na escolha das palavras: um bom vocabulário faz toda diferença. Não tenha "preguiça" de incluir todos os dados solicitados no momento do cadastro de seu currículo. Se você não teve disposição e energia para preencher de maneira completa algo simples, o selecionador não vai perder tempo com você.
- Informe sua formação de maneira detalhada, mas não seja repetitivo.
- Jamais minta, não exagere, mas não se subestime.
- Inclua todas as experiências que você teve, mesmo aquelas fora do ambiente corporativo ou sem remuneração (voluntárias). Conhecimento é um diferencial importante na hora ser avaliado.
- As buscas por candidatos se dão por palavras chaves, então explique suas experiências de forma clara e utilize o jargão da área. Por exemplo, se a sua experiência é comercial, tenha certeza de que seu currículo inclua palavras como "comercial", "vendas", "clientes", "resultados" e outras que sejam específicas do mercado que você atua ou pretende atuar.
- Coloque uma boa foto, que mostre bem o rosto, com uma expressão aberta e positiva, mas sem exageros. As mulheres devem enviar uma foto recatada, sem decotes, evitando exposição desnecessária do corpo. Lembre-se de que é muito provável que seu currículo seja analisado por outra mulher.
- Inclua um vídeo currículo. Esta é uma boa forma de ter 2 ou 3 minutos de "proximidade" com o selecionador.
- Visite sempre os sites das empresas em que você cadastrou seu currículo e se inscreva em todas as vagas de seu interesse. Os selecionadores iniciam suas pesquisas de candidatos primeiramente pelos inscritos na vaga.
Como devo me comportar em uma entrevista?
- O entrevistador fará perguntas específicas sobre a empresa e seu negócio e será um grande diferencial se ele sentir que você sabe sobre o assunto. Para obter informações sobre a empresa visite o site, veja a área institucional, seus principais negócios, as últimas notícias, sua cultura, forma de atuação, clientes e fornecedores.
- Visite as redes sociais da empresa, lá você identificará a forma como ela se comunica com seu publico e conhecerá um pouco sobre sua cultura. Curta a página, acompanhe as publicações da empresa em sites como Facebook, Linkedin e Twitter.
- Leia as notícias divulgadas sobre a empresa, segmento e concorrentes.
- Revisite o seu currículo e tudo que informou: você só chegou na entrevista porque as informações do currículo estão próximas ou de acordo com o perfil desejado pela empresa. Isso significa que a entrevista terá como ponto inicial as informações do currículo.
- Fique à vontade diante do seu entrevistador. Um bom exercício, que ajuda a ter mais tranquilidade, é mentalizar as informações no currículo e falar "com você mesmo" sobre elas. Construa um roteiro do que será falado, sempre com base no seu currículo, ou seja, pense em seus objetivos profissionais, formação e experiência, seus pontos fortes e debilidades entre outros.
- Olhe, sempre, diretamente, para os olhos de seu entrevistador. Ele sente mais segurança quando você fala olhando nos olhos dele.
- Mantenha uma postura confiante. Já ouviu a expressão "o corpo fala"? Pois é, ficar "largado" na cadeira pode passar um tom de desleixo. Lembre-se de que você está em uma entrevista e está sendo avaliado de maneira ampla, cada detalhe faz a diferença.
- A roupa é outro item fundamental. Procure saber a cultura da empresa e vá de maneira a não ficar diferente dos outros. Se na empresa a cultura é usar terno e gravata, vá assim; se for mais casual, tire o terno e a gravata. Caso tenha dúvidas, siga esta regra: se a empresa for uma instituição financeira ou com atuação na área jurídica, vá de terno e gravata. Se a empresa for de outro segmento, os homens podem dispensar a gravata. Uma calça e camisa sociais serão suficientes. Para as mulheres, use roupa social e evite extravagâncias com acessórios. Não exagere na maquiagem.

O que fazer em uma dinâmica de grupo?

Reestude, detalhadamente, o negócio da empresa e o segmento em que ela atua e seus fornecedores e concorrentes. Na dinâmica estes assuntos podem ser abordados, por isso sugiro que:
- Visite o site da empresa.
- Visite as redes sociais da empresa e de seus fornecedores e concorrentes.
- Leia notícias e informações divulgadas sobre a empresa nos últimos anos.
- Procure notícias detalhadas sobre o segmento e tendências para os próximos anos.
- Vá vestido adequadamente. Você já participou de entrevistas e viu como as pessoas da empresa se vestem, portanto siga essa linha. É importante se destacar na dinâmica, mas pelo seu conhecimento e participação. Não pague o mico de se destacar a ponto de ser um ponto de referência: "fiquem perto do cara de camisa laranja com bolinhas pretas". Algumas dinâmicas exigem liberdade de ação, por isso as mulheres devem evitar saias curtas.
- Chegue no horário. Atrasar pode ser o fim do processo para você. Principalmente em grandes cidades, a desculpa de que pegou trânsito não funciona mais.
- Fique atento às instruções iniciais. Por ansiedade você pode deixar de ler e entender as instruções e isso pode ser fatal na dinâmica de grupo.
- Seja participativo, mas não chato. Participar e dar opiniões é fundamental, mas lembre-se que você está em um grupo, portanto, fale e ouça os outros também. Pondere outras opiniões, faça contrapontos, mas nunca corte a fala dos outros. Ouça até o fim o que os outros têm a dizer (mesmo que na sua visão seja uma grande bobagem), para somente então emitir sua opinião ou seu contraponto. Cuidado: a ansiedade pode fazer você não ouvir e entender o que os outros estão dizendo, portanto escute tudo com atenção.
- Tente esquecer seus observadores. Se você conseguir "mergulhar" no grupo e esquecer que está sendo observado, com certeza agirá mais naturalmente e seu desempenho será melhor.
- A forma como você se comunica e expressa sua opinião está sendo fortemente avaliada, portanto cuidado com o vocabulário, evite gírias, erros de pronúncia e, principalmente, palavrões.
Cezar Tegon – é graduado em Estudos Sociais, Administração de Empresas e Direito. É Presidente da Elancers e Sócio Diretor da Consultants Group by Tegon. Com experiência de 30 anos na área de RH, é pioneiro no Brasil em construção e implementação de soluções informatizadas para RH. Diretor de novos produtos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), é membro de criação do CONARH.

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De Biquíni Fio Dental para Moda Evangélica no Brasil

As mulheres brasileiras, que têm sido estereotipadas como demasiadamente sexualizadas com biquínis fio dental, estão agora mostrando uma grande mudança de aparência e necessidade, acompanhando o crescimento da população evangélica no país.

  • moda evangélica
    (Foto: Joyaly)
    Moda evangélica Joyaly.
De acordo com a Associated Press, a chamada moda evangélica surgiu como um segmento crescente do país, cuja indústria têxtil movimenta R$ 50 bilhões ao ano, para atender às necessidades de conservadores vindos do número crescente de cristãos nascidos de novo.
No Rio de Janeiro, duas lojas evangélicas M&A Fashion e Silca Roupas Evangélica competem na rua do subúrbio do Rio Itaboraí.
O gerente da M&A, Marcelo Batista, disse que as mulheres evangélicas agora vestem essa roupa com orgulho.
"A palavra `evangélica’ costumava ‘ter uma conotação brega’", disse ele, segundo a AP. "Mas agora, nós não temos medo de mostrar quem nós somos."
Os resultados do censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a população evangélica cresceu 16 milhões de pessoas em 10 ano, entre 2000 e 2010, para 42,3 milhões.
Em 1980, os evangélicos representavam 6,6 por cento da população, saltando para 22,2 por cento da população de 190 milhões do país em 2010.
A vestimenta modesta agora está surgindo em todo o país, com várias novas marcas nascidas a partir da luta constante de famílias para encontrar roupas que atendam as regras de modéstia da igreja.
No entanto, nesta enorme comunidade emergente, as igrejas não são um bloco unificado e cada uma define seus códigos de vestimentas próprias que podem variar de draconiano até permissiva.
Em algumas congregações as mulheres usam a roupa arquetípica brasileira, tops e shorts curtos em suas vidas diárias, vestindo roupas modestas apenas para os cultos. Em outras, as mulheres cobrem-se em todas as ocasiões, nem mesmo tirando suas vestes na praia.
Na conservadora Assembléia de Deus dos Últimos Dias, no Rio de Janeiro, as mulheres são proibidas de usar calças bem como tecidos vermelho e preto. A Igreja diz que tem o seu código de vestimenta baseada na Bíblia.
"As mulheres da Bíblia são ordenadas a usar este tipo de roupa. Ela diz que os corpos das mulheres não foram feitos para estar em exposição para todos, apenas para os seus maridos", disse o pastor da igreja, Marcos Pereira.
Fonte:|http://portugues.christianpost.com/news/biquini-fio-dental-dando-lu...

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O que o empreendedor precisa saber sobre pró-labore e distribuição de lucros

É muito normal um pequeno empresário ter dúvidas sobre como essa última parte funciona. Aí fica a pergunta: como o empreendedor recebe dinheiro da própria empresa sem fazer nada errado e sem se afogar em impostos?
 Empreendedor, cuide bem do seu rico dinheirinho!
 São 3 formatos diferentes para o empreendedor ser remunerado pela própria empresa:
 1- Pró-labore
 Ele funciona praticamente igual a um salário. Por isso, sobre ele incidem dois impostos:
 ■11% de INSS (valor fixo, independente do valor do pró-labore);
 ■IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) de acordo com a mesma tabela que funciona para funcionários de empresas (veja a tabela aqui).
 2- Distribuição de lucros
 Empresas faturam, pagam impostos, contas e, com isso, geram lucro. Esse lucro pode ser distribuído entre os sócios sem que seja novamente taxado com IRPF, já que empresas pagam IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) sobre o que ganham.
 Para que a distribuição de lucros seja feita da maneira certa, existem algumas diretrizes que o Empreendedor precisa tomar:
 ■Definir no Contrato Social qual a frequência em que os lucros serão distribuídos. Existe um padrão comum para fazer isso anualmente, porém nada (nenhuma lei) impede que seja feito mensalmente, por exemplo.
 ■Caso a empresa tenha tido prejuízo ao examinar seu passado, ela não pode distribuir lucros. Primeiro ela deve amortizar as dívidas, para depois distribuir lucros.
 ■Não é nada saudável distribuir todo o lucro se você já conseguir prever que o mês seguinte será de vacas magras.
 3- Juros sobre Capital Próprio
 Esse formato é mais usual para empresas com grande capital social. A ideia aqui é o sócio receba uma recompensa pelo capital próprio investido.
 Existem duas taxa para o cálculo desse valor: a TJLP e a Selic.
 Dicas úteis para lidar com pró-labore e distribuição de lucros
 a) Se a sua empresa gera lucro, remunere os sócios o máximo possível por distribuição de lucros.
 Isso porque o valor passado ao empreendedor em distribuição de lucros é limpo, já que no pró-labore incidem IRPF e INSS.
 b) O pró-labore não é obrigatório e não existe um valor mínimo para ele.
 Tudo que se refere ao pró-labore deve estar estabelecido no Contrato Social. Uma boa saída para não ter isso escrito em pedra é utilizar no Contrato Social: “valores e periodicidade de pró-labore serão definidos pelos sócios”.
 É muito comum sócios não tirarem pró-labore e terem um contrato de trabalho que paga um salário mínimo ao mês (em alguns casos vemos contratos de R$1/ano).
 c) A distribuição de lucros não precisa ocorrer apenas anualmente e proporcional ao capital social
 Desde que esteja colocado no Contrato Social qual a frequência, a distribuição de lucros (desde que haja lucro) pode ocorrer, por exemplo, mensalmente.
 Além disso, os sócios podem definir que a distribuição de lucros não precisa ser diretamente proporcional ao capital social de cada um deles. Ou seja, um sócio pode receber a mais por um critério a ser definido, por exemplo desempenho ou vendas realizadas.
 d) Como o empreendedor declara esses diferentes ganhos em sua declaração de imposto de renda de pessoa física?
 O formulário de declaração de IRPF contém campos específicos para cada uma das 3 formas de recebimento. Por isso, procure sempre o campo exato.
 Além disso, vale sempre a pena lembrar que uma boa ferramenta de gestão financeira pode facilitar muito o seu dia-a-dia.

sábado, 22 de setembro de 2012

10 Idéias MATADORAS para ter reuniões fodásticas na empresa.

 "É muito legal se reunir com as crianças. Você nunca sabe o que elas vão dizer."

O problema das empresas não são as reuniões, mas a atitude das pessoas com relação as reuniões.

O propósito de uma reunião é decidir alguma coisa. Todos os outros propósitos não fazem sentido.

As pessoas devem se reunir em uma reunião para decidir o que fazer, para avançar uma idéia, para desenrolar um conflito ou gerar um conflito que fará as coisas acontecerem.

Reunião é para decidir!

Eu reuni algumas idéias rápidas e práticas que eu peguei ali e aqui baseadas na minha convivência com centenas de reuniões em diferentes empresas de diferentes tamanhos.

É coisa rápida, lá vai:

(1) O decisor final tem que participar de todas as reuniões. Se o cara que decide não pode participar da reunião, não faça a reunião. Caso contrário, você terá que fazer uma nova reunião para atualizar o cara sobre tudo que vocês falaram.

(2) Convide o mínimo de pessoas possível. A real colaboração acontece quando a reunião tem no máximo três pessoas. Pode reparar que em reuniões com mais de 5 pessoas, 20% das pessoas falam 80% do tempo, e 50% das pessoas ficam absolutamente em silêncio. Pessoas que não falam em reuniões não devem participar de reuniões. Dê uma chance para o cara, se ele repetir o silêncio, não chame mais. 

(3) Decisões não devem esperar uma reunião, se precisa decidir algo, faça a reunião AGORA! Uma decisão importante não deve aguardar o calendário de reuniões de staff da empresa para entrar em discussão. Se o bicho tá pegando, chama a infantaria e a cavalaria, e decide agora!

(4) Cada participante tem que sair da reunião com um Lista de Tarefas CRISTALINA O participante que sai de uma reunião sem uma lista de tarefas não deveria ter participado daquela reunião. Ele perdeu o tempo da empresa, e o próprio tempo. Todos tem que sair com uma lista de tarefas claras e necessárias para lidar com a decisão que todos tomaram. Outra coisa, esse negócio de minuta de reunião é coisa de velho. Gente adulta e responsável não precisa de minuta de reunião, cada um tem que saber o que tem que fazer sem o “papai” ter que lembrar.

(5) A reunião tem que terminar no horário programado. A reunião tem que ser a mais breve possível, mas também não tem que ser coisa de maluco ansioso. Uma decisão precisa ser tomada, e ela pode afetar o destino da empresa. Portanto, para que a reunião aconteça rapidamente, você precisa levar as informações necessárias para decidir para dentro da reunião. As pessoas precisam de fatos para tomar decisões baseadas nas emoções. Parece piada, mas é assim que funciona.

(6) Esteja preparado para desafiar e ser desafiado. Se vamos decidir alguma coisa, que seja uma decisão sobre algo corajoso, audacioso, inovador e arrojado. Que marketing desafie os resultados de vendas, e vendas não fique com mimimi porque o marketeiro deu porrada; que vendas desafie os números apresentados por marketing, e marketing não fique com medinho porque vendas colocou o dedo na ferida; que TI desafie a diretoria da empresa, que a diretoria da empresa desafie o projeto mais do mesmo do cara da logística, e assim por diante e vice-versa. Afinal, vocês são adultos ou não são??? Pelas minhas contas, uma criança de 5 anos hoje está muito mais preparada para receber feedback do que muito marmanjo de gravata circulando por ai.

(7) As respostas tem que ser sempre "Sim!", e nunca "Não, mas". NUNCA CHAME um cara negativo para participar de uma reunião. Uma reunião entre seres humanos tem que ser PRÁ CIMA, ULTRA OTIMISTA, ILUMINADA. O funcionário roda presa que só vê problemas nas sugestões dadas pelos outros e NUNCA apresenta soluções otimistas deve ser banido da reunião.

(8) Se a reunião é longa, faça paradas a cada 30 minutos. De quanto tempo você precisa para decidir se deve comprar um jatinho de 10 milhões de reais??? Segundo um amigo que vende jatinhos corporativos, você precisa de 15 minutos. 30 minutos é tempo mais do que o suficiente para decidirmos alguma coisa. Além do mais, faça as paradas de 30 minutos para liberar as pessoas para checar emails, fazer telefonemas etc. O uso de gadgets enquanto rola reuniões nesse modelo que eu estou sugerindo é PROIBIDO - a não ser uma necessidade ou outra de checar informações necessárias para decidirmos. O funcionário que atender uma ligação no meio de uma reunião de 30 minutos para falar sobre um assunto que não tem a ver com a reunião está despedido!

(9) Faça a lição de casa da última reunião antes de entrar na reunião. Cara, não me obrigue a fazer uma reunião para revisar a reunião da semana anterior. É piada! O follow-up das coisas tem que rolar quando tiver que rolar e não deveriam precisar de uma nova reunião. A nova reunião deve acontecer porque novas coisas precisam ser decididas. PORTANTO, esteja sempre preparado e atualizado com relação a sua lição de casa.

(10) Traga soluções, e não problemas. Você já sabe que o tema da reunião é como vamos aumentar as vendas sem reduzir a margem. Traga pelo menos três idéias práticas e embasadas de como fazer isso. Não venha perder o meu tempo com desculpas furadas sobre a impossibilidade de fazer. Seja criativo, e encontre um jeito.

Gostou?

Alguma sugestão?

Ou você não conseguiu ler esse artigo até o final porque está metido em alguma reunião onde o decisor não está presente, onde a galera está fazendo a revisão da lição de casa da reunião anterior, onde 50% dos funcionários da empresa estão dentro da sala, onde o tempo da reunião já se esgotou porque as pessoas tem medo de colocar o dedo nas feridas, e 80% das pessoas acham que qualquer idéia bacana vai dar errado no final?

CHEGA DESSA PALHAÇADA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?
Ricardo Jordão Magalhães
Preparado para a Reunião
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BIZREVOLUTION

Eu sou fã do Ser Humano. E Você?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Buzinnes lincados ao meu blog

Boa tarde,á todos.Especialmente aqueles que muitas das vezes não tem tempo de postar algum comentário no meu blog.Mas ressolvi postar este artigo para informar que alguns dos banners localizados no meu blog são de inteira confiança.Mesmo porque não teria coragem de associar a minha imagem com picaretagem, que nós encontarmos todos os dias pela web.Estes a quais relato, andei pesquisando há algum tempo,e são corporaçções que tem muito crédito na ineternet em se tratando de negócios neste mundo inetiramente novo.Como posso citar, o Sr Dani Edson do Kit Ganhar Dinheiro on Line,o Curso 24 horas e o site do Imagem e Foleados.Os dois últimos parceiros trabalham com afiliados e clientes.Modalidade estas que diferenciam totalmente o tipo de buziness.Um para ser um multiplicador dos   sites que se apresemtam,como o Curso 24 horas e o site do Imagem e Foleados.E a segunda forma,são clientes potenciais que queiram qualificar-se nas suas profissões ou aprender algo novo.O segundo site mulheres de forma geral que gostem de foleados para colocarem em seus corpos.Desta feita fiquem inteiramente á vontade para escolher aquele que melhor convier a seus interesses.Porém de pronto posso indicar o Kit Ganhar Dinheiro on Line.Mas antes de qualquer que seja a sua decisão,estude,pesquise e tome a decissão mais assertiva possível.Não estranhe pois continuarei postando artigos do mundo das confecções de roupas e de moda com os seus mais dieferentes artigos vivenciados neste segmento apaixonante.Estarei sempre com novidades,porém agora dividindo estas paceirias de buzinees.

http://www.kitganhedinheiro.net/?14430
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao67744
 http://www.imagemfolheados.com.br/parceria/?a=30070

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Qual animal você seria? Infográfico mostra o perfil comportamental dos profissionais que estão no Facebook


Os resultados foram separados por idade, sexo e perfis principal e secundário

O Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) realizou recentemente um estudo que mostra qual o perfil comportamental dos usuários do Facebook. Através de um aplicativo desenvolvido na própria rede social, o instituto analisou mais de 150 mil pessoas.
Os resultados foram separados por idade, sexo, perfil principal e secundário, e apresentados em um infográfico criativo. Com isso foi possível descobrir que a maioria das pessoas tem o perfil "Lobo".
Segundo o estudo, as pessoas com esse perfil pensam sempre a longo prazo e têm dificuldades de se adaptar a mudanças. Entre os menores números da análise estão as pessoas "Gato", que gostam de trabalhar em equipe, mas manipulam através do sentimento. 
Veja detalhes no infográfico abaixo:
Infográfico – Perfil Comportamental e Cerebral do Brasileiro no Facebook

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Mais de 300 morrem em incêndio de indústria têxtil no Paquistão

Paquistão -  Cerca de 300 pessoas morreram em um incêndio que arrasou nesta terça-feira à noite uma fábrica de material têxtil na cidade de Karachi, no sul do Paquistão, em um dos piores acidentes da história do país.
Um comandante do Corpo de Bombeiros de Karachi, Zakir Hussain, disse que no final da tarde (hora local) o número de mortos já tinha chegado a 280 e que ainda poderia aumentar muito. O canal local "Express TV" informou sobre a morte de 289 pessoas.
Corpos de centenas das vítimas do incêndio da fábrica em um depósito de cadáveres em Karachi | Foto: EFE
Corpos de centenas das vítimas do incêndio da fábrica em um depósito de cadáveres em Karachi | Foto: EFE
O desastre se deflagrou ontem à noite na sede da Ali Enterprise, um imóvel de quatro andares no modesto bairro de Baldia Town, e o número de vítimas fatais foi aumentando conforme o trabalho de resgate ia sendo feito.
Um responsável das equipes de resgate declarou ao canal "Geo TV" que o incêndio começou por um curto-circuito em um grande gerador elétrico situado perto do principal acesso da fábrica, que se transformou em uma armadilha mortal para os trabalhadores. A maioria dos corpos foi retirada do porão e do quarto andar da fábrica.
Um grupo de pessoas choram a morte de um familiar vítima do incêndio de fábrica têxtil | Foto: EFE
Um grupo de pessoas choram a morte de um familiar vítima do incêndio de fábrica têxtil | Foto: EFE
Foto: EFE
Foto: EFE
As péssimas condições trabalhistas e de segurança nas quais operam as milhares de fábricas têxteis do país serviram para transformar o incêndio em uma catástrofe.
Segundo diversos meios de comunicação, no imóvel, de dois mil metros quadrados, trabalhavam amontoados entre 1,5 mil e 2 mil pessoas, entre elas vários menores, e não havia praticamente nenhuma medida básica contra incêndios.
Conforme o relato dos bombeiros, o gerador afetado serviu de tampão para a saída dos trabalhadores, muitos dos quais estavam em um porão ao qual só se podia chegar por uma pequena porta que ficou bloqueada.
A maioria dos trabalhadores conseguiu fugir antes que o imóvel ficasse totalmente envolto pelas chamas, e muitos tiveram que saltar pelas janelas, razão pela qual as equipes médicas atenderam dezenas de pessoas com pernas fraturadas.
Durante os trabalhos de resgate, uma das principais preocupações dos bombeiros foi esfriar o mais rápido possível a estrutura do imóvel, que sofreu grandes danos pela intensidade do fogo.
Embora não costumem alcançar magnitudes como as deste incêndio, os acidentes deste tipo são relativamente frequentes no país devido, sobretudo, à precariedade na qual se trabalha no setor têxtil, um dos motores da economia nacional.
O Paquistão atravessa, além disso, uma grave crise energética, com contínuos cortes na provisão elétrica que obrigam os empresários a depender de geradores de gasóleo para não interromper a produção, o que aumenta os riscos para os trabalhadores.
Na terça-feira, 20 pessoas morreram na segunda maior cidade do país, Lahore, em um incidente quase igual ao de Karachi após a explosão de um gerador em uma fábrica de sapatos na qual trabalhavam 45 empregados.
Com informações da EFE 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Costurar Carreiras no Setor Têxtil.


Os equipamentos modernos de costura e tecido permitem ao Brasil concorrer internacionalmente. Isto deve ser acompanhado por pessoal qualificado, que colabore com as melhoras na qualidade dos produtos e nos prazos de entrega.
É inegável o impacto que os produtos importados da Ásia causaram no setor têxtil brasileiro.
   Há de se levar em consideração também a inconstância da cotação do dólar, que dificultou prever a conduta dos mercados. Mas essa situação pode gerar oportunidades para as empresas locais integrantes da cadeia produtiva têxtil.
   De acordo com a Associação da Indústria Têxtil e de Confecção, o Brasil é o sexto maior produtor de tecido do mundo. Por gerar 7 milhões de empregos diretos e indiretos, o setor é considerado o segundo maior empregador da chamada “indústria de transformação”. Assim mesmo, as novas tecnologias e aparelhos de produção, junto com os prazos mais curtos de entrega, são fatores chaves a atender para gerar mais vantagens competitivas no rubro.
CRESCIMENTO CEARENSE
   A produção cearense de tecidos cresceu consideravelmente nos últimos anos. Os investimentos de aproximadamente R$ 80 milhões na modernização do parque têxtil e confeccionista local deram ao Ceará uma participação de mais de 11% na produção nacional de fios ao longo de 2011. Quase um 7% dos empregos gerados pelo setor em todo o país estão na Terra da Luz. Todos esses números comprovam que as indústrias têxteis e de confecções instaladas no Ceará fazem deste estado um dos principais produtores do Brasil.

PROMESSA DE 2014
   Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com a Auditoria Ernst & Young Terco, analisou a produção de mais de 30 setores da macro e microeconomia brasileira. Efetuaram-se projeções de como essas áreas podem ganhar impulso com as inúmeras oportunidades de crescimento geradas pela Copa do Mundo de 2014. No estudo chegou-se a conclusão de que o mundial da FIFA deve provocar um crescimento de 3,12% do setor têxtil brasileiro.

SERVIÇO:
SINDITEXTIL.
Av. Barão de Studart, 1980 / 3o andar. Fortaleza – Ceará – Brasil. Fone: (85) 3421 5456 / (85) 3224 1478.  Site:  www.sinditextilce.org.br.
E-mail: sinditextil@sfiec.org.br
OPORTUNIDADES
No Estado do Ceará as ofertas de emprego do setor têxtil estão distribuídas principalmente na região metropolitana de Fortaleza e nos seguintes municípios:
* Jaguaruana
* Alto Santo
* Juazeiro do Norte
* Mombaça
* Quixadá
* Sobral
* Tianguá