segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pesquisa de mercado e consumo de moda praia.


Este formulario tem como intuito de verificar qual o padrão de consumo e gosto de mulheres na faixa de 16 aos 70 anos que utilizam biquínis e maios ( moda praia). Para qualquer duvida ou sugestão por favor escreva para fabianotextil@gmail.com , deixe seu comentário ou critica sobre o conteúdo, as informações do formulário serão utilizadas apenas com base para um trabalho de desenvolvimento de produto. Sendo todas as informações sigilosas. Conto com sua colaboração. O formulário é super simples, se tiver alguma duvida me escreve antes. Agradeço desde já sua atenção. Seguem as perguntas:
*Obrigatório
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estampa de listras na vertical
estampa de listras na horizontal
estampas xadrez
estampa de bolinhas
estampado na parte de cima liso na parte de baixo
estampado na parte de baixo liso na parte de cima
feito com tecido jeans
estampa de bichos ( onça , zebras ,cobras etc)
lantejoulas, glitter, strass , pedraria e afins
bordado
Florais
Por favor responda esta pesquisa e mande para este correio eletrônico:
  • fabianotextil@gmail.com
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dFNRamZNbnFISUxJOGpDM3lYcmxhckE6MQ#gid=0


Pesquisa Realizada Por Alunos Da Unifebe E Senai Comprova Qualidade Da Produção De Tecidos Em Brusque


Acadêmicos do curso de Produção Têxtil do Centro Universitário de Brusque (Unifebe) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) realizaram uma pesquisa para investigar as causas dos defeitos em malhas em empresas de Brusque. O estudo comprovou a qualidade do tecido, já que, da malha pesquisada em 15 empresas, apenas 2,8% mostraram algum defeito, enquanto 97,2% apresentaram ótimas condições. 


Dentro dos 2,8% da malha com defeito, a maioria das falhas estava relacionada ao processo de tingimento (56%). Conforme Sidnei Gripa, coordenador do curso de Processos Gerenciais, e Wallee Nobrega Lopo, coordenador técnico, foi constatado que os setores da indústria têxtil da região, que dependem do fator humano para garantir a qualidade do produto ou serviço, tendem a apresentar maior número de defeitos gerados. “O resultado da pesquisa foi enviado para as empresas participantes do estudo. A partir desses dados elas podem aprimorar seus controles de qualidade para garantir que tais defeitos não sigam à diante e para reduzir ainda mais o índice de defeitos”, destaca Lopo.



A pesquisa foi realizada por 70 acadêmicos da segunda, quarta e sexta fases junto com os professores das disciplinas de Sistemas Formadores de Fios II, Tecnologia da Malharia I e III, Administração Industrial e Gerenciamento de Processos e Sistemas de Produção I.


sábado, 2 de junho de 2012

Modelagem Mosaica

Tenho visto nos lugares que passei estórias que chegam a nos dar vergonha.Se não visse,não acreditaria.Modelagens que são feitas com a junção de tantas outras.Partes componentes de que são acopladas para que se possa adiantar o corte e a produção.A tal palavra maldita, de nome adiantar muito comum no ramo têxtil,mais especificamente de confecção.E na hora do corte os profissionais ficam buscando pedaços de tantos outros moldes para que se possa cortar a referido produto.Fazendo com que vire uma  modelagem MOSAICA.Uma miscelânea de procura de outros moldes para não se ter trabalho de fazer um modelagem correta.Implicando em erros gravíssimos na hora do corte.E muitas das vezes quando a empresa não têm modelista e não quer pagar um free lance, acabam cometendo esta tarefa que considero b a ba para quem milita neste ramo apaixonante.

Fonte:Anderson/Produzza 

Robson Braga de Andrade - Sucatear a indústria é voltar ao século 19


Comentário:  Sucatear ou intervir em   Centros de  excelência -  como o CETIQT- é  pior  ainda. Quando  leio  que  algum individuo está ocupando um cargo no  governo e  é  dito  ser "empresário", minha experiência  diz que, com alta probailidade,   deve ter falido  alguma empresa. Pois empresário-verdadeiramente  empresário, de uma empresa  de  sucesso, não tem  tempo ou vocação  para  burocrata, especialmente neste bater  de cabeça, incompetência ,  em que vivemos  O que estamos vivenciando é um processo    de  desindustrialização  e de  forma mais  ampla,  de  desestruturação  de nossa capacidade  de inovação,  forçando o  Brasil  a posição  de vendedor  de  5  toneladas  de minério  para comprar  um computador.De 1989  para cá este  processo  de  desestruturação foi  acelerado, iniciando com o sistema  de  extorsão  de empresários  brasileiros  para que  continuassem a trabalhar. O governo promoveu  um aplo trabalho  sobre  setores industriais  que envolveu  o  CGEE, ABDI, e  o MINC. Um destes  setores  foi o  Têxtil.  Alguma coisa  está errada, se  assumirmos que estes  importantes  órgãos  estão a  par  do que  está  acontecendo

Robson Braga de Andrade - Sucatear a indústria é voltar ao século 19

Os manufaturados nacionais perdem os mercados interno e externo; desse jeito, teremos de volta o Brasil onde se importava tudo, gerando renda no exterior Alguns momentos na história são determinantes. Neles, os países decidem que rumo querem tomar. O Brasil passa por um desses períodos. À frente, existem duas opções. A primeira, que pressupõe o fortalecimento da indústria nacional, é virtuosa. Ela leva ao desenvolvimento e a todos os seus benefícios. O segundo caminho, o do sucateamento industrial, é doloroso. Resultado das péssimas condições de competitividade a que as empresas estão submetidas, suas consequências são o atraso econômico e social. A indústria de transformação, que exclui segmentos como a extração mineral e a construção, já foi responsável por 36% do Produto Interno Bruto (PIB) na década de 1980. Essa participação cai de forma mais ou menos contínua desde o início dos anos 1990, chegando a 14,6% no ano passado, o menor nível desde 1956. Na Coreia do Sul e na China, dois dos nossos maiores concorrentes, a indústria corresponde a não menos do que 27,5% do PIB e a 29,6%, respectivamente. Os manufaturados nacionais perdem espaço tanto internamente como no mercado externo. Entre 2002 e 2011, sua parcela na pauta de exportações caiu de 54,7% para 36,7%. A balança comercial da manufatura passou a acumular deficits, com as importações ganhando terreno sobre as exportações. Esse rombo foi de US$ 92,46 bilhões e pode superar US$ 94 bilhões em 2012. Em segmentos como têxteis, autopeças, eletroeletrônicos e bens de capital, a situação é dramática. Eles sofrem com a enxurrada de importados, estimulada por um real supervalorizado. Impulsionados por mão de obra barata e câmbio artificialmente desvalorizado, os produtos chineses invadiram o mercado interno. Com importações maciças, o Brasil cria emprego e gera renda lá fora. Um país como o Brasil não pode prescindir de uma indústria forte e competitiva para gerar empregos de boa qualidade e em grande quantidade. Só a indústria tem o poder de irradiar a prosperidade em larga escala, estimulando as vendas de outros setores, nas extensas cadeias de produção. Sempre que a economia brasileira cresceu a taxas elevadas, nos anos 1970 ou em 2010, foi puxada pela atividade fabril. Não existe país rico sem indústria forte. Medidas recentes, como a taxação do capital especulativo e o aumento de impostos para automóveis de montadoras que não fabricam no país, vão na direção correta. Mas o ritmo é lento. O câmbio valorizado está matando a competitividade dos produtos brasileiros. É preciso tomar ações enérgicas para reverter o cenário. O governo deve adotar um controle de capitais rígido, com quarentena de pelo menos seis meses para aplicações de curto prazo, taxação sobre seus ganhos ou a instituição de um pedágio. É preciso também atacar logo as causas estruturais da falta de competitividade. O sistema tributário torna a vida do empresário um inferno, onera investimentos e exportações, enquanto estimula importações, em um contrassenso difícil de explicar. O custo dos investimentos ainda é um dos maiores do mundo. A burocracia impõe encargos desnecessários. Deficiências de infraestrutura e de logística encarecem os produtos. O fato de os industriais brasileiros insistirem em produzir em um ambiente tão hostil só pode ser creditado à sua tenacidade. O governo precisa dar passos mais decisivos para retirar os entraves à competitividade. Com urgência. Mantido o quadro atual, acabaremos voltando ao século 19, onde se importava tudo. Não podemos voltar a ser reféns dos humores internacionais, sob pena de perdermos boa parte de nossa soberania. ROBSON BRAGA DE ANDRADE, 63, é empresário e presidente da Confederação Nacional da Indústria