quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Moda Masculina – 10 peças que não podem faltar no seu guarda-roupa

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Não importa a estação, Outono, Inverno, Primavera ou Verão, os homens modernos precisam ter peças chaves em suas gavetas e cabides. Roupas práticas, clássicas e atemporais não podem faltar no guarda-roupa masculino. Com elas é possível ir do coquetel ao piquenique, da reunião de negócios à viagem do final de semana.
Com as 10 peças a seguir você pode fazer várias combinações e estar sempre preparado para encarar qualquer tipo de programa.
Camiseta - é uma peça totalmente atemporal e que fica bem com tudo. Pode fazer parte do visual casual ou do formal. Tem as mais básicas, as estampadas e as de cortes diferentes.
Camisa - ela cai bem não só com a calça social e a gravata, como também com calça jeans e tênis. As xadrezes já estão no gosto dos homens e a peça não vai sair tão cedo das tendências.

Polo - é um clássico do guarda-roupa de qualquer homem com estilo. As polos ficam entre o casual e o formal, deixam o homem mais elegante e ao mesmo tempo mais moderno.
Cardigan - ele é o hit da moda masculina. A peça na maioria das vezes é de malha fina e confortável, perfeita para os dias de temperatura amena. Com short, calça jeans ou peças mais formais, ele deixa o visual jovem e descontraído.
Blazer - essa peça em especial ganhou vida nova ao longo dos anos. Os blazers hoje são feitos de diversos tecidos, têm formas modernas e estão mais alinhados e justos no corpo. Além disso o blazer é uma peça que não está só nos visuais formais e agora faz parte dos looks casuais do homem moderno. Ele pode ser usado com calças mais coloridas, camisetas estampadas por baixo e até com short.
Jaqueta de couro - ela é clássica e sempre se moderniza. Pode ser lisa ou cheia de bolsos, com uma jaqueta dessa basta uma calça jeans básica, camiseta lisa e um tênis que o visual está pronto. Com a jaqueta de couro o look fica estiloso e cheio de charme.
Calça Jeans - companheira inseparável dos homens. É clássica, atemporal e fica bem com qualquer coisa. Dá para usar com blazer, camiseta, camisa, sapato, tênis, chinelo… Seja com o que for, ela vai te deixar com um visual estiloso e o mais importante, confortável.
Short ou bermuda- no calor não dá para sair de casa preso em uma calça. Os homens que trabalham de terno e gravata sabem melhor do que ninguém a sensação que é sair com short em dias ensolarados. As bermudas compridas deram lugar aos shorts acima do joelho, que dão ao homem mais liberdade e conforto.
Tênis - ele é mais um clássico do guarda-roupa masculino. É possível encontrar dos coloridos aos monocromáticos, dos básicos aos mais estilizados. Eles ficam bem com qualquer visual, inclusive para quebrar a seriedade dos looks mais formais, como o terno.
Sapato - dá um charme a mais no visual dos homens. Hoje no mercado existem  sapatos de várias cores, texturas e formas, que chamam a atenção inclusive daqueles que não são muito adeptos a ele.
Veja fotos e comece a pensar nos diferentes visuais que você pode ter com essas 10 peças:
Looks Descolados com Camisetas
camiseta preta Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos  camiseta estampada branca Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos camiseta listrada Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
camiseta branca estamp Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos camiseta bord%C3%B4 Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos camiseta bord%C3%B4 s%C3%B3 ela Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
Fotos: Zara, Mr Porter

 As camisas também não podem faltar no guarda-roupa masculino
XADREZ VERDE Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos CAMISA JEANS Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos  camisa xadrez pur Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos  camisa rosa pur Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
Fotos: Mr Porter, Zara
As pólos são um clássico
polo verde Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos polo shorts Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos  polo marrrom Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos polo com cal%C3%A7a Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos polo azul marinho Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotospolo rosa Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos Fotos: Lacoste, Mr Porter

Cardigans super descolados
cardig%C3%A3 cinza Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotoscardig%C3%A3 vermelho no corpo Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotoscardigan mcqueen Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
cardig%C3%A3 listrado Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotoscardig%C3%A3o no corpo Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotosCARDIG%C3%83 LOSK1 Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
cardig%C3%A3 bege Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos cardigan mcqueen so Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos cardig%C3%A3 vermelho Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
Fotos: Mr Porter, Zara

Blazers para arrasar em ocasiões um pouco mais formais
blazer xadrez Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos blazer cinza no body Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotosblazer bege no corpo Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotosblazer azul1 Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
blazer cinza Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
     BLAZER VELUDO Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos   BLAZER JEANS Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos   blazer azul claro Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
Fotos: Zara, Mr Porter
Jaquetas de couro, um clássico que deixa o visual bem moderno
jaqueta preta look roqueiro Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotosJAQUETA COURO COM CAL%C3%87A VERMELHA Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotosJAQUETA MARROM COURO Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos

Calças Jeans – Não podem faltar
JEANS COM BOTA marrom Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos cal%C3%A7a jeans vermelha Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos cal%C3%A7a jeans lavagem desgast Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos cal%C3%A7a jeans cinza Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
Fotos: Zara
Bermudas ou shorts para os dias mais quentes
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Fotos: Mr Porter
Tênis, básicos, coloridos ou monocromáticos, você escolhe
t%C3%AAnis branco no p%C3%A9 Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos all star azul com cal%C3%A7a Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
T%C3%8ANIS CINZA Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos t%C3%AAnis branco Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos  all star azul1 Moda Masculina 10 peças que não podem faltar no seu guarda roupa fotos
Fotos: Zara, Mr Porter
Charmosos sapatos
Por Willians Glauber

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Vender para a Nova Classe C do Brasil

Comentário: desde a implantação do Plano Real iniciou-se um processo acelerado de aumento do poder aquisitivo da população , fenômeno este recentemente associado ao termo " nova classe "C" . Falta acrescentar à classe dos consumidores em geral , a vasta população que trabalha informalmente, e com rendimentos até bem acima do limite mais baixo da chamada classe C. Este aumento da população da classe C , e da renda obtida da informalidade, caracteriza-se ( como novidade) principalmente , pelo seu incrementado acesso ao crédito ( a que a classe C recorre com vigor, e mais intensamente do que as classes B e A) .A classe C cria um mercado que passou a ser , eu diria , mais "aceito" do que "novo" , porque sempre existiu. Este nicho foi Incorporado às estratégias de venda ( exemplo: certos supermercados, lojas Bahia). Faz tempo que o cara das casas Bahia "sacou" isto - é um local ( as casas Bahia) em que vc compra TV plana, computadores, iPAD, etc etc mesmo entrando na loja sem usar um tênis destes que aqui custam 600 reais e em NYC 100 dólares. O gênio da classe C é o dono das casas Bahia . Novas estratégias, mais do que novos produtos, tem que ser implementadas . Os d esfiles d e moda , adequados, deveriam ser feitos na Rocinha

VENDER PARA A NOVA CLASSE "C" DO BRASIL

Seria possível excluir uma parcela da população brasileira que representa mais 50% do mercado? Pensando assim, a resposta parece óbvia. Mas somente há pouco tempo o interesse por clientes capazes de movimentar R$ 34 bilhões por ano está evidente. Trata-se do novo consumidor da classe "C". No Brasil, este público é equivalente a 101 milhões de pessoas. Os números são claros. A base da pirâmide é capaz de movimentar o mercado. Por isso, o interesse que antes era focado apenas nas classes A e B, desloca-se para os consumidores da classe "C". Atualmente, 10% dos gastos de publicidade destinam-se a este público, mas este cenário tende a mudar. O que fazer então para conquistar este consumidor?

O primeiro passo é deixar de adaptar os produtos e criar novos, é preciso criar produtos que tenham o perfil deste público, para que ele se identifique. O amor é um importante tema para o Marketing, ou seja, importância que a família tem para este grupo social. Além disso, a cada 10 consumidores da base da pirâmide, seis dizem estar apaixonados. É necessário, também, que as empresas contribuam para o dia-a-dia destas pessoas.

Engana-se ainda quem acha que os consumidores esperam das marcas apenas preços baixos. Eles querem relevância e qualidade. A importância que dão para a família faz com que desejem oferecer coisas boas. Eles se interessam também por promoções e prêmios. Por isso, produto bom é aquele que apresenta qualidade com preço acessível. Esta demanda aparece como uma oportunidade para as marcas próprias. A confiança na marca é muito importante.

Considerar suas equações de desembolso também é fundamental para conquistar os consumidores da base da pirâmide. As empresas devem conhecer bem a categoria onde estão inseridas e entender onde ela se encontra nas linhas de despesa. Apesar de grande parte do orçamento ser direcionado para gastos fixos como alimentação e moradia, as marcas devem convencer o consumidor de que o pouco dinheiro que sobra deve ser investido em seus produtos.

Preço precisa de justificativa racional, para isso, é necessário entender que a percepção de preço é multidimensional. Estes consumidores não enxergam os valores absolutos dos produtos. As contas que fazem com o mesmo dinheiro dependem do sentido de urgência e de recompensa. É fundamental que o preço tenha uma justificativa racional. Se é mais caro, deve dar uma percepção de status, desejo, necessidade e qualidade.

As promoções também aparecem como um caminho para fidelizar estes consumidores. Mas elas devem estar de acordo com o perfil do cliente. O melhor é que sejam bonificações imediatas, como brindes. Já um programa de fidelidade, que exige um investimento a médio e longo prazo, é pouco mobilizador e pode gerar desconfiança. Ações como “leve três, pague dois” ou embalagens que investem no design e podem ser reutilizáveis ganham a preferência.

Investir no ponto-de-venda também é essencial. O espaço é um ponto de contato, de encontro, aprendizado e descanso. Muitas famílias entendem a saída para fazer compras como um momento de lazer, para fugir da rotina. Outro passo é estar próximo do público e desenvolver estratégias em canais de venda onde acontece a vida do consumidor.

Além de estar próximo do seu consumidor, as marcas devem reforçar a auto-estima e gerar um sentimento de inclusão, de identificação. Entre as estratégias para conquistar este público está em mostrar que conhece e entende o que ele enfrenta no seu dia-a-dia; criar empatia; falar de igual para igual, com uma linguagem mais direta e completa; usar pessoas, cenários e sentimentos que façam parte desta realidade; respeitar sua cultura, hábitos e sabores; fazer parte dos seus rituais e considerar os valores tradicionais como a família, a mãe como heroína, o lar e o empreendedorismo a partir de cases de sucesso vindos da própria base.

Após entender e se aproximar deste público, resta inovar. Se as marcas entendem como o consumidor lida com uma renda tão apertada, devem trabalhar a motivação e a importância que sua categoria tem. Características como portabilidade, multi-funcionalidade, embalagem reduzida e fórmula concentrada podem ser o diferencial para que o cliente opte por uma determinada marca.

Este grupo também deve ser segmentado. Entre os consumidores de baixa renda, é preciso compreender todos os seus grupos e encontrar aqueles em que a marca se insere. Não se pode esquecer ainda que algumas marcas “premium” são aspiracionais e que muitos farão um esforço para tê-las. Por isso, as empresas devem criar um senso de proximidade e familiaridade, além de agir com responsabilidade social.

As 20 dicas para vender para classe C:

1. Na hora de optar por uma campanha que reforce o desejo de ascensão e inserção social do consumidor da nova classe média escolha elementos próximos da sua realidade. Pessoas da comunidade que deram certo podem ser excelentes veiculadoras da marca ou produto, assim como as celebridades com as quais ele se identifique.

2. Capriche no material promocional que possa ser compartilhado. Eles adoram trocar idéias com a família e com os amigos sobre as melhores opções de compra. Vale investir em folhetos e até em publicações customizadas. As redes de supermercados apostam muito nessa ferramenta, assim como algumas cadeias de varejo.

3. Toda comunicação deve ser clara para gerar o resultado esperado. Recados diretos produzem melhor retorno. Por isso, identifique bem as promoções, comunique o valor do desconto, esclareça as condições de pagamento e sinalize tudo na loja de forma visível. Investir em sutilezas para esse público significa perder tempo e dinheiro.

4. Saiba que os integrantes da classe C têm horror aos termos "popular" e "pobre". Retire essas duas palavras do vocabulário de sua equipe e de suas campanhas. Uma boa opção é substituí-las por "econômico". Não é assim que as companhias aéreas classificam suas poltronas vendidas por preços mais baixos?

5. Abandone todos os termos estrangeiros na hora de criar campanhas, manuais, ou qualquer tipo de comunicação escrita. E, antes de sair em busca de palavras rebuscadas, lembre-se que um recado claro e conciso facilita a decisão de compra. Quanto mais simples, melhor.

6. Não basta desenvolver um relacionamento padronizado. É importante que no contato com o público a loja demonstre uma preocupação real com a situação e as necessidades dos consumidores. De acordo com os especialistas, é preciso sempre procuram estar a par da realidade do cliente durante a concessão de crédito. Cada consumidor é uma pessoa distinta, com problemas únicos, pois é assim que os representantes da classe C querem ser tratados.

7. Nesse universo de consumidores, a propaganda boca-a-boca tem um papel importante na fidelização de marcas e na decisão de compra. Os emergentes da classe C dão três vezes mais importância a uma dica dos amigos e da família do que o público da classe A/B. Por isso, de nada adianta gastar altas verbas com publicidade e marketing se o produto e o atendimento deixam a desejar.

8. Não subestime o poder de conhecimento do novo consumidor emergente com relação a saúde, bem-estar e preservação da vida no planeta. Muitos já querem saber na hora da compra, por exemplo, qual o tipo de gás que a geladeira escolhida emite. Outros manifestam o desejo de pagar um pouco mais por um produto orgânico ou que não agrida o meio ambiente.

9. Quem espera fazer negócio com a nova classe média deve tratá-Ia como um grupo familiar, que soma renda e aspirações. Esses consumidores tomam suas decisões de compra em conjunto. Na hora de avaliar a concessão ou não de crédito leve em conta essa particularidade, assim como o fato de muitos deles não terem emprego formal, o que não significa que não têm renda.

10. É importante tomar muito cuidado na hora de formar os preços. Eles devem estar alinhados com a filosofia da empresa e a camada da classe média com quem se deseja falar. Se o objetivo é sinalizar um toque de sofisticação, o custo pode ser um pouco maior. Mas se a proposta é falar com o consumidor que se preocupa com cada centavo gasto, o segredo está em oferecer preço justo e margens mais estreitas.

11. Se eles dependem do crédito para comprar, ofereça a ferramenta, porém cercando-se de alguns cuidados para diminuir os riscos de inadimplência. Para evitar constrangimento e ao mesmo tempo saber a quem você venderá seus produtos em suaves prestações, treine a equipe para que, por meio de uma conversa quase informal, você tenha noção do quanto a renda do cliente está comprometida com suas necessidades básicas (alimentação, transporte, aluguel), com a prestação do carro ou da TV de plasma, e de quanto ele ainda dispõe para novos gastos. Lembre-se de que em tempos de instabilidade econômica o crédito deve ser mais qualitativo e menos quantitativo.

12. Embora esteja mais preocupado em saber se o valor da prestação cabe no seu bolso e não o quanto pagará a mais por um bem ou serviço ao final do financiamento, explique ao cliente o valor da taxa de juros e quanto custará efetivamente a compra. Estudos feitos revelam que 81,7% dos consumidores de baixa renda não sabem qual é a taxa de juros paga nas operações de crédito.

13. O contato humano, o olho no olho e a explicação paciente fazem a diferença, porque esse consumidor é ainda muito inseguro e sente necessidade de perceber que tem alguém que entende exatamente o que ele quer. Para tanto, o vendedor deve funcionar como um consultor capaz de sanar todas as dúvidas sem se impacientar.

14. Saiba que esse é um público desconfiado e ainda tem medo de ser enganado. Ele quer ter a certeza de que fará o melhor negócio. Por isso, treine a equipe de venda para oferecer referências concretas de certo e errado, durável e descartável, atual ou fora de moda.

15. O vendedor não pode adotar uma postura arrogante, nem tampouco um ar superior. O atendimento precisa ser cordial, não preconceituoso e de fácil entendimento. A equipe deve falar a mesma linguagem do cliente, a fim de evitar qualquer tipo de dúvida ou constrangimento. O consumidor da nova classe média está acostumado a servir. Quando passa para o outro lado, ele não espera ser tratado com indiferença, quer respeito e atenção.

16. Saiba que quanto menos dinheiro as pessoas têm, mais concretas elas são. É do ser humano ver não só com os olhos, mas com a ponta dos dedos. E a classe C traz esse traço de comportamento para o seu novo momento de compra. Assim, quanto maior a possibilidade de experimentação dos produtos e serviços, mais chance de venda você terá. A experimentação gratuita e os manuais claros ajudam a conquistar novos clientes.

17. Por saber o valor de cada centavo e não ter uma renda tão elástica, a nova classe média não quer correr riscos. Prefere produtos que ofereçam garantia e contratos de serviços nos quais realmente possa confiar. Eles hoje querem saber se o produto é de qualidade e se irá durar além das prestações do crediário. Os critérios avaliados pela classe C na hora da compra apontam a qualidade, a solidez e a durabilidade em primeiro lugar (60%), seguidos da praticidade (52%) e do preço baixo (48%).

18. Invista no mix de produtos. O consumidor da classe C valoriza a presença de marcas líderes na loja em decorrência da sua necessidade de inserção no novo grupo e da possibilidade de redução do risco de erro. Uma boa solução, de acordo com o especialista, é combinar produtos de marcas líderes com os de marca própria e outros menos conhecidos.

19. Livre-se de qualquer tipo de preconceito e vá até onde o consumidor está, pois quem deseja vender para esse público deve pulverizar sua distribuição, chegar aos chamados mercados de vizinhança.

20. É preciso entender muito bem como o público-alvo fará a leitura do ambiente da loja. O que para a classe A é considerado um mobiliário vintage, peça de época garimpada em brechó, para a nova classe média soa como velho. A ordem é escolher o produto certo para o lugar certo. Como exemplo, cito um comentário ouvido recentemente em uma loja voltada à classe C, cuja decoração abusava do acabamento tipo pátina: Gastaram tanto dinheiro e usaram móveis velhos! Bonita, porém não ostensiva. Aconchegante é a palavra certa. É assim que o consumidor deve perceber o ambiente do ponto-de-venda. Eles gostam de um espaço bonito, arrumado, porém não intimidador e cheio de bloqueios. Para atender às novas necessidades e aspirações da clientela formada por consumidores e revendedores, aposto em um projeto de loja limpo, com produtos expostos de maneira organizada, e não descuidou dos detalhes. Não é demais lembrar que os novos membros da classe média vêem na fartura um distanciamento dos tempos de vida mais difícil. Por isso, nada impede que a loja conte com forte iluminação e generosa exposição de produtos. Mas tudo, é claro, muito organizado, sem aquele ar de "lojão". Um toque de cor também será valorizado.



FONTE: http://eduardo-fonseca.blogspot.com/2011/03/como-vender-para-nova-c...

Entenda a classe C, por Michael Klein, presidente das Casas Bahia.Aprendam com ele

Entenda a classe C, por Michael Klein, presidente das Casas Bahia

Na revista Veja, edição 2066, de 25 de junho de 2008, o presidente das Casas Bahia deu uma entrevista para as famosas páginas amarelas que a vale a pena ler, reler e guardar para sempre consultar e lembrar o quanto ainda os empresários deste país tem a aprender e entender como ganhar com a classe C.

E as Casas Bahia é um case para ser estudado por todos os segmentos que desejam ganhar dinheiro com mercado brasileiro.

Leia a entrevista na íntegra:

Pouca gente entende tão bem dos gostos e hábitos da classe C brasileira quanto o empresário Michael Klein, 57 anos. Ele aprendeu o que sabe nas Casas Bahia, empresa onde trabalha desde os 18 anos e que comanda há três.

Trata-se da primeira rede de varejo no Brasil a mirar sobretudo a classe C, ainda na década de 50. No ano passado, as lojas de Michael faturaram 13 bilhões de reais, mais do que todos os concorrentes juntos. Por seu sucesso, a fórmula para vender aos estratos de renda mais baixos, aplicada na rede de 560 lojas esparramadas em dez estados, tornou-se objeto de estudo nas melhores escolas de negócios do mundo, entre elas a da Universidade Harvard.

Boa parte das estratégias foi concebida por seu pai, Samuel Klein, hoje com 85 anos, que deixou a Alemanha no pós-guerra juntamente com Michael, então com 1 ano. Depois de trabalhar como mascate, Samuel abriu a primeira de suas lojas em São Caetano do Sul, onde fica o escritório do filho. Não é tão fácil encontrar Michael por lá. Dia sim, dia não, ele visita uma loja diferente. Casado pela segunda vez e pai de dois filhos, Michael deu a VEJA a seguinte entrevista.

Veja – A nova classe C é muito diferente daquela que freqüentava as lojas cinqüenta anos atrás?

Klein – Sem dúvida. Uma diferença fundamental diz respeito à primeira pergunta feita pelo cliente ao entrar na loja. No passado, ela era sempre a mesma: “Moço, o que vocês têm de mais barato aí?”. O preço era o que, de longe, mais definia a compra, ainda que o produto em questão fosse de baixa qualidade. Hoje, as pessoas não só ambicionam comprar uma TV maior ou uma geladeira nova como querem uma boa marca – e já conhecem todas. Isso tem evidente relação com a expansão do crédito, que lhes permite gastar mais, mas também se deve a uma mudança fundamental na classe C: ela está muito mais informada e instruída. Na década de 60, havia 40% de analfabetos no Brasil. O número caiu para 10%. Essas pessoas, naturalmente, se tornaram mais exigentes. Não é mais aquela classe C a quem podíamos oferecer o produto mais ordinário que ela comprava.

Veja – Que tipo de artigo costumava atrair a classe C e hoje deixou de fazer sucesso?

Klein – Além de caçar pechinchas, outro padrão do passado era optar pelo produto maior e mais vistoso. As pessoas levavam para casa caixas de som gigantescas achando que tamanho conferia status e significava qualidade, quando era justamente o contrário. De um colchão, elas queriam saber apenas da espessura: era a filosofia do quanto mais alto melhor. Não se importavam se ele era ortopédico ou se tinha boa espuma. Hoje, fogem desses produtos e se pautam por critérios bem mais objetivos na hora de tomar uma decisão. Surpreende o grau de sofisticação das variáveis que elas pesam no momento da compra. A questão ambiental, por exemplo, começou a preocupar a classe C no Brasil. É comum que perguntem: “Vem cá, que tipo de gás essa geladeira libera?”. A lição que se extrai disso é simples – e só quem a entende vai conseguir vender para gente de baixa renda: esses brasileiros já almejam o melhor.

Veja – Diante desse cenário, que adaptações o senhor precisou fazer em seu negócio?

Klein – Decidi inverter a lógica nas prateleiras. Trinta anos atrás, apenas 20% dos produtos tinham uma boa marca. Hoje é o contrário. Ao longo do tempo, vender móveis e eletrônicos de baixa qualidade à classe C demonstrou ser um mau negócio por uma razão bem prática: os produtos quebravam enquanto as pessoas ainda não haviam quitado suas prestações – e elas desistiam de continuar a pagar a dívida na mesma hora. Quando perguntadas sobre a motivação para o calote, afirmavam coisas do tipo: “Se esse som não toca nada, não vou pagar por ele”. Com a experiência, aprendi que vender artigos ruins só faz aumentar a inadimplência.

Veja – O que explica o fato de as taxas de inadimplência serem menores nas faixas de renda mais baixas do que nas classes A e B?

Klein – Isso se deve, basicamente, a uma necessidade das pessoas de classe C de preservar o nome limpo. Sem isso, elas não conseguem contrair novos empréstimos nem arranjar emprego. Afinal de contas, ninguém quer contratar um mau pagador. Já nos estratos de renda mais altos, a história é outra. Trata-se de pessoas para as quais, por ter patrimônio e alguma renda, o acesso ao crédito não é tão definidor. O pensamento típico delas é: “Como estou vivendo bem, limpo meu nome quando der”. Elas não têm o senso de urgência. Já para os consumidores de classe C, o nome é praticamente tudo o que têm, daí a maior propensão para saldarem suas dívidas. Não é por outra razão que as taxas de inadimplência no crediário, forma de pagamento preferencial das faixas de renda mais baixas, giram em torno de 10% – cerca de metade daquela registrada em cartões de crédito e cheques especiais, usados sobretudo pelas classes A e B.

Veja – Como evitar os maus pagadores?

Klein – Muita gente ainda acha que se resolve o problema negando crédito a quem não tem como comprovar renda. Isso espanta todos os brasileiros que trabalham na informalidade – metade da população ativa – e não se vai à raiz da questão. O fato é que, com ou sem comprovante de renda, essas pessoas não vivem com muito dinheiro e precisam ser assessoradas na hora da compra para não gastar mais do que têm. Não adianta empurrar uma TV de plasma para alguém que ganha dois salários mínimos por mês. Por essa razão, os vendedores nesse meio devem funcionar como uma espécie de consultor. É deles a missão de chamar a atenção para a prateleira certa, aquela em que estão dispostos produtos compatíveis com o orçamento de cada cliente. Essa é, sem dúvida, uma técnica eficaz para diminuir a inadimplência. A outra diz respeito à entrevista que precede a aprovação do crédito, peça-chave num negócio como esse.

Veja – Como, numa entrevista, é possível distinguir um bom de um mau pagador?

Klein – Mesmo o comerciante mais amador já sabe: cliente que mente tem menos probabilidade de pagar. Esse aprendizado tão elementar no varejo deve estar na base de qualquer entrevista para concessão de crédito. A que fazemos nas lojas é justamente para flagrar as pessoas numa eventual mentira. As perguntas chamam a atenção pela trivialidade. Indagamos a alguém que se apresenta como pintor, por exemplo, quantos galões de tinta são necessários para cobrir uma parede. Se ele demonstrar total ignorância em relação ao assunto, temos um problema. Esse tipo de entrevista não dura mais de dez minutos. O importante é ter funcionários treinados para rastrear os mentirosos. Com isso, reduzem-se os riscos de inadimplência – e é possível conceder crédito a quem não tem como comprovar renda. No nosso caso, essas pessoas já respondem por dois terços das vendas.

Veja – O que a classe C mais compra?

Klein – O item mais vendido nas lojas é o celular. Foram 3,6 milhões de aparelhos só no ano passado. As pesquisas mostram que muita gente de classe C compra celular porque a rede fixa ainda não chegou aos lugares em que vive, seja nas zonas rurais, seja na periferia de grandes cidades. Curiosamente, essas pessoas sujeitas a condições de moradia tão precárias não procuram um modelo simples. Querem, ao contrário disso, um celular com câmera. É um claro contraste em relação à classe C do passado. No Brasil dos anos 50, o grande hit eram os colchões de espuma. O sonho das pessoas era se livrar de seus velhos modelos à base de palha ou daqueles de molas barulhentas. Muitas entravam na loja se queixando de dor nas costas. As mudanças de lá para cá são, também, um sinal de como o país evoluiu.

Veja – O que jamais muda no padrão de consumo das faixas de renda mais baixas?

Klein – A atração por móveis de verniz sobreviveu intacta às décadas. Bote brilho num armário e ele venderá como água. Ao pesquisar as razões disso, cheguei a uma conclusão interessante: além de “embelezar”, essas pessoas atribuem ao verniz um efeito de limpeza, algo que prezam acima de tudo. Também amam portas espelhadas. Passamos a vender muito mais desde que tomamos a decisão de trocar enfeites por espelhos nos armários. Eles fazem tanto sucesso porque conferem amplitude às casas populares, nas quais os cômodos são cada vez mais espremidos. Espelhos e móveis envernizados também dão certa sensação de status, tanto quanto a cozinha planejada. Ela lembra a da classe A. O que muda é o material.

Veja – Para seu negócio, quais são os efeitos da expansão acelerada da classe C?

Klein – Aparecem nas lojas 3 milhões de novos clientes por ano desde 2003, o que não é pouco. Por outro lado, há mais gente no Brasil mirando a classe C – pessoas que, antes, não viam muito atrativo nesse público. A concorrência, portanto, aumentou. Mas é preciso ressaltar que ela melhorou de nível. Digo isso porque no setor em que atuo predominava a informalidade. Ele era tomado por pequenos comerciantes que conseguiam oferecer preços mais baixos por causa da sonegação de impostos. Essa não é uma prática totalmente extinta no setor, mas a situação avançou muito depois do surgimento de outras redes de varejo, com as quais passamos a competir em igualdade de condições.

Veja – Vocês estão perdendo mercado para algumas delas?

Klein – A guerra pela classe C nunca esteve tão acirrada e, evidentemente, gente que poderia estar comprando nas minhas lojas acaba na concorrência. Outra questão é que os brasileiros de renda mais baixa estão às voltas com muitos sonhos de consumo, entre eles o de comprar a casa própria. A competição que enfrento hoje, portanto, não é apenas entre lojas populares de móveis ou eletrodomésticos. O interessante em negócios como o meu, no entanto, é que eles acabam se beneficiando mesmo quando as pessoas preferem investir na compra de uma casa. Será uma questão de tempo para que apareçam nas lojas à procura de novos eletrodomésticos. Num país que cresce, o mercado só estica.

Veja – O PIB do Nordeste cresce a um ritmo duas vezes maior que a média brasileira – e algumas redes de varejo começam a se beneficiar disso. É um erro não estar lá?

Klein – Nunca tive lojas no Nordeste por causa de uma conta simples: os custos com a logística para fazer entregas a 2 000 quilômetros de distância dos nossos fornecedores não compensariam o fato de os nordestinos gastarem no varejo, ainda hoje, a metade do que gastam as pessoas no Sul ou no Sudeste. O faturamento não justificaria o investimento. Essa é a situação atual, mas ela está mudando rapidamente. Com taxas de crescimento tão altas, posso afirmar: será uma questão de tempo chegarmos ao Nordeste.

Veja – O senhor está preocupado com a inflação?

Klein – Sem dúvida. Ela é um freio de mão. Basta dizer que, quando crescia na casa dos dois dígitos, tínhamos 150 lojas. Com a inflação controlada, esse número quadruplicou. Em três meses de Plano Real, passamos a vender sete vezes mais. Algo parecido se passou no restante do varejo. O fenômeno tem relação direta com o que aconteceu na vida das pessoas: a inflação deixou de lhes corroer o salário e começou a sobrar mais dinheiro no fim do mês. O impulso para comprar veio ainda de outro efeito positivo do fim da inflação: o valor das prestações diminuiu. Divido a história de meu negócio em antes e depois dela. Todos os empresários brasileiros tiveram de se profissionalizar para sobreviver num ambiente sem inflação.

Veja – Por que o senhor diz isso?

Klein – A inflação maquiava os erros. Se um empresário negociava mal uma compra com os fornecedores, resolvia o problema aumentando o preço da mercadoria na loja. Todo mundo perdia. De um lado, eles vendiam menos. De outro, um número menor de pessoas tinha acesso a certos produtos. Minha convivência com empresários brasileiros mostra que só agora eles dão sinais de ter aprendido o básico: fazer uma análise objetiva de custos e conferir às mercadorias o valor correto.

Veja – Quarenta por cento de seu faturamento se deve aos financiamentos. O senhor não acha os juros cobrados em suas lojas extorsivos?

Klein – Não. Extorsão é coisa de agiota, que cobra 10% ao mês de juros por um empréstimo. Eu cobro 4%. Isso é alto? Em relação à média brasileira, não. Emprestar dinheiro no Brasil é, afinal, um bom negócio – caso contrário, não estaria nele. Mas a classe C também se beneficia disso: sem essa possibilidade, não estaria conseguindo comprar tanto.

Veja – Quais perspectivas o senhor vê para empresas como a sua no Brasil?

Klein – Nunca foi tão bom fazer negócio no país – e só melhora: as instituições funcionam, a economia é razoavelmente previsível e o PIB cresce. Não quer dizer que antigos problemas não continuem a atrapalhar, como o excesso de impostos e os altos encargos trabalhistas. No trabalho, incomoda-me ainda a sensação de insegurança que tenho ao visitar as lojas, o que faço dia sim, dia não. Tenho medo de ser vítima de assalto e seqüestro. Como medida preventiva, evito andar em carros caros demais. Dependendo do lugar, escolho até um modelo com proteção antifuzil. É bem raro sair de casa sem a escolta de seguranças. Às vezes, ando com seis deles. Pode parecer exagero de rico, mas circulo muito e não quero correr riscos.

Veja – Seus amigos freqüentam as lojas?

Klein – Já tiveram preconceito. Hoje, fazem uma pesquisa de preço e, caso o nosso seja menor, vão lá e compram. Eles querem ser recebidos com tapete vermelho, mas estão longe de ser os únicos. É exatamente essa a expectativa da nova classe C.

Leia mais sobre a Classe C aqui no blog:

11.07.2008: Software Easymedia do IBOPE Mídia permite análise isolada de dados ...

Para termos uma exata noção do que significa o volume de vendas para classe C das Casas Bahia é só dar uma olhada na estrutura da empresa para os filmes publicitários. Matéria retirada do jornal DCI e PropMark:

Casas Bahia inaugura o CB Filmes em Jundiaí

A Casas Bahia inaugura este mês de agosto, o CB Filmes, um estúdio de 3 mil metros quadrados e dois pavimentos construído no maior centro de distribuição da rede varejista, localizado em Jundiaí, a 60 km de São Paulo.

Segundo a empresa, a CB Filmes atenderá as produções de mídia que a Casas Bahia veicula na tevê e a produção de fotos para materiais impressos, como os cadernos de ofertas distribuído nas lojas da rede
varejista. Na nova estrutura, a empresa mantém seus parceiros – a produtora Mixer e a TV Bandeirantes, esta última responsável pelas gravações do conteúdo veiculado na TV corporativa da rede. A atividade publicitária permanece aos cuidados da Young & Rubican (Y&R), que mantém uma filial nas dependências das Casas Bahia na cidade de São Caetano (ABC Paulista).

Com uma equipe de 40 profissionais, a Mixer fará o atendimento, a edição e a finalização de todos os filmes hard-sell da rede. Já a Voz do Brasil, produtora de áudio, terá 04 colaboradores responsáveis pela finalização das trilhas dos comerciais. As duas produtoras já iniciaram seus trabalhos dentro das instalações da matriz da empresa, que comporta também uma equipe exclusiva de mais de 100 profissionais da agência Young & Rubican.

Toda a estrutura de propaganda da rede deve continuar ali, com exceção da filmagem dos comerciais, que passa a ser feita em Jundiaí. Segundo a assessoria da rede varejista, o CB Filmes terá agenda movimentada: em média 300 filmes publicitários por mês, a produção de centenas de fotos para os 2,5 mil anúncios mensais inseridos em jornais e revistas.

Uma área de mais de 200m², no primeiro andar do prédio da diretoria, foi especialmente preparada para alocar os profissionais e oferecer toda estrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, além de promover mais agilidade ao trabalho de produção e finalização das peças publicitárias.

Somente as Casas Bahia investiu em publicidade perto de 1,5 bilhões de reais de faturamento bruto no 1º semestre deste ano de 2008.