sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Os biquínis das candidadas à Miss Universo – Moda Praia Verão 2012

 Pela primeira vez o maior concurso de beleza do mundo vai acontecer em terras brasileiras.
O Miss Universo 2011, que já comemora 60 edições, será realizado no dia 12 de setembro, no Credicard Hall, em São Paulo, e contará com a transmissão ao vivo e em alta definição do Grupo Bandeirantes. Além da TV, o concurso também será transmitido pela internet.
As 89 concorrentes já estão na capital paulista e participam de várias atividades, como passeios a pontos turísticos, visitas a casas noturnas e campos de futebol.
Recentemente as candidatas à Miss Universo posaram de biquíni. Confira algumas das imagens e veja o que as misses apostam para a moda praia:
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Candidatas à Miss Universo 2011 com biquínis coloridos e cheios de paetê, estilo cortininha e com amarrações nas laterais.
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Concorrentes do Miss Universo 2011 com biquínis estampados e com bojo, que valoriza bastante o busto.

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Muitas candidatas à Miss Universo 2011 apostaram no biquíni branco.
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Biquínis mais comportados com a parte de baixa mais ampla foi a opção de algumas candidatas ao Miss Universo 2011.
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Muitos tons de azul e verde nos biquínis das concorrentes do Miss Universo 2011.
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As candidatas ao Miss Universo 2011 também apostaram nos maiôs estilo engana-mamãe, que deixam a cintura aparente.
Por Samantha Mahawasala

Denúncia de trabalho escravo em grifes famosas inspira mobilizações

Mobilização na rua Oscar Freire, em São Paulo, teve carro de som, discursos e passeata com faixas em português, inglês e espanhol.

Investigação do Ministério do Trabalho identificou empregados em condições de insalubridade e situações análogas à escravidão em confecções

AméricaEconomia

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São Paulo. Denúncias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), veiculadas pela imprensa recentemente, jogaram os holofotes sobre o uso de mão de obra irregular de trabalhadores sul-americanos na confecção de roupas que recebem etiquetas de grifes famosas. Mais do que render autos de infração ou exigir readequações das marcas, a ação inspirou mobilizações, que devem se estender pelos próximos dias. A investigação também embasará a pauta das discussões que antecedem a convenção coletiva da categoria, em 1º de setembro.



Nesta sexta-feira (26), o Sindicato dos Comerciários de São Paulo promoveu um ato de repúdio ao trabalho escravo e infantil em uma das ruas mais badaladas da cena fashion paulistana: a Oscar Freire, no bairro dos Jardins (zona sul). Segundo a entidade, o movimento reuniu cerca de 500 pessoas (segundo a PM, foram cerca de 200), com direito a carro de som, discursos e passeata de trabalhadores do setor, com faixas em português, inglês e espanhol. Poucas lojas fecharam as portas.



“Escolhemos a rua Oscar Freire pelo glamour que ela representa. Queremos promover a conscientização. Estamos empenhados em extirpar a mão de obra escrava ou infantil”, afirma o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.



O sindicato questiona as condições de insalubridade em que foram flagrados os trabalhadores que produzem peças depois comercializadas por grandes varejistas da moda, como Zara, Gregory, Brooksfield, Billabong, Tyrol, Ecko e Cobra d´Água. A entidade aponta a existência de locais insalubres, com iluminação precária, sem ventilação, segurança e higiene, além de a alimentação ser realizada em péssimas condições. Em muitos casos, esse local inadequado de trabalho também serve de moradia.



Patah destaca que muitos desses trabalhadores não recebem saláro. “Em geral, são bolivianos e paraguaios, que recebem de R$ 1 a R$ 2 por produção, trabalham 12 horas por dia, para que essas peças sejam vendidas pelas lojas por valores 100 vezes maior. Não somos contra o lucro, mas essas roupas estão maculadas pelo sangue e suor desses trabalhadores. É um absurdo isso acontecer na maior cidade da América Latina. Do mesmo jeito que não gostamos quando brasileiros sofrem problemas em países como Espanha ou Portugal, não podemos aceitar que aconteça esse tipo de coisa com nossos irmãos sul-americanos.”



O sindicato prevê ainda outras ações. Na terça-feira (30), fará panfletagem no Shopping Ibirapuera (zona sul), onde se concentra um grande número dessas marcas que entraram na mira do MTE. “No dia 31, também teremos uma reunião para tratar de cláusulas sobre trabalho escravo e infantil que entrarão na coletiva, de forma a tentarmos diminuir a vulnerabilidade desses grupos. Além disso, nossos militantes estão fazendo denúnicas de locais onde há indícios dessa situação [trabalho irregular]”, diz o presidente da entidade.



De acordo com Patah, uma das metas dos comerciários é conseguir acordos como o que foi fechado recentemente com 2.500 profissionais que trabalham nas obras do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, batizado de “Jogo Limpo”, para a categoria em todo o Brasil.



Entre outras coisas, a UGT conseguiu ampliar as condições de segurança, com perícias periódicas dos sindicatos e de empreiteiros para diminuir os riscos de acidente de trabalho, aumentar o valor da cesta básica (de R$ 100 para R$ 160), garantir estabilidade de emprego para a comissão que negociou os benefícios, igualar as condições de assistência médica, estendendo o benefício também para os familiares e assegurar a antecipação salarial.




FONTE: http://brasil.americaeconomia.com/notas/denuncia-de-trabalho-escrav...

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lojas multimarcas, um modelo em extinção

Em alguns setores da economia já não falamos mais em concorrência – correr junto -, mas apenas em competição – participar -, pois preço se tornou fator determinante. A empresa que não puder apresentar esse diferencial, definitivamente não terá a menor chance de superar os demais no processo. Neste segmento não há fidelidade e as margens de contribuição são reduzidas.

Em outros, a relevância da marca é que determina, entre os que competem, quais realmente concorrerão pelo privilégio da fidelidade. Observe que não falamos de clientes, mas fãs dispostos a pagar preços Premium por produtos Premium. As margens de contribuição, nestes casos, são extremamente interessantes.

A incompatibilidade entre esses cenários está levando detentores de marcas consagradas a deixar o mercado de revenda multimarca, abrindo suas próprias lojas.

Esse modelo de gestão tem atraído cada vez mais adeptos. Há vantagens e desvantagens, contudo a substancial oferta de produtos, a preços que não permitem margem para evolução e muitas vezes sobrevivência da operação, leva gestores a aproximarem suas operações dos consumidores, eliminado a intermediação. Do processo são excluídos os revendedores, vendedores e os representantes comerciais que faziam essa ponte.

A especialização do modelo de negócios, como consequência, também especializa a área no mercado. Por essa razão, a capacidade de entendimento e velocidade de adequação do fabricante ou revendedor determinará sua continuidade e poder de crescimento. Para o fabricante com esse foco, a localização – ponto - de sua loja em um shopping ou rua de comércio é que aumentará as chances de sucesso.

Revendedores multimarcas, para sobreviverem no mercado Premium, deverão ser extremamente seletivos ou forçados à seletividade, condição fundamental determinada pelo fornecedor, que não mais aceitará manter a parceira sob outra ótica.

Como fabricante, para tornar sua empresa atrativa, com conceito Premium, assumindo as ações de varejo ou exigindo a seletividade na parceria, algumas medidas serão necessárias e não poderão ser ações isoladas.

Lojas próprias e a seletividade de revendedores, no primeiro momento, poderão levar à queda do faturamento, contudo é importante que os gestores estejam atentos para o fato que não é o volume deste que gera lucro, mas a margem de contribuição deixada.

O modelo de negócio para prosperar exigirá exploração de inúmeras outras possibilidades, por essa razão uma matriz de oportunidades precisa ser desenvolvida.

Ações

Prospecção

■Prospectar clientes – busca ou atração seletiva para o novo modelo
■Prospectar oportunidades de negócios - ampliação de possibilidades Produtos
■Produtos novos e aderentes - Foco no conceito
■Novas embalagens - Ampliando possibilidades de compra e acesso Reforço de marca e aumento de visibilidade
■Ações nas mídias – Aumento de exposição
■Alianças estratégicas – Posicionamento seletivo

Ações internas
■Simplificação de processo produtivo – Agilidade e facilidade de produção local ou terceirizada
■Racionalização de trabalho – Redução de custos da operação
■Adequação de estrutura – Eficácia e eficiência na gestão
■Contenção de gastos - principalmente fixos para redução do ponto de equilíbrio e flexibilidade de operação

Em mercados em ebulição, a procrastinação é sempre fatal!

Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo

A difícil arte de contratar pessoas.

Percebi que durante o processo de desenvolvimento da minha vida profissional, uma das habilidades que procurei desenvolver, foi formar equipes contratando pessoas realizadoras.



O ponto mágico do resultado referente à capacidade do trabalho em equipe de buscar o melhor desempenho de cada um dos membros, na conquista de uma meta, mesmo que contingente, mostrou-se até agora muito verdadeiro.



É difícil a descrição do significado da transferência de alguma tarefa a alguém e saber que a incumbência deve ser levada a bom termo, sem a necessidade de recorrer a possíveis intimidações, desconfianças ou microgestões. E, a visão multifuncional foi à base que usei para ajustar as piores demandas que administrei em minha carreira.



Minha pauta é de padrão simples, e espero que seja adotado por meus comandados ou dê caminho diretivo para aqueles que irão realizar suas próprias contratações: “encontrar a pessoa certa para o lugar certo”. Ponto.



Na minha conduta, isso significa adotar 3 regras éticas e fundamentais ao processo de contratação e formação de equipe:







· Não apadrinhar;



· Não contratar com alinhamento político;



· Não valorizar o indevido;







Entretanto, não devemos esquecer que uma outra regra deve ser usada para validação das descritas acima:







· Contrate pessoas que acreditem nas suas crenças, em seus valores e que irão esmerar-se em tornar seu conteúdo diretivo em realidade.







Claro que o processo de desenvolvimento das pessoas dentro de um projeto de trabalho, está ligado ao conteúdo estratégico da mesma. Por isso, sempre procurei cumprir com todas as etapas desse desenvolvimento, além de validar e garantir o resultado almejado, formalizando um dialeto da contratação que é a busca e a partilha desses resultados.



Como dirigente e líder de empresa, procurei resistir ás pressões indicativas... Admito que por algumas vezes falhei, inclusive com conseqüências desanimadoras. Mas nada como o processo de aprendizado e a seletividade futura.



Uso como único critério, o desempenho. Que por incrível que pareça, mas não contraditório, um futuro colaborador poderá ter sido admitido por indicação.



O que significa que irei contratar uma pessoa por causa de relacionamentos? Sim.



Mas entendam que não contratarei a pessoa errada ou a pior pessoa.



Nesse caso, a estrutura indicativa é usada como ponto de equilíbrio ao que chamo de “garimpo”. Na verdade não estou ajudando ninguém ou validando dividendos futuros com essa atitude... Mas, um sopro indicativo é importante.



Embora busque constantemente a melhor equipe com as melhores pessoas, um fator importante que procuro atentar-me, é como será o comportamento das pessoas contratadas e a interação das mesmas umas com as outras, diante do desafio a cumprir.



Não é coincidência quando nos deparamos com grandes líderes empresariais de sucesso que construíram grandes impérios, perseguiram e perseguem grandes desafios sem manchas derrotistas e quedas.



Minha percepção óbvia é que o primeiro requisito usado por estes empreendedores de sucesso, antes de constituir uma equipe, está na avaliação e no conhecimento dos seus próprios pontos fortes e fracos para a descentralização.



Com isso, tem-se uma idéia mais objetiva e clara de onde você precisa de apoio. Inclusive de poder enxergar a necessidade de contratar o que chamo de cargo “rolimã”, pessoa que dará condução estratégica aos relacionamentos e comportamentos nas mais diversas esferas da operação e nos diferentes níveis hierárquicos.



Como exemplo, ao trabalhar em uma grande empresa nacional, deparei-me com a necessidade de encontrar o equilíbrio não só administrativo e operacional, mas de relacionamento entre departamentos, com uma condução amistosa e sem competições, diante de um momento que procurava dar alinhamento estratégico á operação e, a animosidade deveria ser administrada com tato.



Foi nesse momento que fui atrás de uma pessoa e hoje grande amigo, que possuía extraordinária expertise inconsciente - “inteligência emocional” - para lidar com possíveis competitividades “sujas”. Ele foi “usado” literalmente para dar o ponto de equilíbrio necessário à conversão das crenças e valores, com um detalhe, ele não sabia dessa tarefa...



Sabia sim, que comandaria um departamento logístico com quase uma centena de pessoas e que seu maior desafio era a profissionalização dos processos e a automação de demandas.



Confesso que me senti um pouco inseguro, pois eu tinha em minhas mãos um dos maiores desafios da minha carreira. Foi aí que validei este caminho, contratando pessoas que suportariam suas deficiências e dariam á ele, equilíbrio operacional que precisaria. Deu certo. Meu feeling foi preciso. Enfim, atuou de forma muito competente e sabido posteriormente, que sua missão fora cumprida durante a minha gestão e que a mesma era de administrar relacionamentos e comportamentos. Foi um resultado incrível. Coroado com uma grande bagagem de conhecimento e reconhecido hoje, como um grande profissional da sua área.



Então, percebi que não devemos contratar apenas quem se encaixe em seus mesmos moldes mentais para realização de bases operacionais... O fator estratégico deve ser preenchedor de lacunas. Principalmente a de relacionamentos e comportamentos.



Por isso, combinar indivíduos e funções não é apenas uma questão de descobrir posições mais adequadas para cada um, mas também o que é certo para o líder em sua condução.



Neste exemplo que descrevi acima, descobri e percebi claramente que um currículo não conta toda a história.



Abri mão de um profissional de formação na área para um com experiência de vida corporativa. Mas o mais importante, foi o fato de não menosprezar o não-convencional. Talvez aquele momento sugerisse um exímio profissional da área, mas um suposto tampão daria uma oportunidade ímpar de poder errar e perceber, que o desafio de exercer um comando fora de sua zona de conforto, além de ter explorado as experiências e as realizações desse profissional ao longo da vida, quebrou definitivamente o paradigma do especialista em minha mente.



Apenas devemos tomar cuidado para não dar ênfase demais aos fatores que julgamos estratégicos nas contratações e esquecer que um bom currículo especialista pode ser decisório na busca de um resultado. Ou seja, não permitir que o individuo de fato brilhante não interponha ao bom currículo e vice-versa.



Diante de tudo, uma reflexão é muito importante:



“Fazer escolhas certas de pessoas, é a parte mais difícil de uma liderança”.



Então, ao estar diante de um processo decisório de contratação, sempre visualizo as alternativas, não tenho medo de mudar de opinião e não adianto uma escolha apenas para livrar-me do desconforto da indecisão.



E o meu registro final se sustenta na idéia de que as pessoas construtivas atuam com base numa combinação de altruísmo e interesse próprio, entretanto o componente do altruísmo decorre da percepção de estar ajudando uns aos outros, e que seu talento está sendo usado para um resultado conjunto.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

5 Razões porque o mundo dos negócios vai sentir falta do Steve Jobs.

"Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção". Steve Jobs

Infelizmente Steve Jobs acaba de anunciar a sua renúncia ao cargo de CEO da Apple. O mais fodástico CEO de todos os tempos acaba de jogar a toalha por motivos de saúde.

Confira a mensagem original em inglês que Steve Jobs soltou ontem:

I have always said if there ever came a day when I could no longer meet my duties and expectations as Apple’s CEO, I would be the first to let you know. Unfortunately, that day has come.

I hereby resign as CEO of Apple. I would like to serve, if the Board sees fit, as Chairman of the Board, director and Apple employee.

As far as my successor goes, I strongly recommend that we execute our succession plan and name Tim Cook as CEO of Apple.

I believe Apple’s brightest and most innovative days are ahead of it. And I look forward to watching and contributing to its success in a new role.

I have made some of the best friends of my life at Apple, and I thank you all for the many years of being able to work alongside you.

Steve

Steve Jobs é o cara. A frente da Apple ele revolucionou a indústria de microinformática, música, entretenimento, telefonia, computadores portáteis e aplicativos móveis entre outras.

A frente da Pixar, ele revolucionou a indústria do cinema. Steve Jobs comprou a Pixar quando ela era apenas um pequeno estúdio de criação gráfica, e transformou os caras no melhor estúdio de animação gráfica da história do cinema. Alguns anos depois a Disney comprou a Pixar, e o Steve Jobs se transformou no maior acionista individual da Disney Corporation.

Steve Jobs é DONO da Disney! Ele tem mais ações da Disney que os herdeiros do Walt Disney.

Mas voltando a Apple, nenhuma outra empresa transformou tantas indústrias diferentes em tão pouco tempo como a Apple fez.

Em 1997, quando Steve Jobs retornou a Apple, a empresa estava falida. Quebrada. Em apenas 10 anos, ele transformou a Apple em uma empresa de 100 bilhões de dólares de faturamento anual, e colocou 70 bilhões de lucro no caixa da empresa. Hoje a Apple tem mais dinheiro em caixa do que o próprio governo dos EUA.

Steve Jobs é o cara!

Aqui vão algumas lições sobre negócios e vida que eu acredito que temos a aprender com ele:

1. Não me leve a mal, mas o negócio é pessoal mesmo! Você já deve ter escutado a frase "Não é nada pessoal, é apenas negócios", certo?

O fato é que o cara que te disse isso estava mentindo. Tudo é pessoal! Tudo! Se alguém te trocou por outro fornecedor, é porque o cara não foi com a sua cara. Você não serve. Você deve ser um puta cara chato. Não tem nada a ver com preço! O problema é você!

NEGÓCIOS É PESSOAL!

Steve Jobs é a Apple, a Apple é o Steve Jobs. E é isso mesmo! As empresas bem sucedidas são aquelas que tem pessoas de verdade por trás, e não gente de plástico que se esconde atrás dos pilares da empresa.

Ao longo de toda a sua carreira, Steve Jobs sempre foi o porta voz da Apple na hora dos lançamentos de produtos. Steve Jobs lançou o Apple I, II, Macintosh, Newton, iMac (o computador colorido), o Cube, o iPod, o iPad, o MacBook Air, a iTunes, Apple TV, AppStore entre outros - todos produtos "viajantes" e inovadores que tinham uma grande chance de serem mal sucedidos no mercado como acontece com a grande maioria dos produtos inovadores que são lançados todos os dias.

Steve Jobs nunca teve medo de quebrar a cara e associar a sua imagem ao fracasso. Diferente de muito executivo frouxo que tem por ai que usa do recurso de press releases e propaganda para o lançamento de produtos no mercado.

Quando anunciou o iPod, os críticos e o próprio conselho diretor da Apple falaram que NINGUÉM NUNCA pagaria 500 dólares por um tocador de música portátil.

Quando anunciou o iPhone, os críticos e o próprio conselho diretor de novo, falaram que NINGUÉM NUNCA pagaria 400 dólares por um smartphone da Apple.

Ainda bem que o Steve Jobs não deu ouvidos à turma da roda presa e apostou no iPod e iPhone.



O mundo dos negócios precisa de gente que dá a cara para bater, assume riscos, responsabilidades, assina cartas para clientes, coloca a própria imagem no web site da empresa, e atende o telefone quando o cliente liga.



2. Todas as pessoas são substituíveis, mas a SUA MANEIRA PESSOAL DE TRABALHAR não é.



Ok, todos são substituíveis. Ninguém precisa de ninguém. Existe estepe para todo mundo.



MAS eu acredito que se você fizer o seu trabalho DO SEU JEITO E DA SUA MANEIRA, o mundo pode até encontrar outro cara para te substituir, mas NUNCA conseguirá replicar o seu jeito de fazer as coisas.



A Apple realmente NUNCA será a mesma sem o Steve Jobs.



O Steve Jobs é ÚNICO.



Daqui prá frente ninguém fará as coisas como ele fazia.



Mas eu acredito que as pessoas podem escolher se inspirar no cara para tomar as suas decisões.



Steve Jobs não ficou na Apple por cinco dias. Tirando a meia dúzia de anos em que ele ficou afastado da Apple porque foi despedido pelo pangaré-burrocrata que ele mesmo colocou por lá, o cara esteve a frente da Apple desde o início. Todos os dias, todas as horas, todos os minutos.



"Digas com quem andas que direi quem és" - a Apple andou com o Steve Jobs, e não Steve Jobs andou com a Apple.



Durante mais de uma década milhares de funcionários da Apple tiveram a sorte de participar de dezenas de reuniões com o Steve Jobs. O quanto vale isso??? Te garanto que vale muito mais do que qualquer MBA em Harvard.



Não duvidem que a Apple continuará ser a mais fodástica das empresas de tecnologia por muitas décadas a seguir.



Eu não temo pelo futuro da Apple. Eu acredito que eles sabem o que tem que fazer pelos próximos 20 anos e vão fazer.



Eu sinto mesmo é pelo Steve Jobs.



A pior coisa que pode acontecer com uma pessoa que adora trabalhar é ser obrigada a se afastar do trabalho por motivos de saúde. O cara adora trabalhar, adora a empresa que fundou, adora inventar coisas, adora deixar a sua marca no universo. Ser obrigado a ficar longe disso tudo deve ser terrível.



Steve Jobs não é cientista, mas é inventor. Ele tem 313 patentes em seu nome!!!



Incrível, não???



313 patentes!!!



Você conhece algum outro presidente de empresa que tem 313 patentes em seu nome?



Eu não.



Muito provavelmente boa parte dessas patentes tenham custado o fígado e a saúde do Steve Jobs; mas, ele gravou para sempre a sua maneira de fazer as coisas na história do mundo dos negócios.



Ninguém influenciou tanto o comportamento do mundo nos últimos 30 anos como Steve Jobs.



Coloque A SUA MANEIRA DE FAZER AS COISAS nas coisas que você faz!!!



NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!!!



3 - Diga NÃO para a mediocridade! Existe uma lenda que reza que o Steve Jobs gongou 23 versões do iPhone até chegar na versão que conhecemos. Ex-funcionários dizem que Steve Jobs gongava um produto ao menor sinal de "falta de design e bom senso".



Até onde sabemos, Steve Jobs disse NÃO para dezenas de protótipos de produtos ao longo dos últimos dez anos. Quando retornou a Apple em 1997 Steve Jobs mandou para o saco praticamente todos os produtos que a Apple "vendia" na época. Ele cortou tudo e começou tudo do zero com o iMac.



Todos nós precisamos aprender a dizer NÃO para as drogas que atrapalham o nosso crescimento. Eu conheço um sem número de pessoas que vive uma vida que não quer por conta dos SIMs que disseram ao longo das suas vidas.



Eu mesmo dispenso clientes, projetos e negócios ao primeiro sinal de falta de alinhamento entre os meus valores e os dos clientes.



A vida é muito curta para fazer negócios com caras chatos!



4. Vence quem tiver contato direto com os clientes! A Apple reinventou o negócio de música com o iPod, mas a Apple não está no negócio de música. A Apple reinventou o computador, mas a Apple não está na indústria dos computadores. A Apple reinventou a indústria da telefonia, mas a Apple não está na indústria dos telefones celulares.



Em qual indústria a Apple está?



Varejo.



A Apple é uma empresa de varejo.



Todos os dias milhões de pessoas passam pelas centenas de lojas físicas da Apple e tocam os seus produtos e tiram as dúvidas com milhares de funcionários apaixonados pelos produtos.



Todos os dias milhões de músicas, filmes, séries de televisão, livros e aplicativos são comprados por milhões de pessoas via iPad, iPhone, iTouch, MacBooks através de uma plataforma de compra incrivelmente fácil de usar e presente em todos os lugares.



Enquanto a Apple conversa diariamente com milhões de pessoas, os seus concorrentes e praticamente todas as empresas do mundo fazem de tudo para se afastarem dos consumidores.



Você já reparou como é difícil conseguir o número de telefone de uma empresa com quem você quer falar?



As empresas estão fazendo das tripas coração para NÃO FALAR diretamente com o consumidor.



"O consumidor é um bicho chato. Não vale a pena falar diretamente com o cliente"



Faça o teste. Entra agora no web site da HP e procura o telefone do escritório da HP. Entra no web site da Samsung e tenta encontrar o telefone do cara de marketing da Samsung. Entra agora no web site da Google e tenta encontrar o telefone do gerente de produtos do Google AdWords porque você quer umas dicas de como usar o Google AdWords.



Você não vai encontrar telefone de ninguém! Ninguém quer falar com o consumidor. Você, consumidor, é um zé, um zé caro que atrapalha, enche o saco e custa caro. Te vira negão!



A Apple fala com o cliente através das suas fantásticas lojas de varejo. E você?



Você tem que falar com o seu cliente!



Vence tem que ter contato direto, frequente e crescente com os seus clientes!



Qual tipo de contato direto, frequente e crescente você tem com os seus clientes?



A grande maioria não faz nada de nada. A grande maioria das pessoas que estão lendo esse artigo nesse momento sequet tem banco de dados de clientes. Imagina o resto.



Pois você vai dançar filhão.



Quem não tiver contato direto com o cliente vai dançar. Escreve ai!



5 - Get Mad, You Son of a Bitch, Get Mad! Steve Jobs aproveitou o lançamento do Macintosh em 1984 para lançar a sua cruzada contra a IBM: "A IBM é o mal do mundo! Vocês não podem aceitar apenas um padrão de computação. Temos que lutar contra isso. Acabar com isso. A IBM acredita que o computador pessoal não serve para nada. Não podemos deixar a computação na mão de poucos, temos que mudar isso. A IBM quer dominar a Era da Informação. Não podemos deixar isso acontecer!"; Em 1990, Steve Jobs entrou em cruzada contra a Microsoft e a sua maneira padronizada de vender computadores. Nos anos 2000, a Apple entrou em uma nova cruzada contra o PC com a fantástica campanha "Mac VERSUS PC"; em 2007, Steve Jobs desceu o pau nos telefones de plástico da Blackberry na frente de milhões de pessoas.



Ao longo das últimas décadas nós vimos um Steve Jobs bravo, energético, provocativo, humano, emotivo, cheio de vontade de mudar o mundo e incomodar o status quo com a sua visão inovadora das coisas. Ele nunca teve medo de colocar o dedo no nariz da concorrência, falar o que pensa sobre o mercado, enfrentar os gigantes.



"Fique Bravo, Seu Filho da Mãe, Fique Bravo!", deixa de ser esse mascarado corporativo cheio de não-me-toques, terno e gravata escondido por trás de uma reunião boçal, e venha para o pau!



Emocione! Incomode! Provoque! Exija Mudanças! Lute por alguma coisa! Brigue pelo que você acredita!



O mundo dos negócios não pode ser apenas sobre ganhar dinheiro. Não pode ser. Nós podemos e devemos usar o horário das 9 as 18 para nos divertir, incomodar os paradigmas e derrubar preconceitos.



Longa Vida ao Steve Jobs!



Longa Vida a todas as suas criações.



Longa Vida a todos os profissionais da Apple que tem agora a oportunidade de superar a genialidade do seu mentor.



NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

Ricardo Jordão Magalhães

Apple Boy

E-Mail e Messenger: ricardom@bizrevolution.com.br

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BIZREVOLUTION



Eu sou fã do Ser Humano. E Você?

sábado, 27 de agosto de 2011

Entenda os Símbolos das Etiquetas de Roupas

Lavar roupa pode não ser fácil, mesmo que você tenha máquina de lavar. São vários tipos de tecidos e tinturas usadas na coloração das peças, por isso nem sempre a roupa se mantém com aspecto de nova pelo tempo desejado. As explicações podem estar nas etiquetas que acompanham o vestuário. Muitas pessoas não entendem o significado dos símbolos e nem se importam com eles, mas podem ter prejuízo.



Por isso, separamos cada símbolo e explicamos os significados. Confira algumas dicas para cuidar e entender melhor as suas roupas:



A etiqueta - Tem que estar em português. Se for produto importado, deve ter tradução.



Nome ou razão social - O nome do fabricante deve aparecer na etiqueta. Senão, não há garantias sobre a origem.



Identificação fiscal - Informa que a empresa está regularizada na Receita Federal e pode ser acionada se o produto tiver algum defeito.



Símbolos de conservação - Algumas etiquetas vêm com a tradução dos símbolos, outras não (veja abaixo).



País de origem - Indica onde a peça foi produzida. Se você prioriza um produto nacional, está valorizando a economia no seu país.



Tecido e composição - Indica os tipos de fibra do tecido. É útil para checar se ela é natural ou sintética muita gente é alérgica a alguns tipos de fibra.



Tamanho - Existe uma padronização do tamanho das roupas, mas ela não é obrigatória. É por isso que as medidas variam de fabricante para fabricante. O ideal é provar a peça antes de comprar.



Instruções de lavagem



A tina simboliza a lavagem doméstica pelo processo manual ou mecânico



O número que aparece dentro da tina é a temperatura máxima de lavagem



Se a tina tem um risco abaixo, significa que o processo de lavagem deve ser suave



Se a tina tem dois riscos abaixo, o processo de lavagem deve ser muito suave



A lavagem deve ser feita somente à mão para não danificar o produto



Proibido lavar com água. Leve a roupa a uma lavanderia especializada



Uso de alvejantes



O triângulo faz referência ao processo para clarear o tecido (alvejamento)



Permitido o uso de qualquer agente clareador (água sanitária e produtos com água oxigenada)



Permitido alvejamento só de produtos com água oxigenada. Não usar água sanitária



Os dois símbolos significam que não se deve usar alvejante. O produto pode manchar roupas coloridas ou danificar tecidos mais delicados



Secagem



O quadrado com linhas orienta a melhor maneira de secar no varal



Pode torcer e secar no varal



Estender no varal sem torcer



Secar na horizontal, para não esgarçar



Secagem à sombra



O círculo dentro do quadrado representa a secagem na máquina de secar



Dois pontos no círculo: secar em temperatura normal (máx. 70 ºC)



Um ponto no círculo: secar em baixa temperatura (máx.50 ºC)



Não secar na máquina. O tecido pode encolher ou ficar danificado



Passar a ferro em casa



No ferro doméstico, o botão já indica a temperatura ideal para cada tipo de tecido. Se houver dois ou mais tecidos na peça, use sempre a temperatura mais baixa



Pode passar a ferro. Quanto mais quadradinhos dentro do símbolo, mais quente pode ser o ferro



Não passar a roupa



Na lavanderia



O círculo se refere à limpeza profissional. As letras informam o que o especialista vai usar na lavagem. O que você precisa saber:



Limpeza deve ser feita por profissional



Não limpar o produto a seco



Fonte:
http://eptv.globo.com/noticias/NOT%2C3%2C3%2C365612%2CDescubra+o+si...

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Lojas multimarcas, um modelo em extinção

Em alguns setores da economia já não falamos mais em concorrência – correr junto -, mas apenas em competição – participar -, pois preço se tornou fator determinante. A empresa que não puder apresentar esse diferencial, definitivamente não terá a menor chance de superar os demais no processo. Neste segmento não há fidelidade e as margens de contribuição são reduzidas.

Em outros, a relevância da marca é que determina, entre os que competem, quais realmente concorrerão pelo privilégio da fidelidade. Observe que não falamos de clientes, mas fãs dispostos a pagar preços Premium por produtos Premium. As margens de contribuição, nestes casos, são extremamente interessantes.

A incompatibilidade entre esses cenários está levando detentores de marcas consagradas a deixar o mercado de revenda multimarca, abrindo suas próprias lojas.

Esse modelo de gestão tem atraído cada vez mais adeptos. Há vantagens e desvantagens, contudo a substancial oferta de produtos, a preços que não permitem margem para evolução e muitas vezes sobrevivência da operação, leva gestores a aproximarem suas operações dos consumidores, eliminado a intermediação. Do processo são excluídos os revendedores, vendedores e os representantes comerciais que faziam essa ponte.

A especialização do modelo de negócios, como consequência, também especializa a área no mercado. Por essa razão, a capacidade de entendimento e velocidade de adequação do fabricante ou revendedor determinará sua continuidade e poder de crescimento. Para o fabricante com esse foco, a localização – ponto - de sua loja em um shopping ou rua de comércio é que aumentará as chances de sucesso.

Revendedores multimarcas, para sobreviverem no mercado Premium, deverão ser extremamente seletivos ou forçados à seletividade, condição fundamental determinada pelo fornecedor, que não mais aceitará manter a parceira sob outra ótica.

Como fabricante, para tornar sua empresa atrativa, com conceito Premium, assumindo as ações de varejo ou exigindo a seletividade na parceria, algumas medidas serão necessárias e não poderão ser ações isoladas.

Lojas próprias e a seletividade de revendedores, no primeiro momento, poderão levar à queda do faturamento, contudo é importante que os gestores estejam atentos para o fato que não é o volume deste que gera lucro, mas a margem de contribuição deixada.

O modelo de negócio para prosperar exigirá exploração de inúmeras outras possibilidades, por essa razão uma matriz de oportunidades precisa ser desenvolvida.

Ações

Prospecção

■Prospectar clientes – busca ou atração seletiva para o novo modelo
■Prospectar oportunidades de negócios - ampliação de possibilidades Produtos
■Produtos novos e aderentes - Foco no conceito
■Novas embalagens - Ampliando possibilidades de compra e acesso Reforço de marca e aumento de visibilidade.
■Ações nas mídias – Aumento de exposição
■Alianças estratégicas – Posicionamento seletivo

Ações internas
■Simplificação de processo produtivo – Agilidade e facilidade de produção local ou terceirizada
■Racionalização de trabalho – Redução de custos da operação
■Adequação de estrutura – Eficácia e eficiência na gestão
■Contenção de gastos - principalmente fixos para redução do ponto de equilíbrio e flexibilidade de operação

Em mercados em ebulição, a procrastinação é sempre fatal!





domingo, 24 de julho de 2011

Homens têm mais estilo


A ascensão na carreira e, sobretudo, o apoio das mulheres estão a levar os homens a preocuparem-se mais com a moda e com a forma como se vestem. Uma tendência de consumo que ajuda marcas e retalhistas de luxo a chegar a novos consumidores e a aumentar as vendas de produtos “no masculino”.
 A necessidade de ter bom aspecto no trabalho e a pressão das mulheres estão a levar os homens a preocuparem-se mais com o seu estilo, dando às marcas de luxo um negócio extra que elas agradecem.
As marcas de gama alta, das department stores Saks Inc e Neiman Marcus aos joalheiros Theo Fennell Plc e Harry Winston Diamond Corp, estão a ver os homens a gastar cada vez mais neles próprios, segundo revelaram executivos de topo na Cimeira Mundial de Luxo e Moda da Reuters.
Parte disso é a necessidade dos homens parecerem elegantes à medida que sobem a escada empresarial, sobretudo agora que o mercado do trabalho está a ficar melhor. «Os consumidores mais jovens estão muito mais familiarizados com a moda e a qualidade do que os seus pais estavam», considera Karen Katz, a CEO do Neiman Marcus Group. «Os homens estão mesmo a pôr os seus guarda-fatos de novo em forma», acrescentou.
A Saks está mesmo a expandir a sua linha popular de vestuário para homem em private label para servir os seus caprichos. Mas na Saks Fifth Avenue, as mulheres ultrapassam os homens num rácio de quase três para um em vestuário e calçado e o director-executivo da Saks, Steve Sadove, não antecipa que o rácio mude muito. Ainda assim, considera Sadove, os homens estão a vestir-se melhor. «Estamos a ver um forte regresso ao vestuário por medida novamente», revelou.
Para muitos homens, a consciência da moda não é natural, e uma grande parte dessa consciência é proveniente das esposas, irmãs, mães e namoradas, que cuidam deles e os tranquilizam.
No entanto, o uso prático de uma peça de vestuário ou joalharia ultrapassa as considerações estéticas para os homens. «O consumidor masculino não é tão perspicaz como as mulheres», indicou o CEO da Coach Inc, Lew Frankfort. «Os homens procuram produtos bem feitos que sejam funcionais».
A Coach abriu uma loja dedicada aos homens em Greenwich Village, Nova Iorque, no ano passado, e a procura pelas suas carteiras em couro e malas mensageiro levaram-na a planear abrir mais duas lojas para homens, uma em New Jersey e outra em Boston, nos próximos meses.
A Harry Winston vende agora a maior parte dos seus relógios – muitos dos quais custam mais de 250 mil dólares – a homens, algo que o CEO da empresa, Frederic de Narp, considera ser «extraordinário».
O crescimento do consumo de luxo na China irá também aumentar a quota dos homens no luxo mundial devido ao facto dos homens chineses revelarem um consumo duas vezes superior ao dos homens noutro país, em grande parte devido à tradição de oferta de presentes. A China é, assim, o mercado em mais rápido crescimento e deverá eclipsar o Japão nos próximos anos.
No entanto, o luxo continua a ser um mundo das mulheres. «Os homens começaram a permitir-se fazer compras, mas as mulheres são ainda o cliente principal do luxo», confirmou Marc-Andre Kamel, consultor responsável de práticas de luxo na Europa, Médio Oriente e África para a empresa de consultoria Bain&Co. 
Fonte - Reuters - De: Portugal Textil

O que aprender com os erros da Mesbla

Incapacidade de adaptação às mudanças do varejo e descentralização administrativa contribuíram para o naufrágio da empresa



 A partir da década de 1960, o varejo brasileiro viu a expansão das lojas de departamento. Durante os anos seguintes, a Mesbla viveu seu período áureo. A dificuldade em compreender o novo momento do mercado, no entanto, foi um dos principais fatores que levaram a empresa à falência, em 1999. A exemplo do que aconteceu com a Mappin, que atuou durante 86 anos em São Paulo, a Mesbla viu o seu modelo de negócio ruir com o surgimento de um novo consumidor, que exigia um atendimento mais especializado, encontrado principalmente em lojas menores instaladas em shoppings.
O crescimento da loja de departamentos, com sede no Rio de Janeiro e que chegou a ter 180 pontos de venda espalhadas pelo país, trazia ares de primeiro mundo ao Brasil. Acostumado ao comércio de bairro, que oferecia pouca variedade e concentração de produtos, o consumidor se surpreendeu com a estrutura da Mesbla e suas unidades, que raramente tinham área de venda inferior a três mil metros quadrados.
O desenvolvimento dos shopping centers nos anos 1980 levou a Mesbla para os centros comerciais, com lojas âncoras, contribuindo para o crescimento do fluxo de clientes nos empreendimentos. Ironicamente, este movimento foi um dos fatores que derrubou a empresa. “Ao aderir aos shoppings centers como novo canal de venda, a Mesbla perdeu espaço para as lojas especializadas que ofereciam variedade de produtos aliados a um atendimento mais qualificado”, diz Marcelo Boschi, professor e especialista em Branding da ESPM-RJ, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Crescimento da concorrência
O extenso sortimento de produtos comercializados, que incluía moda, brinquedos, máquinas, uma rede de crédito própria e investimentos no setor náutico e automobilístico, tornava o conhecimento dos colaboradores pouco específico. O próprio formato de operação das lojas de departamento também estimulava o autosserviço, característica incompatível com o comportamento dos consumidores.
Mas não foram apenas os shoppings que influenciaram as mudanças. O surgimento dos hipermercados, comercializando categorias como têxteis, bazar e equipamentos, também contribuiu para alterar a dinâmica geográfica do consumo. Enquanto os clientes tinham que se deslocar para os centros das cidades, locais onde a Mesbla instalou a maior parte de suas unidades, os shoppings e hipermercados trouxeram essa oferta de produtos para os bairros onde os consumidores residiam, desviando o fluxo para essas áreas.
Além de lidar com a concorrência dentro dos malls e hipermercados, a Mesbla ainda tinha que competir com as redes de varejo de eletromóveis e confecções, que começaram a se expandir na década de 1980, como Ponto Frio e Casas Bahia. A descentralização administrativa da empresa foi outro elemento que interferiu para agravar a situação. Nos anos 1990, a Mesbla contava com 40 diretores, o que tornava a implementação de qualquer medida muito lenta. “O varejo é um segmento que necessita de respostas muito rápidas. Cada dia é um desafio. No caso da Mesbla, o desacordo entre o modelo de gestão e as práticas do mercado foi responsável por contribuir negativamente para o rumo dos negócios”, explica Roberto Kanter, professor de MBA da FGV Management, em entrevista ao portal.


Tentativa frustrada
A situação econômica do Brasil também foi um dos elementos que colaborou para piorar o quadro da companhia. A forte inflação no fim dos anos 1980, que variava de 50% a 60% em um mês, abalou a relação, já fragilizada, entre a empresa e seus fornecedores. A solução administrada pelos dirigentes da companhia foi o fechamento de lojas e a demissão de funcionários. Dos 180 pontos de venda, restaram apenas 34 e nove mil funcionários perderam seus empregos, restando apenas seis mil.
Em 1997, Ricardo Mansur comprou a empresa com o intuito de unir as operações da Mesbla e da Mappin e fortalecer o modelo de negócio. Dois anos depois, em uma última tentativa de salvar a companhia, Mansur apelou para a mobilização dos colaboradores. Os funcionários foram incentivados a realizar uma passeata com o objetivo de pressionar o BNDES a ceder um empréstimpo de R$ 102 milhões, que seria usado como capital de giro.
Outra intenção era valorizar a Mesbla, para atrair a atenção de grupos estrangeiros. A rede de varejo norte-americana JC Penny demonstrou interesse, mas pensou duas vezes antes de comprar a empresa, que nas mãos de Mansur alcançou a dívida de R$ 1,1 bilhão. A decisão sobre o empréstimo teria que ser aprovada por seis bancos, que injetariam cada um R$ 17 milhões. Apenas o Bradesco e o GE Capial apoiaram a medida. O Banco Central, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o próprio BNDES rejeitaram o projeto. Sem salvação, a empresa fechou as portas.


Retorno ao e-commerce
Mesmo com a falência da operação da Mesbla no Brasil, a marca parece ter mantido o prestígio entre os consumidores. Em uma tentativa de manter a Mesbla viva foi criado um e-commerce em 2009. A empresa Telemercantil comprou os direitos da marca, que ainda pertenciam à família Mansur, para vender maquiagens, roupas e acessórios para o público feminino.
O objetivo era rejuvenescer a marca, e mais tarde ampliar a oferta de produtos disponíveis, com operação apenas online. A tentativa fracassou, devido a desentendimentos entre as empresas que estavam construindo o site. Por outro lado, a Mesbla provou que ainda está forte na mente dos brasileiros, já que o portal teve sete milhões de usuários cadastrados como possíveis clientes.
“Não existe formato que seja bem sucedido por todo o tempo. Independente dos erros de gestão, o próprio modelo de loja de departamento full line, como eram a Mesbla e a Mappin, entrou em colapso. Salvo algumas poucas exceções, nos Estados Unidos e na Europa, este formato não agrega mais valor para o consumidor”, diz Eugênio Foganholo, Diretor da Mixxer, consultoria de bens de consumo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

FONTE: http://www.mundodomarketing.com.br/1,19357,o-que-aprender-com-os-er...

domingo, 17 de julho de 2011

Formatura ADM dia 14-07-2011 Senai/Cetiqt

Parabéns pela sua formatura, em especial por ser o melhor de sua turma.

O prêmio oferecido pela ABIT e pela ABTT é uma viagem para participar do XXIV CNTT - www.abtt.org.br - em Fortaleza de 9 a 12/8 próximo.

O período de viagem é de 8 a 13/8, com a hospedagem correspondente.

Confirme sua presença para as devidas reservas.




Cordialmente



Reinaldo A. Rozzatti - Presidente

ABTT - Associação Brasileira de Técnicos Têxteis

IARS - Instituto Acácia de Responsabilidade Social

Tels. 11-3082.6755 e 9634.1609