sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cresce a oferta de tecnologia italiana nos setores de Tecidos Técnicos e Nãotecidos no Brasil


A Itália promove dia 04 de março, em São Paulo, o Simpósio/ Workshop – Máquinas Têxteis, “Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos” e a entrega do Prêmio “Italian Textile Technology Award 2009”.

Tecnologia italiana em maquinário para a indústria de tecidos técnicos e nãotecidos

Com números que evidenciam o crescimento das indústrias de máquinas para Tecidos Técnicos e Nãotecidos, o ICE–Instituto Italiano para o Comercio Exterior, numa ação conjunta com a ACIMIT-Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas para a Indústria Têxtil e o Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico, realizam o Simpósio/Workshop – Máquinas Têxteis, dia 04 de março, em São Paulo, com o objetivo de apresentar a tecnologia italiana para o setor, fomentar parcerias e joint-ventures no Brasil.

A manhã do dia 04 será dedicada ao Seminário “Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos”, seguido de Rodada de Negócios entre empresários italianos e brasileiros. À noite será realizada a entrega do Prêmio “Italian Textile Technology Award 2009”.

Participam do evento 13 empresas italianas fabricantes de máquinas e equipamentos de tecidos técnicos e nãotecidos, que vão apresentar as novidades do setor para empresários brasileiros.


Dados Itália x Brasil

O mercado interno de tecidos técnicos e nãotecidos no Brasil está em crescimento, com cerca de 200 empresas que geram 40 mil empregos diretos e indiretos e produção anual de 462 mil toneladas no valor de 3,9 bilhões de reais, segundo o IEMI-Instituto de Estudos e Marketing Industrial 2008. Neste período foram investidos mais de 160 milhões de reais para aumentar a capacidade e modernizar a produção, valor que corresponde a 4% do faturamento. As exportações totalizaram 269 milhões de dólares.

Segundo dados da ACIMIT, o Brasil ocupa hoje o 4º lugar entre os principais destinos dos produtos italianos de maquinário têxtil. De janeiro a outubro de 2009, a Itália vendeu ao Brasil 29 milhões de euros. Nesse período, os equipamentos mais solicitados pelas indústrias brasileiras foram máquinas para acabamento (30%), acessórios (25%) e de malharia (20%).


Prêmio“Italian Textile Technology Award 2009”

Visando favorecer o intercâmbio e a sinergia entre as Universidades brasileiras, bem como desenvolver projetos para inovação tecnológica e novas aplicações de materiais para a indústria mecanotêxtil, o ICE-Instituto Italiano para o Comércio Exterior e a ACIMIT-Associação dos Construtores Italianos de Máquinas para a Indústria Têxtil promoveram o concurso Italian Textile Technology Award 2009.

A iniciativa teve o objetivo de incentivar estudantes de universidades brasileiras, na área de Tecnologia Têxtil, além de dar à indústria italiana a oportunidade de apresentar a alta tecnologia e inovações de que dispõe para os futuros profissionais do setor. Dirigido aos alunos de engenharia do Centro Universitário da FEI e da Faculdade SENAI/ Cetiqt, a premiação será no dia 04 de março, em São Paulo, em uma cerimônia para convidados.

Os participantes apresentaram uma monografia abrangendo os temas: Inovação técnica na Indústria Mecanotêxtil e/ou Inovação na aplicação de materiais para a Indústria Mecanotêxtil. Como prêmio, duas viagens à Itália para cada uma das universidades, incluindo visitas aos escritórios do ICE em Roma, ACIMIT em Milão e às fábricas do setor, onde poderão conhecer as novas tecnologias que fazem dos fabricantes italianos líderes mundiais no mercado têxtil, além de um curso com duração de uma semana no Politécnico de Milão. A viagem está programada para o mês de março de 2010. Os alunos premiados serão acompanhados por um professor/ coordenador de cada faculdade.


Entidades

ACIMIT-Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas para a Indústria Têxtil
www.acimit.it

Entidade privada que atua em todo o território italiano agrupa a maior parte das empresas mecanotêxteis do país, cuja produção representa 80% de toda produção italiana do setor. A atribuição principal da instituição, que atua há 62 anos, é promover o setor no mundo e apoiar suas atividades, sobretudo no exterior. A ACIMIT fornece, aos empresários estrangeiros, informações sobre a oferta de tecnologia italiana e organiza, para seus associados, todo tipo de atividade promocional (feiras, seminários técnicos, missões à Itália de empresários têxteis estrangeiros, missões institucionais e comerciais, etc). Muitas dessas atividades são realizadas em colaboração com o ICE.

A ACIMIT é também membro da CEMATEX–Comissão Européia dos Fabricantes de Máquinas Têxteis, que reúne mais de 600 empresas na Europa. Uma das tarefas fundamentais da Cematex é a organização do ITMA, a maior e mais importante feira internacional para a indústria de máquinas têxteis.

ICE–Instituto Italiano para o Comercio Exterior
www.ice-sanpaolo.com.br

Instituição do Governo Italiano ligada ao Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico que, com uma rede de 117 escritórios espalhados por 87 países e outros 17 na Itália, promove os produtos, as tecnologias e os serviços italianos no mundo, dando particular atenção aos interesses e às necessidades das pequenas e médias empresas. Também trabalha para estimular o investimento direto italiano no exterior, bem como para atrair investimentos estrangeiros à Itália.


Programa – Simpósio/ Workshop Máquinas Têxteis
Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos
8h30 Credenciamento
9h00 Abertura dos trabalhos

Diretor do ICE – Instituto Italiano para o Comércio Exterior, Giovanni Sacchi, Cônsul Geral da Itália, Marco Marsilli e representantes da ACIMIT, ABINT, ABIT e SINDITEXTIL

9h20 A Indústria Italiana de Máquinas Têxteis

9h30 Início das Apresentações Técnicas

12h30 Coletiva de Imprensa

13h00 Almoço


Empresas participantes: Bombi Meccanica, Canalair, Comez, Cormatex, Daroitex, Flainox, Hip-Mitsu, Isotex, MCS, Pafasytem, PLM Impianti, ROJ e Technoplants

* inscrições gratuitas através do site www.ice-sanpaolo.com.br/nt&tt


Serviço

Simpósio/ Workshop – Máquinas Têxteis
Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos 04 de março 2010, às 8:30h
Hotel Caesar Business - Av. Paulista, 2181
www.ice-sanpaolo.com.br

Instituto Italiano para o Comércio Exterior

Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália

Assessoria de Imprensa

Regina Di Marco rdimarco@uol.com.br
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Silvia Colaianni rm-comunicacao@uol.com.br
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T +55 11 2950.4820

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Fonte:lagazzettaonline.info

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Malharia Diana se transforma num grupo gestor de marcas e passa a se chamar Grupo Diana Têxtil


A Malharia Diana, de Timbó, ao completar 52 anos de tradição no segmento de vestuário, a partir de novembro de 2009, passa a se apresentar ao mercado como Grupo Diana Têxtil, com uma nova concepção de negócio, transformando-se no mais novo grupo gestor de marcas de moda do Brasil. Desde o ano passado a empresa vem fazendo investimentos em posicionamento de marca e revisão de processos com o intuito de reposicionar a empresa e suas marcas no mercado. A marca Malharia Diana, que trilhou o caminho da empresa até agora, passa, nessa nova fase, a ser reconhecida no mercado como Grupo Diana Têxtil e em seu portfólio constam marcas distintas que apresentam as últimas tendências em moda, tanto no masculino quanto no feminino. As apostas são em um produto com maior valor agregado aliado a qualidade que sempre fez parte da trajetória da empresa.

Essas mudanças fazem parte do processo de profissionalização pelo qual a empresa vem passando desde julho de 2008. Neste período, a empresa, que sempre esteve no controle familiar, foi estruturada para as novas exigências de mercado. Foi instituído um Conselho Consultivo e, em seguida, o profissional Ernoe Eger assumiu a direção da empresa como diretor superintendente, e é quem esta à frente nesse novo momento da empresa catarinense.

Cerca de 700 colaboradores, entre diretos e indiretos, foram convidados a fazer parte deste processo de crescimento da empresa. Neste período, cerca de 30% do quadro foi renovado. “A renovação e incorporação de novos talentos faz parte deste processo de mudança de estratégia de qualquer empresa que quer crescer e se consolidar no mercado”, diz o diretor-superintendente. Quem ficou, no entanto, segundo o executivo, incorporou a nova filosofia e está sendo incentivado a colaborar com essa administração: mais moderna e focada em resultados.

Nesta nova etapa da empresa também estão previstos investimentos em melhoria do parque fabril, tecnologia, recursos humanos, modernização e melhoria dos processos. Com esses investimentos, haverá um aumento na capacidade de produção e um incremento de cerca de 15% no número de funcionários até fevereiro de 2010.

Com esta nova concepção de negócio, a empresa projeta crescer 20% ao ano. “É uma previsão bastante otimista, acima da média de crescimento de mercado. Porém, estamos com um novo produto, com maior valor agregado e diferentes nichos a serem conquistados. Por isso, acreditamos que essa previsão é possível”, avalia Eger.

GRUPO DIANA TÊXTIL TEM MAIS DE 50 ANOS DE UMA TRAJETÓRIA DE SUCESSO

O Grupo Diana Têxtil, com 52 anos de atividades ininterruptas, localizado em Timbó/SC, é o resultado do sonho e da visão empreendedora de um idealista chamado Gerold Blaese. O início aconteceu ainda na sua residência, transformando a garagem da casa em uma pequena fábrica de 30 metros quadrados.

Neste local, foram instaladas três máquinas de malharia retilínea e duas máquinas de costura e seus primeiros quatro funcionários começaram a produzir a linha de roupas para bebês. Com o incentivo da esposa, Romilda Blaese e de seus pais, Oscar e Amanda, em apenas dois anos de atividades, o empreendedor mudou a empresa para um novo endereço. Mas, foi em 1975, que foi adquirida a nova sede, onde a empresa funciona até hoje.

O Grupo Diana Têxtil sempre foi conhecido pela qualidade dos seus produtos nesses mais de 50 anos de atividades. Para 2010, a empresa está passando por uma reformulação para atender um mercado mais exigente e moderno. Para isto, estão sendo feitas diversas mudanças, desde layout da marca e redefinição de seus nichos de mercado, como mudanças estruturais na sede.

USP Leste tenta se reinventar


Após cinco anos de funcionamento e com as primeiras turmas formadas, o câmpus da zona leste da Universidade de São Paulo (USP), chamado também de Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), vai revisar e ampliar seus cursos, aumentando a divulgação para estudantes e empregadores. A ideia do novo diretor da unidade, Jorge Boueri, é reavaliar a proposta inicial de cada um dos cursos, o que inclui conteúdo, infraestrutura, empregabilidade e até mesmo o nome.

Criada para democratizar o acesso à USP e ampliar as relações da universidade com seu entorno, a unidade vive um paradoxo desde sua instalação. Ela inovou com sucesso nas propostas pedagógicas, inspirando outras novas instituições públicas, e apresenta baixo índice de evasão. No entanto, ainda tem procura relativamente baixa de candidatos, seus cursos são desconhecidos por boa parte da população e há uma dificuldade em inserir os formados em algumas áreas no mercado.

"Estamos pensando não só na ampliação dos cursos, mas na reavaliação dos que já existem. Vamos entrar em um processo de autoavaliação", afirma Boueri. O exemplo para a mudança será, segundo o diretor, o processo pelo qual passou o curso de Tecnologia Têxtil e da Indumentária, que mudou seu nome para Têxtil e Moda. "Houve uma adequação da proposta ao momento da sociedade. O curso foi modificado e o horário adaptado por causa dos estágios. Com isso, a relação candidato/vaga passou de 6 para 12."

PROCURA

A relação de candidato por vaga desse curso é uma das mais altas dos dez oferecidos na unidade - todos eles são novos no mercado, já que o regulamento da USP não permite que haja o mesmo curso em mais de uma unidade na mesma cidade.

A graduação em Ciências da Natureza, por exemplo, estreou com 2 candidatos por vaga e, no ano passado, tinha 3. Em Gerontologia, em 2009, foram 4 candidatos por vaga; Lazer e Turismo tinha 6; Ciências da Atividade Física, 4,4 alunos/vaga; Marketing, 10; Gestão de Políticas Públicas, 5,9.

Professores da unidade acreditam que depois do lançamento faltou investimento da própria USP na consolidação do câmpus. Muitos avaliam internamente que a ex-reitora Suely Vilela deu pouca atenção à unidade da zona leste durante sua gestão. Com isso, a construção de prédios e os projetos atrasaram. E, com eles, a divulgação dos
cursos ficou a desejar.

"Acredito no potencial desta unidade, que está localizada em uma região muito carente e pobre. O que falta é criarem novos cursos e aumentarem a inserção na comunidade", avalia Padre Ticão, líder comunitário na região e responsável pela Paróquia São Francisco de Assis. Em reuniões com a direção do câmpus, ele defende a criação de um curso de Informática. Esse é também o curso mais pedido em pesquisa feita com estudantes do ensino médio antes da definição do que seria oferecido na USP da zona leste. "Os alunos querem cursos mais tradicionais, apesar de eu acreditar que os oferecidos atendem a nichos do mercado."

Outra briga do padre é a volta do cursinho comunitário, que foi oferecido em 2005 e depois suspenso. "No primeiro ano, teve mais alunos da região aprovados. Agora, o índice está em torno de 30%, mais baixo. Só com cursinhos eles podem ter mais chance", diz. "Com o cursinho, além de os estudantes da região aumentarem suas chances de serem aprovados, eles podem ter mais informação sobre as graduações." O diretor da unidade afirma que um dos projetos para este ano é justamente a volta do cursinho pré-vestibular.

BRIGA JUDICIAL

Outro desafio da USP da zona leste está no curso de Obstetrícia, voltado para formação de um profissional que atenda à mulher, em uma atuação semelhante à do enfermeiro obstetra. Atualmente, há uma disputa jurídica travada com o Conselho Regional de Enfermagem, que não aceita registrar o profissional formado no curso.

"Conseguimos liminar na Justiça que nos garante provisoriamente o reconhecimento, mas a briga continua. Há muito desconhecimento sobre nossa profissão", conta Marcel Robledo, formado na primeira turma. Apaixonado pela profissão e pela obstetrícia, seu desejo é atuar na área - desde que se formou, não conseguiu emprego.

"Adoro a profissão, mas, se soubesse que seria tão difícil arrumar emprego, teria feito Enfermagem e me especializado depois ou até mesmo tentado Medicina", diz. Ele conta que a maioria dos seus amigos de turma ainda não conseguiu trabalho na área.

Formada no ano seguinte, Bruna Cumpri também não está trabalhando, mas se sente mais otimista. "Ainda estou procurando emprego, mas é uma oportunidade de inserção. Acredito que com o tempo, com maior conhecimento do nosso diploma, ficará mais fácil."

O diretor da unidade reconhece a dificuldade em alguns cursos. "Temos tido alguns problemas, que serão resolvidos com o tempo. Empregabilidade é algo que não podemos deixar de avaliar."


Fonte:mundovestibular.com.br

Relatório ergonômico propõe melhorias no setor industrial têxtil


O relatório ergonômico entregue pela Fundacentro à Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados (CONACCOVEST) no dia 22 de janeiro tem como principal finalidade reduzir os afastamentos do trabalho e propor melhorias ergonômicas na indústria calçadista e do vestuário.
As principais queixas apresentadas pelos trabalhadores de ambos os setores envolvem dores na coluna, braços, antebraços, pernas e ombros e fazem com que os improvisos sejam cada vez mais freqüentes em cadeiras, bancadas de trabalho, encostos, sobretampos e máquinas de costura de modo geral.
No relatório, composto por fotografias de situações inadequadas no ambiente de trabalho, há a proposta de um suporte (sobretampo) que será fixado na superfície da máquina para os membros superiores que reduzirá de 40 a 60 por cento a sobrecarga dos ombros, cotovelos e punhos. Para Ricardo Serrano, coordenador do relatório e ergonomista da Fundacentro, o empresário só tem a ganhar com a adoção do suporte (sobretampo), o qual reduzirá o número de trabalhadores afastados. Como exemplo, o ergonomista cita um caso em que uma bancária desenvolveu Lesões por Esforços Repetitivos (LER), e a empresa teve que pagar indenização trabalhista no valor de 350 mil reais por danos morais e materiais.
Há também a apresentação do protótipo da nova configuração da máquina de costura, onde o tampo e o pedal de acionamento serão totalmente modificados e ajustados, o qual já está sendo confeccionado pela escola do SENAI em Votuporanga. O mesmo vem sendo testado nas indústrias de calçados de Birigui, estado de SP, onde atende as recomendações presentes na NR-17 e padrão de qualidade da ABNT.
Dados do Sindicato Patronal de Birigui revelam que após a implementação do novo protótipo da máquina de costura e complementos, houve redução no número de afastamentos do trabalho. Ao todo, somente na cidade de Birigui são 230 fábricas de calçados que produzem anualmente, 65 milhões de pares de sapatos.
Desde novembro de 2008, o ergonomista da instituição, Ricardo Serrano tem visitado indústrias em ambos os segmentos, nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Ceará, São Paulo, Espírito Santo, e o relatório constitui-se em trabalho pioneiro no Brasil, por envolver completa remodelação nos ambientes e locais de trabalho.
Para Eunice Cabral, presidente da Confederação, o trabalho apresentado pela Fundacentro é extremamente importante para validar as relações tripartites.
Em fevereiro de 2010, o presidente da Fundacentro, dr. Jurandir Boia Rocha, o ergonomista, Ricardo Serrano e a direção da CONACCOVEST e Sindicatos do segmento calçadista e vestuário irão visitar indústrias na cidade de Birigui, que posteriormente servirão de recomendação para a elaboração de um anexo à NR-17.


Fonte:tstwilliamcassiano.blogspot.com

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Conheça as sete virtudes necessárias para um executivo


A expectativa do mercado de trabalho para 2010 é positiva, com oferta maior de vagas, já que as empresas estão reabrindo postos que ficaram paralisadas durante a crise econômica. Para os executivos, não é diferente.

Porém, de acordo com o consultor em Recursos Humanos e Gestão Estratégia de Pessoas, Laerte Leite Cordeiro, procurar emprego sempre é complicado e a situação não será diferente durante este ano, mesmo sem a crise. Existirão executivos desempregados ou insatisfeitos que competirão pelas vagas disponíveis no mercado.

Para Cordeiro, a cada nova crise, as organizações racionalizam sua administração e a busca por executivos torna-se mais seletiva. Os empregadores buscam colaboradores com maior qualificação e que tenham maior desempenho para eventuais promoções hierárquicas internas.

As sete virtudes executivas

Segundo Cordeiro, embora as virtudes executivas a serem procuradas possam ser muitas, elas podem ser resumidas em sete grandes grupos. Confira abaixo quais são:

•Alta escolaridade e procura do autodesenvolvimento: a graduação universitária não é suficiente para um executivo. Hoje, espera-se mais do que um curso de pós-graduação, um MBA (Master Business Administration) ou Mestrado. No processo seletivo, é avaliada a instituição. O candidato também será julgado pelo interesse e esforço no seu desenvolvimento profissional, especialmente pelos cursos de aperfeiçoamento feitos no Brasil ou no exterior.
•Competência em tecnologia da informação: o executivo virtuoso em 2010 será aquele que, além das ferramentas básicas, tenha conhecimento e prática dos chamados sistemas ERPs (Enterprise Resource Planning) - sistemas de informação que integram todos os dados de uma empresa.
•Proficiência em idiomas: além do português, que é uma obrigação, duas outras línguas serão pedidas aos executivos, o inglês e o espanhol. Não basta ter conhecimento intermediário ou mesmo avançado. É importante que a habilidade em inglês seja fluente, pois será necessária para trocas de e-mails, telefonemas internacionais, videoconferência, defesa de orçamentos e planos, treinamento no exterior e visita a feiras. Tudo isso requer proficiência em inglês. No caso do espanhol, a língua está crescendo no mundo, inclusive pela participação da Espanha nos negócios internacionais. Outros idiomas também são considerados diferenciais.
•Competência para relações humanas: esta é a mais importante das virtudes. O relacionamento humano é a variável de competência mais complexa, mas, ao mesmo tempo, a mais estratégica. Esta qualidade inclui a capacidade para relacionamento com todos os públicos da empresa. O candidato precisa entender as pessoas, saber se comunicar, motivar sua equipe, administrar conflitos, reduzir resistências e fazer sua equipe crescer.
•Envolvimento com temas, instituições e programas de sustentabilidade e preservação ambiental: são áreas novas de preocupação social e empresarial. Não é mais aceitável que um executivo esteja distante ou alheio a estes temas. O profissional moderno e atualizado é aquele que compartilha e participa das ações de inclusão, sustentabilidade e preservação ambiental, tanto dos governos como das organizações. A atualização do executivo com relação a esses assuntos será fundamental e certamente avaliada nos processos de seleção para posições de comando.
•Contínua busca de atualização geral: o executivo desejado terá como marca uma preocupação com a sua atualização. Certamente, as empresas desejarão profissionais que sejam informados sobre o que acontece nos mercados, nas empresas e nos negócios em geral. Será importante também a atualização com relação a assuntos comunitários e sociais. O candidato deve ler o máximo que puder, ir a todos os congressos possíveis, acessar a internet com frequência e estar a par do que acontece em seu contexto profissional e cultural.
•Estilo de atuação eficaz: o profissional virtuoso deve oferecer padrão de liderança competente, adequado e que o leve a ser o melhor meio para o alcance dos objetivos de pessoas, das equipes e da empresa em que atua. A eficácia no desempenho das ações permitirá a flexibilidade no padrão gerencial e impedirá a dependência dos superiores, a superficialidade das crenças e ações, o imobilismo no trabalho, o derrotismo nas posturas e a miopia na visão executiva.

Fonte:administradores.com.br

Cooperativa têxtil do estado da Paraíba participa da maior feira de produtos orgânicos do mundo


A Natural Fashion, com 45 cooperativas paraibanas de produção têxtil de algodão orgânico naturalmente tingido, associada ao Projeto Organics Brasil, participará da maior feira mundial de produtos orgânicos, a Biofach Nuremberg - Alemanha, de 17 a 20 de fevereiro.

No estande do Projeto Organics Brasil, a empresa pretende aproveitar o aquecimento do mercado orgânico e conquistar compradores do varejo dos Emirados Árabes e países asiáticos, além de renovar contratos com países europeus, Estados Unidos e Canadá. A empresa leva para a feira modelos de moda feminina, masculina, infantil, acessórios e brinquedos em algodão orgânico.

PROJETO ORGANICS BRASIL - http://www.organicsbrasil.org
BIOFACH - NUREMBERG 17 A 20 DE FEVEREIRO
Pavilhão 2 Estandes - 130/230 Fonte - Ming Liu - coordenador executivo

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa
(11) 3253-0586
http://twitter.com/vera_moreiracom
veramoreira@veramoreira.com.br


Fonte:portaisdamoda.com.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Isenção

A 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo julgou nesta semana procedente ação declaratória de inexistência de relação jurídica c/c repetição de indébito que A.C.R. moveu em face da Fazenda Pública Estadual pleiteando a restituição do ICMS pago na importação de um veículo para uso próprio.
Na sentença, a Juíza Dra. Silvia Maria Meirelles Novaes de Andrade, além de declarar a inexistência de relação jurídica entre as partes, referente ao recolhimento do ICMS sobre o veículo importado pelo autor, condenou a Fazenda Pública a restituir a quantia de R$ 71.114,59 com juros e atualização monetária, valor este recolhido no registro da declaração de importação e desembaraço aduaneiro.
Sobre a matéria, o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do nosso judiciário firmou entendimento no sentido de que, em razão do princípio da não-cumulatividade, aqueles que não são contribuintes do ICMS e do IPI, não devem ser compelidos ao recolhimento desses tributos quando da importação de bens do exterior. Cumpre ainda ressaltar que o mesmo Tribunal editou a súmula 660 que assim dispõe: “Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto”.
Para os advogados Augusto Fauvel de Moraes e Anivaldo Esquelino Junior, do Fauvel & Esquelino Sociedade de Advogados que patrocinam a demanda, a decisão reflete o entendimento dos tribunais superiores e continua abrindo precedentes para que as pessoas físicas que realizam importações para uso próprio fiquem isentas do recolhimento do ICMS.O contribuinte de direito do imposto não deve suportar a carga tributária do imposto, é através do princípio da não-cumulatividade repassa este ônus ao consumidor final, contribuinte de fato.
Portanto, todo o contribuinte pessoa física que realizou importações e já recolheu o IPI e ICMS poderá requerer a repetição do indébito e os que ainda forem realizar as importações, deverão pleitear a não incidência do IPI e ICMS, sempre que a importação for realizada por pessoa física e destinada a uso próprio. Com isso terão uma boa redução nos custos da importação.
AUGUSTO FAUVEL DE MORAES – Advogado do Escritório Fauvel & Esquelino Advogados 11/02/2010

Fonte:augusto@fauvelesquelino.com.br

Justiça de SP declara a não incidência do ICMS na Importação de pessoa física.


A 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo julgou nesta semana procedente ação declaratória de inexistência de relação jurídica c/c repetição de indébito que A.C.R. moveu em face da Fazenda Pública Estadual pleiteando a restituição do ICMS pago na importação de um veículo para uso próprio.
Na sentença, a Juíza Dra. Silvia Maria Meirelles Novaes de Andrade, além de declarar a inexistência de relação jurídica entre as partes, referente ao recolhimento do ICMS sobre o veículo importado pelo autor, condenou a Fazenda Pública a restituir a quantia de R$ 71.114,59 com juros e atualização monetária, valor este recolhido no registro da declaração de importação e desembaraço aduaneiro.
Sobre a matéria, o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do nosso judiciário firmou entendimento no sentido de que, em razão do princípio da não-cumulatividade, aqueles que não são contribuintes do ICMS e do IPI, não devem ser compelidos ao recolhimento desses tributos quando da importação de bens do exterior. Cumpre ainda ressaltar que o mesmo Tribunal editou a súmula 660 que assim dispõe: “Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto”.
Para os advogados Augusto Fauvel de Moraes e Anivaldo Esquelino Junior, do Fauvel & Esquelino Sociedade de Advogados que patrocinam a demanda, a decisão reflete o entendimento dos tribunais superiores e continua abrindo precedentes para que as pessoas físicas que realizam importações para uso próprio fiquem isentas do recolhimento do ICMS.O contribuinte de direito do imposto não deve suportar a carga tributária do imposto, é através do princípio da não-cumulatividade repassa este ônus ao consumidor final, contribuinte de fato.
Portanto, todo o contribuinte pessoa física que realizou importações e já recolheu o IPI e ICMS poderá requerer a repetição do indébito e os que ainda forem realizar as importações, deverão pleitear a não incidência do IPI e ICMS, sempre que a importação for realizada por pessoa física e destinada a uso próprio. Com isso terão uma boa redução nos custos da importação.
AUGUSTO FAUVEL DE MORAES – Advogado do Escritório Fauvel & Esquelino Advogados 11/02/2010

Fonte:augusto@fauvelesquelino.com.br

Produto combina visual do jeans com conforto do pijama


Tecido híbrido é macio e elástico com a aparência do jeans
Divulgação
A empresa norte-americana PajamaGram acaba de lançar no mercado o PajamaJeans. O produto é uma peça de roupa que tem a aparência de uma calça jeans de um azul profundo, com bolsos e botões, mas é macio e elástico como uma calça de pijama, que garante conforto ao usuário. Isso é possível graças ao tecido exclusivo chamado Dormisoft, que foi desenvolvido para ser bastante macio e elástico. O tecido híbrido tem 95% de algodão e 5% do elástico Spandex. Disponível pelo equivalente a R$ 72, a ideia é justamente apelar para a combinação do visual do jeans com o conforto do pijama.

A companhia PajamaGram é especializada na fabricação de pijamas e roupas de cama e é uma das cinco empresas sob a gestão da Teddy Bear Company do estado de Vermont, nos Estados Unidos, que fabrica bichos de pelúcia desde 1981.

Fonte:revistapegn.globo.com

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os supertecidos da moda


O Brasil começa a chamar a atenção internacional para a inovação tecnológica na indústria têxtil. Aqui, vale ter o tecido mais arrojado, bonito e sustentável
LAURA LOPES
Arquivo
A laise em lã, da Huis Clos: uma solução delicada para o inverno

Eles ganham destaque duas vezes por ano, na passarela de cada temporada da São Paulo Fashion Week (SPFW). É ali que ficam sob os holofotes, acariciando o corpo das modelos. Estas, por sua vez, só ficam famosas se conseguem dar a eles sua devida importância. A alma dos desfiles é, ainda que vozes discordantes digam o contrário, a roupa. E, junto com ela, os tecidos, pensados muitos meses antes de serem mostrados ao público. O caimento, a textura, as cores, as possibilidades de recortes e estampas, a mistura de estilos, ou a afirmação de apenas um. O trabalho do estilista é desenhar a roupa, mas também pensar a gama de tecidos que podem ser usados e, se necessário, desenvolver novos materiais.

Esse tipo de pesquisa está avançando no Brasil em todas as fases da cadeia de produção: pequenas e grandes empresas, da fibra ao design da roupa, debruçam-se sobre invenções baratas, práticas e, muitas vezes, sustentáveis. O algodão ganhou coloração no pé, o que diminui o gasto de água com o tingimento do tecido. A lã virou orgânica e o couro, ecológico. O tricô ganhou aspecto de linho e a delicada e vaporosa laise ficou quentinha como uma lã, para o inverno. Alguns tecidos passam a durar por mais tempo, outros ganham novas aplicações. Em qualquer situação, quem ganha é o consumidor.
Arquivo
Em parceria com a Santista, a Ellus criou o leather jeans, uma espécie de jeans bem fininho que parece couro, mas não é

"O Brasil se destaca porque poucos países têm todos os elos da cadeia têxtil – da fibra ao design. Temos todo esse know how na mão", afirma Rafael Cervone Netto, diretor da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, sobre o fato de países desenvolvidos terceirizarem suas confecções em países mais pobres. Nesse ponto, o Brasil sai na frente. Pesquisadores do interior de São Paulo, por exemplo, estudam uma maneira de usar o bagaço da cana-de-açúcar, oriundo das usinas de álcool, para criar uma fibra. Além disso, o país começou a despontar como nome forte na produção de tecidos verdes.

Rony Meisler, um dos sócios da marca Reserva diz que o "investimento constante na pesquisa de novas matérias-primas é fundamental para a indústria de moda". Segundo ele, a pesquisa também abrange produtos mais responsáveis sócio-ambientalmente. A inovação da marca para a última SPFW foi criada a quatro mãos, ao lado da estilista Juliana Gevaerd: o tricot de viscolinho, cujo maior atributo é estético – tem o aspecto granulado comum ao papel reciclado e é usado em cardigans e agasalhos.

A onda "ecológica" já encobriu as araras da Osklen e da Ellus. A marca carioca de Oskar Metsavaht levou às passarelas os e-fabrics. São tecidos ecológicos criados em parceria com o Instituto-e, como a lã orgânica, o couro ecológico com sarja, o tricô de palha de seda, o shantung de seda e o tressê de palha de seda. A ideia da entidade é sensibilizar as pessoas para a causa ambiental, sem radicalismos, mas tentando transformar o discurso em ação. O instituto mapeia matérias-primas e produtos de origem sustentável, feitos por artesãos e indústrias conscientes.

A Ellus, em parceria com a Santana Textiles, criou o BEM (ou Bi Elastic Movement). Todos os tecidos do BEM possuem elastano no sentido da trama (horizontal) e no sentido do urdume (vertical). Segundo a marca, uma garantia de conforto ao movimento. Nessa temporada da SPFW, quem reinou absoluto na passarela da Ellus foi o leather denim, o jeans com aspecto de couro, superleve e de secagem rápida – usado para fazer casacos, calças (justérrimas) ou saias. Para criá-lo, nenhuma vaca foi agredida.

Sara Kawasaki, estilista da Huis Clos e dona de uma das coleções mais elogiadas da semana de moda paulistana, inovou com uma laise de lã. A laise de algodão é toda fresquinha, indicada para dias quentes. Para o inverno, no entanto, foi substituída. O novo tecido tem os famosos "furinhos" da laise de algodão, mas lembrando o peso de uma lã grossa. Segundo Sara, "não é toda empresa que se disponibiliza e tem matéria prima ou maquinário para fazer tecidos novos. Nós achamos essencial".

Mario Queiroz e Reinaldo Lourenço mostraram duas novidades na SPFW. Mario surgiu com o black jeans estampado (inspirado no jeans dos anos 80) e a malha para alfaiataria. Esta é um material próprio para um certo tipo de máquina que não é usada na costura de alfaiataria. A inovação aqui foi criar um tecido que pudesse ser manipulado nas mesmas máquinas que fazem ternos. "Não há novidades na moda sem novos tecidos", diz o estilista. "Cada vez mais as tecelagens e os designers trabalham juntos, dividindo informações, criações e técnicas", afirma. Reinaldo Lourenço investiu no jacquard, um tecido que lembra a tapeçaria e muito procurado por possibilitar estampas e texturas exclusivas (para vestidos, tops e casacos). O estilista também criou uma seda parecida com o lurex: metalizada, com brilho molhado e estrutura leve, para vestidos longos. Em sua pesquisa, Reinaldo e equipe frequentam brechós no Brasil e em Paris e feiras do setor e leem livros: tudo é referência para a busca de novas texturas.


Fonte:revistaepoca.globo.com

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Não congele sua calça jeans!


Quando você chegar em casa, depois de um longo dia de trabalho,estudo,lazer, pense duas vezes antes de colocar a calça jeans no freezer.

Não estranhe o conselho. Uma loja do Rio de Janeiro vem anunciando uma linha de jeans ecológicos que, além de fabricados com tecidos orgânicos, não precisam ser lavados: basta colocar no freezer para que ela fique livre das bactérias.


Segundo Jandira Barone, proprietária da marca Tristar, dá para usar as peças dos dois lados (direito e avesso), colocá-la no congelador e usar de novo. “Vi essa técnica sendo usada em Berlim, em uma feira. Fiz uma calça para mim e só preciso lavá-la quando cai alguma mancha, quando ela suja”, disse.

O ideal indicado pela marca são 24 horas no freezer, e a proprietária diz que é preciso colocar as peças em sacos plásticos, para não contaminar os alimentos no congelador.

Jandira explicou ainda que essa técnica pode ser aplicada a qualquer jeans. “Só aproveitamos que o tecido já era ecológico e fizemos essa peça que não precisa lavar sempre, mas qualquer outro jeans pode ser limpo dessa maneira”, diz.

Parece uma ideia sensacional (afinal, além de não agredir o meio ambiente durante a fabricação, a peça ainda economiza água por não precisar ser lavada sempre – e confesso que fiquei bem animada quando li em vários sites a notinha sobre as calças congeláveis, mas aí…

Bem, aí descobri um pequeno detalhe importante: bactérias não morrem congeladas assim tão facilmente. Quem esclareceu as dúvidas foi o Professor Titular em Microbiologia, Wanderley Dias da Silveira, da UNICAMP.

“Em temperatura normal de congelamento eu não posso dizer que todas as bactérias realmente são eliminadas”, disse ele, que tem doutorado em genética de microrganismos. “Existem algumas bactérias que sobrevivem ao congelamento dependendo do meio em que estão”.

Isso significa que não há uma maneira de dizer que as milhões de bactérias com as quais entramos em contato todos os dias realmente morreram no frio dos nossos freezers.

“O que dá para fazer seria pegar esse tecido específico do jeans, adicionar a ele as bactérias que se deseja testar, congelar e em seguida verificar através de cultura se todas as bactérias foram mortas “, explica o professor.

O docente contou ainda que, durante a lavagem normal, boa parte das bactérias é sim eliminada (e diversos fatores atuam nisso: os agentes antibactericidas do sabão, a pressão da água sobre o tecido).

Moral da história? A Tristar está de parabéns pela iniciativa de uma calça feita com jeans orgânico – mas só pelo jeans, e não pelo método sugerido de limpeza. Aliás, utilizar produtos sem pesticidas e agrotóxicos é tão bacana que nem seria preciso tentar vendê-los com a ideia do congelador.



Fonte:info.abril.com.br/noticias

Você fala uma coisa e as pessoas entendem outra


É possível que você já tenha observado inúmeros desentendimentos por problemas de comunicação. Um diz: não foi nada disso que eu disse. Você está ficando maluco? E o outro responde: maluco é você. Diz uma coisa e depois quer passar a borracha para apagar as asneiras que falou.

O curioso dessa história é que todos estão certos. Foi exatamente o que um falou e exatamente o que o outro ouviu. E a explicação é simples: a mensagem não é formada apenas pelo que é falado, nem somente pelo que é ouvido. A mensagem é o que resulta do encontro do que é falado e do que é ouvido. Por isso, tanta confusão.

Quando você fala, se vale de palavras e conceitos desenvolvidos com sua formação, experiência, preconceitos, medos. Quem ouve o que você diz, interpreta as palavras e conceitos a partir da formação e experiência dele. O encontro dessas duas experiências produz uma mensagem que pode ser distinta de acordo com o ponto de vista de cada um.

Mesmo tendo consciência desse processo da comunicação de vez em quando me surpreendo com o resultado de alguns textos que escrevo. Há pouco tempo fiz uma análise da comunicação do presidente Lula. Como sei que a política desperta sentimentos fortes nas pessoas tive o cuidado de fazer uma análise bem técnica. Deu confusão do mesmo jeito.

Recebi grande quantidade de e-mails me censurando porque elogiei o presidente Lula. E praticamente o mesmo número de mensagens indignadas porque falei mal dele. Quando as minhas palavras se encontraram com a história de vida, crenças e valores dos leitores produziram mensagens diferentes.

Parodiando Nelson Rodrigues, querer unanimidade na opinião dos leitores é desejar o aplauso da burrice. Quem se dispõe a escrever deve ter em mente que as pessoas são diferentes, pensam de maneira diversa, reagem de forma distinta umas das outras.

O processo da comunicação oral pode ir além da escrita dependendo do local, da época, de quem está presente, do que ocorreu antes, do tom de voz e da expressão corporal do orador. Pois temos de considerar que os objetos, ruídos, imagens, cheiros provocam lembranças e reações próprios de cada ambiente.

Ao expor suas ideias tenha sempre o cuidado de levar em conta a formação, a experiência e expectativas dos ouvintes. Avalie o impacto que suas palavras provocarão nessas pessoas e que tipo de mensagem irá prevalecer. É uma cautela que evitará equívocos e proporcionará bons resultados nas apresentações.


Fonte:economia.uol.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Os desfiles da Semana de Moda de Londres serão transmitidos ao vivo pela internet

Se você sempre quis ver de pertinho o que acontece nas passarelas internacionais, saiba que seu sonho pode estar prestes a se realizar – e o detalhe: a um clique. Os organizadores da Semana de Moda de Londres, que acontece entre os dias 19 e 24 de fevereiro, prometem transmitir ao vivo todos os desfiles da temporada no site oficial do evento.

Além do que ocorre na Somerset House, sede da semana de moda, os desfiles externos, em outros pontos da cidade, também serão exibidos em tempo real. A programação do evento ainda prevê a apresentação de coleções de grandes marcas por meio de filmes. A Twenty8Twelve, por exemplo (grife que a atriz Sienna Miller mantém com sua irmã), não vai desfilar, mas mostrará seu vídeo no domingo, dia 21.

Paralelamente, algumas marcas também terão suas transmissões de forma independente. A Burberry anunciou que vai exibir cenas de backstage e fará projeções de seu desfile em versão 3D em salas de Paris, Nova York, Los Angeles, Dubai e Tóquio. Outra marca que promete mostrar ao vivo seu desfile é a Marc Jacobs, direto de Nova York.

A programação é recheada, portanto prepare seu lugar na primeira fila!
Onde assistir

Semana de Moda de Londres: www.londonfashionweek.co.uk

Burberry: http://live.burberry.com (o desfile acontece no dia 23 de fevereiro, às 16h)

Marc Jacobs: www.marcjacobs.com/#/en-us/home (dia 15 de fevereiro, às 20h)

Fonte:revistacriativa.globo.com

Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans


Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU
Por Alister Doyle

OSLO (Reuters) - O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

"As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água", disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

"A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats", disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

"E isso gera potencial para conflitos," disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

"A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar", disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

250 MILHÕES DE PESSOAS

As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.

"Há muito mais exemplos de cooperação internacional bem sucedidos que de conflitos em torno de água", ponderou Nikhil Chandavarkar, do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU e secretário da ONU-Água.

"Estamos tentando aproveitar os exemplos bons de cooperação, como o Mekong e o Indo. Mesmo quando havia hostilidades entre os países em volta, os acordos funcionaram", disse ele à Reuters.

Adeel disse que a água merece um lugar mais central nos debates sobre segurança alimentar, paz, mudanças climáticas e recuperação da crise financeira. "A água é fundamental em cada uma dessas discussões, mas não costuma ser percebida como tal."

E os próprios esforços para combater o aquecimento global vão necessitar mais água, devido às exigências econômicas rivais - como para irrigação, biocombustíveis ou energia hidrelétrica.

Adeel chamou a atenção para os esforços para gerenciar o suprimento de água, contabilizando quanta água é embutida nos produtos, desde a carne bovina até o café.

Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans. Conscientizar as indústrias sobre o consumo de água pode ajudar a promover a conservação.

Ele disse que o mundo pode alcançar uma "meta do milênio" de reduzir pela metade até 2015 a parcela de pessoas que não têm acesso a água potável, mas que está fracassando em uma meta relacionada de melhorar o saneamento. Cerca de 2,8 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico.


Fonte:oglobo.globo.com/mundo

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fábricas têxteis que exploram mão de obra chinesa


Cidade italiana se rebela contra a imigração chinesa
Guy Dinmore, Financial Times

Quando a polícia, bombeiros e diferentes fiscais italianos bateram às portas da fábrica, desfechando a mais recente batida contra fábricas que exploram mão de obra chinesa em Prato, a maioria dos atordoados trabalhadores que ali viviam em cubículos úmidos e sem janelas ainda estava de pijama.

Em poucas horas, mais quatro fábricas de roupas na rua Lazzeretto tinham sido lacradas, e fileiras de máquinas de costura confiscadas. Dois imigrantes chineses ilegais foram arrastados para fora e os demais trabalhadores receberam ordens para sair.

Após anos em que toleraram e também se beneficiaram das ondas de imigrantes chineses que formaram a maior concentração de indústrias chinesas na Europa, o povo dessa antiquíssima cidade toscana decidiu dar um basta.

"A gota derradeira fez o vaso transbordar. A cidade não pode continuar assim", disse Riccardo Marini, presidente da associação empresarial de Prato. "Os chineses podem respeitar as leis na França e no Reino Unido, mas aqui não o fazem, pois isso lhes foi permitido pelo sistema político e empresarial. A coisa escapou de controle."

Tendo votado na esquerda durante 63 anos, Prato pendeu para a Liga Norte, partido de direita e xenófobo, nas últimas eleições municipais, em junho passado.

Roberto Cenni, o novo prefeito e também empresário têxtil e de artigos de vestuário, denuncia as condições "semiescravas" a que se submetem trabalhadores chineses, que recebem baixíssimos salários. Apoiada por Roberto Maroni, o ministro do Interior linha-dura pertencente à Liga Norte, a polícia lançou no mês passado uma ofensiva repressiva contra fábricas ilegais. Helicópteros sobrevoavam a área, para enfatizar a mensagem.

Com sua comunidade em estado de choque, jornais relataram que o cônsul-geral da China em Florença, cidade relativamente próxima, comparou as incursões com as ações da SS nazista.

Orgulhoso da sua história secular de produtos têxteis, mas com sua indústria em declínio, Prato se vê como uma vítima de desregulamentação da abertura das fronteiras e da globalização.

Marini lembra do primeiro grupo de 38 chineses que chegou em 1989 para trabalhar em fábricas têxteis. Agora eles são estimados em até 40 mil, muitos deles ilegais. Um terço dos 180 mil habitantes da cidade é estrangeiro, contra uma média nacional de 6%.

À medida que a indústria têxtil de Prato perdeu um grande número de empregos - incapaz de competir com tecidos mais baratos feitos na China - a comunidade chinesa em Prato usou suas habilidades adquiridas para cavar um nicho independente, produzindo "moda pronto" ou moda rápida.

Enquanto há alguns anos muitos chineses entravam na Itália ilegalmente, agora eles simplesmente chegam ao aeroporto de Frankfurt com vistos de turista para três meses, mas não vão embora. A maioria dos chineses em Prato vem de apenas uma cidade chinesa - a costeira Wenzhou, na província de Zhejiang -, um enclave com uma história de empreendedores dispostos a cruzar o mar.

Fora dos muros da cidade de Prato, a Rua Pistoiese tornou-se uma Chinatown Wenzhou, com restaurantes, casas noturnas (que proíbem o ingresso de não chineses) e supermercados abastecido com produtos da China.

Silvia Pieraccini, uma jornalista local e autora de "O Cerco Chinês", diz que a chave para o sucesso chinês é dupla. Velocidade é o primeiro fator. Uma fábrica na China precisa de dois meses para reproduzir a última moda de Milão e levar produtos mais baratos ao mercado europeu. Em Prato, a mesma coisa leva duas semanas e vem com o rótulo "Made in Italy".

Em segundo lugar, os chineses dominaram toda a cadeia produtiva. Eles importam tecidos chineses baratos, fazem seu tingimento e os estampam. Botões, zíperes e adereços são feitos localmente. Produtos acabados são vendidos a compradores de toda a Europa que visitam pontos de venda atacadistas.

Os preços de camisetas de algodão partem de € 1,70 euro (US$ 2,30). Em plena produção, as estimadas 3.500 fábricas chinesas em Prato podem produzir 1 milhão de artigos por dia. Os chineses se apoiam na experiência criativa italiana em design, marketing e contabilidade.

Mas a combinação de recessão e repressão está virando a maré contra as fábricas chinesas ilegais, que não pagam impostos, contribuições sindicais e taxas municipais. Mas o que vai acontecer em seguida não está claro.

O prefeito - cuja cadeia Sasch de lojas de artigos de vestuário produz e vende na China - quer que os fabricantes chineses em Prato usem os próprios tecidos de elevada qualidade da cidade, em vez de tecido importado, e até mesmo vendam para a China.

Não se sabe se os patrões chineses passarão a operar legalmente, ficando, assim, menos competitivos, ou migrarão sua produção para outros lugares.

Uma grande frustração para a polícia é que a repressão não pode deportar imigrantes ilegais que não têm documentos - porque a China se recusa a aceitá-los de volta. Apenas dois foram deportados no ano passado. "Estamos lidando com uma China sem fronteiras", diz Marini.

Na China, a repressão foi praticamente ignorada. A mídia estatal foi orientada a não investigar os eventos em Prato. Sun Yuxi, embaixador da China em Roma, salienta "a contribuição chinesa para a riqueza de Prato", insistindo que somente uma pequena minoria dos trabalhadores são imigrantes ilegais.

Sentada e desamparada, de pijama quando a polícia invadiu a fábrica exploradora de mão de obra, Lola, uma operária de 23 anos, disse que a recessão está tão forte que quase não havia trabalho desde outubro. Ela gostaria de voltar para casa, mas não pode fazê-lo de mãos vazias.

Fonte:valoronline

A difícil arte de ser você mesmo


“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre”.
Oscar Wilde

Você já se perguntou por que é tão difícil ser você mesmo?

Na realidade buscamos seres humanos iguais ou semelhantes a nós, pessoas com as mesmas opiniões, sentimentos, valores e crenças, por isso a diferença nos outros nos incomoda tanto, eles traem nossos princípios, logo julgamos que devem estar errados e lhes falta experiência ou conhecimento para evoluir até o nosso estado de grandeza.

Poucas pessoas possuem a coragem de realmente ser elas mesmas, a pressão contrária é muito grande e assim a maioria tenta se adequar ao comportamento social vigente e assim aos poucos se transforma naquilo que não é, afundando-se em falsas palavras, atitudes e sentimentos, causando aos outros uma sensação de sempre estarmos senhores da situação. Pura ilusão.

A cada dia distanciamo-nos um pouco mais de nós mesmos, e como numa neblina, um vazio frio e úmido passa a nos envolver. Nossos dias começam a se tornar tristes, nossas amizades vazias, pois nos enterramos em conceitos que não são nossos para parecer agradáveis aos outros, esquecendo de nossa verdadeira essência.

Numa de minhas viagens encontrei com um morador de rua que sempre estava no mesmo lugar, não pedia nada, apenas olhava para o horizonte, um dia parei, lhe dei um sanduíche e sentei para conversar. Ele me contou sua historia, família, trabalho, amigos, ouvi com atenção e finalmente lhe perguntei o que havia lhe acontecido para ele decidir viver assim, nunca esqueci a sua resposta:

“Eu me perdi de mim mesmo”.

Quantas pessoas estão hoje perdidas de si mesmas, vivendo valores, crenças, sentimentos e metas coletivas que não são suas, tentando alcançar um modelo de ser humano que a maioria das pessoas prega, mas não pratica.
Quantas pessoas magoam-se a si mesmos pelo temor gerado diariamente pela sociedade de que alguém possa rir de você, o medo de perder algo ou alguém, que percam o respeito por você, medo da rejeição ou mesmo para não magoar os outros.

Você já parou para pensar o quanto estes medos e ferramentas de manipulação limitam os seus talentos.

Segundo Ralph Waldo Emerson você deve insistir em si mesmo; nunca imite. Seu próprio talento você pode apresentar a cada momento com a força acumulada pelo cultivo de uma vida inteira; mas do talento adotado de outra pessoa você tem apenas uma extemporânea posse parcial. Faça o que foi designado para você, e nenhuma esperança ou ousadia poderão ser demais.

Lembre-se, ninguém é perfeito, você possui qualidades e defeitos como todos os demais seres humanos e por isso devemos aprender a conviver com eles e aceita-los. A beleza e a diferenciação humana estão justamente nestas imperfeições, “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro" diria Clarice Lispector.

Também esqueça a diplomacia, ser diplomático significa ser outra pessoa. Quer melhor sinônimo para hipocrisia do que, diplomacia? Seja simplesmente você mesmo! Não minta para si mesmo. Você não merece!

Não precisa temer uma punição. Porque temos que ser assombrados pelo medo do julgamento alheio?

Ser você mesmo é uma tarefa difícil e exaustiva. É uma tarefa diária, pois a todos os momentos sofremos influências profundas para, de alguma forma, reconstruir nossa personalidade seja da família, da escola, da Igreja, da empresa, do clube, dos amigos e dos inimigos.

Mesmo com este processo de reconstrução constante não somos aceitos pelo que somos. Somos aceitos pelo que os outros querem que sejamos. E então, mudamos. Vivemos mudando. Mudamos nosso jeito de falar, de se vestir, de ver o mundo, nossos gostos musicais, nosso modo de se divertir e de repente você acorda numa manhã qualquer e não se reconhece mais. È neste momento que você descobre que se perdeu de si mesmo.

Tenho consciência de que mudar é a nossa única certeza na vida, é inevitável desde que isso seja feita para o seu próprio desenvolvimento pessoal, não para agradar os outros ou construir personagens politicamente corretos.


Como diria Pablo Picasso “qualquer outro terá todos os meus defeitos, mas nenhuma das minhas virtudes.”


Assuma o seu “EU” verdadeiro, pare de representar papeis socialmente corretos, crie o seu próprio espaço, solte as rédeas do seu verdadeiro talento. Acredite em si mesmo, aceite seus defeitos e qualidades e siga em frente.


Fonte:administradores.com.br

Dia Nacional da Roupa de Baixo


No próximo dia 9 de fevereiro, a partir das 13h, será realizada a quarta edição do Dia Nacional da Roupa de Baixo. A ação é uma iniciativa do site de moda Finíssimo (www.finissimo.com.br) e neste ano tem o shopping Conjunto Nacional de Brasília como co-realizador. A manifestação fashion acontece na capital federal desde 2007 e sempre causa muito alvoroço, curiosidade e admiração em todos que a veem, principalmente de perto.

A grande novidade em 2010 será uma homenagem aos 50 anos de Brasília: o evento será aberto com a exposição ‘O Íntimo Revelado’, do fotógrafo João P. Teles, que traz um ensaio de lingerie feito em preto e branco, e seguirá com o tradicional desfile a céu aberto. Desta vez, 50 modelos usando apenas cueca, sutiã e calcinha farão o trajeto do Conjunto Nacional até a rodoviária. A produção é assinada pelo stylist Marcus Barozzi.

O Dia Nacional da Roupa de Baixo é Inspirado no National Underwear Day, iniciado em agosto de 2003 em Nova York, e tem como objetivo chamar atenção para a moda do dia a dia valorizando a roupa íntima, que ocupa cada vez mais espaço no guarda-roupa e nas exportações do brasileiro. “O Brasil exporta mais de 20 milhões de peças de roupa de baixo por ano. Isso é representativo na balança comercial do país. Mas, as peças exportadas são relativamente simples. Ao conversarmos com especialistas na área, todos acreditam que se o país investir na confecção de roupas de baixo, os rendimentos podem muito maiores. Por isso a roupa de baixo merece uma atenção especial dos brasileiros”, diz Thiago Malva, diretor executivo do site Finíssimo.

O mercado interno é também um grande impulsionador do segmento. Segundo dados do Instituto de Estudos de Marketing Industrial, a produção nacional de cuecas saltou de 122,3 milhões de unidades para 141,9 milhões em cinco anos. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) o Brasil produz uma média de 800 milhões de peças por ano e possui cerca de 6 mil empresas que geram mais de 36 mil empregos diretos. Em 2009, os números superaram a média. O país produziu 960 milhões de peças de moda íntima e faturou R$ 5 bilhões. Em 2008 foram 835 milhões de peças com faturamento de 4,5 bilhões. O crescimento no período é de 10%.

“A ação ressalta o crescimento de Brasília no cenário fashion ao dar visibilidade a modelos, cabeleireiros, maquiadores e produtores de moda de mostrar o seu trabalho para milhões de pessoas por meio da cobertura jornalística que repercute nos quatro cantos mundo, como China, EUA e Emirados Árabes”, explica Thales Sabino, editor-chefe do site Finíssimo.

Neste ano participam do desfile em comemoração ao Dia Nacional da Roupa de Baixo as marcas Jogê, Scala, Levi’s, Taco, Puket, C&A, Riachuelo, Any Any, Colcci, Hering, Marisa, Hope, Polishop, Lupo, Atol das Rocas, Nicoboco e Toulon. Para João Marcos Mesquita, gerente de Marketing do Conjunto Nacional, o objetivo é apresentar ao consumidor os produtos das marcas do shopping que tem investido em qualidade, conforto, beleza e moda. “A ação é importante para lançamento de tendências do segmento e prevemos um crescimento de 15% nas venda. Teremos a participação de 14 marcas do nosso mix de lojas desfilando no evento. Sem dúvida será muito impactante para o shopping”, avalia ele.

Em 2009, o Dia Nacional da Roupa de Baixo foi presenciado por mais de 5 mil pessoas que se acotovelaram para ver o curioso desfile de beldades. “Quem viu o manifesto ao vivo ficou curioso para saber o que acontecia e admirado pela beleza dos modelos. Quem acompanhou pela mídia queria ter visto ao vivo também”, conta Ricardo Lucas diretor de marketing do site Finíssimo.


O ÍNTIMO REVELADO

A abertura do Dia Nacional da Roupa de Baixo (09.02) será às 13h com a exposição ‘O íntimo revelado’, que expecionalmente no dia da abertura estará na praça diante do shopping Conjunto Nacional. A mostra do fotógrafo João P. Teles apresenta modelos vestidos apenas em trajes íntimos fazendo poses e inseridos em imagens que fazem alusão aos 50 anos de Brasília. “Em preto, branco e cinza o fotógrafo trabalha com sombras, curvas e ângulos retos que nos remetem aos traços da capital federal”, diz Maria Thereza Laudares, curadora da mostra.

A exposição brinca com os sentidos e lida com mistério e sedução presentes, ao mesmo tempo, no céu e na arquitetura da cidade. Os modelos selecionados, segundo a curadora, representam a miscigenação, marca registrada dos habitantes de Brasília. Depois da abertura, as fotos ficam expostas nos corredores do shopping até o dia 28 de fevereiro.


Fonte:cerradomix.maiscomunidade.com

Paraná Business Collection impulsiona IndústrIa da moda no Paraná

Setor que emprega mais de 90 mil pessoas quer criar e reforçar marcas do Estado. Evento acontece de 22 a 26 de fevereiro, em Curitiba

A moda produzida no Paraná será o foco da quarta edição do Paraná Business Collection (PBC), que acontece de 22 a 26 de fevereiro no Cietep, em Curitiba. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), através do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário, e Sebrae-PR, o evento reunirá desfiles, showroom de negócios e uma programação paralela que inclui o 7º Prêmio João Turin, o Ciclo de Atualização em Moda, além de exposições, palestras, debates e uma oficina de moda.

“O setor está em crescente expansão, mas queremos tornar o Estado uma referência em moda. Queremos mostrar que o Paraná não produz somente roupas, mas sim moda. Somos um grande produtor de marcas, com produtos de altíssima qualidade”, diz Marcos Tadeu Koslovski, coordenador do Conselho e presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário do Paraná (Sivepar).

Dados do Departamento Econômico da Fiep mostram a dimensão da indústria têxtil e do vestuário no Estado. O polo de confecção do Paraná está entre os cinco maiores do Brasil, representando 7,7% do total de indústrias do setor do país. As 5.588 indústrias, a maioria micro e pequenas empresas, empregam mais de 90 mil trabalhadores, o que representa 6,74% de todos os empregados do setor no País. No Paraná, o setor é o segundo que mais emprega entre toda a indústria do Estado.

Um dos destaques da indústria paranaense é a descentralização da produção. Existem indústrias em todas as regiões do Estado, com destaque para a região Norte, que concentra mais de 2.300 empresas, representando 42% do total de indústrias do setor no Paraná. Também possuem alta concentração de empresas as regiões Noroeste (19,1%) e Metropolitana de Curitiba (15,17%).

Agregar valor para vencer a concorrência

O vestuário, assim como todos os setores da economia, foi afetado pela crise financeira mundial. “2009 foi um ano atípico para a economia. Não podemos negar que fomos atingidos, mas estamos nos recuperando gradativamente”, afirma Koslovski. Ele destaca que para se reerguer e também para vencer a forte concorrência dos produtos chineses, a indústria do Paraná investe em inovação para agregar valor aos produtos locais, fortalecendo marcas já existentes e dando subsídio para a criação de novas grifes.

“O Paraná tem um potencial gigantesco no cenário regional, nacional e internacional da moda. Além da inovação e preocupação com a qualidade, o que diferencia os empresários paranaenses é a união entre os nove sindicatos do setor para o fortalecimento da indústria”, ressalta.

Os sindicatos representam todas as regiões do Estado: Sivepar, Sindivest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Curitiba), Sinvespar (Sindicato do Vestuário do Sudoeste do Paraná), Sinveste (Sindicato do Vestuário de Cianorte), Sivale (Sindicato do Vestuário de Apucarana), Sindvest (Sindicato do Vestuário de Maringá), Sinditêxtil (Sindicato de Fiação e Tecelagem), Sindicouro (Sindicato de Artefatos de Couro) e Sindwest (Sindicato do Vestuário do Oeste do Paraná).

Marcos Koslovski acredita que o PBC contribui para o aumento da visibilidade da produção paranaense. “O showroom de negócios atrai compradores de vários estados. Em 2009, tivemos a participação de 25 marcas paranaenses, que movimentaram mais de R$ 5 milhões em negócios fechados e prospectados”, diz, ressaltando que para 2010 já estão confirmados 48 expositores. “Se seguirmos a tendência de crescimento, em relação aos anos anteriores, vamos ultrapassar R$ 10 milhões em negócios”, destaca Koslovski.

PBC 2010

O Paraná Business Collection acontece de 22 a 26 de fevereiro, em Curitiba. Esta será a primeira vez que o evento será focado na coleção de inverno. Treze marcas e estilistas paranaenses lançam suas coleções na passarela do PBC: Jefferson Kulig, Lafort Collection, Fábio Bartz, Lucia Figueredo, Sinistra, Picnicdelefante, Basic, Raffer, Chita Brasil, Joyful, Basic e Silmar Alves. A programação completa dos desfiles pode ser conferida no site http://www.paranabusinesscollection.com.br



Fonte:hnews.com.br

Liminar livra 500 empresas do novo SAT


As cerca de 500 companhias associadas ao Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem) estão livres da nova metodologia adotada para o cálculo da contribuição ao Seguro Acidente do Trabalho (SAT). Uma liminar da juíza Taís Vargas Ferracini de Campos Gurgel, da 4ª Vara Federal de São Paulo, afastou a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção ( FAP ), instituído pelo Decreto nº 6.957, de 2009, que aumentaria a alíquota do tributo. A decisão livrou as empresas - que pagavam 2% sobre a folha de salários - de um aumento médio de um ponto percentual.

A juíza entendeu que "o método de usar cálculos baseados em projeções de expectativa de vida nos casos de pensão por morte e aposentadoria por invalidez é absolutamente desproporcional." O FAP foi adotado para aumentar ou reduzir as alíquotas da contribuição, com base nos índices de cada empresa. Ele varia de 0,5 a dois pontos percentuais, o que significa que a alíquota de contribuição pode ser reduzida à metade ou dobrar, chegando a 6% sobre a folha de salários. Desde que entrou em vigor, em janeiro, o novo decreto passou a considerar, por exemplo, acidente de percurso como acidente de trabalho. Apesar disso, o Ministério da Previdência afirma que o novo FAP vai beneficiar a maioria das empresas.

A liminar do Sindeprestem poderá ser ainda mais abrangente e alcançar mais três mil empresas. No processo, o sindicato pediu a aplicação do benefício para todas as empresas filiadas. Na decisão, a juíza lembrou-se apenas de citar a palavra associadas, o que só incluiria aquelas que pagam mensalidade para ter acesso aos serviços da entidade. Com a mudança, entrariam também as empresas que apenas recolhem a contribuição sindical e que não têm direito aos serviços oferecidos. "Já apresentamos recurso e acreditamos que, esta semana, teremos um resultado positivo", diz o advogado que representa a entidade, Ricardo Godoy.

Mais de 90% das filiadas ao Sindeprestem tiveram aumento com o novo FAP. "Não teve uma associada que passará a pagar menos", reclama o presidente do Sindeprestem, Vander Morales. Para o empresário, em um momento de retomada da economia um aumento de carga tributária "e ainda por decreto" desestimula a formalidade.

Várias entidades de classe têm recorrido ao Judiciário contra a aplicação do novo FAP. Entre elas, o Sindicato da Indústria Têxtil de São Paulo (Sinditêxtil-SP), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp), o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo (Sescon-SP) e a Federação das Empresas de Serviços de São Paulo (Fesesp). Mais de 16 empresas já obtiveram liminares na Justiça.


Fonte:valoronline

As cerca de 500 companhias associadas ao Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem) estão livres da nova metodologia adotada para o cálculo da contribuição ao Seguro Acidente do Trabalho (SAT). Uma liminar da juíza Taís Vargas Ferracini de Campos Gurgel, da 4ª Vara Federal de São Paulo, afastou a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção ( FAP ), instituído pelo Decreto nº 6.957, de 2009, que aumentaria a alíquota do tributo. A decisão livrou as empresas - que pagavam 2% sobre a folha de salários - de um aumento médio de um ponto percentual.

A juíza entendeu que "o método de usar cálculos baseados em projeções de expectativa de vida nos casos de pensão por morte e aposentadoria por invalidez é absolutamente desproporcional." O FAP foi adotado para aumentar ou reduzir as alíquotas da contribuição, com base nos índices de cada empresa. Ele varia de 0,5 a dois pontos percentuais, o que significa que a alíquota de contribuição pode ser reduzida à metade ou dobrar, chegando a 6% sobre a folha de salários. Desde que entrou em vigor, em janeiro, o novo decreto passou a considerar, por exemplo, acidente de percurso como acidente de trabalho. Apesar disso, o Ministério da Previdência afirma que o novo FAP vai beneficiar a maioria das empresas.

A liminar do Sindeprestem poderá ser ainda mais abrangente e alcançar mais três mil empresas. No processo, o sindicato pediu a aplicação do benefício para todas as empresas filiadas. Na decisão, a juíza lembrou-se apenas de citar a palavra associadas, o que só incluiria aquelas que pagam mensalidade para ter acesso aos serviços da entidade. Com a mudança, entrariam também as empresas que apenas recolhem a contribuição sindical e que não têm direito aos serviços oferecidos. "Já apresentamos recurso e acreditamos que, esta semana, teremos um resultado positivo", diz o advogado que representa a entidade, Ricardo Godoy.

Mais de 90% das filiadas ao Sindeprestem tiveram aumento com o novo FAP. "Não teve uma associada que passará a pagar menos", reclama o presidente do Sindeprestem, Vander Morales. Para o empresário, em um momento de retomada da economia um aumento de carga tributária "e ainda por decreto" desestimula a formalidade.

Várias entidades de classe têm recorrido ao Judiciário contra a aplicação do novo FAP. Entre elas, o Sindicato da Indústria Têxtil de São Paulo (Sinditêxtil-SP), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp), o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo (Sescon-SP) e a Federação das Empresas de Serviços de São Paulo (Fesesp). Mais de 16 empresas já obtiveram liminares na Justiça.



Fonte:valoronline

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lambança


Tem gente que pede o silêncio, tem gente que pede a omissão, tem gente que põe a mordaça, e tem gente que por ser assim ou por ter nascido assim, vive a farra do antagonismo. Tem gente que manipula os sonhos e a arte, praticando o amor pelo esporte, o amor ao próximo e tantas outras virtudes. Tem gente que não rouba no jogo, mas olha a carta do adversário (isso não é a mesma coisa?)



Mas tem gente que pede “novidades”, ao invés de “obviedades” ou “fofocas de crianças”.

Tem gente que pede o inédito.

E tem gente que canta: “Brasil mostra a tua cara”.

E o mais grave, tem gente que sabe “escrever corretamente” e não enxerga um palmo na frente do próprio nariz ou, por exemplo, o sentido mais amplo dessa belíssima frase de Cazuza que citei e que sugere: “mostre a tua foto, a tua identidade”



Tem gente que pede educação e bons modos, ao invés de redundâncias; Leite branco, pedra dura, subir pra cima, descer pra baixo. Importantíssimo frisar que é muito mais grave, você escancarar esse tipo de redundância nos comportamentos e atitudes, como muitos fazem escrevendo “corretamente”. Alguns o fazem e com estilo, mas que eu saiba, seus erros são mostrados de forma respeitosa, como por exemplo:

“Vi com meus próprios olhos. "E rir meu riso e derramar meu pranto / Ao seu pesar ou seu contentamento." (Vinicius de Moraes)” Quem ousaria? (rss)





Muita gente não cometeria esse tipo de erro crasso, (acho que nem eu, com minhas distrações imperdoáveis, exceto claro, as que citaram de Vinicius). Portanto, existem várias ramificações ou derivações do termo redundância, que eu diria, são muito mais comportamentais do que erros de grafia. Como por exemplo: Velho (a), barrigudo (a) e baixinho (a), casado (a) mais de uma vez, etc e citando isso de forma pejorativa. Ora, é preferível tolerar um erro de grafia onde esteja embutida sempre a verdade, a alegria de viver, a vontade de expressar idéias e conviver em harmonia, do que agredir as pessoas com preconceitos tolos e redundância embutida (samba de uma nota só).



Respeitemos nossos próprios pais, nossa grande família, nossos amigos do peito, que envelhecem, ficam barrigudos, abandonam suas “Amélias”, bebem, fumam, e até mesmo “aquelas” que deixam de ser “Amélias” para uma doce vingança, porque não? Por isso lá atrás citei Cazuza. Tinha suas “opções” com as quais pessoalmente não concordo, mas tinha também muita classe e jamais desfilaria no bloco das pavonices na Avenida Paulista e com frases de efeito, tipo “tudo a ver” ampliada pela verborragia e/ou logorreia do BBB.



Tudo bem: concordo, e confesso que me espelho muito na coragem de um ótimo Jornalista que temos por aqui, o Batista Custódio (DM) e que devo dizer não foi a principal referencia inspiradora para esse texto e quisera eu poder ter a inocência inspiradora que ele tem no campo dos sonhos e da esperança de vida pós-morte.



Talvez eu fosse muito mais feliz do que sou se é que sou, como céptico. Mas ele tem se mostrado assim, abraçado a causa Kardecista, se arvora em dizer que conversa e lê regularmente “mensagens” de um filho que morreu precocemente. Eu compartilho de sua dor e tenho a sorte de não ter vivido essa experiência, mas não acho que seres humanos mesmo muito sofridos, ou mesmo com muito estoque de ressentimentos, devam ficar a vida inteira “batendo numa tecla só” (aliás, o mau do século praticado pelos jovens gladiadores do Msn) e tentando dar vida aos mortos.



Rosalina Mucci, nossa querida mestra de datilografia (na minha terra natal), um dos anjos da minha vida quando eu ainda tinha meus 10 anos já mostrava isso. Em outras palavras, ou seja, ensinando a perseverar no teclado, ela preconizava “ir além”, aprender a arte de aglutinar, “juntar peças” (asdfg-hjklc) para a indelével arte de comunicar. Ela ensinou-nos, os primeiros passos para o “beaba” da arte de resolver “palavras cruzadas”. Em outras palavras: A guerra do conhecimento. Ela deixou bem claro que a arte da “pesquisa” é apenas um insignificante complemento da arte de criar (frase minha).



Portanto, eu repito: Saber escrever corretamente é muito importante e estético, mas muito mais valor tem aquele que sabe o real significado de cada uma dessas palavras e saiba que muitas delas e tampouco as atitudes que elas sugerem, “são para serem levadas à sério” no que tange ao seu real significado. E por tabela, aqueles que são seus indignos portadores, se anulam.



Assim, e posto assim, alguns amigos de Batista Custódio aqui em Goiânia, por exemplo, reclamam de sua clausura, mas, devem entender que escrever é uma arte, quase uma magia.

As palavras começam a brotar no nosso pensamento e transportá-las para o papel, ou para a ponta dos dedos no teclado silencioso, novo instrumento da psicografia dos sonhos, e é tarefa difícil, que requer um estado de espírito, um momento que irá de encontro a uma chuva de sentimentos. Você pode saber ler e escrever, pode ser um acadêmico, pode saber fazer a caneta deslizar pelo papel, como se estivesse acariciando um corpo de mulher, mas tem que ter aquele momento só seu.



Se esse momento não existir, nada surgirá e a mágica do inédito não acontecerá. Todos nós temos direito a ficar num quarto escuro sem olhar pra nada, ou então bem sozinho em frente a um espelho tentando buscar coisas novas ou buscar o nada. É um estado natural, muito mais até do que “direito”.



Tem gente que é samba de uma nota só mesmo, e vai morrer assim. Não muda, não evolui, não sabe a arte de ser feliz, de fazer amigos ou de compartilhar sonhos e idéias.



Pra esse tipo de gente aí vai uma receita para ser feliz. Se for de Ponte Nova, dê um passeio de vez em quando em Viçosa, reze três Pais nosso e umas duzentas Ave-Marias ou então faça alguma promessa, como por exemplo, conhecer Sta. Cruz do Escalvado e conhecer o fórum onde se tira certidões negativas, etc, aprimorar conhecimentos jurídicos. Ou então como antigamente, vista um terno xadrez e vá pagar uma promessa em Aparecida e tire uma foto com toda família em frente à Catedral.



Qualquer um de nós faz inimigos deliberadamente; eles se ofereceram e surgem pelos caminhos da vida. Eles cruzam nossos caminhos em busca de uma sombra (para eles). Nas encruzilhadas, eles surpreendentemente estão em todas as estradas que nós escolhemos. E todos eles estão presentes de uma forma ou de outra, nas entrelinhas desse texto que acabamos de ler. Cabe a cada um de nós sabermos onde estamos exatamente inseridos aqui. Mas cabe a cada um de nós principalmente sabermos quais são aquelas pessoas que cruzam o nosso caminho, na base da “roleta russa”, simplesmente pelo prazer de ver o sangue correr na beira dos nossos caminhos ou aqueles que surgem como lobos vestidos em pele de cordeiro..



Por isso, plagiando aquele velho refrão do DETRAN: Todos nós temos que saber dirigir - “Mas não faça do saber, uma arma”. E todos nós temos que ter Amigos, mas que não façamos de cada Amigo, um escudo para as nossas vaidades

Sindicatos ameaçam realizar protestos na Copa por ROUPA do mascote


JOHANESBURGO - Sindicatos da África do Sul têm ameaçado atrapalhar a Copa do Mundo por causa de uma acusação, que vem sendo investigada pela Fifa, de que o mascote do campeonato estaria sendo produzido em uma fábrica chinesa que explora seus funcionários.

A Global Brand Group (GBG), a empresa que gerencia as marcas para a Fifa, disse num comunicado ter tomado conhecimento de uma reportagem da mídia britânica sobre a fábrica chinesa que produz uma roupa do Zakumi, o leopardo de cabelo verde que é o mascote da Copa.

"A GBG tomou as medidas apropriadas para contratar a Intertek, a maior organização do mundo para certificação, inspeção e testes independentes, a fim de conduzir uma inspeção imediata e uma auditoria de adequação social e ética", disse o comunicado.

O documento afirmou que nenhuma questão havia sido levantada com relação à companhia anteriormente, mas acrescentou que o fabricante não produz nenhum dos outros brinquedos, produtos ou mercadorias do Zakumi.

A fabricação do mascote e de outros brinquedos relacionados na China e as acusações de exploração desagradaram os sindicatos da África do Sul, onde o desemprego oficial fica perto dos 25 por cento.

O jornal britânico News of the World divulgou em janeiro que a fábrica pagava aos seus funcionários salários "lamentáveis" e os forçava a trabalhar em péssimas condições.

A federação do trabalho Cosatu, poderoso aliado do Congresso Nacional Africano, exigiu uma investigação e ameaçou atrapalhar a copa.

"A Cosatu tem exigido de forma consistente que toda a parafernália da Copa do Mundo seja fabricada na África do Sul de forma que possamos criar empregos e herdar um legado do torneio que melhorará, de forma permanente, a vida dos trabalhadores sul-africanos", disse a federação em comunicado.

"Os consumidores sul-africanos, achando que estão fazendo um gesto patriótico comprando o mascote caro, não estão cientes de onde ele vem e como é produzido."

Um ramo regional da federação afirmou que pediria o boicote das vendas do mascote e protestaria em todos os eventos da Fifa ou da Copa do Mundo na Cidade do Cabo -- que sediará oito partidas, incluindo uma semifinal, e sofreu aumento no desemprego no setor têxtil -- "até que a Fifa se comporte de forma ética."

A GBG afirmou que a Fifa procurou os melhores fabricantes e distribuidores para todos os produtos da Copa.

"Sempre que possível, a primeira escolha de produção é a África do Sul, porém, nos casos onde isso é impossível, parceiros fabricantes internacionais são considerados," afirmou.

Fonte:estadao.com.br

Governo recebe plano de ampliação de fábrica da Santana Têxtil em MT


O setor industrial de Mato Grosso contará com novos investimentos da Santana Têxtil do Brasil, em Rondonópolis (212Km ao Sul de Cuiabá) neste ano. O plano de investimento da empresa foi apresentado ao governador Blairo Maggi, nessa sexta-feira (05.02), pelo diretor do grupo, Marcos José dos Santos.

A Santana Têxtil irá ampliar o parque fabril no município, com a estimativa de, nos próximos dois anos, investir R$ 176 milhões e ter um incremento de 27 milhões de quilos de fio por ano. Santos lembrou que na primeira fase, da implantação da fábrica em 2006, foram investidos R$ 250 milhões e a produção média anual é de 20 milhões de quilos de fio.

“Teremos aqui, no Estado de Mato Grosso, a fábrica mais moderna e avançada do mundo, com tecnologia suíça e alemã. A produção também será diversificada e, assim, atenderemos mais a área de malharia”, adiantou o diretor do grupo. Hoje, a Santana Têxtil oferece 600 empregos direto. Segundo Santos, a previsão é aumentar para mil nos próximos anos.

Ainda conforme ele, este ano a fábrica faturou R$ 300 milhões. Com esses novos investimentos, até 2011, a empresa em plena capacidade atingirá uma receita anual de R$ 500 milhões, além dos impostos que pode gerar. O grupo deve continuar ainda a consumir o algodão de Mato Grosso, da própria região de Rondonópolis que é considerada a maior produtora do caroço. O apoio do Governo na preparação de mão-de-obra para atender a demanda que deve surgir com esta ampliação foi pedido por Santo ao chefe do Estado.

A fábrica da Santana Têxtil está no Estado há cerca de três anos. Desde 2007, ela consome mais de 12 mil toneladas de algodão/ano produzidos em Mato Grosso. A produção da unidade atende a demanda da região Centro Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.

Acompanhou a audiência ainda, o secretário de Planejamento e Coordenação Geral, Arnaldo Alves, e diretores do Banco do Brasil.

Fonte:odocumento.com.br

Quer ser um líder e alavancar a carreira profissional? Veja dicas de especialista


Ser reconhecido no que faz, ter uma boa situação financeira, assumir um cargo de destaque na empresa, liderar uma equipe. Esses são os desejos de muitos trabalhadores que pensar em prosperar na carreira e expandir suas perspectivas para o futuro.

Só que, com um mercado profissional cada vez mais competitivo e globalizado, alcançar os altos cargos e ter excelentes remunerações, no mundo corporativo, tornou-se um processo ainda mais acirrado.

O Master Coach José Roberto Marques, presidente do IBC Coaching (Instituto Brasleiro de Coaching) explica que os obstáculos do dia-a-dia acabam interferindo na meta inicial. “Uma palavra desmotivadora no trabalho, um problema na família, tudo acaba sendo motivo para a pessoa desviar do foco. A diferença entre uma pessoa bem sucedida e realizada e outra que não consegue o seu lugar ‘ao sol’, é a falta de comprometimento com os seus sonhos, ou seja, suas metas e objetivos”, afirma.
De acordo com o especialista em gestão comportamental e organizacional, Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil, os profissionais que desejam prosperar em suas carreiras devem se ater a duas palavras: foco e determinação. “Em um primeiro momento é preciso que a pessoa analise quais são seus reais objetivos e onde deseja chegar. O foco serve para criar o plano, depois disso é hora de contar com a insistência e a perseverança para chegar lá”, afirma o consultor Rodriguez.

Outro fator de bastante relevância para alcançar os objetivos na carreira e ter a postura de um bom líder, é investir na capacitação profissional. As empresas sempre buscam para o seu quadro de funcionários, profissionais com perfis que agreguem valor a organização e que se encaixem melhor com sua dinâmica de trabalho.

O especialista Edson Rodriguez afirma que cursos, especializações, e outras formas de ‘reciclar’ o conhecimento são ferramentas bem vindas para todos os trabalhadores. “Profissionais capazes de realizar coisas e de entregar resultados mensuráveis são cada vez mais valorizados. É preciso investir em seus diferenciais, capacitar-se e ter em mente que o aprendizado é algo que acompanha toda a vida”.

O consultor Edson Rodriguez aponta dez dicas para ajudar no processo de crescimento na carreira e para formação de bons líderes. Veja:

1 – É preciso se auto-avaliar objetivamente. Quais seus pontos fortes e fracos? Como eles impactam em sua carreira?;

2 – Reflita como foi sua evolução profissional e social nos últimos três anos? O que aumentou, melhorou, modificou-se de modo positivo para você?

3 - Sua empresa/negócio tem um plano para 2010? Qual é esse plano? Como você se encaixa nele?;

4 - Desenvolva projetos relacionados com as diretrizes da sua empresa. Pratique a iniciativa;

5 - Estimule o aprendizado nas novas ferramentas tecnológicas e busque a captação profissional, atualize-se;

6 - Crie/participe de grupos de discussão de interesse para organização, mas com algum complemento social também. Busque socialmente a companhia de seus pares e seus superiores;

7 - Na medida do possível, participe socialmente, aceite os convites de seus subordinados, é uma excelente prática de liderança;

8 - Partilhe conhecimento, seja visto como recurso;

9 - Delegue, arrisque-se mais, procure seguir sua intuição;

10 - Olhe para cima e veja o que você pode fazer para ajudar seu chefe a ser promovido. Busque as responsabilidades mais altas e faça a mesma coisa para baixo, estimule e compartilhe as suas responsabilidades também. Forme um substituto para que você também possa ser promovido.

Tenha em mente que o responsável pela sua carreira e sucesso é você, e para alcançar seus objetivos profissionais é preciso planejar, se preparar e acreditar na sua capacidade e no seu talento.

Fonte:administradores.com.br