sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

É hora de se livrar da camsa de força de fazer moda brasileira


Já está claro que as tendências para o inverno 2010 são ombros estruturados, legging, camisão e jaqueta militar. Em breve, peças assim estarão nas vitrines das marcas que desfilaram na SPFW e das lojas do Bom Retiro.

Falta saber como o brasileiro pode firmar seu papel de criador de tendências - em vez de absorver modas que vêm de fora, recriá-las e devolvê-las ao mercado.

"Parece assunto velho, não? Mas é atualíssimo. O Brasil está em foco, porém, continua sendo visto pelo viés do futebol, do colorido, da música", diz Simon Collins, reitor da Parsons, uma das mais conceituadas escolas de design do mundo. (Velha conhecida de quem acompanha o reality show Project Runway, transmitido no Brasil pela GNT, é lá que os candidatos a estilista fazem suas criações.)

Collins veio de Nova York para a palestra do WGSN na manhã de ontem. Maior portal de tendências do mundo, o encontro do WGSN com "o povo do mercado" já entrou para o calendário da moda brasileira. Ontem, o reitor falou ao Estado sobre este velho tema que, ao mesmo tempo, é tão atual.

Entrevista - Simon Collins: reitor da Parsons, conceituada escola de design de NY, fala sobre como fugir dos estereótipos.
Especialista diz que os estilistas devem tirar proveito de características locais sem cair nos clichês de futebol, praia e música

Se formação é a melhor saída, como educar o criador brasileiro para um mercado, de fato, global?

Claro que há marcas que já fincaram seu pé no mercado global, mas o brasileiro ainda precisa aprender a tirar proveito de sua imagem sem cair nos velhos estereótipos. Acho que o Brasil está caminhando. E, sinceramente, eu me pergunto o tempo todo se o mundo ainda precisa de mais marcas globais. De repente, o local é o que vai vender melhor.

Então, a moda brasileira é provinciana e pode tirar proveito disso?

Sim e não. Eu não diria provinciana num sentido negativo. A cultura local pode ser universal. E isso pode ser um trunfo. Hoje, mais do que vender em volume, é preciso conhecer para quem se está vendendo. Ao lançar uma tendência como a bermuda ciclista, há que pensar: quem vai vestir isso?

Além o futebol, da música e do verão, qual é a cara do Brasil?

Está também na hora de se livrar da camisa de força de "fazer moda brasileira". Moda é moda. É inegável que, ao pensar no Brasil, venha à mente a imagem do Rio de Janeiro, a imagem das pessoas bonitas na praia. Mas estereótipos estão por toda parte. Por que a Burberry faz tanto sucesso em "moda chuva"? Porque chove mesmo, e muito, na Inglaterra. Por mais que haja metrópoles como São Paulo, o verde é, de fato, presente na vida do brasileiro. Esta relação tão próxima com a natureza é algo em voga hoje. E o Brasil tem tudo para tirar o máximo disso em proveito próprio.

Fonte:estadao.com.br/estadaodehoje

Já providenciou seu junper?Veja nosso dicionário de inverno.


Epaulettes, hoodie, hot pants não fazem parte de nenhum dicionário de português, mas vão e voltam nos de moda, dependendo da estação e das tendências. Para este inverno, algumas aparecem com frequência nas passarelas. Confira algumas e veja se se encaixam ao seu estilo.

Ankle boot - Estão em todas as passarelas. São as botas curtas, quase pelo ossinho do tornozelo, que neste inverno surgem de saltos altíssimos e plataformas na frente. Vêm totalmente fechadas, ou com tachas, redes, meio abertas. A maioria é preta, mas aparecem também em outros tons, como o nude.

Boyfriend - Essa é fácil, porque está há algumas temporadas: casacos e calças femininos, mas com apelo masculino e meio largão, como se tivessem sido emprestados do namorado.

Epaulettes - Adornos e insígnias que aparecem nas fardas militares, tendência muito forte para o inverno. Estão nos ombros, nos punhos, nas lapelas e bolsos.

Hoodie - Termo vem da palavra hood, em inglês: capuz. São jaquetas com capuz enorme, colocado de forma a esconder o rosto: visual bem hip hop, mas por aqui alguns modelos ganham certa sofisticação.

Hot Pants - Nos desfiles, têm aparecido aqui e ali. Trata-se de calcinhas curtas, mas altas até a cintura. É mais para passarela ou para quem adora fazer tipo, como Lady Gaga.

Jacquards - Em 1801, Joseph Marie Jacquard inventou uma máquina de tecer que deixava os tecidos, do lado direito, com tramas bem definidas e do avesso, os fios entrelaçados. Hoje a técnica evoluiu, mas o efeito na passarela, com um certo relevo nos tecidos, tem sido muito usado, assim como nos tricôs.

Jeans raw - Cru, em inglês, na moda designa jeans ecologicamente menos poluente, porque passa por menos lavagens. Seu processo de confecção começa a partir da escolha do algodão, que deve ser orgânico e com beneficiamento que não agrida o meio ambiente.

Jumper - Vestido cavado, para ser usado com uma blusa, camisa, camiseta por baixo. È peça constante em alguns desfiles e faz par com salopetes (mais cavadas, que também aparecem como macacão). Vêm em tecidos mais pesados ou mais leves. Bem feminino e prático.

Manchon (ou regalo)- Rolos de pele (no Brasil, falsas, claro) usados para aquecer as mãos. Fica bonito na passarela, mas nosso frio não requer tanto aquecimento.

Moulage - Processo em que o criador molda a roupa no próprio corpo da pessoa, formando volumes, drapeados e plissados únicos.

Patchworks - Lembra de colcha de retalhos. Pois bem, é quase isso. Na moda, aparece em peças que recebem tecidos com estampas e texturas diferentes, mesclando padronagens e volumes.

Richelieu e Guipure - Rendas não faltam neste inverno proposto pelos estilistas brasileiros, que colocam um pé no fetiche e na onde de lingerie. Então, tanto richelieu e guipure são tipos de renda que estão que decoram as peças.

Trench coats - Casacos com inspiração militar, idealizados para os soldados usarem na guerra, por isso o nome (casaco de trincheira), tem bolsos utilitários e sempre acinturado. Reinaldo Lourenço

Fonte:moda.terra.com.br

Reduza o peso tributário do seu produto


Reexamine a classificação fiscal das mercadorias que a sua empresa produz. Talvez você descubra possibilidades de economizar com o pagamento dos impostos e taxas ou de evitar perdas
Veja tabela de incidência do Imposto sobre produtos Industrializados (IPI) de acordo com a classificação fiscal


CLASSIFICAÇÃO FISCAL.pdf

Em maio deste ano a fabricante de utilidades domésticas Purimax, de Campinas, no interior paulista, foi pega de surpresa pela substituição tributária — regime em que é realizado o recolhimento antecipado de impostos de toda a cadeia produtiva do fabricante e representa um aumento da carga tributária. Para contornar a situação, a Purimax optou por alterar a composição e, consequentemente, a classificação fiscal de seu produto. A empresa enquadrava as lixeiras de inox na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), número 7323.93.00, que com o regime de substituição tributária teria um acréscimo de 16% no valor final. Por isso, Luciano Pierin, diretor da empresa, passou a investigar alternativas para o problema e descobriu: se trocasse o material de revestimento interno das lixeiras, de aço inox por plástico, poderia entrar na classificação fiscal 3924.90.00, que paga 10% de IPI, mas não está incluída no regime de substituição tributária. Dessa maneira, a empresa evitou o repasse aos consumidores e viabilizou a atividade. “Hoje tenho um ganho de escala acima das expectativas”, diz Pierin.

O caso da Purimax é representativo de um conjunto de empresas atentas às possibilidades de ganhos com a classificação fiscal. Mas ainda pode ser considerado uma exceção. Das 483.182 mercadorias analisadas pela Assist Assessoria Tributária no ano passado, por exemplo, 70% estavam com a classificação incompleta. Uma das dificuldades para definir a classificação fiscal de um produto é a sua vinculação, nas empresas, a duas áreas, a de engenharia e a jurídica. Não reavaliar a classificação, no entanto, significa abrir mão de identificar situações que podem gerar perdas.

“As empresas não dão a devida importância à classificação fiscal e ficam sujeitas a pagar mais impostos ou até a ser penalizadas por estarem com a classificação errada”, diz Milton Carmo de Assis Junior, advogado tributarista da Assist.

Mas esse cenário está mudando com a nota fiscal eletrônica e o Sped, sistema que dá ao governo acesso a detalhes da operação de uma empresa. A fiscalização das companhias ficou mais fácil, e estar com a classificação errada significa prejuízo certo. Para verificar se a sua empresa está classificada corretamente é preciso consultar a Tabela de Imposto Sobre Produtos Industrializados (TIPI).

Mas antes de alterar a classificação é preciso tomar alguns cuidados. Visar apenas a redução da carga pode ser um tiro no pé. Segundo Assis Junior, a empresa flagrada em situação irregular pode ser autuada com multa de até 1% do valor de todas as mercadorias comercializadas de forma irregular.

Além do IPI, as alíquotas do Imposto de Importação e as taxas do período de desembaraço aduaneiro também variam de acordo com a classificação fiscal. “Dependendo da classificação, alguns produtos precisam de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o desembaraço é mais demorado”, diz Marcelo Pupo, tributarista do Queiroz e Lautenschläger Advogados. Para ele, é muito importante contar com a ajuda de especialistas para não ser pego de surpresa. “As empresas devem estar atentas a essa questão.”

Fonte:revistapegn.globo.com

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Quando é hora certa de pedir aumento?


Quem nunca parou para refletir sobre seu salário? Nós sempre achamos que poderíamos ganhar um pouco mais, mas pedir aumento nunca é algo tão fácil. Se você faz parte da Geração Y, talvez isso não seja exatamente um problema para você, mas o fato é que muita gente tem medo de fazer este pedido ao chefe – seja pelo receio de que ele ache que há uma insatisfação com o trabalho, por medo de receber “não” como resposta ou, até mesmo, por se sentir inseguro em relação ao seu desempenho na empresa.

Apesar dos muitos medos que rondam este assunto, pedir aumento de salário não é uma missão impossível – acredite – e pode trazer resultados positivos se for feito do jeito certo, na hora certa. No momento de conversar sobre isso, o mais importante é deixar claros os motivos pelos quais você merece o aumento e estar preparado para a conversa.

O primeiro passo é fazer uma autoanálise para identificar quais benefícios reais você traz para empresa e quais metas e resultados já alcançou. É importante também saber quanto o mercado está pagando para profissionais do mesmo nível. Para isso, pesquisas em sites de emprego e jornais ajudam a identificar a faixa salarial de sua área, assim como o valor pago por empresas do mesmo porte. Além disso, programar para utilizar parte do aumento em investimentos de reciclagem profissional sempre conta a favor.

Perceber o humor do chefe antes de iniciar a conversa e estar ciente do momento pelo qual sua empresa passa também são aspectos importantes para a preparação do profissional. É importante verificar se a companhia não está enfrentando nenhuma crise financeira ou se congelou as contratações e promoções momentaneamente, por exemplo. Já os feedbacks recebidos ao longo do ano são bons termômetros de como os gerentes avaliam seus funcionários e podem já ter sido um direcionador quanto às questões relacionadas a aumento de salário da equipe.

O pedido de aumento não deve ser levado para o lado pessoal. Usar dívidas particulares como justificativa tende a ser visto negativamente pela empresa e diminui drasticamente as chances de se conseguir o aumento. Comparações com o salário de colegas também não ajudam em nada no momento da argumentação e, principalmente, jamais diga que tem outras propostas de emprego se não for verdade.

Profissionais com melhores qualificações são os que, em teoria, mais agregam valor à empresa, portanto, têm mais chances de ganhar um aumento. É preciso buscar constantemente reciclagem profissional, estar atento às práticas de mercado e às novas tendências. Quem traz resultado para a empresa é reconhecido, e, consequentemente, tem facilidade em ser recompensado por isso. Autodesenvolvimento será sempre a chave, tanto para quem quer crescer hierarquicamente quanto para quem visa aumento salarial.

Fonte:administradores.com.br

Ficou mais fácil se tornar um Empreendedor Individual



A partir da segunda quinzena deste mês, será mais fácil se formalizar como Empreendedor Individual. Segundo a Agência Sebrae de Notícias, em dezembro de 2009 foi aprovada pelo Comitê para a Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios, a Redesim, uma resolução que simplificou o processo de formalização, que agora estará disponível em todos os Estados do País. No novo sistema de registro, que é feito pela internet no Portal do Empreendedor, não é mais preciso preencher ou entregar formulários em papel nas Juntas Comerciais, nem assinar documentos pessoalmente.

A mudança também prevê mais rapidez na formalização e menos despesas. O sistema emite o Alvará de Funcionamento Provisório na hora, além do certificado de que você precisa para ser considerado pela fiscalização um Empreendedor Individual. Além disso, está vetada à União, e aos Estados e municípios, a cobrança de qualquer taxa ou valor referente à inscrição como Empreendedor Individual. Isso inclui despesas relativas à abertura, inscrição, registro, alvará, licença, arquivamento, permissões, autorizações e cadastro.

A mudança também prevê mais rapidez na formalização e menos despesas. O sistema emite o Alvará de Funcionamento Provisório na hora, além do certificado de que você precisa para ser considerado pela fiscalização um Empreendedor Individual. Além disso, está vetada à União, e aos Estados e municípios, a cobrança de qualquer taxa ou valor referente à inscrição como Empreendedor Individual. Isso inclui despesas relativas à abertura, inscrição, registro, alvará, licença, arquivamento, permissões, autorizações e cadastro.


Um milhão de empreendedores

Um dos principais objetivos da resolução é formalizar 1 milhão de empreendedores até o final de 2010. Até agora a inscrição só pode ser feita no Distrito Federal e nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Ceará, o que impede a formalização para inúmeros empreendedores individuais em outros estados.

O programa Empreendedor Individual integra a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e permite a formalização das pessoas que trabalham por conta própria, com rendimentos anuais de até R$ 36 mil por ano (média de R$ 3 mil por mês). Entre os exemplos de empreendedores individuais estão manicures, costureiras, pipoqueiros e chaveiros.

Fonte:http://www.blogdosempreendedores.com.br

Os sete pecados do emprego


PERDER O ENCANTO

“Emprego tem prazo de validade. Se você acorda todos os dias e pensa que não gostaria de ter que acordar para ir até o seu emprego, seus superiores vão perceber isso”, afirma Giovana. Ela diz que isso pode ter vários motivos, desde desvalorização até a ausência de novos desafios, mas deve partir do colaborador mostrar interesse em ser desafiado.

“Se vê muitas pessoas que, quando são demitidas por isso, colocam a empresa como culpada. É função dela, sim, valorizar e possibilitar o crescimento profissional dos funcionários. Mas é também função do funcionário, mostrar que ele tem disposição e vontade de algo mais”, explica a consultora.

FALTA DE INVESTIMENTOS NA CARREIRA

Nenhuma empresa gosta de profissionais acomodados. “E não falamos só de formação acadêmica. Você não precisa ser PhD na sua área de atuação para mostrar que se interessa, que busca informações”, explica Giovana. “Buscar informações, ler materiais especializados, buscar novas ideias e conceitos e tentar aplicá-los a realidade a sua volta é essencial”, diz.

Saber das movimentações do mercado – o que os concorrentes estão fazendo, por exemplo – e, mais, buscar ler os fatos e transmiti-los para a realidade das empresas é uma das dicas. “A crise é um ótimo exemplo. Você sabe como ela vai afetar os negócios da empresa onde você opera?”, pergunta a especialista. “São coisas pequenas, mas que podem fazer toda a diferença quando a empresa busca um profissional ágil, ligado com o que está acontecendo a sua volta”, complementa.

Ela afirma que é fácil perceber quem tem esse tipo de preocupação dentro de uma companhia. E também é fácil ver quem não tem.

NÃO BUSCAR O FEEDBACK

A prática do feedback está crescendo nas companhias. Muitas delas estão adotando a ferramenta como forma de incentivar uma avaliação por parte dos funcionários e aumentar a produtividade. Mesmo para as empresas que não têm essa prática, é fundamental que o profissional busque saber quais são suas principais características que precisam ser desenvolvidas.

“Um dos pecados para os funcionários é não buscar saber no que ele pode melhorar. O feedback, mesmo que informal, também é de interesse dele. Não demonstrar que quer evoluir, corrigir os erros, é um dos motivos que levam muitos bons profissionais a demissão”, explica Giovanna.

TER UMA SÓ FUNÇÃO

“Os bons profissionais hoje são multifuncionais. Mesmo nas áreas técnicas, é muito difícil as empresas bancarem um profissional que só atende por uma função”, explica Giovana. Ter conhecimento sobre o funcionamento das outras áreas e poder ajudar em caso de qualquer eventualidade é um fator que pode manter um emprego.

Ela exemplifica a multifuncionalidade com o exemplo da área de Recursos Humanos. “Um profissional de RH dentro de uma empresa geralmente trabalha com recrutamento, seleção, treinamento, integração e desenvolvimento humano. São várias funções diferentes e saber fazer tudo de forma eficiente é um diferencial”, comenta Giovana.

RELAÇÕES DE PODER

Giovana resume este tópico em maturidade profissional. “O funcionário precisa saber em que momento e de que forma pode tomar decisões com autonomia ou apresentar visões que confrontem as de sua chefia direta”, destaca. “Por mais competência que tenha, se ele não tiver humildade para esperar a oportunidade certa para falar ou confrontar alguma decisão já tomada pelos que comandam o trabalho dele, será descartado”, complementa.

A imaturidade pode levar a desgastes. “Não se pode invadir o espaço de alguém que está acima de você. Não necessariamente se precisa concordar com tudo. Mas saber explicar, com calma e sem tom de ameaça é mais que necessário para manter-se num emprego”, afirma.

BOAS TEORIAS, NEM TÃO BOAS NA PRÁTICA

Um dos motivos que levam muitos funcionários a demissão são os projetos e programas sofisticados demais para uma realidade que pode ser bem mais simples. “Há muito bons profissionais, com uma formação acadêmica a teórica muito boa, que acabam não entendendo a realidade da empresa e apresentando propostas muito sofisticadas, que não atendem às necessidades práticas que existem nas companhias”, comenta Giovana.

“São pessoas muito inteligentes em planejamento, mas que não conseguem conceber projetos que caibam nas necessidades da empresa onde trabalham”, explica a especialista. Ela diz que esse tipo de profissional gera muitas expectativas que não são cumpridas, e acabam sendo desligadas por isso.

Outro erro comum nos profissionais com essa dificuldade é prometer grandes mudanças, esquecendo que não se faz nada sozinho dentro de uma organização. “Não existe salvador da pátria. Não se meta a ser um”, aconselha Giovana.

NÃO SABER TRABALHAR EM EQUIPE

Giovanna antecipa: timidez não é desculpa para não participar ativamente de atividades em grupo. “Ter um bom relacionamento interpessoal não é ser o mais extrovertido ou falante”, pondera. “Você não precisa ser quem fala. Pode ser quem pensa. O importante é participar”, complementa.

Demonstrar desinteresse por projetos ou questões que sejam desenvolvidas e decididas em equipe pode ser um fator que leva a demissão. “Mesmo se você for um bom profissional com excelentes ideias, você precisa saber expor e defender perante ao grupo, sem ofensas ou problemas”, finaliza Giovana.



Fonte:http://www.noticenter.com.br

Getão Estratégica de Custos Têxteis

O termo competitividade que até algum tempo era fator de diferenciação entre empresas, tornou-se efetivamente um fator de sobrevivência.

O cenário de competitividade estabelecido em nível mundial vem forçando as empresas, a reestruturar o seu formato organizacional, adotar novas tecnologias de produção e gerenciamento, principalmente as empresas industriais.

A sobrevivência e o desenvolvimento estão essencialmente a mercê da eficiência com que as empresas utilizam seus recursos, tanto humanos, quanto materiais e financeiros.

Neste ambiente, o estudo e implementação de métodos de custeio e ferramentas de apuração e simulação, permitem a introdução de sistemas de avaliação e controle de desempenho empresarial.

A contabilidade de custos baseia-se em volume de produção e induz a decisão de impacto financeiro, portanto não deve ignorar peculiaridades operacionais.

As decisões empresariais não podem ter como suporte, sistemas de custos que são simples acumuladores de valores com fins contábeis, neste contexto as informações relativas a custos devem ser acuradas o suficiente para subsidiar o processo de tomada de decisões.

A contabilidade de custos tradicional, não pode ser ignorada, deve-se, contudo dinamiza-la, no intuito de aproveitar toda sua estrutura metodológica, para que se obtenham dados que gerem informações preditivas e estratégicas.

As minúcias, diversidade e complexidades da cadeia têxtil, representadas por matérias primas, velocidades, dimensionamento de produtos, fluxos variados e optativos, perdas diferenciadas, são grandes demais para serem reduzidas à apenas um fator, qualquer generalização poderá ser parcialmente correta ou ao mesmo tempo completamente errada.

Não se podem estabelecer padrões, em função dos parâmetros que a empresa está habilitada a operar. O preço praticado é o padrão, senão a empresa pode encerrar sua atividade motivada por dificuldades financeiras e mesmo assim está dentro do padrão.

Naturalmente, se quisermos obter uma apuração com todos os gastos e despesas atribuídos a cada produto, teremos que esquecer a maioria das regras e enunciados da legislação e acadêmicos, inclusive é um fato perfeitamente notável que em qualquer trabalho, proposta ou avaliação de custo, cita-se quem as definiu, desta forma todo profissional de custo fica engessado em função da legislação e da formação acadêmica.

Os sistemas de custeio tradicionais foram desenvolvidos para a avaliação de inventários, tendo em vista a necessidade de se elaborar demonstrações contábeis e fiscais, e têm sido continuamente aperfeiçoados através do tempo. Entretanto tais sistemas já não estão proporcionando aos gerentes, que buscam a eficiência e eficácia das operações de suas áreas funcionais, as informações precisas e oportunas que eles necessitam para a gestão e mensuração de custos e desempenhos de atividades em um ambiente de mudanças, tanto no âmbito interno como externo.

Não é apenas um sistema de gestão de custos, que vai tornar uma empresa competitiva e sim seus gestores, se tomarem as ações delineadas pelos relatórios de custos.

Para evitar distorções maiores, qualquer sistema deve privilegiar a qualidade e precisão dos dados; Portanto as informações relativas ao controle de uma empresa devem ser acuradas o suficiente para subsidiar o processo de tomada de decisões no atual ambiente competitivo, ou seja, os sistemas de controle das empresas devem contemplar essa necessidade de uma forma coerente com a evolução do gerenciamento dos processos da organização.

Diversos estudiosos da área ressaltam que medir desempenho não é tão fácil quanto parece. Dentre os principais aspectos que devem ser observados ao se definir um sistema de medição de desempenho estão: por que medir, o que medir e como medir.
Estes autores explicam que a medição de desempenho é necessária para que os gestores mantenham-se informados sobre o que acontece na organização. E destacam que as principais razões para medir desempenho são: “(a) controlar as atividades operacionais da empresa; (b) alimentar os sistemas de incentivo dos funcionários; (c) controlar o planejamento; (d) criar, implantar e conduzir estratégias competitivas; (e) identificar problemas que necessitem intervenção dos gestores; (f) verificar se a missão da empresa está sendo atingida”.
Citando ainda alguns especialistas, faz-se necessário considerar que medidas efetivas são críticas para o sucesso e que um bom motivo para medir performance é o fornecimento de dados objetivos para iniciativas de melhorias. Além disso, os autores explicam que se uma empresa depende de um processo, tem que conhecer suas condições. Assim, as medidas de desempenho ajudam a ilustrar o que não deve ser feito, ajudam as empresas a determinarem como permanecer competitivas, ajudam a melhorar a cultura da empresa, ajudam a empresa a confirmar o seu valor para seus consumidores e é a única maneira de controlar o processo de logística.
“Um dos principais problemas da medição de desempenho é a definição precisa do que se quer medir”. A literatura tem mostrado que, no passado, as empresas tomavam decisões baseadas apenas em informações financeiras, obtidas da contabilidade das empresas No entanto, é determinante que as medidas financeiras não são suficientemente detalhadas ou objetivas para ajudar os gestores a dirigirem as atividades do negócio em tempo real, dia após dia. As medidas financeiras puras apenas são adequadas quando não existe concorrência global e quando a velocidade da mudança ou introdução de produtos é lenta, as medidas de desempenho têm que produzir informações úteis. Por isso, é defendido o uso de medidas não financeiras, além das medidas financeiras. Outros autores também têm dado ênfase à utilização de informações não financeiras, além das financeiras, no processo decisório das empresas.
O indicador financeiro é uma medida quantitativa, expressa em valor monetário, resultante das ações tomadas pelas empresas. Como exemplos de indicadores financeiros têm-se: lucro e retorno sobre os investimentos. Os indicadores não financeiros são medidas quantitativas que serão expressas em métricas diferentes do valor monetário, tais como valores absolutos, percentuais etc. Como exemplos de indicadores não financeiros têm-se: participação no mercado e evolução do volume de produção.


Os parâmetros de avaliação são comumente dispersos, padrões ou metas são determinados em consonância com a matéria prima utilizada e capacitação tecnológica dos equipamentos, contudo será que estes índices são de dimensões suficientes para tornar a empresa economicamente viável?

A empresa necessita dispor de um sistema, que além de estabelecer o custo de cada produto, também seja uma ferramenta gerencial que dê sustentação a decisões tais, como, terceirização, investimentos, opções de compra de matéria prima, adequações de fluxo, variações de velocidade, aumento ou redução de produção entre outras.

A acuidade de uma ferramenta de Gerenciamento de Custo deve ser de tal forma privilegiada, que permita determinar com precisão o ranking dos produtos por rentabilidade, sem comprometer suas capacidades preceptivas e de simulação.

Gostaríamos de destacar alguns conceitos e procedimentos registrados no sistema apresentado, que o caracterizam como um novo enfoque no custeio têxtil.

O sistema é dinâmico e completamente vinculado, qualquer alteração é atualizada automaticamente, desde o preço de compra de matéria prima até o preço de venda do produto com sua rentabilidade, o que assegura após apuração, versatilidade no procedimento de simulações, previsões orçamentárias, geração de relatório gerenciais e analítico na identificação de causas de variação no Desempenho Econômico.

Os custos de processo são apurados de forma compartimentalizada aferindo o custo de cada setor, contudo é também mensurado por tipo de matéria prima e processos, cardado, penteado, sintético etc.

O CONCEITO PRODUÇÃO REAL X PRODUÇÃO ÚTIL

Produção Real - Produção efetiva de cada equipamento, que determina horas de ocupação para realizá-la, e apropria gastos para o volume de produção de cada linha e/ou tipo de matéria prima.

Produção Útil - Produção final despojada de todos os desperdícios, e volume definitivo como gerador de recursos.

Portanto os gastos para produzir determinada quantidade de Produção Real, são divididos pela equivalente Produção Útil, para determinar o custo.
De outra forma estaríamos utilizando parte de um volume de produção que vai ser transformado em desperdício nos processos subseqüentes, em outras palavras, procederíamos a um custeio subvencionando os produtos e carregando de custos os resíduos, que jamais serão comercializados, sequer pelo preço de aquisição da matéria prima.
Desta forma, o custo de processo do batedor para uma linha cardada, com índice de perdas de 10%, vai ser bem menor de que para uma linha penteado com perdas da ordem de 30 %; Considerando o fato de que o batedor vai utilizar bem mais tempo para produzir manta que renda 1 kg de fio Penteado, de que para 1 kg de fio Cardado.
No final da apuração o custo/unidade multiplicado pela produção será sempre igual às despesas, sem necessidade de fatores de correção.

Velocidades, títulos, eficiências, quantidade de passagens que é dada nos passadores, influenciam o custo, em cada fase da preparação do processo de fiar para cada linha de fabricação; Assim o custo de preparação chega de forma diferenciada aos filatórios.

Na preparação à tecelagem o procedimento é similar ao da preparação à fiação, gastos/tempo de ocupação do equipamento, exceção aos gastos com produtos de engomagem, que são apropriados de conformidade com a quantidade absorvida, em consonância com a gramatura de cada tecido produzido.

Fiação e Tecelagem (Máquinas de Fiar e de Tecer) o custo é calculado com os gastos atribuídos especificamente a estes setores.

No Beneficiamento de uma forma geral a apuração é feita paralelamente em duas vias:
O custo do processo que tem os gastos apropriados de acordo com o tempo de ocupação das máquinas, resultante de velocidades, eficiência, e quantidade de passagem pela mesma máquina.
O custo de Corantes e Auxiliares é apropriado com base na formulação utilizada para cada tecido e cada cor, padrão ou variante, posteriormente corrigido pelos gastos efetivos apurados através do almoxarifado; apresentando também o custo por tecido, processos mais corantes e auxiliares..

Analisamos um resumo dos gastos por atividade mais alocações de despesas de comercialização/financeiras, faturamento e lucro comparando, Preços previstos e Preços praticados.

A avaliação de Rentabilidade Relativa e Absoluta nos mostra o Ranking por produto, destacando o percentual de lucro ou prejuízo relativo ao custo mais despesas comercial-financeiras e os valores absolutos de lucro ou prejuízo em Reais/metro e Reais/tear/hora no caso de tecido, Reais/kg e Reais/fuso/rotor/hora no caso de fio.

Consideramos pertinente, destacar a singularidade deste trabalho que mesmo tratando-se de uma ferramenta de Gestão Administrativa, nasceu de “dentro para fora” da empresa, desenvolvida por um técnico têxtil atuando na área industrial, o inverso do que habitualmente acontece; Mecanismos de controle são impingidos à fábrica de “fora para dentro” e eventualmente não alcança o fim a que se propõe.
Este trabalho é fruto da insatisfação de convivência incomoda, durante anos, com valores de custos vulneráveis e de credibilidade duvidosa.

Concluímos, acreditando estar contribuído de alguma forma para o desenvolvimento de ferramentas de Gerenciamento de Custos.

Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Fabricantes de redes investe em vendas virtual


O investimento realizado em 2009 pela Ramalho Têxtil, fabricante de redes de descanso do Ceará, em sua loja virtual já deu resultados significativos. A marca Denaná, obtendo bons resultados. A participação das vendas via internet nas vendas totais da empresa cresceu 400% com relação a 2008, passando de 1,73% para 6,97%. A participação da loja virtual em relação à quantidade produzida teve um incremento de 560%, atingindo 3% em 2009.


Em versão bilíngüe português/inglês, o site foi desenvolvido pela Briba Design, que criou um redirecionamento especial para a loja virtual www.denana.com.br/loja em destaque na página principal. A loja já está com a coleção 2010 à venda.


Além da atualização do site, o gerente comercial da empresa, John Ricardo, atribui esse desempenho "ao bom trabalho e serviço que desenvolvemos no atendimento ao cliente usuário do comercio eletrônico. Além disso, a empresa implementou um aperfeiçoamento de gestão e utilização de ferramentas estatísticas que o sistema de loja virtual propicia", comentou, acrescentando que os maiores compradores virtuais de 2009 foram exatamente os estados nos quais a empresa focou as vendas esse ano, localizados no Sul e Sudeste brasileiro. São Paulo consumiu aproximadamente 43%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 12%, e, em terceiro lugar, com 7%, o Paraná.


A Ramalho Têxtil aposta que o desenvolvimento do comércio eletrônico está apenas no início e que esta é uma tendência que irá se consolidar. Os bons resultados de 2009 estimularam a reformulação do site institucional, que estréia em fevereiro. Assim, juntamente com as expectativas bem positivas de crescimento da economia brasileira em 2010, a empresa projeta uma participação de 10% das vendas totais por meio da sua loja virtual.

Fonte:monitormercantil.com.br

Questão de moda ou questão de marketing?


Toda semana de moda é a mesma coisa: discute-se a falta de identidade da moda brasileira e sua inferioridade. Detalhes, peças e até desfiles inteiros são comparados aos desfiles internacionais.

Revistas, portais, sites e blogs de moda abordam o assunto até a exaustão. Eu mesma já apontei as referências à moda europeia no meu resumo do Fashion Rio e do que esperar no SPFW.

Depois de tanto ver e ler que tal marca copiou Balenciaga e que a outra simplesmente reproduziu o desfile da Balmain inteira, comecei a refletir mais sobre o assunto.

Entendo que essa discussão é necessária e ocorre porque, em tese, a função das semanas de moda é de reunir criadores que proponham coisas novas ao público - mesmo que a 'roda não possa ser reinventada' e que a 'novidade' esteja na reinterpretação de um detalhe por vários pontos de vista diferentes, como o exemplo da Carolina Herrera que usei no meu último texto (sobre como se desenvolvem as tendências).

Alguns, inclusive, acreditam que a moda existe para isso: para que determinadas vontades sejam despertadas e que determinados itens se tornem uma necessidade comum a ser encontrada em todos os lugares, até que cansem e outras vertentes apareçam para alimentar este ciclo.

Culpamos os criadores nacionais por copiarem os europeus, mas o fazemos sem olhar o quadro todo.

Plágio a parte, todos copiam e até se apropriam de idéias que não são suas de alguma forma. Foi o caso do Keffyeh em 2007, que de símbolo da luta pela libertação de um povo, foi reinterpretado como uma manifestação pela paz ao ser adotado por alguns grupos nas ruas e depois transformado em um item de estilo vazio, pela Balenciaga - e consequentemente por todas as outras marcas, lojas e camelôs que os comercializaram.

Minha coluna sobre a evolução das tendências, aliás, foi concluída propositalmente com a informação de que Tokio está mudando a forma como elas se difundem. A análise comum é que as marcas nacionais tiveram como referência as passarelas européias, mas não se considera que essas marcas, por sua vez, podem se inspirar em jovens modernos que residem em cidades como Tokio, que não têm esse reconhecimento, pois ainda não possuem a cultura e o histórico de moda que Paris possui.

Ao meu ver, até o ponto onde a moda diz respeito, o problema não reside na cópia em si, ou na descaracterização de um item (até porque, o intuito principal de qualquer empresa é vender e lucrar com as vendas), mas sim na perda de identidade de uma marca, como foi o caso da Espaço Fashion, que apresentou um desfile completamente alinhado com a febre Balmain-Balenciaga, mas que nada tinha a ver com seu público.

A partir do momento que uma marca se foca mais em uma reprodução específica do que no que o seu público quer, a coisa desanda.

Eu acredito que hoje a moda é, fundamentalmente, comércio. Mas que continua servindo para identificar necessidades e vontades globais, propondo opções que serão adaptadas de acordo com o que cada indivíduo percebe ser mais adequado ao seu estilo pessoal. Considerando que a forma que o consumidor encontra para se reconhecer no meio de tantas opções e encontrar o que deseja com mais facilidade, é através de uma marca, se essa imagem é desvirtuada, seu consumidor deixa de se reconhecer nela e procura outros lugares.

A não ser que a empresa esteja procurando se reposicionar, em uma temporada poderá ganhar clientes que não participavam do seu público-alvo, e lucrar com isso, mas a partir do momento que essa 'onda' passar e levar muitos desses compradores, o prejuízo será maior porque já terá perdido consumidores fiéis que, inclusive, ajudaram a levar a marca ao patamar onde se encontrava. Vide Tommy Hifliger que perdeu sua identidade e lugar no mercado tentando agradar clientes passageiros nos anos 90.

E se o ponto é a identidade, noto que é muito mais uma questão de marketing do que de moda. Ainda mais se considerarmos que independente de onde copiam ou se inspiram, as 'tendências' são as mesmas para todos. E continuarão sendo, já que uma surge em resposta à anterior: as largas e confortáveis calças cenoura, saruel e variações surgiram em resposta às justas skinnies; as leves e delicadas plumas que estão começando a aparecer são respostas às duras tachas que vemos em todos os lugares; as formas arredondadas e a ênfase nos quadris vão se opor aos ombros pontudos e importantes...

Algumas marcas internacionais são mais conceituadas porque possuem um posicionamento claro, uma identidade definida, uma compreensão muito maior e mais precisa da realidade onde seu consumidor está inserido e de como ajustar os ícones em voga para dentro disso - o que eu identifico como uma lacuna das marcas nacionais. Nas semanas onde são expostas, os desfiles existem não apenas para propor suas visões aos clientes, mas para reforçar e complementar a imagem que passaram anos construindo.

É natural que exista um abismo entre o Brasil e a Europa, já que estamos comparando um mercado relativamente novo com um mercado pioneiro. E é saudável a discussão que contribui e agiliza o alcance desse patamar. Mas será que tudo não ficará mais claro quando pararmos de discutir como moda e começarmos a discutir como marketing, então?

Érica Minchin trabalha com pesquisa, criação e desenvolvimento de produtos em moda e ministra cursos e palestras sobre imagem e tendências. Ela ensina que aparência é a ferramenta de comunicação não-verbal mais poderosa e estimula explorar as melhores maneiras de fazer uso dela. Contato: contato@ericaminchin.com

Fonte:vilamulher.terra.com.br

A companhia de varejo Têxtil Lojas Renner voltará a distribuir 75% do lucro


A companhia de varejo têxtil Lojas Renner voltará a distribuir 75% do lucro anual aos acionistas, como dividendo e juros sobre capital próprio. A decisão foi aprovada ontem pelo conselho de administração da empresa.

No ano passado, a companhia reduziu de 75% para 25% o percentual do lucro distribuído, referente a 2008. A medida visava proteger a situação financeira do negócio, face ao cenário negativo da crise internacional.

De acordo com a ata da reunião do conselho da companhia de ontem, a proposta de aumento será levado aos acionistas na assembleia geral ordinária de abril, para avaliar o pagamento dos proventos já referentes ao ano passado.

Até setembro, a Lojas Renner acumulava lucro líquido de R$ 89,3 milhões, 8% menos do que igual intervalo de 2008. O diretor de relações com investidores da empresa, José Carlos Hruby, já havia sinalizado sobre a perspectiva de aumento na fatia do lucro a ser distribuída em outubro. Ele só não garantia que voltaria aos 75% antes praticado pela empresa.

Fonte:Valoronline

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

São Paulo Fashion Week começa com sexo e rock"n"roll


A São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do País, começou hoje, 17, em um clima bem paulistano: numa manhã cinzenta, no centro velho da cidade, e com um desfile cujo tema era moda, sexo e rock’n’roll. A grife de streetwear Cavalera abriu a temporada apresentando sua coleção na Galeria do Rock, na Avenida São João, uma das mais famosas da cidade. No terceiro andar do prédio, conseguiu transformar um dos pontos mais hard rock no epicentro fashion do dia, que, no desfile seguinte, o da Osklen, deslocou-se para o Prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, na zona sul, sede do evento.

Hoje, foram apresentadas sete coleções. Apesar de terem estilos e propostas bem diferentes, todas as marcas se preocuparam em colocar nas passarelas tecidos exclusivos, que trazem benefícios distintos ao consumidor final. A Cavalera, por exemplo, apostou nos jeans resinados, um tratamento especial que fornece ao tecido um efeito cobra, metalizado e até bordado. A vantagem, segundo Fabiano Grassi, um dos estilistas da coleção, é a praticidade. "São peças laváveis", explica.

Preocupado com a sustentabilidade, Oskar Metsavaht, da Osklen, desenvolveu roupas com tecidos reciclados e orgânicos. Em um desfile bem conceitual, abriu sua coleção com mulheres envelopadas em tecidos de fiberglass, usados como isolantes. Pouco maleáveis, tornaram-se excelentes suportes para roupas geométricas. Também usou lã reciclada e tecido orgânico. "Metsavaht colocou na passarela todas suas referências de vida, desde sua preocupação com a ecologia até suas viagens a destinos exóticos", diz Costanza Pascolato, consultora de moda, que se refere aos casacos de esquimós supercoloridos de lã, que surgiram na passarela.

VALE TUDO

Fause Haten pegou carona na reciclagem e fez uma visita ao baú de suas coleções passadas. Do acervo de tecidos antigos, montou uma coleção que apostou no vale tudo. Muita meia de lurex, com oncinha, paetê, e pelo surgiram inúmeras vezes misturados. Pareceu um caos? Era esta a intenção do estilista, que ainda colocou todas as modelos de peruca de pelo de cabra e estola de raposa (pouco sustentável para uma SPFW que já é ecológica).

Materiais esportivos foram as principais fontes para a estilista Priscilla Darolt desenvolver a trama de alguns dos 14 looks, que colocou na passarela. De longe, vestidos geométricos, que acentuavam as curvas femininas com dobraduras e entrelaçamentos, parecendo de couro e tricô. Na verdade, eram de velcro, cadarço e fitas de tênis, além de passadores de borracha.

SAPATOS

Há quem diga que o sapato é a alma do look. Cavalera e Osklen capricharam no acessório. Em parceria com a Penalti, a Cavalera criou tênis de malha metalizada e, para as mulheres, fez uma espécie de "ankle boot", batizada de sapato-polaina. A Osklen optou pelo conforto. O coturno, sapato símbolo do inverno para Oskar Metsavaht, ganhou uma versão nova, em feltro. Na alternativa comercial, o modelo virá com uma sola de borracha.

Fonte:gaz.com.br

Trabalhadores da Coteminas retornam de férias coletivas


Em contato com O NORTE na manhã de sexta-feira, 15, a presidente do Sindicato dos trabalhadores na indústria têxtil de Montes Claros, Maria Eliane Ferreira Santos, afirmou que 300 trabalhadores da Coteminas, empresa do vice-presidente da república, retornaram das férias coletivas concedidas na primeira quinzena de dezembro.

Segundo a sindicalista, esta é uma ótima notícia para estes trabalhadores, que temiam perder seus postos de trabalhos. Maria Eliane afirma que depois desta informação há a expectativa de que ocorra durante o ano de 2010 contratações de trabalhadores para a indústria têxtil.

- Estamos ao lado dos trabalhadores em toda e qualquer situação. Acompanhamos todos os procedimentos relacionados à concessão das férias coletivas a estes trabalhadores, lembrando que esta medida é amparada pela lei – afirma.

Maria Eliana diz que o sindicato, apesar das adversidades, tem trabalhado, por exemplo, para propiciar meios de gerar emprego para os trabalhadores demitidos pela empresa Nova Aliança. Mais de 30 deles foram admitidos pela empresa Tecnom AS.

A líder sindicalista afirma que tradicionalmente os três primeiros meses do ano são complexos no que tange às contratações no setor, uma vez que é neste período que as diretorias das empresas têxteis se reúnem para planejamentos e metas para o decorrer do ano.

No entanto, ela afirma que em 2010 muitos trabalhadores poderão ser contratados para a indústria têxtil, o que é considerado extremamente positivo para Montes Claros.

- Montes Claros é uma cidade que cresce a cada ano, e o segmento da indústria têxtil não poderia ser diferente. Apesar, por exemplo, da concorrência com o mercado chinês, a nossa expectativa é de que 2010 seja melhor do que 2009 neste setor. O sindicato naturalmente continua trabalhando na busca de melhorias em defesa do trabalhador - diz.

Maria Eliane afirma que o setor jurídico do sindicato está à disposição dos trabalhadores para qualquer eventualidade.

O Sindicato dos trabalhadores na indústria têxtil de Montes Claros está localizado à Rua Joviniano Ramos, Bairro São José.

Fonte:onorte.net

Karsten negocia compra da Trussardi


A catarinense Karsten está em negociações avançadas para a compra da Trussardi, tradicional fabricante paulista de artigos de cama, mesa e banho pertencente à família que leva o mesmo nome, segundo apurou o Valor.

"Há uma conversa da Trussardi com a Karsten, mas ainda não há nada fechado. Nessa conversa, as lojas da Trousseau não estão envolvidas", esclareceu Romeu Trussardi Neto, dono da rede de lojas Trousseau e um dos dez filhos de Romeu Trussardi Filho, que comanda a indústria Trussardi, ao lado do seu outro filho, Rodolfo. "Não posso falar sobre essa operação agora", disse Rodolfo Trussardi.

Apesar dos laços familiares, a Trussardi atua exclusivamente na área industrial, fabricando produtos e vendendo para lojas multimarcas e hotéis. Já a Trousseau é uma varejista, com 21 unidades próprias de altíssimo padrão.

Segundo uma fonte próxima da operação, as conversas teriam começado há cerca de quatro meses e há vontade dos dois lados de que o negócio seja concluído. Do lado dos Trussardi, haveria interesse do patriarca em se desfazer do negócio para atender uma demanda de sucessão familiar. Procurado pela reportagem do Valor, o pai Romeu informou que "o assunto era muito prematuro" para se comentar. Haveria interesse do pai em se desfazer do negócio por não acreditar no futuro do setor de cama, mesa e banho de alto padrão devido às fracas vendas nos últimos anos.

Pelo lado da Karsten, a compra da Trussardi fortaleceria ainda mais a presença da empresa catarinense no mercado nacional e colocaria em prática a estratégia de ter um posicionamento completo nos mais diversos públicos. Segundo uma fonte ligada à Karsten, a ideia é atender a classe A com a Trussardi, a classe B com a marca Karsten e o público mais popular com a Casa In, marca lançada há aproximadamente três anos.

As empresas, inclusive, já estariam conversando com vários varejistas sobre a possível transação a fim de checar a receptividade dos lojistas. "No ano passado, houve uma grande procura, pelas classes B e C, por lençóis com 200 fios [de maior valor]. A Trussardi atua principalmente nesse segmento e a Karsten vai se beneficiar", diz um varejista, que foi consultado pela Trussardi sobre a possível venda à companhia catarinense.

A Karsten foi procurada, mas não se pronunciou. Segundo fontes do setor, a empresa não teria recursos suficientes em caixa para uma aquisição, mas tem condições de obter crédito. Nos resultados mais recentes enviados à Bovespa, a Karsten apresentou faturamento líquido de R$ 78,4 milhões no terceiro trimestre de 2009 e um lucro líquido de R$ 2,2 milhões - no mesmo período de 2008 houve prejuízo de R$ 481 mil. No acumulado de janeiro a setembro de 2009, a empresa apresentava receita líquida de R$ 223,5 milhões, mas registrava prejuízo de R$ 1,6 milhão, ante lucro de R$ 10,9 milhões de janeiro a setembro de 2008.

Fundada em 1898 pelo italiano Mateus Trussardi e sua esposa Cristina, a Trussardi não tem capital aberto e seu faturamento não foi revelado, mas fontes do setor estimam que sua receita é pequena quando comparada a da Karsten. As estimativas dão conta de um valor próximo a R$ 60 milhões por ano. A Trussardi tem uma fábrica no bairro de Santo Amaro, na zona sul da cidade de São Paulo.

A busca por maior participação no mercado nacional é reflexo da dificuldade de crescer no mercado externo. A Karsten já exportou praticamente metade de sua produção, mas nos trimestres mais recentes já havia reduzido essa fatia para cerca de 10%. Desde 2006, seu posicionamento é de fortalecimento de sua presença no mercado nacional, mas nenhuma aquisição ocorreu desde então.

No mercado interno, a principal concorrência é das exportadoras, que assim como a Karsten, reduziram sua exposição no exterior e redirecionaram seus produtos ao mercado nacional, provocando contenção dos preços. Além dessas, o mercado de cama, mesa e banho sofre com a concorrência dos importados.

Dados da balança comercial do setor, divulgados ontem pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), apontam a força que os importados possuem no mercado nacional. O saldo da balança comercial do setor em 2009 ficou negativo em US$ 2,2 bilhões ante US$ 2 bilhões negativos no ano anterior. As exportações têxteis fecharam o ano passado em US$ 1,2 bilhão e as importações, em US$ 3,5 bilhões.

Com a negociação da Trussardi, o mercado chegou a cogitar que a rede de lojas Trousseau também estaria sendo vendida e marcaria a presença da Karsten no varejo, acompanhando movimento feito por outras indústrias do setor como fez a Coteminas, que comprou a M. Martan no ano passado, a Altenburg, que em 2008 iniciou o projeto Altenburg Store, com lojas próprias, e a Buddemeyer, que em 2003 adquiriu a Casa Almeida. No entanto, Romeu Trussardi Neto, dono da rede Trousseau, esclareceu que suas lojas não fazem parte da negociaçã.

Fonte:valoronline

Semente de Linhaça traz benefícios à saúde


A semente de linhaça (Linum usitatissimum) provém do linho, uma planta herbácea de excelente fibra têxtil, pertencente à família das lineáceas.

Desde os primórdios da civilização humana, ela tem sido utilizada como uma importante fonte de alimento. Na Mesopotâmia, achados arqueológicos revelaram sistemas de irrigação, construídos há sete mil anos, que possibilitaram o seu cultivo.

De origem asiática, o linho é cultivado em regiões temperadas e com elevada umidade. No início do século XVII, foi introduzido na América do Norte e no Brasil (na ilha de Santa Catarina, depois se espalhou por outros Estados: São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul).

Benefícios da semente de linhaça: redução da taxa de açúcar; emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade); combate à prisão de ventre; preventivo de vários tipos de câncer, aterosclerose; anemia, TPM, etc... Até o final do século XVIII, o linho era uma das maiores fontes de onde se extraíam fibras para a confecção de tecidos; o tecido de linho é feito com as fibras dessa planta. O linho têxtil é apreciado por suas qualidades de resistência, durabilidade e conforto.

É amplo o seu campo de aplicação: linhas de costuras, vestuário, lençóis, tecidos de estofamento e toalhas. Então, a partir daí, o algodão torna-se mais popular.

O linho fornece tanto sementes marrom-escuro (de onde se extrai o óleo de linhaça, de uso industrial e medicinal), quanto amarelo-dourado (mais ricas e adequadas ao uso alimentar e medicinal).

Atualmente, a semente de linhaça é cultivada em quase todo o mundo também como importante fonte de alimento, óleos insaturados e fibras. Tem sido tradicionalmente empregada pela medicina indiana Ayurveda no combate dos distúrbios digestivos e respiratórios, das doenças reumáticas e da irritação do trato urinário.

O óleo de linhaça é rico em ácidos graxos poliinsaturados do tipo ômega-3 (ácido alfalinolênico), também apresenta uma quantidade significativa de ácido linoléico (ômega-6) e de ácido oléico (ômega-9).

A semente de linhaça apresenta diversos componentes importantes para a saúde, sendo a de cor amarelo-dourado a mais rica: minerais; oligoelementos; aminoácidos; monossacarídeos; ácido alfa-linolênico (é a mais rica fonte de ômega-3 existente na natureza); fibras solúveis e insolúveis (uma das maiores fontes de fibras úteis; cada 50 g de sementes contém 11,7 g de fibra, um percentual muito maior à do trigo e à do arroz integral); lignina; 41% de óleos insaturados; 26% de proteínas; 24% de extrato de nitrogênio livre; 5% de fibras; fitoestrógenos e 4 % de cinzas.

Estudos evidenciam benefíicos

Recentes estudos científicos evidenciam notáveis efeitos medicinais da semente de linho. A ingestão diária do farelo fresco das sementes de linho muito auxilia na redução da taxa de açúcar circulante no sangue nos diabéticos e no emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade). Também é importante no combate: à prisão de ventre (devido ao seu elevado conteúdo de fibras e mucilagem/goma); ao excesso de colesterol (principalmente do LDL e VLDL); às doenças degenerativas e cardiovasculares (aterosclerose); à anemia e desnutrição; ao câncer de mama, da próstata, do cólon e do pulmão (principalmente como preventivo, segundo o “Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos”); ao desequilíbrio hormonal (indicada no combate da síndrome da tensão pré-menstrual e dos sintomas da menopausa); à imunidade baixa; à asma; às afecções dermatológicas (como o lúpus eritematoso); e à nefrite.

Algumas pesquisas sugerem que a ingestão regular de soja e do farelo fresco de linhaça estimula a produção de estrogênio (hormônio sexual) em mulheres na pós-menopausa.

A naturopatia recomenda ½ xícara diária do farelo fresco da semente de linhaça para prevenir o câncer de mama e duas colheres das de sopa, para auxiliar no funcionamento dos intestinos. Basta triturar bem as sementes de linhaça em um liquidificador. A semente de linho contém 27 componentes anticancerígenos (um deles é a lignina), previne e combate a formação de tumores.

O farelo fresco da semente de linhaça pode ser adicionado em iogurtes, saladas, sopas, sucos, vitaminas, multimisturas de fibras, bolos, massas de pães e em outros alimentos. O seu óleo também pode ser utilizado em receitas culinárias.

A semente de linho apresenta uma quantidade superior de ômega-3 em relação aos óleos de peixes. Cada 60 g de sementes douradas de linho contêm 9 g de ácidos graxos insaturados ômega-3, o que corresponde à mesma quantidade presente em 1,7 kg de salmão.

Cada 46 g do farelo fresco das sementes de linho contêm: calorias: 251 kcal; proteínas: 10,6 g; carboidratos: 13,9 g; gorduras: 16,9 g; fibras: 11,7 g; ômega-3: 8,0 g; ômega-6: 2,4 g; vitamina A: 8,5 UI; vitamina E: 59 UI; vitamina B1: 0,3 mg; vitamina B2: 1,5 mg; vitamina B3: 2,2 mg; vitamina B6: 0,4 mg; vitamina B12: 0,3 mg; cálcio: 104 mg; potássio: 338 mg; sódio: 10,4 mg; magnésio: 229 mg; ferro: 2,2 mg; cobre: 1,1 mg; manganês: 2,5 mg; selênio: 4 mcg; cromo: 5 mcg; e aminoácidos essenciais: valina, isoleucina, leucina, licina, metionina, fenilalanina, treonina e triptofano.

Após inúmeros estudos e pesquisas, o farelo fresco e o óleo de linhaça ganharam credibilidade e vêm sendo empregados terapeuticamente e com bons resultados no combate da artrite reumatóide e esclerose múltipla. Apresenta efeitos terapêuticos semelhantes aos do óleo de prímula (ácido gama-linolênico) e um custo menor do que o de outras fontes de ácidos graxos poliinsaturados. A farinha da semente de linhaça serve para fazer cataplasmas emolientes e também apresenta propriedades diuréticas.


A deficiência nutricional dos ácidos graxos essenciais pode ocasionar diversos desequilíbrios metabólicos: aumento do colesterol sanguíneo, disfunção das glândulas tireoidianas e adrenais, deficiência no crescimento, doenças de pele, acne, dificuldade de cicatrização, pele seca, alopecia, enfraquecimento do tecido conjuntivo e das articulações, hipertrofia da próstata, psoríase, esclerose múltipla, diarréia e cálculos biliares.

Suplementação nutricional

Modo de usar: como um importante suplemento nutricional, consumir diariamente o conteúdo de duas colheres das de sopa do farelo fresco da semente de linhaça, pela manhã e à tarde. Para se preservarem as propriedades nutricionais e terapêuticas da semente de linhaça, é recomendável triturá-las num liquidificador e consumir o seu farelo logo de imediato, evitando-se a sua oxidação e degradação.

A pessoa que apresenta algum problema de saúde deve procurar, sem tardar, uma orientação terapêutica naturopática. Mas a prevenção às doenças é o melhor dos tratamentos. Sempre se deve combater a automedicação. Somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.

A semente de linhaça (Linum usitatissimum) provém do linho, uma planta herbácea de excelente fibra têxtil, pertencente à família das lineáceas.

Desde os primórdios da civilização humana, ela tem sido utilizada como uma importante fonte de alimento. Na Mesopotâmia, achados arqueológicos revelaram sistemas de irrigação, construídos há sete mil anos, que possibilitaram o seu cultivo.

De origem asiática, o linho é cultivado em regiões temperadas e com elevada umidade. No início do século XVII, foi introduzido na América do Norte e no Brasil (na ilha de Santa Catarina, depois se espalhou por outros Estados: São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul).

Benefícios da semente de linhaça: redução da taxa de açúcar; emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade); combate à prisão de ventre; preventivo de vários tipos de câncer, aterosclerose; anemia, TPM, etc... Até o final do século XVIII, o linho era uma das maiores fontes de onde se extraíam fibras para a confecção de tecidos; o tecido de linho é feito com as fibras dessa planta. O linho têxtil é apreciado por suas qualidades de resistência, durabilidade e conforto.

É amplo o seu campo de aplicação: linhas de costuras, vestuário, lençóis, tecidos de estofamento e toalhas. Então, a partir daí, o algodão torna-se mais popular.

O linho fornece tanto sementes marrom-escuro (de onde se extrai o óleo de linhaça, de uso industrial e medicinal), quanto amarelo-dourado (mais ricas e adequadas ao uso alimentar e medicinal).

Atualmente, a semente de linhaça é cultivada em quase todo o mundo também como importante fonte de alimento, óleos insaturados e fibras. Tem sido tradicionalmente empregada pela medicina indiana Ayurveda no combate dos distúrbios digestivos e respiratórios, das doenças reumáticas e da irritação do trato urinário.

O óleo de linhaça é rico em ácidos graxos poliinsaturados do tipo ômega-3 (ácido alfalinolênico), também apresenta uma quantidade significativa de ácido linoléico (ômega-6) e de ácido oléico (ômega-9).

A semente de linhaça apresenta diversos componentes importantes para a saúde, sendo a de cor amarelo-dourado a mais rica: minerais; oligoelementos; aminoácidos; monossacarídeos; ácido alfa-linolênico (é a mais rica fonte de ômega-3 existente na natureza); fibras solúveis e insolúveis (uma das maiores fontes de fibras úteis; cada 50 g de sementes contém 11,7 g de fibra, um percentual muito maior à do trigo e à do arroz integral); lignina; 41% de óleos insaturados; 26% de proteínas; 24% de extrato de nitrogênio livre; 5% de fibras; fitoestrógenos e 4 % de cinzas.

Estudos evidenciam benefíicos

Recentes estudos científicos evidenciam notáveis efeitos medicinais da semente de linho. A ingestão diária do farelo fresco das sementes de linho muito auxilia na redução da taxa de açúcar circulante no sangue nos diabéticos e no emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade). Também é importante no combate: à prisão de ventre (devido ao seu elevado conteúdo de fibras e mucilagem/goma); ao excesso de colesterol (principalmente do LDL e VLDL); às doenças degenerativas e cardiovasculares (aterosclerose); à anemia e desnutrição; ao câncer de mama, da próstata, do cólon e do pulmão (principalmente como preventivo, segundo o “Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos”); ao desequilíbrio hormonal (indicada no combate da síndrome da tensão pré-menstrual e dos sintomas da menopausa); à imunidade baixa; à asma; às afecções dermatológicas (como o lúpus eritematoso); e à nefrite.

Algumas pesquisas sugerem que a ingestão regular de soja e do farelo fresco de linhaça estimula a produção de estrogênio (hormônio sexual) em mulheres na pós-menopausa.

A naturopatia recomenda ½ xícara diária do farelo fresco da semente de linhaça para prevenir o câncer de mama e duas colheres das de sopa, para auxiliar no funcionamento dos intestinos. Basta triturar bem as sementes de linhaça em um liquidificador. A semente de linho contém 27 componentes anticancerígenos (um deles é a lignina), previne e combate a formação de tumores.

O farelo fresco da semente de linhaça pode ser adicionado em iogurtes, saladas, sopas, sucos, vitaminas, multimisturas de fibras, bolos, massas de pães e em outros alimentos. O seu óleo também pode ser utilizado em receitas culinárias.

A semente de linho apresenta uma quantidade superior de ômega-3 em relação aos óleos de peixes. Cada 60 g de sementes douradas de linho contêm 9 g de ácidos graxos insaturados ômega-3, o que corresponde à mesma quantidade presente em 1,7 kg de salmão.

Cada 46 g do farelo fresco das sementes de linho contêm: calorias: 251 kcal; proteínas: 10,6 g; carboidratos: 13,9 g; gorduras: 16,9 g; fibras: 11,7 g; ômega-3: 8,0 g; ômega-6: 2,4 g; vitamina A: 8,5 UI; vitamina E: 59 UI; vitamina B1: 0,3 mg; vitamina B2: 1,5 mg; vitamina B3: 2,2 mg; vitamina B6: 0,4 mg; vitamina B12: 0,3 mg; cálcio: 104 mg; potássio: 338 mg; sódio: 10,4 mg; magnésio: 229 mg; ferro: 2,2 mg; cobre: 1,1 mg; manganês: 2,5 mg; selênio: 4 mcg; cromo: 5 mcg; e aminoácidos essenciais: valina, isoleucina, leucina, licina, metionina, fenilalanina, treonina e triptofano.

Após inúmeros estudos e pesquisas, o farelo fresco e o óleo de linhaça ganharam credibilidade e vêm sendo empregados terapeuticamente e com bons resultados no combate da artrite reumatóide e esclerose múltipla. Apresenta efeitos terapêuticos semelhantes aos do óleo de prímula (ácido gama-linolênico) e um custo menor do que o de outras fontes de ácidos graxos poliinsaturados. A farinha da semente de linhaça serve para fazer cataplasmas emolientes e também apresenta propriedades diuréticas.

A deficiência nutricional dos ácidos graxos essenciais pode ocasionar diversos desequilíbrios metabólicos: aumento do colesterol sanguíneo, disfunção das glândulas tireoidianas e adrenais, deficiência no crescimento, doenças de pele, acne, dificuldade de cicatrização, pele seca, alopecia, enfraquecimento do tecido conjuntivo e das articulações, hipertrofia da próstata, psoríase, esclerose múltipla, diarréia e cálculos biliares.

Suplementação nutricional

Modo de usar: como um importante suplemento nutricional, consumir diariamente o conteúdo de duas colheres das de sopa do farelo fresco da semente de linhaça, pela manhã e à tarde. Para se preservarem as propriedades nutricionais e terapêuticas da semente de linhaça, é recomendável triturá-las num liquidificador e consumir o seu farelo logo de imediato, evitando-se a sua oxidação e degradação.

A pessoa que apresenta algum problema de saúde deve procurar, sem tardar, uma orientação terapêutica naturopática. Mas a prevenção às doenças é o melhor dos tratamentos. Sempre se deve combater a automedicação. Somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.

A semente de linhaça (Linum usitatissimum) provém do linho, uma planta herbácea de excelente fibra têxtil, pertencente à família das lineáceas.

Desde os primórdios da civilização humana, ela tem sido utilizada como uma importante fonte de alimento. Na Mesopotâmia, achados arqueológicos revelaram sistemas de irrigação, construídos há sete mil anos, que possibilitaram o seu cultivo.

De origem asiática, o linho é cultivado em regiões temperadas e com elevada umidade. No início do século XVII, foi introduzido na América do Norte e no Brasil (na ilha de Santa Catarina, depois se espalhou por outros Estados: São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul).

Benefícios da semente de linhaça: redução da taxa de açúcar; emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade); combate à prisão de ventre; preventivo de vários tipos de câncer, aterosclerose; anemia, TPM, etc... Até o final do século XVIII, o linho era uma das maiores fontes de onde se extraíam fibras para a confecção de tecidos; o tecido de linho é feito com as fibras dessa planta. O linho têxtil é apreciado por suas qualidades de resistência, durabilidade e conforto.

É amplo o seu campo de aplicação: linhas de costuras, vestuário, lençóis, tecidos de estofamento e toalhas. Então, a partir daí, o algodão torna-se mais popular.

O linho fornece tanto sementes marrom-escuro (de onde se extrai o óleo de linhaça, de uso industrial e medicinal), quanto amarelo-dourado (mais ricas e adequadas ao uso alimentar e medicinal).

Atualmente, a semente de linhaça é cultivada em quase todo o mundo também como importante fonte de alimento, óleos insaturados e fibras. Tem sido tradicionalmente empregada pela medicina indiana Ayurveda no combate dos distúrbios digestivos e respiratórios, das doenças reumáticas e da irritação do trato urinário.

O óleo de linhaça é rico em ácidos graxos poliinsaturados do tipo ômega-3 (ácido alfalinolênico), também apresenta uma quantidade significativa de ácido linoléico (ômega-6) e de ácido oléico (ômega-9).

A semente de linhaça apresenta diversos componentes importantes para a saúde, sendo a de cor amarelo-dourado a mais rica: minerais; oligoelementos; aminoácidos; monossacarídeos; ácido alfa-linolênico (é a mais rica fonte de ômega-3 existente na natureza); fibras solúveis e insolúveis (uma das maiores fontes de fibras úteis; cada 50 g de sementes contém 11,7 g de fibra, um percentual muito maior à do trigo e à do arroz integral); lignina; 41% de óleos insaturados; 26% de proteínas; 24% de extrato de nitrogênio livre; 5% de fibras; fitoestrógenos e 4 % de cinzas.

Estudos evidenciam benefíicos

Recentes estudos científicos evidenciam notáveis efeitos medicinais da semente de linho. A ingestão diária do farelo fresco das sementes de linho muito auxilia na redução da taxa de açúcar circulante no sangue nos diabéticos e no emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade). Também é importante no combate: à prisão de ventre (devido ao seu elevado conteúdo de fibras e mucilagem/goma); ao excesso de colesterol (principalmente do LDL e VLDL); às doenças degenerativas e cardiovasculares (aterosclerose); à anemia e desnutrição; ao câncer de mama, da próstata, do cólon e do pulmão (principalmente como preventivo, segundo o “Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos”); ao desequilíbrio hormonal (indicada no combate da síndrome da tensão pré-menstrual e dos sintomas da menopausa); à imunidade baixa; à asma; às afecções dermatológicas (como o lúpus eritematoso); e à nefrite.


Algumas pesquisas sugerem que a ingestão regular de soja e do farelo fresco de linhaça estimula a produção de estrogênio (hormônio sexual) em mulheres na pós-menopausa.

A naturopatia recomenda ½ xícara diária do farelo fresco da semente de linhaça para prevenir o câncer de mama e duas colheres das de sopa, para auxiliar no funcionamento dos intestinos. Basta triturar bem as sementes de linhaça em um liquidificador. A semente de linho contém 27 componentes anticancerígenos (um deles é a lignina), previne e combate a formação de tumores.

O farelo fresco da semente de linhaça pode ser adicionado em iogurtes, saladas, sopas, sucos, vitaminas, multimisturas de fibras, bolos, massas de pães e em outros alimentos. O seu óleo também pode ser utilizado em receitas culinárias.

A semente de linho apresenta uma quantidade superior de ômega-3 em relação aos óleos de peixes. Cada 60 g de sementes douradas de linho contêm 9 g de ácidos graxos insaturados ômega-3, o que corresponde à mesma quantidade presente em 1,7 kg de salmão.

Cada 46 g do farelo fresco das sementes de linho contêm: calorias: 251 kcal; proteínas: 10,6 g; carboidratos: 13,9 g; gorduras: 16,9 g; fibras: 11,7 g; ômega-3: 8,0 g; ômega-6: 2,4 g; vitamina A: 8,5 UI; vitamina E: 59 UI; vitamina B1: 0,3 mg; vitamina B2: 1,5 mg; vitamina B3: 2,2 mg; vitamina B6: 0,4 mg; vitamina B12: 0,3 mg; cálcio: 104 mg; potássio: 338 mg; sódio: 10,4 mg; magnésio: 229 mg; ferro: 2,2 mg; cobre: 1,1 mg; manganês: 2,5 mg; selênio: 4 mcg; cromo: 5 mcg; e aminoácidos essenciais: valina, isoleucina, leucina, licina, metionina, fenilalanina, treonina e triptofano.

Após inúmeros estudos e pesquisas, o farelo fresco e o óleo de linhaça ganharam credibilidade e vêm sendo empregados terapeuticamente e com bons resultados no combate da artrite reumatóide e esclerose múltipla. Apresenta efeitos terapêuticos semelhantes aos do óleo de prímula (ácido gama-linolênico) e um custo menor do que o de outras fontes de ácidos graxos poliinsaturados. A farinha da semente de linhaça serve para fazer cataplasmas emolientes e também apresenta propriedades diuréticas.


A deficiência nutricional dos ácidos graxos essenciais pode ocasionar diversos desequilíbrios metabólicos: aumento do colesterol sanguíneo, disfunção das glândulas tireoidianas e adrenais, deficiência no crescimento, doenças de pele, acne, dificuldade de cicatrização, pele seca, alopecia, enfraquecimento do tecido conjuntivo e das articulações, hipertrofia da próstata, psoríase, esclerose múltipla, diarréia e cálculos biliares.


Suplementação nutricional

Modo de usar: como um importante suplemento nutricional, consumir diariamente o conteúdo de duas colheres das de sopa do farelo fresco da semente de linhaça, pela manhã e à tarde. Para se preservarem as propriedades nutricionais e terapêuticas da semente de linhaça, é recomendável triturá-las num liquidificador e consumir o seu farelo logo de imediato, evitando-se a sua oxidação e degradação.
A pessoa que apresenta algum problema de saúde deve procurar, sem tardar, uma orientação terapêutica naturopática. Mas a prevenção às doenças é o melhor dos tratamentos. Sempre se deve combater a automedicação. Somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.

A semente de linhaça (Linum usitatissimum) provém do linho, uma planta herbácea de excelente fibra têxtil, pertencente à família das lineáceas.

Desde os primórdios da civilização humana, ela tem sido utilizada como uma importante fonte de alimento. Na Mesopotâmia, achados arqueológicos revelaram sistemas de irrigação, construídos há sete mil anos, que possibilitaram o seu cultivo.

De origem asiática, o linho é cultivado em regiões temperadas e com elevada umidade. No início do século XVII, foi introduzido na América do Norte e no Brasil (na ilha de Santa Catarina, depois se espalhou por outros Estados: São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul).

Benefícios da semente de linhaça: redução da taxa de açúcar; emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade); combate à prisão de ventre; preventivo de vários tipos de câncer, aterosclerose; anemia, TPM, etc... Até o final do século XVIII, o linho era uma das maiores fontes de onde se extraíam fibras para a confecção de tecidos; o tecido de linho é feito com as fibras dessa planta. O linho têxtil é apreciado por suas qualidades de resistência, durabilidade e conforto.

É amplo o seu campo de aplicação: linhas de costuras, vestuário, lençóis, tecidos de estofamento e toalhas. Então, a partir daí, o algodão torna-se mais popular.

O linho fornece tanto sementes marrom-escuro (de onde se extrai o óleo de linhaça, de uso industrial e medicinal), quanto amarelo-dourado (mais ricas e adequadas ao uso alimentar e medicinal).

Atualmente, a semente de linhaça é cultivada em quase todo o mundo também como importante fonte de alimento, óleos insaturados e fibras. Tem sido tradicionalmente empregada pela medicina indiana Ayurveda no combate dos distúrbios digestivos e respiratórios, das doenças reumáticas e da irritação do trato urinário.

O óleo de linhaça é rico em ácidos graxos poliinsaturados do tipo ômega-3 (ácido alfalinolênico), também apresenta uma quantidade significativa de ácido linoléico (ômega-6) e de ácido oléico (ômega-9).

A semente de linhaça apresenta diversos componentes importantes para a saúde, sendo a de cor amarelo-dourado a mais rica: minerais; oligoelementos; aminoácidos; monossacarídeos; ácido alfa-linolênico (é a mais rica fonte de ômega-3 existente na natureza); fibras solúveis e insolúveis (uma das maiores fontes de fibras úteis; cada 50 g de sementes contém 11,7 g de fibra, um percentual muito maior à do trigo e à do arroz integral); lignina; 41% de óleos insaturados; 26% de proteínas; 24% de extrato de nitrogênio livre; 5% de fibras; fitoestrógenos e 4 % de cinzas.


Estudos evidenciam benefíicos

Recentes estudos científicos evidenciam notáveis efeitos medicinais da semente de linho. A ingestão diária do farelo fresco das sementes de linho muito auxilia na redução da taxa de açúcar circulante no sangue nos diabéticos e no emagrecimento em caso de obesidade (por produzir saciedade). Também é importante no combate: à prisão de ventre (devido ao seu elevado conteúdo de fibras e mucilagem/goma); ao excesso de colesterol (principalmente do LDL e VLDL); às doenças degenerativas e cardiovasculares (aterosclerose); à anemia e desnutrição; ao câncer de mama, da próstata, do cólon e do pulmão (principalmente como preventivo, segundo o “Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos”); ao desequilíbrio hormonal (indicada no combate da síndrome da tensão pré-menstrual e dos sintomas da menopausa); à imunidade baixa; à asma; às afecções dermatológicas (como o lúpus eritematoso); e à nefrite.


Algumas pesquisas sugerem que a ingestão regular de soja e do farelo fresco de linhaça estimula a produção de estrogênio (hormônio sexual) em mulheres na pós-menopausa.

A naturopatia recomenda ½ xícara diária do farelo fresco da semente de linhaça para prevenir o câncer de mama e duas colheres das de sopa, para auxiliar no funcionamento dos intestinos. Basta triturar bem as sementes de linhaça em um liquidificador. A semente de linho contém 27 componentes anticancerígenos (um deles é a lignina), previne e combate a formação de tumores.

O farelo fresco da semente de linhaça pode ser adicionado em iogurtes, saladas, sopas, sucos, vitaminas, multimisturas de fibras, bolos, massas de pães e em outros alimentos. O seu óleo também pode ser utilizado em receitas culinárias.

A semente de linho apresenta uma quantidade superior de ômega-3 em relação aos óleos de peixes. Cada 60 g de sementes douradas de linho contêm 9 g de ácidos graxos insaturados ômega-3, o que corresponde à mesma quantidade presente em 1,7 kg de salmão.

Cada 46 g do farelo fresco das sementes de linho contêm: calorias: 251 kcal; proteínas: 10,6 g; carboidratos: 13,9 g; gorduras: 16,9 g; fibras: 11,7 g; ômega-3: 8,0 g; ômega-6: 2,4 g; vitamina A: 8,5 UI; vitamina E: 59 UI; vitamina B1: 0,3 mg; vitamina B2: 1,5 mg; vitamina B3: 2,2 mg; vitamina B6: 0,4 mg; vitamina B12: 0,3 mg; cálcio: 104 mg; potássio: 338 mg; sódio: 10,4 mg; magnésio: 229 mg; ferro: 2,2 mg; cobre: 1,1 mg; manganês: 2,5 mg; selênio: 4 mcg; cromo: 5 mcg; e aminoácidos essenciais: valina, isoleucina, leucina, licina, metionina, fenilalanina, treonina e triptofano.

Após inúmeros estudos e pesquisas, o farelo fresco e o óleo de linhaça ganharam credibilidade e vêm sendo empregados terapeuticamente e com bons resultados no combate da artrite reumatóide e esclerose múltipla. Apresenta efeitos terapêuticos semelhantes aos do óleo de prímula (ácido gama-linolênico) e um custo menor do que o de outras fontes de ácidos graxos poliinsaturados. A farinha da semente de linhaça serve para fazer cataplasmas emolientes e também apresenta propriedades diuréticas.


A deficiência nutricional dos ácidos graxos essenciais pode ocasionar diversos desequilíbrios metabólicos: aumento do colesterol sanguíneo, disfunção das glândulas tireoidianas e adrenais, deficiência no crescimento, doenças de pele, acne, dificuldade de cicatrização, pele seca, alopecia, enfraquecimento do tecido conjuntivo e das articulações, hipertrofia da próstata, psoríase, esclerose múltipla, diarréia e cálculos biliares.


Suplementação nutricional

Modo de usar: como um importante suplemento nutricional, consumir diariamente o conteúdo de duas colheres das de sopa do farelo fresco da semente de linhaça, pela manhã e à tarde. Para se preservarem as propriedades nutricionais e terapêuticas da semente de linhaça, é recomendável triturá-las num liquidificador e consumir o seu farelo logo de imediato, evitando-se a sua oxidação e degradação.

A pessoa que apresenta algum problema de saúde deve procurar, sem tardar, uma orientação terapêutica naturopática. Mas a prevenção às doenças é o melhor dos tratamentos. Sempre se deve combater a automedicação. Somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.

Fonte:expressomt.com.br

domingo, 17 de janeiro de 2010

Começa hoje mais uam edição da São Paulo Fashion Week

O que vem por aí
Saiba as novidades que algumas grifes estão preparando para as coleções da próxima estação

Virna Wulkan - Coordenação de moda e texto

São Paulo - Começa hoje mais uma edição da São Paulo Fashion Week, que contará com 39 desfiles de algumas das principais grifes do País. Serão seis dias de apresentações no Pavilhão da Bienal, quando serão mostradas muitas das tendências que pautarão a moda do próximo inverno. Representantes de algumas das principais grifes que participam do evento mostram o que vão apresentar nas passarelas do evento, e comentam as criações.


"Olhando para o vasto e rico trabalho da figurinista Edith Head (famosa pelos seus figurinos em Hollywood entre os anos 30 e 60), encontramos como essência a paixão pela elaboração da roupa, passando por todas as etapas, do tecido à forma. O processo de construção têxtil serviu de guia tanto para a escolha de matérias primas, quanto para a reinterpretação das estampas, dos bordados e das tramas em teares, que deixam as peças com aparência artesanal."

Giselle Nasser e Andréa Ribeiro, estilistas da Cori


"O tema será: caça e caçadoras. Dessa forma, teremos desenhos e estampas de animais selvagens, como corujas, girafas, serpentes, arraias e morcegos, entre outros bichos, trazendo à tona a faceta animal das mulheres. Do outro lado, estão as caçadoras, mulheres aristocráticas e elegantes, representadas pela mistura de matérias primas nobres (como tweed, lã, couro, tricô) em silhuetas sofisticadas. Mas, no inverno da Neon, os bichos vencem no final!"

Rita Comparato e Dudu Bertholini, estilistas da Neon


"A inspiração este ano é o Amazonas. Sempre tivemos uma preocupação com assuntos ligados ao meio ambiente. Pesquisando sobre o estado do Amazonas, constatei que é o único que conserva 98% de suas florestas, o que me motivou a revelar toda essa riqueza em minha próxima coleção. A exuberância dos pássaros estará presente nas estampas, as curvas dos rios inspiraram as formas e o espírito guerreiro das amazonas é a atitude da mulher Iódice."

Valdemar Iódice, proprietário da grife


"Inspirada no universo de Sherlock Holmes, a coleção tem clima de suspense e cores frias. Ícone dos investigadores, o trench coat é desconstruído em vestidos, saias e tops. O shape cocoon (na tradução literal, significa ‘casulo’ e, na roupa, é representado pelo formato abaulado) dá volume a casacos e capas. O feminino recebe ombros marcados e volumosos, e formas geométricas que envelopam o corpo. A lavagem do jeans é dark blue, com respingos de verde e azul, e efeito desgastado."

Thiago Marcon, coordenador de estilo da 2nd Floor


"A grife traz para as passarelas a coleção Protection, inspirada na indumentária dos bombeiros, que tem proteção contra o fogo, e nas roupas usadas por praticantes de esportes radicais na neve. Essa influência é representada nos tecidos, como neoprene e gorgorão, nos materiais, com uso de fechos e zíper tipo acquabloc, de aspecto emborrachado, e nos shapes. Tudo com pitadas de fetiche. A grande aposta é o leather denim, o jeans com aparência de couro. O preto é a cor principal da cartela."

Adriana Bozon, diretora de criação da Ellus


"Para o outono inverno 2010, a Cavalera reforçou um de seus principais pilares: o rock. Com o tema Sexo, Moda e Rock’n’Roll, vamos apresentar looks que vêm recheados da vibe do rock, com muito jeans e peças de alfaiataria. Como cenário ideal para essa coleção, escolhemos a Galeria do Rock (local onde a grife fará seu desfile). É um lugar movido à música, que aceita todas as tribos. Com esse desfile, a Cavalera declara que é, eternamente, apaixonada pela cidade de São Paulo."

Fonte:estadao.com.br

sábado, 16 de janeiro de 2010

Regras para o risco


1-Quando a referência for com alguma malha que seja listrada, é necessário que seja identificado no boneco ou na ordem de corte, independente da largura para que possamos evitar possíveis dúvidas, quando forem encaixadas as referências,como esta sinalização poderá otimizar cada vez mais o corte.
2-Encaixar as referências juntas quando se tratarem de coordenadas, pois reduziremos o gasto, minimizamos o tempo e ganharemos na velocidade.
3-As referências precisam ser marcadas no boneco ou na ordem de corte, ao retornarem das compradoras, evitando diversas dúvidas ao encaixar a referência.
4-Planejar a seqüência de encaixes para podermos ter ganho de qualidade, enfestando maias malhas com altura menores, tornando-os enfestos com qualidade mais tolerável, por aumentarem no comprimento.
5-Helanca Light, Jersey e outras malhas que necessitam sejam encaixadas para um lado só. Assim que tiver malhas novas o responsável(Controle de matéria-prima)precisa ser avisado.
6-Quando os bonecos estão descendo, estão com informações incompletas como: grade, cores, proporções, qt. É necessário que venha com todas as informações pertinentes para não afetar no momento do encaixe.

Regras do Corte


1-Na programação do corte do dia, mesclar vestidos,listrados e biquínis não cortar nunca no mesmo dia, alternar.
2-Tantas quantas forem a quantidades de matérias-primas diferentes igual será o número de folhas.Se eu tenho forro,malha e entretela iremos usar três folhas de ficha de mesa que virá da funcionária que prenche a ficha técnica.
3-Tudo que diz respeito ao corte, todos os problemas serão solucionados pela(o) Supervisora(o) do corte, fica expressamente proibido o cortador, enfestador subir até ao desenvolvimento para resolver problemas relacionados ao corte.
4-Quaisquer complementos relacionados a referência, interferências por motivo alheio, será proibido pegar matéria-prima de outra referência para completar o corte.
5-Na chegada da malha depois do descanso da malha o responsável coloca a largura no caderno ou sinaliza para o riscador automatizado para fazer o risco de acordo com a largura.
6-Quando precisar ficar até mais tarde, tem que ficar alguén com o corte.A pergunta tem que ser inversa, de quem vai ficar, para precisamos ficar até mais tarde.
7-O enfestador tem que ter segurança no que está fazendo para não dar margen de erro para o cortador.
8-Os cáculos das referências(ficha de mesa) do dia será feito antes do corte do dia.
9-Obrigatoriamente a marcação da produção anotada no quadro todos os dias, contando com os resistros do saip e dos complementos anotados no caderno dos cortadores.
10-Cortar todas as cores sempre juntas tem uma cor e não tenho a outra, espera chegar a outra cor.
11-Na chegada da máquina de enfestar será revisto o enfesto tipo escada.
12-Fazer acompanhamento da produção por parte do dia, ao meio-dia e às 17:hs.Medir os números antes do meio dia para tomar providêcias para melhorar o corte.
13-O enfesto feito até 17:00 hs do dia tem quer ser cortado até 11:00hs do dia seguinte.
14-Referências que serão cortados no dia, expostas em quadro com data de entrega para interagir com enfestadores e cortadores.
15-Os cortes programados para aquela semana tem ser finalizados na semana, tendo a matéria-prima.Programado 50.000/5=10.000 por dia.Não pode passar para semana subseqüente.
16-As referências que serão cortados, havendo espaços em branco(buraco), podendo excaixar algun modelo naquele espaço envolver as modelistas.As referências com aproveitamento menor de 70% só com a assinatura do gerente.
17-As estampas da colori serão programas para fazer igual a largura de nossa malha ou comprar com largura de malha menor.
18-Malhas de uma mesma cor, de fornecedores diferentes é expressamente proibido o corte.
19-As referências cortadas e detectadas o erro após a saída, o gerente tem que ser sinalizado.
20-Todo tecido listrado só é feito o enfesto na mesa quando risco está plotado, por causa das marcações dos moldes nas partes componentes para poder casar os listrados.
21-As malhas tem que está descansada, por pelo menos dois dias úteis.
22-Na programação de corte observar as referências que serão cortadas para podermos cortar tudo que tiver renda antes do corte, disponibizando alguén para isso.
23-Todos os víeis serão cortados antes, por metragem, com formulário que constará: metragem;qt de peças; larg. do viíeis; e qt de rolos por cor.Analisaremos a tonalidade mais próxima da peça piloto e cortaremos toda a metragem para aquela cor.
24-Quaisquer enfesto com problema, será deixado de lado de lado e partir para outra referênia, até resolver a referência anterior.
25-As larguras das malhas bem como a tonalidade serão resolvidas gradativamente.
26-Na chegada da máquina de revisar tecido avaliaremos o paradigma do descanso ou não da malha.
27-As cores mesclas serão cortados junto com as outras cores, idem a mesma largura.
28-As grades de pack obedecem uma proporção para cortar estabelecido por compras, cortar de acordo com os pack(proporção), regras estas expostas na ficha técnica pelo funcionário que prencha a ficha para o correto cálculo da ficha de mesa com encaixe melhores analisados.
29-Na chegada da malha verificar se a tonalidade está de ,junto a estilista, quaisquer problemas referentes a devolução será com a compradora, verificando através da data se conseguimos fazer todo o processo e entregar a tempo.

Melhorias


PPCP
1-Otimização de Formulários(Folha de Custo,Mat,-Prima,Pagt. De Facões e Planilhão)
2-Programação com Previsões
3-Compra antecipada de Aviamentos
4-Novos Formulários (Ficha Técnica, orden de Corte, ficha comercial)

CORTE
1-Forro comprado junto com tecido
2-Encaixe melhores com aproveitamento de famílias
3-Maior Agilidade no Corte
4-Polivalência de Alguns Profissionais,otimizando os mesmos sem gerar custo
5-Lay-out do Corte e Pilotagem

COSTURA
1-Redução de profissional sem gerar custo
2-Redução do custo do Produto
3-Mais Fornecedores de Costura(Costura,Bordadeiras e Lavanderia)
Costura existiam 27, entraram 15;Bordadeiras existiam 14, entraram 2,Lavanderia existiam 1,entraram 1, Bordado à Máquina existiam 1,entraram 2).
4-Cartilha para fornecedores
5-Cadastro de Fornecedores
6-Maior Número de produtos entregue no Prazo, cerca de 30%.


ESTOQUE
1-Maior Número de peças no Estoque em Novembro 8547
2-Controle de Entrada e Saída através de Documentos

EXTRA
1-Redução de Custo serviços que eram fetos na rua, passaram a ser feito na empresa
(Colocação de etiqtetas, consertos de um modo geral, corte de roupa)
2-Documento que se despacha mercadoria