sábado, 16 de janeiro de 2010

Como ser um jovem visionário?


Já se foi o tempo em que o diploma, juntamente com os conhecimentos técnicos, garantiam uma boa posição no mercado de trabalho. Hoje as empresas analisam a capacidade técnica de um profissional e demonstram interesse pelas competências emocionais, comportamentais e, especialmente, pelas atitudes estratégicas e visionárias do jovem.

Ter visão de futuro é algo possível de ser desenvolvido. Muitos empreendedores, por exemplo, não nasceram, necessariamente, com essa vocação. A vontade de ter o próprio negócio e expandir o empreendimento é algo criado no ser humano por meio do desejo adquirido, além das motivações educacionais e profissionais que eles têm ao longo da vida.

É nesse contexto que se dá a importância de desenvolver o lado empreendedor do jovem como alternativa de negócio para o futuro ou mesmo para desenvolver características relacionadas à inovação e gerenciamento de situações adversas. No entanto, ainda há poucas instituições de ensino realmente empenhadas em desenvolver este conceito em seus alunos.

Esta responsabilidade não é somente das universidades ao prepará-los para o mercado, é preciso entender que desenvolver o lado visionário dos jovens é importante desde a formação básica. Hoje já existem escolas que possuem essa preocupação e desenvolvem programas de incentivo, como uma forma de criar nos jovens, atitudes empreendedoras.

Entre as poucas escolas que promovem essa visão, algumas fazem com que eles vivenciem a experiência na prática, por meio de acompanhamento do trabalho e também de empresas juniores. Neste caso, os alunos passam por uma experiência de empreendedorismo com a criação de uma empresa real com a estrutura necessária e os cargos definidos. Além de fazer com que os adolescentes despertem interesse pelo futuro profissional, esses projetos reservam a eles um aprendizado que levarão para toda a vida, como base para desenvolver novas competências.

A boa notícia é que os jovens brasileiros estão cada vez mais interessados pelo assunto e tentam colocar em prática o desejo de ser o seu próprio chefe, como mostra a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2008. Nos últimos oito anos, o número de empreendedores até os 24 anos aumentou em quase 12% no Brasil, país que está na lista dos que mais possuem índices de empreendedorismo jovial. Segundo o levantamento feito pela GEM, 25% de empresários no país possuem idade entre 18 e 24 anos. E a grande novidade é que apenas 32% deles abriram o próprio negócio por necessidade financeira, os outros 68% o fizeram por oportunidade.

Esses dados comprovam que não existe idade para o empreendedorismo, porém há algumas características importantes a se desenvolver antes de abrir o próprio negócio. Empreender significa ter paciência, responsabilidade, pensamento estratégico e força de vontade para enfrentar desafios; habilidades que talvez os jovens com menos de 24 anos ainda não possuam por pouca experiência de vida e ensino direcionado.

É nesse ponto que entra o papel das instituições de ensino. É necessário desenvolver nas crianças e principalmente nos adolescentes, mais que conhecimentos técnicos e didáticos. É preciso proporcionar melhoria nas competências emocionais e também comportamentais. Para isso, a maneira mais simples é a atividade em grupo, bem trabalhada pelo educador, de maneira que os jovens possam interagir com os demais colegas, desenvolver estratégias para divisão de tarefas e criar responsabilidade pela entrega de um bom projeto.

Cabe às escolas e aos educadores, juntamente com as famílias, compreenderem que possuem papéis fundamentais na preparação dos estudantes no envolvimento em projetos assertivos. Desse modo, desenvolverão não só competências intelectuais, mas a prática e a disposição para lidar com situações de crise, de interação e responsabilidade, destacando-se no mercado profissional e na condução da vida como um todo.

Fonte:.administradores.com.br

Projeto exige que etiquetas de roupas sejam finas e macias


A Câmara analisa o Projeto de Lei 6019/09, do deputado Eliene Lima (PP-MT), que estabelece regras para a etiquetagem de roupas. Segundo o projeto, a etiqueta afixada em peças do vestuário deverá ser feita de tecido fino, macio e que não produza alergia. As mesmas regras valerão para a linha usada na costura da etiqueta.

A norma deverá ser seguida por fabricantes e importadores. O projeto, no entanto, não prevê penas para quem descumprir a medida.

Eliene Lima lembra que, apesar de o Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro) ter aprovado em 2008 regras sobre etiquetagem de produtos têxteis, não definiu as características das etiquetas de vestuário.

Os produtos têxteis, segundo as normas do Conmetro, devem conter etiqueta, selo, rótulo, decalque, carimbo, estampagem que identifique o fabricante ou o importador, o país de origem, os nome das fibras têxteis e sua proporção, e informações sobre os cuidados para conservação do produto e seu tamanho ou dimensão.

"A autoridade normalizadora desconsiderou as necessidades mínimas de conforto ao estabelecer a mesma norma de etiquetagem para tapetes, cortinas, peças de tecido e peças de vestuário. Desse modo, fica permitido etiquetar roupa com material grosseiro", avalia o parlamentar.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte:camara.gov.br

Moda sustentável e eco-Fashion

Desde o aparecimento das primeiras civilizações humanas, a utilização do calçado e do vestuário é guiada por valores sociais e culturais. A moda é uma forma de expressão individual e o estilo é uma escolha pessoal. Quem tem estilo, adopta uma atitude sustentável, porque faz escolhas de forma consciente e não se deixa converter em escravo da moda. Mas a moda hoje é ecológica, um sinal de inovação e criatividade. Estar na moda, evitar o desperdício e aumentar a vida útil de cada peça de vestuário ou calçado guardados no armário é o lema de quem veste a camisola pelo Planeta.

Moda sustentável e eco-fashion

O conceito de moda sustentável (eco-fashion) apareceu graças ao público cada vez mais exigente do mundo da moda, em relação à origem dos produtos e à diferenciação de marcas que utilizam materiais ecológicos e formas mais sustentáveis de produzir vestuário e calçado.

Essa busca iniciou-se desde a década de 70 do séc. XX, com o movimento hippie, e intensificou-se na primeira década do séc. XXI. A jornalista inglesa Sally Lohan, do WGSN, prestigiado site de moda internacional, assume que a consciência ecológica na moda deixou de ser moda hippie, e o vestuário e o calçado perderam o carácter artesanal daquele movimento, para assimilar novos designs e utilizar tecnologias mais sustentáveis de produção e distribuição.

Por outro lado, a eco-fashion deixou de ser produzida exclusivamente por estilistas freelancer e o conceito integra hoje colecções com etiqueta de marcas e estilistas da moda internacional, demonstrando ser possível criar peças de vestuário que não explorem os recursos naturais (como água e energia), utilizem ou reutilizem fibras têxteis, sejam atractivos do ponto de vista de design e tecnologia e, simultaneamente, satisfaçam as exigências dos consumidores mais preocupados com o ambiente.

No entanto, a maior novidade e o maior desafio do mundo da moda são as roupas produzidas com material reciclável, como resíduos de plástico do tipo PET (politereftalato de etileno) transformadas em tecido, e resíduos de couro, cortiça e pneus usados transformados em sapatos da moda. Na bijutaria, a utilização de madeiras naturais, cortiça, vidro e plástico são também tendências crescentes.


A moda a partir da Natureza

A maioria do vestuário utiliza fibras químicas, artificiais ou sintéticas. No primeiro grupo, a regeneração de polímeros naturais (como a celulose) dá origem a novas fibras como a viscose e o acetato. No segundo grupo, incluem-se fibras produzidas pelo Homem utilizando matérias-primas da indústria petroquímica, como o poliéster, a poliamida, o acrílico, o polipropileno e o poliuretano elastomérico, também conhecido como elastano.

A moda sustentável prescinde ou minimiza a aplicação de fibras químicas, é feita de materiais reciclados, tecidos orgânicos, couros alternativos e novas fibras naturais. As fibras naturais podem ser de origem vegetal (como o algodão e o linho), animal (como a lã e a seda) e mineral (como o amianto). As fibras naturais, de origem vegetal ou animal, são matérias-primas renováveis, costumam ser mais agradáveis ao toque e absorvem melhor a humidade do corpo.

Entre as fibras naturais mais utilizadas no vestuário ecológico, destacam-se o algodão orgânico e o bambu. O algodão orgânico é cultivado sem o uso de pesticidas, fertilizantes químicos e reguladores do crescimento. O cultivo de algodão pelo sistema convencional consome um quarto da produção de insecticidas em todo o mundo. Na versão orgânica, os agricultores não utilizam substâncias químicas, potencialmente tóxicas para o ambiente e para a saúde e reciclam água nas plantações para diminuir o impacto ambiental. Para ser 100% orgânico, são ainda usados pigmentos naturais no processo de tingimento. O bambu é uma planta de crescimento rápido, reproduz-se em abundância, sem o uso de pesticidas e fertilizantes e a sua fibra é naturalmente antibactericida, biodegradável e extremamente macia. Tem características adequadas a cada estação do ano: fresca no Verão e quente no Inverno.


Reciclar roupas: renovar o guarda-roupa sem consumir o planeta!

Se tem um grande guarda-roupa para cada estação, pode significar que a maioria das suas compras de vestuário é feita por impulso consumista associada à necessidade de acompanhar as últimas tendências de moda. A época de saldos é sempre uma tentação a cada nova estação, mas a maioria das vezes não existe uma real necessidade que justifique o acto da compra. E quanto maior o seu guarda-roupa, maior é o consumo de recursos naturais do planeta necessários para a sua produção e distribuição.

Ser um consumidor responsável no mundo da moda implica também verificar a etiqueta das roupas e calçado, avaliar quais as matérias-primas de que são feitos e a origem dos produtos. Pense bem no momento de adquirir mais uma peça de roupa ou um par de sapatos. E sempre que essa compra se justifique, retire outra que já não utiliza para dar-lhe uma outra utilização ou doar a instituições de caridade.

Muitas vezes, as peças de roupa sofrem pequenas nódoas ou rasgões com o tempo de utilização. O último grito da moda pode não ser comprar uma nova peça de vestuário ou calçado, mas reutilizar e reciclar roupa ou calçado velho que já não lhe servem, ficaram esquecidas no armário ou que estão fora de moda.

Como o pode fazer? Pode entregar essas peças em lojas de vestuário ou calçado em segunda mão que fazem a revenda, para nova utilização ou adaptação. Mas, se gostar de trabalhos manuais, esta pode ser uma boa sugestão para os seus tempos livres e assim criar um novo e exclusivo guarda-roupa. Existem no mercado tintas adequadas para pintura de tecidos, em diferentes cores e texturas, que depois de aplicadas podem tornar mais bonitas a sua roupa, com tolerância a lavagens e secagens sucessivas. Com um motivo de desenho e as cores adequadas, mãos à obra! E qualquer peça pode ser renovada, desde calças de ganga, t-shirts, camisolas, bonés e chapéus, etc. O mesmo pode fazer com outros objectos em casa como caixas, baús, guarda-jóias, quadros, vidros, louça, panos, naperons, toalhas, etc. Utilize outros materiais, como pedrinhas, conchas do mar, etc. Dê largas à sua imaginação e ajude o ambiente!

Combinar as suas peças esquecidas no roupeiro com outros acessórios através de pequenas aplicações pode ser uma excelente forma de reciclagem. Para dar um novo look, pode alterar golas e os punhos, aplicar novos botões, pregadeiras, cintos e fivelas. A moda pode ser divertida e criativa, sempre com um toque pessoal e exclusivo.


Reciclagem industrial de fibras têxteis

Actualmente, é possível reciclar fibras têxteis, naturais e artificiais, para aplicação na indústria de papel-moeda, fiação e tecelagem, automóvel, mobiliário, metalurgia, produtos medicinais, etc. A empresa espanhola Texlimca, instalada em Portugal, no concelho de Vila Nova de Gaia, faz a recolha e reciclagem/reutilização de roupas e sapatos usados pelos munícipes deste concelho e pretende alargar a sua actividade a outros concelhos do país. Sob a marca portuguesa Wippytex, esta empresa consegue recuperar até 90% da roupa e calçado depositado em contentores próprios. A roupa é destinada para a confecção de outros artigos têxteis e materiais (trapos de limpeza, por exemplo) ou revenda para países em desenvolvimento.

Estilistas e marcas inspirados na moda ecológica

Estilistas e marcas do mundo da moda e da alta-costura lançaram ou expandiram linhas especiais de vestuário e acessórios com materiais orgânicos e mais sustentáveis, por exigência dos seus consumidores, cada vez mais preocupados com os impactes sobre o ambiente das marcas e produtos que consomem.

A estilista inglesa Stella McCartney defensora dos direitos dos animais, não utiliza couro ou peles de animais nas suas colecções. Para além disso, possui uma colecção de roupa à base de materiais orgânicos, e outra sazonal com materiais alternativos mais amigos do ambiente e novos designs como, por exemplo, malas feitas à base de milho, 100% biodegradáveis. Na passerelle da moda mais sustentável, a marca Stella McCartney minimiza e compensa as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera de todas as colecções e desfiles e a própria estilista dá conselhos práticos para um estilo de vida mais ecológico no seu site da Internet.

O criador nova-iorquino de origem asiática Phillip Lim é mais um exemplo de que o mundo criativo da moda não põe de lado as preocupações ambientais dos seus consumidores. A linha Go Green Go integra a sua primeira colecção e inclui peças orgânicas em algodão e outros materiais naturais, num estilo trendy. Outros estilistas como Oscar de la Renta, Anna Cohen, John Patrick Organic, Linda Loudermilk, e marcas de vestuário e calçado como Patagonia, Armani e Levis são exemplos de assimilação do conceito de moda mais sustentável com linhas de algodão orgânico e materiais ecológicos inovadores, como fibras têxteis de bambú, pó de café, milho e algas, nas suas colecções.

A socióloga americana Diane Crane, autora do livro "A Moda e seu Papel Social" afirma que as roupas e acessórios que contribuem para a preservação do planeta estão na moda. Um exemplo do sucesso desta tendência no mercado da moda foi o lançamento de uma bolsa de algodão orgânico da estilista Anya Hindmarch em 2007. “I’m not a plastic bag” (Não sou um saco de plástico) pretendia sensibilizar para o impacto dos sacos de plástico descartados no ambiente. Foi um sucesso de vendas em supermercados na Inglaterra, um fenómeno reconhecido pela revista norte-americana de moda Vanity Fair.

A moda pode também servir como veículo de difusão de uma nova consciência social e ambiental. Ali Hewson e o cantor Bono, da banda irlandesa U2, criaram em 2005, a EDUN, uma marca de roupas com tecidos orgânicos produzidos por comunidades locais em África. A EDUN assume a responsabilidade social e ética da marca através da criação de negócios e emprego sustentável e do compromisso com os princípios do comércio justo nos países em vias de desenvolvimento, particularmente na África Sub-Sahariana. As T-shirts produzidas pela marca são em algodão orgânico, 100% biodegradáveis. A marca EDUN está presente na Índia, Perú, Tunísia, Quénia, Lesoto, Ilhas Maurícias e Madagáscar.

A moda ecológica pode também reflectir a adopção de comportamentos e estilos de vida mais sustentáveis das sociedades actuais. Na Europa e nos Estados Unidos, as marcas de vestuário e calçado, especializadas em moda ecológica, estimulam a criação de comunidades de consumo mais sustentável como a Organic Avenue, em Nova York.

A marca inglesa Marks & Spencer e a japonesa Uniqlo apostaram em campanhas para incentivar os seus consumidores a reciclar e reutilizar roupas usadas. Os materiais em bom estado de conservação descartados pelos consumidores são enviados para doação a campos de refugiados em países em desenvolvimento. O restante é transformado em novas fibras têxteis, utilizadas para sistemas de isolamento térmico industrial ou convertidos em matéria-prima para produção de energia. Em troca, os consumidores ganham vouchers de desconto para utilizar em novas compras.

A campanha COTTON. FROM BLUE TO GREEN, da marca DENIM, foi criada em 2006 para a reciclagem de calças de ganga e sua transformação em fibras têxteis para isolamento térmico de habitações sociais e centros comerciais. Com a ajuda da National Geographics Kids e o exemplo carismático de Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, esta campanha assume como objectivo o registo no Livro de Recordes do Guiness como a maior colecção mundial de vestuário destinada a reciclagem. A intenção e os benefícios destas campanhas vão para o ambiente, tornando a moda consciente e responsável uma forma de contribuir para uma vida melhor no planeta.

Cosmética orgânica: a beleza mais natural

A utilização de produtos naturais, nomeadamente essências, óleos e plantas naturais, tem sido cada vez mais utilizada no mundo da cosmética, sobretudo em países europeus como a França e a Alemanha. A preocupação em tratar a pele e os cabelos, evitando os produtos químicos agressivos para a saúde e para o ambiente, tem aumentado entre os consumidores e é simultaneamente assumida como uma nova exigência do mercado da cosmética. Os produtos de cosmética com componentes orgânicos são uma alternativa aos produtos sintéticos, principalmente para pessoas com maior sensibilidade para alergias e irritações de pele. No entanto, o marketing exacerba a composição dita orgânica dos produtos de cosmética, através da publicidade, sem garantia ou certificação da sua verdadeira composição para o consumidor.

Na União Europeia, não existem regulamentos legais uniformizados entre os diferentes países que atendam às dificuldades dos consumidores em identificar cosméticos mais amigos do ambiente e seguros para a saúde e, simultaneamente, garantam a qualidade dos produtos de cosmética natural. Alguns sistemas de certificação têm sido definidos para garantir a conformidade segundo padrões de qualidade e segurança em alguns países europeus, como as certificações da ECOCERT (França) e da SOIL ASSOCIATION (Reino Unido).

A ECOCERT certifica produtos e empresas de produtos de cosmética (fornecedores e produtores) e determina que um produto de cosmética natural ou orgânico certificado deverá apresentar um conteúdo mínimo de 95% de ingredientes naturais e máximo de 5% de ingredientes sintéticos. Para além disso, 50% dos ingredientes à base de plantas devem estar certificados como provenientes de agricultura biológica, no caso de um produto natural. Para um produto natural e orgânico, o conteúdo mínimo de ingredientes à base de plantas certificados, provenientes de agricultura biológica, deverá ser de 95%. Para garantir que todos os produtos têm ingredientes de origem orgânica, a certificação ECOCERT determina um conteúdo mínimo de 5% de ingredientes orgânicos certificados relativamente à composição total do produto para estar em conformidade com as especificações de produto natural. Este conteúdo mínimo deverá ser de 10% para um produto orgânico e natural. Em ambos os casos, o conteúdo máximo de ingredientes sintéticos não deverá ultrapassar os 5% relativamente à composição do produto final. A embalagem de produtos de cosmética certificados deve ser reciclada, sem a utilização de químicos e tóxicos e com o mínimo consumo de energia e impacto no ambiente.

Por sua vez, a SOIL ASSOCIATION realiza a certificação de produtos cosméticos de origem orgânica, através de auditorias e inspecções anuais aos sistemas de produção e processamento dos cosméticos, a validação de fórmulas e rótulos, a garantia da não utilização de organismos geneticamente modificados (OGM) e de um conteúdo mínimo de 95% de ingredientes orgânicos, indicado na embalagem do produto.

A ausência de regulação e a dificuldade de harmonização da indústria cosmética a nível europeu dificulta o aparecimento de um sistema de certificação de produtos cosméticos orgânicos uniformizado. As normas COSMOS são um esforço de uniformização internacional para a criação de um sistema normativo para a certificação para produtos cosméticos orgânicos, em todos os países europeus. Estas normas são da responsabilidade de várias associações de certificação como a BDIH (Alemanha), a BIOFORUM (Bélgica), a COSMEBIO e a ECOCERT (França) o ICEA (Itália) e a SOIL ASSOCIATION (Reino Unido), as quais garantem ainda o cumprimento da legislação nacional e europeia, como a directiva comunitária sobre produtos de cosmética (Directiva Comunitária 76/768/CEE do Conselho e suas alterações posteirores) e o Regulamento REACH da Comunidade Europeia sobre substâncias perigosas (Regulamento nº 1907/2006).

A preocupação dos consumidores com os impactes dos produtos de cosmética na saúde e no ambiente e a necessidade de certificação de produtos de origem natural e orgânica segue a tendência europeia em países como os Estados Unidos da América e o Canadá. “The Campaign for Safe Cosmetics” é um movimento organizado de várias organizações não governamentais de ambiente e saúde pública que tem como objectivo proteger os direitos dos consumidores em relação à indústria dos cosméticos e de produtos de higiene, dirigindo o consumo para produtos mais amigos do ambiente e mais seguros para a saúde dos consumidores.

Pode seguir alguns conselhos práticos na compra de produtos de cosmética orgânicos. Informe-se sobre os ingredientes utilizados na indústria da cosmética, nomeadamente os derivados do petróleo como os parabenos, os ftalatos e o formaldeído, todas substâncias carcinogénicas. Verifique a composição dos seus cosméticos e produtos de higiene, as quantidades e percentagens de cada ingrediente descrito nos rótulos. Elimine aqueles que contenham produtos que possam ter impactos na sua saúde e no ambiente (possam poluir o ar, as águas e os solos com substâncias perigosas). Procure substituir esses produtos por outros mais seguros e fiáveis e que contenham na sua composição substâncias mais amigas do ambiente e da sua saúde.


Fonte:planetazul.pt

Criatividade:quando ela passa de ponto positivo para negativo no trabalho

A criatividade é uma característica bastante valorizada no mercado de trabalho, tanto que, hoje em dia, é comum encontrá-la como requisito essencial na maior parte dos anúncios de emprego.
Entretanto, se não aliada a outras características, como flexibilidade e praticidade, ela pode passar de ponto positivo para um entrave na carreira de um profissional.

“A criatividade se torna perigosa quando a pessoa vive tendo ideias mirabolantes, mas que são difíceis de serem colocadas em prática. E o pior, ela insiste nisto, perdendo muito tempo e, às vezes, até dinheiro”, explica a consultora de Carreiras da Career Center, Adriana Néglia.

Do fundo do poço ao topo do sucesso

Para que as suas ideias não o levem para o fundo do poço, e sim para o topo do sucesso, a consultora dá algumas dicas:

•Se você acredita ser uma pessoa muito criativa, talvez seja uma alternativa procurar emprego em empresas que não sejam muito conservadoras, pois as chances de suas ideias serem aceitas serão maiores.
•Está inseguro? Antes de fazer a sugestão, verifique a aceitação da mesma entre as pessoas mais próximas e avalie o que foi demonstrado por elas como prós e contras.
•Possibilidades: verifique também se o que você irá propor é algo que está dentro das possibilidades, sendo que antes de lançar uma nova ideia é necessário fazer um balanço para ver se ela se adequa aos objetivos da empresa e, especialmente, se ela traz oportunidades de novos negócios.

Fonte:administradores.com.br

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sintéticos versus naturais:saiba escolher entre os tecidos


Até pouco tempo atrás, o mundo da moda torcia o nariz para os tecidos 100% sintéticos. Mas o cenário muda a cada dia: o avanço das tecnologias têxteis permite a entrada desses materiais até mesmo no armário dos fashionistas mais exigentes.
De maneira geral, as fibras sintéticas saíam perdendo no comparativo com os tecidos de bases orgânicas (feitos de fibras naturais, como algodão, seda e linho). Apesar de serem resistentes, leves, secarem mais rápido e terem maior elasticidade, os tecidos sintéticos permitiam pouquíssima ventilação entre a peça e nossa pele, causando, além do desconforto, problemas como maus odores.

No entanto, a indústria têxtil já consegue importar para o prêt-à-porter algumas características antes restritas aos uniformes dos atletas profissionais. Melhor controle térmico, baixa retenção de líquido ou impermeabilidade, toque e caimento extra confortáveis agora são qualidades possíveis nas roupas do dia-a-dia.

O contraponto no momento é que, como essas tecnologias ainda são relativamente novas, o preço final da peça ganha vários digitos. Nesse caso, o mais correto é tentar enxergar a relação entre o custo (elevado) e o benefício (que muitas vezes vai compensar o custo).

É bom lembrar que os tecidos sintéticos por mais avançados que sejam, requerem cuidados especiais para sua conservação. Em outras palavras, pra evitar aquelas “bolinhas” no tecido, ou rugas e envelhecimento, as peças com maior composição de fibras sintéticas exigem lavagens mais cautelosas ou até mesmo a seco. Por outro lado, são mais resistentes e secam em pouco tempo, sendo assim ótimas opções pra quem viaja muito.

Já os tecidos naturais, embora possam desbotar com o passar do tempo e amassem com mais facilidade, possuem caimento mais confortável, toque agradável, além de serem mais duradouros que os sintéticos. Sem contar que permitem uma troca de calor mais eficaz, evitando aquele cheiro que pode ficar impregnado na roupa e também proporcionando uma sensação mais fresca.

Na dúvida, vale sempre recorrer à etiqueta que indica a composição dos fios de cada peça de roupa. Assim, se uma camiseta tiver mais poliéster do que algodão, por exemplo, significa que ela tem mais características sintéticas do que orgânicas.

Fonte:correiodobrasil.com.br

Roupas antienvelhecimento são aprsentadas no Fashion Rio 2.010


Um pijama ou camisola que solta partículas de vitamina A, E, F, de aloe vera e jojoba. Isso é verdade e já é possível usar roupas que podem ajudar, de fato, a ter uma aparência mais jovem, a partir do lançamento da La Chatte Eco Fun, empresa do polo de moda de Nova Friburgo, do Rio de Janeiro. A confecção apresentou sua coleção no Rio-à-Porter, o salão de negócios ligado ao Fahion Rio. As peças - calças saruel, shorts boyfrend, camisolas e camisetes - chegarão ao público com preços entre R$40 e R$90.

As roupas são produzidas com tecidos de fibra de bambu e linho, trabalhados com o uso de nanotecologia, que libera partículas microscópicas destas substâncias. As nanopartículas penetram na pele durante o uso da roupa. Assim, quem usar as roupas da La Chatte Eco Fun podem contar com a aloe vera para um efeito calmante e a jojoba como hidratante, sem contar os benefícios antienvelhecimento das vitaminas.

Segundo a confecção, as nanopartículas permanecem no tecido por cerca de um ano ou mais, o que vai depender do número de entradas das roupas na máquina de lavar.
Tags: moda, saúde

Fonte:correiodobrasil.com.br

Alunos do Senai/Cetiqt customizam jeans nas lojas,Cantão, no Rio


Se você não sabe o quer fazer com aquele jeans usado que tanto gosta, dê uma nova cara ao modelo. A faculdade SENAI/CETIQT e a grife de moda carioca Cantão fecharam parceria e, até o final do mês, alunos da instituição estarão em cinco lojas da marca para customizar a peça antiga pelo cliente.

A novidade só vale para aqueles que comprarem um novo modelo de jeans da grife Cantão, ou seja, na compra de uma nova calça, o cliente que trouxer um modelo de calça já usado, poderá escolher um dos três produtos desenvolvidos pela instituição para a customização final da peça.

Os trabalhos serão realizados por alunos do Curso Superior de Tecnologia em Produção de Vestuário com Ênfase em Modelagem do Senai/Cetiqt, que vão se dividir em dois turnos: das 14h às 18hs e das 16 às 20hs. As customizações serão feitas em cinco lojas do Cantão, no Rio. Entre elas estão as unidades do Shopping Leblon, Shopping Tijuca, Shopping da Gávea, Rio Design Barra e na loja localizada na rua Ataulfo de Paiva, 566, no Leblon.

“A atividade visa à integração empresa-ensino, onde o estudante poderá exercer na prática a teoria aprendida nos cursos de moda que ministramos no Senai/Cetiqt. A parceria com Cantão funcionará como um estágio para estes alunos que já estão em fase final de graduação”, explica Flávio Sabrá, coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Produção de Vestuário com Ênfase em Modelagem do Senai/Cetiqt.

A instituição de ensino irá fornecer acessórios para os trabalhos de customização e máquinas de costura industrial – reta de ponto fixo, que serão instaladas nas cinco lojas da grife carioca. Elas serão monitoradas, uma vez por semana, por um mecânico supervisor

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Costureiras Higt Tech


A rede social de moda byMK permite que a mulher vá às compras sem desembolsar um tostão .

Quem não se lembra daquela divertida brincadeira de infância de vestir bonecas de papelão com roupas recortáveis, as populares "paper dolls"? Os almanaques e revistas nacionais com as figurinhas de papel sumiram de circulação, mas quem quiser matar saudade é só entrar na rede social byMK (www.bymk.com.br) – uma espécie de Orkut da moda – e montar seus próprios looks. Funciona assim: você cria uma conta, captura imagens de roupas e acessórios da internet, segue o passo a passo muito bem explicadinho e exercita seu lado fashionista. Outra opção é abrir o "closet virtual" e servir-se do acervo, que conta com 400 mil itens, entre vestidos, blusas, calças, bolsas, saias, sapatos, pulseiras, óculos de sol, brincos, perfumes e maquiagem. Mas, se preferir, pode dar só uma espiadinha, curtir os looks e comentar.

O site, criado de forma despretensiosa pelos ex-executivos de TI (tecnologia da informação) Flávio Pripas e Renato Steinberg, virou febre na internet. Afinal, quem, hoje em dia, não gosta de moda? O melhor da brincadeira é "bater perna" nas melhores grifes, escolher roupas e acessórios caríssimos, sem estourar o cartão de crédito. Além de soltarem a criatividade, as costureiras high tech fazem amizades, criam grupos de discussão de acordo com suas preferências e participam de encontros animados.

Flávio e Renato não são estilistas nem empresários de moda. Vieram da área de TI de bancos de investimentos. Mas, em parceria com suas mulheres, Marcela e Karen, respectivamente – ambas administradoras de empresas e apaixonadas por moda –, decidiram apostar num projeto familiar. "A ideia inicial de Marcela era abrir uma loja, mas como o investimento é alto, pensamos em algum projeto que unisse moda e tecnologia. Colocamos o site no ar em agosto de 2008. A divulgação foi na base do boca a boca, e as visitas cresceram sem parar", fala Flávio.

No começo deste ano, segundo Renato, começaram a pipocar eventos sobre mídias sociais, e os amigos decidiram se dedicar integralmente ao novo negócio. "Não ganhamos o mesmo que nos empregos anteriores, mas é menos estressante e bem mais divertido", comentam. O ganha pão vem da comercialização de espaço publicitário. Só que, até mesmo a forma de as empresas anunciantes evidenciarem seus produtos, é diferenciada. "Nas várias páginas do site, os visitantes vão ver, sempre na lateral esquerda da tela, uma roupa ou acessório de uma loja, com várias sugestões de uso, tornando o objeto muito mais atraente", fala Flávio.

O conteúdo do byMK (iniciais de Marcela e Karen) é criado pelos internautas, por meio do editor de looks (área de trabalho na qual os itens são arrastados e colocados para a montagem de composições). As roupas, calçados e acessórios disponíveis no site são fornecidos a partir de parcerias entre grifes e o byMK, ou são importados pela ferramenta de captura disponível aos usuários. Quanto ao uso de imagens de peças de grifes, Flávio e Renato explicam que, ao se clicar em uma roupa ou acessório, é possível ver o site de origem. Para as marcas, é interessante perceber como as pessoas que não são da área de moda interpretam suas criações.

Enquanto Flavio e Renato cuidam da infraestrutura do site, Marcela e Karen atuam como moderadoras: "alimentam" o blog byMK, tiram dúvidas de visitantes, organizam encontros. Também coordenam parcerias com lojas, como a que foi feita com a H. Stern, que lançou o blog "adoro joias", no qual os internautas podem montar looks, combinando peças de roupas e joias da marca.

Entre os visitantes do byMK, predominam mulheres (96%), sobretudo das classes A e B, e com idades entre 20 e 40 anos. A visitação é de 320 mil pessoas por mês, e há 40 mil cadastradas no blog.

SEGUIDORAS

Telma Guedes é relações públicas, já trabalhou com teatro, cinema, vídeo, shows e como produtora cultural. Há oito meses, descobriu o site byMK e, desde então, tem criado vários looks. "As produções refletem um pouco do que eu gostaria de ser, e também um pouco de como faria editoriais de moda." Entre as suas criações favoritas, menciona o look "elegância despojada". A experiência, diz, é um exercício lúdico que desafia a criatividade, já que uma mesma peça pode ter várias interpretações. "É como se fosse um miniprojeto de moda", fala Telma, que, na vida real, cria acessórios como broches e brincos com uma pitada vintage.

"O site também propicia criar novas amizades, e é uma oportunidade de alavancar negócios, ampliar a rede de contatos", opina Telma. O mais bacana, segundo ela, é que o byMK não foi criado para profissionais de moda e, talvez por isso mesmo, acaba atraindo um público curioso, antenado e que adora interagir. "É gostoso receber comentários. Algumas dizem que aprenderam a misturar estampas comigo."

A professora de inglês Cristiane Borrego estava navegando nos blogs de moda quando descobriu o site. "Tem gente que joga paciência. Eu crio looks", brinca. Ao pesquisar as peças, segundo ela, aprende-se a apurar o gosto e a treinar o olhar para a moda. "Quanto mais acompanhamos as tendências, mais aprendemos sobre os estilistas. Só de bater o olho numa bolsa, já sei a grife!" Seus looks, ora seguem o estilo clássico, com grifes como Chanel, Dior e Balenciaga, ora são mais despojados, combinando jeans, camiseta e tênis. Além do ganho do conhecimento, Cristiane fez muitas amizades. "Participamos de encontros, quando o assunto, claro, é moda."

Fonte:Vera Firori, O Estado de S. Paulo

Setor Têxtil espera criar mais de 40 mil empregos em 2.010


Segmento é responsável pela geração de 10,6% das vagas no país

O setor têxtil e de confecção prevê criar mais de 40 mil empregos formais este ano, segundo afirmou nesta segunda-feira (11) o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Aguinaldo Diniz Filho.

- É um número muito importante para o nosso estoque de 1.650 milhão de empregos. A gente acredita que 2010 vai ser muito importante para o setor em produção, geração de emprego e renda.

Ele lembrou que foram criados, de janeiro a novembro do ano passado, 34.129 postos formais de trabalho. A estimativa é fechar 2009 com um saldo de 25 mil empregos gerados, que vão se somar ao estoque de vagas da indústria têxtil. A queda em 2009, assinalou, deve-se a questões de sazonalidade, que afetaram o desenvolvimento da área produtiva.

Antes disso, o setor já havia sido atingido pela crise econômica internacional. Entre janeiro e novembro de 2008, a cadeia têxtil e de confecção criou cerca de 51.355 empregos. Com as turbulências econômicas mundial, 2008 fechou com uma perda de 29.346 postos de trabalho no segmento.

Segundo Diniz, o setor têxtil e de vestuário tem 10,6% de todo o emprego gerado na indústria de transformação, constituindo o sétimo segmento da geração do PIB (Produto Interno Bruto) na indústria de transformação.

- Estamos acima de celulose, borracha, minerais. É um setor que gera 10,6% de todo o emprego e representa 4,9% do PIB.

Somando os segmentos têxtil, de vestuário e de calçados, a participação é de 6,8% na geração de PIB da indústria de transformação e representa 16,47% dos empregos gerados. O presidente da Abit comentou a concorrência de mercados estrangeiros sofrida pelo setor.

- Esses três setores estão sob a mira da concorrência internacional. São números bastante representativos, porque a indústria têxtil e de confecção está distribuída por todo o Brasil.

Para que esses empregos não sejam, entretanto, desviados para países concorrentes do Brasil, em especial os asiáticos, como Indonésia e China, o presidente da Abit observou que devem ser sanados alguns problemas, inclusive no que respeita à compra governamental de uniformes e fardas militares.

- Por enquanto, o setor têxtil brasileiro não está conseguindo fornecer para o Exército brasileiro. Levamos ao ministro essa condição esdrúxula da farda do Exército brasileira ser comprada na China.

A questão foi levada ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, que prometeu tomar providências.

Diniz enfatizou que “não é admissível que um setor como o têxtil, que tem 10,6% do emprego gerado no país, possa ser tratado dessa forma, permitindo que produtos de países que praticam dumping comercial, cambial, social e ecológico tenham entrado no Brasil de forma totalmente isonômica. A gente quer condições de trabalho para enfrentar esses países que, por todos esses dumpings que fazem, ficam mais competitivos, o que é completamente injusto”.

Além do problema do dólar, que depreciado em relação ao real, o presidente da Abit indicou que o Brasil deve resolver outras questões importantes, como as reformas estruturais e a desoneração tributária.

- O custo da mão de obra no Brasil é imenso, o problema da segurança jurídica é falho e o problema da infraestrutura é terrível. Há uma série de problemas que, com o dólar baixo, aparecem mais.




Fonte:R7.com

Na Rio-àPorter,empresa lança um Jeans que dispensa água


Roupas que não precisam ser lavadas são lançadas no salão paralelo ao Fashion Rio
DA Agência Sebrae de Notícias
Nada de água ou sabão e, no lugar do tanque, o freezer. A novidade está sendo apresentada pela empresa carioca Tristar, na Rio-à-Porter, salão de negócios de moda e design, que acontece no Rio de Janeiro até esta quarta-feira (13).

Risos incrédulos sempre acompanham a explicação da empresária Jandira Barone, representante exclusiva. “Depois de usar, é só colocar dentro de um saquinho de pano ou de plástico e deixar no freezer por 24 horas para matar as bactérias”.

E se sujar? Barone tem a resposta pronta. “Tudo pode ser incorporado ao tecido, que vai ganhando novos efeitos”. Ela também afirma que com o uso, o jeans desbota, amacia e se molda ao corpo. “O resultado é uma peça bonita, o conforto é total e ainda é dupla face”.

A ideia ela trouxe de uma feira de Berlim, na Alemanha, voltada para a sustentabilidade. O jeans, classificado como orgânico, é resultado do plantio de algodão em uma área preservada durante cinco anos, o que dispensou o uso de água e agrotóxico. Todo o processo foi comandado pela Santista Indústria Têxtil, de São Paulo.
Fornecedora de grandes grifes, a Tristar pretende agora comercializar a sua própria marca. Duas estratégias já foram definidas: aceitar encomendas menores para atender empresas de pequeno e médio porte e montar uma equipe móvel de consultoras. Os interessados poderão escolher os produtos pela internet e receber visitas em casa ou no escritório, em horários flexíveis.

“Não pretendo concorrer com os meus próprios clientes, porque as minhas peças são voltadas para outro público, o de mulheres que tem por volta de 40 anos”, afirma Barone.




Fonte:revistapegn.globo.com

Falei ontem com a pessoa que atrapalhava sua vida...(Luis Fernando Veríssimo)


Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
- Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigia-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU (SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.
A vida muda, quando "você muda".

Sem tempo para conciliar as atividades?Veja dicas de como administrar seu tempo


Atualmente, nota-se que gerenciar o tempo é uma tarefa cada vez mais complicada devido, principalmente, a pressão no trabalho e diversas atividades diárias que muitos profissionais encontram.

É comum escutar a reclamação de muitos trabalhadores sobre a falta de tempo para conciliar o trabalho com a família e o lazer. Pensando nisso, o Portal Administradores conversou com dois importantes especialistas do Brasil no assunto, Christian Barbosa, o maior expert em gestão do tempo e produtividade do país e com o coach Enoir Santos um dos principais especialista em gestão de pessoas e diretor da escola de Executivos e Negócios Master Mind. Confira a entrevista:

1 - Como que as pessoas que tem o hábito de dizer “Não tenho tempo para nada” podem mudar esse conceito e começar a melhor administrar seu tempo para conseguir realizar outras atividades?

Christian Barbosa - Esse é um dos maiores mitos da administração do tempo, não é que você não tem tempo, você tem. O problema é que você não sabe usar bem o tempo que possui. É preciso que a pessoa entenda que ela deve aprender uma metodologia de gestão de tempo, precisa pelo menos ler um livro sobre esse assunto. É importante também entender que a gestão do tempo não funciona do dia para a noite, é preciso persistência e aplicação. Não é apenas a criação de um hábito, é mais do que isso, é mudar um modelo mental de como você organizar seu dia-a-dia.


Enoir Santos - A palavra chave é HÁBITO. Pessoas têm hábitos negativos, como dizer “Estou com dor de cabeça”, “Estou cansado”, “Que dia péssimo” e o famoso “Não tenho tempo”. O primeiro passo é parar de dizer “não tenho tempo”. Este não é um hábito de sucesso. Quando realmente você perceber que não tem tempo para algo, diga, esta não é minha prioridade agora. Porque, afinal, tempo você tem, apenas está usando para outra atividade.



2 – O que fazer para equilibrar as atividades profissionais com a vida pessoal?

Christian Barbosa - Precisamos entender que administrar o tempo relaciona-se diretamente a administração da sua vida. E vida não se administra, “se vive!” Viver seu tempo com sabedoria, como prega minha empresa, é viver baseado pelo que é importante. Pelo que traz resultados a sua vida a curto, médio ou longo prazo. Pelo que te dá prazer.

Isso significa que muito mais que a quantidade de tempo que você dedica as áreas importantes, mais vale a qualidade dessa dedicação. Por exemplo, se faz tempo que você não consegue ir a academia todos os dias, que tal ir na terça e na quarta por 30 minutos?

Administrar sua vida de forma qualitativa significa colocar momentos de prazer no seu dia. Pode ser ouvir uma música de 3 minutos durante o expediente, tomar um sorvete após o almoço, ver um filme antes de dormir, brincar de verdade com seus filhos, ouvir as pessoas que ama sinceramente. Quanto mais “presentes” você der para você durante seu dia, mais será a sensação de que está aproveitando a vida e não simplesmente, correndo.

Enoir Santos – No primeiro momento deve se definir quais são as atividades pessoais que você busca. O que você quer? Passear com as crianças, participar do Rotary, Lions, Loja Maçônica? Jantar fora com a esposa? Ir na academia, fazer corrida de rua, aula de dança? Estudar inglês, espanhol, fazer yoga? Dormir 1 h a mais por dia?

Segundo passo é colocar na agenda seus compromissos pessoais da mesma forma que você coloca seus compromissos profissionais dentro da sua realidade. Não se lamente por não ter tanto tempo livre como seu vizinho. Talvez ele não tenha tanto dinheiro quanto você para se divertir, e pior, talvez experimente tédio. Não precisamos de muito tempo para assuntos pessoais, precisamos tempo de qualidade.

Eu percebo que as pessoas têm aversão a colocar diversão na agenda. É como se a agenda fosse sinônima de dor ou engessamento. É um erro grave. Além de não atribuir valor aos assuntos pessoais (afinal, não estão na agenda) os assuntos profissionais não produzem prazer, pois eles passam a simbolizar a privação de uma vida equilibrada. Na minha agenda anoto atividades como ler por 30 minutos, correr 8 km, ir a praia, ir a igreja, etc.

3 – Devido a competitividade do mercado, as empresas exigem cada vez mais dos funcionários pedindo urgência na execução de trabalhos e resultados rápidos para alcançar as metas desejadas. Como se organizar e entregar as atividades proposta nos prazos estipulados?

Christian Barbosa - A melhor forma de conquistar mais tempo no escritório é um conjunto de fatores que incluem: planejamento pessoal, organização (de seus papéis, e-mails, pastas, conhecimento), definição clara de objetivos e conscientização da equipe.

A produtividade é algo que começa dentro de você, com a sua pró-atividade pessoal em suas ações diárias. Uma pessoa mais produtiva ajuda a criar uma equipe mais produtiva e uma equipe mais produtiva transforma o escritório em um ambiente mais eficiente. Converse, em seu escritório, sobre a adoção de estratégias de produtividade e inicie o processo de ajudar a todos a ter mais tempo, mais resultados e mais equilíbrio em todas as áreas.

Para se organizar melhor e evitar atrasos, o executivo deve aprender e criar o hábito de se planejar. Um processo comum em administração do tempo é iniciar o planejamento semanal. Minha recomendação é que no domingo (bem antes da hora de dormir), você olhe sua agenda da semana e pense em tudo que precisa fazer. Primeiro olhe para seu objetivo, veja que etapas você consegue alocar para fazer na semana. Depois pense nas suas reuniões e antecipe possíveis problemas (se você tem uma apresentação na quarta-feira, providencie uma tarefa na segunda para evitar surpresas). Agora adicione as atividades cotidianas que deve fazer. Pense na duração de cada atividade e não exagere, pois deve sempre sobrar tempo para eventuais urgências que possam aparecer. A meta é conseguir ficar 1-2 dias antecipado nas suas prioridades e não com tudo em cima da hora.

Enoir Santos – O segredo é ter senso de realidade. Acostume-e a não prometer o que não pode ser cumprido. É melhor surpreender entregando antes um trabalho que tinha um prazo um pouco longo, do que atrasar um trabalho com uma promessa de entrega rápida.
Sempre que possível, delegue. Cuidado, para você brilhar, não precisa fazer tudo sozinho, precisa apresentar resultados. Acostume-se a fazer cronogramas de suas atividades (planejamento é vital mesmo em atividades simples) e acostume-se a trabalhar produtivamente: organize-se para minimizar deslocamentos e interrupções (foco).

4 - Que dicas você daria para que as pessoas consigam gerenciar melhor o seu tempo em 2010?

Christian Barbosa:

· Descubra como utiliza seu tempo - Todas as tarefas que você realiza são distribuídas em uma das esferas da Tríade do Tempo: existem atividades urgentes (em que o prazo está curto ou acabou), atividades importantes (que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas) e atividades circunstanciais - que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo.

· Planeje-se! - Ter mais tempo para vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esso é o processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo. Para isso, planeje sua semana com antecedência ou pelo menos 3 dias a sua frente, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

· Escolha uma ferramenta - agenda, palm, outlook, neotriad, caderno, etc - que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

· Limite seu horário de trabalho - Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional. Se fosse uma obrigação você sair exatamente no seu horário (algo do tipo quando apagam as luzes do escritório) com certeza você seria mais centrado e por conseqüência mais produtivo. Experimente criar esses "limitadores" para você no dia a dia.

· Ache um hobby - descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda. Quando fazemos coisas que nos trazem descanso, conforto e satisfação temos a tendência a ir em direção desses compromissos e evitaremos ao máximo que o dia seja desfocado (você já reparou que quando um homem no escritório joga futebol com amigos durante semana, como ele sempre consegue sair no horário naquele dia?)

Enoir Santos:

· Faça uma lista diária, e a cada atividade cumprida, tique na lista. É simples mas extraordinariamente eficaz. Assegure-se de colocar nesta lista o que você realmente pode fazer num dia e especialmente, colocar nesta lista não só o que é urgente, mas o que é importante, afinal, você não é bombeiro para passar dias apagando incêndios.

· Acostume-se a fazer as coisas por ordem de importância. Após preparar sua lista, avalie se a ordem está correta por este critério.

· Sempre que possível, delegue.

· Acostume-se a ter na sua mesa apenas um trabalho, aquele no qual você vai colocar seu foco durante o próximo período de atividade. Você pode fazer mil coisas num dia, contanto que faça uma de cada vez. O excesso de documentos (ou na tela excesso de janelas abertas) produz uma falsa sensação de excesso de atividade. É como correr uma maratona pensando o tempo inteiro em quantos quilômetros ainda faltam, entende?

· Cuidado com os ladrões de tempo: pessoas que falam demais, álcool, excesso de televisão, telefonemas longos, falta de planejamento (sair do escritório 3 vezes num dia por não agrupar tarefas), procrastinação (depois eu faço), entre outros. Descubram quais são os ladrões do seu tempo e FELIZ E PRODUTIVO 2010.





Fonte:administradores.com.br

Inmetro testa guarda-sóis e reprova cinco marcas


Os guarda-sóis devem proteger contra os raios infravermelhos, aqueles que percebemos pela sensação de calor. E também dos raios ultravioleta: UVA, UVB e UVC, que não são visíveis, mas provocam o envelhecimento precoce da pele e o surgimento de câncer de pele.

O Inmetro testou doze guarda-sóis: Bel Fix (Brasil), Bel Fix Infantil (China), Blue Man (Brasil), Botafogo (Brasil), C&C da Casa e Construção (China), Carrefour (China), Kim (Brasil), Mor Casa e Lazer (Brasil), Nautika (China), Spirit (China). E dois sem marca: um vendido pelo grupo Pão de Açúcar (China) e outro importado pela empresa Luna (China).

No laboratório do Senai/Cetiqt-RJ, os técnicos retalharam os guarda-sóis. As amostras dos tecidos foram expostas a luzes artificiais que simulam os vários tipos de radiações solares.

O primeiro teste avaliou o fator de sombreamento do guarda-sol, ou seja, a capacidade de gerar sombra. Ele pode variar de zero - situação em que todos os raios atravessam o material - até cem, quando nenhuma radiação passa e a proteção é total. Os índices variam de 53 a 95. Veja o resultado:

Marcas/Fator de sombreamento
C&C 53
Sem marca (Pão de Açúcar) 56
Nautika 56
Carrefour 59
Bel Fix (Infantil) 63
Sem marca (Luna) 70
Spirit 88
Kim 90
Bel Fix 91
Mor Casa e Lazer 94
Blue Man 94
Botafogo 95

O Inmetro avisa que, por não existir parâmetros técnicos para o fator de sombreamento, os resultados desse teste são apenas informativos. Servem para ajudar os consumidores na hora da compra: quanto maior o fator, maior será a sombra projetada pelo guarda-sol e maior, a proteção.

O segundo teste - este sim conclusivo - mede o fator de proteção do tecido apenas contra os raios ultravioleta. É o chamado fator UPF. Em sete marcas, o fator UPF encontrado nos testes foi superior a 25, o que significa que elas oferecem proteção muito boa ou excelente.

Em outras cinco, porém, os índices de proteção aos raios UV ficaram abaixo de 15, por isso, as marcas Casa & Construção, Carrefour, Nautika e as sem marca do grupo Pão de Açúcar e da importadora Luna foram reprovadas.

Resultado final: das 12 marcas analisadas, cinco não protegem os banhistas. Entre elas, destaque para a do Carrefour, que apresentou fator de proteção zero. Significa que todos os raios ultravioleta passam por esse guarda-sol. Na praia, é como se ele não existisse. Proteção zero.

Os cinco guarda-sóis reprovados são de fabricação chinesa. Três importadores responderam ao Inmetro.

A empresa Luna afirma que seus guarda-sóis não são feitos para a praia e sim para uso como alegoria nas festas e nas decorações relacionadas ao ritmo do frevo. E que, assim, atenderiam a sua finalidade dita real. Mas o Inmetro diz que o produto tem dimensão de guarda-sol e é vendido para proteger do sol.

O Carrefour disse que os produtos foram importados há três anos e que não voltará a comprá-los.

E o grupo Pão de Açúcar questiona o teste, argumentando que não existem normas brasileiras de qualidade para guarda-sóis.

O Inmetro diz que vai se reunir com fabricantes e importadores para propor à Associação Brasileira de Normas e Técnicas a criação de uma norma nacional para guarda-sóis. E dá dicas para quem for comprar um:

“Quanto mais transparente o tecido, menor a proteção contra a radiação ultravioleta. Outra dica é a cor do tecido, quanto mais escuro o tecido, maior é a proteção contra a radiação. Uma terceira dica é quanto à elasticidade do tecido, quanto mais elástico maiores as chances dos raios ultravioletas atravessarem o guarda-sol”, avisa o técnico do Inmetro Marcelo Maciel.


Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Sorriso no rosto pode fazer você conquistar o que deseja na carreira


Você já parou para pensar sobre seu comportamento no ambiente de trabalho? Considera que otimismo, bom humor, motivação, respeito, ética, comunicação corporal e o sorriso no rosto são indispensáveis para conseguir sucesso na carreira?

Pois saiba que ter estas características e atitudes são fundamentais para conquistar admiradores e conseguir alcançar o que deseja. É verdade que a promoção na carreira depende da avaliação de outras pessoas, mas depende também muito do seu comportamento.

“Se você trabalha em uma organização, não importa o cargo que exerça, à medida que for ocupando funções mais elevadas, perceberá que a pirâmide fica mais estreita, competitiva, exigente e seletiva. Daí, usar o bom senso, o senso de humor e a atitude positiva são sempre importantes para seu crescimento profissional”, explicou o diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil, Evaldo Costa.

Em um processo seletivo, em que os candidatos estão empatados nos quesitos técnicos e comportamentais, provavelmente será escolhida a pessoa que o líder mais simpatizar e gostar. Ser agradável e simpático é um diferencial.

A importância da aparência

Além de ter um comportamento positivo, é importante que o profissional tenha cuidados com a aparência. Mas será que a apresentação pessoal está relacionada diretamente com a remuneração?

Segundo Costa, a aparência pode influenciar sim no salário. “Recentemente, li um estudo realizado por uma universidade norte-americana sobre este assunto. Segundo a publicação, foram 7 mil adultos entrevistados. Eles foram divididos em dois grupos e de acordo com critérios da aparência. Depois compararam a remuneração por trabalho semelhante. O resultado revelou que aqueles que estavam abaixo da média na aparência ganhavam menos do que aqueles que estavam classificados como na média e acima da média”, afirmou.

Não podemos esquecer que o conceito de aparência é muito amplo e subjetivo. Mas é importante analisar o estilo e a limpeza das roupas, o brilho dos sapatos, vinco da camisa, escolha de cores, corte de cabelos, ter unhas aparadas e limpas e usar um traje discreto e adequado ao ambiente que você usa para trabalhar.

Com bom comportamento e boa aparência, muitas portas podem se abrir em sua trajetória profissional!
Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Parcerias com fábricas têxteis permitem que os cabelos sejam transformados nos tapetes absorventes


Cabelos limpam os oceanos

Tufos de cabelos que antes eram jogados no lixo por salões de beleza ganham uma utilidade nobre: estão sendo usados para limpar vazamentos de óleos. A idéia nasceu nos Estados Unidos, onde a organização Matter of Trust transforma os cabelos em tapetes absorventes.

Q uando em 1989 o cabeleireiro Phill McCrory assistia a um dos maiores desastres ecológicos da nossa história, o acidente com o cargueiro Exxon Valdez, em que 40 milhões de litros de óleo cru foram derramados no mar do Alasca, o americano ficou surpreso como o pelo dos animais, principalmente das focas, absorvia o óleo rapidamente. McCrory decidiu então testar como era a reação do cabelo humano à substância. Logo descobriu que a fibra capilar era extremamente eficiente para esse fim. Nasciam aí os tapetes feitos de cabelo para limpar vazamentos de óleo.
O americano se juntou a uma organização não-governamental, a Mattter of Trust, sediada em San Francisco, para tornar o projeto viável. Com divulgação apropriada, logo salões de beleza do mundo inteiro começaram a enviar restos de cabelo para a ONG. “Recebemos cabelo de salões americanos, canadenses e também de lugares tão distantes como Austrália, Nova Zelândia e Inglaterra. Uma vez recebemos milhares de rabos-de-cavalo de estudantes de escolas na Ásia, África do Sul, Venezuela e, até mesmo, do Brasil”, conta Lisa Gautier, fundadora e diretora da Matter of Trust.
Estima-se que um único salão de cabeleireiros corte quase meio quilo de cabelo diariamente, por isso, certamente, não há falta de matéria-prima para os tapetes. A organização recebe, em média, 3 mil quilos de cabelo por semana. O material é enviado em caixas ou pacotes pelo correio para a organização ou diretamente para a fábrica onde os tapetes são produzidos. A única ressalva é que nada esteja misturado aos tufos de cabelo - nenhum grampo, clip, presilha, nada. “Se algum tipo de lixo estiver junto com o cabelo, ele pode danificar as máquinas que confeccionam os tapetes”, explica Lisa.Parcerias com fábricas têxteis permitem que os cabelos sejam transformados nos tapetes absorventes, produzidos em diversos tamanhos, conforme a demanda.

Quando há um acidente com vazamento de óleo, empresas petrolíferas e navais são as responsáveis pela limpeza do meio ambiente. Entretanto, detergentes e esponjas de nylon usadas para limpar o óleo são feitas com ... óleo! “É um círculo vicioso, mais óleo para remover óleo”.
Os tapetes absorventes já foram usados em desastres ambientais nos Estados Unidos, Coréia e em países da América Central. Quando houve um vazamento de 200 mil litros de combustível, na capital das Filipinas, Manila, em 2006, milhares de detentos de uma prisão cortaram os cabelos para ajudar na limpeza do mar.
Após usados na limpeza do óleo, os tapetes absorventes, contendo lixo tóxico, podem ser incinerados ou transformados em fertilizantes. Misturados com compostos de lixo orgânico e minhocas, depois de alguns meses, os tapetes se transformam num excelente fertilizante – sem sinais residuais de substâncias tóxicas. A fibra capilar também libera gradualmente na terra proteínas, ótimas para o crescimento das plantas. Os tapetes podem ser usados ainda para corrigir o problema da erosão solar. Colocadas no solo, as fibras se umidificam, mas reduzem a evaporação da água, permitindo que sementes cresçam.


“Todos os anos acontecem aproximadamente 2.600 derramamentos de óleo no mundo, que atingem principalmente áreas muito pobres. Em todos esses lugares há restos de cabelo e lixo orgânico. Com esses recursos, as pessoas que vivem nesses locais podem fazer a diferença para a própria vida”, acredita Lisa Gautier. Seja limpando rios e lagos próximos, ou produzindo fertilizante natural, essas comunidades podem utilizar uma matéria-prima simples e barata para fazer a diferença no meio ambiente.


NÚMEROS E FATOS ALARMANTES


Veja aqui alguns dados fornecidos pela ONG Master of Trust e que dão bem a dimensão dos problemas causados pelo descarte irresponsável de óleo no mundo:
- 2,6 milhões de litros de óleo são jogados no mar todos os anos. A maior parte vem do uso doméstico;
- manutenção e limpeza de navios são responsáveis por jogar no oceano cerca de 500 milhões de litros de óleo;
- 234 milhões de litros de óleo emergem do fundo do mar num movimento natural da natureza;
- um grande acidente pode jogar no oceano aproximadamente 140 milhões de litros de óleo.

M5 Textil suoera vazamento de informação


M5 Têxtil não permite que nenhum profissional terceirizado utilize seu próprio notebook para realizar os serviços prestados de informática. Motivo? Segurança. No inicio do ano passado, a M5 contratou uma prestadora para administração de legados num projeto relacionado ao ERP da empresa e percebeu que um dos funcionários terceirizados tinha armazenado informações confidenciais no seu notebook.

Jair Lorenzetti, CEO da holding há quatro meses – antes atuava como CIO, cargo que ocupou durante mais de dois anos – explica que testou cinco softwares de auditoria antes de adotar a nova prática, mas todos apresentaram falhas ou vulnerabilidades. O caso tornou-se ação judicial, que está sendo tramitada pelo escritório de advocacia Patrícia Peck, especializada em direito digital, em busca de indenização.

Isso só foi possível porque Lorenzetti há três anos tem conscientizado a sua equipe sobre a importância do uso da informação. No caso específico, o roubo do terceirizado foi identificado no decorrer de negociações e troca de documentos. “Não teve nada a ver com tecnologia, mas com cultura”, conta. Essa cultura surgiu também a partir de outro caso de vazamento de informação, em que as soluções envolveram não só treinamento e política de uso como também tecnologia.

Anonimato
Há três anos, quando Lorenzetti ainda comandava a área de tecnologia da holding de varejo foi detectado o uso das contas de emails institucionais de forma inadequada. Um anônimo enviava emails com informações falsas sobre a empresa para o mailing interno da companhia.

Após uma mensagem enviada pelo próprio Lorenzetti de que a empresa iria rastrear aquela mensagem e processá-lo, a ação do vândalo foi descontinuada e assim a M5 Têxtil começou a maratona do rastreamento, chegando até a Brasil Telecom e Microsoft para identificar o ex-funcionário que utilizava o mailing interno.

“Não havia controle nenhum para gestão de contas de emails. Hoje essa gestão é bastante sofisticada e feita por uma empresa especializada (Matrix). Para se ter uma ideia, os emails da diretoria passam por três níveis de antispam. Não recebo quase nada de emails”, conta.

Foi durante esse período em que o escritório de advocacia realizou vários workshops para os funcionários e adotou as políticas de termos de uso não só do email como também da internet. “Agora tudo é controlado”.

Conscientização sob medida
Lorenzetti ressalta, entretanto, que apesar do controle e da cultura da Segurança da informação, o uso de ferramentas sociais como Facebook, Orkut, Messenger, entre outros, nunca foram proibidos. Pelo contrário.

“Essas ferramentas são muito importantes para relacionamento com clientes e parceiros. São recursos profissionais da M5”, justifica. Para os serviços como internet banking, o ideal é que sejam utilizados em horários de almoço
Fonte:decisionreport.com.br

Queda de exportações no segmento de moda no Rio foi a menor entre os principais polos


A crise financeira internacional refletiu também de forma negativa nas exportações brasileiras de moda, que caíram 33,63% em 2009, em relação a 2008, alcançando US$ 147 milhões. No Rio, a baixa foi de 12%.

Na comparação com os maiores estados exportadores de vestuário nacionais, porém, no Rio não houve uma “redução drástica”, disse hoje (10), à Agência Brasil, o gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), João Paulo Alcântara. Os dois maiores exportadores do setor (São Paulo e Santa Catarina) tiveram retração em torno de 30% nas vendas externas.

Os dados constam de pesquisa elaborada pelo CIN, que está sendo divulgada na bolsa de negócios de moda Rio-à-Porter, que começou hoje (10) e vai até o dia 13 deste mês, no Cais do Porto, integrada ao Fashion Rio.

Segundo Alcântara, diante do cenário de retração mundial, o resultado das exportações fluminense é considerado muito bom. Isso fez o estado do Rio elevar sua participação nas exportações nacionais de moda de 8,97% em 2008 para 11,81% no ano passado. O Rio de Janeiro permanece na terceira posição nacional de exportadores de vestuário, atrás de São Paulo e Santa Catarina.

Alcântara disse que a expectativa é que o processo de recuperação das exportações fluminenses de moda tenha início a partir do lançamento desta coleção outono/inverno.

“Nossa perspectiva é que, no ambiente atual, a gente volte a crescer. Não acredito que a gente recupere imediatamente o ritmo anterior à crise, de 10% ao ano. Mas a expectativa é que a gente volte a crescer”.

Apesar da crise, o Rio continua mostrando um patamar elevado de preço em comparação ao país. O indicador de valor agregado, medido pelo preço do quilo do produto exportado, mostra que o estado tem um patamar que é o dobro do patamar nacional. “O Rio está próximo aos US$ 70 por quilo de produto exportado, enquanto a média nacional é de US$ 34 o quilo”.

O gerente do CIN salientou que São Paulo começa agora a seguir a mesma estratégia do Rio de Janeiro, deixando de exportar produtos básicos e substituindo-os por produtos de maior agregado na pauta de exportação de moda.
Fonte:hojenoticias.com.br

Glosário Têxtil


Teia: ¹emaranhado de fios, ²rede tecida pela aranha, ³organização, estrutura.
Tear: ¹máquina de tecer.
Tecer: ¹confeccionar (tecidos, tramas) com fios.
Tecido: ¹produto de fios entrelaçados usado na confecção de roupas.
Tecelão: ¹quem tece o pano no tear.
Tecedura: ¹ato de tecer, ²conjunto de fios de um tecido.
Tecelagem: ¹ofício do tecelão, ²indústria de tecidos.
O trabalho com tear manual requer paciência, persistência e criatividade.
Antigamente a prática de tecer era essencial para a confecção do tecido usado nas roupas, agasalhos e vestimentas.
A industrialização mecanizou o tear manual mas ele não desapareceu. Se antigamente as tecelagens eram produzidas por necessidade, atualmente possuir uma peça confeccionada por tear manual é sinônimo de requinte e bom gosto. O que era visto como produto exclusivo das classes mais baixas, tornou-se um "hoby" e passou a ser cobiçado por todas as classes sociais.
O tecelão pode combinar tramas, cores, materiais de acordo com sua imaginação. Esta característica fez com que a prática de tecer fosse, nos dias atuais, indicada como terapia.
A tecedura é sinônimo de "vida", podendo-se observar claramente o processo de criação, confecção e produção de um trabalho concreto, fruto da imaginação.
Fonte:Internet

sábado, 9 de janeiro de 2010

Cronograma de Estágio


Período


Atividades ago set out nov dez


Desenvolvimento de produto 01/08 à 31/08
Compra de aviamento 03/09 à 28/09
Ficha técnica 01/10 à 15/10
Silk
Bordado 16/10 à 31/10
Modelagem 01/11 à 30/11
Compra de malha 03/12 à 05/12


Desenvolvimento de produto- Qual o fornecedor correto para determinado produto, caimento da malha, acomodação no corpo,montagem de peça piloto,aprovação da mesma.
Compra de aviamento- O momento da compra do aviamento;qual o aviamento ideal de acordo com o produto;qual a malha que melhor assimila ao produto;cores de cartela e desenvolvidas de cores pela empresa.prazo e preço da malha.
Ficha técnica- Prenchimento de todas as etapas da ficha técnica;comercial e industrial;ordem de corte;empenho de matéria –prima e aviamento.
Silk- Definição das etapas;definição de cores;aprovação da bandeira;marcações na peça;quantidade de cores de silk;tamanho do desenho.
Bordado-Definição do tipo de bordado(tipo de customização);cores;linhas;bordado de máquina.
Modelagem-Ajuste dos moldes;grade(tamanhos);montagem da peça;tipos de acabamento e costuras;construção dos moldes.

Oportunidades de Emprego


Gerente Industrial (1 vaga) Nome Confidencial

Campo Grande - MS De R$ 7.001,00
a R$ 8.000,00

Descrição da vaga:

Irá gerenciar industrial têxtil, confecção, costura e bordado liderar unidade de 200 pessoas no estado do mato grosso do sul. reporte a diretora industrial aqui em Blumenau
Desejável que conheça políticas de qualidade ISO.


Idiomas: Inglês - Básico
Nacionalidade e porte da empresa:
Nacional de médio porte

Área profissional:
Administrativo/ Operacional
Administrativa
Industrial

Nível hierárquico:
Gerência
Profissional especializado com curso superior (completo/cursando

Oportunidades de Emprego


Gerente Industrial / Fábrica (1 vaga) Nome Confidencial

São Paulo - SP De R$ 9.001,00
a R$ 10.000,00

Descrição da vaga:

Atuará na área de produção de confecção com fluxo de industrialização, realizará cronoanálise de tempos e métodos, coordenará corte, costura, acabamento, expedição e grandes equipes de costureiras.
Experiência no ramo de confecção/têxtil.
Ter graduação superior.


Informações adicionais: Ter flexibilidade para mudança de cidade.
Nacionalidade e porte da empresa:
Nacional de médio porte

Área profissional:
Industrial

Nível hierárquico:
Gerência

Oportunidades de Emprego


Gerente de Produção - Confecção (1 vaga) STAR UNIFORMS Descrição: Confecção de uniformes.

São Paulo - SP De R$ 4.001,00
a R$ 5.000,00

Descrição da vaga:

Planejamento e controle da produção na indústria de confecção planejamento e controle de modelagem, pilotagem, corte, costura, estamparia, controle de qualidade, expedição gerenciamento e coordenação de equipe de produção - 25 funcionários planejamento e controle de oficinas de costura terceirizadas.
Experiência na área.
Cursos de especialização no segmento de confecção. Conhecimento em PCP. Conhecimento no sistema Millenium ou outro similar conhecimento no pacote Office e internet liderança atuação com: qualidade e clareza nas informações, responsabilidade, dinamismo, comprometimento, agilidade excelente relacionamento interpessoal.


Benefícios: Celular fornecido pela empresa, Curso de idiomas, Tíquete-refeição, Vale-transporte
Regime de contratação: CLT (Efetivo)
Horário: Das 8h às 18h de segunda a sexta-feira.
Site da empresa:
www.staruniforms.com.br

Nacionalidade e porte da empresa:
Nacional de pequeno porte com 20 funcionários

Área profissional:
Têxtil/ Engenharia Têxtil
Industrial

Nível hierárquico:
Gerência

Oportunidades de Emprego


Gerente de Produção (1 vaga) Nome Confidencial

São Paulo - SP De R$ 8.001,00
a R$ 9.000,00

Descrição da vaga:

Planejar, desenvolver fornecedores, e executar o programa de compras para as linhas de confecções e calçados.
Experiência com produção e fornecedores.
Formação em Marketing, Engenharia Têxtil ou Administração.


Regime de contratação: CLT (Efetivo)
Idiomas: Inglês - Intermediário
Nacionalidade e porte da empresa:
Multinacional de médio porte

Área profissional:
Industrial

Nível hierárquico:
Gerência

Ano Novo, idéias inovadoras



Se começar um negócio figura entre suas resoluções de ano novo, mas faltam ideias, o site springwise.com, especializado e novos nichos de mercado, dá uma força. O portal traz um menu de 10 boas apostas para empreender e inovar em 2010.

1) Serviços de assinatura gourmet
A próxima onda em Nova York, após a comida globalizada entregue em casa, seria uma espécie de serviço de assinatura de iguarias de fabricação em pequena escala. Funciona como um clube no qual o cliente paga mensalmente e recebe em sua residência os itens artesanais selecionados. Essa é a maneira como a empresa Milk Made adotou para comercializar seus sorvetes orgânicos. Para o comprador, as vantagens são interessantes: vai ter um produto sempre fresco, pode opinar sobre novos sabores e características dos produtos.

2) Anúncios verdes
A agência inglesa Curb se especializou em um nicho promissor: a publicidade sustentável. Suas campanhas usam técnicas de baixo impacto ambiental. Nada de papel ou plástico. A empresa inventou suas próprias mídias, como desenhar logos de seus clientes em calçadas sujas, usando água coletada da chuva (uau!), além de criar mensagens ecologicamente corretas com areia, água do mar, grama e até fungos que brilham no escuro.

3) Aparelhos de monitoramento da saúde
De sensores sem fio que registram os padrões de sono (www.myzeo.com) a dispositivos pessoais que rastreiam movimentos do usuário (www.directlife.philips.com), um número crescente de opcionais está à disposição das pessoas que querem monitorar seus próprios comportamentos em relação à saúde. São engenhocas que até pouco tempo atrás só eram acessíveis às clínicas de análise.

4) Lojas de amostras grátis
Imagine uma loja onde você pode pegar tudo de graça. Em cidades da Europa e dos Estados Unidos espaços que reúnem amostras grátis de marcas diversas fazem sucesso (www.esloultimo.com). E inspiram variações, como cafés que servem doses de graça (www.lcafe.jp), em Tóquio, e máquinas automáticas de brindes sem custo, na Bélgica (www.fosfor.be).

5) Energia solar ou eólica discreta
Em termos de energia limpa, dois fatos são incontestáveis: a maioria das pessoas gostaria de contar com eletricidade extra gerada pelo sol ou pelo vento; no entanto, também é preciso admitir que painéis fotossensíveis e turbinas eólicas são itens esteticamente pouco atraentes no telhado de uma casa. No caso das placas solares, a empresa Solé Power Tile (www.srsenergy.com) criou uma solução inovadora ao desenvolver os conjuntos de células em forma de telhas. Com o mesmo conceito de sustentabilidade discreta, a Ridgeblade (www.thepowercollective.com) inventou um gerador eólico que vai agradar ao mais exigente arquiteto.

6) Lojas rotativas
Depois dos espaços pop-ups e temporários, o aeroporto de Glasgow (www.planeshop.net), na Escócia, e o shopping Brandnews Store (www.brandnewstores.com), na Holanda, lançaram as lojas rotativas. São espaços permanentes, mas que fazem rodízio de marcas, expostas por tempo limitado.

7) Fazendeiros remotos
De acordo com a Wikipedia, o simulador de fazendas FarmVille se tornou o jogo mais popular do Facebook com 73,8 milhões de usuários ativos em janeiro de 2010. O conceito inspirou um negócio inovador. No site da italiana Le Verdure Del Mio Orto (www.leverduredelmioorto.it), os consumidores podem criar e cuidar de sua própria horta orgânica – de verdade. Conforme as plantas crescem, são colhidas e entregues na porta do usuário em 24 horas.

8) Rede de consumidores criativos e fabricantes locais
A 100kGarages (100kgarages.com) é uma comunidade de oficinas espalhadas pelo mundo, que são equipadas com ferramentas digitais capazes de fabricar qualquer projeto criativo. É uma parceria entre a empresa neozelandesa Ponoko e a norte-americana ShopBot Tools. A rede permite que consumidores ou designers tornem seus projetos em produtos físicos. Como funciona: o usuário tem uma ideia, desenha o que quer, entra em contato com as oficinas participantes, envia o projeto e recebe sua invenção – que pode ser comercializada a interessados.

9) Merchandising para consumidores
Ser pago para promover produtos que você adora parece utopia – mas é realidade. Pelo menos nos EUA. Lojas virtuais como a People’s Music Store (www.peoplesmusicstore.com) e sites de promoção de novos produtos como o Hollrr (www.hollrr.com) incentivam com prêmios consumidores que ajudam, com opiniões e divulgação boca a boca, as empresas a vender mais

10) Saquinho descartável que transforma dejetos humanos em fertilizante
Antes de mais nada, você precisa saber que 2,6 bilhões de pessoas no mundo não tem acesso a banheiro. Para essas áreas sem infraestrutura, a Peepoo bag desenvolveu uma solução útil, sustentável e inovadora. O saquinho de plástico biodegradável é tratado para, em duas ou três semanas após ser enterrado, transformar-se em fertilizante de alta qualidade.


Fonte:papodeempreendedor.com.br

Fashion Rio abre temporada brasileira de desfiles


No primeiro dia de desfile da 16ª edição do Fashion Rio, quatro marcas abriram a temporada do calendário da moda nacional com as tendências de outono/inverno’2010: Aüslander, Melk Z-Da, Giulia Borges e o mineiro Victor Dzenk, que encerrou a noite nas passarelas montadas nos armazéns do Píer Mauá, no Cais do Porto. Querido das celebridades, desta vez Victor levou para a passarela Yasmin Brunet, filha de Luiza Brunet e que segue os passos da mãe, famosa top dos anos 1980.

Um dos estilistas mais aguardados da semana de moda, adorado pelas cariocas, a identidade criativa de Victor tem muito a ver com o estilo do Rio de Janeiro. Ele adora a cidade e tem uma legião de fãs e, melhor, clientes. O inverno apresentado pelo designer buscou inspiração na mitologia, com destaque para a festa de Dionísio, deus do vinho, para as ninfas, representadas em tecidos leves e transparentes, e as ruínas arqueológicas gregas que apareceram em estampas.

Ao lado de Fernando Silva, colaborador especial, e da artista plástica e historiadora Yara Tupinambá, Victor Dzenk fez uma pesquisa minuciosa sobre esse universo e criou uma moda com a sua marca, sem abrir mão do que acredita. Quem conhece a trajetória do estilista sabe o que esperar na passarela. Ele confirmou isso mais uma vez. Imprimiu seu DNA sem esquecer de buscar o frescor da criação. No inverno, a homenagem a Madame Grés, precursora dos drapeados, o fez abusar desse recurso nos vestidos com shape coluna. Assim, além do rico trabalho de estampas, tecidos nobres, muita seda pura, shantung, chiffon, jérsei, jacquards, lã, peles e couros.

Na cartela de cores, off-white, nude, bege, rosê, púrpura, verde, azul, preto, dourado e grafite. Destaque para as peças de tule, que mais pareciam uma segunda pele com efeito de tatuagem. E peças-desejo como tops, macacões, bodies e leggings. O vestido-tulipa, decotes assimétricos e tomara-que-caia certamente vão sumir das araras.

Punk-rock

A Aüslander, de Ricardo Bräuntigam, apostou numa moda elegante e detonada inspirada no movimento underground de Berlim. Muito preto, branco e cinza em looks que brincam na mesma peça formas largas e justas. A estamparia é roqueira e gótica e teve o ator Rodrigo Santoro na passarela. O pernambucano Melk Z-Da escolheu a carpintaria para criar seu inverno em formas amplas e estruturadas. Os vestidos inspirados na camisaria masculina sobressaíram. Enxuto nas cores, ele trabalhou basicamente com o bege, marrom e tons de vermelho. Já Giulia Borges mostrou criações que retrataram o medo do escuro.

Cinema

Antes das estreias na passarela, o primeiro compromisso da turma fashion foi o lançamento da marca do projeto Rio, eu te amo, de autoria de Oskar Metsavaht, da Osklen. Ele é o responsável pela identidade visual do filme de mesmo nome, da série Cities of love, que já teve Paris, jet’aime e New York, I love you. Oskar desenvolverá o conceito e o estilo carioca para o filme em parceria com a agência Om.art. Foram desenvolvidas 12 ícones com a logomarca Rio, eu te amo, um mantra e camisetas.

4 Edição do Paraná Business Collection reúne o melhor da moda paranaense


A quarta edição do Paraná Business Collection (PBC) conta com um time de marcas e estilistas que se prepara para apresentar o melhor da moda Inverno 2010 nas passarelas paranaenses. Em cinco dias de evento, figuram nomes como Jefferson Kulig, Lafort Collection, Fábio Bartz, Lucia Figueredo, Sinistra, picnicdelefante, Raffer, Chita Brasil, All Purpose, Joyful e Silmar Alves. Já consolidado como um dos principais eventos do calendário nacional da moda, o PBC une bons negócios com a diversidade das passarelas.

O evento é realizado pela FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), por meio do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário, e pelo Sebrae/PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas). O Conselho Setorial da Indústria do Vestuário do Paraná tem a participação de nove sindicatos empresariais: Sindivest, Sinvespar, Sinveste, Sivale, Sindvest, Sinditêxtil, Sivepar, Sindicouro e Sindvest). A coordenação geral do evento está sob a responsabilidade da OX Comunicação de Moda (Paulo Martins) e NaModa Comunicação de Estilo (Nereide Michel).

Serviço:
4º PARANÁ BUSINESS COLLECTION
Quando: De 22 a 26 de fevereiro de 2010.
Onde: Centro de Exposições Horácio Sabino Coimbra - Cietep (Av. Comendador Franco, 1.341, Jardim Botânico, Curitiba).
Realização: Fiep (Conselho Setorial da Indústria do Vestuário do Paraná) e Sebrae/PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
Sindicatos: Sindivest, Sinvespar, Sinveste, Sivale, Sindivest, Sinditêxtil, Sivepar, Sindicouro e Sindvest.
Coordenação geral: OX Comunicação de Moda (Paulo Martins) e NaModa Comunicação de Estilo (Nereide Michel).

Fonte:paranashop.com.br