sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Em Portugal-Têxteis perderam 4.800 postos de trabalho em 10 anos


SEGUNDO números do Sindicato Têxtil da Beira Baixa, desde 2.000 encerraram 57 empresas da têxtil e perderam-se 4.800 postos de trabalho neste setor no distrito de Castelo Branco. O coordenador da União dos Sindicatos acredita que ainda não se chegou “ao fim da linha”. “Eu gostava de dizer que sim, mas infelizmente ainda temos situações que merecem alguma preocupação”, sobretudo no setor das confecções, referiu Luís Garra que reclama mais apoios adicionais em 2.010 face ao previsível aumento de pessoas sem subsídio de desemprego na região.“Há casos concretos, que são públicos, em que se houver uma intervenção podem ser salvas”. Luís Garra aponta as confecções Proudmoments, paralisadas desde o último trimestre e com 120 postos de trabalho suspensos, no Fundão. “Há um compromisso de que a empresa em Janeiro tentará arranjar uma solução para pôr a fábrica a trabalhar”, referiu. A Vesticon, no Tortosendo, que no início do ano empregava 200 pessoas reduzidas para 50, “aguarda também por soluções”. A nível geral, em todo os setores de atividade do distrito, Luís Garra acredita que haja “mais de 11 mil desempregados” e que “perto de 40 por cento não têm direito a subsídio de desemprego”.

“O que vai acontecer é que muitos dos que entraram no desemprego em 2.008 terminam em 2.010 o período em que recebem o respectivo subsídio”. Ou seja, “vai aumentar a percentagem de desempregados sem esse apoio”, algo que “nem a redução do período mínimo para concessão do subsídio (de 450 para 365 dias de trabalho nos últimos dois anos) vai compensar”, refere. “Esta situação tem que requerer necessariamente atenção e aí é que são precisas medidas adicionais de protecção social. É obrigatório”, referiu. Mas ao mesmo tempo “têm que ser discutidas novas fontes de financiamento da Segurança Social. É uma discussão inevitável, porque “não se podem continuar a exigir isenções ou financiamentos através do sistema de segurança social sem lá se meter dinheiro”. Luís Garra rejeita qualquer cenário de privatização, “tanto mais quando os campeões do liberalismo [EUA] discutem a criação de sistemas públicos de segurança social e saúde”, mas defende formas de taxar “empresas de capital intensivo e lucros”. “O financiamento da segurança social é feito essencialmente com descontos em função do número de trabalhadores” num sistema que para o sindicalista acaba por não ser justo. “Empresas de capital intensivo”, tecnológicas, por exemplo, com grandes facturações e poucos trabalhadores, “pagam menos que grandes empresas” que empregam mais gente, mas têm menos lucro. “É uma discussão em aberto”, reconhece, mas que classifica de “prioritária” para 2010.

Temas em debate

No 6.º Congresso da USDCB estará em discussão um plano de acção baseado nos seguintes sete capítulos: O distrito no contexto ibérico, europeu e internacional e o seu desenvolvimento; Desenvolver e regionalizar o interior; Valorizar o trabalho e os trabalhadores; Promover a justiça social e a solidariedade; Política de negociação e de acção reivindicativa; Acção sindical internacional e a cooperação com as ONGS; Fortalecer a organização e a unidade de todos os trabalhadores.

Espanhóis assistem

Os trabalhos do Congresso têm início às 9 horas, com a sessão de abertura. Os debates vão prolongar-se até cerca das 17 e 30, horário previsto para o encerramento com a apresentação das conclusões. No encontro da USDCB vão estar vários observadores. Confirmadas estão as presenças de delegações das Comissiones Obreras de Salamanca e também da UGT de Castilha e Léon.


Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Compromentimento profissional também depende da empresa


Pesquisa realizada pelo ISE (Instituto Superior da Empresa) aponta que 36% dos diretores gerais e de RH (Recursos Humanos) que responderam ao estudo consideram a pouca iniciativa por parte dos funcionários um dos problemas mais relevantes para as empresas.
Segundo o professor do departamento de Gestão de Pessoas do ISE, Cesar Bullara, a pouca iniciativa tem relação com o engajamento do colaborador, que só se conquista quando a empresa também se engaja e se compromete com o funcionário.

“A gente só se compromete naquilo que achamos que vale a pena, que nos complemente de um modo, ou que a gente percebe um conjunto de valores”, disse Bullara.

Interesse dos funcionários

De acordo com o professor, para o funcionário se comprometer com a empresa, é necessário que haja três fatores, os quais a companhia precisa reconhecer: salário, satisfação e enriquecimento pessoal.

A remuneração deve ser equivalente ao nível profissional do colaborador e a satisfação, estar relacionada ao tipo de tarefa que o funcionário realiza. Além disso, ele precisa sentir que o que faz vale a pena e que os valores da organização têm relação com os seus.

Contratação

Para 68% dos diretores que responderam a pesquisa, contratar um funcionário é o problema mais relevante. Isso porque é difícil encontrar uma pessoa adequada para o cargo, ainda mais quando se trata da substituição de um profissional que era valioso para a empresa.

Segundo o professor, essa dificuldade sempre estará presente, porque o mercado está cada vez mais competitivo.

Outros problemas

Ainda na pesquisa, diretores gerais e de RH apontaram outros problemas, como falta de compromisso por parte dos funcionários (27%), absenteísmo (23%), dificuldade para conciliar trabalho e família (17%), resistência dos funcionários à mobilidade geográfica (15%) e baixas por stress (9%).


Fonte:Erivaldo José Cvalcanti

O elo perdido das organizações


O que nos demonstram os desajustamentos, depressões e até suicídios de empregados que marcam o funcionamento das grandes corporações nesta primeira década do século XXI?
O que significam, mais ainda, as explicações e justificativas para tais fatos de seus dirigentes, que oscilam entre o cinismo e a compaixão, ou seja, apresentam sentimento aparente de piedade pelos sofrimentos dos empregados?

E, pior ainda, o que quer dizer a convocação urgente e atabalhoada de psicólogos e de médicos do trabalho para identificar causas e propor soluções de imediato face ao inusitado dessa situação anômica, que estraçalha os ambientes organizacionais e afeta criticamente o desempenho?

Certamente o desconhecimento, a ignorância e até mesmo a negação deliberada pelo mundo corporativo de hoje dos conhecimentos e dos avanços das ciências do comportamento humano no trabalho produzidos por décadas, a partir dos anos 1920/1930, com as pesquisas pioneiras na Fábrica de Hawthorne, da Western Electric, nos USA.

A globalização e a mundialização da economia produzida pela sociedade de mercado, em especial a partir dos anos 1980, com a intensificação dos paradigmas dominantes dos lucros e dos resultados nos balanços, jogaram às trevas tudo o que cientificamente já se conhecia do processo de condicionamento do comportamento humano no trabalho. E o mundo corporativo em vez de avançar nas práticas das melhores formas de estimular o desempenho de seus colaboradores, produziu desde então passos significativos de retrocesso.

O processo histórico não se faz só com progressos e avanços, mas também com retrocessos e regressões, em que, o mais das vezes, apaga, ignora e desconhece os ganhos obtidos no passado, que subsistem apenas como elos perdidos.

A ciência do comportamento humano no trabalho é o elo perdido do mundo corporativo na sociedade neoliberal de mercado, das teorias e das práticas atuais dos consultores e dos profissionais que se dedicam à gestão das organizações, das teses de pesquisa e dos artigos ultimamente desenvolvidos pelo universo acadêmico, do cotidiano das noticias e do interesse da imprensa em geral.

Erros primários produzidos pelas trevas da ignorância e do desconhecimento sobre motivação humana no trabalho amplificam a crise nas organizações, aumentam os casos de desespero e de suicídios. E escandalizam a opinião pública, que não os compreende, e, muito menos, os aceita.

Um dos pontos fulcrais identificados pela célebre Pesquisa de Hawthorne é a presença e a influência dos grupos espontâneos (informais) na constituição e no funcionamento da realidade organizacional.

Os grupos espontâneos ou informais não são apenas onipresentes na realidade do mundo do trabalho. Cada um deles se ordena por uma hierarquia social, por mecanismos de controle e por formas muito próprias de solidariedade e de interação.

É o sentimento de pertencer e de integrar grupos sociais que fixa em seus componentes o sentido de comprometimento, de dedicação e de empenho no trabalho, a par de integração `a situação, muitas vezes adversas, em que o trabalho é realizado.

A empresa não pode ser considerada como um agregado asséptico, infenso, de pessoas que se interrelacionam: ao lado da estrutura formal subsiste fortemente uma organização informal invisível, não percebida à primeira vista, mas decisivamente influente.

Para se compreender, em toda extensão e profundidade, a atualidade das descobertas da Pesquisa de Hawthorne basta se delinear o quadro de mudanças organizacionais ocorridas no mundo do trabalho nos últimos trinta anos em que tais descobertas passaram a ser simplesmente ignoradas, ou simplesmente tratadas como velharias ultrapassadas.

Em nome da intensificação da concorrência e da competição, e na busca crescente do máximo de resultados e de lucros, a gerência neoliberal se dedica, cada vez mais, a construir organizações fundadas na individualização de objetivos e dos meios para alcançá-los, na atribuição também individualizada das responsabilidades e das pressões, nas avaliações de desempenho, na concessão dos prêmios e nas sanções.

Nunca se propalou tanto a importância do trabalho em equipe, mas também nunca se praticou mais ainda a individualização. Apesar do discurso contemporâneo de modernidade, o núcleo dominante de organização dos processos de trabalho não é a equipe, mas o indivíduo como pessoa e como profissional.

O mundo corporativo impõe a dedicação incondicional dos empregados á empresa. Têm-se aí como marcos expressivos o aumento crescente da sobrecarga de trabalho, a redução de tempo que cada um dispõe para a vida familiar, e a submissão integral às exigências constantes de mobilidade e de uso do tempo pessoal em favor da empresa.

As conseqüências de todo esse quadro de circunstâncias não são difíceis de identificar: o que antes se chamava de “relações humanas” efetivamente hoje já não mais existem, tendo sido substituídas pelo culto aos resultados, às metas de desempenho a serem alcançadas, e pela indiferença generalizada às questões que configuram em plenitude a realização humana no trabalho.

Cada um por si na luta de todos contra todos é o que garante o capital de competência, de reputação e de prestígio profissional que permite a conquista de posições na hierarquia organizacional.

É a primeira vez, em tamanha escala, que a competição e a cooperação antagônica dentro da organização se transformam em variáveis críticas de estruturação de processos de trabalho.
À atomização social reforça-se a ameaça, sempre presente, de demissão e o temor do desemprego para favorecer ainda mais a submissão de todos aos desígnios das direções e das gerências.

As organizações informais são, assim, varridas da realidade empresarial por um sistema esdrúxulo indiscriminado de competição individual, de todos e de cada um em busca da conquista de espaço pessoal e de um “lugar ao sol”.

Os argumentos econômicos não são suficientes para explicar a enorme ascendência da gerência neoliberal nas grandes corporações. Toda forma de organização do trabalho reproduz em si mesmo, a seu tempo e por sua vez, a aplicação de uma técnica instrumental de dominação social.

O próprio ensino da administração se baseia nos pressupostos de preservação de poder de uma sociedade inteiramente centrada no mercado.

O conhecimento está a serviço do mercado, que se transformou em força modeladora da sociedade como um todo. O mercado põe e dispõe em todas as suas formas de expressão: na educação e na cultura, nos esportes e no lazer, na pesquisa e nas suas utilizações práticas, na política e na defesa do meio ambiente, e, muito mais, na vida empresarial.

A teoria das organizações se constitui, assim, numa ideologia que legitima, em nível empresarial, a sociedade de mercado, vale dizer, também suas iniqüidades e disfunções.

Portanto, não se constitui em qualquer surpresa a desconsideração factual das estruturas sociais espontâneas, as chamadas organizações informais, quer sejam internas, vinculadas diretamente ao próprio mundo corporativo, quer sejam externas, vinculadas à vida do empregado na família e na comunidade.

Não havia qualquer necessidade de desconsiderar a influência da organização informal para a realização dos paradigmas neoliberais prevalecentes no mundo corporativo dos tempos presentes.

É evidente que a violência social sempre existiu no mundo das organizações e no universo da sociedade.

O novo é a deliberada e intencional ação empresarial no sentido de destruir a organização informal no ambiente organizacional sob o pressuposto de sua disfuncionalidade.

A estrutura social nos integra em relações humanas soi-disant de “normalidade”, ao passo que sua ausência nos faz mergulhar no caos da contradição e da anomia.
O que a realidade do mundo corporativo nos mostra hoje com tanto sofrimento é que a desconsideração da influência da organização informal conduz a muita insatisfação no trabalho, ao desajustamento e à depressão. E até aos suicídios!

Precisamos tratar das almas e dos corpos das organizações, de suas estruturas e de seu funcionamento, de suas organizações formais e informais.
Deixemos de procurar as causas da insatisfação individual e coletiva lá onde elas não estão por insistirmos em desconhecer lá onde elas efetivamente estão: nas relações sociais de trabalho.

Deixemos de considerar como normal, habitual, como parte das regras do jogo, e como via necessária a destruição da estrutura social que preside a existência humana no trabalho.
O homem como um animal social é quase uma lei pétrea da natureza humana. A relação social faz parte de seu DNA, integra o seu código genético.




Fonte:Administradores.com

Cálculo de Iluminação para uma Confecção


CÁLCULO DE ILUMINAMENTO

Dimensão do local :
Iluminamento padrão : 1.000 e 100
Lúmem/lâmpada : 2.700
Coeficiente de reflexão ou utilização : 0,75
Coeficiente manutenção depreciação : 0,80


RISCO E CORTE


21 x 8 x 1.000 = 168.000 = 51,85 = 52
2 x 2.700 x 0,75 x 0,80 3.240

21 ÷ 8 = 2,62
C = 2,62 L

2,62 L x L = 52
2,62 L² = 52
L² =  52 = 4,45 = 5 luminárias na largura:
2,62

2,62 x 4,45 = 11,65 = 12

12 x 5 = 60
11 x 5 = 55
12 x 4 = 48


Calcular a distância das luminárias no comprimento e na largura:

D . luminárias C = C = 21 = 1,90 m
Q.Lum.C 11

D. luminárias L = L = 8 = 1,6 m
Q.Lum.L 5


Calcular a distância na primeira e última luminária no comprimento e largura:

D. luminária C : 2 = 0,95
D luminária L : 2 = 0,66

ALMOXARIFADO


21 x 5,5 x 100 = 11.550 = 3,56 = 4
2 x 2.700 x 0,75 x 0,80 3.240

21 ÷ 5,5 = 3,82
L = 3,82 L

3,82 L x L = 4
3,82 L² = 4
L² =  4 = 1,02 = 1 luminárias na largura:
3,82

3,82 x 1,02 = 3,90 = 4

2 x 2 = 4
1 x 2 = 2
2 x 1 = 2

Calcular a distância das luminárias no comprimento e na largura:

D . luminárias C = C = 21 = 7 m
Q.Lum.C 34

D. luminárias L = L = 5,5 = 2,75 m
Q.Lum.L 2


Calcular a distância na primeira e última luminária no comprimento e largura:

D. luminária C  2 = 3,52
D . luminária L  2 = 2,75



EXPEDIÇÃO


24 x 2,5 x 1.000 = 180.000 = 55,56 = 62
2 x 2.700 x 0,75 x 0,80 3.240

24 ÷ 8,5 = 2,82
C = 2,82 L

2,82 L x L = 62
2,82 L² = 62
L² =  62 = 4,70
2,82

2,82 x 4,70 = 13,37 = 14

14 x 5 = 70
13 x 5 = 65
14 x 4 = 56

Calcular a distância das luminárias no comprimento e na largura:

D . luminárias C = C = 24 = 1,60 m
Q.Lum.C 2

D . luminárias L = L = 8,5 = 4,82 m
Q.Lum.L 5


Calcular a distância na primeira e última luminária no comprimento e largura:

D . luminária C  2 = 2,62
D . luminária L  2 = 2,75


COSTURA E ACABAMENTO


33,5 x 21,5+2,5 x 12,5 x 1.000 = 751.500 = 231,9 = 232
2 x 2.700 x 0,75 x 0,80 3.240

36 ÷ 34 = 1,05 = 1
C = 2,58 L

1,05 L x L = 232
1,05 L² = 232
L² = V 232 = 14,86 = 15 luminárias na largura:
1,05

1,05 x 14,86= 15,60 = 16

16 x 15 = 240
16 x 14 = 224
15 x 14 = 225

Calcular a distância das luminárias no comprimento e na largura:

D luminárias C= C = 33,5 = 2,05 m
Q.Lum.C 16

D. luminárias L = L = 24 = 1,04 m
Q.Lum.L 15


Calcular a distância na primeira e última luminária no comprimento e largura:

Dluminária C  2 = 1,02
D . luminária L  2 = 0,71

Padrão para o enfesto e Corte Tecidos Elásticos


ENFESTO DO VIÉS

1º) o cortador pega a ficha técnica e verifica metragem do viés e os números de folhas, tipo de tecido, e a posição de corte.

2º) junto com o auxiliar o cortador enfesta a folha do viés

3º) após o corte , ambos dobram e amarram as folhas do viés

4º) informam qual a finalidade de cada amarrado separado ,ou seja,
se é para cortar o viés na largura para o tronco , alças , pernas , cintura ou outros fins


ENFESTO DO TECIDO

4º) o cortador junto com o auxiliar abrem o risco sobre a mesa,conferindo as quantidades das grades riscadas.

5°)dão uma margem à mais de 0,5 cm em cada ponta e medem o tamanho do risco sobre um papel em branco

6°) junto com o auxiliar o cortador enfesta o tecido sobre o papel cortado na medida do papel da mesa

7º) o cortador em um lado da mesa e o auxiliar do outro lado, efetuam o enfesto conferindo ambos , simultaneamente as quantidades de folhas

8º) no término do enfesto ambos reconferem as quantidades de folhas e colocam o risco sobre o enfesto alfinetam pontas e meio prendendo para o corte

O CORTE

8º) no caso de uma calça (ADF) o cortador efetua o corte à partir da cintura , posteriormente ele amarra uma das pontas laterais para sustentar o enfesto, e corta o restante. Quando for um biquini ele inicia pela calça na 1° lateral.

9º) o cortador vai efetuando o corte nessa sequencia toda vez em que houver pontas , como as das laterais de uma calça ou mesmo uma alça de soutien ou um maio

10º) no caso de um modelo de suplex , ele utiliza garras para segurança do corte reduzindo com isso a margem de variações ( o Isaias frisa que as garras possuem um lado certo para ser usado tanto na lycra como no suplex ).

Housekeeping


Programa 5S:
Housekeeping: Ambiente de Qualidade
Introdução
Com origem no Japão, o Programa 5S tem como principal filosofia a busca da melhoria do ambiente de trabalho, redução dos custos através da eliminação de desperdícios e incentivo à criatividade e, também, a prevenção de acidentes, com a proposta de tornar o dia-a-dia das pessoas mais saudável. A sigla 5S é oriunda das palavras japonesas Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke. Traduzidas para a língua portuguesa, são conhecidas como Senso de Utilização, Senso de Ordenação, Senso de Limpeza, Senso de Higiene e Saúde e Senso de Auto-Disciplina, respectivamente. Muitos administradores têm revisto sua postura frente ao ambiente de trabalho, tornando o ambiente das empresas mais favorável para os colaboradores e, por conseqüência, para um aumento da produtividade e redução dos custos. A grande virtude do programa, além de ser uma introdução para outros programas de qualidade, está na mudança de comportamento dos funcionários envolvidos e a busca de um ambiente de trabalho agradável. Sendo assim, as empresas têm visto no programa uma forma de integração dos funcionários e padronização das atividades, por isso ele tem sido amplamente difundido. O programa cinco sensos, mais conhecido como 5S, é considerado o passo inicial para a implantação de programas de qualidade. O 5S tem que ser considerado dentro de toda a empresa independente da função uma atividade que depende do comprometimento de todos para que os objetivos que foram elaborados por profissionais experientes no programa sejam reconhecidos através da melhoria continua do ambiente produtivo e melhoria nos indicadores de desempenho.
Benefícios para a empresa e para o funcionário
O Programa 5S propicia diversos benefícios, como: melhoria do moral dos colaboradores, redução do índice de acidentes, melhoria da qualidade e da produtividade e exercício da administração participativa.
5.1. Objetivos da Implantação na manutenção
A prática do 5S tem muitos objetivos a serem atingidos após a implantação dentro do departamento de manutenção, quebrando o paradigma que a manutenção é o setor dentro da
empresa com maior volume de bagunça, desorganização, falta de limpeza e falta de padronização, onde se alcançados todos os objetivos propostos pela a prática pode se ter grande ganho que podemos medir através de indicadores de manutenção aplicados em todos os tipos e procedimentos de manutenção. Seguem os objetivos, que a prática pode oferecer se todos os funcionários dentro do departamento tiverem como cultura e não como obrigação:
• Aumentar a satisfação dos funcionários;
• Prevenção de acidentes;
• Aumentar a qualidade dos trabalhos a serem desenvolvidos para seu cliente (produção);
• Melhorar os indicadores de manutenção “CLASSE MUNDIAL” (MTBF, MTTR);
• Reduzir custos;
• Preparar o ambiente para a implantação do TPM, sendo que o 5S e primeiro passo para
se obtiver a certificação.
5.2. Os Cinco Sensos
A definição de 5S e devido aos cinco programas seqüenciais e cíclicos que tem o seu nome
em japonês iniciado pela letra “S”, que são elas:
• Seiri;
• Seilton;
• Seiso;
• Seiketsu;
• Shitsuke.
5.2.1 SEIRI – ORGANIZAÇÃO
“Organizar é separar as coisas necessárias das que são desnecessárias, dando um destino para aquelas coisas que deixarem de ser úteis para aquele
ambiente.”
Resultados do SEIRI no departamento de manutenção:
• Eliminar materiais desnecessários (cabos, peças);
• Quadro de ferramental disponível e adequado para a execução dos trabalhos;
• Prevenção de acidentes;
• Reduzir Custos;
• Liberar espaços;
• Elevar a produtividade;
• Documentação técnica atualizada e organizada para consulta.
5.2.2 SEITON – ORDENAMENTO
Ordenar é guardar as coisas necessárias, de acordo com a facilidade de acessá-las, levando em conta a freqüência de utilização, o tipo e o peso do objeto, como também uma seqüência lógica já praticada, ou fácil assimilação. Quando se tenta ordenar as coisas, necessariamente o ambiente fica mais arrumado, mais agradável para o trabalho e, conseqüentemente, mais produtivo.”
Resultados do SEITON no departamento de manutenção:
Economizar tempo e material;
Trabalho com conforto;
Facilitar a comunicação, pois todo o departamento está padronização;
Reduzir tempos em manutenções;
Reduzir acidentes;
Localização de material e documentação técnica.
5.2.3 SEISO – LIMPEZA
Limpar é eliminar a sujeira, inspecionando para descobrir e atacar as fontes de problemas. A limpeza deve ser encarada como uma oportunidade de inspeção e de reconhecimento do ambiente. Para tanto, é fundamental importância que a limpeza seja feita pelo próprio usuário do ambiente, ou pelo operador da máquina ou equipamento.”
Resultados do SEISO no departamento de manutenção:
• Eliminar todo e qualquer e tipo de sujeira;
• Melhor ambiente para o trabalho;
• Preservação da saúde dos funcionários;
• Conservação do estado das ferramentas, máquinas e instrumentos;
• Redução do número de quebras;
• Zelo pela documentação técnica.
5.2.4 SEIKETSU – ASSEIO
Manter o asseio é conservar a higiene, tendo o cuidado para que os estágios de organização, ordem e limpeza, já alcançados, não retrocedam. Isto é executado através da padronização de hábitos, normas e procedimentos.”
Resultados do SEIKETSU no departamento de manutenção:
• Manter os resultados atingidos nos três primeiros passos da prática;
• Padronizar as práticas dos três primeiros “S”;
• Divulgação dos resultados obtidos de forma visual;
• Conscientização da equipe de manutenção da utilização da prática;
• Condições seguras de trabalho;
• Padronização de documentação, de cores de tubulações, layout, etc.
5.2.5 SHITSUKE - DISCIPLINA
Shitsuke é “Ser disciplinado e cumprir rigorosamente as normas e tudo o que for estabelecido pelo grupo. A disciplina é um sinal de respeito ao próximo.”
Resultados do SHITSUKE no departamento de manutenção:
• Aumentar a motivação das pessoas;
• Aumentar o autodesenvolvimento da equipe de manutenção;
• Conscientização do trabalho em equipe.
5.3. Pratique os 5S sem parar
Os passos do programa 5S estão interligados entre si, conforme mostra a figuras abaixo, para que os resultados sejam atingidos todos os passos tem que ser praticados constantemente, sendo assim é implantado auditorias internas para que seja medido o comprometimento individual de cada área da manutenção, buscando desta forma sempre a melhoria continua. Também são ministrados treinamentos de reciclagem a todos os funcionários, para que a prática venha ser uma cultura dentro e fora da empresa e não como uma obrigação.


Fonte:Trabalho da Faculdade


















O que é coisa com coisa?


I. Quer fazer a coisa certa? Então trate de entender como a coisa funciona. Vivemos deixando de fazer certas coisas (1)para fazer as coisas certas.
(2)Se tem uma coisa que anda incomodando a língua portuguesa, é a coisa. O único consolo é que "coisa" é uma dessas raríssimas palavras que existem em qualquer idioma, e em todos eles têm o mesmo significado, (3)isto é, coisa.
No princípio, Deus criou as coisas, ensina o Gênesis, para só depois criar o Homem. Quer dizer, geneticamente falando, que tudo que não era gente era coisa. Isso durou até 1963, (4)quando finalmente o poeta Vinícius de Moraes decidiu elevar (5)também o ser humano à categoria de coisa: "Olha que coisa (6)mais linda, mais cheia de graça..." A bem da verdade, nenhum grande escritor resistiu à coisa, e o próprio Shakespeare notou que existem muito mais delas (7)entre o céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia.
(8) Mas o que antigamente era um artifício poético e literário acabou virando arroz-de-festa. Tem até lugar onde a coisa passou a ser flexionada ("O coiso, como é mesmo o nome dele?") ou conjugada ("Eu estava coisando quando a máquina pifou"). (9)Ou por preguiça ou por economia de neurônio, as pessoas passaram a abusar da coisa: por que aprender a falar empregabilidade se é bem mais fácil dizer "aquela coisa que eu não tinha e (10)por isso perdi o emprego"? Nas empresas, a coisa já se tornou um sinônimo bastardo de qualquer coisa:
-Quer saber de uma coisa? Pra mim chega.
- Chega do quê?
- Cansei. E uma coisa eu digo: não sou só eu.
- Peraí, me explica melhor.
- Explicar o quê? Vai me dizer que você é a favor desse estado de coisas?
- Sei lá. Você nem me disse ainda o que está acontecendo.
- Acorda, cara! A coisa tá preta nessa empresa.
- Taí, eu não acho.
- Como, não acha? Isso aqui é coisa de doido.
- E digo mais. Prá mim, tá tudo ótimo.
- Opa, até você? Eu bem que desconfiava. Aí tem coisa...
II. Convenhamos: a coisa já passou do ponto, e esse é o âmago da questão. Ao mesmo tempo em que estão adquirindo fluência em inglês e em outros idiomas alienígenas, muitos profissionais insistem em espezinhar o português escorreito. A proliferação indiscriminada da coisa é um bom exemplo disso. Nas empresas, a hiperespontaneidade na comunicação está roubando aos diálogos a consistência e a praticidade. Mas a boa linguagem corporativa jamais admitirá tais atalhos verbais.
III. Quem realmente busca a excelência em todas as suas dimensões tem por obrigação permear-se com um vocabulário eclético e dinâmico. O tempo ensinará aos despreparados que o sucesso só confere prêmios aos que sabem administrá-lo multifacetadamente, e isso inclui o repúdio ao uso do palavreado fácil e o respeito ao vernáculo. Apenas após dominar as nuances de sua língua pátria é que alguém poderá alardear que atingiu a plenitude profissional. Porque só aí terá compreendido e absorvido os três pilares básicos em que se apóia a essência da filosofia corporativa, a saber:
1. Entender como a coisa funciona.
2. Fazer a coisa certa.
3. Falar coisa com coisa.

Fonte:Revista Você, abril/2000

Não desista dos seus sonhos


Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e
noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um
pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar seu
negócio, empenha sua casa e as jóias da esposa. Quando, finalmente,
apresenta o resultado do seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que o
seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.

O homem desiste?

Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vitima da chacota de seus
colegas e de alguns professores, que os chamam de louco.

O homem fica ofendido?

Não! Dois anos depois de haver concluído o curso de qualidade, a empresa
que o recusara, finalmente, fecha um contrato com ele. Seis meses depois,
vem a guerra. Sua fabrica é bombardeada duas vezes...

O homem se desespera e desiste?

Não! Reconstrói sua fábrica, porém mais um terremoto novamente a arrasa. Você
pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste!

Mais uma vez, não!

Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo país e
este homem não pode sair de automóvel, nem para comprar alimentos para sua
família. Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos?

Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor a sua bicicleta e sai às ruas.

Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas bicicletas
motorizadas. A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria
atender todos os pedidos! Decide montar uma fabrica para a novíssima
invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil
lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda
de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantidade de dinheiro.

Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da industria
automobilística!

Esta conquista foi possível porque o Sr. Sochiro Honda o homem de nossa
história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou
pela frente.

Quantos de nós desistimos por muito menos? Quantas vezes o fazemos antes
de enfrentar minúsculos problemas?

Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por sonhos e valores
consistentes.

Pense nisso. Não desista!

Empresa familiar é um bom negócio!Qual é o segredo?


Empresa familiar é um bom negócio! Qual é o segredo? Votorantim, Empório Chiapetta, Eliane, Itaú, Wal-Mart, Ford, Tigre, Cedro Cachoeira, Sul América, O Globo, J. Di Giorgio... vão bem, obrigado. Superaram as catastróficas estatísticas mundiais de mortalidade das empresas familiares – só 5% sobrevivem até a 3ª geração. E assim caminham vitoriosas para 4ª, 5ª e outras gerações. Afinal, qual o segredo? Quando se trata de empresa familiar, de fato, cada-caso-é-um-caso: os empreendedores, ramos, circunstâncias, épocas e regiões são diferentes. Se entrar em detalhes a discussão é interminável, a exemplo daquelas de futebol quando torcedores começam a comparar times e seleções: qual foi melhor? Mas três pontos estão fixados na base das empresas vitoriosas, das pequenas às gigantescas, varejo, indústria ou serviço: 1. Não demorar a descentralizar. O tempo passa, a família cresce e chegam parentes diretos e indiretos e, com eles, os conflitos que causam a acentuada queda de empresas familiares. Conflitos profissionais e humanos, que existem em qualquer empresa, porém, a diferença é que nestas eles têm interferências domésticas ativadas por sangue-interesses-emoções. Não se deve abafar os conflitos, tentar negá-los, mas sim antecipá-los com construtiva convivência para que tenham limites. As chances de sucesso são proporcionais ao tempo em que problemas são enfrentados com antecedência e diálogo. Descentralização deve ocorrer com critério e jamais apressada. 2. Preparação dos parentes. Se o parente pode entrar na empresa sem conscientização e treinamento, é porque basta ter o mesmo sangue que terá a mesma competência dos que nela já trabalham? Se assim fosse, notáveis grupos seriam eternos: O império Matarazzo continuaria a ser o número um da América, e hoje é zero; Pão de Açúcar não teria entrado no vermelho, aliás, no roxo, para depois se recompor; Bom Bril continuaria a limpar concorrentes sem ter ido para outras mãos. O parente não é necessariamente competente, tem que ser preparado: analisadas vocação, habilidades, vontade de atuar no negócio da família, em contrapartida, deve ter explicações sobre filosofia, funcionamento e metas da empresa. Um diálogo imprescindível, precisa entrar como profissional que virá a ser chefe, e não, o filho que está ali para ajudar o pai. Se não tiver vocação-desejo, é melhor não entrar. O parente preparado traz três benefícios, principalmente, humanos: A. Qualidade de vida para o titular. Ao descentralizar, tem mais tempo para si mesmo, para usufruir do que acumulou, do lazer. A matemática empresarial diz: soma da centralização mais parente despreparado é igual a enfartes, gotas, separações, diabetes... B. Garantia para o negócio. Parente capaz é a ponte para o futuro. Tem energia, força para inovar e enfrentar concorrentes. Abre o novo ciclo. C. Família. O titular fica com a mente tranqüila: cumpriu o dever de deixar a empresa pronta para as gerações, poderão ter o desejado – ou igual, padrão de vida. 3. Gestão mista por período ou permanente. A presença de um consultor capaz em gestão e relacionamento é estratégica. Administra debates, tendências, soluções empresariais-familiares. Consultor é contratado por empresas familiares vitoriosas porque entra com a determinação de fazer o negócio continuar a prosperar e, junto, puxa os ajustes familiares. Atua no sentido de colocar a família para trabalhar para a empresa, e não, o contrário. A empresa familiar vitoriosa une descentralização-treinamento-gestão de olho no mercado e visa trabalhar no que é de todos para satisfazer clientes, afinal, eles é que darão dinheiro e tranqüilidade para a empresa e para os lares. Em média, 85% das empresas são familiares e precisam ser competitivas, portanto, é hoje extremamente oportuna a reflexão-ação sobre este tema. José Renato de Miranda, autor do livro Gestão e Marketing”, cap. especial Empresa Familiar. Consultor da Fecomércio e Sebrae, e Coordenador do Núcleo de Orientação Para Empresa Familiar. Sites: http://www.empresafamiliarconsultoria.com.br/
Fonte:José Guilherme de Miranda

A logística e a Copa do Mundo no Brasil em 2.014


Ficamos orgulhosos em receber a notícia de que, pela segunda vez, teremos a
oportunidade de sediar a Copa do Mundo de Futebol. Nada mais justo já que somos
pentacampeões mundiais de futebol, temos o atleta do século (Pelé) e com certeza somos
apaixonados por futebol.
Como muitos brasileiros vibrei com a notícia. Já estou imaginando a oportunidade de
assistir, juntamente com meu filho, a um jogo de copa do mundo em meu país. Deve ser
uma emoção e tanto !!
Após a euforia de torcedor, passo a refletir como profissional de logística e neste sentido
é importante pensar nos requisitos logísticos que um evento desta magnitude necessitará.
Serão necessários investimentos em construção ou modernização de estádios, aeroportos,
hotéis, rodovias, ferrovias e muitos outros projetos de infra-estrutura que estão sendo
estudados pelas autoridades.
Além dos aspectos acima, me preocupa a questão da logística das pessoas que
participarão do evento. Segundo expectativas do Ministério do Turismo, o Brasil deverá
receber 500 mil turistas estrangeiros que juntamente com as delegações (jogadores e
comissão técnica), os profissionais de imprensa, médicos e muitos outros profissionais
estarão em nosso país para assistir, comentar e trabalhar na Copa do Mundo de 2014.
Logo comecei a pensar:
Será que teremos algum projeto voltado para a logística dos participantes deste evento ?
Estes projetos devem procurar racionalizar o fluxo das pessoas dentro das cidades,
otimizar o tempo de deslocamento destas, reduzir custos, agregar valor e proporcionar
uma maior satisfação de cada um dos participantes deste fantástico evento. Devemos
ainda ter em mente que este é um excelente momento de criarmos uma imagem positiva
sobre nosso país, tanto aos visitantes como aos que assistem ao evento pelos meios de
comunicação. Aos visitantes devemos despertar a vontade de visitar o país novamente e
aos que assistem pela TV devemos despertar o desejo de conhecer o país.
Algumas ações poderão demandar altos investimentos e podem ser inviáveis, mas outras
podem ser implementadas mais facilmente. Pensando um pouco sobre o que eu gostaria
de ver se fosse assistir a uma copa do mundo em outro país, listei alguns itens que com
certeza fariam grande diferença:
- Informação (em mais de um idioma) sobre local, dias e horários de jogos, pontos
turísticos próximos, hotéis, restaurantes e formas de chegar ao evento;
- Informação) sobre o horário e destino de ônibus, metrô, trem e barco. Estas
informações deveriam estar disponíveis em hotéis, estádios de futebol, praias, pontos
turísticos, aeroportos, estações de trem, metrô e demais pontos onde haja grande fluxo de
pessoas;
- Integração perfeita de todos os meios de transporte. Possibilitar conexões entre as
estações de ônibus - metrô – bonde - trem – barco - avião.
- Cumprimento dos horários definidos;
- Informação sobre o quanto tempo falta para que o meio de transporte utilizado chegue
no local em que você está aguardando;
- Facilidade de acesso aos idosos e portadores de necessidades especiais.
- Possibilidade de aquisição de bilhetes que possibilitem o uso de diversos meios de
transporte (integrados) durante todo o evento;
- Incentivo (preços reduzidos) para a aquisição antecipada dos bilhetes para evitar
grandes filas tanto nos estádios como nos pontos turísticos, meios de transporte ...
Penso que o estudo dos processos logísticos voltados para o fluxo das pessoas,
considerando os meios de transporte, integração perfeita entre os diversos modais,
informações precisas, confiáveis e disponíveis facilmente poderão ser um diferencial
competitivo na Copa do Mundo de 2014.
Tenho certeza que se pensarmos neste sentido, conseguiremos oferecer uma melhor
qualidade de serviço aos participantes deste fantástico evento, gerando assim melhores
resultados não só através do aumento da receita com o turismo, por exemplo, mas com a
redução de custos e otimização do tempo para os usuários destes sistemas logísticos.
Parece que temos muito tempo, mas 7 anos passam rápido e algumas ações precisam
começar logo.
Vamos torcer para nossa seleção seja vitoriosa em 2014 e que as questões relacionadas a
Logística de Pessoas inicie sua caminhada em busca de muitos títulos.
Por: Hélio MEIRIM – hrmeirim@hrmlogistica.com.br – www.hrmlogistica.com
Atuou por mais de 15 anos, como executivo de Logística, em empresas nacionais e
multinacionais tendo desenvolvido projetos no Brasil, Chile, México, Estados Unidos,
Portugal e Espanha.
É Consultor da HRM Logística e Professor Universitário nos cursos de MBA, Pós-
Graduação e Graduação.

Celular ligado em casa e no trabalho



E O CELULAR ?

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que
tratamos o nosso celular?
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no
escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?

E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer
lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a
conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a
vida.

'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'!
(Is 55:6)*


-Telefones de Emergências:

Quando você estiver triste, ligue João 14.
Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.
Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.
Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19,34.
Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.

Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.
Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.
Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.
Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.
Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17.

Quando você sentir-se triste e sozinho,
ligue Romanos 8:31-39.

Quando você quiser paz e descanso,
ligue Mateus 11:25-30.

Quando o mundo parecer maior que Deus,
ligue Salmo 90.*

O vencedor


DAVID DE MENDONÇA PORTES
David, o marqueteiro
COM AGENDA DISPUTADÍSSIMA POR GRANDES EMPRESAS E INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS, DAVID FALA DE MARKETING PARA MARQUETEIROS, MAS SEU NEGÓCIO CONTINUA SENDO UMA BANCA DE CAMELÔ

Centro do Rio, seis horas da manhã. A luz tardia do horário de verão e a brisa fresca da primavera dão a falsa impressão de que ainda é madrugada. David já está acordado há mais de uma hora. Saiu de Nilópolis, município da região metropolitana do Rio, quando ainda estava escuro. Todas as manhãs é o mesmo ritual: carregar a van com balas, doces, biscoitos, refrigerantes, gelo e os módulos da barraca que ele arma diariamente na av. Presidente Wilson, a poucos passos do consulado americano. A rotina de David seria parecida com a de milhares de camelôs que atravancam as calçadas das grandes cidades brasileiras. Mas David não é um vendedor comum. É um marqueteiro de carteirinha. E a barraca dele tornou-se um exemplo de marketing que vem seduzindo os maiores empresários do Brasil.

David de Mendonça Portes nasceu em uma família pobre, em Nilópolis. Ainda criança, começou a trabalhar como entregador de supermercado para ajudar a sustentar os oito irmãos. Como milhares de outras crianças brasileiras, parou de estudar antes de completar o primeiro grau. Andou de emprego em emprego até conseguir uma vaga de motorista na gravadora Polygram. Há quatorze anos foi demitido, exatamente quando a mulher estava grávida e precisando de cuidados médicos. Despejado do barraco onde morava na favela da Rocinha foi morar de favor com um amigo. “Foi triste”, lembra ele, “minha mulher estava com oito meses de gravidez e precisava de um remédio. Pedi dinheiro emprestado, mas aí deu na idéia comprar uns docinhos pra vender. Fui no depósito perto da Central e comprei meia dúzia de cada coisa. Eu não sabia que tinha jeito para vender, mas o fato é que no final do dia tinha vendido tudo e duplicado o meu capital. Aí, sim, comprei o remédio”.
Eu não sabia que tinha jeito para vender, mas o fato é que
no final do dia tinha vendido tudo e dobrado o meu capital.
Enfrentando a concorrência

Um ano depois, David já vendia mais de duzentos itens na banca da Presidente Wilson e tinha conseguido comprar uma casa. Mas o sucesso dele atraiu a concorrência. “Foi aí que eu senti a necessidade de fugir do igual, de criar um diferencial”, conta ele, que até então nunca tinha ouvido falar em marketing. “Criei então um setor de promoções. Comprei uma bicicleta, botei uma placa anunciando o sorteio e a urna para depositar os cupons. Foi o meu primeiro gesto de marketing”. E para ser o primeiro, até que foi bastante engenhoso. Em vez de uma promoção, fez logo três. Em todas as compras acima de dois reais, o cliente recebia três cupons e preenchia uma ficha com seus dados. Com o primeiro cupom, concorria a uma bicicleta. O segundo deveria ser acumulado com outros quatorze, o que daria direito a uma compra de graça. O terceiro dava direito a uma nova promoção. Se o número do bilhete coincidisse com o número sorteado a cada manhã, o cliente tinha direito a estourar um balão e ver o que tinha dentro. “Noventa por cento dos balões que eu pendurei na banca tinham um bilhete dizendo 'volte sempre' e dez por cento tinham brindes”, explica. A promoção foi um sucesso e, de quebra, David começou a organizar um banco de dados que hoje é utilizado para enviar mala-direta aos clientes da banca.

São idéias como essas que ele expõe de forma simples nas dezenas de palestras que vem fazendo pelo Brasil afora. “Muitas empresas estão utilizando conceitos de marketing que eu desenvolvi na banca”, diz ele, orgulhoso. “A Vasp, por exemplo, lançou uma promoção em que o passageiro que fizer dez viagens pela companhia ganha uma de graça. A idéia surgiu do exemplo dos cupons acumulados que eu mencionei em uma palestra que dei na empresa”. Apesar de nunca ter cursado um só dia de faculdade, David discorre com desenvoltura sobre teoria de marketing, inclusive para teóricos da área. “Já fiz palestras na Escola Superior de Propaganda e Marketing, do Rio, e eles até me ofereceram uma bolsa de estudos. Também já falei para uma turma de MBA da Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte”.
Eu vendo o que vai satisfazer o cliente.
Quem empurra mercadoria não é um bom vendedor.
Fazendo a diferença

Mas o que o camelô que só usa a intuição tem a ensinar a empresários e marqueteiros profissionais? “É muito simples”, explica ele. “Hoje os produtos são praticamente iguais. O que vai fazer a diferença é o serviço, o atendimento. Então é preciso criar estratégias para primeiro atrair, depois fixar o cliente. E isso tem que ser feito com descontração. Tem que ter um ‘bomdia’ natural. Não pode ser ‘bom-dia’ de aeromoça, formal, robotizado. O atendimento tem que ser feito com calor humano e naturalidade. Um cliente descontraído fica com o bolso vulnerável”, acrescenta ele, mostrando uma máscara com um largo sorriso que costuma usar durante suas palestras para enfatizar a importância da descontração no atendimento ao cliente.

Nem precisava da máscara. David é um sorriso ambulante. Tem sempre uma brincadeira na ponta da língua para todos os 4.800 clientes – devidamente cadastrados – que compram em sua banca. E na “sobreloja” – que nada mais é do que uma prateleira colocada no ponto mais alto da barraca – guarda um sino que toca toda vez que um cliente lhe retribui o sorriso. “A turma gosta, sai todo mundo rindo, descontraído”. Daniela Rebello, curiosamente uma profissional de marketing que trabalha ali perto, confirma: “Ele vende doce como todos os outros só que ele interage com a gente, está sempre agradando todo mundo e esse é o diferencial dele”.

Outro preceito do profeta do marketing é a transparência. “Eu vendo o que vai satisfazer o cliente. Quem empurra mercadoria não é um bom vendedor. Você tem que vender o que o consumidor quer, no momento em que ele quer. Aí ele vai sentir honestidade de sua parte e vai voltar mais vezes. O cliente é a coisa mais importante da empresa. Não existe empresa sem cliente. Isso é o arroz com feijão do marketing. Por isso eu estou sempre tratando meus clientes com transparência e alegria. Quando ligam para o callcenter os clientes só querem falar comigo porque eu brinco, falo frases em inglês, faço uma piada, tudo pra descontrair a clientela”.

Callcenter e drivethrough

O que David chama de callcenter é uma cestinha de plástico pendurada em um das hastes da barraca onde ficam três celulares que não param de tocar. “No início eu tinha um pager que dava direito a seis mil caracteres por mês. Já no primeiro mês eu estourei a cota. Aí pensei em usar aqueles três orelhões da esquina. Peguei os números e mandei para os meus clientes via mala-direta. Foi um sucesso. Os pedidos duplicaram e tive que contratar um auxiliar para o ‘departamento de delivery’. Mas a empresa de telefonia descobriu e tive que parar de usar os telefones públicos. Foi daí que surgiu a idéia do callcenter”. E como uma idéia puxa outra, David aproveitou para fazer mais uma promoção. Toda manhã ele sorteia um número de um a cem e escreve o número sorteado num cartaz onde se lê “Promoção Callcenter”. Se o número sorteado for, por exemplo, o 22, o vigésimo segundo cliente que ligar não paga a compra.

Sempre atento à comodidade do cliente, David criou também o drivethrough, na verdade, uma vaga de estacionamento em frente à barraca que, estranhamente, está sempre vazia. “O pessoal que trabalha por aqui me conhece e colabora, deixando o lugar vago”, explica ele. Foi nesta vaga que o jornalista Ricardo Boechat parou certa manhã para comprar chicletes e acabou impressionado com as técnicas de marketing do camelô. No dia seguinte David estava na Coluna do Swann, no jornal O Globo. Desde então, já apareceu nas principais publicações e televisões do país. Muitas matérias ele exibe num quadro pregado ao lado da banca, perto do “setor de congelados”, uma caixa de isopor onde ele resfria sucos e refrigerantes.

O movimento na barraca de David segue um fluxo mais ou menos constante até o início da tarde. Mas ele notou que, por volta das três da tarde, as vendas baixavam. “Resolvi fazer uma pesquisa e descobri que meus clientes queriam lanchar mas muitos não podiam descer. Chamei de ‘a fome das três’”. Com base na pesquisa, David decidiu criar uma página na internet (www.bancadodavid.cjb.net) para que seus clientes pudessem escolher os produtos e fazer a encomenda por e-mail ou telefone. Como a barraca não tem energia elétrica, o computador fica em casa. Toda vez que chega um pedido por e-mail o filho de 14 anos ou a mulher liga para a banca e passa o pedido. Resultado: David conquistou um novo público e, mais uma vez, aumentou o faturamento em quase 50%. É tudo o que mais querem os empresários que pagam para ouvir as histórias do camelô. E David não se faz de rogado. Como bom marqueteiro, adora estar no centro das atenções. Fala com orgulho da palestra que deu para cento e oitenta executivos a convite do Instituto de Marketing Industrial, em São Paulo. Na platéia, diretores e presidentes de empresas do porte da Volkswagen, Grupo Votorantin, Shell e Riosul. “Fui aplaudido e considerado o melhor palestrante”, lembra, mostrando uma placa de prata na qual ninguém menos que Antônio Ermírio de Moraes lhe parabeniza pelo espírito empreendedor.

De olho no mercado

Marcelo Boschi, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e da Universidade Cândido Mendes, no Rio, acha que, mais que marqueteiro, David é, na verdade, um “identificador de oportunidades de mercado”. Para ele, muitos profissionais de marketing se acomodam em salas refrigeradas e se esquecem de ouvir o cliente. “Eles contratam pesquisas, criam grupos de consumidores para identificar as tendências do mercado porque perderam a capacidade de olhar, de conversar, de identificar os desejos do cliente”. David concorda em gênero, número e grau. E completa: “Um diretor de marketing está fazendo um péssimo trabalho quando a cadeira dele está quente, quando ele não levanta dali para ver o que está acontecendo na vida real”. O professor Boschi observa ainda que o brasileiro é, em geral, extremamente sociável, mas essa sociabilidade nem sempre se manifesta nas relações de serviço. É um pouco como se servir ao cliente fosse um demérito e colocasse o prestador do serviço na condição de serviçal. Além disso, Boschi lembra que o cliente é o freguês “e não deixa de ser curioso que, na gíria do futebol, o freguês é o perdedor”.

Não para David. Com incrível senso de observação e notável capacidade para tirar proveito de fatos que passariam desapercebidos a olhos menos atentos, ele não pára de criar. A promoção mais recente é o “marketing social”. Ele está sorteando um equipamento de som entre seus clientes. Quem ganhar indicará uma família carente para receber uma cesta de alimentos. Outra promoção anunciada na banca é o marketing da conscientização ou marketing do capacete. A idéia surgiu de um episódio lamentável. Em meados deste ano, um senhor que passava na av. Rio Branco foi atingido por uma marreta que caiu de uma obra e morreu na hora. Atento, David decidiu investir na segurança de seus clientes. “Nas compras acima de dois reais ganhe duas horas de uso gratuito do capacete na área de risco: av. Rio Branco”, avisa o cartaz. “Cliente vivo vale por dois e cliente morto não vale para nada”, sentencia ele.

Os capacetes, o equipamento de som, a televisão sorteada no início do ano, a caderneta de poupança sorteada em maio passado, tudo foi patrocinado. Já faz tempo que David não compra mais os brindes que sorteia na banca. “Eu tenho quase cinco mil clientes catalogados e cerca de quinhentas pessoas compram aqui todos os dias e as empresas estão interessadas nesse potencial”. O Banco Real, por exemplo, aproveitou o sorteio da caderneta de poupança de R$500 e mandou um funcionário para a banca, com uma placa com a marca do banco. Em poucos dias, quase quinhentos clientes de David tornaram-se clientes do banco ao se cadastrarem para receber um cartão de crédito do Real. O sucesso e a expressiva melhora nas finanças não afetaram o comportamento de David. Fala com executivos e boys no mesmo tom brincalhão. Atende a todos com o mesmo sorriso franco. Se um freguês só tem R$0,80 para comprar um refrigerante que custa R$1,00, ele vende por R$0,80 mesmo. “O refrigerante custa pra mim R$0,55. Se eu não vender a R$0,80 vou perder R$0,25 e o cliente”. Da mesma forma, se, por descuido, alguém deixa cair no chão um produto comprado na banca, imediatamente ele faz a reposição. “É o marketing cai-cai. Só eu e o McDonald’s fazemos isso”, brinca.
Um diretor de marketing está fazendo um péssimo trabalho quando a cadeira dele
está quente, quando ele não vai ver o que está acontecendo na vida real.
Aumentando o patrimônio

Aos 44 anos, David tem hoje duas casas, um carro de passeio, uma van para o trabalho e um sítio no interior do Rio. Cobra R$2 mil por palestra e tem a agenda cheia até o ano que vem. A Petrobras e a Fininvest estão entre os seus clientes em 2002. Tem dois empregados na banca e fatura cerca de R$700 por dia. Não troca o trabalho dele por nada. “Não saio daqui de jeito nenhum. Foi aqui que tudo começou e é aqui que tudo acontece”. Já recebeu proposta para trabalhar em grandes empresas, inclusive no Grupo Votorantim, mas recusou todas. “Eu gosto é de ficar aqui, lidando com o povo. Para vender tem que gostar de gente. Vendedor que não gosta de gente deve procurar outro trabalho”. Para o ano que vem, tem planos de completar o segundo grau e, depois, ingressar em um curso de marketing “só pra aprender a teoria porque a prática eu já sei”.

Apostando nas técnicas de marketing desenvolvidas intuitivamente ao longo dos quatorze anos como camelô, David – que hoje prefere ser chamado de “Deivid”, com pronúncia inglesa – mira o futuro com a segurança de quem sabe que trilha o caminho certo. “Os planos são de melhorar sempre. Eu sempre digo que não se pode ter medo de errar porque o pior erro é o de não tentar”. Entre sorrisos e brincadeiras com os clientes, filosofa: “A vida é, por si só, uma grande ousadia e, portanto, é preciso ousar sempre".

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cura do Cancer


VAI ACABAR A FARRA DOS LUCROS DOS LABORATÓRIOS...

- É POR ISTO QUE A NOTÍCIA ESTÁ RESERVADA A PEQUENOS CÍRCULOS

Cura do câncer!

Um médico italiano descobriu algo simples que considera a causa do
câncer.

Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido de pé
na
Associação Americana contra o Câncer quando apresentou sua terapia.

O médico observou que todo paciente de câncer tem aftas. Isso já era
sabido
da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção
oportunista
por fungos - Candida albicans.

Esse médico achou muito estranho que todos os tipos de câncer tivessem
essa
característica, ou seja, vários são os tipos de tumores mas têm em
comum o
aparecimento das famosas aftas no paciente.

Então, pode estar ocorrendo o contrário - pensou ele. A causa do câncer
pode
ser o fungo. E, para tratar esse fungo, usa-se o medicamento mais
simples
que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio.

Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonado de sódio, não
apenas ingerível, mas metódicamente controlado sobre os tumores.

Resultados surpreendentes começaram a acontecer. Tumores de pulmão,
próstata
e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as Aftas.
Desta
forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados e hoje comprovam
com
seus exames os resultados altamente positivos do tratamento.

Para quem se interessar mais pelo assunto, siga o link (em inglês): -
não
deixem de ver o vídeo, no link abaixo.

O médico fala em italiano, mas tem legenda em português.

- http://www.curenaturalicancro.com

Lá estão os métodos utilizados para aplicação do bicarbonato de sódio
sobre os tumores. Quaisquer tumores podem ser curados com esse
tratamento
simples e barato.

Neste, o site em Português. Clicando-se nas bandeirinhas no alto da
página,
muda-se o idioma:

http://www.cancerfungus.com/simoncini-cancro-fungo.php

Neste endereço, o vídeo, onde o médico italiano mostra a evolução do
tratamento até a completa cura em 4 casos:

http://www.cancer-fungus.com/sub-v1pt/sub-pt.html

Parece brincadeira, né? Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por
aqui.

Bem que o livro de homeopatia recomenda tratar tumores com borax, que é
o
remédio homeopático para aftas.

Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins. Esperemos que seja
verdade.

Aprovado o fim do 13º no Senado


Repassem: para o maior numero de pessoas, ok.

Fim do 13º já foi aprovado na Câmara - falta o Senado
Enquanto a gente se distrai com CPIs (que acabam em pizza), gripe suína ( não estão passando os números reais para não apavorar a população, mas a situação é muita séria), caso Sarney, crise em Honduras, quedas de aviões e outras noticias, o Congresso continua votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe...vejam essa:



Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB ).

Para conhecimento,

O fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT.
Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado.
Provavelmente será votado após as eleições, é claro...
A maioria dos deputados federais que estão neste momento tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário, inclusive da Licença Maternidade e Férias (pagas em 10 vezes) são do PFL e PSDB.
As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo detodo tipo que recebem, eles não cortam.
Conheça a cara dos safados que votaram a favor deste Projeto em todo Brasil. Por favor, repassem para o maior número de pessoas possíveis, afinal eles são candidatos fortes nas próximas eleições:

1- INOCÊNCIO OLIVEIRA-PFL
2- JOEL DE HOLLANDA - PFL
3 - JOSÉ MENDONÇA BEZERRA-PFL
4- OSVALDO COELHO - PFL
5- ARMANDO MONTEIRO-PMDB
6- SALATIEL CARVALHO-PMDB
7- PEDRO CORRÊA - PPB
8- RICARDO FIÚZA-PPB
9 -SEVERINO CAVALCANTE - PPB
10- CLEMENTINO COELHO - PPS
11- CARLOS BATATA-PSDB
12- JOÃO COLAÇO - PSDB
13- JOSÉ MÙCIO MONTEIRO-PSDB

DIVULGUEM!!!
Agora, enquanto isso, eles distraem a gente com referendos ridículos!!!! !
E, nas votações que realmente importam, não nos cabe participar?? ??
Cadê os caras pintadas???? Povo que derruba presidente?? ????
Gente é hora de acordar antes que seja tarde d+!!!!!!!!!!

NINGUÉM É TÃO FORTE QUANTO TODOS NÓS JUNTOS!!!!!! !!
Divulguem!!!

Oportunidades de Emprego




Gerente de PCP (1 vaga) IRMÃOS PERFEITO Descrição sumária: Indústria e comércio de botões. São Paulo - SP
De R$ 4.001,00 a R$ 5.000,00

Descrição da vaga:
Coordenar/gerenciar o planejamento e controle da produção, visando atender aos objetivos de distribuição e otimizar a capacidade de produção. Preparar o plano orçamentário anual de produção, em função das expectativas de vendas, visando a otimização da capacidade das instalações e outros recursos produtivos disponíveis. Preparar as informações para elaboração de propostas de vendas, com base nas especificações do cliente, incluindo dados para custos de transporte e prazos de entrega. Elaborar o cronograma de todas as atividades de fabricação, acompanhando sua execução, visando o cumprimento das metas de produção dentro dos prazos previstos. Listar os materiais necessários para a execução de cada ordem de fabricação. Controlar e definir os níveis de estoque mínimo e máximo de materiais utilizados na fabricação, analisando necessidades e solicitando a aquisição dos mesmos, determinando quais materiais devem ter pontos de ressuprimento automático. Preparar mapas de controle de mão-de-obra, visando a análise de sua evolução. Controlar a utilização e estado das máquinas e equipamentos, para fins de planejamento e controle da produção. Preparar relatórios gerenciais sobre a atividade de produção, com dados sobre carga de fabricação, metas, desempenho econômico, faturamento. Solicitar alterações de pedidos de compra, visando a atender a necessidades de modificações no planejamento da produção. Elaborar a programação de produção, dentro das prioridades definidas em comum acordo com as áreas de vendas e produção, visando facilitar o cumprimento das metas de produção e atendimento dos pedidos dos clientes. Manter controles de consumo de matéria e outros materiais utilizados na produção, bem como fornecer informações que servirão para preparação de relatórios gerenciais. Calcular horas paradas de máquinas por motivo de manutenção ou operacional, visando possibilitar as correções necessárias na programação de manutenção e de produção. Manter controles de produtos fabricados, visando possibilitar a identificação de perdas e o controle dos estoques de produtos acabados.
Ensino superior completo.
Cursos de PCP e área produtiva. Romeno fluente.


Benefícios: Convênio com farmácia, Seguro de vida em grupo, Vale-transporte
Horário: Comercial.
Idiomas: Romeno - Fluente
Nacionalidade / Porte da Empresa:
Nacional de médio porte com 100 funcionários

Área profissional:
Engenharia de Produção/ Industrial
Industrial
Nível hierárquico:
Gerência

Veja mais vagas como esta

Oportunidades de Emprego


Gerente Industrial / Fábrica (1 vaga) Confidencial São Paulo - SP
De R$ 9.001,00 a R$ 10.000,00

Descrição da vaga:
Atuará na área de produção de confecção com fluxo de industrialização, realizará cronoanálise de tempos e métodos, coordenará corte, costura, acabamento, expedição e grandes equipes de costureiras.
Experiência no ramo de confecção/têxtil.
Ter graduação superior.


Informações adicionais: Ter flexibilidade para mudança de cidade.

Nacionalidade / Porte da Empresa:
Nacional de médio porte

Área profissional:
Industrial
Nível hierárquico:
Gerência

Oportunidades de Emprego


Coordenador de Desenvolvimento de Produto (2 vagas) Confidencial São Paulo - SP
Rio de Janeiro - RJ
De R$ 7.001,00 a R$ 8.000,00

Descrição da vaga:
Responsável pela área de produto/estamparia (moda) desde pesquisas, criação das estampas, coloração, desenvolvimento até aprovação final.
Desejável experiência no segmento de malharia, estamparia e moda.
Desejável superior completo.
Conhecimentos em moda, têxtil. Desejável habilidade com o pacote Office desejável habilidade com programas/softwares gráficos, criação, designer. Desejável idioma inglês e espanhol.


Regime de contratação: CLT (Efetivo)
Horário: Comercial/indústria.
Informações adicionais: Desejável disponibilidade para viagens nacionais e internacionais.
Idiomas: Inglês - Fluente, Espanhol - Fluente
Nacionalidade / Porte da Empresa:
Nacional de grande porte

Área profissional:
Têxtil/ Engenharia Têxtil
Moda
Nível hierárquico:
Supervisão / Chefia

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Oportunidades de Emprego


Gerente de Produção - Confecção (1 vaga) STAR UNIFORMS Descrição sumária: Confecção de uniformes. São Paulo - SP
De R$ 4.001,00 a R$ 5.000,00

Descrição da vaga:
Planejamento e controle da produção na indústria de confecção planejamento e controle de modelagem, pilotagem, corte, costura, estamparia, controle de qualidade, expedição gerenciamento e coordenação de equipe de produção - 25 funcionários planejamento e controle de oficinas de costura terceirizadas.
Experiência na área.
Cursos de especialização no segmento de confecção. Conhecimento em PCP. Conhecimento no sistema Millenium ou outro similar conhecimento no pacote Office e internet liderança atuação com: qualidade e clareza nas informações, responsabilidade, dinamismo, comprometimento, agilidade excelente relacionamento interpessoal.


Benefícios: Celular fornecido pela empresa, Curso de idiomas, Tíquete-refeição, Vale-transporte
Regime de contratação: CLT (Efetivo)
Horário: Das 8h às 18h de segunda a sexta-feira.

Nacionalidade / Porte da Empresa:
Nacional de pequeno porte com 20 funcionários

Área profissional:
Têxtil/ Engenharia Têxtil
Industrial
Nível hierárquico:
Gerência

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Um vestido nasce de duas camisas


O prêmio Ponto Zero, entregue a Cynthia Hayashi, valoriza o estilista empreendedor: referência à dor por meio de dobras e torções no tecido e da estamparia digital
Eles já quiseram ser só conceito. Depois, perceberam que precisavam ser comerciais. Hoje, acreditam que a roupa é um produto de consumo, mas também uma forma de refletir sobre os excessos e desperdícios do nosso tempo. Assim são alguns dos novos estilistas que começam despontar neste final de década do século XXI. Diferente de seus pares - que despertaram a atenção do grande público para a moda brasileira a partir do início dos anos 90 - eles sabem que não podem descuidar da gestão, estão de olho na concorrência exercida pelos grandes varejistas e não têm ilusões sobre o competitivo mercado da moda. Por isso, dão passos cuidadosos.

Outro ponto divergente: se nos anos 90 o cenário era mais masculino - povoado por nomes como Alexandre Herchcovitch, Jum Nakao, Lorenzo Merlino, Eduardo Ferreira, Marcelo Sommer, Jeziel Moraes, Ronaldo Fraga e Mario Queiroz - agora o time feminino está reforçado por Fernanda Yamamoto, Agustina Comas (da In.Use), Sandra Lima e Cynthia Hayashi. Todas novas e ainda conhecidas apenas nas rodas "fashionistas". Mas com algo a dizer e - sobretudo - a mostrar.

Cynthia Hayashi, formada este ano em Desenho de Moda pela faculdade Santa Marcelina, de São Paulo, trabalhou desde o primeiro ano de curso em confecções do Brás e do Bom Retiro. De lá, foi para a grife Mob, onde permaneceu até dezembro. Sua coleção de formatura - intitulada "Dor Forma Beleza" e apresentada em novembro no evento Casa de Criadores, em São Paulo - ganhou o primeiro prêmio do Ponto Zero, projeto idealizado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), pelo Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo (Sinditêxtil-SP), Casa de Criadores e Mercado Mundo Mix (MMM).

O Ponto Zero tem por objetivo descobrir novos profissionais de moda na categoria Estilista Empreendedor. Com a conquista, Cynthia poderá participar da Casa de Criadores por pelo menos mais duas edições, vai expor suas roupas e apresentar um desfile no MMM em Portugal, em maio.

O trabalho de Cynthia vai na contramão do "fast fashion" e faz referência à dor por meio de dobras e torções no tecido e da estamparia digital. "Agora, é partir para um trabalho mais comercial para começar a juntar um bom capital", diz Cynthia, que sabe que a conquista de uma loja própria leva tempo. "Vou aos poucos, conquistando primeiro as multimarcas."

Fernanda Yamamoto é oriunda do Rio Moda Hype, desfile coletivo do time "café com leite" do Fashion Rio, que durou até a última edição do evento sob a coordenação de Eloysa Simão e a Dupla Assessoria, em junho deste ano. Com o fim da categoria, Fernanda foi convidada a permanecer no time principal do Fashion Rio por Paulo Borges, que assumiu o evento, mas decidiu adiar o desfile até junho de 2010. Há cerca de um mês, abriu uma butique multimarca, que leva seu nome, na Vila Madalena, em São Paulo. E porque multimarcas? Porque sabe que sozinha ainda não faz verão. Nem inverno, primavera ou outono.

Fernanda convidou nove estilistas que conheceu no Rio Moda Hype e ainda não tinham pontos de venda em São Paulo. Cada um, tem uma espécie de corner na loja, que a cada nova temporada promete agregar novos nomes. É o caso de Tarcisio Almeida (Bahia), In.Use (São Paulo/Montevidéu), Antonio Bizarro (Paraná), Julia Valle (Minas) e Sandra Lima (DF), entre outros, além da própria Fernanda e da designer de joias Rosely Kasumi.

Fernanda é formada em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), trabalhou por três anos na Fundação Gol de Letra e por um na empresa da família (de venda de roupa por catálogo) até decidir se dedicar à moda. Estudou por dois anos na Parsons School, de Nova York. Fernanda passou pelo curso de "Direção em Criação de Moda", da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e pela grife de Alexandre Herchcovitch, antes de se aventurar com uma linha própria - marcada por um trabalho de delicadas dobraduras.

"Quero reunir várias grifes num mesmo espaço. Se possível, algumas da América Latina. É uma questão de sobrevivência conseguir atingir o maior número de pessoas diferentes", diz Fernanda. "Não quero ser mais uma lojinha da Vila Madalena." De acordo com a estilista, o perfil da Vila Madalena está mudando: deixando de ser somente voltado a uma moda artesanal, para ter grifes com peso comercial. Recentemente, a carioca Farm abriu uma butique na região, que também abriga uma loja do estilista mineiro Ronaldo Fraga - a única em São Paulo. "Nossa intenção é mostrar ao consumidor um produto com inteligência e equilíbrio entre o autoral e o comercial."

No grupo da butique Fernanda Yamamoto, as roupas da In.Use se destacam pelo efeito "patchwork" moderno: são feitas a partir de outras peças de estoque remanescentes de diferentes confecções. A grife foi criada há cerca de um ano por duas estilistas uruguaias: Agustina Comas, que vive no Brasil desde 2004, e Ana Inés Piriz, que mora em Montevidéu. Agustina - uma das editoras do "BlogCouture", que reúne textos de brasileiros e uruguaios sobre moda - faz parte da equipe de estilo da Daslu Homem. Ana trabalha para a butique Margara Shaw, de Montevidéu. Nas horas vagas, tocam a In.Use.

O processo de trabalho diz muito sobre esta nova geração: as peças são desenhadas a quatro mãos via Skype, reuniões ocorrem por videoconferência, documentos e fotos ficam disponíveis em arquivos virtuais. Também no discurso a marca mostra estar "up to date". "Tudo começou a partir de um questionamento sobre a quantidade de desperdício que a moda gera a cada temporada", diz Agustina. "Depois do lançamento, da liquidação e do bazar, esta roupa que é nova, fica velha e ninguém mais quer." Além disso, diz a moça, as pessoas andam consumistas demais. "Boa parte delas já possui roupas que vão durar a vida toda e não precisaria comprar coisas novas."

Vale ressaltar que uma das primeiras experiências de Agustina com a moda, no Brasil, foi ao lado do estilista Jum Nakao, durante o processo criativo de seu desfile-manifesto feito com roupas de papel vegetal, para a temporada de primavera-verão 2004/2005 do São Paulo Fashion Week. Nakao, sem dúvida, foi uma influência na idealização da In.Use, que já nasceu sob a lógica da reciclagem, da não geração de coisas novas, mas do reaproveitamento do que já existe. "De uma calça nós fazemos uma jaqueta ou uma saia. Com duas camisas, fazemos um vestido e por aí vai."

Na etiqueta de cada peça da grife, vai o desenho com os símbolos das roupas que a originaram. "O interessante é que nunca um artigo fica igual ao outro", diz Agustina, que cria junto com Ana Inés os protótipos que são enviados a oficinas de costura, em São Paulo. "No início, foi difícil fazer as costureiras entenderem que teriam que desmanchar as roupas para criar outras."

Outra dificuldade, conta Agustina, é quanto ao custo: reformar uma peça que já existe é mais caro do que fazer algo partindo do zero. Por isso, a dupla começou a adquirir também sobras de tecidos de outras empresas, para dar vida à suas coleções. Entre os novos projetos da dupla está uma minicoleção para a tradicional grife uruguaia de artigos de lã Manos Del Uruguay. "São peças para o inverno 2010 que estão sendo feitas com o estoque antigo de artigos de tricô da marca." A coleção será vendida na Manos Del Uruguay e na butique de Fernanda Yamamoto.

O estilista Jum Nakao e a butique Fernanda Yamamoto são os pontos em comum entre a In.Use e a designer Sandra Lima, de Brasília. As roupas de Sandra são feitas com elástico em rolo, muito usado na estrutura de sofás. O elástico é cortado em pedaços, depois reunido até dar forma a uma veste - normalmente um colete ou corset. "Vou unindo faixa por faixa até formar um tecido, que será modelado no corpo como no processo de moulage", diz Sandra. "Meu trabalho foi todo orientado por Jum Nakao, desde o meu primeiro desfile para o evento Capital Fashion Week, de Brasília."

Segundo Sandra, suas vestes têm forma de armaduras, para lembrar que "estamos todos engessados na aparência". As peças são únicas e numeradas. A tiragem é pequena: apenas 20 modelos por coleção. "Trata-se de um processo artesanal, que perde o sentido se feito em escala." Mas para contrabalançar - e atingir a viabilidade comercial necessário à sobrevivência -- Sandra prepara uma coleção de blusas de malha que não têm costura e que podem ser modificadas no corpo, conforme o jeito se serem abotoadas. Desta forma, pode-se ter várias peças numa só. "E tentar deixar a terra menos saturada de tanta coisa."


Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Encontro de Moda Feminina em São Paulo


Acontece neste mês, entre os dias 26 a 29, o 38° Encontro de Moda Feminina- outono/inverno 2010, em São Paulo. Com foco exclusivo nos negócios, o evento aproxima empresários da indústria de confecção de lojistas e compradores de todo o país, impulsiona vendas, novos contatos comerciais, parcerias e oportunidades.

O evento reúne há 18 anos confecções e diversos estados brasileiros, cada qual com sua característica regional.

Recebendo compradores-lojistas nacionais e internacionais, o Encontro de Moda Feminina atrai um público que procura por qualidade de produto e boas condições de pagamento no fechamento de pedidos.

Gerando negócios além de suas fronteiras, o evento que em 1990 apresentou ao mercado 39 confecções, hoje abriga mais de 120 expositores e recebe cerca de 10 mil compradores, além de contar com parcerias de agências do Sebrae, Clubes de Diretores Lojistas de todo o Brasil e associações como a ABIT.

Com forte relacionamento com o setor da confecção, e o EMF é reconhecido pelo mercado e pelos compradores do Brasil e do exterior por reunir marcas que oferecem produtos de alta qualidade.

Serviço
38° Encontro de Moda Feminina
26 à 29 de janeiro de 2010
Centro de Convenções Frei Caneca- Rua Frei Caneca, 569- SP
Mais informações: www.encontrodamoda.com.br
Blog do evento: http://38emf.blogspot.com/


Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Cursos-Treinamentos e Afins


A Globalização com seu benefício (e malefício também) estão aí, mais do que nunca presente na nossa realidade, no nosso dia-a-dia e, o Setor (a Área) Têxtil, sente este impacto de forma brutal.

A realidade que impera, demonstra que os Profissionais e os Empresários Brasileiros (também) não estão preparados para enfrentá-la...

Começa com a “visão de curto alcance” do Empresário Brasileiro que foca investimentos em diversas frentes em detrimento dos "Treinamentos". No entanto, o Empresário com visão mais aberta, que investe em Tecnologia (seja em Laboratórios, seja em Nano-Tecnologia, seja em “Conceitos e Tecnologia” embarcados) vai colhendo os frutos...

Só que isto não acontece da noite para o dia, e o imediatismo do brasileiro (do Profissional e do Empresário também) declara a alto e bom som (no topo da colina) qual a sua verdadeira intenção, qual o seu Planejamento, ou melhor, dizendo, qual o seu Foco...

Notamos falta de sintonia, certa defasagem, entre o que se ministra nos Cursos da Área Têxtil (e afins) com a realidade do piso de Fábrica, da Saúde Financeira dos Empreendimentos, do reflexo no Meio Ambiente e por aí afora.

Quem está “na frente” (na vanguarda)? Seriam os Cursos? Ou o Empresariado? O que dita o Mercado? Seria isto permanente ou é a Moda do momento?

Divulgue, comente, sugira, critique, avalie sobre isto, participando do Grupo / Fórum de Discussão / Blog intitulado "Cursos - Treinamentos e Afins", aqui no TESTILE INDUSTRY


Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

A partir de janeiro, entram em vigor novas as regras do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) que será usado no cálculo da contribuição paga pelas empresas para o Seguro de Acidente de Trabalho (SAT). A empresa que apresentar redução de acidentes de trabalho e investimento na área pode ter desconto de até 50% e a que tiver grande número de acidentes pagará um adicional até 75%.

Levantamento do Ministério da Previdência Social aponta que 952.561 empresas terão de contribuir com o seguro em 2010. Desse total, 92% terão bônus com a aplicação do FAP e 7,62% pagarão acréscimo. As alíquotas pagas são de 1%, 2% ou 3%, conforme o risco de acidentes da atividade, e incidem sobre a folha salarial. As 3,3 milhões de empresas do Simples estão isentas.

Segundo o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do ministério, Remigio Todeschini, as normas anteriores não fixavam diferenciação de pagamento e nem benefícios para quem investe em segurança no trabalho. As novas regras têm o objetivo de estimular a prevenção. O fator acidentário será calculado anualmente com o intuito de verificar quais empresas investiram e estão aptas ao bônus.

Todeschini alerta que as despesas com acidentes e condições inadequadas de trabalho chegam a R$ 50 bilhões por ano, cerca de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todas as riquezas produzidas no país. Nesse cálculo está incluso o pagamento de benefícios e de aposentadoria especial.

Nos últimos três anos, os acidentes de trabalho cresceram aproximadamente 46,4%. Em 2006, foram contabilizados 512 mil acidentes e os casos de doenças no trabalho subiram, em 2008, para quase 750 mil. A explicação para o aumento, segundo Todeschini, é o próprio crescimento econômico do país sem a adoção de medidas de segurança pelo empresariado.

Os setores econômicos com os piores índices são alimentação, construção civil, têxtil, automobilístico, comércio, serviços, transporte de cargas, agricultura e armazenamento - eles respondem por mais de 50% dos acidentes no país. Os cortes em mãos e pés lideram o ranking de acidentes. Em segundo lugar, aparecem movimentos excessivos e esforço repetitivo, seguido pelos transtornos mentais e de comportamento.


Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Comece o ano com um currículo matador


O ano de 2010 está começando e o primeiro trimestre é uma excelente oportunidade para aqueles que estão procurando um estágio ou que querem retornar ao mercado profissional. De acordo com a pesquisa Expectativa Líquida de Emprego realizada pela instituição Manpower Employment, aumentou em 10% a intenção das empresas de contratar no primeiro trimestre, comparado com o ano passado. Para oportunidades em estágio, a Nube e o CIEE já anunciaram 78 mil vagas para esse período.

Mas, com tantas oportunidades disponíveis, o que fazer para chamar a atenção da empresa e conquistar a tal sonhada vaga?

Muitos especialistas afirmam que, nesse momento, o primeiro passo é elaborar um bom currículo. Colocar todas as informações acadêmicas e profissionais de forma organizada nessa apresentação inicial pode ser o grande diferencial para estimular o entrevistador a convidar o candidato a participar do processo seletivo.

Segundo Luiz Gustavo Coppola, superintendente de Atendimento do CIEE de São Paulo, as oportunidades se multiplicam nessa época e é importante está preparando para aproveitá-las. "Esse é o momento ideal para o jovem conseguir uma oportunidade de complementar com a prática seu aprendizado teórico. Portanto, investir um tempo na preparação do currículo é fundamental para alcançar o resultado esperado", ressalta Coppola.

Já a gerente de treinamento do Nube, Carmen Alonso, alerta que um dos grandes problemas na busca da procura de um emprego é a falta da atualização e organização das informações no próprio currículo. “A cada 20 candidatos em um processo seletivo, pelo menos cinco estão com o currículo desatualizado. Isso é muito prejudicial para a imagem do profissional”.
Para criar um currículo “matador” e eficiente, a gerente enumera dez dicas preciosas sobre o que o mercado de trabalho valoriza. Confira!

1. Dados pessoais colocados no início facilitam a identificação do candidato. É desnecessário colocar número de documentos ou referências pessoais, exceto quando solicitado pela empresa.

2. Crie um e-mail profissional. Evite os do tipo gatinha@provedor.com.br

3. Objetivo - Indique somente uma área de interesse. Caso queira se candidatar a oportunidades de áreas diferentes, é recomendável ter mais de um currículo com objetivos distintos.

4. Qualificações - Lembre-se de que é um resumo. Destaque no máximo quatro principais qualificações adquiridas em experiências de trabalho formais e informais. Suas inúmeras habilidades poderão ser demonstradas ao longo do processo seletivo.

5. Formação Acadêmica - Ordene de sua atual ou última graduação para a primeira, obedecendo a sequência: Curso, Instituição de Ensino, Ano de conclusão ou ano de início e término. Coloque nível técnico ou ensino médio apenas quando for relacionado à formação atual ou área de interesse. O mesmo vale quando já tiver cursado mais de uma graduação.

6. Experiências Profissionais - Mencione o nome da empresa e o período em que atuou. Colocar informações sobre a empresa mostra que você se preocupou em contextualizar quem analisa o currículo.

7. Atividades realizadas - Descreva sua experiência de forma objetiva, sempre respondendo à sigla CAR (Contexto, Ação e Resultado).

8. Idiomas - Ao citar idiomas, detalhe seu nível de proficiência. Experiências de intercâmbio também são muito valorizadas.

9. Formação Complementar - Inclua os treinamentos e cursos já realizados, se tiverem afinidade com a futura área de atuação.

10. Atividades Complementares - Aproveite esse espaço para valorizar atividades exercidas por você no meio acadêmico e social.

Com essas informações, é possível elaborar um currículo conciso e atraente. "No entanto, o mais importante é ler bastante e se manter atualizado por meio de cursos, para fazer um bom trabalho também no processo seletivo", conclui Carmen.


Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Divulgação de Oportunidades


Gerente de Beneficiamento - Ceará
Vivência em gestão de tinturaria e beneficiamento. Sólidos conhecimentos em tinturaria de malhas, através dos processos de rama, felpadeira, lixadeira, navalhadeira. Estamparia rotativa de malhas, em pigmento e reativo. Conhecimentos e experiência com metodologia de produção enxuta e analise de problemas/soluções - PDCA. Capacidade na condução de equipe (liderança) e proatividade completam o perfil.
Formação em Engenharia Química.
Disponibilidade para residir no Ceará.

Coordenador de Tinturaria e Beneficiamento - Ceará
Experiência em gestão de tinturaria de malhas; vivencia em beneficiamento de malhas tubular e ramada; conhecimento das rotinas de laboratório, cozinha de cores, tingimento de fios, estamparia e tricotagem de malhas.
Formação em Técnico Têxtil ou Químico, completam o perfil.
Disponibilidade para residir no Ceará.

Interessados entrar em contato através do e-mail resel@lisechaves.com.br


Fonte:José Erivaldo Cavalcanti