segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Indústria Têxtil crece no Brasil, mesmo com a crise


O setor industrial têxtil nacional foi um dos que mais sofreram na época do dólar baixo, antes da atual crise econômica mundial.

A crise financeira mundial não impediu o crescimento dos negócios das confecções no Brasil. Com o dólar em alta, o setor espera aumentar as vendas dentro e fora do país.

O brasileiro consumiu no ano passado mais de sete bilhões de metros de tecido. Mas grande parte ainda foi de produtos importados, principalmente da Ásia. Agora, empresários e trabalhadores do setor têxtil esperam que a crise mundial, que encareceu o dólar, devolva a competitividade da roupa nacional, como o jeans, por exemplo.

“O produto chinês vendido hoje no exterior trazia algo em torno de US$ 10 e nosso tava aí a US$ 18. Hoje, com essa mudança, inverteu. Tem um preço aí praticamente equivalente, com uma qualidade melhor. Esse é o grande incentivo para a gente hoje buscar a exportação para a questão do jeans”, disse o empresário Márcio Pinto.

Com a retomada das exportações, o empresário contratou mais 20 funcionárias. “Sempre trabalhei, mas nunca tive carteira assinada, é a primeira vez. Vim como experiência e estou até agora”, disse a arrematadeira Rosana Nascimento.

A indústria têxtil é uma das maiores empregadoras do país. São 1,7 milhão trabalhadores que produzem desde o fio do tecido até peças acabadas. O setor industrial têxtil nacional foi um dos que mais sofreram na época do dólar baixo, antes da atual crise econômica mundial.

A grande esperança é mesmo a ampliação do mercado interno. Por isso, a associação do setor pediu nesta quarta um controle maior sobre os produtos importados, combatendo principalmente a pirataria e a sonegação de impostos.

“A gente quer fazer com que os produtos que entram no Brasil tenham as mesmas condições de qualidade, de custo dos produtos fabricados no Brasil”, disse Aguinaldo Diniz Filho, da Associação Brasileira da Indústria Têxtil.


Fonte:Globo.com

Curso de Especialização Têxtil-UNICAMP


Como já divulgado anteriormente, o DTP (Faculdade de Engenharia Química da UNICAMP) através da EXTECAMP divulga aqui em TEXTILE INDUSTRY, em primeira mão, o oferecimento de seus Cursos de ESPECIALIZAÇÃO e de EXTENSÃO - registre teu interesse através do link indicado mais abaixo.

O Curso de ESPECIALIZAÇÃO em “Ciência e Tecnologia Têxtil” (com Carga Horária de 360 horas) é identificado pela sigla FEQ0700 será ministrado em 3 (três) semestres letivos (portanto serão três “módulos” semestrais).

Neste oferecimento, o Curso será ministrado nas dependências da UNICAMP. Os “módulos” são:
- FEQ0190 (1º módulo)= Introdução à Engenharia (126hs).
- FEQ0740 (2º módulo)= Ciência dos Materiais Têxteis (120hs).
- FEQ0730 (3º módulo)= Química Têxtil (114hs).

Este oferecimento de FEQ0700 estará em breve com as inscrições abertas, porém as VAGAS SERÃO LIMITADAS. Informe-se sobre detalhes como: pré-requisitos, ementas, datas, local e investimentos necessários consultando o link indicado a seguir.

Os contratos (matrículas) destes Cursos de Especialização poderão ser feitos individualmente (pelo profissional), ou por um CNPJ. No segundo caso (CNPJ), alguns parâmetros (requisitos) serão analisados no ato da contratação (como por exemplo: número mínimo de profissionais por CNPJ, forma de pagamento, prazo de pagamento, etc.).

ATENÇÃO: Ex-alunos, que já tenham concluído anteriormente um (ou mais) dos Cursos (Disciplinas) que atualmente sejam parte integrante da Especialização (ou de um dos Módulos) terão os créditos convalidados, desde que tal situação seja registrada no ato da contratação do Curso (na matrícula).

Link: http://www.extecamp.unicamp.br/busca_sigla.asp.

Siga a seguinte seqüência para saber detalhes:
1)- Clique no link
2)- Localize o sub-título: “BUSCA POR CÓDIGO DO CURSO”.
3)- Digite nas duas lacunas: FEQ + 0700.

Mantenha-se atento aos canais de divulgação. Faça seu planejamento.

Tendo mais alguma questão, não se acanhe em perguntar.
Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

Roupas com proteção conra os raios UV


Se você quer proteção contra os perigosos raios ultravioleta (UV), mas não está disposto a pagar mais caro por roupas que ofereçam proteção adicional, então prefira as roupas comuns nas cores azul e vermelha. E esqueça o amarelo.

Cientistas espanhóis descobriram que o mesmo tecido de algodão, tingido de azul ou vermelho profundos, proporciona uma maior proteção contra os raios UV do que quando ele é tingido em tons de amarelo.

O estudo foi publicado no periódico Engineering Chemistry Research.

A conclusão dos pesquisadores é que as cores mais escuras, quando aplicadas a tecidos de algodão, tendem a ter uma melhor absorção dos raios UV, oferecendo maior proteção à pele do usuário.

Roupas com proteção contra os raios UV

Ascensión Riva e seus colegas da Universidade Politécnica da Catalunha explicam que a cor de um tecido é um dos fatores mais importantes para determinar o quão bem a roupa protege contra a radiação UV.

Apesar disso, a ciência ainda não explica de forma satisfatória exatamente como a cor interage com outros fatores para influenciar a capacidade de um tecido de bloquear o fator de proteção ultravioleta.

Nesta pesquisa, os cientistas usaram modelos computacionais que estabelecem uma relação entre o nível de proteção UV alcançado com três cores de tintas de tecidos e seus efeitos na alteração do fator de proteção ultravioleta dos tecidos, além de vários outros fatores.

De um lado, os pesquisadores colocaram tecidos desenvolvidos para oferecer proteção UV e, de outro, tecidos comuns, variando apenas suas colorações.

Melhor cor contra o Sol

Para isso, eles tingiram tecidos de algodão com várias tonalidades de vermelho, azul e amarelo e mediram a capacidade de cada amostra colorida de tecido em absorver a luz UV.

Os tecidos com cores mais escuras ou com cores mais intensas tendem a ter uma melhor absorção dos raios ultravioleta.

Os tons profundos de azul oferecem a maior absorção, enquanto os tons de amarelo oferecem o mínimo de proteção.

Os fabricantes de roupas poderão utilizar as informações deste estudo para projetar roupas com melhor proteção contra os efeitos danosos da exposição ao Sol, afirmam os cientistas.


Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

Doença de pele tratada com vestuário inteleligente


Projecto de "spin-off" de Guimarães desenvolve modelo revolucionário para tratamento.

Casos de dermite atópica foram resolvidos com o uso de... roupa interior. Uma empresa sediada nas Taipas, Guimarães desenvolveu a técnica e está a alcançar reconhecimento junto da comunidade científica.

No futuro, para tomar uma aspirina, apenas terá que vestir uma s-shirt. Os têxteis inteligentes já apresentam resultados muito positivos ao nível do tratamento de dermite atópica, uma doença que mais afecta o quotidiano das crianças. Em média, os pais gastam 100 euros por mês em cremes e medicação. Assim, o que a New Textiles fez foi combinar matérias-primas a tecnologias existentes, alcançando elevada eficácia no tratamento.

O estudo clínico centrou-se em pessoas que sofrem de dermite atópica e que têm de usar produtos de uma forma continuada. Com este projecto de têxteis inteligentes, o simples uso de uma peça de roupa na zona mais afectada pode prevenir e adjuvar no tratamento.

"São todos os produtos fabricados no nosso país, cujo desenvolvimento foi alcançado através parcerias técnicas com o serviço de Dermatologia do Hospital de S. Marcos e Universidade do Minho. Assim, à composição de roupa interior, em algodão, junta-se 30% de algas e sais de prata são impregnados, para exercer o seu poder anti-séptico e antimicrobiano, pois produz um efeito de íman que atrai a bactéria", explica Cláudio Carvalheira, um dos três sócios desta Spin-Off sediada no Ave Park e que no mercado assume a marca Skintoskin.

Pedro Pinto (que idealizou o produto) explica a parte teórica do projecto: "As fibras de algas são feitas a partir de uma base celulósica cuja matéria prima é a madeira. A celulose é dissolvida num solvente à qual se junta as algas previamente dissolvidas bem como os iões de prata que se ligam quimicamente. A pasta resultante é 'extrudida' através de fieiras, resultando assim em fibras que serão misturadas ao algodão. A percentagem de prata no material é de 0,04 grs/kg".

Esta empresa tem duas áreas de excelência: a inovação e desenvolvimento; e sendo produtos novos, requer uma comunicação cuidadosa com os intervenientes da cadeia de valor. Os produtos avançados pela New Textiles foram notificados para registo como dispositivo médico da "classe 1" e já tem atribuídos códigos nacionais de produto para poderem ser comercializados nas farmácias.

"O objectivo será o de lançar dois novos produtos por ano no mercado. Temos um projecto dirigido à terceira idade, visando a dermoprotecção e a gestão de humidade e temperatura do corpo e um outro de luvas, destinado a profissionais da saúde e cabeleireiros que evita problemas de dermite de contacto, pois isola a molécula do químico", sustenta Cláudio Carvalheira. Em suma, os produtos desenvolvidos por esta empresa estão direcionados para a saúde e conforto e estarão à venda em Espanha a partir de 2010.


Fonte:Eivaldo José Cavalcanti

Carreiras:conheça os sinais de que já é hora de tchau e trocar de emprego


No ambiente de trabalho, é comum que algumas vezes a cultura da empresa e os valores dos funcionários acabem entrando em choque. Porém, se a situação se estende por muito tempo, talvez seja o momento de prestar atenção e avaliar se não é hora de dizer tchau.

De acordo com o consultor de RH da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, uma das situações que mais impulsionam as pessoas a mudarem de emprego é a falta de oportunidades. Porém, diz ele, é preciso observar se o problema é da empresa ou do próprio funcionário. “Às vezes, o profissional é acomodado, ou não deixa claro as suas expectativas”, diz.

Empresa

Por outro lado, explica ele, existem alguns lugares que não possuem plano de carreira, ou são extremamente desorganizados.

“Existem algumas empresas que acabam, por exemplo, contratando alguém de fora ou dando oportunidades para funcionários mais novos, sendo que dentro da companhia existem pessoas preparadas para tais funções, que estão há mais tempo na companhia e que já sinalizaram que gostariam de uma oportunidade. Situações como essas geram desconforto e acabam fazendo com que estes profissionais queiram mudar de emprego”, diz.

Atitudes

Para saber se o problema é do profissional ou da empresa, Costa dá alguns conselhos:

Em primeiro lugar, preste atenção ao seu comportamento. Você se mostra interessado? Mostra resultados? Está atento às expectativas da empresa?

* Segundo o consultor, o momento de avaliação de desempenho é uma boa oportunidade de checar se está atendendo às expectativas. Por isso, aproveite este espaço para perguntar sobre o seu trabalho, o seu desempenho e aproveite para se colocar disponível para novos desafios e oportunidades.

* Se ainda assim, após um tempo nada acontece. Observe a situação da empresa, os resultados, se ela tem plano de carreira, se é organizada.

* Caso haja a conclusão de que as oportunidades de evolução são poucas, sendo que os cargos de chefia são praticamente perenes, talvez seja a hora de dar tchau.


Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

"A escolha da profissão é igual à de um casamento", diz a consultora


Por Equipe InfoMoney - InfoMoneyA-A+Escolher uma profissão por volta dos 18 anos não é uma tarefa considerada muito fácil para a maioria dos alunos. Afinal de contas, a decisão terá reflexos por toda a vida. Mas, neste momento, o que deve ser avaliado?

Segundo a consultora de Recursos Humanos, Patrícia Santos de Jesus, a decisão deve ser tomada baseada no que a pessoa gosta e em seus interesses pessoais. “Escolha da profissão é igual à de um casamento. Tem de investir naquilo que gosta, além de pensar nos seus interesses como morar na cidade, no campo, viajar o mundo inteiro. Tudo isso deve ser avaliado”, explicou.

Para algumas pessoas, a escolha da profissão é motivada pelas oportunidades de emprego e altos salários. Estes critérios não são os mais corretos e podem gerar frustrações.

Família

De acordo com Patrícia, a família sempre influencia a escolha da carreira profissional, tanto de maneira positiva como negativa. “Muitos alunos não sabem o que querem, mas sabem que não querem seguir a profissão dos pais. Isso é considerado uma influência”, afirmou.

A família também pode ajudar neste momento, revelando quais são as principais características da pessoa. Esta ajuda não precisa ser feita somente pelos familiares, amigos e pessoas próximas também podem cooperar.

Dicas para facilitar a escolha

É importante que o aluno procure o máximo de informações sobre os cursos que pretende escolher. Busque também ter conhecimento das matérias que serão estudadas na faculdade e as áreas em que pode atuar.

Muitas universidades permitem que os vestibulandos e alunos do Ensino Médio conheçam seus estabelecimentos e até assistam a alguma aula.

Outra dica é conversar com algum profissional que atua na área em que você está pensando em escolher. Procure uma pessoa que seja realizada profissionalmente e tire suas dúvidas. O aluno pode contar ainda com ajuda de um profissional que aplicará teste vocacional.


Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

Confira os principais erros dos candidatos a uma vaga de emprego em 2.009


Você sabe como se comportar, o que falar e fazer em uma entrevista de emprego? Se a resposta é não, saiba que você não é o único. Para o diretor geral do Trabalhando.com.br, Renato Grinberg, muitos profissionais ainda não estão preparados para os processo seletivos. Ele destacou os principais erros que presenciou ao longo de 2009, para que as pessoas interessadas em uma nova oportunidade não os repitam no próximo ano.

O primeiro é não conhecer a empresa para a qual se candidatou, o que é visto como despreparo e falta de interesse. É importante ter conhecimento das características da empresa em que pretende trabalhar. Uma dica é utilizar a internet para descobrir mais sobre a empresa, já que os sites costumam ter informações necessárias que podem ajudar na seleção.

Outro erro comum é desistir na vaga no meio da entrevista. Os recrutadores consideram a atitude um absurdo. E as justificativas vão desde falta de conhecimentos sobre as atividades que serão exercidas em caso de contratação até a falta de bom senso do candidato. Mesmo que você tenha descoberto no meio da entrevista ou teste que não quer mais este trabalho, demostre comprometimento e finalize o que começou.

No processo seletivo

Falar mal das empresas pelas quais passou ou dos antigos chefes: por mais que a sua experiência tenha sido ruim em outros empregos, não toque neste assunto durante a entrevista, a não ser que a pergunta apareça. Deixar isso claro desde o primeiro momento mostra que você é uma pessoa que poderá repetir essa atitude e prejudicar a imagem da empresa que pensa em contratá-lo. Se o entrevistador fizer esta pergunta, mencione as incompatibilidades que você tinha com seu chefe de uma maneira profissional e com exemplos específicos.

Se você realmente quer aquele emprego, não existe desculpa cabível para chegar atrasado, outro erro normalmente identificado. A única maneira de se preparar para evitar o atraso é sair com muito mais antecedência do que você já está acostumado.

Outros erros

Não entender que procurar trabalho já um trabalho também é um equívoco. Muitos candidatos encaram o desemprego como um momento ruim, mas que irá passar naturalmente, sem muito esforço. Não se empenham de fato e acabam buscando oportunidades em uma área que não têm experiência ou as habilidades exigidas. Por isso, encare a busca de emprego já como um verdadeiro trabalho. Estabeleça uma rotina, para seu dia, defina metas, refine seus contatos e acione sua rede de relacionamento.

Saiba pedir demissão. Desligamentos são sempre difíceis, para as empresas e para as pessoas envolvidas. Por isso, seja ético e profissional neste momento, pois ele será decisivo para deixar ou não as portas abertas para um eventual retorno. E-mails, telefonemas ou aviso por outras pessoas não são as melhores formas de anunciar que você está deixando a empresa, faça isso pessoalmente.

Fonte:Erivaldo José Cavalcanti

Ano Novo 2.010


Ano novo, vida nova!
Frase tão pronunciada nessa época do ano.
A virada do ano provoca em nós momentos de reflexões, são momentos em que costumamos fazer um balanço de tudo o que fizemos ou deixamos de fazer no ano que está acabando.
Essas reflexões nos levam a fazer um planejamento ou nos faz pensar no que gostaríamos de realizar no ano que se inicia.
São promessas de uma nova vida, mais magro, mais preocupado com o bem estar físico, mais voltado para a família, mais paciente, etc.
São esperanças que nos impulsionam para o progresso vindouro.
No campo profissional fazemos planos e projetos para alcançarmos objetivos mais nobres e resultados mais satisfatórios.
Poucos profissionais aproveitam esse período para considerar o lado espiritual nas relações de trabalho e são esses mesmos profissionais que estarão à frente dos seus concorrentes no final do ano que se inicia.
Vida Nova só é possível quando deixamos de olhar apenas para os aspectos materiais e profissionais e passamos a olhar para as pessoas do nosso convívio como parceiros de uma jornada evolutiva a que todos nós estamos submetidos.
Sucesso não é atingir a meta, mas é curtir o caminho que nos leva até a sua conquista.
Sucesso é ter a certeza de que você só conquistou o seu objetivo porque muitas pessoas o ajudaram.
Sucesso é ter a consciência de que você também ajudou alguém a conquistar o objetivo dele.
Sucesso é chegar ao final do ano que se inicia e estar com a consciência tranqüila, sabendo que você fez o melhor que podia e que estava ao seu alcance.
Desejo-lhe um ano novo repleto de sucessos.
Lembre-se, Ano Novo, Vida Nova

As difernças que fazem a difernça


Esta crônica (para que não me acusem de repetitivo) foi inspirada num comentário que fiz no ultimo texto do meu Amigo Rodolfo Delazzari do site provedor - www.pontenet.com.br, hoje, do qual já fui colunista e me retirei espontaneamente há pouco mais de um ano, por causa de “diferenças” (rsss). Pegando carona num parágrafo, aproveitei para dissertar sobre o assunto de forma mais abrangente



Conviver com diferenças é uma imposição do destino ou da natureza. Parece até uma obviedade, mas por incrível que pareça muita gente faz desse assunto um campo de batalha, entrando na perigosa area do preconceito o que não procede.

Depende da diferença ou das diferenças (rssss).

O mais difícil mesmo não é conviver, mas administrar algumas situações inéditas.
Diferenças - depende muito, senão vejamos: Diferenças de caixa por acidente ou por corrupção, diferentes classes sociais por uma questão de berço ou pela quantidade de dinheiro, diferentes posturas por conveniências momentâneas ou por prática rotineira, diferentes níveis de educação, diferentes visões de limites por egoísmo nato ou por ganância incontrolável, diferentes acomodações por falta de recursos ou mesmo por desorganização e falta de higiene, diferentes barrigas de aluguel ou de Mc Donalds (rss). Diferenças entre pais e filhos principalmente quando os primeiros não se deixam superar no nível intelectual e cultural ou até mesmo financeiro e econômico. Diferenças enormes entre aqueles que economizam e outros que gastam tudo que possuem sem pensar no dia de amanhã. Diferenças entre aqueles que preferem uma musica erudita de bom gosto contra outros que seguem os amotinados do tempo na boquinha da garrafa. Diferenças gritantes entre aqueles que estão no comando do trio elétrico e outros que seguem a rabeira da loucura extrema para dizerem cantando que ainda não morreram.

Diferentes posições no sexo. Enfim as diferenças fazem a diferença, e nem sempre são uma orquestra de harmonia e nem sempre se justificam.
Enfim é bom salientar também a diferença e confrontos entre aqueles que têm fé e aqueles que são livres pensadores.

Diferentes comentários irônicos, sarcásticos, exagerados. Diferentes olhares com semblantes carregados que dizem tudo, acusam, agradecem ou demonstram inveja ou revolta.

Diferentes colunistas pagos, remunerados, burros, politicamente atrasados conservadores outros que não dizem nada e mesmo em poucas palavras, mostram a todos porque não precisariam estar ali escrevendo coisas sem nexo, sem sentido. Diferenças entre aqueles que possuem a coragem para dizer a verdade ou abordar um tema polemico e outro que recita arroz com feijão e prosperidade para todos.

Diferentes na presença e na ausência, diferentes rosas, diferentes cravos, diferentes perfumes, diferentes espinhos (ops), aqui não são diferentes, são os mesmos de sempre, mas se não existissem o que seria do meu laboratório de diferenças?

Falemos de diferenças toleráveis e intoleráveis, falemos dos efeitos e das causas, falemos de diferenças nos diversos níveis de pontos de partida e pontos de chegada. Falemos das diferenças que interessam: Ser o primeiro sempre e dos diferentes níveis de frustrações e revoltas de todos aqueles que não chegam em primeiro.

Falemos dos diferentes consoladores de vitimas de diferenças que se alternam em igrejas e em consultórios psiquiátricos.

Falemos de defensores de bolas verdes cuja cultura recente já derrubou imensas matas verdes e virgens para plantar e cultivar cana de açúcar e se batem e se debatem em falácias, em exageros. Elegem-se políticos, se dizem políticos, para defender o verde como se defendessem a própria vida. Mentira. Demagogia pura. Pessoas assim estão apenas em busca de holofotes e exploram obviedades.

Falemos de pessoas que montam blogs defendendo ardentemente o meio ambiente, a camada de ozônio, etc e tal e que não possuem um mínimo de identidade com as práticas mínimas de higiene dentro de casa e falam pelos cotovelos defendendo a natureza sem saber que existe uma diferença enorme entre usar um saco plástico e fabricar bilhões deles. São os chamados fiscais bolas verdes que implicam com um saquinho de plástico e ignoram seringas plásticas com doenças hospitalares, ignoram caixas de isopor, ignoram tudo mais. Ignoram até aquilo que é, ou deveria ser o mais sagrado de todos os códigos de ética, a honestidade.

Falemos de diferentes estágios de solidão. Falemos finalmente de diferentes predadores, sob todos os aspectos no vasto e imenso campo dos jardins do comportamento humano. Não é tão simples assim conviver com diferenças e traduzir simplesmente num gesto de amor. Conviver com diferenças é ter competência para administrar e vigor para discipliná-las. Não é tão simples como amar, pois definitivamente não tem sido um gesto de amor, mas de tolerância. E tolerância não é amor. Tolerância em muitos casos é medo e submissão. Com a data vênia e todo respeito a todos aqueles que pensam que o mundo está acabando. E está mesmo, pois até a imprensa está cautelosa ao se referir a times de futebol, ao invès de dizer ou escrever "grandes", ela diz: "chamados grandes". Ao invès de dizer favelas, diz: comunidades e assim por diante.


Donde se conclui que, nem todas as diferenças podem ser misturadas e trituradas à força para gerar ou produzir um pensamento único. Isso é coisa de arruaceiro, subversivo e bêbado.

Fonte:Luiz Bento Pereira

Para um terço dos Britânicos, voltar a caber em Jeans é melhor que sexo


Pesquisa online mostra que mulheres fantasiam com a comprovação da perda de peso.

Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha mostra que 29,1% das mulheres do país acreditam que voltar a caber em uma calça jeans velha lhes daria mais prazer do que sexo.

Na sondagem online organizada por uma marca multinacional de cereais, as 2,2 mil entrevistadas eram convidadas a comparar a sensação de comprovar uma perda de peso com a calça velha e outras situações compensadoras da vida.

Outros 28,9% acharam que seria melhor do que ganhar uma promoção, enquanto apenas 11,1% disseram que seria melhor do que ser pedida em casamento.

A pesquisa mostrou ainda que 30% das mulheres fantasiam mais sobre emagrecer e voltar a caber em uma calça antiga do que sonham com galãs de Hollywood como Brad Pitt e George Clooney.

A maioria das entrevistadas revelou guardar no fundo do armário uma calça jeans velha com a qual sonham em voltar a vestir.

"Elas usam essa calça como referência e como uma grande ferramenta de motivação para emagrecer, sem se importar com a idade do jeans."

Fonte:Eivaldo José Cavalcanti

Malharia em Capivari-Equipamentos retirados,patrão desaparecido,devendo salários.


Veja vídeo do Youtube
Como já mostramos no Câmera Aberta. Cerca de 30 funcionários de uma malharia de Capivari de Baixo foram surpreendidos quando chegaram para trabalhar. Todos os equipamentos tinham sido retirados, o patrão desaparecido, devendo salários. Nessa terça-feira, o presidente do sindicato da categoria e o advogado responsável pelo caso, afirmaram que a situação pode ser resolvida em breve

Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

Por que calcular custo?


Em um primeiro momento nos vem à resposta:

- Preciso saber quanto custa meu produto para definir o preço de venda.

Este é o sonho, custos, mais despesas, tributos, etc., é igual a preço de venda.

Contudo no mercado atual, pouco ou nada significa se seu custo é alto ou não, existe um preço de mercado que é determinado pelas empresas com alto nível de automação, elevada produtividade e conceitos modernos de administração, a diferença entre este preço e seu custo, é que vai determinar o resultado de sua empresa.

Já foi a época em que se pegavam os gastos de fabricação, e dividia-se pelo nosso velho conhecido fuso/hora/mês, ou tear/hora/mês ocupado, ou ainda mais recentemente alimentar um sistema contábil com números referentes a gastos e produção, e lá na frente saia um custo geralmente embasado em tempo de ocupação do equipamento, com completo abandono do custo da inatividade.

Hoje precisamos pensar em calcular custo para:

- valorização de estoques;
- atendimento das exigências fiscais;
- determinação do resultado;
- planejamento;
- aperfeiçoar mix de produção.
- formação do preço de venda;
- controle gerencial;
- avaliação de desempenho;
- controle operacional;
- análise de alternativas;
- estabelecimento de parâmetros;
- obtenção de dados para orçamentos;
- tomada de decisão.
- estabelecer políticas de treinamento de pessoal;
- desenvolver novos produtos ecologicamente corretos;
- aprimorar a técnica de produção;
- estabelecer e cumprir metas;
- coordenar os objetivos da organização;
- priorizar o resultado global
- buscar a redução de desperdícios/perdas;
- motivar o quadro de pessoal;


Os objetivos principais de um sistema de custo gerencial são:

- suprir a administração de informação para a tomada de decisão.
- servir como ponto de orientação quanto a medidas de correção.
- acompanhar distorções de valores, níveis de eficiência de produção e qualidade, quanto aos padrões estabelecidos.
- Identificar, entre outros aspectos, contribuição por produto, linhas deficitárias...
- confrontar os custos apurados por produto, com os preços praticados no mercado

Imagine uma empresa que tem uma fiação com linhas de produção bastante distintas, por exemplo:

-cardado
-penteado

Podemos afirmar que o custo operacional da linha de abertura para produzir matéria prima para ambas às linhas é igual?

Nos sistemas tradicionais SIM.
Em um sistema que privilegie todas as variáveis do processo NÃO.

Basta imaginar que tradicionalmente usamos os gastos da linha de abertura divididos pela produção e obtemos o custo de fabricação da referida etapa do processo.
Porém não podemos deixar de levar em consideração, que para produzir 1 kg de fio cardado, precisamos de 1,10 kg de matéria prima, enquanto para produzir 1 kg de fio penteado com qualidade aceitável, precisamos de 1,35 kg. O tempo ocupado por uma e outra linha é completamente diferente, portanto custos diferentes.
Com estes números podemos afirmar sem sombra de dúvida, que o custo operacional da linha de abertura para fio penteado é 22,70% mais alto que a linha de fio cardado.

Na tecelagem:

Podemos afirmar que tecidos com batidas/cm iguais tem custos operacionais iguais?

Nos sistemas tradicionais SIM.
Em um sistema que privilegie todas as variáveis do processo NÃO.

Existem variáveis que não podem ser simplesmente ignoradas, a quantidade de rolos por rolada determina se um produto ocupa mais ou menos tempo da urdideira, o peso maior ou menor do urdimento carrega mais ou menos goma, a velocidade de engomagem menor em urdumes mais pesados.

No beneficiamento:

Um metro de tecido com mesmo peso e mesma cor tem custos operacionais iguais?

Nos sistemas tradicionais SIM.
Em um sistema que privilegie todas as variáveis do processo NÃO.

Atemo-nos apenas ao aspecto encolhimento, basta que um tenha comportamento diferente do outro no processo de acabamento, seja por ter um desenho (ligamento) próprio, tipo de tear em que foi fabricado, torção do fio, tensão de tecimento, para que tenhamos influencia no resultado final de processamento.
Se um tem encolhimento final de 4% e o outro 6%, o tecido com encolhimento final maior, vai ter um custo maior em todos os processos precedentes, pois vai sempre trabalhar mais tecido para conseguir um metro acabado, que o tecido de encolhimento menor.

Estas e muito mais variáveis se não forem consideradas, nos levam ao famoso e mais danoso ainda, custo médio, fica tudo parecido, e você pode sacrificar um produto em beneficio de outro. Um produto subvenciona outro. E a empresa não tem segurança, para suprimir um produto da linha por ter custo incompatível com preço praticado no mercado, ou incentivar e promover a venda de outro que tem uma margem mais atraente.

Se sua empresa tem um Sistema de Gerenciamento de Custos, podemos avaliá-lo, se não tem, podemos desenvolver um personalizado, de conformidade com as características de sua linha de produção.

Fonte:José Erivaldo Cavalcanti

sábado, 2 de janeiro de 2010

Tendência de Moda 2.010

Tendências da moda 2010
O mundo da moda está sempre voltado para o futuro, ainda estamos no inverno de 2009, as grandes lojas já apresentam em suas vitrines as coleções para o verão 2009/2010 e as tendências de moda para o outono inverno 2010 já estão sendo preparadas pela indústria da moda, enquanto os estilistas já se preocupam com as criações para as estações de 2011, ou seja, a palavra moda é sempre conjugada no tempo futuro. As peças que representam os novos estilos chegam e se misturam aquelas que estão em voga enquanto outras são esquecidas, e assim a moda básica vai se transformando, gradativamente, acompanhando as grandes tendências e transformações da sociedade.
Moda 2010 para o verão
O inverno nem terminou e as tendências de moda para o verão 2010 já podem ser vistas nas vitrines das grandes lojas brasileiras. E analisando o que vimos nas vitrines podemos dizer que as cores quentes desde verão são o azul e o verde em contraponto com o vermelho o roxo e o amarelo. Assim também o vestido é a peça chave deste verão, vestidos de todos os comprimentos e estilos, vestidos de festa, vestidos pretos, vestidos para ir ao trabalho e para ir a praia, ou seja, o vestido é a roupa do verão. Nas cores do verão, em estampas geométricas ou florais, vestidos longos com rasteirinhas para o dia e com salto alto para a noite.
Roupas Femininas
Os vestidos curtos também podem ser usados, desde que não muito justos para não parecerem vulgares. Independente do comprimento eles vão bem com as sandálias da moda e também com as imbatíveis e confortáveis rasteirinhas. Ale, dos vestidos a tendência de moda 2010 pede para a estação mais quente do ano roupas leves, coloridas e suaves. Os cintos, faixas e lenços são acessórios imbatíveis para o verão 2010.
Verão
Moda 2010 para o inverno
Nos desfiles de moda alta costura e nos demais eventos de moda as tendências para a moda de inverno de 2010 dos produtores de moda e dos próximos anos já podem ser percebidas. Nelas pode-se antever a presença de elementos futuristas, com a preocupação com a sustentabilidade, sem perder a ousadia e a extravagância que fazem da moda um mundo único, onde tudo é possível, e isto pode ser percebido ao vermos algumas fotos de maquiagem deste glamuroso mundo, por exemplo. As tendências da moda para 2010 apontam ara tecidos finos, leves ao mesmo tempo que compactos, que permitem sobreposições bastante espessas sem pesar na silhueta. Jersey e seda estão muito presente, e também estampas com padrões gráficos e suaves. Inverno
Roupas ornamentadas com pedras, metais e cristais dão um toque original as peças, assim como colares enormes que prometem fazer sucesso no inverno de 2010. Roupas no estilo safar chiq, moda Amazônia, rendas, veludos, batas e cores brilhantes aliadas a outras cores mais suaves, conferem as peças um ar harmonioso e sensual. As tendências da moda 2010 já são realidade, mas a moda está cada vez mais democrática e uma das principais tendências da moda do futuro é a capacidade de cada um fazer a sua própria moda, e ousar usar exatamente aquilo que lhe parece bonito, aquilo que combina com seu estilo pessoal, essa é a grande tendência da moda para 2010 e para os anos futuros.


Modelo de Currículo


José da Silva Brasileiro
Rua Jaboatão, 45 - Sta. Madalena Casado
Cep. 20.640.000 - São Paulo/SP 28 anos
Tel(s): (11) 567-4598 / 9225-4277 2 filhos
E-mail: josedasilva@xxxx.com.br

Objetivo / Área de Interesse

Cite o cargo que você pretende ocupar ou sua área de atuação. Esta orientação pode ser fundamental no momento da triagem de currículo.

Exemplo:
Colocação na área administrativa / financeira


Resumo Profissional

Faça um resumo de suas qualificações e de tudo que você vivenciou em seus empregos anteriores. Mostre sinteticamente como você pode contribuir para a empresa.

Exemplo:
Experiência de mais de sete anos na Área Administrativo-Financeira, atuando nas seguintes atividades:

• Contas a receber, cobrança e emissão de notas fiscais, escrituração fiscal

• Rotinas contábeis e cadastro de clientes

• Contas a pagar, conciliação bancária, emissão de cheques para pagamentos, controle de entrada de notas fiscais, fluxo de caixa, arquivos diversos, cadastros de bancos e fornecedores


Formação Acadêmica

O nível educacional mais alto deve ser incluído primeiro. Se você ainda estiver cursando uma graduação, por exemplo, informe a previsão da sua formatura. Se você estudou até o 2º grau, cite a instituição e especificação técnica (Ensino Médio, curso técnico, etc.). O 1º grau só deve ser mencionado caso seja o maior nível educacional.

Exemplo:
• Cursando o segundo período da pós-graduação em Contabilidade pela USP (Universidade de São Paulo) – previsão de conclusão em XXX
• Graduado em Ciências Contábeis pelo IESA (Instituto de Ensino Superior de Santo André) - conclusão em 1997.

Experiência Profissional

Cite os cargos que ocupou em cada empresa e em que período os exerceu. Descreva também suas principais atribuições e realizações naquela função. Comece pela empresa e cargo mais recentes (ou o atual, se você estiver empregado).

Exemplo:
SHOCK METAIS LTDA.
Encarregado de cobrança - 04/98 a 06/00

Responsável por todo o sistema de cobrança, controle de pagamento a fornecedores e cadastros de clientes. Encarregado da implantação de sistema informatizado na empresa.


Cursos de aperfeiçoamento

Cite os cursos que você realizou, desde que tenham relevância para sua área de atuação. Não inclua os cursos que não são diretamente ligados à sua atividade profissional ou educacional, porque eles não serão considerados.

Exemplo:
• Informática - Windows 2000 / MS Office 2000 / MS Project - Nome da Instituição, 1998
• Matemática Financeira - Nome da Instituição, 1998
• Curso Básico de Escrituração Fiscal - Nome da Instituição, 1997
• Produtividade em Contas a Pagar – Nome da Instituição, 1997
• Formação de Gerentes – Nome da Instituição, 1999


Idiomas

Cite os idiomas que domina, além do Português, e especifique o grau de fluência (básico, intermediário ou avançado). Elimine este campo caso você não conheça outros idiomas.

Exemplo:
• Inglês e Espanhol (Domínio da leitura, escrita e conversação).


Informática

Especifique seu nível de familiaridade com informática e ferramentas/softwares que conhece e domina.

Exemplo:
• Domínio como usuário do Windows, Word, Excel e Internet.

------------------------- Aqui termina o seu currículo -----------------------------


Fonte:Modelo de Currículo do Jornal o Hoje da Rede Globo

Dinâmica


2. Dinâmica do "O que você parece pra mim..."
Esta dinâmica pode ser empregada de duas maneiras, como interação do grupo com objetivos de apontar falhas, exautar qualidades, melhorando a socilização de um determinado grupo.
Material: papel cartão, canetas hidrocor e fita crepe.

Desenvolvimento: Cola-se um cartão nas costas de cada participante com uma fita crepe. Cada participante deve ficar com uma caneta hidrocor. Ao sinal, os participantes devem escrever no cartão de cada integrante o que for determinado pelo coordenador da dinâmica (em forma de uma palavra apenas), exemplos:

1) Qualidade que você destaca nesta pessoa;
2) Defeito ou sentimento que deve ser trabalhado pela pessoa;
3) Nota que cada um daria para determinada característica ou objetivo necessário a atingir nesta dinâmica.
Autor: Desconhecido


3. Dinâmica do Desafio
Material: Caixa de bombom enrolada para presente
Procedimento: colocar uma música animada para tocar e vai passando no círculo uma caixa(no tamanho de uma caixa de sapato, explica-se para os participas antes que é apenas uma brincadeira e que dentro da caixa tem uma ordem a ser feita por quem ficar com ela quando a música parar. A pessoa que vai dar o comando deve estar de costas para não ver quem está a caixa ao parar a música, daí o coordenador faz um pequeno suspense, com perguntas do tipo: tá preparado? você vai ter que pagar o mico viu, seja lá qual for a ordem você vai ter que obedecer, quer abrir? ou vamos continuar? Inicia a música novamente e passa novamente a caixa se aquele topar em não abrir, podendo-se fazer isso por algumas vezes e pela última vez avisa que agora é para valer quem pegar agora vai ter que abrir, Ok? Esta é a última vez, e quando o felizardo o fizer terá a feliz surpresa e encontrará um chocolate sonho de valsa com a ordem 'coma o chcolate'.
Objetivos:essa dinâmica serve para nós percebermos o quanto temos medo de desafios, pois observamos como as pessoas têm pressa de passar a caixa para o outro, mas que devemos ter coragem e enfrentar os desafios da vida, pois por mais dificil que seja o desafio, no final podemos ter uma feliz surpresa/vitória.
Contribuição enviada pela usuária: Elizabete/Fortaleza - CE


4. Dinâmica "Tiro pela Culatra"
Essa dinâmica, é desenvolvida exatamente como a número 3 acima. A única diferença é que ao invés de se dizer uma parte do corpo do colega da direita, deve dizer uma tarefa para que esse colega execute.
Quando todos tiverem escolhido a tarefa, Coordenador dá um novo comando:
_Cada pessoa deverá praticar a tarefa, exatamente como foi escolhida para o colega da direita.
É uma dinâmica bem engraçada e é muito utilizada como "quebra gelo ".
Autor: Desconhecido


5. Dinâmica do Sociograma
Esta dinâmica é, geralmente, desenvolvida a fim de se descobrir os líderes positivos e negativos de um determinado grupo, pessoas afins, pessoas em que cada um confia. É muito utilizada por equipes esportivas e outros grupos.
Material: papel, lápis ou caneta.

Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel e caneta para cada componente do grupo. Cada um deve responder as seguintes perguntas com um tempo de no máximo 20-60 segundos, cronometrados pelo Coordenador da dinâmica. Exemplo de Perguntas:
1) Se você fosse para uma ilha deserta e tivesse que estar lá por muito tempo, quem você levaria dentro desse grupo?
2) Se você fosse montar uma festa e tivesse que escolher uma (ou quantas desejarem) pessoa desse grupo quem você escoheria?
3) Se você fosse sorteado em um concurso para uma grande viagem e só pudesse levar 3 pessoas dentro desse grupo, quem você levaria?
4) Se você fosse montar um time e tivesse que eliminar (tantas pessoas) quem você eliminaria deste grupo?
Obs: As perguntas podem ser elaboradas com o fim específico, mas lembrando que as perguntas não devem ser diretas para o fim proposto, mas em situações comparativas.
De posse dos resultados, conta-se os pontos de cada participante e interpreta-se os dados para utilização de estratégias dentro de empresas e equipes esportivas.
Autor: Desconhecido


6. Dinâmica do Emboladão
Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo.
Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica.
O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita e a mão esquerda.
Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo" bem apertadinhos". Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).
Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar.
O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta.
Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O Coordenador parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!
Obs: Pode ser feito também na água.
Autor: Desconhecido


7. Dinâmica do Sentar-se no Colo
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes:
O coordenador propõe que o grupo fique de pé, de ombro-á-ombro, em círculo. Em seguida pede que todos façam 1/4 de giro para um determinado lado ficando em uma fila indiana (assim: xxxxxxxxxxxx), embora em círculo. Ao sinal o Coordenador pede que todos se assentem no colo um do outro e depois repitam para o outro lado. É bem divertido, causando muitos risos !
Autor: Desconhecido


8. Dinâmica do "João Bobo"
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes e também pode ser observado o nível de confiança que os os participantes têm um no outro:
Formam-se pequenos grupos de 8-10 pessoas. Todos devem estar bem próximos, de ombro-á-ombro, em um círculo. Escolhem uma pessoa para ir ao centro. Esta pessoa deve fechar os olhos (com uma venda ou simplesmente fechar), deve ficar com o corpo totalmente rígido, como se tivesse hipnotizada. As mãos ao longo do corpo tocando as coxas lateralmente, pés pra frente , tronco reto. Todo o corpo fazendo uma linha reta com a cabeça.
Ao sinal, o participante do centro deve soltar seu corpo completamente, de maneira que confie nos outros participantes. Estes, porém devem com as palmas das mãos empurrar o "joão bobo" de volta para o centro. Como o corpo vai estar reto e tenso sempre perderá o equilíbrio e penderá para um lado. O movimento é repetido por alguns segundos e todos devem participar ao centro.
Obs: Pode ser feito também na água.
Autor: Desconhecido


9. Dinâmica do Nome
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.
Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.
Variação: Essa dinãmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.
Autor: Desconhecido


10. Dinâmica do "Escravos de Jó"
Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes.
Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido).
Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser:
Os escravos de jó jogavam cachangá;
os escravos de jó jogavam cachangá;
Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)
1º MODO NORMAL:
Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO);
Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).
2º MODO:
Faz a mesma sequência acima só para a esquerda
3º MODO:
Faz a mesma sequência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória.
4º MODO:
Faz a mesma sequência acima em pé executando com um pé.
5º MODO:
Faz a mesma sequência acima com 2 toquinhos, um para cada lado.
11. Dinâmica da "Escultura"
Esta dinâmica estimula a expressão corporal e criatividade.
2 x 2 ou 3 x 3, os grupos devem fazer a seguinte tarefa:
Um participante trabalha com escultor enquanto os outro (s) ficam estátua (parados). O escultor deve usar a criatividade de acordo com o objetivo esperado pelo Coordenador, ou seja, pode buscar:
-estátua mais engraçada
-estátua mais criativa
-estátua mais assustadora
-estátua mais bonita, etc.
Quando o escultor acabar (estipulado o prazo para que todos finalizem), seu trabalho vai ser julgado juntamente com os outros grupos. Pode haver premiação ou apenas palmas.
Autor: Desconhecido


12. Dinâmica da "Sensibilidade"
Dois círculos com números iguais de participantes, um dentro e outro fora. O grupo de dentro vira para fora e o de fora vira para dentro. Todos devem dar as mãos, sentí-las, tocá-las bem, estudá-las. Depois, todos do grupo interno devem fechar os olhos e caminhar dentro do círculo externo. Ao sinal, o Coordenador pede que façam novo círculo voltado para fora, dentro do respectivo círculo. Ainda com os olhos fechados, proibido abrí-los, vão tocando de mão em mão para descobrir quem lhe deu a mão anteriormente. O Grupo de fora é quem deve movimentar-se. Caso ele encontre sua mão correta deve dizer _Esta ! Se for verdade, a dupla sai e se for mentira, volta a fechar os olhos e tenta novamente.
Obs: Essa dinâmica pode ser feita com outras partes do corpo, ex: Pés, orelha, olhos, joelhos, etc. Tem o objetivo de melhorar a sensibilidade, concentração e socialização do grupo.
Autor: Desconhecido
13. Dinâmica do"Mestre"
Em círculo os participantes devem escolher uma pessoa para ser o advinhador. Este deve sair do local. Em seguida os outros devem escolher um mestre para encabeçar os movimentos/ mímicas. Tudo que o mestre fizer ou disser, todos devem imitar . O advinhador tem 2 chances para saber quem é o mestre. Se errar volta e se acertar o mestre vai em seu lugar.
Esta dinâmica busca a criatividade, socialização, desinibição e a coordenação.


14. Dinâmica do "Rolo de Barbante"
Em círculo os participantes devem se assentar. O Coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que ele queira e justificar o porquê ! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima. Ao final torna-se uma "teia" grande.
Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizada também em festas e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: cada pessoa que enviar o barbante falar um agradecimento e desejar feliz festas. Pode ser utilizado também o mesmo formato da Dinâmica do Presente .


15. Dinâmica do "Substantivo"
Em círculo os participantes devem estar de posse de um pedaço de papel e caneta. Cada um deve escrever um substantivo ou adjetivo ou qualquer estipulado pelo Coordenador, sem permitir que os outros vejam. Em seguida deve-se passar o papel para a pessoa da direita para que este represente em forma de mímicas. Podendo representar uma palavra mais fácil, dividí-la e ajuntar com outra para explicar a real palavra escrita pelo participante, mas é proibido soltar qualquer tipo de som.
Autor: Desconhecido


16. Dinâmica da"Verdade ou Consequência? "
Em círculo os participantes devem estar de posse de uma garrafa que deve ficar ao centro. Ao sinal do Coordenador, alguém gira a garrafa e para quem o bico da garrafa apontar é perguntado: _Verdade ou Consequência? Caso ele escolha verdade, a pessoa onde o fundo da garrafa apontou deve perguntar algo e ele obrigatoriamente deve responder a verdade. Se ele responder consequência deve pagar uma prenda (executar uma tarefa) estipulada pela pessoa que o fundo da garrafa apontou. A que respondeu gira a garrafa.
Autor: Desconhecido


17. Dinâmica do " Qualidade"
Cada um anota em um pequeno pedaço de papel a qualidade que acha importante em uma pessoa. Em seguida todos colocam os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da roda. Ao sinal, todos devem pegar um papel e em ordem devem apontar rapidamente a pessoa que tem esta qualidade, justificando.
Autor: Desconhecido


18. Dinâmica do " Pegadinha do Animal"
Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro. Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas. Quando o animal for chamado pelo coordenador, a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe.
Obs: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos vão cair de "bumbum" no chão, causando uma grande risada geral.
Objetivo: "quebra gelo" descontração geral.
Autor: Desconhecido

Fonte:Emanuel Leal de Souza

Contrato de Facção



I – Contrato de prestação de serviço de mão de obra que se fazem entre si:
Como contratante: ,
situada à                                                 , inscrita sob CNPJ:
Como contratada _____________________________________ situada à _______________
__________________________________ nº ___________, bairro: _______________________
município: ____________________ estado: ____________ CGC/CPF: ____________________
I.E./RG: _____________________________ .


II – Objetivo do Contrato:
1- O objetivo do contrato, refere-se à confecção de produto de costura, designado como:
___________________________________________ do cliente: ___________________
com pedido nº _______________, constando _____________ peças a serem entregues na
data: __________________, que será feito conforme peça piloto e/ou ficha técnica do produto, a qual fará parte integrante deste contrato.
2- Fica estabelecido o valor de R$ _________ ( ___________________________________ )
por peça confeccionada.

III – Obrigações do contrato:
1- Confeccionar as peças idênticas à peça piloto e/ou as fichas técnicas do produto aprovado,
Respeitando-se as especificações do mesmo, e o prazo de entrega.
2- Retirar e entregar ( o produto nos prazos estipulados no endereço do contratante).
3- Comunicar ao contratante qualquer problema que houver com o produto durante confecção
do mesmo.
4- É de responsabilidade do contrato a guarda da matéria-prima do produto, assim que esta
esteja em seu poder. Ficando este obrigado a repor a mesma num prazo de 72 horas, caso
houver estravio ou danos ao produto que esteja sob seu poder, seja qual for o ocorrido.
5- Contar o produto no ato do recebimento e entrega do mesmo ( tecido, aviamentos e
acessórios).
6- Fornecer nota fiscal ou recibo dos serviços prestados.

IV – Obrigações do contratante:
1- Fornecer matéria-prima, aviamentos e acessórios para confecção do produto, inclusive peça
piloto e/ou ficha técnica.
2- Providenciar o pagamento do serviço prestado da seguinte forma:
2.2- A contratante tem um prazo de 72 horas para revisar o serviço entregue após o serviço
aceito, será emitido cheque para 10 (dez) dias a contar da data de entrega do serviço.
2.3- Caso o serviço não esteja de acordo com a peça piloto e/ou ficha técnica, o contratado
terá um prazo de 5 (cinco) dias para consertar as peças, desde que não ultrapasse o prazo
de entrega estipulado no contrato.
V – Prazos/multas:

1- Os prazos de entrega deverão ser respeitados na íntegra.
2- Quando houver atraso de entrega, será cobrado multa de 20% ( vinte por cento) do valor do
serviço mais 5% ( cinco por cento) do valor do serviço por dia de atraso.
3- Não será tolerado: a entrega parcial do pedido a não ser que ambas concordem.
4- Todos os encargos sociais e impostos relativos à mão de obra utilizada pelo contratado serão
de única responsabilidade do mesmo, sendo uma empresa idônea ou profissional liberal autônomo.


Desde já, fica eleito o foro desta cidade para dirimir qualquer dúvida em relação à este contrato. Fazem parte deste contrato: ficha de controle de produção, peça piloto e/ou ficha técnica.

Data: _______/_______/________ .

De acordo:

__________________________________________
( Contratante )

__________________________________________
Testemunhas: ( Contratado )

__________________________________________
( Testemunha 1 )

__________________________________________
( Testemunha 2 )





Fonte:Amauri Maia



Veja também:




Tempos e Métodos na Confecção


O confeccionista que não tem medo de mudar, quebrando paradigmas e inovando sua produção com técnicas de cronometragem de tempo, entre outras, só tem a ganhar com a otimização da produção.
Qual a importância desta técnica, tempos & métodos, na indústria da confecção? Como o confeccionista poderá tirar benefício desta ferramenta no seu dia-a-dia? É possível usá-la em pequenas empresas também? Antes de qualquer coisa, para uma definição pura e realista (desculpem-me os mais catedráticos) ela tem por objetivo, como o próprio nome diz, otimizar dentro de uma operação/processo o melhor tempo e associar a isto os movimentos justos e cíclicos para sua execução. Nesta relação é possível determinar tempos padrões de produtos que podem levar a inúmeros propósitos, que falaremos mais à frente.
O princípio do uso está ligado a cronometragem ("calcanhar de Aquiles"). Ela serve de base para que a evolução das alterações aplicadas pelo método possam ser medidas. Com o estudo de tempos em mãos, é possível explorar a criatividade e buscar reduções de tempos em cada etapa do processo. A somatória destas reduções, por menores que sejam no final podem chegar a um ganho de até 15% do tempo total da peça a ser produzida.
Quando eu incentivo que se use a criatividade, falo de sair dos padrões normais, quebrando paradigmas, inovando e usando até de 'agressividade' para se obter resultados práticos. Digo isto de experiência própria, pois muitas vezes acompanho mudanças que não são nada fáceis de implantar, principalmente pelas barreiras que se encontram dentro da confecção, não só das operadoras mas dos próprios donos e até estilistas que, em alguns casos, acreditam que iremos 'assassinar' o que eles investiram tempo e pesquisa para atingir.
Um exemplo prático aconteceu comigo em uma fábrica, que adotou pontos manuais para fixar o forro e dar acabamento à peça. Isso causava um gargalo de produção, sem dizer que o processo era artesanal. A solução estava em uma máquina de prender etiqueta de gravata, conhecida como Big Point (modelo Lewis 120-60), que otimizaria o processo, passando do artesanal para o industrial, mas a questão principal foi quebrar paradigmas. Quando se poderia imaginar que uma máquina de pregar etiqueta em gravata serviria para fazer esse tipo de acabamento?
Essa redução de tempo faz com que o método possa ser cada vez mais aprimorado, nunca perdendo de foco a qualidade do produto/processo e mantendo os padrões originais do departamento de criação/estilo. Empresas de pequeno porte (ex-facções, terceiriza dores e outros) podem usufruir desta técnica investindo recursos próprios em seu negócio. Não é necessário grande volume de dinheiro para começar um trabalho de tempos. Basta cronômetro, de preferência centesimal, prancheta, formulário e orientações para fazer um levantamento de tempo adequado e correto. Este tempo poderá ser utilizado também para analisar a eficiência e a produtividade, que são informações diferentes e preciosas, para encontrar o seu ponto de equilíbrio. Em grande parte das situações, as pessoas avaliam a produção pelo volume de peças costuradas diariamente o que, em alguns casos, pode ser um grande erro, pois cada produto tem um tempo diferente e desta forma, a quantidade de peças por modelo pode variar. Há produtos homogêneos (cueca, calça, camisa, soutien e outros), mas, mesmo assim, dentro de um produto, como os que foram citados acima, existem famílias que podem ter variações que devem ser analisadas em função do tempo real de cada peça.

Produtividade
Quando se pergunta sobre a quantidade produzida na empresa, a resposta, além de ser o volume de peças, deveria ser complementada pela produtividade. "A produção diária é de cinco mil peças e minha produtividade é de 70%", por exemplo. Existem casos em que se comenta que a produção baixou e é comum ouvirmos: "Ah!, mas no ano passado eu produzia o dobro do que produzo hoje", ou então: "Só porque mudou o tecido, a produção caiu pela metade, como pode se o modelo é o mesmo?!" Todas essas cenas fazem parte do dia-a-dia de uma confecção e podem realmente ser controladas se tivermos o tempo de cada peça cronometrado.
Desta maneira, a real produtividade da empresa poderá ser identificada. Esta técnica, ou se preferir, este conceito de produção, é indispensável para quem quer realmente manter sua empresa enxuta e com uma produtividade competitiva no mercado. Além de servir para as várias situações que citamos como o uso pleno e seguro do tempo/produtividade, seu custo/minuto e o real preço a ser pago ou cobrado por uma mão-de-obra poderão ser encontrados. Hoje, sobreviver é uma questão não só de inteligência, mas de iniciativa. Quebre paradigmas! Inove para crescer! Beneficie-se do conhecimento e tire o máximo de proveito da experiência do seu dia-a-dia.
Fonte:Marcelo Sciciliano

CONTRIBUIÇÃO


Por favor, interaja com o Blog, dando na sua opinião no próprio Blog.Quaisquer coisa diferente dos assuntos tratados no Blog, se sinta á vontade e passe um e-mail ou me ligue.


LUIZ ROBERTO SARAIVA

(05521)9161-1169 e email:lrsaraiva@bol.com.br

PCP


PCP - Planejamento e controle da produção
Com a ajuda da informática, empresas de todos os portes podem planejar e controlar suas produções. O PCP atua como um intermediário entre a área comercial e industrial, capaz de dar respostas mais rápidas para gargalos e antecipar-se com soluções práticas, otimizando as informações.
Com as fortes sazonalidades do nosso mercado, muitas vezes deixamos a desejar quanto aos prazos de entrega dos produtos que fabricamos e, pior, isto acaba acontecendo também pela falta de planejamento de terceiros (fornecedores/facções). Planejar é importante, mas também o é acompanhar e controlar. A busca incessante de acertar datas, de evitar sobras de matéria prima, aviamentos e peças prontas, faz com que as empresas melhorem suas gestões de controle.
Para ter um PCP não é necessário um “staff” de pessoas. Existem empresas de pequeno porte que produzem para terceiros e possuem um PCP informatizado, que é administrado por um dos proprietários. Já em empresas maiores, chega-se até a dividir o PCP em uma área de planejamento e outra de controle. O bom aprendizado desta técnica acontece em empresas pequenas pois obriga o responsável a executar tanto o planejamento como o controle.
Otimizando informações
O PCP atua na empresa como facilitador, interagindo entre a área comercial e industrial.Tem como finalidade criar um fluxo regulador de material que tem origem na matéria-prima indo até os produtos acabados.
Com isso, o PCP tem um raio de visão que pode esclarecer perguntas cotidianas como:
O que iremos produzir?
Quanto faremos de cada modelo?
Quem vai produzir?
Quando vai produzir?
Vamos ter material suficiente para todo o pedido e produção?
A ordem de corte vai fechar a grade de entrega na expedição para atender ao cliente?
É claro que o PCP não irá resolver tudo sozinho, mas terá condições de dar respostas mais rápidas para os gargalos que a empresa possa sofrer e antecipar-se com soluções práticas. Simultaneamente, estará fazendo um follow-up (cobrança) da matéria-prima necessária e um feedback (acompanhamento) da produção com os prazos que foram estipulados.
Como o PCP atua
O PCP tem várias formas de atuação dentro da empresa. Existem empresas que fabricam para estoque – atendem varejo; outras que fabricam por pedido – atendem atacado; e outras que fabricam por matéria-prima – atendem a lojas próprias.
O último caso é bem pouco comum, aplica-se a empresas verticalizadas que produzem o seu próprio tecido e têm condições de determinar qual a matéria-prima que irá beneficiar primeiro. O PCP não determina um cronograma rígido que se torna “engessável”, ao contrário, ele tem de ter uma certa flexibilidade para executar os seus trabalhos principalmente pelo que falamos no inicio, que as empresas sofrem interferências de terceiros, o que prejudica a entrega de alguns aviamentos.
Outro fator que muitas vezes interfere no planejamento é a qualidade da matéria-prima. Vivemos em um país onde é difícil conseguir aplicar um just-in-time na confecção, o que reduziria a necessidade de estoques dentro das empresas e compraríamos exatamente o que haveria de necessidade para a produção/pedido. Isso reduziria o trabalho do PCP.
Hoje, a informática contribui bastante para acelerar os controles empresarias. Informatizar com um software eficiente pode custar de R$ 3 mil a R$ 7 mil, existem programas para todo o tipo de bolso. Mas não adianta somente comprar um programa. Se não forem criados uma metodologia de armazenamento e um fluxo de informações, será como jogar dinheiro fora.
Faça a coisa certa: prepare-se para receber uma informatização, crie condições para melhorar o que já tem. Se não fizer isto só terá aborrecimento e ficará insatisfeito com o programa que comprou, muitas vezes achando que o software é errado, quando na verdade o erro está na sua falta de estrutura para se informatizar.
Fazendo a interligação
Ter um PCP traz benefícios, mesmo que ocupe uma função administrativa. Seu propósito é servir a produção. Imagine a dificuldade que seria o setor de vendas conversar com o setor de produção em uma linguagem única? Pense no disperdicio que poderia se originar se não houvesse controle dos consumos e ajustes das grades, onde pode-se chegar a detalhes de gramatura de tecidos e larguras padrões que resultariam em riscos mais bem aproveitados.
A determinação de prazo força um comprometimento entre os colaboradores e a fábrica, criando um vínculo que vai do cliente ao fornecedor, estreitando um relacionamento e formando uma parceria que pode se solidificar com o tempo e ultrapassar as sazonalidades do nosso mercado.
Existe a necessidde muita grande de se aperfeiçoar cada dia, para que tenha um PCP que possa avançar a cada dia,seja qual for a viabilidade financeira de sua empresa faça o PCP.
Fonte:colaboração autor Marcelo Sciciliano e partcipação Luiz Roberto



Célula de Produção


COMO FUNCIONA ESTA NOVIDADE

Uma resistência monstruosa a novidades em quem está envolvido em processos produtivos. Apenas para registrar, esse processo foi desenvolvido no Japão e incorporado pelos americanos. Aqui no Brasil, uma das empresas pioneiras a utilizá-lo foi a Alpargatas, no início da década de 70, quando a fabricação de calças Jeans era o seu carro chefe.Muitos profissionais, perguntam sobre célula de produção: O que é? Funciona mesmo? Dobra a minha produção? Serve para qualquer artigo a ser confeccionado? A verdade é que este sistema obtém bons resultados, mas não é a galinha dos ovos de ouro. É necessário considerar uma série de fatores para não se frustrar com uma novidade que pode até emperrar todo o sistema produtivo e criar arro-chefe. Tanto que hoje são encontrados no mercado vários "alpargatanos" que ocupam cargos de destaques em empresas e trazem consigo a grande experiência obtida lá. Mas, voltando às células de produção, qual é a diferença entre a célula e a linha convencional? Observe no comparativo abaixo: 1-Célula Maior velocidade de resposta do produto. 1-Linha Emperramento na saída do produto e formação de estoques intermediários. 2-Célula Participação no processo total do produto de todos os envolvidos na célula (integração da equipe). 2-Linha Individualismo: há dificuldade no balanceamento dos postos de trabalho. 3-Célua Melhora no controle de qualidade; o defeito é detectado e corrigido na célula. 3-Linha Perde-se tempo para identificar a origem do defeito. 4-Célula Diminuição de estoques intermediários e redução de seus custos.4-Linha Necessidade de altos estoques intermediários para que sirvam de abastecimento no dia seguinte. 5-Célula Desenvolve a polivalência do operador. 5-Linha Operador bitolado em uma máquina. 6-Célula Possibilita evolução contínua.6-Linha Inibe a criatividade Célula de Produção.
Mas, voltando às células de produção, qual é a diferença entre a célula e a linha convencional?

Note que no item 6 falamos de evolução. Não basta juntar as máquinas em forma de "U" e dizer que está sendo utilizado o sistema celular. Algumas atitudes devem ser tomadas: É preciso ter um profissional para orientar a criação de condições para que toda a fábrica assimile e se conscientize das mudanças que surgirão. Ainda é necessário facilitar o abastecimento com a formação de famílias de produtos e criar uma estrutura no corte eficiente para que se formem lotes econômicos/padrão. Avaliar o número de máquinas existentes na fábrica, seu espaço físico e tempo operacional dos produtos e selecionar operadoras polivalentes para pontos-chaves também são mudanças que devem ser implementadas. O sistema de células de produção tem sua melhor aplicação em produtos que tenham de 06 a 16 operações (não é regra) e, em produtos como lingerie, cueca, camisa pólo, macacão infantil, linha praia e alguns outros que se enquadram neste perfil. Mas, e os segmentos como camisaria, calça social e blazer? Neste caso, aconselho a utilização de postos de trabalho para um determinado número de operações, pois visualmente facilita o controle e não é preciso uma quantidade grande de máquinas especiais, por exemplo, Reece de bolso, Pregadeira de manga para paletó, Caseadeira olho, etc. Quanto a "dobrar" a produção, depende de sua eficiência atual. Se ela for muito ruim, seu número de produção pode até "triplicar". O sistema de células pode encurtar o caminho do produto na fábrica, tornando-o mais veloz e aumentando a produção. Poderíamos escrever a revista inteira sobre este assunto, pois ele é muito extenso e existem algumas particularidades regionais que tomam o conceito específico para o produto. Com o passar do tempo, vários profissionais foram encontrando rotas alternativas e ajustes aos padrões brasileiros até mesmo dando nomes diferentes, que no fim buscam o mesmo objetivo: produzir mais com mesmo efetivo e ter velocidade para atender ao cliente. Mesmo sendo uma técnica sofisticada, o Brasil está longe de ser um país pólo de confecção e formador de opinião. Há cerca de seis anos se fala em célula no Brasil e já estamos atrasados há mais de 15 anos. Imagine quando iremos falar de sobre célula sendo trabalhada por operadores em pé! Espero que em breve. O sul do país já deu início a este sistema, mesmo que timidamente.

Para um terço de britânicas, voltar a caber em jeans é melhor que sexo


Pesquisa online mostra que mulheres fantasiam com a comprovação da perda de peso.

Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha mostra que 29,1% das mulheres do país acreditam que voltar a caber em uma calça jeans velha lhes daria mais prazer do que sexo.

Na sondagem online organizada por uma marca multinacional de cereais, as 2,2 mil entrevistadas eram convidadas a comparar a sensação de comprovar uma perda de peso com a calça velha e outras situações compensadoras da vida.

Outros 28,9% acharam que seria melhor do que ganhar uma promoção, enquanto apenas 11,1% disseram que seria melhor do que ser pedida em casamento.

A pesquisa mostrou ainda que 30% das mulheres fantasiam mais sobre emagrecer e voltar a caber em uma calça antiga do que sonham com galãs de Hollywood como Brad Pitt e George Clooney.

A maioria das entrevistadas revelou guardar no fundo do armário uma calça jeans velha com a qual sonham em voltar a vestir.

"Elas usam essa calça como referência e como uma grande ferramenta de motivação para emagrecer, sem se importar com a idade do jeans."

Fonte:g1.globo.com/Noticias/Ciencia

A História da Camiseta


Assim como a calça jeans, a camiseta é uma peça de roupa indispensável na vida de quase todo mundo em qualquer lugar do planeta. E isso vale para pessoas de todas as idades, do bebê ao vovô. Sem falar do preço acessível, o que a torna ainda mais democrática até do que o próprio jeans. Mas de onde a camiseta veio, quando surgiu e como foi que ela se tornou assim tão popular?

Bom, tudo começou com a Revolução Industrial, iniciada no século 18 e as máquinas inventadas para a produção de malhas. A industrialização têxtil no Brasil deu seus primeiros passos em meados do século 19, com a instalação de fábricas nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com destaque para as de algodão.

A relevância dessa fibra na indústria têxtil não foi alcançada à toa. É uma fibra nobre, que se combina com rara afinidade ao poliéster, permitindo a produção de tecidos de qualidade, resistentes ao amarrotamento. No entanto, a confecção de camisetas recomenda fios de puro algodão, deixando o Brasil em uma confortável posição em relação ao comércio exterior.

Até os anos 50 a camiseta era usada apenas como roupa de baixo, para proteger o corpo da transpiração e das mudanças de temperatura. E foi só a partir dessa época, quando foi adotada pela juventude como símbolo de contestação, que ela ganhou o seu lugar no mundo. Nos anos 60, a camiseta era a porta-voz das novas mensagens que contestavam e ironizavam os valores da sociedade. Ainda artesanal, junto com o jeans e o tênis, ela se transformou no uniforme oficial dos jovens.

Muito do seu sucesso se deve ao cinema de Hollywood e suas estrelas, como Marlon Brando e James Dean, em filmes famosos como Uma Rua Chamada Pecado e Juventude Transviada. Se os atores mais desejados do mundo usavam, a moda estava lançada e o sucesso garantido.
Durante os anos 70, a moda unissex indicava uma idéia de liberdade, deixando essa peça extremamente confortável ainda mais forte no mercado. Nos anos 80, as t-shirts eram supercoloridas e podiam comunicar, através de desenhos, palavras e frases de efeito. Nos 90, ela ajudou até a derrubar um presidente brasileiro.

Atualmente a camiseta é item fashion, feita para revelar um estilo, uma atitude. Se você é clássica, use uma branca com uma calça ou saia preta. Coloque um colar de pérolas e uma flor, a própria Chanel. Mas se a idéia é ser rebelde, use uma rasgada, furada, com as mangas cortadas, junte um jeans detonado e o estilo punk-rock está pronto. Mas o seu jeito é romântico? Que tal uma cor de rosa, customizada com laços de fita, acompanhando uma saia floral? Aliás, a palavra-chave atual para a camiseta básica de todo dia é customização, aquela interferência pessoal que deixa qualquer roupa com uma cara única.

De acordo com a socióloga Sílvia Simas, em texto publicado no livro a História das camisetas de 1997, publicado pela Hering, o mercado brasileiro de camisetas chega a produzir 450 milhões de peças anualmente, gerando 400 mil empregos diretos. "Fazendo as contas, cada brasileiro teria no seu guarda-roupa, em média, quatro novas camisetas por ano. Uma proporção que muitos segmentos estão longe de alcançar", explica Sílvia Simas.

Segundo a socióloga, trata-se de um mercado que tem seu consumo distribuído igualmente entre homens e mulheres. "As classes A e B respondem por 20% das vendas; a classe C por 30% e os 50% restantes são divididos pelas classes D e E", aponta.

A pesquisa mostra ainda que o principal consumidor das camisetas é o jovem. "Cerca de 30% dos seus consumidores são crianças até 10 anos; 40% são jovens dos 11 aos 24 anos; 10% de 25 a 34 anos e 20% acima dos 35 anos".

Linha do tempo:

Antigüidade - Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camisia, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.

Século 4 - A camisia continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para lavá-los. A camisia era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.

1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.

Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camisia era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.

Até início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.

1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.

2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.

1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.

1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.

1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.

Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.

Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.

Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.

Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.

Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

Fonte:designdecamisetas.blogspot.com